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RSS Feed - Notícias - Mantenha-se Informado


02/07 - Produção industrial cresce 7% em maio, após 2 meses de queda
Alta, porém, foi insuficiente para reverter a queda de 26,3% acumulada em março e abril. A produção industrial brasileira cresceu 7% em maio, na comparação com abril, conforme divulgou nesta quinta-feira (2) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A alta vem após dois meses seguidos de queda e tombo recorde em abril. "O crescimento, no entanto, foi insuficiente para reverter a queda de 26,3% acumulada nos meses de março e abril. Com isso, o setor atinge o segundo patamar mais baixo desde o início da série histórica da Pesquisa Industrial Mensal, sendo que o menor nível foi registrado em abril deste ano", informou o IBGE. Cenário de recessão e perspectivas A avaliação dos analistas é que o pior da crise pode já ter ficado para trás, mas a recuperação das perdas deverá se dar de maneira muito gradual em meio aos impactos da pandemia do coronavírus na economia brasileira e mundial. Em junho, a confiança da indústria aumentou 16,2 pontos em junho, alcançando 77,6 pontos, segundo indicador da FGV. Apesar da segunda alta consecutiva, o índice recuperou apenas metade dos 39,3 pontos perdidos entre março e abril. O Comitê de Datação de Ciclos Econômicos (Codace), da Fundação Getulio Vargas (FGV), avalia que o Brasil entrou em recessão já no 1º trimestre, sem ter recuperado todas as perdas da recessão de 2014-2016. A pesquisa Focus mais recente do Banco Central mostra que a expectativa do mercado é de retração de 6,54% para a economia brasileira este ano, indo a um crescimento de 3,50% em 2021. Já o Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta que a economia brasileira irá recuar 9,1% neste ano. Se confirmada as previsões, o tombo da economia brasileira deverá ser o maior em 120 anos, pelo menos. Por que Brasil já pode ter atingido 'fundo do poço' da recessão - e o que isso significa Já patinando antes da pandemia, indústria e investimento terão mais dificuldades de recuperação Indústria brasileira aponta a necessidade de inovar linha de produção para superar a crise
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02/07 - Desemprego na zona do euro sobe em maio e é pior para homens e jovens
Taxa subiu de 7,3% para 7,4%. Para pessoas até 25 anos, atingiu 16%. O desemprego na zona do euro teve leve avanço e abaixo do esperado em maio, com as paralisações devido ao coronavírus sendo gradualmente retiradas, embora o aumento tenha sido mais pronunciado entre mulheres e jovens. A taxa de desemprego sazonalmente ajustada aumentou para 7,4% em maio, ante 7,3% em abril e 7,1% em março (menor nível desde que os registros começaram em 1998) Maio representou o segundo mês seguido de alta, mas ficou abaixo da expectativa do mercado de 7,7%. A situação foi pior para mulheres e jovens. O desemprego para pessoas até 25 anos subiu a 16% em maio, contra 15,7% em abril e 15,0% em março. Para as mulheres, a taxa de desempregou chegou a 7,9% de 7,7% em abril. Para os homens, permaneceu em 7%. Separadamente, a Eurostat informou que os preços ao produtor caíram 0,6% em maio sobre o mês anterior, contra expectativa de queda de 0,5%. Economia da zona do euro deve retrair 8,7% em 2020
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02/07 - Índice de ações na China fecha em máxima de 2 anos e meio
Governo informou que está planejando vender mais títulos especiais do Tesouro para financiar infraestrutura relacionada a saúde pública e estimular a economia. As ações da China avançaram nesta quinta-feira (2), com o índice de blue-chips (papéis mais negociados) fechando no nível mais alto em dois anos e meio, impulsionadas pela decisão de Pequim de gastar mais para impulsionar a economia. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 2,07%, no nível mais elevado desde 26 de janeiro de 2018. O índice de Xangai teve alta de 2,13%. Liderando os ganhos, o subíndice imobiliário do CSI300 e o CSI300 SWS ganharam 3,5% e 7%, respectivamente. O Ministério das Finanças da China afirmou que está planejando vender mais títulos especiais do Tesouro para financiar infraestrutura relacionada a saúde pública e ajuda à economia afetada pelo coronavírus, como parte de um proposta para emitir 1 trilhão de iuanes nesse tipo de títulos este ano. A China permitirá que os governos locais usem parte do dinheiro que levantarem com os títulos especiais este ano para recapitalizar alguns bancos pequenos, disse o gabinete na quarta-feira, buscando sustentar bancos e empresas pequenas em meio à crise do coronavírus. Na Europa, as ações europeias subiam nesta quinta-feira, com dados econômicos mais otimistas em todo o mundo e esperanças de uma vacina contra a Covid-19 melhorando o sentimento antes de dados sobre o emprego nos Estados Unidos. Veja as cotações de fechamento nas bolsas da Ásia: Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 0,11%, a 22.145 pontos. Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 2,85%, a 25.124 pontos. Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 2,13%, a 3.090 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 2,07%, a 4.335 pontos. Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 1,36%, a 2.135 pontos. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 0,87%, a 11.805 pontos. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 1,02%, a 2.636 pontos. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 1,66%, a 6.032 pontos. OMS afirma que vírus de gripe suína na China não é novo e é monitorado desde 2011
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02/07 - Novartis pagará US$ 642 milhões para encerrar processos nos EUA
Empresa farmacêutica suíça é acusada de pagar subornos a médicos. Fachada da sede da Novartis em Basel, na Suíça. Multinacional perdeu na Índia "guerra" por patente de medicamento que combate o câncer Arquivo/Arnd Wiegmann/Reuters A Novartis concordou em pagar mais de US$ 642 milhões para encerrar os processos da qual é ré nos Estados Unidos, onde a empresa farmacêutica suíça é acusada de pagar subornos a médicos, informou nesta quarta-feira (2) o Departamento de Justiça americano. O primeiro acordo extrajudicial alcançado entre o grupo e o sistema judiciário refere-se à Novartis assumir três fundações de pacientes que tomavam dois de seus medicamentos, Gilenya e Afinitor. O segundo acordo diz respeito à acusação de pagamento de subornos da empresa suíça a médicos. A Novartis concordou em pagar mais US$ 591 milhões para fechar as ações relacionadas aos subornos. Nesse caso, o grupo é acusado de gastar centenas de milhões de dólares em dezenas de milhares de programas de conferências, que segundo o sistema de justiça americano eram na verdade meios disfarçados de "pagar propinas" aos médicos. Por exemplo, o Departamento de Justiça diz que a Novartis geralmente escolhia médicos como palestrantes que já prescreveram grandes quantidades de seus medicamentos em troca de incentivos financeiros para prescrevê-los. Esses métodos foram relatados em toda a indústria farmacêutica com alguma frequência. Os julgamentos de suborno começaram após uma queixa apresentada em 2011, cujo autor "receberá uma recompensa cuja quantia ainda não foi determinada", segundo o departamento. Como parte da negociação, a Novartis firmou um contrato de cinco anos de boa conduta.
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02/07 - Brasil deve deixar de bancar empresas ineficientes para dar dinheiro a famílias necessitadas no pós-pandemia, diz BID
Relatório de Banco Interamericano de Desenvolvimento diz que, para promover recuperação econômica após pandemia, será necessário que país resista à pressão de setores econômicos para manter isenções e benefícios de emergência; 'medidas não podem ser perenizadas e servir como máscara sobre ineficiências estruturais', diz vice-presidente de organização. Governo brasileiro precisa se esforçar para manter o apoio de renda às famílias que mais necessitam, segundo o banco BBC/GETTY IMAGES As diversas medidas de apoio de emergência a empresas, setores e famílias adotadas pelo Brasil em resposta à crise econômica gerada pela pandemia de covid-19 foram corretas e necessárias, diz o Banco Interamericano do Desenvolvimento, o BID. No entanto, segundo a instituição, no longo e médio prazo, o país precisa evitar tornar permanentes "benefícios a grupos que possuem condições de se ajustar à nova realidade" ao mesmo tempo em que deve aumentar "o apoio focalizado nos que mais precisam." A análise foi feita em um relatório do BID sobre a recuperação econômica após a atual pandemia nos países do Cone Sul. No documento, divulgado nesta quinta (2), o BID faz diversas recomendações de médio e longo prazo para os países conseguirem superar as perdas geradas pela crise. Segundo o vice-presidente do BID, Alexandre Meira da Rosa, a questão fiscal, ou seja, o endividamento do país, é um dos fatores centrais que devem ser levados em consideração no longo prazo. "Nesse momento da pandemia, a ação do Estado de apoiar (empresas para manter) empregos e (oferecer) liquidez, foi absolutamente fundamental. Mas essas medidas não podem ser perenizadas e servir como uma máscara sobre ineficiências estruturais, ou proteger indústrias e serviços que não têm mais um lugar nessa nova realidade pós-covid, que deixaram de ser competitivos", diz Meira da Rosa, em entrevista à BBC News Brasil. Continuar dando benefícios estatais — como isenções fiscais, empréstimos e garantias — para grupos que têm condições de se ajustar à nova realidade vai "penalizar fortemente o país do ponto de vista fiscal em um momento de debilidade maior", diz ele. O mesmo vale para empresas, indústrias e serviços com baixa produtividade e problemas estruturais que "já não faziam parte nem do mundo pré-pandemia e que depois desse processo já não tenham mais lugar na nova economia". Ao mesmo tempo, diz o BID, o governo precisa se esforçar para manter o apoio de renda às famílias mais necessitadas e apoiar a modernização e adaptação dos negócios. Ou seja, é preciso uma otimização no uso dos recursos. Segundo Meira da Rosa, a opção pela condicionalidade dos auxílios às famílias no Brasil — como exigência de que as crianças frequentem a escola e tomem vacinas no Bolsa Família, por exemplo — faz com que estes sejam uma ótima oportunidade para fazer uma capacitação produtiva das pessoas que os recebem, adaptando-as para atuar na economia pós-pandemia. "Para isso, é claro, o governo precisa oferecer a capacitação junto com o auxílio", diz ele. Um dos desafios, diz ele, é justamente como identificar as pessoas mais necessitadas e incluí-las nos programas de apoio. "O Brasil tem um histórico positivo, com a questão do cadastro único, do Bolsa Família. Mas é preciso dar um passo a mais, identificar as pessoas na informalidade, que têm uma fragilidade de renda e não têm tido acesso ao auxílio", afirma o vice-presidente do BID, que é brasileiro. "É um meio de quebrar os ciclos intergeracionais de pobreza", diz ele, e essencial para a recuperação econômica no médio e longo prazo. Resistir ao lobby Para concentrar os auxílios nos grupos mais vulneráveis, diz o relatório do BID, o país vai precisar resistir à pressão de grupos econômicos interessados em manter os benefícios de emergência concedidos durante a pandemia. "As pressões vão ser grandes, como a gente já viu no passado", diz Meira da Rosa. "A economia política desse tipo de incentivo é sempre complexa, os grupos de interesse vão tentar defender suas agendas." O risco de tornar permanentes esses auxílios, diz o BID, é mascarar falta de produtividade e competitividade em certos setores, aprofundar deficiências estruturais e aumentar o endividamento do país. "É preciso pensar estrategicamente e ter uma leitura muito clara do que quer com os apoios", diz Meira da Rosa. O BID destaca que o "risco macroeconômico brasileiro será maior durante a etapa de recuperação e não há espaço para manter em 2021 ou depois o mesmo pacote de resposta à crise". "Isto levaria a uma rápida deterioração da trajetória esperada da dívida pública com eventual impacto sobre as expectativas de inflação, taxa de juros e volatilidade cambial", diz o relatório da instituição. Se os auxílios a indústrias e serviços são necessários para manter empregos no curto prazo, diz o BID, no médio e longo prazo é preciso identificar as oportunidades que vão surgir e quais setores farão sentido no novo cenário econômico pós-pandemia. "O agronegócio tem um potencial grande, com surgimento novas cadeias de suprimentos globais. Vai ser necessário não contar com um só suprimento, diversificar, por questões de segurança, o que gera oportunidades", diz o vice-presidente da instituição. Comércio no Rio de Janeiro. País também precisa apoiar a modernização e adaptação dos negócios no mundo pós-pandemia, aponta o banco Lucas Landau/Reuters Modernização e Reformas O BID faz ainda duas recomendações para a economia em 2021. Para garantir que haja crescimento econômico e que ele perdure, será necessário recuperar o caminho para reformas, eliminando os entraves de burocracia, infraestrutura e finanças públicas que limitam o crescimento e a competitividade do Brasil e da região. Além disso, diz a instituição, será preciso apoio para a modernização do setor produtivo, para que possa acompanhar a tendência de digitalização de serviços e implementar protocolos sanitários que restrinjam contato físico. A indústria e o comércio pós-pandemia precisam já se preparar para demandas e exigências diferentes daqueles vistos antes da crise, diz o BID. Investimento Privado Segundo o BID, o Estado, que está tendo que atuar como financiador na pandemia — tendo que colocar liquidez, garantias, etc — vai ter que voltar a ser um Estado facilitador, porque nenhum país estará em condições de financiar sua retomada econômica com recursos exclusivamente públicos. Será essencial, diz o BID, atrair investimentos privados internacionais. "O financiamento privado será importante, incluindo na atração de liquidez global para fins produtivos", diz o relatório da instituição. "O Brasil tinha avançado muito bem nesse quesito, há algumas décadas, com criação de estrutura, de marcos setoriais regulatórios, reformas necessárias", diz ele. Nesse cenário, a crise política e o desacordo entre os poderes podem ser um problema. "Coordenação institucional é sempre muito relevante. Investidores veem com certa preocupação desacordos entre os poderes porque isso pode fragilizar marcos regulatórios de setores. Na medida de que o setor privado vai ser tão importante, são necessários marcos regulatórios sólidos e uma visão acerca das reformas, especialmente a tributária", diz Meira da Rosa. "Mas ainda não chegamos nesse ponto em que o desacordo pode gerar essa fragilização", diz ele. No relatório, o BID destaca que, no período de transição da pandemia para a recuperação econômica, haverá um risco alto de tensões sociais, o que "pode inviabilizar as estratégias do governo". Isso destaca, diz, "a importância de instituições fortes." Brasil caminha para ter sua primeira década de recessão em mais de um século
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02/07 - Campus Party se prepara para edição global on-line e espera 10 milhões de participantes
Evento que acontece entre os dias 9 e 11 de julho será gratuito e participantes poderão doar recursos para os Médicos Sem Fronteiras. Serão mais de 5 mil palestras em 31 países. Campuseiros circulam entre as barracas do acampamento da Campus Party 2019. Em 2020, evento será on-line. Fábio Tito/G1 Antes mesmo de a pandemia de coronavírus chegar ao Brasil, os organizadores da Campus Party, um dos principais eventos tecnológicos realizados no país, sabiam que a edição deste ano seria diferente. “Nosso quartel general está na periferia de Milão, que foi o segundo lugar onde a pandemia chegou e tivemos lockdown. Em fevereiro já sabíamos que teríamos problemas para fazer uma Campus Party presencial”, afirma Francesco Farruggia, presidente do Instituto Campus Party. Em 2020, o evento já trocou de data, saindo do início do ano, época em que ocorria tradicionalmente, para julho. A solução escolhida para driblar a pandemia foi justamente a digital, tão próxima aos campuseiros, nome dado os participantes do evento. “Nossas palestras já são por stream ao vivo, nosso público tem familiaridade com ferramentas digitais. Por que não fazer todas virtuais, em vários lugares do mundo em um único momento?” Essa escolhe permitiu que o evento de 2020 seja gratuito e e simultâneo em 31 países. Tudo pode ser acompanhado pelo YouTube e pelo site do evento, que vão transmitir as palestras. No Brasil, a Campus Party será a partir de três lugares: Brasília, Amazônia e Goiás. Em cada um deles haverá "palcos" temáticos — tudo on-line — com assuntos e palestrantes relevantes para a região. É possível assistir às palestras que acontecem nos outros países, mas elas serão transmitidas em língua local. As palestras principais serão em inglês. Segundo Farruggia, a organização do evento fez um investimento recorde em uma plataforma on-line, capaz de abrigar a estrutura de acesso digital. Eles também fecharam um acordo com o YouTube para garantir a transmissão. Edição gratuita De acordo com Farrugia houve grande apoio dos patrocinadores do evento e de governos parceiros quando a solução proposta foi migrar o evento para o digital por conta da pandemia. Campuseiro usa gorro 'viking' na Campus Party 2019 Fábio Tito/G1 A resposta dos campuseiros também foi positiva e o grupo que organiza o evento optou por tornar a edição gratuita. A organização fechou uma parceria com os Médicos Sem Fronteiras e os participantes serão convidados a fazer doações para a instituição, que reverterá o dinheiro para familiares de médicos e enfermeiros que morreram no combate à pandemia de coronavírus. Mantendo a interação Embora seja um evento de tecnologia — conhecido pelas maratonas de hacking e pelo entusiasmo dos participantes, que levam computadores e montam verdadeiras estruturas — a Campus Party tem um traço de interação social bastante distinto. É comum que os campuseiros façam contatos profissionais e pessoais e até conversem com palestrantes pelos corredores do evento. Campuseiros mostram os bastidores da Campus Party Em uma edição digital, essa interação fica limitada. Farruggia explica que a solução foi a adoção de um chat na plataforma de transmissão escolhida. Campuseiro pilota um drone na arena de drones da Campus Party 2019, que fica na área aberta ao público Fábio Tito/G1 “É um ônus comparado com o relacionamento físico, mas o chat vai permitir fazer perguntas, pedir informação, participar”, afirma. Ele explica ainda que a oportunidade de conhecer pessoas e fazer contatos se expande na edição on-line: os organizadores esperam que 10 milhões participem do evento em todo o mundo. “Não tem a mágica da Campus Party, que é uma energia concentrada muito grande. Por outro lado, no Brasil temos pedidos de fazer outra edição global antes do final do ano”, disse. Principais palestrantes A edição global da Campus Party vai contar com 5 mil palestras em 3 dias, entre 9 e 11 de julho. No Brasil, serão três eventos digitais: em Brasília, Goiânia e na Amazônia, que recebem "palcos" temáticos e palestrantes de interesse. A Campus Party terá também um palco global, uma seção de palestras em que grandes nomes da internet e do setor de tecnologia vão debater assuntos como automação, análise de dados e o futuro da rede. Todas essas palestras são em inglês. Veja os principais nomes do evento global, com data e hora : 09/07, às 11h: Don Tapscott, presidente executivo do Instituto de Pesquisa em Blockchain discute a segunda era da internet 10/07, às 10h: a engenheira Monique Morrow fala sobre o conceito de "realidade extendida", e como realidades aumentadas e virtuais irão expandir o conhecimento coletivo; 10/07, às 12h: Tim Berners Lee, um dos inventores da World Wide Web, Al Gore, político americano responsável por leis de expansão da internet nos EUA, e Vinton Cerf, co-desenvolvedor do protocolo TCP/IP discutem o futuro da internet 10/07, às 14h: Sharron McPherson, co-fundadora do Centro para Tecnologias Disruptivas, debate o futuro do aprendizado na África 11/07, às 11h: Edward Snowden discute o tema desta edição: “Como reiniciar o mundo”; 11/07, às 12h: Jon 'maddog' hall, presidente do conselho do Instituto Profissional Linux, discute o uso de open culture em novas empresas; 11/07, às 13h: Alishba Imran, Isabella Grandic e Nina Khera, três adolescentes envolvidas com empreendedorismo e pesquisa científica, discutem seus projetos e trabalhos e como ajudar a impulsionar a humanidade para o futuro; 11/07, às 14h: Phil Campbell, que já trabalhou como diretor de criação em franquias de filmes como O Poderoso Chefão e James Bond, fala sobre o processo de design durante uma pandemia; 11/07 às 15h30: Ricardo Cappra, renomado cientista de dados, debate como observar fatos e usar os dados para tomar decisões melhores.
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02/07 - Mesmo com incertezas nos concursos públicos, candidatos devem manter preparação, dizem especialistas
Pandemia e crise reduzem concursos públicos; mesmo com concorrência maior e incertezas sobre lançamentos de editais e adiamento de provas, tempo maior de estudo pode ser aliado na preparação. A pandemia do novo coronavírus tem diminuído consideravelmente a abertura de concursos públicos, vem adiando provas por tempo indeterminado e, ao mesmo tempo, está aumentando a concorrência, já que o desemprego cada vez mais elevado tem levado um grande número de pessoas a buscar o serviço público como uma alternativa de recolocação no mercado de trabalho. Pandemia e crise reduzem concursos públicos; especialistas veem mais concorrência e vagas em saúde e segurança pós-Covid VEJA LISTA DE CONCURSOS COM INSCRIÇÕES ABERTAS E EDITAIS PUBLICADOS Todo esse cenário traz incertezas para os candidatos, que não sabem se o concurso para o qual estão estudando lançará o tão esperado edital. Ao mesmo tempo, o tempo maior de espera pode ser um grande aliado neste momento, já que especialistas sempre aconselham a começar os estudos com base nos editais anteriores, para sair na frente na preparação. E, no lançamento do edital, se focar nas novidades e disciplinas que têm maior dificuldade. "Há um ditado popular que diz que o copo ou está meio cheio ou meio vazio, dependendo de como as pessoas veem o copo preenchido com metade da água. As exigências das provas dos concursos têm sido cada vez maiores, mas este momento pode ser bom para o concurseiro, pois há mais tempo para estudar", comenta Marcos Takao Ozaki, professor de cursos preparatórios para concursos e do curso de pós-graduação em Gestão Pública EAD da Fecap. Ele cita como exemplos as provas para vagas que exigem conhecimento de direito constitucional e tributário. "Elas têm solicitado, além do conhecimento teórico, jurisprudência dos tribunais superiores, especialmente do STF. Ou seja, ao aluno não é suficiente saber a teoria", explica. Outra dica de Ozaki é focar na banca que promoverá o concurso, fazendo exercícios de provas de concursos anteriores da mesma organizadora. "Focar em um concurso específico não é a melhor opção. O melhor é se tornar um concurseiro profissional, aquele que se inscreve em vários certames e vai prestando os concursos para adquirir experiência", indica. Marcel Guimarães, professor do Direção concursos e consultor legislativo do Senado Federal, afirma que é fundamental que os candidatos mantenham o foco e aproveitem o tempo extra que “ganharam” para intensificar os estudos. “Às vezes, é preciso saber identificar as oportunidades, sendo que as crises acabam tendo um papel importante para o nosso crescimento nesses momentos adversos. O estudo de longo prazo é o melhor caminho rumo à aprovação. Deve-se aproveitar esse tempo extra de preparo para melhorar o desempenho nas matérias mais importantes de cada certame, além daquelas em que o candidato tenha mais dificuldade”, diz. Guimarães ressalta a importância de se manter firme nos estudos, pois uma hora o concurso será realizado e somente quem não parou de estudar será aprovado. “Em algum momento, essa crise irá passar e temos todos que estar preparados para aproveitar as oportunidades. Apesar de tudo, a vida e os concursos continuam”, opina. Fernando Bentes, mestre e Doutor em Teoria do Estado e Direito Constitucional e professor-adjunto de Direito Constitucional da UFRRJ também se mantém otimista. Para ele, apesar de toda a conjuntura negativa, o Estado precisa de pessoas para operar a máquina e efetivar suas políticas públicas. “A crise fiscal e a reforma administrativa terão impacto na atratividade do cargo público. Mas é inegável que o Brasil conseguiu profissionalizar seu setor público recrutando pessoas que passaram anos estudando com afinco e que possuem alto nível de conhecimento. Isso se reflete na melhoria do serviço público. Além disso, a tradição clientelista brasileira de distribuir cargos a amigos, parentes e cabos eleitorais é combatida frontalmente com concursos sérios e idôneos”, afirma. Por isso, ele salienta que o candidato deve aproveitar ao máximo a crise para se preparar e aguardar o momento certo. “A hora de estudar é agora, não quando o edital for publicado. O candidato deve interpretar este momento de suspensão como uma bênção, uma chance, uma oportunidade de se preparar corretamente para quando a situação se normalizar”. De acordo com Bentes, o candidato deve: fazer uma análise do edital de seu cargo; saber exatamente quais matérias serão cobradas; fazer um cronograma de estudo; recorrer a bons livros e cursos preparatórios; sempre conciliar a teoria com a prática, treinando muito por meio de questões de concursos passados para testar seu conhecimento; sanar as dúvidas das matérias que não domina; desvendar a forma de pergunta e o padrão de resposta das bancas organizadoras das provas. Antônio Batist, especialista em gestão pública e empresarial, aconselha buscar fontes relevantes de informação, tanto em notícias quanto em estudos, e entender o contexto independentemente de polarizações de opinião. “Sabendo que a retomada dos concursos poderá ser lenta em alguns casos, que o número de desempregados tende a aumentar a concorrência, como já ocorreu em anos anteriores, e consciente de que muitas áreas poderão precisar de ainda mais vagas na retomada, só há duas recomendações: informe-se com qualidade e estude bem. Estudar certo não é necessariamente o mesmo que estudar muito”, alerta. Veja as dicas de Batist: aproveite para melhorar nas disciplinas que você não domina revise aquilo que já sabe resolva muitos exercícios e provas anteriores acompanhe a retomada e as mudanças dos concursos de seu interesse O especialista diz que, se não houver como investir financeiramente, há canais, fontes, apostilas e sites gratuitos na internet. “Este não é um momento fácil e continuará sendo difícil por mais algum tempo, mas isso não quer dizer que se deva perder a esperança. Não seja pego de surpresa na retomada. Busque se preparar dentro da sua realidade, seja ela qual for”, afirma. Filipe Ávila, coordenador geral do AlfaCon Concursos, também considera importante manter o foco nos estudos e continuar se preparando, mesmo com um cenário incerto para a aplicação das provas. Assim, quando a situação de pandemia se normalizar, os candidatos estarão preparados e à frente da concorrência. “O concurseiro deve aproveitar este momento e reforçar as matérias que sente maior dificuldade”, comenta. O coordenador também ressalta que todos os concursos que foram suspensos neste ano voltarão simultaneamente quando a situação melhorar. Ele cita os da Polícia Civil do Distrito Federal, de São Paulo e do Rio Grande do Norte e Polícia Militar do Paraná. “Por isso, a orientação é se preparar ao máximo para conseguir realizar vários concursos ao mesmo tempo”, indica. Aprovados em concurso público dão dicas para quem sonha com aprovação
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02/07 - De onde vem o que eu como: do café ao feijão, quase metade da produção do campo passa por cooperativas
Organizações dão suporte para pequenos agricultores e pecuaristas ganharem mercado e muitas já se tornaram grandes líderes do agronegócio brasileiro. É o caso da Coamo, Coopersucar e Aurora. Casal de cooperados no campo, no Rio Grande do Sul Cotrijal/Divulgação O café com leite ao acordar, o arroz com feijão na hora do almoço...por trás desses eventos tão cotidianos é bem provável que exista o trabalho de uma cooperativa agropecuária. Isso porque quase metade do que vem do campo passa por produtores rurais associados a cooperativas. Hoje, elas produzem 75% do trigo do Brasil e lideram o cultivo do café (55%), milho (53%) e soja (52%), segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Boa parte do leite (46%) e do feijão (43%) também passa por elas. De onde vem o que eu como: conheça a produção do trigo e do leite no Brasil Pequenos agricultores e pecuaristas fundam essas organizações com o objetivo de ganhar maior poder de negociação na compra de matérias-primas, maquinários e serviços, em meio ao mercado cada vez mais competitivo do agronegócio. Muitas delas já são grandes líderes do setor e possuem faturamentos bilionários, como é o caso da Coamo, Copersucar, Cotrijal e Cooxupé, por exemplo. Outras são marcas conhecidas entre os brasileiros, como a Aurora, Batavo e Frimesa. Ao todo, 1.613 cooperativas atuam no Brasil oferecendo suporte a 1 milhão de produtores, dos quais 71,2% estão ligados à agricultura familiar. Juntas, elas empregam 209,8 mil pessoas e faturam cerca de R$ 200 bilhões ao ano, de acordo com a Organização das Cooperativas do Brasil (OCB). Como funcionam as cooperativas no campo G1 Pandemia A crise econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus também chegou nas cooperativas, principalmente nas menores. O analista técnico da OCB, João Prieto, conta que muitos produtores tiveram perdas relevantes, principalmente os que trabalham com produtos perecíveis, como frutas e hortaliças que precisam ser escoadas rapidamente. Cooperados da agricultura familiar que participam de políticas do governo, como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), também estão tendo perdas. Logo que a pandemia começou, em março, os estados e municípios interromperam as compras com a paralisação das aulas. Para tentar amenizar os impactos, o governo promulgou, no início de abril, a lei 13.987/2020 que prevê a distribuição de alimentos para os alunos beneficiários do Pnae, em situações de emergência e calamidade pública. Porém, nem todos os governos estão aderindo à medida. Uma reportagem do Globo Rural mostrou que, em Minas Gerais, por exemplo, apenas 5% dos municípios mantiveram suas compras. No estado, 17 mil produtores fazem parte da Pnae. Produtores de MG que fornecem alimentos para merendas sentem impacto da pandemia Outro desafio atual é a contenção da disseminação de Covid-19 entre os trabalhadores de cooperativas que estão ligadas à cadeia de frigoríficos. "Essas cooperativas estão tendo que mudar toda a forma de trabalhar para poder garantir a segurança dos trabalhadores", diz Prieto. Em junho, o governo criou regras para a prevenção e controle da Covid em frigoríficos e laticínios. Saída para permanecer no campo Cooperada trabalha na produção agropecuária, no Rio Grande do Sul Divulgação Fecoagro/ Iago Carvalho O cooperativismo é uma das saídas para o pequeno produtor rural conseguir permanecer no campo, avalia o ex-ministro da Agricultura (2003-2006) e professor da FGV, Roberto Rodrigues. Ele, que vem de uma família de cooperados, já viu muito produtor ser expulso da zona rural com a crescente concentração do setor nas mãos de multinacionais. “As grandes empresas têm recursos para incorporar tecnologias que reduzem custos, aumentam a produção e agregam valor ao produto final. Já o pequeno agricultor não tem dinheiro e nem tempo de fazer isso sozinho”, afirma o ex-ministro. Segundo IBGE, 63,8% dos cooperados recebem assistência técnica no campo, enquanto somente 20,2% do montante total de produtores do país tem acesso a esse serviço. “Sem comprar tecnologia, ele não aumenta a produtividade. E sem aumentar produtividade, ele fica sem renda. É um círculo vicioso trágico que precisa ser rompido, ou com política pública, ou com cooperativismo”, enfatiza o professor. Na comunidade de Cará, em Goiás, por exemplo, o cooperativismo foi a saída para produtores locais aumentarem a produção de mandioca e polvilho e, assim, venderem mais, o que melhorou a renda de 51 famílias. Cooperativismo transforma comunidade rural em Goiás Crescer sem se afastar dos produtores Um dos desafios das cooperativas hoje é ganhar mercado sem se distanciar dos produtores. “Quanto mais as cooperativas crescem, mais elas viram uma empresa e se afastam dos produtores”, diz Ademir de Lucas, professor da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" da USP (ESALQ/USP). Esse afastamento, segundo ele, acontece por diversas razões. Uma delas é que algumas cooperativas, para aumentar o lucro, começam a abrir novos negócios que não têm uma relação direta com a atividade dos produtores, distanciando-se, dessa forma, dos interesses deles. Representação A representação nas assembleias também pode ficar mais difícil. “Tomar decisões em uma organização com mais de 20 mil cooperados, por exemplo, é um desafio. Por isso, em algumas delas, os associados elegem delegados locais, que passam a representá-los nas assembleias”, diz Prieto. “Quando as cooperativas são pequenas, o produtor tem mais poder de decisão. Por outro lado, elas têm menos poder de pressão política e econômica”, afirma Ademir. Manter o engajamento Cooperados trabalham juntos no campo Cotrijal/Divulgação Outro desafio é manter o produtor engajado na cooperativa, pagando mais pela mercadoria dele do que outras empresas. “Não tem nenhuma regra que impeça o cooperado de vender para outros negócios. Mas, se ele faz isso, fica mal visto dentro da organização e participa menos da distribuição das sobras, pois quanto mais você compra e vende dentro da cooperativa, maior é a sua parcela no lucro”, explica Silvio Castro, professor da Unicesumar. Muitas cooperativas têm dificuldade de pagar mais ao produtor, porque elas precisam, ao mesmo tempo, vender as mercadorias por um preço competitivo, já incluindo os seus custos. Entre o socialismo e o capitalismo A filosofia cooperativista surgiu na primeira metade do século 19, na Europa, como uma resposta à concentração de renda e dos meios de produção, durante a primeira Revolução Industrial. No período, novas tecnologias, como a máquina a vapor e o tear mecânico, substituíram o trabalho de pequenos artesãos pela produção industrial. Com isso, quem fazia roupa em casa, por exemplo, perdeu trabalho para a crescente indústria têxtil. Algodão é o 'boi vegetal' que vira desde óleo de cozinha até dinheiro A primeira cooperativa da história foi fundada em 1844, na cidade de Rochdale-Manchester, na Inglaterra, por 28 trabalhadores (27 homens e uma mulher) que se uniram para montar o seu próprio armazém. “Nos anos de 1840, o cooperativismo era visto como a terceira via para o desenvolvimento: entre o socialismo e o capitalismo”, conta Rodrigues. O modelo foi trazido para o Brasil pelos imigrantes europeus, principalmente alemães e italianos, o que explica a concentração de cooperados nas regiões Sul (55,1%) e Sudeste (34,1%). A primeira cooperativa agropecuária do país foi fundada no Paraná, em 1847. Mas somente a partir de 1907 que o setor ganhou impulso. Apesar disso, o cooperativismo brasileiro só foi organizado por um regime jurídico em 1971, com a promulgação da lei 5.764 que instituiu regras para o setor. Atualmente, o cooperativismo é visto como uma filosofia de inserção econômica e social, segundo Rodrigues, da FGV. Econômica, porque, ao se unirem, os produtores têm mais força para sobreviver no campo e gerar renda. E social, porque ao terem recursos, acessam direitos fundamentais, como moradia, alimentação, educação e saúde. Partilhando os ganhos No final de todo o ano, geralmente, os cooperados dividem os ganhos das vendas, depois de descontar todos os custos. O que é o "lucro" de uma empresa normal, é chamado de "sobra" pelas cooperativas. Algumas delas chegam a gerar uma "bolada" para os agricultores, maior do que muito prêmio da Mega-sena. Em dezembro de 2019, agricultores de uma cooperativa de Campo Mourão (PR), por exemplo, dividiram R$ 100 milhões de sobras. Cooperativa divide R$ 100 milhões de lucro no Paraná O que é feito com o dinheiro da "sobra" tem que ser decidido em assembleia. O recurso também pode ser direcionado para investimento. A assembleia é, inclusive, o órgão máximo de todas as decisões de uma cooperativa. Ela precisa acontecer até mesmo para fundar a organização, ocasião na qual os cooperados formulam o estatuto, decidem sua sede e as cotas de contribuição de cada membro. As cotas formam o capital social da cooperativa. Sempre quando um agricultor ou pecuarista entrega o seu produto para a cooperativa, a organização precisa remunerá-lo imediatamente. Isso se chama “ato cooperativo”. Depois dessa etapa, os funcionários da associação ficam responsáveis pelo armazenamento, comercialização e/ou industrialização dos produtos. As cooperativas podem ser singulares ou centrais. Elas são “singulares” quando formadas por apenas uma cooperativa. E são “centrais” quando três ou mais cooperativas se juntam para atuar em algum ramo. Elas podem exercer uma ou mais das seguintes atividades: Compra de insumos: como sementes, fertilizantes, máquinas e equipamentos Organização da armazenagem, comercialização e processamento dos produtos Contratação de assistência técnica: veterinários e engenheiros agrônomos, por exemplo Construção de uma indústria própria Initial plugin text
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02/07 - O que fazer quando estão aparecendo propagandas demais no celular?
Tira-dúvidas também responde perguntas sobre mensagens enviadas sem autorização no WhatsApp e risco de ceder dados na web. Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.), envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. A coluna responde perguntas deixadas por leitores às quintas-feiras. Propagandas inesperadas e invasivas em apps que não usam esse tipo de publicidade (como os do Google) são indício de que smartphone pode estar contaminado com código nocivo. Altieres Rohr/G1 Propagandas no celular No meu celular, 'do nada' surge uma indicação de medição do Wi-Fi (eu não pus) e em seguida uma propaganda. Entra propaganda centenas de vezes ao dia, a cada mudança de tela ou de aplicativo, ou ainda a cada toque na tela ou no app em uso. Já limpei cache, dados, fiz reset... e nada! Voltaram as propagandas e o tal do medidor de Wi-Fi. Tem alguma ideia, por favor? – Hebe É normal receber propagandas durante o uso de certos aplicativos. Jogos, em especial, costumam mostrar propagandas em tela inteira (inclusive com áudio e vídeo). Vídeos no YouTube ou stories no Instagram também podem mostrar anúncios em tela inteira, associados à atividade que você realiza no app. Se essas propagandas aparecem em momentos inesperados, aleatórios e frequentes, inclusive durante a navegação nas telas próprias do Android, seu smartphone pode realmente estar com um app nocivo que causa a exibição dessa publicidade invasiva. Se o problema persistiu após a restauração completa das configurações de fábrica, há três possibilidades: Você estava usando um aplicativo que coloca essas propagandas e reinstalou o app problemático após realizar a restauração do sistema. Reinstalar o app fez o problema voltar. Seu celular veio de fábrica com um programa que exibe propagandas. Isso pode acontecer em alguns aparelhos de marcas menos conhecidas, especialmente os não homologados no Brasil. O seu celular é antigo ou está sem atualização e você instalou um dos raros aplicativos nocivos que conseguem persistir após a redefinição do sistema. Se quiser saber mais como isso funciona, veja aqui. Considerando essas possibilidades, veja o que você pode tentar: Antes de realizar qualquer procedimento, lembre-se de fazer backups das suas fotos e outras informações armazenadas no aparelho. Você pode sincronizar esses dados com a nuvem. Depois de fazer o backup dos dados, realize novamente a redefinição de sistema completa. Apague todos os seus dados e não use a opção de reinstalar os aplicativos nem restaurar o backup, se houver. Você vai perder dados específicos de alguns aplicativos, mas deve manter suas fotos (que estarão no serviço em nuvem que você usa, como o Google Drive, OneDrive ou outros). Verifique se as propagandas continuam e não instale nenhum outro aplicativo além dos essenciais. Caso o problema persista mesmo com o smartphone nesse estado "limpo", isso significa que você pode ter um problema permanente no firmware do seu aparelho. O firmware é o software básico do telefone e você não tem permissões para modificá-lo. Nesse caso, o ideal é buscar a assistência técnica da fabricante do seu aparelho e solicitar a reinstalação do software ou sistema original de fábrica. Existem soluções caseiras para reinstalar o firmware, mas os passos variam dependendo do modelo e isso pode ser arriscados em alguns casos. Se o problema não persistir, instale seus apps aos poucos e veja se algum deles faz o problema voltar. Lembre-se de não instalar aplicativos fora da Play Store. Consulte as instruções oficiais do Google. O Google tem instruções gerais para ajudar a remover apps indesejados. É válido conferir essas orientações, mas hoje não é incomum que apps nocivos tentem se disfarçar de programas legítimos. Em alguns casos, eles até escondem seus ícones verdadeiros, o que dificulta a desinstalação de apps. Você pode tentar usar um antivírus para Android. Se o seu smartphone estiver contaminado com um vírus realmente agressivo, é muito provável que o programa de segurança não consiga remover o aplicativo malicioso, embora seja capaz de detectá-lo. Comece tentando os produtos da aliança do Google (Eset, Zimperium e Lookout) antes de testar produtos de outras fabricantes. Evite programas patrocinados por anúncios. Entenda por que você pode receber alertas de vírus falsos no celular Se o seu telefone é de uma marca não homologada, o ideal é trocar de aparelho. Você pode instalar um firmware não oficial, mas essa prática também tem seus próprios riscos e desafios técnicos. Além de não minimizarem o risco da existência de programas de espionagem ou publicidade, alguns firmwares não oficiais podem não ser compatíveis com todos os recursos do seu smartphone. Marcas como Doogee e Leagoo são algumas das que já tiveram esse tipo de problema e são encontradas no Brasil, apesar de não serem homologadas. Mensagem de WhatsApp não reconhecida Uma pessoa me disse que recebeu uma mensagem e fotos no WhatsApp dela, e lá estavam a minha foto e o número do meu telefone, porém eu não enviei nada para essa pessoa, nem sequer tenho o número dela no meu celular. Como é possível o meu perfil do WhatsApp aparecer no telefone de uma pessoa que eu não conheço e nem sequer tenho o contato dela no meu telefone? – Anna Coelho Isso é sim possível, mas, antes de analisarmos essa situação, é importante lembrar que essa pessoa pode estar mentindo. É muito fácil falsificar "prints" e outras supostas "provas". Inclusive, essa é uma prática de intimidação comum. Quando alguém tenta intimidar ou argumentar usando um print, lembre-se de uma máxima: "print não é prova". Absolutamente tudo que está no print – inclusive sua foto de perfil aparecer no celular dela – pode ser falsificado. Conversas inteiras (inclusive "vídeos" de conversas) também podem ser fabricados. Isto dito, o que teria de acontecer para essa situação ser real? De alguma forma, alguém teria de acessar a sua conta do WhatsApp. Isso é possível de três maneiras: pelo WhatsApp Web (método mais comum), ativando o WhatsApp em outro telefone ou um programa de espionagem/controle remoto instalado em seu smartphone. Se alguém ativa o seu WhatsApp em outro telefone, o seu ficará sem acesso. Então, se você teve que reativar o seu WhatsApp (solicitar o SMS de ativação) em algum momento, essa é uma probabilidade. Se você nunca foi obrigada a reativar seu WhatsApp, não é possível que isso tenha acontecido. O meio mais provável é o WhatsApp Web. Tudo que é feito no WhatsApp aparece também no seu celular. No entanto, o invasor poderia enviar a mensagem e apagar a conversa logo em seguida. Dessa forma, a mensagem apareceria para essa outra pessoa. Isso é bem fácil: basta enviar a mensagem no WhatsApp Web e escolher a opção de "apagar para mim". Como tudo que é feito no WhatsApp Web reflete o que aparece em seu telefone, apagar a conversa no WhatsApp Web apagaria a conversa também no seu telefone, mas quem recebeu as mensagens ainda ficaria com elas. WhatsApp permite apagar mensagem só 'para mim', que vai remover vestígios da mensagem na sua conta, mas manter a mensagem para o destinatário. Ação pode ser iniciada pelo WhatsApp Web, como na imagem. Reprodução Por essa razão, confira se há alguma sessão aberta no WhatsApp Web. Isso é bem fácil: a tela do WhatsApp Web pode ser acessada da tela principal do WhatsApp, com um toque no menu "três pontos" e depois em "WhatsApp Web". Embora seja possível que um programa de controle remoto esteja instalado no seu celular e poderia ser usado para controlar o WhatsApp do seu aparelho, a probabilidade disso é menor. Se você desconfia de que esse pode ser o caso – principalmente se deixou seu smartphone sem senha de bloqueio em algum lugar – você pode usar a redefinição de sistema para tentar apagar todos os aplicativos e contatar a assistência técnica da fabricante para reinstalar o software de fábrica. Mais um detalhe: lembre-se que a sua foto de perfil pode aparecer para quem não está na sua lista de contatos. Você controla isso nas configurações de privacidade do WhatsApp. Dados cedidos para geração de boleto Eu gerei um boleto pela internet no meu CPF, porém não vou pagar pois suspeito ser golpe. Gostaria de saber se eles têm acesso ao meu CPF por esse boleto. – Eliane Qualquer informação cedida a um site falso ficará nas mãos dos criminosos. É raro que eles usem esses dados para outras fraudes, mas não é impossível. Em compras on-line, além do CPF, é normal fornecer o nome completo, data de nascimento, número de telefone e RG. Juntas, essas informações podem ser usadas em alguns tipos de golpes. O ideal é ficar atenta, especialmente se houver algum contato suspeito. Por exemplo: alguém pode ligar para você dizendo que é representante de um prestador de serviços ou banco do qual você é cliente e em seguida perguntar se você é a "Eliane" do CPF "X" e data de nascimento "Y". Dessa maneira, eles usam seus dados pessoais para construir confiança e enganar você. Caso isso aconteça, pergunte se você pode ligar de volta e use o número de contato oficial do prestador de serviços para se certificar de que você está falando com um representante verdadeiro. Se você verificar que os criminosos realizaram qualquer outra atividade em seu nome (contratação de serviços ou empréstimo, por exemplo), você pode registrar um boletim de ocorrência e um alerta de documentos, que vai deixar seu CPF "marcado" para que empresas saibam que há risco de falsidade ideológica. Dúvidas sobre segurança digital? Envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com.
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02/07 - Auxílio Emergencial: Caixa credita benefício a 6,8 milhões de trabalhadores nesta quinta; veja quem recebe
Neste grupo estão nascidos em julho e agosto. Recursos serão liberados por meio da poupança social digital. Esta quinta também é o último dia para se cadastrar no programa. Imagem ilustrativa do aplicativo Auxílio-Emergencial, da Caixa Econômica Federal, que proporciona o direcionamento do benefício R$ 600 a trabalhadores informais e pessoas de baixa renda para contas de outros bancos. LUCAS TAVARES/ZIMEL PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO A Caixa Econômica Federal (CEF) credita nesta quinta (2) o Auxílio Emergencial a mais 6,8 milhões de beneficiários, todos fora do programa Bolsa Família. Veja quem recebe: 5,1 milhões de trabalhadores do primeiro lote (que receberam a 1ª parcela até 30 de abril), nascidos em julho e agosto, recebem a terceira parcela 1,5 milhão de trabalhadores do segundo lote (que receberam a 1ª parcela entre os dias 16 e 29 de maio), nascidos em julho e agosto, recebem a segunda parcela 200 mil novos aprovados, nascidos em julho e agosto, recebem a primeira parcela Os recursos serão liberados em um primeiro momento por meio da poupança social digital, de maneira escalonada, conforme o mês de aniversário do trabalhador, para pagamento de contas, boletos e compras por meio do cartão de débito digital. Saques e transferências serão liberados em datas posteriores (veja ao final da reportagem os calendários de crédito e saque) Veja o calendário completo de pagamentos do auxílio emergencial de R$ 600 Tira dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Esta quinta-feira também é o último dia para se cadastrar para receber o Auxílio Emergencial. "A partir desse dia, o cadastramento estará fechado e todas as pessoas que estão em análise pela Dataprev terão uma resposta. Todas as pessoas que se cadastrarem e forem validadas receberão todas as parcelas. Mesmo que sejam aprovadas lá pro meio de julho, receberão as três parcelas", disse o presidente da Caixa, Pedro Guimarães. Auxílio emergencial: 3ª parcela começa a ser paga neste sábado (26) Valores pagos No total, a Caixa disponibilizará mais R$ 19,7 bilhões para 31 milhões de pessoas para pagamento da terceira parcela. Já na segunda parcela dos contemplados no lote 2 são 8,7 milhões de beneficiários (tiveram crédito da parcela 1 realizado entre 16/05 e 29/05) que receberão R$ 5,5 bilhões. No caso da primeira parcela dos aprovados dentro do lote 4, são 1,1 milhão de beneficiários que receberão cerca de R$ 700 milhões. A segunda parcela para os aprovados do terceiro lote (que receberam a primeira entre os dias 16 e 17 de junho) ainda não tem data definida. Transferências e saque em dinheiro Para quem vai fazer o saque em dinheiro, os pagamentos começam em 18 de julho e vão até 19 de setembro. O calendário inclui a terceira parcela, a segunda parcela para os aprovados no lote 2 e a primeira parcela para os aprovados do lote 4. Veja abaixo: 18 de julho – nascidos em janeiro - 3,4 milhões de pessoas 25 de julho – nascidos em fevereiro - 3,1 milhões de pessoas 1º de agosto - nascidos em março - 3,5 milhões de pessoas 8 de agosto - nascidos em abril - 3,4 milhões de pessoas 15 de agosto – nascidos em maio - 3,5 milhões de pessoas 29 de agosto – nascidos em junho - 3,4 milhões de pessoas 1º de setembro – nascidos em julho - 3,4 milhões de pessoas 8 de setembro – nascidos em agosto - 3,4 milhões de pessoas 10 de setembro – nascidos em setembro - 3,4 milhões de pessoas 12 de setembro – nascidos em outubro - 3,4 milhões de pessoas 15 de setembro – nascidos em novembro - 3,2 milhões de pessoas 19 de setembro – nascidos em dezembro - 3,3 milhões de pessoas Lote 1, parcela 3 - auxílio emergencial Economia G1 Lote 2, parcela 2 - auxílio emergencial Economia G1 parcela 1, lote 4 (novos aprovados) Economia G1 Balanço Guimarães informou que 64,1 milhões de beneficiários já receberam o Auxílio Emergencial, totalizando R$ 90,8 bilhões: R$ 40,9 bilhões para inscritos no Bolsa Família, R$ 14 bilhões para inscritos no Cadúnico e R$ 35,9 bilhões para inscritos pelo app/site do auxílio. A maior parte foi paga no Nordeste (R$ 33 bilhões). Das 108,4 milhões de pessoas cadastradas no programa, 106,3 milhões de cadastros foram processados. Foram considerados elegíveis 64,1 milhões de beneficiários, outros 42,2 milhões foram considerados inelegíveis, 2 milhões estão em primeira análise e 1,3 milhão estão em reanálise. Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. Initial plugin text
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02/07 - Auxílio Emergencial: termina hoje prazo de cadastramento para receber benefício
Inscrições para receber o Auxílio Emergencial vão até 2 de julho; se governo ampliar número de parcelas, prazo poderá ser estendido. Ana Flor e Octavio Guedes analisam os impactos do auxílio emergencial no Nordeste Termina nesta quinta-feira (2) o prazo para o trabalhador se inscrever para receber o Auxílio Emergencial. Depois desta data, segundo a Caixa Econômica Federal, o site e o aplicativo serão utilizados apenas para acompanhar o pagamento do benefício ou o processamento do pedido. De acordo com o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, a partir de sexta-feira (3), o cadastramento estará fechado. "A partir desse dia, o cadastramento estará fechado e todas as pessoas que estão em análise pela Dataprev terão uma resposta. Todas as pessoas que se cadastrarem e forem validadas receberão todas as parcelas. Mesmo que sejam aprovadas lá pro meio de julho, receberão as três parcelas", disse na semana passada durante o anúncio do calendário da terceira parcela. O G1 entrou em contato com o Ministério da Cidadania para saber se após esse prazo será possível contestar a recusa do pedido do auxílio ou complementar os dados do cadastramento pelo app e site, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Veja o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial Tire suas dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL O prazo foi mantido mesmo após o governo anunciar a prorrogação do benefício para mais duas parcelas. O pagamento deverá ser feito da seguinte forma, segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes: R$ 500 no início do mês; R$ 100 no fim do mês; R$ 300 no início do mês; R$ 300 no fim do mês. Bolsonaro prorroga auxílio emergencial por dois meses; Miriam Leitão analisa Como eu me cadastro? O cadastro deve ser feito pelo site ou pelo aplicativo disponibilizados pela Caixa Econômica Federal. Veja passo a passo para pedir o auxílio Clique aqui para fazer a inscrição pelo site: https://auxilio.caixa.gov.br/#/inicio Clique aqui para baixar o aplicativo para celulares Android: https://play.google.com/store/apps/details?id=br.gov.caixa.auxilio Clique aqui para baixar o aplicativo para iOS (celulares Apple): https://apps.apple.com/br/app/caixa-aux%C3%ADlio-emergencial/id1506494331 A população mais vulnerável, sem acesso a meios digitais, que ainda não conseguiu solicitar o Auxílio Emergencial, pode ir a uma agência dos Correios para fazer o cadastramento, que será feito gratuitamente por funcionários da empesa. Com o intuito de evitar aglomerações, foi estabelecido um calendário para a solicitação do cadastro do Auxílio Emergencial nas agências dos Correios, conforme o mês de nascimento do cidadão: Segunda-feira: nascidos em janeiro e fevereiro; Terça-feira: nascidos em março e abril; Quarta-feira: nascidos em maio e junho; Quinta-feira: nascidos em julho, agosto e setembro; Sexta-feira: nascidos em outubro, novembro e dezembro. Na página dos Correios, no sistema Busca Agência, é possível obter informações sobre as unidades abertas ao público. A grande maioria dos pontos de atendimento funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. Para pedir o cadastramento numa agência dos Correios, o interessado deve apresentar os seguintes documentos: Identificação oficial com foto, em que conste também o nome da mãe do beneficiário; Cadastro de Pessoa Física (CPF) do usuário e dos membros da família que dependem da renda do titular e dados bancários ou documento de identificação (RG, CNH, passaporte, CTPS, RNE ou CIE) para solicitar abertura de Conta Social Digital, em nome do titular. Quem tem direito? Será concedido auxílio emergencial de R$ 600 ao trabalhador que cumpra todos estes requisitos: ser maior de 18 anos de idade com CPF regularizado; não ter emprego formal; não ser titular de benefício previdenciário ou assistencial, beneficiário do seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal, à exceção do Bolsa Família; ter renda familiar mensal por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos (R$ 3.135); que, no ano de 2018, não tiver recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018. O auxílio será cortado caso seja constatado o descumprimento desses requisitos. E, para conseguir o auxílio, o trabalhador deve exercer atividade na condição de: microempreendedor individual (MEI) contribuinte individual do Regime Geral de Previdência Social que trabalhe por conta própria trabalhador informal empregado, autônomo ou desempregado intermitente inativo ou que se encaixe nos critérios de renda familiar mensal mencionados acima por meio de autodeclaração O programa estabelece ainda que somente duas pessoas da mesma família poderão receber o auxílio emergencial. Para quem recebe o Bolsa Família, o programa poderá ser substituído temporariamente pelo auxílio emergencial, caso o valor da ajuda seja mais vantajosa. A mulher que for mãe e chefe de família, e estiver dentro dos demais critérios, poderá receber R$ 1,2 mil (duas cotas) por mês. Na renda familiar, serão considerados todos os rendimentos obtidos por todos os membros que moram na mesma residência, exceto o dinheiro do Bolsa Família. Se, durante este período de três meses, o beneficiário do auxílio emergencial for contratado no regime CLT ou se a renda familiar ultrapassar o limite durante o período de pagamento, ele deixará de receber o auxílio. Terceira parcela O governo divulgou no dia 25 de junho o calendário de pagamentos da terceira parcela do auxílio emergencial de R$ 600. Também foi divulgado o calendário de pagamento da segunda parcela para os aprovados do segundo lote – aqueles que receberam a primeira parcela entre os dias 16 e 29 de maio - e da primeira parcela do benefício a 1,1 milhão de novos aprovados. A segunda parcela para os aprovados do terceiro lote (que receberam a primeira entre os dias 16 e 17 de junho) ainda não tem data definida. Até 4 de julho, o dinheiro será depositado nas contas da poupança social digital para pagamento de contas, boletos e compras por meio do cartão de débito digital. As transferências e os saques em dinheiro a partir dessas contas começam em 18 de julho e vão até 19 de setembro. Veja calendários abaixo: Lote 2, parcela 2 - auxílio emergencial Economia G1 parcela 1, lote 4 (novos aprovados) Economia G1 Lote 1, parcela 3 - auxílio emergencial Economia G1 Balanço dos pagamentos Defensoria Pública ajuda brasileiros que tiveram pedido do auxílio emergencial negado Pedro Guimarães informou na semana passada que 64,1 milhões de beneficiários já receberam o Auxílio Emergencial, totalizando R$ 90,8 bilhões: R$ 40,9 bilhões para inscritos no Bolsa Família, R$ 14 bilhões para inscritos no Cadúnico e R$ 35,9 bilhões para inscritos pelo app/site do auxílio. A maior parte foi paga no Nordeste (R$ 33 bilhões). Das 108,4 milhões de pessoas cadastradas no programa, 106,3 milhões de cadastros foram processados. Foram considerados elegíveis 64,1 milhões de beneficiários, outros 42,2 milhões foram considerados inelegíveis, 2 milhões estão em primeira análise e 1,3 milhão estão em reanálise. Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. Initial plugin text
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02/07 - Veja as vagas de emprego do Sine Macapá para 2 de julho; inscrições são pela web
Há oportunidades para funções como técnico em manutenção, operador de empilhadeira e encarregados de setores de hortifrúti e frios. Uma das vagas é para operador de empilhadeira TV Globo/Reprodução O Sistema Nacional de Emprego no Amapá (Sine-AP) oferta vagas de emprego para Macapá na quinta-feira (2). O atendimento ao público está suspenso na sede do órgão e os candidatos interessados devem encaminhar e-mail com currículo anexado. As inscrições e cadastros devem ser feitos pela internet, no e-mail sinetrabalhador@sete.ap.gov.br. As vagas estão disponíveis apenas para o dia divulgado. O atendimento do Sine por e-mail já era feito para as empresas que ofertam as vagas e agora o órgão estendeu para os interessados em enviar currículos. A alternativa, que visa compensar o tempo em que o Sine ficou fechado, deve durar até o fim do decreto de isolamento. Veja as vagas disponíveis de acordo com as solicitações das empresas, para quinta-feira: Auxiliar de manutenção Encarregado de setor hortifrúti Encarregado de prevenção Encarregados de setor de frios Estoquista Operador de empilhadeira Técnico de manutenção Veja o plantão de últimas notícias do G1 Amapá
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02/07 - Expocafé 2020 terá painéis online e estandes virtuais
Palestras acontecem entre 14 e 16 de julho, mas exposição de máquinas e insumos ficará no disponível até 14 de agosto. Plantação de café Divulgação/Epamig A edição da Expocafé deste ano será toda online diante da pandemia do novo coronavírus. O evento contará com quatro painéis temáticos entre os dias 14 e 16 de julho e estandes virtuais que ficarão abertos de 14 de julho a 14 de agosto, para permitir que agricultores negociem máquinas e insumos. As negociações serão feitas por meio de uma plataforma de atendimento online. O evento é organizado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig). Na programação, terá ainda dicas técnicas, lançamentos de publicações e um webinário sobre a presença das mulheres no cultivo do café. Em um dos painéis, no dia 15 de julho, serão debatidas as cafeiculturas orgânica e agroecológica. Dentre as palestrantes, está a pesquisadora da Epamig Madelaine Venzon, que falará sobre controle biológico de pragas. A programação pode ser conferida aqui.
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01/07 - Agência Nacional de Aviação Civil aprova edital de leilão de 22 aeroportos
Edital será encaminhado para avaliação do Tribunal de Contas da União. Depois da análise do TCU, passará por nova votação na Anac. Leilão está previsto para o primeiro trimestre de 2021. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou nesta quarta-feira (1) o edital do leilão da sexta rodada de concessões, que vai licitar 22 aeroportos divididos em três blocos regionais. O edital agora será encaminhado para o Tribunal de Contas da União (TCU). Depois da análise do TCU passará por nova votação na Anac. O edital aprovado não exige mais a participação de operador aeroportuário no capital social da concessionária que disputará o leilão. O documento permite que a proponente, individualmente ou representada por consórcio, possa contratar uma empresa com qualificação técnica exigida na operação aeroportuária. A mudança, prevê a Anac, permitirá ampliar o número de participantes e a concorrência dos leilões. Assim como no último leilão, um mesmo proponente poderá vencer nos três blocos desde que ofereça a melhor proposta. Os contratos terão duração de 30 anos. Recentemente, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, afirmou que o leilão dos terminais deve ocorrer no primeiro trimestre de 2021. Blocos Os blocos regionais previstos pelo edital são os seguintes: Bloco Sul: Curitiba, Foz do Iguaçu (PR), Navegantes (SC), Londrina (PR), Joinville (SC), Bacacheri (PR), Pelotas (RS), Uruguaiana (RS) e Bagé (RS) Bloco Central: Goiânia, São Luís, Teresina, Palmas, Petrolina (PE) e Imperatriz (MA) Bloco Norte: Manaus, Porto Velho, Rio Branco, Cruzeiro do Sul (AC), Tabatinga (AM), Tefé (AM) e Boa Vista. Segundo a Anac, juntos os terminais responderam por 11% dos passageiros que voaram no Brasil. Em 2019, foram 23,9 milhões de embarques e desembarques nesses aeroportos. 2019 Veja abaixo reportagem sobre o leilão de 12 aeroportos no ano passado: Governo Federal arrecada R$ 2,3 bilhões com leilão de 12 aeroportos brasileiros
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01/07 - Facebook se reúne com anunciantes em meio a boicotes na plataforma
Segundo agência Reuters, reunião com executivos não foi o suficiente para dissuadir anunciantes de participar de boicote à rede social. Sede do Facebook, na Califórnia Thiago Lavado/G1 Anúncios de mais de 400 marcas, incluindo Coca-Cola e Starbucks devem desaparecer do Facebook nesta quarta-feira (1°), após o fracasso das negociações de última hora para impedir um boicote ao discurso de ódio na rede social. Gurovitz: O cerco a Google e Facebook Grupos de direitos civis dos EUA mobilizaram as multinacionais para ajudar a pressionar a gigante de mídia social a tomar medidas concretas para barrar o discurso de ódio após a morte de George Floyd e em meio a um debate nacional sobre racismo. Colgate, Best Buy, Hershey e Puma engrossam lista de boicote ao Facebook Veja empresas que pausaram anúncios em redes sociais Executivos do Facebook, incluindo Carolyn Everson, vice-presidente de soluções globais de negócios, e Neil Potts, diretor de políticas públicas, realizaram pelo menos duas reuniões com anunciantes na terça-feira (30), véspera do boicote programado para durar um mês, disseram três fontes que participaram das conversas à Reuters. Mas, segundo as fontes, os executivos não deram detalhes sobre como abordariam a polêmica de discurso de ódio, levantado pela campanha "Stop Hate for Profit"("Dê um Basta no Ódio por Lucro", em tradução livre). De acordo com a Reuters, em vez disso, eles apontaram para comunicados de imprensa recentes, frustrando os anunciantes, que acreditam que esses planos não são o suficiente. "[O Facebook] simplesmente não está se mexendo", disse um executivo de uma grande agência de publicidade sobre as conversas. O presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, concordou em se reunir com os organizadores do boicote, disse um porta-voz da empresa. "Regularmente nos reunimos, escutamos e aprendemos com líderes e organizações de direitos civis. Na semana passada, procuramos as organizações NAACP, ADL e Color of Change, e oferecemos um encontro com nossos vice-presidentes de operações e de produto, pois elas fizeram pedidos específicos relacionados aos nossos produtos." "As organizações pediram para que Mark estivesse no encontro, e confirmamos que ele poderá participar. Aguardamos agora um retorno das organizações para continuarmos este diálogo", disse o Facebook em nota. O Facebook afirmou que se submeteria a uma auditoria sobre seus controles contra conteúdo de incitação ao ódio, anunciando planos para colocar alertas em conteúdo que viola suas políticas, seguindo práticas semelhantes em outras plataformas de mídia social, como o Twitter. Um representante de uma agência de publicidade digital que participou das negociações de terça disse que os executivos do Facebook se referiram repetidamente à auditoria, sem oferecer concessões adicionais. Os executivos do Facebook entraram em contato com membros de conselho de administração e diretores de marketing dos principais anunciantes para convencê-los a não participar do boicote, disseram à Reuters duas pessoas informadas sobre as discussões. Para o Facebook, é improvável que o boicote tenha um grande impacto financeiro. As 100 principais marcas no Facebook em 2019 provavelmente geraram apenas 6% da receita anual total de US$ 70 bilhões da empresa, de acordo com nota da Morningstar citando dados da Pathmatics, que faz a mensuração dos tipos de publicidade na plataforma. A rede social disse no ano passado que seus 100 principais anunciantes representavam menos de 20% da receita total de anúncios. Zuckerberg perde R$ 39 bilhões com Coca-Cola e Unilever fora do Facebook As notícias do boicote causaram uma perda US$ 56 bilhões do valor de mercado do Facebook, após uma queda de 8% em suas ações na sexta-feira. Mas as ações se recuperaram 3% na terça e fecharam em alta de 4,6% nesta quarta.
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01/07 - OIT diz que América Latina atingiu recorde de 41 milhões de desempregados
Organização estima que cerca de 60% dos trabalhadores atualmente empregados na região estão expostos a uma possível perda de emprego. Carteira de trabalho Mauro Pimentel/AFP/Arquivo A pandemia de coronavírus mergulhou a América Latina e o Caribe "em uma crise econômica e social sem precedentes", que deixou "um recorde de 41 milhões de desempregados", informou a Organização Internacional do Trabalho (OIT) nesta quarta-feira (1). O impacto no mercado de trabalho regional se traduzirá em maior desigualdade e pobreza, de acordo com um relatório divulgado pela OIT, que tem sede na América Latina em Lima. A agência prevê que a taxa média de desemprego, que no final de 2019 era de 8,1%, crescerá entre 4 e 5 pontos, embora esses dados estejam sujeitos a como seguirá a situação social e de saúde nos países da região. "Como as projeções para 2020 mostram uma contração econômica adicional, o desemprego certamente apresentará níveis ainda mais altos, juntamente com a deterioração de outros indicadores do mercado de trabalho", aponta o relatório. Desemprego sobe para 12,9% em maio e país tem tombo recorde no número de ocupados Desemprego fica em 12,9% e taxa de subutilização é de 27,5% As previsões para este ano já eram negativas, mesmo antes do coronavírus. Em janeiro, a OIT estimou que a fraqueza no crescimento econômico regional afetaria o aumento do número de desempregados, que era de 25 milhões de pessoas na época. "Alcançamos um recorde histórico, nunca visto na América Latina e no Caribe, de 41 milhões de pessoas", declarou Vinicius Pinheiro, diretor regional da OIT, ao apresentar o relatório em uma videoconferência. Ele afirmou que, para os países da América Latina, a atual crise é de rápido impacto, o que aumenta as limitações estruturais devido à alta informalidade do trabalho, ao pouco espaço para medidas fiscais e à fragilidade dos sistemas de saúde e proteção social. A OIT estima que cerca de 60% dos trabalhadores atualmente empregados na América Latina e no Caribe estão expostos a uma possível perda de emprego, horas trabalhadas e renda. Outro fenômeno destacado pela OIT é que as taxas de desemprego não descrevem a magnitude da crise, uma vez que há "fortes transições de atividade para inatividade como consequência de confinamento ou falta de oportunidades de emprego". Da mesma forma, as retrações são registradas nas horas trabalhadas, situação relatada globalmente, mas que tem seu pior reflexo na América Latina e no Caribe, segundo a OIT. Quatro pilares A redução no número de horas trabalhadas é de 20%, equivalente a cerca de 55 milhões de empregos em período integral em uma semana média de 40 horas e 47 milhões de empregos em uma média de 48 horas semanais. No entanto, Pinheiro destacou que "a pandemia não pode ser uma desculpa para a deterioração das condições de trabalho". Nesse sentido, ele expressou que uma saída para equilibrar a necessidade de reabrir economias com medidas de isolamento sanitário pode ser o de protocolos de saúde e segurança no trabalho. "À medida que o confinamento se torna mais flexível", disse Pinheiro, "a saída é adotar protocolos bastante rígidos até que uma vacina esteja disponível". A OIT também propõe uma estratégia de quatro pilares, que inclui estimular a economia com política fiscal e monetária ativa e flexível; e apoio a empresas e empregos, estendendo a proteção social, incentivando a manutenção de empregos, com benefícios fiscais para as empresas. Outros pilares são a proteção da saúde no local de trabalho e a busca de soluções por meio do diálogo social entre autoridades, sindicatos, associações empresariais e instituições trabalhistas.
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01/07 - Cooperativas facilitam acesso de agricultores à tecnologia e são eficientes na produção de alimentos
Associações faturam cerca de R$ 200 bilhões por ano e geram cada vez mais empregos. Cooperativa é Agro As cooperativas facilitam o acesso de 1 milhão de agricultores à tecnologia e ao mercado consumidor, e, no Brasil, elas são responsáveis por quase metade da produção de alimentos. Faturam cerca de R$ 200 bilhões por ano e geram cada vez mais empregos, sendo que hoje são 209 mil pessoas trabalhando no setor, aumento de 50% em 10 anos. E, no mundo todo, as cooperativas crescem porque são eficientes na produção e distribuição das riquezas. Cooperativa é Agro.
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01/07 - Bolsas dos EUA fecham sem direção única; Nasdaq renova recorde
O índice tecnológico fechou em alta de 0,95%, a 10.154,63 pontos, enquanto o S&P 500 avançou 0,50% e o Dow Jones recuou 0,30%. Os índices acionários de Nova York fecharam em alta nesta quarta-feira (1º), com o Nasdaq abrindo o trimestre renovando a sua máxima histórica, impulsionado por esperanças em torno da criação de uma vacina para a Covid-19 e por dados econômicos positivos nos Estados Unidos. O índice tecnológico fechou em alta de 0,95%, a 10.154,63 pontos, enquanto o S&P 500 avançou 0,50%, a 3.115,86 pontos. O Dow Jones, por sua vez, recuou 0,30%, a 25.734,97 pontos. Os laboratórios Pfizer e BioNTech anunciaram, hoje, resultados positivos na primeira fase de um teste clínico de uma potencial vacina contra a doença, reportando que todos os 24 participantes do teste desenvolveram anticorpos. A ação da Pfizer encerrou o dia em alta de 3,18%. O anúncio ajuda a compensar o nervosismo com a aceleração do número de contaminações por covid-19 nos EUA, com o número diário de novos casos da doença no país ultrapassando a marca dos 40 mil pela primeira vez nos últimos dias. De acordo com dados da CNN americana, 36 Estados do país estão, agora, reportando uma aceleração do número de casos, e apenas dois deles, Connecticut e Rhode Island, reportam redução no ritmo de novos casos da doença. EUA batem novo recorde e casos disparam disparam na Califórnia Dados econômicos Além da perspectiva de uma vacina, dados econômicos recentes dos EUA surpreenderam positivamente. O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do Instituto para a Gestão de Oferta (ISM) do setor manufatureiro dos Estados Unidos avançou a 52,6 pontos no mês de junho, de 43,1 pontos em maio. O número surpreendeu ao indicar uma leitura acima dos 50 pontos, indicando uma expansão da atividade, superando também a expectativa de consenso do mercado, de 49,5 pontos. O índice PMI industrial da Markit veio menos positivo, mas ainda foi revisado para cima, a 49,8 pontos, um pouco acima do número preliminar de 49,6 pontos e anotando uma alta recorde de 10 pontos percentuais em relação aos 39,8 registrados em maio. O relatório do mercado de trabalho dos EUA da Automatic Data Processing (ADP) também ajudou a animar os investidores ao indicar a criação de 2,369 milhões de vagas de emprego no setor privado em junho. O dado é considerado uma prévia do relatório oficial de emprego dos EUA, o chamado "payroll", que será divulgado na sexta-feira (3). "Achamos razoável esperar que o payroll exceda os dados da ADP; estamos esperando 4 milhões de vagas. Observe, no entanto, que os dados mais recentes da Homebase são ameaçadores, sinalizando emprego insuficiente ou mesmo caindo, em pequenas empresas em julho. Também vale ignorar a enorme revisão ascendente do número ADP de maio, para + 3,1M de -2,8M; os dados são adaptados aos números reais do payroll", afirmou o economista-chefe de Estados Unidos da Pantheon Macroeconomics, Ian Shepherdson.
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01/07 - Quarentena com afeto: empresários investem em entrega de buquê de flores e bolo em casa
Empresários se reinventam e fazem sucesso entregando buquês de flores e bolo caseiro na casa dos cliente. Com a crise do coronavírus, muitos empresários estão se reinventando e, muitas vezes, buscando negócios para alegrar a vida de quem está em quarentena. Flores e bolos entregues em casa têm feito sucesso. Os buquês de flores são o novo investimento das empresárias Claudia Rodrigues, Camila Whitaker e Juliana Raimo, que trabalhavam com eventos. O setor delas ficou quase destruído com a pandemia. E elas criaram o negócio que conquistou corações. “A gente teve que se reinventar, como diversos amigos nossos, de todos os setores. Então a gente viu uma oportunidade nas flores por ser uma coisa que as três amam", conta Juliana. Camila e as sócias Claudia e Juliana investiram na venda de buquês de flores durante a pandemia Reprodução TV Globo Com R$ 300, elas encomendaram flores para fornecedores conhecidos. Primeiro enviaram as flores para amigos. Depois, montaram uma lista de transmissão para enviar por um aplicativo de mensagens. Começaram vendendo seis buquês por semana e chegaram a 200 no Dia das Mães. O ateliê funciona no quintal da casa da Camila, o que reduz custos. Os buquês têm um tema por semana, o que ajuda a negociar com o fornecedor. E preço fixo, pra fidelizar o cliente: R$ 48. O cliente também pode fazer uma assinatura mensal e receber um buquê temático por semana. “As pessoas estavam querendo presentear um ao outro, presentear pessoas que não estão conseguindo ver. Então a gente viu que não só era um presente, mas era uma coisa de afeto nesse período que estamos vivendo", conta Juliana. Confira a reportagem completa: Empresárias investem em buquês de flores temáticos Bolinho do afeto As amigas Bruna Derani e Marília Lima, que moram em São Paulo, tiveram uma ideia para tornar esse isolamento um pouco mais doce: o “bolinho de afeto”. Elas começaram como uma brincadeira entre vizinhos, mas a ideia viralizou e elas começaram a fazer bolinhos de afeto para vender. “Tinha feito o bolo e no nosso prédio moram vários amigos. Falamos: vem aqui pegar um pedaço de bolo. Foi uma forma da gente ficar junto”, conta Marília. Hoje, elas vendem de 30 a 40 bolinhos por dia. Cada um sai por R$ 20. O cliente manda retirar com serviço de aplicativo. Na embalagem, as empresárias colocam uma mensagem positiva. E agora também um QR Code. O cliente aponta o celular e vê um vídeo. É para comemorar aniversários. Veja a reportagem: 'Bolinho do afeto' torna o isolamento um pouco mais doce
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01/07 - Sony anuncia recompensas de até US$ 50 mil para falhas no PlayStation e na PlayStation Network
Antes, fabricante japonesa oferecia agradecimentos e uma camiseta. PlayStation 4 Pro é mais potente que o modelo convencional e consegue rodar games em resolução 4K, segundo a Sony Divulgação / Sony A Sony anunciou uma expansão do seu programa de recompensa para pesquisadores de segurança que encontram e comunicam falhas de segurança na linha de produtos e serviços do PlayStation. De agora em diante, qualquer especialista pode comunicar falhas na plataforma de "bug bounty" hackerOne e receber entre US$ 100 e US$ 50 mil (R$ 530 a R$ 265 mil). Segundo uma publicação no blog oficial do PlayStation, o programa de recompensas em dinheiro já estava funcionando de forma particular, com ofertas pagas diretamente aos pesquisadores. A novidade é a expansão desse programa de incentivos financeiros para a plataforma hackerOne, um site que agrega programas de recompensas mantidos por várias empresas. O objetivo dos programas de recompensas (ou "bug bounty") é atrair a atenção de especialistas independentes, que vão analisar os produtos e serviços para caçar falhas de segurança. Os erros podem então ser corrigidos antes que criminosos tenham a oportunidade de realizar ataques. A Sony está oferecendo valores maiores para vulnerabilidades identificadas no próprio console PlayStation 4. Brechas no console poderiam ser usadas para a pirataria, para viabilizar trapaças em jogos on-line e para executar programas caseiros ("homebrews"). O valor do pagamento levará em conta a gravidade da falha relatada. As falhas mais graves são as "críticas", que valem no mínimo US$ 3 mil na PlayStation Network ou US$ 50 mil no PlayStation 4. Como é normal nesses programas, a Sony será a única responsável por definir a gravidade e o valor final a ser pago pelo relato. Segundo a empresa, os valores da tabela são os valores mínimos. Não foi divulgado um valor máximo. Microsoft e Nintendo já oferecem recompensas A Sony é a última das três grandes fabricantes de consoles a oferecer recompensas em dinheiro para falhas em sua linha de produtos e serviços de jogos eletrônicos. A Microsoft, que oferece recompensas em "bug bounty" desde 2013, anunciou um programa para o Xbox no início de 2020. A Nintendo, porém, não oferece recompensas por falhas em seu serviço on-line. A companhia tem apenas interesse em vulnerabilidades no Nintendo Switch. O 3DS, a linha anterior de portáteis da fabricante, foi recentemente excluído do programa. Anteriormente, a Sony não oferecia recompensas em dinheiro no hackerOne. Quem relatasse falhas válidas nos produtos da linha PlayStation receberia apenas um agradecimento público na página da empresa na plataforma e uma camiseta. Com os novos valores, a Sony parece ter ofertas competitivas para atrair a atenção de especialistas. O valor de US$ 50 mil para falhas críticas, por exemplo, é superior aos US$ 20 mil oferecidos pela Nintendo e pela Microsoft. Como cada fabricante arbitra todos os pagamentos, os valores reais e a reputação do programa entre os caçadores de falhas vão depender de como ele funciona na prática. Consoles de videogame normalmente saem de fábrica com uma configuração que impede o uso de qualquer software não autorizado pela fabricante. A violação desse mecanismo normalmente só é possível com a existência de uma vulnerabilidade. Corrigindo essas falhas preventivamente, as fabricantes de console têm mais chances de reduzir a pirataria em sua plataforma. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com
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01/07 - Petróleo sobe mais de 1% após dados sobre estoque dos EUA e manufatura
Os estoques de petróleo dos Estados Unidos tiveram queda além do esperado na semana passada. Os preços do petróleo subiram mais de 1% nesta quarta-feira (1º), apoiados pela queda nos estoques da commoditie nos Estados Unidos após máximas recordes e por uma série de dados positivos de manufatura, embora o aumento no número de casos de coronavírus tenha limitado os ganhos. O petróleo Brent fechou em alta de 0,76 dólar, ou 1,8%, a US$ 42,03 por barril. Já o petróleo dos EUA (WTI) avançou 0,55 dólar, ou 1,4%, para US$ 39,82 o barril. Campo de petróleo em Vaudoy-en-Brie, na França Christian Hartmann/Reuters Os estoques de petróleo dos EUA tiveram queda além do esperado na semana passada, de 7,2 milhões de barris, depois de atingirem máximas históricas por três semanas consecutivas, mostraram dados da Administração de Informação sobre Energia (AIE). Analistas projetavam um recuo de 710 mil barris. "As importações provenientes da Arábia Saudita foram praticamente zeradas, e eu acredito que esse recuo (dos estoques) seja o primeiro de uma série de quedas", disse Phil Flynn, analista sênior do Price Futures Group em Chicago. A melhora na atividade econômica global também deu apoio aos preços. A atividade manufatureira dos EUA teve recuperação em junho, atingindo o maior nível em mais de um ano, enquanto a atividade industrial da China se expandiu em ritmo mais forte no mês passado. EUA batem novo recorde e casos disparam disparam na Califórnia Ainda assim, investidores seguem cautelosos após uma forte alta no número de casos de coronavírus nos EUA, seguida por um alerta do principal especialista em doenças infecciosas do governo norte-americano sobre a possibilidade de os casos dobrarem em breve no país.
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01/07 - Autoridades do Fed se comprometem a fornecer suporte para economia dos EUA, mostra ata do Fomc
Documento também mostrou que as autoridades do banco central norte-americano esperam a pior contração econômica desde a Segunda Guerra Mundial. As autoridades do Federal Reserve concordaram em fazer uso total das ferramentas à disposição do banco central norte-americano para ajudar a alimentar a recuperação da recessão provocada pela pandemia do coronavírus, mostrou a ata da última reunião do Fed. O documento - divulgado nesta quarta-feira (1º) sobre as discussões de política monetária, reunião na qual as autoridades votaram de forma unânime para manter os juros perto de zero em meio à queda econômica causada pela epidemia do coronavírus - também mostrou que as autoridades do Fed esperam a pior contração econômica desde a Segunda Guerra Mundial e não têm a intenção de desistir do fornecimento de estímulo no futuro próximo. REUTERS/Kevin Lamarque/ Sede do Federal Reserve em Washington, D.C, em imagem de arquivo "Os membros notaram que esperam manter essa meta de intervalo de juros até que estejam confiantes de que a economia superou os eventos recentes e está a caminho de cumprir as metas de emprego máximo e estabilidade de preços", disse o Fed na ata do encontro de 9 e 10 de junho. O Fed tem afirmado repetidamente que as perspectivas econômicas dos EUA permanecem altamente incertas e reiterou que uma recuperação econômica total depende de o vírus, que já matou mais de 127 mil pessoas nos Estados Unidos, ser controlado. Desde a reunião, um salto em casos de Covid-19 nos EUA levou várias autoridades a alertar que sinais de uma recuperação econômica nas últimas semanas podem já estar ameaçados uma vez que os Estados mais afetados suspendem ou revertem a reabertura de suas economias. A economia entrou em recessão em fevereiro e, apesar de uma recuperação conforme as restrições eram retiradas, a produção econômica e o emprego ainda estão muito abaixo dos níveis pré-crise. Mais de 30 milhões de pessoas estavam recebendo cheques de desemprego na primeira semana de junho, cerca de um quinto da força de trabalho. Na reunião do mês passado, o Fed sinalizou que planejava anos de suporte extraordinário para a economia, com as autoridades projetando que a atividade encolheria 6,5% em 2020 e a taxa de desemprego ficaria em 9,3% no final do ano. Além de reduzir a taxa de juros, o banco central também injetou trilhões de dólares na economia para manter o crédito a empresas e famílias.
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01/07 - Prefeitura abre processo seletivo para contratar médicos em Vilhena, RO
Inscrições podem ser feitas até o dia 3 de julho, na internet. Contratos terão duração de um ano, podendo ser prorrogado. Profissionais irão atuar no serviço de segurança do trabalho e junta médica do município Prefeitura de Vilhena/Divulgação A prefeitura de Vilhena (RO), a 700 quilômetros de Porto Velho, abriu processo seletivo para contratar sete novos médicos à rede pública de saúde. Os profissionais irão atuar na Junta Médica Oficial do Município de Vilhena e no Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho. As oportunidades são para médico clínico geral, médico do trabalho, ortopedista e médico clínico geral com experiência em saúde mental. Segundo a prefeitura, as inscrições do certame foram abertas na terça-feira (30) e podem ser feitas até 3 de julho através da internet. Os novos médicos contratados terão carga carga horária de 20 horas semanais e remuneração de R$ 3.307,50, mais benefícios legalmente cabíveis (veja o edital). Ainda de acordo com edital, os sete médicos serão admitidos em caráter emergencial e temporário pelo prazo um ano, podendo ser prorrogado uma única vez.
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01/07 - Imposto de Renda 2020: Mais de 2,06 milhões de contribuintes do Paraná enviaram declarações no prazo, diz Receita
Segundo a Superintendência Regional da Receita Federal, expectativa era de receber 2,07 milhões de declarações no estado; 7,8 mil paranaenses não declararam até a data limite. Mais de 2,06 milhões de contribuintes do Paraná enviaram declarações no prazo, segundo a Receita Federal Marcello Casal Jr/Agência Brasil A Superintendência Regional da Receita Federal informou, nesta quarta-feira (1º), que 2.062.141 contribuintes do Paraná enviaram as declarações de Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2020, dentro do prazo. O período limite para enviar as declarações se encerrou na terça-feira (30). A expectativa, segundo a Receita, é de que fossem recebidas 2.070.000 declarações no estado, ou seja, 7,8 mil contribuintes não entregaram no prazo. IRPF 2020: saiba o que fazer se você perdeu o prazo para declarar No Brasil, mais de 31,9 milhões declararam no prazo. No Paraná, houve aumento de 4,15% na entrega das declarações, em comparação com o ano anterior, em que 1.979.969 pessoas entregaram. Inicialmente, o prazo final para entrega da declaração de Imposto de Renda era 30 de abril, mas por conta da pandemia do coronavírus ele foi adiado para 30 de junho. Declaração com atraso As pessoas que não declararam devem regularizar a situação, enviando a declaração a partir desta quarta-feira. O envio fora do prazo prevê pagamento de multa. Segundo a Receita Federal, a multa mínima por atraso no envio da declaração é de R$ 165,74, mas pode atingir até 20% do imposto devido. Enviou a declaração com erro? Saiba como retificar VÍDEOS: veja dicas para fazer a declaração de imposto de renda Saiba tudo sobre o Imposto de Renda 2020 No ano passado, ainda conforme a Receita Federal, entre 1º de maio e 31 de dezembro, 26.923 declarações foram entregues atrasadas, por contribuintes que possuíam a obrigação de declarar, mas não haviam respeitado a data limite. Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.
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01/07 - TCU enviará ao Ministério Público casos de quem recebeu auxílio emergencial sem ter direito
Plenário do tribunal aprovou envio de casos mais graves de fraude. Com isso, MP pode decidir se abre ação penal contra essas pessoas. Auditoria apontou 620 mil casos que seriam irregulares. TCU encaminha ao MPF casos graves de irregularidades no pagamento do auxílio emergencial O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu nesta quarta-feira (1º) encaminhar ao Ministério Público Federal (MPF) os casos mais graves de irregularidades no pagamento do auxílio emergencial de R$ 600, criado em razão da crise do coronavírus. Segundo o relator do processo, ministro Bruno Dantas, a lista de nomes servirá para que o MPF avalie uma possível ação penal contra pessoas que receberam o auxílio sem terem direito. “Decidi determinar que seja encaminhada a lista dessas pessoas dos casos mais graves, que denotam um dolo mais gritante, para o Ministério Público Federal, para que dentro da apreciação que lhe cabe examine a relevância penal dessas fraudes”, afirmou o ministro durante a sessão desta quarta do tribunal. O processo apresentado pelo ministro apresentou os dados da auditoria do TCU que identificou 620.299 auxílios emergenciais com indícios de irregularidades, entre os quais 134 mil servidores públicos. Os dados da auditoria foram antecipados no domingo pelo programa Fantástico. Exclusivo: TCU aponta que 620 mil pessoas receberam auxílio emergencial sem ter direito Entre as irregularidades identificadas no processo estão: 221 mil pessoas que recebem outros benefícios previdenciários 200 mil trabalhadores beneficiados pelo Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda 134 mil servidores públicos 19 mil pessoas que estão recebendo o seguro desemprego 17 mil mortos 16 mil pessoas que recebem renda acima do limite previsto em lei Sobre os servidores públicos, o TCU determinou o envio dos nomes aos tribunais de contas estaduais. Durante a sessão, o ministro afirmou que é motivo de indignação ver aposentados de órgãos públicos que ganham bem e pessoas que ganham até R$ 50 mil se inscrevendo para receber o auxílio de R$ 600. Apesar do número de irregularidades, o ministro afirmou que o índice é baixo considerando o tamanho do programa, que paga mais de 50 milhões de benefícios. “Considerando as dificuldades que o Ministério [da Cidadania] encontrou para colocar de pé um programa desse porte, que atende mais de 50 milhões de pessoas, e sobretudo com base em auto declaração, o índice de irregularidades é muito baixo, embora o número absoluto seja alto”, disse. O auxílio emergencial foi criado em abril. A previsão inicial era que fosse pago por três meses, mas o texto deu a possibilidade de prorrogação do benefício. Nesta terça-feira (31), o governo anunciou a prorrogação do benefício por mais dois meses.
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01/07 - Período de proibição das queimadas inicia nesta 4ª após antecipação por causa da pandemia e do tempo seco
Normalmente, o início da proibição é no dia 15 de julho, mas neste ano houve a antecipação. Responsáveis pelos incêndios ilegais serão multados. Começa período proibitivo de queimadas em MT Começou nesta quarta-feira (1º) o período de proibição das queimadas, em todo o estado. Neste ano, o período de queimadas controladas, que são feitas por indústrias ou limpeza de pastagens, foi antecipado. Normalmente, o início da proibição é no dia 15 de julho, mas neste ano houve antecipação devido à pandemia da Covid-19 e os grandes focos de incêndio por causa da seca. Para essas empresas fazerem a queima, é preciso protocolar um pedido na Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), a qual analisa os impactos que podem ser ocasionados e depois autoriza ou não. O Ministério Público pediu que fosse adiantado ainda mais o período da proibição para o começo de junho, mas a Sema não atendeu ao pedido. Segundo o secretário adjunto Meio Ambiente, Alex Marega, já havia protocolos de autorização em fase final e essas questões estavam sendo resolvidas. O principal motivo do adiantamento foi o aumento dos focos de calor em Mato Grosso. Nos últimos 10 anos, houve aumento de 20% dos focos. Só nos primeiros quatro meses de 2020 o crescimento foi de 85%. Foram 3.836 focos de calor nos primeiros quatro meses deste ano. Os incêndios são de pequenas proporções, mas dão indícios de que no período de estiagem, que é a partir de julho, vão ter grandes focos. O aumento de focos de calor se deu pela diminuição das chuvas. Com isso, o Batalhão de Emergência Ambiental e o Corpo de Bombeiro iniciaram a campanha do combate aos incêndios florestais. A pandemia também é outro fator. A fumaça contribui para o aumento dos casos de problemas respiratórios, que também são sintomas do novo coronavírus. A Sema disponibilizou 15 viaturas para ações de combate aos incêndios. No período de grandes focos vai ter 40 viaturas em atuação, que é o dobro da média disponibilizada nos outros anos. São em torno de 120 equipes para fazer as operações, além do Exército, que tem mil soldados capacitados para ajudar. Neste ano o Corpo de Bombeiros teve autorização para autuar os responsáveis pelos incêndios ilegais. Em 2020, já foram aplicadas R$ 560 milhões em multas de crimes contra a flora. Alex conta que essas multas não são efetivas devido ao grande prazo de defesa. “O problema é o prazo para defesa, para o responsável recorrer. Esse prazo tem que diminuir para que seja efetivo e as pessoas não cometam mais esses crimes”, afirma.
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01/07 - Frigorífico de Ji-Paraná, RO, é habilitado para exportar carne ao México
Unidade da Marfrig de Ji-Paraná recebeu autorização nesta semana para exportar carne bovina. Mais oito cidades brasileiras também tiveram a habilitação de exportação no Mapa. Frigorífico Marfrig, de Ji-Paraná, recebe autorização do governo para exportar ao méxico REUTERS/Paulo Whitaker O frigorífico Marfrig de Ji-Paraná (RO) foi habilitado nesta semana para exportar carne bovina ao México. A liberação já consta na "relação de produtos autorizados para os estabelecimentos brasileiros exportarem por país", do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Segundo autorização do Mapa, a unidade de Ji-Paraná poderá exportar carne bovina in natura e produtos processados termicamente (também bovídeo). O frigorífico da Marfrig em Ji-Paraná foi reaberto no ano de 2017 e gera cerca de 800 empregos, de forma direta e indireta. A unidade tem capacidade para fazer 1,5 mil abates por dia. Todos os produtos de origem animal sob responsabilidade do Mapa, para serem exportados a outros países, são registrados e aprovados pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF). O selo busca garantir produtos com certificação sanitária e tecnológica para o consumidor, respeitando as legislações nacionais e internacionais vigentes. Além de Ji-Paraná, outros 8 municípios brasileiros receberam autorização do Mapa nesta semana para exportarem carne ao México. São eles: Concórdia (SC): habilitação à BRF para exportar carne de aves; Pontes e Lacerda (MT): habilitação à JBS para exportar carne bovina; Andradina (SP): habilitação à JBS para exportar carne bovina; José Bonifácio (SP): habilitação ao grupo Minerva para exportar carne bovina; Lajeado (RS): habilitação à Companhia Minuano para exportar carne de aves; Promissão (SP): habilitação à Marfrig para exportar carne bovina; Diamantino (MT): habilitação à JBS para exportar carne bovina; Bataguassu (MS): habilitação à Marfrig para exportar carne bovina;
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01/07 - Honda faz recall de 35 mil carros no Brasil por 'airbags mortais', incluindo Civic e Accord
Chamado envolve unidades de Civic, Accord, CR-V e Odyssey com componentes feitos pela Takata. Proprietários devem agendar reparo a partir de 10 de julho. Sétima geração do Honda Civic, de 2000 Divulgação A Honda anunciou um novo recall de 34.937 veículos por airbags defeituosos no Brasil. O chamado envolve unidades de Civic, Accord, CR-V e Odyssey e faz parte do caso dos "airbags mortais" da Takata, que atingiu milhões carros em todo o mundo. O defeito recebeu esse nome porque uma falha no equipamento de segurança pode machucar gravemente os ocupantes do veículo. Os proprietários devem agendar a substituição definitiva do insuflador do airbag do motorista a partir de 10 de julho. Esses airbags defeituosos da Takata estão ligados a dezenas de mortes em todo o mundo. No início de 2020, a Honda confirmou que 1 pessoa morreu no Brasil em acidente causado pelo defeito; a montadora disse que houveram 39 casos de rompimento dos insufladores no país em seus automóveis. Veja os chassis envolvidos: Recall Honda de 'airbags mortais' da Takata Divulgação De acordo com a montadora, em caso de colisão primordialmente frontal de intensidade moderada ou severa, situação em que o acionamento do sistema de airbag é esperado, poderá haver o rompimento da estrutura do insuflador e, eventualmente, ocasionar a projeção de fragmentos metálicos no interior do veículo. Em outras situações, a bolsa do airbag pode não ser inflada com eficiência, perdendo a sua funcionalidade. Em casos extremos, o defeito pode causar, além de danos materiais, lesões graves ou até mesmo fatais aos ocupantes e/ou terceiros. Entenda o caso dos 'airbags mortais' da Takata; Brasil tem recalls
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01/07 - INSS: balanço mostra quase 1,4 milhão de benefícios represados e tempo médio de 46 dias para concessão em junho
Desse total, 463.344 esperavam pela primeira avaliação dos seus requerimentos e 917.527 já haviam passado pela análise e necessitavam cumprir exigências do INSS para serem pagos. População que precisa dar entrada em benefício do INSS vem encontrando dificuldades Em junho, havia 1.380.871 requerimentos de benefícios previdenciários aguardando análise pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Desse total, 463.344 esperavam pela primeira avaliação dos seus requerimentos e 917.527 já haviam passado pela análise e necessitavam que o segurado cumprisse exigências do INSS para serem pagos. Apesar de continuar alto, o número total de pedidos de benefícios aguardando análise caiu a partir de maio. Veja abaixo: Janeiro: 2,032 milhões Fevereiro: 1,863 milhão Março: 1,802 milhão Abril: 1,853 milhão Maio: 1,423 milhão Junho: 1,380 milhão O tempo médio de concessão de benefícios no país era de 46 dias em junho, queda em relação a maio, quando eram 57 dias. Por lei, os pedidos devem ser analisados em um prazo de até 45 dias, ou seja, o tempo médio está um dia acima do previsto em lei. Esse tempo médio de concessão vem caindo mês a mês. Em fevereiro, estava em 72 dias, em março, em 69 dias, e em abril, em 65 dias. Segundo o INSS, a queda no estoque de pedidos em análise e no tempo médio de concessão foi devido ao fechamento das agências por causa da pandemia. Assim, os servidores do atendimento foram realocados na análise de benefício. Isso permitiu acelerar a análise e reduzir o tempo médio de conclusão e o estoque. De acordo com o instituto, em breve, servidores aposentados do órgão que participaram de processo seletivo começarão a atuar exclusivamente na análise de benefícios. Com isso, a expectativa é zerar o estoque de pedidos até outubro. Os pedidos de benefícios continuam a ser feitos pelos segurados, mas por meio do portal Meu INSS e pela central de atendimento 135 (leia mais abaixo). Decreto altera regras para concessão de benefícios do INSS Atendimento nas agências do INSS está suspenso O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) suspendeu o atendimento presencial nas agências como medida de enfrentamento da epidemia do coronavírus. O INSS prevê a reabertura das agências no próximo dia 13 de julho, com atendimento restrito. No período em que as agências estiverem fechadas, os pedidos de serviços previdenciários e assistenciais deverá ser feito, exclusivamente, por meio de dois canais: pela internet, em Meu INSS, e por telefone, na central de atendimento 135. Segurados que fizerem requerimentos de auxílio-doença e Benefício de Prestação Continuada (BPC) para pessoa com deficiência devem enviar o atestado médico pelo Meu INSS. O documento será recepcionado pela perícia médica, que fará as devidas verificações. A plataforma digital permite ainda o acompanhamento de processos, informações sobre benefícios, entre outros serviços. Os agendamentos estão suspensos, inclusive de reabilitação profissional e serviço social, devendo ser reagendados apenas quando o atendimento nas agências for retomado. O INSS diz que está garantida, no entanto, a observância da data de entrada do requerimento. Além disso, o INSS autorizou a prorrogação automática dos benefícios de auxílio-doença enquanto perdurar o fechamento das agências e suspensão do atendimento presencial. A portaria fixa, entretanto, em seis o " limite máximo de pedidos de prorrogação que, ao serem efetivados, gerarão prorrogação automática do benefício". As agências do INSS seguem fechadas Cuidado na documentação De acordo com especialistas, o segurado que está aguardando a análise do seu benefício deve ter cuidado com a documentação que apresenta nos requerimentos e pode recorrer ao Judiciário caso a autarquia se negue a realizar o atendimento e a análise para a concessão do benefício. A Lei 8.213/1991 prevê que os pedidos devem ser analisados em um prazo de até 45 dias, e a tendência é que a fila cresça por conta da pandemia, dizem os advogados. "Os números de pedidos, especialmente os de auxílio-doença, tendem a se potencializar. A demanda de benefícios e de serviços é cada vez maior e, no entanto, a autarquia não vem repondo adequadamente o seu quadro de servidores, o que dificulta a prestação de um serviço ágil e adequado para a população", analisa Débora Palline Magalhães, advogada especialista em Direito Previdenciário do escritório Magalhães & Moreno Advogados. Leandro Madureira, advogado previdenciário e sócio do escritório Mauro Menezes & Advogados, orienta que os pedidos de benefícios devem ser feitos com a documentação mais completa possível para evitar que a concessão dependa de exigências que não podem ser cumpridas devido ao fechamento das agências. "O segurado pode judicializar a demanda se o prazo de análise ultrapassar um período razoável, de 30 a 45 dias, mas a recomendação inicial é que o segurado procure o Judiciário após insistir na esfera administrativa, por meio de contestação no próprio INSS. É possível abrir uma reclamação na Ouvidoria da Previdência, mas nem sempre o resultado é ágil ou positivo. Para aqueles que estão aguardando a análise do seu processo há bastante tempo, por mais de seis meses, a recomendação é buscar o Judiciário", complementa. Entretanto, para Ruslan Stuchi, sócio do escritório Stuchi Advogados, é recomendável também que o segurado não exagere na documentação, o que pode tornar a análise mais demorada. "O meu conselho é entregar apenas os documentos solicitados. Não entregue um documento sem saber para que ele irá servir, verifique se o documento solicitado realmente não foi entregue no pedido original e nunca deixe de cumprir uma exigência feita pelo INSS. Assim facilita a concessão do benefício com mais agilidade", ressalta. Serviços na pandemia Ana Flor: ‘Em 13 de julho 60% dos locais de atendimento do INSS vão ser reabertos’ Para João Badari, advogado especialista em Direito Previdenciário e sócio do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados, o INSS tem se mostrado efetivo durante a crise ao investir em seus canais digitais. "O principal problema hoje para um sistema totalmente remoto são os erros no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS), mas isso depende mais da apresentação de documentos pelo segurado", afirma. A portaria interna nº 123/20 passou recentemente a permitir que a alteração de vínculos de trabalho no cadastro seja feita pelo canal de comunicação do INSS, o telefone 135, para resolver o problema durante a crise sanitária. Questionado sobre a portaria, o INSS se limitou a informar que, eventualmente, acertos poderão ser solicitados no telefone 135 para posterior envio de documentação pelo Meu INSS. Outro problema apontado pelos especialistas é o fato de o canal digital não permitir o envio de todos os tipos de documentos. "Em tempos de pandemia, o INSS deveria disponibilizar que todos os tipos pudessem ser juntados pela internet para que agilizasse o processo de análise. Se levarmos em consideração o tempo que as agências estão fechadas, podemos no mínimo assegurar um prejuízo de três meses ao segurado para o prosseguimento das análises dos benefícios", afirma Ruslan Stuchi.
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01/07 - Decreto altera regras para concessão de benefícios do INSS
O critério para contagem do tempo de contribuição ao INSS mudou: em vez de considerar o número de dias trabalhados no mês, será levado em conta o mês inteiro. O critério para contagem do tempo de contribuição ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) mudou. Em vez de considerar o número de dias trabalhados em um mês, será levado em conta o mês inteiro. A mudança consta do Decreto nº 10.410, publicado nesta quarta-feira (1º), no Diário Oficial da União (DOU). "Na nova contagem, portanto, será levada em consideração a competência e não mais os dias do mês", informou o Ministério da Economia, em nota. "O procedimento desta contagem passa a ser efetivado a partir de agora." A pasta acrescenta que essa regra vale para as competências em que o salário de contribuição for igual ou superior ao limite mínimo mensal. Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) INSS O objetivo do decreto é consolidar todas as mudanças nos planos de custeio e benefícios da Previdência Social ocorridas nos últimos dez anos e compatibilizar as regras com a Nova Previdência, aprovada no ano passado. Na nota, o secretário de Previdência do Ministério da Economia, Narlon Gutierre, diz que a consolidação dará mais clareza para os que lidam diariamente com a legislação previdenciária. "Com o novo regulamento, os cidadãos serão melhor esclarecidos sobre os seus direitos e deveres perante a Previdência Social", explica. O decreto coloca em vigor itens da reforma da Previdência que não estavam sendo aplicados, informa o ministério. É o caso da exigência, para fins de aquisição e manutenção da qualidade de segurado, de carência, de tempo de contribuição e de cálculo do salário de benefício, de que somente sejam consideradas as competências cujo salário de contribuição seja igual ou superior ao limite mínimo mensal do salário de contribuição. O decreto também estabelece regras de complementação, agrupamento e utilização de contribuição excedente de uma competência em outra. A aplicação dessas regras retroage a 12 de novembro passado, data da publicação da Emenda Constitucional nº 103, da reforma da Previdência. Trata também de mudanças trazidas pela reforma da Previdência que já estavam valendo. Por exemplo: a unificação da cota do salário-família pelo valor mais alto, e não mais dividido por faixas salariais. "Neste ano, o valor da cota foi estabelecido em R$ 48,62, desde que o segurado tenha salário de contribuição inferior ou igual a R$ 1.425,56." Outras mudanças que já estavam em vigor foram consolidadas no decreto. Por exemplo, a inclusão de novos segurados, como motoristas de aplicativos, trabalhadores intermitentes, artesãos e repentistas. É o caso também da extensão dos benefícios acidentários aos empregados domésticos, o pagamento de auxílio-reclusão apenas aos dependentes de segurado em regime fechado e o pagamento, ao cônjuge ou companheiro, de salário-maternidade de segurada ou segurado em caso de óbito.
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01/07 - Balança comercial tem superávit de US$ 7,46 bilhões em junho, diz governo
Saldo comercial é o maior para meses de junho de toda a série histórica, iniciada em 1989, e o segundo melhor resultado considerando todos os meses. Importações caem, e balança comercial tem saldo recorde em junho A balança comercial registrou superávit de US$ 7,463 bilhões em junho, informou nesta quarta-feira (1º) o Ministério da Economia. Esse é o maior saldo comercial para meses de junho de toda a série histórica, iniciada em 1989, e o segundo melhor resultado considerando todos os meses. O superávit é registrado quando as exportações superam as importações. Quando ocorre o contrário, é registrado déficit comercial. Em relação a junho do ano passado, houve um aumento de 38,8% no saldo comercial. No acumulado do primeiro semestre o governo informou que a balança tem saldo positivo de US$ 23,035 bilhões, valor 10,3% menor do que o registrado no mesmo período de 2019. Exportações e importações Apesar de o resultado positivo na balança ter sido maior do que o registrado em junho do ano passado, houve queda nas exportações e nas importações. Segundo dados do Ministério da Economia o valor total das exportações caiu 2,7% em junho, na comparação com junho de 2019, e as importações caíram 19,8%. As exportações somaram US$ 17,912 bilhões e as importações, US$ 10,449 bilhões. Com relação à média diária, que considera o valor médio por dia útil, as exportações caíram 12% e as importações, 27,4%. Segundo o secretário de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Lucas Ferraz, os resultados da balança comercial têm sido influenciados pela crise provocada pela pandemia do novo coronavírus, que reduziu a demanda por itens de maior valor agregado, como produtos industrializados, e também provocou uma queda vertiginosa dos preços internacionais. “A crise, por gerar choque na demanda global, tem abalado os preços. Os nossos resultados estão sendo muito influenciados pela queda vertiginosa dos preços internacionais não só de commodities, mas também de produtos de maior valor agregado”, afirmou. Apesar da queda no valor das exportações houve aumento do volume exportado, o que reflete essa queda nos preços internacionais. Mercados compradores Os principais mercados compradores de produtos brasileiros no primeiro semestre foram os seguintes: China, Hong Kong e Macau: US$ 35,848 bilhões (35% do total exportado pelo Brasil); União Europeia: US$ 15,714 bilhões (15,3%); Estados Unidos: US$ 10,065 bilhões (9,8%); Argentina: US$ 3,696 bilhões (3,6%). Durante a entrevista coletiva para comentar os dados, o Ministério da Economia destacou a queda na venda de produtos brasileiros para os Estados Unidos (- 31,6%) e para a América do Sul (- 28,1%) no primeiro semestre. Exportações do agronegócio brasileiro crescem 6% entre janeiro e abril Setores Em junho, o único setor que teve aumento teve aumento na média diária de exportações, com relação ao mesmo período do ano passado, foi o agropecuário (29,7%). A indústria extrativa apresentou queda de 26,1% nas vendas e a de transformação caiu 21%. No primeiro semestre, a média diária de venda de produtos agropecuários aumentou 23,8%. A indústria extrativa caiu 9,6% e a indústria de transformação caiu 15,1%. Com relação às importações houve em junho uma queda generalizada em todos os setores: Agropecuário: - 15,6% Indústria extrativa: - 22,3% Indústria de transformação: - 28,1% De janeiro a junho, as quedas foram as seguintes: Agropecuário: - 6,1% Indústria extrativa: - 30,9% Indústria de transformação: - 3,2% Exportação agrícola Ferraz destacou que o melhor desempenho das exportações de produtos agropecuários e da indústria extrativa, na comparação com itens de maior valor agregado, está relacionada à uma recuperação mais rápida do continente asiático, que é o principal destino das commodities brasileiras. “Temos o continente asiático como principal destino das commodities e é um contingente que se recupera mais rapidamente. Há uma demanda internacional significativa por esses consumos”, afirmou. Projeções O Ministério da Economia revisou as projeções para o comércio exterior e espera um superávit maior da balança comercial. A previsão anterior era de um saldo comercial de US$ 46,6 bilhões. A nova previsão é de um saldo comercial de US$ 55,4 bilhões. O valor previsto para as exportações em 2020 aumentou de US$ 199,8 bilhões para US$ 202,5 bilhões. A previsão para as importações neste ano caiu de US$ 153,2 bilhões para US$ 147,1 bilhões. 2019 Veja no vídeo abaixo o desempenho da balança comercial do Brasil no ano passado: Entenda o que afetou a balança comercial do Brasil em 2019
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01/07 - Polícia Civil do DF divulga edital de concurso com 1,8 mil vagas para agentes; veja detalhes
São 600 vagas imediatas e 1,2 mil para cadastro reserva; salário é de R$ 8.698,78. Inscrições começam em agosto. Fachada da sede da Polícia Civil do DF TV Globo/Reprodução A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) divulgou, nesta quarta-feira (1º), edital de concurso para agente da corporação. Ao todo, são 1,8 mil vagas, sendo 600 para preenchimento imediato e 1,2 mil para cadastro reserva. O salário é de R$ 8.698,78. As inscrições começam no dia 18 de agosto e vão até 8 de setembro, ao custo de R$ 196. Já as provas objetivas estão previstas para 18 de outubro. Os candidatos também terão que passar por prova discursiva e física, além de avaliação médica e análise de vida pregressa. Professor de cursinho é indiciado por fraude após vazamento de edital de concurso para a Polícia Civil do DF A íntegra do edital pode ser conferida no Diário Oficial do DF. As vagas estão divididas da seguinte forma: Divisão de vagas de concurso da PCDF Reprodução O concurso está sendo organizado pelo Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe). Podem se inscrever candidatos com nível superior em qualquer área de formação. Também é preciso preencher os seguintes requisitos: Estar em gozo dos direitos políticos; Estar quite com as obrigações militares, em caso de candidato do sexo masculino; Estar quite com as obrigações eleitorais; Ter idade mínima de 18 anos completos na data da posse; Ter aptidão física e mental para o exercício das atribuições do cargo; Possuir Carteira Nacional de Habilitação, categoria “B” ou superior em plena validade; Possuir os requisitos psicológicos compatíveis com as atribuições do cargo; Ter conduta irrepreensível e idoneidade moral inatacável, as quais serão apuradas por meio de sindicância de vida pregressa e investigação social; Não estar cumprindo ou não ter cumprido sanção criminal; Não estar cumprindo ou não ter cumprido sanção administrativa ou por improbidade. Concurso para escrivão Em dezembro do ano passado, a PCDF abriu um concurso com 300 vagas para o cargo de escrivão e salário também de 8,6 mil. A prova estava prevista para 15 de março, no entanto foi adiada por conta da pandemia do novo coronavírus. Uma nova data ainda não foi marcada. De acordo com o secretário de Segurança Pública do DF, Anderson Torres, "o efetivo mais robusto permitirá uma adequação de protocolos operacionais, o que otimizará o trabalho de toda a cadeia investigativa culminando no melhor atendimento nas delegacias”. Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.
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01/07 - Bolsas da Europa encerram em alta com esperanças de vacina
Vacina desenvolvida por BioNTech e Pfizer para a Covid-19 mostrou potencial em testes em humanos. As esperanças de uma vacina contra a Covid-19 ajudaram as ações europeias a sair do território negativo nesta quarta-feira (1º), depois que os temores em torno de um Brexit sem acordo e as preocupações relacionadas ao fundo de recuperação da União Europeia pesaram sobre o sentimento. Encerrando uma sessão volátil, o índice pan-europeu STOXX 600 subiu 0,2%, com os índices em Paris, Milão e Londres caindo cerca de 0,2%. Bolsa de Frankfurt, na Alemanha; índice DAX caiu 0,56% nesta quinta Reuters Os mercados receberam um estímulo em razão de que a vacina contra a Covid-19, desenvolvida pela Pfizer Inc. e pela empresa alemã de biotecnologia BioNTech, mostrou-se promissora e foi considerada bem tolerada no estágio inicial dos testes em humanos. Uma série de pesquisas empresariais divulgadas mais cedo mostrou amplas melhorias nos dados de produção na Europa e na Ásia à medida que as economias se abrem, com o Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) da zona do euro aproximando-se da marca de 50 em junho que separa o crescimento da contração. A melhora dos dados econômicos nos Estados Unidos também sustentou o sentimento. "As notícias da vacina contra o coronavírus, juntamente com os dados do ADP, estão agindo como catalisadores positivos, melhorando o sentimento dos investidores", disse Stephane Ekolo, estrategista da TFS Derivatives. Em LONDRES, o índice Financial Times recuou 0,19%, a 6.157 pontos. Em FRANKFURT, o índice DAX caiu 0,41%, a 12.260 pontos. Em PARIS, o índice CAC-40 perdeu 0,18%, a 4.926 pontos. Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 0,23%, a 19.330 pontos. Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou baixa de 0,06%, a 7.227 pontos. Em LISBOA, o índice PSI20 desvalorizou-se 0,89%, a 4.351 pontos.
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01/07 - JBS de Três Passos tem até sexta-feira para testar funcionários para Covid-19, determina juiz
Até o momento, 165 funcionários da empresa testaram positivo para coronavírus, conforme o Ministério Público do Trabalho (MPT). Um deles faleceu, aos 48 anos, na semana passada. Justiça determina que frigorífico teste todos os funcionários até sexta em Três Passos Por decisão da Justiça do Trabalho, a JBS de Três Passos, no Norte do RS, tem até a próxima sexta-feira (3) para testar todos os funcionários da unidade para o coronavírus. Em despacho publicado na última segunda-feira (29), o juiz Ivanildo Vian, negou recurso da empresa e manteve decisão anterior, tomada em junho. Caso a empresa não cumpra a determinação, o juiz estabeleceu multa diária de R$ 100 mil. Frigoríficos continuam enfrentando surtos de Covid no Brasil e preocupam a China Até o momento, 165 funcionários da empresa testaram positivo para a doença, conforme o Ministério Público do Trabalho (MPT). Um deles faleceu, aos 48 anos, na semana passada. A JBS informou que a empresa não comenta decisões judiciais, mas garantiu que a saúde dos colaboradores é prioridade desde o início da pandemia, e que contratou uma consultoria clínica especializada para traças as ações de prevenção. Todos os funcionários com sintomas gripais e os que tenham testado positivo, além daqueles que estão no grupo de risco, foram afastados. O juiz, no entanto, salientou a importância da testagem coletiva. "Simplesmente afastar os trabalhadores sem saber se estão ou não contaminados é permitir que, mesmo aqueles já contaminados, continuem a ter vida quase que normal, sem maiores cuidados de isolamento, o que poderia ensejar uma disseminação ainda maior dos alvos de contágios futuros. A certeza acerca do contágio ou não é forma eficaz para a prevenção e adoção de maiores cuidados de isolamento, seja do trabalhador, como de seus familiares", aponta na decisão. Três Passos tem 373 casos confirmados de coronavírus e três mortes. A Justiça já havia determinado testagem coletiva na JBS de Trindade do Sul. Na AgroAraçá, os trabalhadores foram testados após assinatura de termo de ajuste de conduta (TAC). Logo da JBS Paulo Whitaker/Reuters Coronavírus: infográfico mostra principais sintomas da doença Foto: Infografia/G1 Initial plugin text
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01/07 - O pescador que descobriu um dos maiores poços de petróleo do México e morreu na pobreza
O pescador Rudesindo Cantarell Jiménez encontrou um dos maiores tesouros energéticos da história do México. A área que leva seu nome tornou-se o motor do desenvolvimento do país no final do século 20, mas o homem que o descobriu morreu na pobreza e no esquecimento. O Complexo Cantarell já foi o segundo maior campo de petróleo do mundo Getty Images via BBC O que Rudesindo Cantarell Jiménez guardou por quase uma década foi a localização de um dos maiores tesouros energéticos que a natureza deu ao México. Em 1958, o pescador de 44 anos viu pela primeira vez uma mancha negra no meio das águas azul-turquesa do mar Campeche, no sudeste do país. A princípio, ele não deu muita importância ou não quis dar, sabendo que isso poderia transformar a vida de Ciudad del Carmen. "Um dia fui direto para o óleo. Vi que uma enorme bolha estava se espalhando na superfície... pensei que era petróleo e tive a ideia. Um dia disse à minha esposa 'ei, acho que há petróleo em Carmen'", disse Cantarell à revista Proceso em 1983. A suspeita era verdadeira: naquele local próximo à costa, a empresa estatal Petróleos Mexicanos (Pemex) encontrou o maior campo de petróleo da história do país. Sob as águas calmas, havia 40 bilhões de barris, um tesouro enorme que, na época, estava atrás apenas do campo de petróleo de Ghawar, na Arábia Saudita. A área foi batizada de Complexo Cantarell, em homenagem ao humilde pescador que levou os engenheiros de petróleo da Pemex à sua descoberta. E também significou tragédia para muitos, incluindo o próprio descobridor. "Foi um acidente para Rudusindo Cantarell, que transformou para sempre a paisagem e a condição social de sua ilha", disse à BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC, o cineasta Rubén Imaz, que pesquisou a vida desse pescador para produzir o filme fictício Tormentero. Um homem do mar Rudesindo Cantarell estava a bordo do barco Centenario del Carmen quando deparou com petróleo Arquivo pessoal via BBC Como muitos habitantes da costa de Campeche, a vida de Rudesindo Cantarell (1914-1997) estava no mar e na pesca. Ele contou que seu pai o levou para trabalhar a partir dos 10 anos de idade. Desde então, trabalhou com diversas embarcações, desde pequenas canoas e barcos de pesca até grandes navios que chegaram a Cuba e aos Estados Unidos. Mas foi o Centenario del Carmen, de que ele se tornou sócio na década de 1950, que mudou sua história e a história do México. Foi a bordo desse barco que ele viu aquele local no mar que outros pescadores supunham ser restos de um naufrágio. Mas ele suspeitava que era petróleo. "Decidi jogar o equipamento de pesca lá, pensando que era um barco afundado, mas o fundo ficou limpo", disse ao jornalista Ignacio Ramírez, do Proceso. Cantarell guardou essa informação por quase uma década. Não está claro se por desinteresse ou porque os pescadores de camarão queriam impedir que a indústria do petróleo chegasse às suas águas. "Ele rapidamente intuiu que era petróleo. Mas muitas pessoas insistiram que não era, então parece que ele guardou isso por anos", diz Imaz. Somente em 1968, quando chegou ao porto de Coatzacoalcos, Veracruz, para vender peixe, ele disse a outros pescadores que havia descoberto petróleo em suas águas. Ele disse ao Proceso que seguiu o conselho daqueles homens para notificar os engenheiros de petróleo da Pemex. Confirmação Na década de 1960, no México, havia uma produção de petróleo discreta em comparação com outros grandes produtores do setor na época. Mas os estudos dos engenheiros Javier Meneses, Serafín Paz e Mario Galván, guiados por Rudensindo Cantarell, confirmaram a descoberta. Nas águas relativamente rasas, a menos de 100 km da costa de Campeche, a Pemex detectou em 1971 um campo de petróleo diferente de qualquer outro na história do país. Os poços de Bacab, Abkatun, Ku, Maloob, Akal e Nohoch elevaram a produção de petróleo a um milhão de barris por dia na década de 1980, quase 40% do que o México estava extraindo na época. "Eu não acreditei, mas várias pessoas que trabalhavam para a Pemex começaram a me procurar, para me trazer alguns presentes, para me dizer que eu era como um herói da nação", disse Cantarell em 1983. E a riqueza era promissora, pois se estimava que havia cerca de 40 bilhões de barris, o que levou o governo a realizar grandes projetos de infraestrutura e gastos públicos. "Vamos administrar a abundância", disse o então presidente José López Portillo. Para Ciudad del Carmen, no entanto, a invasão da indústria do petróleo confirmou os temores dos pescadores de camarão da região: cerca de mil barcos de pesca não podiam mais navegar por lá. "Assim que a Pemex chegou, a pesca foi encerrada. E a tradição de uma vila de pescadores de um século desapareceu. E os pescadores deram as costas a Rudesindo", diz Imaz. 'Em outro país, seria um herói' Rubén Imaz encontrou o modesto túmulo de Rudesindo Cantarell em Isla Aguada, Campeche Rubén Imaz via BBC Aquele pescador foi homenageado e seu sobrenome tornou-se sinônimo da riqueza do petróleo. A Pemex prometeu a ele um emprego e o governo mexicano concedeu-lhe uma medalha de ouro em 1978 para marcar o 40º aniversário da nacionalização do petróleo com a frase "O petróleo é nosso". "Nosso? Pertence a quem administra. Não é justo que alguns fiquem ricos à custa do petróleo", disse ele apenas cinco anos depois. Depois dos agradecimentos e aplausos, Cantarell recebeu um emprego (sem contrato fixo) como auxiliar de limpeza em um laboratório da Pemex em Campeche, com um salário muito baixo. "Foi triste saber que ele perdeu o apoio de sua comunidade. E as autoridades se aproveitaram da imagem dele inicialmente, mas lentamente ele se tornou uma figura inativa", explica Imaz. O velho pescador garantiu que as cartas que ele enviou aos executivos da Pemex e do governo federal nunca lhe trouxeram uma melhoria salarial ou um bom emprego. "Estou ferrado", disse. Hoje em Ciudad del Carmen quase ninguém se lembra de Rudesindo Cantarell. "O nome ressoa com os idosos, mas, na realidade, sua história e sua figura são conhecidas por umas três pessoas", diz Imaz. "A vida dele é desconhecida, o que me parece uma tragédia, especialmente em um país como o México, que costuma valorizar seus heróis. E ele foi tão importante e transformador", acrescenta. O homem que levou Pemex à sua maior descoberta morreu quase sem bens em maio de 1997, aos 82 anos. Mas, durante muitos anos, ele sabia que o destino do ouro negro não havia sorrido para ele: "Em outro país, seria quase um herói, mas aqui...".
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01/07 - Maior franquedora da Pizza Hut nos Estados Unidos pede concordata em meio à crise do coronavírus
A NPC International é dona de 1,2 mil lojas da pizzaria e acumula quase US$ 1 bilhão em dívidas. Pizza Hut: 42% do market share da empresa está nos Estados Unidos Divulgação A empresa NPC International, maior franqueadora da Pizza Hut nos Estados Unidos, entrou com pedido de concordata nesta quarta-feira (1). A empresa tenta renegociar dívidas de US$ 903 milhões. Dona de 1,2 mil lojas da pizzaria e 385 da rede Wendy's, a empresa tenta recuperar as contas por meio do Capítulo 11 da Lei de Falências dos Estados Unidos. O trecho se assemelha aos processos de recuperação judicial no Brasil, e prevê que a empresa continue operando enquanto cria um plano de solução aos problemas operacionais (turnaround). Cirque du Soleil entra em recuperação judicial para tentar evitar falência Com o início da pandemia do novo coronavírus e o isolamento necessário para combater o vírus, franquias tradicionais dos Estados Unidos passaram por pedidos de concordata nos últimos meses, casos da Chuck E. Cheese e Le Pain Quotidien. A Pizza Hut sofreu impacto mais brando por conta do mercado de delivery. Ainda assim, o balanço do primeiro trimestre de 2020 da Yum! Brands, controladora da pizzaria, mostra queda de 21% do lucro operacional da rede Pizza Hut em comparação com mesmo período de 2019. A situação da franqueadora que carregava dívidas se agravou. Pedidos de falência saltam 30% em maio, aponta Boa Vista "Enquanto a NPC trabalha neste processo de recuperação, nós daremos suporte para transformar a organização com níveis de dívida menores e mais sustentáveis, excelência operacional e maior investimento na estrutura dos restaurantes", disseram representantes da Pizza Hut à Bloomberg. A NPC International tem quase 40 mil funcionários em 27 Estados norte-americanos. O primeiro restaurante da Pizza Hut aberto pela firma data de 1962. Como maior dona de lojas da marca nos Estados Unidos, a NPC é fundamental para a atuação da Pizza Hut em seu principal mercado. Segundo balando da Yum! Brands, o país representa 42% das operações. Sindicato aponta falência de mil bares e restaurantes no Rio de Janeiro Lei de Falências O Capítulo 11 da lei de falências americana (Bankrutpcty Code) permite a uma empresa com dificuldades financeiras continuar funcionando normalmente, dando-lhe um tempo para chegar a um acordo com seus credores. A legislação americana define "bankruptcy" como "procedimento legal para lidar com problemas de dívidas de indivíduos e empresas". A proteção do Capítulo 11 pode ser requerida seja pela empresa em dificuldades, seja por um de seus credores. Este procedimento significa uma vontade de reestruturação da companhia, sob o controle de um tribunal. O Capítulo 11 permite ao devedor manter todos seus ativos, se opor às demandas de seus credores, adiar os prazos de seus pagamentos e até reduzir unilateralmente sua dívida. Em contrapartida, obriga a empresa que se coloca sob sua proteção a dar ao juiz das falências informações detalhadas sobre o andamento das transações sobre seus credores. Se as transações transcorrem bem, a empresa consegue do juiz e dos credores um plano de reorganização dentro de um prazo de até vários meses. Trata-se de um contrato que estipula a forma como a companhia vai pagar suas dívidas e de onde virá o dinheiro que servirá para este fim. No Brasil No Brasil, a Pizza Hut é controlada pela IMC (International Meal Company), dona das redes KFC, Viena e Frango Assado. A empresa demitiu, recentemente, 30% de seus funcionários para reduzir custos e preservar caixa durante a pandemia. A receita líquida para o primeiro trimestre havia sido de R$ 366,6 milhões, alta de 1,1% sobre o registrado um ano antes. Mas antes da pior fase da crise, a empresa teve prejuízo operacional no trimestre de janeiro a março de R$ 35,7 milhões. Procurada pelo G1 para comentar a situação na matriz, a empresa não respondeu até a última atualização desta reportagem.
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01/07 - Petrobras elevará diesel em 6% na quinta-feira; gasolina aumentará 3%
É a terceira alta consecutiva no preço do diesel; gasolina sofreu o sétimo aumento. Refinaria da Petrobras em Paulínia (SP) Paulo Whitaker/Reuters A Petrobras anunciou reajuste médio de 6% para o diesel vendido em suas refinarias a partir de quinta-feira (2), enquanto a gasolina terá elevação de 3%, informou a companhia nesta quarta-feira (1º) por meio da assessoria de imprensa. O movimento é a terceira alta consecutiva no preço do diesel, combustível mais utilizado no Brasil, depois de reajustes de 7% no final de maio e de 8% em meados de junho. Para a gasolina, é o sétimo aumento seguido, em tendência vista desde o início de maio. Preços nos postos Os preços dos combustíveis nos postos voltaram a subir na semana passada, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O valor médio do litro da gasolina ao consumidor subiu 0,9%, a R$ 4,022, para o maior patamar desde 18 de abril. O preço do litro do diesel avançou 0,95% nesta semana, para R$ 3,077. Guia Prático #74: Aprenda a calcular o consumo de seu carro Já o litro do etanol teve alta de 1,04%, para R$ 2,709 o litro.
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01/07 - Documento digital de veículos está disponível em todo o Brasil; impressão pode ser feita em casa
Todos estados e o DF já aderiram ao sistema, afirma o Ministério da Infraestrutura. Entenda como fazer a impressão do documento e acessar offline. CRLV eletrônico está disponível em todo o país, diz Ministério Divulgação A versão digital do documento do veículo está disponível em todo o Brasil a partir desta quarta-feira (1º), informou o Ministério da Infraestrutura. Com a adesão do Pará, todos estados e o Distrito Federal passam a emitir o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV), como é chamado o documento, apenas em formato digital. CNH, cadeirinha, farol: veja 10 pontos da lei de trânsito que podem mudar Saiba como tirar a CNH digital O processo de implementação do documento digital para carros, motos e outros veículos começou no fim de 2018, e existem 4.083.150 CRLVs digitais no Brasil até agora. De acordo com o ministério, a emissão do documento passa a ser inteiramente online e não é necessário ir ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran) local para obter o documento digital. CRLV físico e digital Divulgação/Detran-RR Segundo a pasta, o documento físico pode ser impresso em qualquer impressora caseira, e a autenticidade da impressão seria garantida pelo QR Code presente do CRLV. A norma, no entanto, prevê que se sair do Brasil com o carro, o motorista tem que estar portando o documento impresso. Todo o território nacional deveria aderir ao sistema para disponibilização do CLRV digital até o dia 31 de julho de 2020, aponta resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Como tirar o CRLV digital e imprimir? Do mesmo modo que a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) digital, o documento digital de veículos está disponível no aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT). O CRLV digital é atualizado no aplicativo após a quitação do IPVA e do Licenciamento. Além de acessá-lo pelo aplicativo, o documento está disponível no Portal de Serviços do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e nos sites dos Detrans — de onde o usuário pode imprimir uma cópia física. Como acessar offline? Por meio do app é gerado previamente um arquivo PDF, com uma assinatura digital, e ele pode ser acessado mesmo que o usuário não tenha acesso à internet naquele momento. Motoristas já podem baixar o documento digital do carro em nove estados
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01/07 - VÍDEOS: Concursos e Emprego
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01/07 - 11,7 milhões de trabalhadores formais já tiveram redução de salário ou contrato suspenso
Número representa 36% dos empregados com carteira assinada no país. Setor de serviços concentra o maior número de acordos, seguido pelo comércio e indústria. Dados do Caged mostram que o país fechou 860 mil vagas em abril Chegou a 11,7 milhões o número de brasileiros que já tiveram redução de jornada e salário ou suspensão do contrato de trabalho em meio à pandemia de coronavírus. De acordo com dados do Ministério da Economia, até o dia 26 de junho, o programa criado para preservar empregos formais durante a pandemia reunia um total de 11.698.243 acordos fechados entre empresas e trabalhadores. Esse universo de 11,7 milhões de brasileiros representa 36% dos trabalhadores formais do setor privado. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Mensal (PNAD Contínua) do IBGE, o país tinha no trimestre encerrado em maio 32,5 milhões de trabalhadores formais, incluindo os domésticos. Quantidade de acordos: 11.698.243 Quantidade de empregadores: 1.348.733 Valores previstos pagos: R$ 17,4 bilhões O programa foi lançado no começo de abril. O chamado Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm) prevê a garantia provisória no emprego por um período igual ao da suspensão do contrato ou da redução da jornada. Em razão da pandemia, o governo autorizou redução de jornada e salário de 25%, 50% ou de 70% por um prazo máximo de 90 dias. A medida também permite a suspensão total do contrato de trabalho por até dois meses. Pelas regras do programa, os trabalhadores que tiveram corte na jornada e no salário vão receber do governo uma complementação financeira equivalente a uma parte do seguro-desemprego a que teriam direito se fossem demitidos. Já os com contrato suspenso vão receber o valor mensal do seguro-desemprego. O programa também prevê auxílio emergencial de R$ 600 para trabalhadores intermitentes com contrato de trabalho formalizado. Renda menor, contas atrasadas e conformismo: os impactos da redução de jornada ou suspensão de contrato Veja perguntas e respostas As suspensões de contrato correspondiam a quase 47% dos acordos fechados entre empresas e funcionários até 26 de junho. Já a redução de 70% do salário teve o maior número de negociações entre as demais opções de 25% e 50%. Veja abaixo: Suspensão: 5.423.172 (46,4%) Redução de 25%: 1.706.748 (14,6%) Redução de 50%: 2.144.886 (18,3%) Redução de 70%: 2.256.368 (19,3%) Intermitente: 167.069 (1,4%) A maior adesão aos acordos se deu na primeira semana de vigência da medida: 2.063.672. A semana terminada em 23 de junho registrou o menor número de trabalhadores atingidos: 249.077. Veja no gráfico abaixo: Quantidade de acordos por semana Editoria de Economia/G1 Entre os setores da economia, o de serviços é o registra o maior número de acordos, seguido pelo comércio e indústria. Veja no gráfico abaixo: Acordos por setores da economia Editoria de Economia/G1 Programa será prorrogado Saiba mais sobre a suspensão e redução de contratos O secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, afirmou na segunda-feira (29) que o programa será prorrogado. De acordo com o secretário, a prorrogação será feita por meio de decreto presidencial. Segundo Bianco, a proposta é que a suspensão do contrato seja prorrogada por mais dois meses e a redução da jornada por mais um mês. Ele afirmou, no entanto, que os termos da prorrogação ainda estão em estudo. A prorrogação do programa manterá a exigência de garantia de emprego pelo tempo de uso da medida. Assim, se a empresa usar o programa por três meses, o trabalhador que teve a jornada e o salário reduzido terá a garantia de manutenção do emprego por três meses. Como aderir e acompanhar o pagamento Os pagamentos da complementação financeira do governo começaram na primeira semana de maio e estão sendo feitos pelo Banco do Brasil e pela Caixa Econômica Federal. Segundo o Ministério da Economia, a primeira parcela do benefício será paga ao trabalhador no prazo de 30 dias, contados a partir da data da celebração do acordo, desde que o empregador informe ao ministério em até 10 dias. Caso contrário, o benefício somente será pago 30 dias após a data da informação. "É importante esclarecer que o pagamento do Benefício Emergencial de Preservação da Renda e do Emprego (BEm) é efetuado, em parcelas sucessivas, em até 30 dias após a data de início da vigência do acordo, constante da comunicação pelo empregador ao Ministério da Economia. Também é preciso levar em conta o tempo de cada acordo. Por exemplo, se a redução ou suspensão ocorreu por 30 dias, será uma única parcela", informa o ministério. Para verificar os dados e valores, os trabalhadores devem consultar a aba de benefícios da Carteira de Trabalho Digital, no quadro posicionado acima das respectivas áreas para seguro-desemprego e abono salarial. A solicitação do benefício emergencial deve ser feita pelo empregador diretamente no portal do Ministério da Economia (https://servicos.mte.gov.br/bem/#empregador). O trabalhador pode acompanhar o processamento do pedido por meio do endereço https://servicos.mte.gov.br/#/trabalhador e pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital.
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