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RSS Feed - Notícias - Mantenha-se Informado


24/11 - Auxílio Emergencial: Caixa libera saques para nascidos em junho
Também nesta terça, beneficiários do Bolsa Família com NIS final 6 recebem nova parcela. A Caixa Econômica Federal (CEF) libera nesta terça-feira (24) os saques e transferências de novas parcelas do Auxílio Emergencial para 3,6 milhões de trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família. O pagamento desta terça é para os trabalhadores nascidos em junho. Serão liberados os saques das parcelas creditadas em poupança social digital nos ciclos 3 e 4 de pagamento do benefício, nos dias 14 de outubro e 11 novembro. Também nesta terça, a Caixa paga a quarta parcela de R$ 300 para 1,6 milhão de beneficiários do Bolsa Família cujo número do NIS termina em 6. Veja o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial Veja como serão os pagamentos de R$ 300 e tire dúvidas Saiba como liberar a conta bloqueada no aplicativo Caixa Tem Tira dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL VEJA QUEM PODE SACAR A PARTIR DESTA TERÇA: trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, nascidos em junho - poderão sacar as parcelas que foram creditadas em poupança social digital nos dias 14 de outubro e 11 de novembro trabalhadores que fazem parte do Bolsa Família, cujo número do NIS termina em 6 - vão receber a quarta parcela de R$ 300 Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. Calendários de pagamento Veja abaixo os calendários de pagamento. BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial - Beneficiários do Bolsa Família Economia G1 BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA Clique aqui para ver o calendário completo dos pagamentos VÍDEOS: as últimas notícias sobre o Auxílio Emergencial re- vão epoderão sacar as parcelas que foram creditadas em poupança social digital nos dias 11 de outubro e 8 de novembro
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24/11 - Itaú Unibanco reduz participação na Ecorodovias
Itaú destaca que atua na administração de recursos de terceiros e que a participação acionária na companhia é referente a fundos de investimento geridos pelo banco. Itaú Unibanco chegou a 2,94% de participação acionária na Ecorodovias Divulgação: EcoRodovias A Ecorodovias comunicou ao mercado que o Itaú Unibanco chegou a 2,94% de participação acionária na companhia, com 16,4 milhões de papéis. De acordo com o último formulário de referência da empresa, divulgado no dia 7 de outubro, o Itaú detinha participação acionária de 5%. O Itaú destaca que atua na administração de recursos de terceiros e que a participação acionária na companhia é referente a fundos de investimento geridos pelo banco.
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23/11 - Pandemia aumenta desigualdade racial no mercado de trabalho
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23/11 - Setores cíclicos levantam bolsas dos EUA, com destaque para indústria e energia
Declínios em tecnologia e nomes de peso relacionados ao segmento, como Apple Inc e Netflix Inc, diminuíram os ganhos dos índices. Bandeira dos EUA em frente à Bolsa de Chicago John Gress/Reuters Os mercados de ações dos Estados Unidos fecharam em alta a volátil sessão desta segunda-feira (23), uma vez que esperanças de uma vacina para a Covid-19 impulsionaram setores economicamente sensíveis, como de energia e industrial, mas uma retração em papéis de megacaps restringiu os ganhos no S&P 500 e no Nasdaq. Setores cíclicos lideraram os ganhos, com o índice de energia bem à frente, com alta de 7,09%, enquanto os índices para os segmentos industrial e financeiro aumentaram cada um mais de 1%, após dados mostrarem que a atividade de negócios expandiu-se no ritmo mais rápido em mais de cinco anos. As ações de energia foram impulsionadas por outra valorização nos preços do petróleo, que subiram na expectativa de que uma vacina ajude a recuperar a demanda. "É segunda-feira, dia de operar vacina", disse Ken Polcari, sócio-gerente da Kace Capital Advisors em Jupiter, Flórida. Declínios em tecnologia e nomes de peso relacionados à tecnologia, como Apple Inc e Netflix Inc, diminuíram os ganhos dos índices, conforme investidores abandonaram ações vistas como apostas seguras após o crash causado pelo coronavírus no começo do ano. Os principais índices acionários receberam impulso extra depois que o Wall Street Journal informou que o presidente eleito dos EUA, Joe Biden, planeja nomear a ex-chair do Federal Reserve Janet Yellen para ser a próxima secretária do Tesouro. O índice Dow Jones subiu 1,12%, a 29.591 pontos. O S&P 500 ganhou 0,563592%, a 3.578 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq avançou 0,22%, a 11.881 pontos.
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23/11 - Biden nomeará Janet Yellen como secretária do Tesouro, diz imprensa norte-americana
Yellen se tornará a primeira mulher a chefiar o Departamento do Tesouro do país; ela já foi presidente do Banco Central dos EUA O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, nomeará a ex-presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), Janet Yellen, como secretária do Tesouro, reportou a imprensa norte-americana nesta segunda-feira (23). Ex-presidente da do Fed Janet Yellen em entrevista coletiva de imprensa no dia 20 de setembro de 2017 Joshua Roberts/Reuters Se Yellen for confirmada pelo Senado, ela se tornará a primeira mulher a chefiar o Departamento do Tesouro, cargo que assumirá em meio à profunda crise que abalou a maior economia do mundo devido ao coronavírus. Biden vai nomear a 1ª mulher para liderar a inteligência dos EUA e o 1º latino para Segurança Interna "Yellen vai ser a próxima secretária do Tesouro", afirmou a fonte à AFP, confirmando uma informação publicada pelo The Wall Street Journal. Yellen já havia quebrado uma barreira quando o ex-presidente democrata Barack Obama a escolheu para chefiar Fed em 2014, posição da qual foi deposta por Donald Trump quatro anos depois. No Fed, Yellen era vista como mais inclinada a políticas brandas, como manter as taxas de juros baixas para proteger o emprego. Quando substituir Steven Mnuchin no Departamento do Tesouro, Yellen terá que enfrentar negociações que estão bloqueadas há meses para a realização de um novo pacote de estímulo à economia, caso os legisladores não ajam antes da posse de Biden, em 20 de janeiro. Vídeos: Últimas notícias de economia
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23/11 - Exportação de suco de laranja do Brasil cai 19% no acumulado da safra 2020/21
Dados da associação CitrusBR mostram que para a Europa, principal destino do produto nacional, as vendas caíram 26,5% na comparação anual. Suco de laranja Reprodução/EPTV As exportações do Brasil de suco de laranja atingiram 319.574 toneladas nos primeiros quatro meses da safra 2020/21, o que representou uma queda de 19,17% em relação ao mesmo período da temporada passada. Os dados foram divulgados pela associação CitrusBR nesta segunda-feira (23). Café, leite, trigo...série do G1 mostra a origem dos alimentos consumidos no país "Na safra passada tivemos uma produção de 1,2 milhão de toneladas de suco, 37,4% acima do período anterior. Isso permitiu recompor os estoques internacionais de suco brasileiro", disse em nota o diretor-executivo da CitrusBR, Ibiapaba Netto, citando ainda uma produção menor da fruta na atual temporada. Produção de laranja de Linhares é destaque no Espírito Santo A safra 2020/21 de laranja do cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste de Minas Gerais, principal região produtora de suco para a exportação, está estimada em 286,72 milhões de caixas de 40,8 kg, queda de 25,87% em relação à temporada anterior, segundo previsão do Fundecitrus. Em anos de safras maiores as exportações são mais intensas no meses iniciais em comparação a temporadas de colheitas menores, comentou a associação. "Isso não significa que as exportações serão menores nesta temporada, mas indica, por enquanto, uma necessidade menor de ser transferir produto para os pontos de venda mundo afora", acrescentou Netto. As exportações para a Europa, principal destino das exportações brasileiras de suco, atingiram no período 212.472 toneladas, uma redução de 26,5% em relação aos mesmos meses da safra 2019/20. Já as exportações para os Estados Unidos cresceram 2% entre os meses de julho e outubro, para 54.704 toneladas. VÍDEOS: saiba tudo sobre o agronegócio
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23/11 - Preço do petróleo Brent sobe mais de 2% com notícias sobre vacina
Nesta segunda-feira (23), a farmacêutica britânica AstraZeneca disse que sua vacina, desenvolvida em conjunto com a Universidade de Oxford, pode ter cerca de 90% de eficácia contra o coronavírus. Os preços do petróleo Brent avançaram mais de 2% nesta segunda-feira (23), ampliando os ganhos da semana anterior, após notícias otimistas sobre testes de uma vacina contra o coronavírus levarem operadores a antecipar uma recuperação de demanda. O Brent fechou em alta de US$ 1,10, ou 2,45%, a US$ 46,06 por barril, enquanto o petróleo dos Estados Unidos avançou 0,64 dólar, ou 1,51%, para US$ 43,06 o barril. Ambos os valores de referência haviam saltado 5% na semana passada. A farmacêutica britânica AstraZeneca disse nesta segunda-feira que sua vacina, desenvolvida em conjunto com a Universidade de Oxford, pode ter cerca de 90% de eficácia. Vacina de Oxford contra Covid-19 tem eficácia de até 90%, diz laboratório "Uma nova dose de notícias favoráveis sobre a vacina contra o coronavírus hoje desencadearam um novo movimento de alta no mercado de ações, que facilmente se espalhou para o ambiente do petróleo", disse Jim Ritterbusch, presidente da Ritterbusch and Associates em Galena, Illinois. A estrutura "contango" no mercado, na qual os preços para entrega do primeiro contrato são mais baixos que os para entrega seis meses mais tarde, se estreitou para até 0,31 dólar, menor nível desde junho, refletindo a visão de operadores de que o excesso de oferta está diminuindo. Vídeos: Últimas notícias de economia
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23/11 - Abatedouro de frangos chefiado por mulheres 'caminha' para vender produção a supermercados de RO
Toda a estrutura do local é resultado de muita cooperação: o terreno foi cedido por um casal para a construção do prédio. Cinco mulheres de Ouro Preto do Oeste são sócias num abatedouro de aves O trabalho de cinco mulheres na gestão de um abatedouro de frangos tem chamado a atenção em Ouro Preto do Oeste (RO) e já caminha para garantir renda de mais famílias da região, através da venda da produção a uma rede de supermercados. O trabalho no abatedouro é árduo (desde a criação dos pintinhos), mas nada que as cinco mulheres não consigam fazer. A ideia de gerar a renda com o trabalho na zona rural surgiu em 2010, durante reunião com a associação de agricultura familiar. A criação de frangos para o abate começou de forma irregular, mas no início de 2020 aconteceu a inauguração do local de forma legalizada e dentro das normas sanitárias. Toda a estrutura do local é resultado de muita cooperação: o terreno foi cedido por um casal para a construção do prédio. Agroindústria montada em Ouro Preto tem se destacado Rede Amazônica/Reprodução Com o auxílio da Emater e de outros órgãos, a agroindústria conseguiu o selo de inspeção municipal e revende o produto no comércio local de Ouro Preto do Oeste. Alvina Teixeira de Fraga, coordenadora e sócia da agroindústria, está desde o início no projeto. "A gente queria ganhar dinheiro, mas não sabia como. Com o incentivo da Emater, resolvemos criar os frangos. Nós éramos em 23, aí foi desgastando, se perdendo ao longo do caminho e hoje estamos em cinco. Eu espero que nosso empreendimento gere renda não só para as 5, mas em prol de uma associação, de uma comunidade", afirma Alvina. A Associação de Agricultura Familiar é formada por 43 sócios. A agroindústria tem capacidade para manter 2,5 mil aves durante noventa dias, que é o tempo médio da cadeia de produção. A ideia é de que em breve as cinco mulheres consigam incluir as famílias da associação na criação dos frangos. "Nós somos um abatedouro, estamos na coordenação do abatedouro, mas a o criadouro pode vir dos 43 sócios que temos. A associação em si é sem fim lucrativos, mas nós estamos trabalhando para ser lucrativo. O nosso é abatedouro, mas o criadouro a gente quer dar preferência para eles, porque não vamos dar conta de criar, abater e vender", afirma dona Alvina. Aves criadas na agroindústria das mulheres Rede Amazônica A Emater também acredita que o abatedouro de frangos tem grande potencial na região. "Ela [associação] tanto vai fazer o desenvolvimento da linha 166, como da comunidade em volta, e também vai fazer o desenvolvimento econômico da atividade da avicultura no município de Ouro Preto e também da grande região, por também ser uma das únicas agroindústrias que tem aqui nessa região", diz Lilian Baborsa Lurde, zootecnista da Emater. Para as mulheres, a agroindústria é muito importante. Isso porque, além do trabalho, elas veem como uma oportunidade para quem mora na área rural. "Já faz dez anos que trabalho aqui, no sítio a gente não tem muita oportunidade de renda, aqui a gente não tem muita oportunidade, e a oportunidade que eu vi foi essa", conta Fernanda Pereira, outra sócia da agroindústria. Em uma das salas da agroindústrias, os frangos são empacotados, vão para o freezer e depois seguem para a comercialização. Por enquanto a maior parte do trabalho é manual, mas um maquinário deve começar a funcionar em breve para auxiliar na produção das mulheres. Apesar da força empenhada nas tarefas, a equipe encontra vários obstáculos. A pandemia, por exemplo, influenciou na redução da entrega de pintinhos. A meta é abater 500 aves por semana, mas por enquanto, elas têm realizado o abate de 250 aves, em média. Mulheres empreendedoras em Ouro Preto do Oeste Rede Amazônica As empreendedoras trabalham agora para construir uma fossa séptica e conseguir uma licença ambiental. Com mais esse objetivo alcançado, elas poderão vender os frangos a uma rede de supermercados do estado de Rondônia. Por enquanto, a renda adquirida no abatedouro tem servido apenas para manter as despesas do local. Mas a expectativa é de que a venda para todo o estado possa proporcionar uma arrecadação suficiente para todos os custos e, assim, conseguir algum lucro. "Com a licença ambiental concluída, nós vamos conseguir colocar os produtos delas na principal rede de supermercados de Rondônia. E isso vai trazer pra elas os lucros que elas há dez anos elas tem tentado colher", diz a zootecnista da Emater. Para aproveitar o espaço da agroindústria, além do abate de frangos, elas também plantam e colhem. Há melancias e abóboras prontas para serem vendidas. Veja mais notícias do Rondônia Rural
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23/11 - 'Do ponto de vista do governo, não existe prorrogação', diz Paulo Guedes sobre auxílio emergencial
Ministro da Economia deu declaração durante evento virtual na tarde desta segunda-feira (23). Segundo informou blog de Valdo Cruz, ala política do governo voltou a defender a prorrogação. O ministro Paulo Guedes, da Economia, afirmou na tarde desta segunda-feira (23) que o governo não pretende prorrogar o auxílio emergencial, concedido desde maio para desempregados e trabalhadores informais em razão da pandemia do coronavírus. Em evento virtual promovido por uma empresa de investimentos, o ministro disse que há pressão política pela prorrogação e que a área econômica está preparada para reagir "se houver uma segunda onda" da Covid-19. Mas, para Guedes, a doença "cedeu" e "está descendo", razão pela qual o auxílio não seria mais necessário porque, segundo afirmou, a economia "está voltando forte". "A ideia é que o auxílio emergencial se extingue no final do ano. A economia está voltando forte, a doença está descendo. Eu não estou dizendo duas ou três semanas. Eu estou dizendo, de 1,3 mil, 1,4 mil mortes diárias, a coisa caiu para 300, 250. Agora, parece que voltou para 350. É uma tragédia de dimensões imensas, é terrível essa epidemia que abateu sobre o Brasil [...]. Contra evidência empírica, não há muito argumento. Os fatos são que a doença cedeu bastante e a economia voltou com muita força", declarou. Segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h deste domingo (22), o Brasil uma tem média móvel de 484 mortes por Covid por dia e em dez estados as mortes estão em alta. "Do ponto de vista do governo não existe a prorrogação do auxílio emergencial. Evidente que há muita pressão política para isso acontecer. É evidente que tem muita gente falando em segunda onda, etc. e nós estamos preparados para reagir a qualquer evidência empírica. Se houver uma evidência empírica, o Brasil tiver de novo mil mortes, tiver uma segunda onda efetivamente, nós já sabemos como reagir, já sabemos os programas que funcionaram melhor", afirmou o ministro. O governo começou a fazer os pagamentos do auxílio emergencial em maio. Inicialmente, iriam até julho. Depois foram prorrogados uma primeira vez até setembro e, uma segunda vez, até dezembro. No início, o valor era R$ 600, mas passou para R$ 300 nas últimas parcelas. Segundo informou o blog de Valdo Cruz, a ala política do governo voltou a defender a prorrogação do auxílio emergencial por dois ou três meses em 2021 em razão da indefinição a respeito da criação de um novo programa social. 'O fato é que a doença cedeu substancialmente', diz Paulo Guedes sobre casos de Covid-19 No último dia 12, Guedes afirmou que, se houver uma "segunda onda" da Covid-19 — que, para ele, não está caracterizada — a prorrogação seria "uma certeza". "Se houver uma segunda onda de pandemia, não é uma possibilidade, é uma certeza", declarou na ocasião. Auxílio emergencial O diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão vinculado ao Senado, calcula que uma prorrogação, por quatro meses do auxílio emergencial, no valor de R$ 300, para cerca de 25 milhões de pessoas custaria aos cofres públicos cerca de R$ 15,3 bilhões. Para a IFI, o auxílio é importante, mas é necessário encontrar formas para financiá-lo, caso o governo e o Legislativo decidam estendê-lo outra vez. “O espaço fiscal no teto [de gastos] não existe, é muito pequeno, exíguo para se fazer gastos adicionais. Se o teto for mantido como está, precisaria de compensação em outros gastos. E os gastos discricionários já estão num limite muito baixo”, disse Felipe Salto, diretor-executivo da IFI. Na avaliação dele, a PEC emergencial – que busca soluções para a preservação do teto – não deve avançar neste ano, assim como a PEC do pacto federativo. Outros temas Estatais e privatizações - Na palestra desta segunda-feira, Paulo Guedes voltou a defender a venda de estatais e a relatar dificuldades para dar andamento a um programa de privatizações. “Nós tivemos que ir primeiro ao Supremo e, também, por alguma razão interna nossa houve alguma hesitação em alguns dos ministérios nossos. No nosso próprio ministério, também houve várias importantes. Agora, também houve um acordo político, aparentemente de centro-esquerda, para nós não pautarmos as privatizações. Isso foi muito ruim para nós”, disse. Juros e câmbio - O ministro também afirmou que a economia está “mais saudável” com juros mais baixos e o câmbio mais elevado. “Nós estávamos em um endividamento em bola de neve e pagando juros altíssimos, inclusive, com o câmbio sobrevalorizado, uma combinação bastante perversa, de dois preços críticos na economia. A economia está muito mais saudável. Porque antes, com juros a 10%, 12% e o câmbio a R$ 1,80; R$ 2,20, R$ 2,80. A economia está muito mais saudável se ela estiver com o juros a 2% e o câmbio de R$ 5. Muito melhor”, declarou Guedes. Novo imposto - O ministro foi questionado sobre a criação de um tributo sobre operações digitais, que tem sido chamado de CPMF digital. Guedes afirmou ser contrário a aumento de impostos, mas disse que, para se desonerar a folha de pagamentos, será necessário “ter outra base de impostos”. “Então, vocês estão vendo aí, tem 17 setores que têm um lobby muito forte. Eles querem desoneração para eles. Não para o Brasil todo [...]. Então, se alguém quiser desonerar, vai ter que ter uma outra base de impostos para poder desonerar. Porque nós não vamos aumentar essas bases que estão aí. E essa conversa foi interditada”, disse. Reforma tributária - Guedes defendeu a cobrança de imposto sobre dividendos, tendo como compensação a diminuição da tributação das empresas. “Se o lucro fica na empresa, para virar investimento, criação de emprego, inovação, a tributação é mais baixa. Agora, saiu, foi para a pessoa física, que tem dinheiro, que tem base de capital, onde existe a riqueza financeira, e aí você tá vivendo de dividendo.. Tem que pagar. Tem que pagar imposto sobre dividendo. Que história é essa?”, indagou. VÍDEOS: notícias sobre auxílio emergencial
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23/11 - Demanda por voos domésticos cresceu 31% em outubro, aponta Abear
Alta foi na comparação com o mês anterior. Frente a outubro do ano passado, demanda teve queda de 44,7%. A demanda de passageiros por vôos domésticos cresceu 31,3% em outubro na comparação com setembro, segundo levantamento divulgado nesta segunda-feira (23) pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), a partir de dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Na comparação com outubro de 2019, no entanto, a demanda, medida por passageiros quilômetros transportados (RPK), teve queda de 44,7%. No mês passado, foram transportados 4,1 milhões de passageiros - 51,5% a menos que em outubro do ano passado. "Ainda sofrendo com os impactos da pandemia do novo coronavírus, o setor já começa a observar uma retomada", apontou a Abear em nota. Em abril, a demanda e a oferta de assentos tiveram quedas de mais de 90% frente ao mesmo mês do ano passado. Aeroportos da Europa Continental correm risco de quebrar por causa do colapso no setor da aviação A entidade apontou ainda que, no mercado internacional, a queda na demanda foi 88,2%, diante de outubro do ano passado. Já a oferta registrou redução de 73,7% na comparação anual, com a taxa de ocupação dos aviões de 38%, retração de 46,9 pontos percentuais. Ao todo, foram transportados 183,1 mil passageiros, queda de 90,3% diante de outubro de 2019. Na comparação com o mês anterior, a demanda internacional cresceu 20,5% e a oferta de assentos 24,2%. Assista as últimas notícias de economia
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23/11 - Superávit da balança comercial soma US$ 50 bilhões na parcial de 2020 e já supera total de 2019
Números são do Ministério da Economia. Queda forte nas importações, relacionada à atividade econômica fraca e à alta do dólar, é principal causa de melhora no saldo comercial. A balança comercial registrou superávit de US$ 50,348 bilhões no acumulado deste ano até domingo (22), informou o Ministério da Economia nesta segunda-feira (23). O superávit acontece quando as exportações superam as importações. Quando ocorre o contrário, é registrado déficit comercial. O resultado positivo registrado é 24,5% maior que o do mesmo período de 2019, quando o paíssomou US$ 42,088 bilhões. Também superou o superávit registrado em todo ano de 2019, de US$ 48,035 bilhões (valor revisado). O aumento do saldo comercial acontece em um ano de fraco nível de atividade, por conta da pandemia do novo coronavírus, que diminuiu a demanda por produtos do exterior. A previsão do governo e do mercado é de um tombo de cerca de 4,5% no Produto Interno Bruto (PIB) neste ano. Queimadas podem atingir exportações brasileiras; veja reportagem Além disso, a forte alta do dólar, de cerca de 35% no acumulado de 2020, também influenciou o resultado, segundo analistas. Com a moeda norte-americana mais valorizada, os exportadores recebem mais por suas vendas externas, ao mesmo tempo em que as compras do exterior ficam mais caras. Por conta desses fatores, as importações estão registrando uma queda maior neste ano do que as vendas externas – favorecendo o aumento do superávit da balança comercial. Na parcial de 2020, as exportações recuaram 6,1%, para US$ 186,725 bilhões, enquanto as importações caíram mais do que o dobro: 13,9%, para US$ 136,377 bilhões. Arroz e óleo de soja: alta do dólar impacta itens básicos de alimentação Mês de novembro Na parcial do mês de novembro, até este domingo (22), a balança comercial acumula um saldo positivo de US$ 2,920 bilhões, informou o Ministério da Economia. No período, as exportações somaram US$ 12,578 bilhões, valor 1,3% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado. Já as importações totalizaram US$ 9,658 bilhões, com queda de 2,6% na mesma comparação. De acordo com dados oficiais, houve queda de 15% nas exportações de produtos agropecuários na parcial de novembro; crescimento de 23,7% nas vendas da indústria extrativa, e recuo de 0,1% na indústria de transformação. Já no caso das importações, foi registrado crescimento de 6,8% nas compras de agropecuária na comparação com o mesmo período do ano passado. Houve queda de 45,3% nas importações da indústria extrativa, e recuo de 0,1% nas aquisições da indústria de transformação.
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23/11 - Ouro tem forte queda com avanço das vacinas contra a Covid-19
Movimento é resultado de otimismo entre os investidores de que a chegada de vacinas eficazes pode ajudar a controlar o coronavírus no próximo ano. Barras de ouro em uma fábrica austríaca em Viena Leonhard Foeger/Reuters As notícias positivas relacionadas ao desenvolvimento de vacinas contra a Covid-19 pressionam os preços do ouro, que recuam mais de 2% nesta segunda-feira (23). Nesta tarde, os contratos futuros do metal para dezembro caíam 2,13%, negociados a US$ 1.832,60 a onça-troy na divisão Comex da Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex). Hoje, a Universidade de Oxford e a AstraZeneca comunicaram que sua vacina chegou a até 90% de eficácia na prevenção de infecções e não apresentou efeitos colaterais graves em um grande teste. Bovespa tem alta nesta segunda-feira; Carrefour recua mais de 5% Os resultados aumentam o otimismo entre os investidores de que a chegada de vacinas eficazes pode ajudar a controlar o coronavírus no próximo ano, permitindo que setores da economia prejudicados pela pandemia se recuperem. Além do ambiente menos favorável para ativos de proteção, o que pressiona os preços do ouro, o dólar avança nesta segunda-feira, em outro fator negativo para o metal precioso. O índice DXY, há pouco, subia 0,20%, a 92,586 pontos, na ICE, em Londres. VÍDEOS: Últimas notícias de Economia
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23/11 - Facebook remove mais de 140 mil conteúdos no Brasil por violarem políticas contra interferência eleitoral
Balanço de ações durante o 1º turno também envolve o Instagram. Facebook revelou números de remoções de conteúdo no Brasil por violar suas políticas de interferência eleitoral. Dado Ruvic/Reuters O Facebook divulgou nesta segunda-feira (23) que removeu mais de 140 mil conteúdos que violavam políticas contra interferência eleitoral nesta rede social e no Instagram durante a campanha do 1º turno das eleições municipais. De acordo com a empresa, eles continham "informações que poderiam desencorajar eleitores de irem votar, como por exemplo o horário errado de abertura das urnas". Também nesse período foram rejeitadas 250 mil submissões de anúncios (conteúdos impulsionados) sobre política ou eleições que não continham o rótulo "Propaganda Eleitoral" ou "Pago por", direcionadas a pessoas no Brasil. Segundo o Facebook, desde agosto, qualquer pessoa ou organização que quiser fazer publicidade sobre política ou eleições no país precisa passar por um processo de autorização, confirmando sua identidade e residência no Brasil. Saiba mais: Facebook disponibiliza ferramentas de transparência para anúncios políticos no Brasil A companhia disse ainda que cerca de 3 milhões de pessoas acessaram um aviso fixado no topo do Feed de Notícias que convidava os eleitores a se prepararem e conferir os protocolos sanitários para o dia da votação no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Além do Instagram, o Facebook é dono do WhatsApp. Veja os vídeos mais assistidos do G1
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23/11 - Itaú lança feirão nesta terça para renegociar dívidas
Alvo do banco é atingir quase 12 milhões de pessoas físicas e jurídicas. O banco Itaú Unibanco lança nesta terça-feira (24) um feirão de renegociação de dívidas para permitir que pessoas físicas e jurídicas tenham melhores condições no parcelamento e na quitação de dívidas, além da redução na taxa de juros de empréstimos. O Itaú diz que o feirão tem potencial para atingir até 12 milhões de pessoas físicas e jurídicas com a iniciativa. Os clientes podem obter novas condições para pagar parcelas de empréstimos e faturas de cartões de crédito em atraso. O reparcelamento pode chegar a 73 vezes, segundo a empresa. O banco promete ainda estudar descontos e taxas especiais. Fachada de agência do banco Itaú no Rio de Janeiro Sergio Moraes/Reuters Os clientes do Itaú que estiveram interessados na renegociação devem acessar o aplicativo do banco ou o site https://renegociefacil.itau.com.br/. O prazo para atendimento é até 11 de dezembro. Segundo o banco, as condições da proposta melhoram conforme o valor da entrada desembolsada pelo cliente. Vídeos: Últimas notícias de economia
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23/11 - Moedas digitais disparam com bitcoin perto de máxima
Ethereum, segunda maior criptomoeda em valor de mercado, saltou 7%, para sua máxima desde junho de 2018. As moedas digitais ethereum e XRP dispararam nesta segunda-feira (23), ganhando impulso à medida que o bitcoin se aproximava de sua máxima histórica. O ethereum, segunda maior criptomoeda em valor de mercado, saltou 7%, para sua máxima desde junho de 2018, levando seus ganhos para mais de 25% nos últimos três dias. Operadores afirmaram que o ethereum, que costuma acompanhar o movimento do bitcoin, foi impulsionado pela crescente demanda antes de uma atualização de sua rede blockchain - prevista para o início de dezembro - que se espera que a torne mais rápida e segura. Educação financeira: entenda o que é o Bitcoin A XRP, terceira maior moeda, disparou 15% para seu maior valor em dois anos, levando os ganhos para mais de 75% nos últimos três dias. O preço das chamadas altcoins está fortemente ligado ao bitcoin. Com menos liquidez, elas tendem a sofrer de uma volatilidade ainda maior do que a criptomoeda original. O bitcoin subiu cerca de 10% na semana passada e estava sendo negociado a US$ 18.554, perto de sua máxima de US$ 19.666. A Assista as últimas notícias de economia
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23/11 - Guedes diz que falhou na abertura comercial e que vai ao 'ataque' para privatizar e aprovar reformas
Ministro disse que objetivo é transformar Brasil em 'grande zona de livre comercio'. Segundo ele, é preciso mostrar preocupação com meio ambiente para ratificar acordo com União Europeia. O ministro da Economia, Paulo Guedes, durante videoconferência nesta segunda-feira (23) O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta segunda-feira (23) que nos próximos dois anos o governo federal vai "para o ataque", com privatizações e reformas. A declaração foi feita em uma videoconferência sobre comércio internacional. Guedes também afirmou que a área econômica falhou no cumprimento de metas de abertura da economia brasileira ao comércio exterior. Porém, acrescentou que isso será feito de maneira "gradual, segura e inexorável". Veja detalhes mais abaixo nessa reportagem "Dedicamos este primeiro ano, ano e meio para atacar as grandes despesas do governo. Jogamos na defesa. No segundo ano, e nos próximos dois anos, vamos para o ataque. Vamos para as privatizações, com abertura, com simplificação, reforma tributária, a reindustrialização em cima de energia barata. É esse o panorama à frente", declarou. Entre os próximos passos na agenda de reformas, o ministro citou: lei de falências, já aprovada pela Câmara dos Deputados e aguardando a análise pelo Senado; autonomia do Banco Central, aprovada pelo senadores e aguardando a análise pela Câmara; marcos regulatórios do gás natural e da cabotagem; PEC da emergência fiscal. O ministro também defendeu a necessidade de avançar, nos próximos meses, nas discussões de medidas como as reformas tributária e administrativa, e o pacto federativo. "Agora tem a política. A política às vezes anda, às vezes não anda. Às vezes, bloqueia. Atrasou um pouco a administrativa. Perturbou bastante a tributária, impediu as privatizações", disse ele. Guedes afirmou, novamente, estar convencido de que havia um "acordo político de centro esquerda" para não pautar as privatizações. "E, dentro do governo, também, alguma resistência de alguns ministérios. Todo ministro gosta de uma empresa que está embaixo do ministério dele. Alguns ministros nossos, no início, não compreenderam a importância do programa de privatizações para derrubar a dívida/PIB", disse. No início deste mês, Guedes lamentou não ter conseguido privatizar sequer uma estatal em dois anos de governo, declarando estar "bastante frustrado" com relação a esse assunto. Para 2020, Guedes previa inicialmente fazer quatro grandes privatizações: Eletrobras, Correios, Porto de Santos e Pré-Sal Petróleo S.A. Ele tem dito que a nova meta é vender essas quatro empresas até o fim de 2021. Abertura comercial Além de reconhecer que falhou em levar adiante as privatizações na primeira metade do governo de Jair Bolsonaro, o ministro da Economia admitiu que não conseguiu abrir a economia brasileira. Segundo ele, a tarifa média de importação do Brasil está pouco acima de 14%, sendo que há setores com 34% e outros com zero. A tarifa média praticada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), grupo de nações ricas em que o Brasil quer ingressar, é de 4%. O ministro explicou que o governo é liberal, mas não "trouxa" e que, por isso, antes da abertura comercial é necessário melhorar as condições de competitividade da produção nacional, com uma reforma tributária e novos marcos legais para investimentos. "Não podemos soltar um animal de cativeiro e achar que ele vai competir. Temos de treinar na selva. Tínhamos de fazer uma abertura gradual, mas segura e inexorável. Tem de abrir", declarou. Guedes acrescentou que o objetivo é transformar o Brasil em uma "grande zona de livre comercio, mas que preserve a nossa indústria". Meio ambiente Apesar de não ter conseguido reduzir as tarifas, o ministro disse que o governo avançou em acordos comerciais, citando as negociações com o Mercosul e com a União Europeia. "Assinamos um acordo com a União Europeia, agora vamos ver se os parlamentos ratificam ou não, mas fizemos a nossa parte. Saiu do Ministério da Economia e entrou lá na Europa. Vamos mostrar que temos a matriz de energia mais limpa do mundo, vamos mostrar que nós realmente estamos preocupados com o problema do meio ambiente, vamos fazer o que for preciso para despertar essa boa vontade lá fora", disse. Guedes citou também a existência de outras barreiras comerciais, como as exigências fitossanitárias e relacionadas à preservação do meio ambiente. "Tem exigências fitossanitárias também. 'Essa madeira não queremos porque vem da Amazônia'. Tem uma guerra com argumentação de meio ambiente, uma guerra de protecionismo disfarçado em praticas sanitárias. Temos de ter igual atenção às barreiras não tarifárias", afirmou. VÍDEOS: veja as últimas notícias da economia
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23/11 - PAT de Hortolândia oferece 105 vagas de emprego com salários de até R$ 1,8 mil; veja pré-requisitos
São 60 vagas para auxiliar de cozinha, 40 vagas para operador de telemarketing e 5 vagas para coordenador de restaurante. Os salários variam de R$ 1.051 R$ 1,8 mil. Moradores de Hortolândia encontram 105 vagas de emprego abertas nesta segunda-feira (23) Heloise Hamada/G1 O Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) de Hortolândia (SP) oferece 105 oportunidades de emprego nesta segunda-feira (23). São 60 vagas para auxiliar de cozinha, 40 vagas para operador de telemarketing e 5 vagas para coordenador de restaurante. Os salários variam de R$ 1.051 a R$ 1,8 mil. Os interessados devem comparecer à unidade, localizada na Rua Argolino de Moraes, 405, Vila São Francisco. O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (19) 3965-8912. Pré-requisitos Auxiliar de cozinha - 60 vagas As ofertas para auxiliar de cozinha exigem ensino médio completo e disponibilidade para viajar. Os selecionados devem atuar no setor de pré-preparo, processamento de alimentos e montagem de pratos, além de verificar a qualidade dos gêneros alimentícios. O salário é de R$ 1.195 e a entrevista será no dia 3 de dezembro, às 9h, no próprio PAT. Operador de telemarketing - 40 vagas Para concorrer às vagas de operador de telemarketing, é necessário ter ensino médio completo e experiência na área. A pessoa contratada irá realizar vendas de serviço de tecnologia por telefone. O salário é de R$ 1.051 e a entrevista está marcada para esta quinta-feira (26), às 9h, no órgão. Coordenador de restaurante - 5 vagas Os candidatos devem estar cursando ou ter concluído o ensino superior e ter experiência na função, além de ter disponibilidade para viajar. As vagas são para cuidar da equipe e direcionar responsabilidades aos integrantes do grupo. O salário é de R$ 1,8 mil e a entrevista será no dia 3 de dezembro, às 9h, na unidade. Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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23/11 - Vendas de imóveis novos crescem apesar da pandemia, aponta CBIC
Alta foi de 57,5% no terceiro trimestre, na comparação com o segundo. Lançamentos também cresceram, mas não o suficiente para compensar as perdas dos meses anteriores. As vendas de imóveis novos cresceram 8,4% nos primeiros nove meses deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (23) pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). No terceiro trimestre a alta nas vendas foi bem maior, de 57,5%, na comparação com os três meses anteriores - período de maiores perdas como consequência da pandemia do coronavírus. Os lançamentos também tiveram forte alta na passagem do segundo para o terceiro trimestre deste ano, de 114,1%. Esse aumento, no entanto, não foi suficiente para compensar as perdas dos meses anteriores: no acumulado dos nove primeiros meses do ano, o número de lançamentos ainda é 27,9% menor do que o registrado no mesmo período de 2019. Entre as regiões, o maior aumento entre o segundo e o terceiro trimestres foi observado no Sudeste, onde os lançamentos subiram 197,5% (18.110 unidades), seguida do Norte, onde o número de unidades lançadas cresceu 140,0% (896 unidades). Venda de imóveis bate recorde durante a pandemia Os dados abrangem informações coletadas informações de 150 municípios, sendo 20 capitais, de Norte a Sul do Brasil. Algumas cidades foram analisadas individualmente ou dentro das respectivas regiões metropolitanas. Assista as últimas notícias de economia
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23/11 - Bovespa sobe e renova máxima desde fevereiro; Carrefour recua mais que 5%
Nesta segunda-feira, principal índice da bolsa teve alta de 1,26%, a 107.378 pontos. A bolsa de valores brasileira, a B3, fechou em alta nesta segunda-feira (23), refletindo o maior otimismo global em razão de progressos no desenvolvimento de uma vacina contra o coronavírus. A principal notícia veio da farmacêutica britânica AstraZeneca, que anunciou que sua potencial vacina desenvolvida com a Universidade de Oxford pode ser até 90% eficaz sem nenhum efeito colateral grave. O Ibovespa subiu 1,26%, a 107.378 pontos. É a nova máxima desde 21 de fevereiro, antes do Carnaval. Veja mais cotações. Destaque negativo do pregão, ações do Carrefour lideravam as quedas do dia, com recuo de mais que 5%. O mercado reagiu à repercussão da morte de João Alberto de Freitas, espancado por dois seguranças brancos nas dependências do supermercado em Porto Alegre. Carrefour diz que 20 de novembro foi o dia mais triste de sua história, e presidente global ordena revisão de treinamento dos funcionários Na sexta-feira, a bolsa fechou em queda de 0,59%, a 106.042 pontos, acumulando avanço de 1,20% na semana. Com o resultado de hoje, o Ibovespa acumula alta de 14,29% na parcial do mês. No ano, tem queda de 7,15%. Universidade de Oxford diz que vacina feita com a AstraZeneca mostra 70% de eficácia Cenário global e local No exterior, os mercados acionários globais tinham alta diante de esperanças de que a primeira vacina contra a Covid-19 pode estar disponível dentro de semanas, renovando as apostas de rápida recuperação econômica no próximo ano. O anúncio de hoje da AstraZeneca vem após a Pfizer solicitar a reguladores dos EUA na sexta-feira autorização para uso de emergência de sua vacina contra a Covid-19, que pode acontecer ainda na primeira quinzena de dezembro. "Já há expectativas de que um movimento de vacinação em massa se inicie em breve na Europa e EUA. Este sentimento minimiza a preocupação do forte crescimento de novos casos da doença no mundo", avaliou a equipe da Mirae Asset. Por aqui, a expectativa do mercado para a inflação de 2020 passou de 3,25% para 3,45%, enquanto que a estimativa de tombo do Produto Interno Bruto (PIB) no ano foi revisada de 4,66% para 4,55%, segundo a pesquisa Focus do Banco Central. A projeção para a taxa de câmbio no fim de 2020 recuou de R$ 5,41 para R$ 5,38. Para o fechamento de 2021, continuou em R$ 5,20 por dólar. Já a expectativa para a taxa Selic para o final de 2021 subiu de 2,75% para 3% ao ano. As chances de desdobramentos econômicos da pandemia em 2021 no Brasil, no entanto, seguiam no radar, com o mercado atento a riscos de permanência de gastos emergenciais, o que prejudicaria a já frágil situação fiscal do Brasil. O ministro Paulo Guedes, da Economia, afirmou na tarde desta segunda-feira (23) que o governo não pretende prorrogar o auxílio emergencial, concedido desde maio para desempregados e trabalhadores informais em razão da pandemia do coronavírus. Em evento virtual promovido por uma empresa de investimentos, o ministro disse que há pressão política pela prorrogação e que a área econômica está preparada para reagir "se houver uma segunda onda" da Covid-19. Mas, para Guedes, a doença "cedeu" e "está descendo", razão pela qual o auxílio não seria mais necessário porque, segundo afirmou, a economia "está voltando forte". Risco fiscal: entenda o que é e saiba por que a piora das contas públicas preocupa Variação do Ibovespa em 2020 G1 Economia VÍDEOS: Últimas notícias de Economia n
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23/11 - Discurso ambiental de Bolsonaro afeta credibilidade e preocupa cada vez mais agronegócio
Camarotti fala sobre o pronunciamento de Jair Bolsonaro na Cúpula do G20 Cada vez mais, o setor do agronegócio fica em alerta com a perda de credibilidade e isolamento do Brasil em relação à política ambiental e à preservação da floresta amazônica. Ao Blog, um importante empresário do agronegócio alertou que esse discurso negacionista do governo Bolsonaro sobre o meio ambiente já começa a trazer consequências econômicas. Após recordes de desmatamento e queimadas, o presidente Jair Bolsonaro afirmou neste domingo (22), durante a reunião do G20, que o país sofre 'ataques injustificados' de 'nações menos competitivas e menos sustentáveis'. Ele ressaltou que o Brasil dedica uma pequena área do território para agricultura e que tem grande área de vegetação ainda preservada. Cada vez mais isolado internacionalmente, Bolsonaro agora tenta repassar responsabilidades em relação à política ambiental do Brasil. Esse isolamento foi intensificado com a derrota do presidente americano, Donald Trump, na eleição norte-americana. Depois disso, o brasileiro já ameaçou os Estados Unidos com o uso da “pólvora”, o que foi motivo de chacota. Ele também teve que recuar de apresentar “lista de países” que comprariam madeira ilegal do Brasil. “Tudo isso já começa a trazer consequências. Ao fazer um discurso negacionista sobre a dimensão das queimadas e do desmatamento na floresta amazônica, e na destruição de outros biomas nacionais, o governo Bolsonaro perde cada vez mais credibilidade na área ambiental. Resultado: crescem boicotes aos produtos brasileiros na Europa, acordos comerciais em andamento começam a sofrer resistências. Isso também já começa a afetar até mesmo investimentos previstos para o país. E preocupa cada vez mais o setor responsável pelo agronegócio brasileiro”, disse ao Blog esse empresário do setor.
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23/11 - Atividade de negócios na zona do euro tem forte queda em novembro puxada por serviços
Medidas para conter segunda onda de covid-19 afetam setor e derrubam PMI composto; economista vê risco de nova contração do PIB no 4º trimestre. O Índice de Gerente de Compras (PMI, na sigla em inglês) caiu acentuadamente na zona do euro em novembro, segundo dados preliminares divulgados nesta segunda-feira (23) pela IHS Markit. A queda foi puxada pelo setor de serviços, mais impactado pelas medidas atuais dos governos para conter a segunda onda da covid-19 no continente. O PMI composto, que inclui os resultados de indústria e serviços, caiu de 50,0 em outubro para 45,1 pontos neste mês, pior do que a expectativa de 47,1 de economistas consultados pelo “Wall Street Journal”. O PMI de serviços caiu para 41,3 pontos em novembro, de 46,9 em outubro, pior do que a expectativa de 42,4, de acordo com os dados preliminares. Europa se esforça para conter o aumento nos números de casos e mortes por Covid-19 O PMI industrial caiu menos, de 54,8 em outubro para 53,6 em novembro, ficando um pouco acima da expectativa de 53,1 de economistas consultados pela pesquisa do “Wall Street Journal”. Leituras abaixo de 50 indicam contração da atividade, enquanto acima de 50 apontam expansão. “A economia da zona do euro mergulhou de volta em um declínio severo em novembro em meio a esforços renovados para anular a crescente onda de infecções por covid-19. Os dados aumentam a probabilidade de que a região verá o PIB se contrair de novo no quarto trimestre”, afirmou por meio de comunicado o economista-chefe da IHS Markit, Chris Williamson. Na Alemanha, o PMI de serviços caiu para 46,2 em novembro, de 49,5 em outubro, enquanto o PMI industrial recuou para 57,9, de 58,2 em outubro. O PMI composto cedeu para 52,0, de 55,0 em outubro. Os resultados foram piores na França, onde o PMI de serviços despencou para 38,0 em novembro, de 46,5 em outubro, enquanto o PMI industrial também caiu para território de contração a 49,1 em novembro, de 51,3 em outubro. Assim, o PMI composto cedeu para 39,9 pontos, de 47,5 em outubro. Apesar dos dados ruins, o economista da IHS Markit Eliot Kerr destaca pontos positivos na leitura dos dados preliminares da França. “Com o renovado endurecimento das restrições na França no fim de outubro, uma queda acentuada na atividade do setor privado durante novembro foi quase inevitável. No entanto, é um tanto positivo ver que a última contração foi substancialmente mais lenta do que durante o bloqueio anterior. Estes resultados sugerem que algumas empresas francesas foram capazes de adaptar suas operações às novas condições”, afirmou em comunicado. A Assista as últimas notícias de economia
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23/11 - Importação chinesa de carne suína avança 80% em outubro
Brasil tem sido um dos principais fornecedores da proteína para os chineses, com mais de 460 mil toneladas negociadas. Vendedor segura peça de carne suína em mercado em Handan, na China REUTERS/Stringer A China importou 330 mil toneladas de carne suína em outubro, segundo dados alfandegários divulgados nesta segunda-feira (23). Isso representa um aumento de 80,4% em relação ao ano anterior. O motivo, segundo especialistas, é que os chineses estão estocando a proteína, a mais consumida por eles, até retomada da produção local, que foi afetada por um surto de peste suína africana. A produção de carne suína da China caiu 19% no primeiro semestre do ano, depois que a peste suína africana devastou seu enorme rebanho de suínos nos últimos dois anos. As importações nos primeiros 10 meses do ano aumentaram 126,2%, para 3,62 milhões de toneladas, disse a Administração Geral das Alfândegas. As importações de outubro foram menores do que as 380 mil toneladas do mês anterior, com a recuperação da oferta chinesa pressionando os preços locais e deixando importadores mais cautelosos. O rebanho suíno da China cresceu 26,9% em outubro em relação ao ano anterior, de acordo com o Ministério da Agricultura. Os preços da carne suína caíram cerca de 28% desde o início de julho, para 36,7 iuanres (US$ 5,59) por quilo, embora ainda esteja muito acima dos níveis já alcançados antes do surto da doença. Carne bovina As importações de carne bovina em outubro aumentaram 12,2% ano a ano, para 170 mil toneladas, segundo os dados, com embarques acumulados de 1,74 milhão de toneladas no ano. A China tem sido o principal destino de carnes suína e bovina do Brasil neste ano. De janeiro a outubro, o Brasil exportou 423,2 mil toneladas de carne suína aos chineses, enquanto embarcou 684,7 mil toneladas de carne bovina ao país asiático, segundo dados do governo brasileiro. Veja os vídeos mais assistidos do Globo Rural
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23/11 - Dólar fecha em alta e se aproxima de R$ 5,45
Nesta segunda-feira, a moeda norte-americana subiu 0,83%, cotada a R$ 5,4310. Notas de dólar Hafidz Mubarak/Reuters O dólar fechou em alta nesta segunda-feira (23), com o desconforto sobre a situação fiscal do Brasil pesando apesar de esperanças em relação ao desenvolvimento de uma vacina para a Covid-19. A moeda norte-americana subiu 0,83%, cotada a R$ 5,4310. Na mínima da sessão, chegou a R$ 5,3398, e na máxima, a R$ 5,4495. Veja mais cotações. Com o desempenho desta segunda, o dólar acumula queda de 5,35% na parcial de novembro, mas ainda tem alta de 35,44% no ano. Nesta segunda, o Banco Central realizou leilão de swap tradicional para rolagem de até 12 mil contratos com vencimento em abril e agosto de 2021. Vacina de Oxford contra Covid-19 tem eficácia média de 70% Cenário local e externo "O mercado está bastante desconfortável com o andamento das discussões sobre o fiscal, muito por conta das incertezas do próprio governo, que não define medidas concretas que devem ser tomadas", disse à Reuters Thomás Gibertoni, especialista da Portofino Multi Family Office. "Já passamos do primeiro turno das eleições (municipais), então esperava-se aceleração das discussões no Congresso. Isso deve seguir até que o governo paute prioridades." Risco fiscal: entenda o que é e saiba por que a piora das contas públicas preocupa Investidores monitoraram falas do ministro Paulo Guedes, que participou nesta manhã de webinário da Firjan e evento da International Chamber of Commerce Brazil. Guedes adotou discurso mais uma vez otimista em relação à recuperação econômica brasileira diante da crise do coronavírus e defendeu a continuidade da agenda de reformas do governo. Ele disse ter certeza quanto à aprovação pela Câmara dos Deputados da autonomia formal do Banco Central e afirmou acreditar que "estamos muito próximos da reforma tributária", além de ter defendido a importância das privatizações. No exterior, crescem as esperanças de uma recuperação econômica global liderada por progressos em vacinas contra o coronavírus. A farmacêutica britânica AstraZeneca anunciou que sua potencial vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford pode ser até 90% eficaz sem nenhum efeito colateral grave. O anúncio vem após a Pfizer solicitar a reguladores dos EUA na sexta-feira autorização para uso de emergência de sua vacina contra a Covid-19, que pode acontecer ainda na primeira quinzena de dezembro. Assista às últimas notícias de economia $ Variação do dólar em 2020 Economia G1
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23/11 - Mercado financeiro vê tombo menor do PIB em 2020 e eleva estimativa de inflação para 3,45%
É a décima quinta semana seguida em que estimativas de inflação são revisadas para cima. Economistas ouvidos pelo Banco Central reduziram a projeção de queda do PIB para 4,55%. Os economistas do mercado financeiro elevaram a estimativa de inflação para 2020 pela décima quinta semana seguida e também passaram a estimar um tombo menor do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano. As expectativas fazem parte do boletim de mercado conhecido como relatório "Focus", divulgado nesta segunda-feira (23) pelo Banco Central (BC). Os dados foram levantados na semana passada em pesquisa com mais de 100 instituições financeiras. Para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, a expectativa do mercado para este ano passou de 3,25% para 3,45%. No decorrer do ano, com a pandemia do novo coronavírus e a recessão na economia brasileira, o mercado baixou a estimativa de inflação. Nos últimos meses, porém, com a alta do dólar e com a retomada da economia, os preços voltaram a subir. Em setembro, a inflação oficial do país avançou 0,64%, a maior alta para o mês desde 2003. Em outubro, subiu para 0,86%, a maior desde 2002. Apesar da alta, a expectativa de inflação do mercado para este ano segue abaixo da meta central, de 4%, e acima do piso do sistema de metas, que é de 2,5% em 2020. Pela regra vigente, o IPCA pode oscilar de 2,5% a 5,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. Quando a meta não é cumprida, o BC tem de escrever uma carta pública explicando as razões. A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic). Para 2021, o mercado financeiro subiu de 3,22% para 3,40% sua previsão de inflação. No ano que vem, a meta central de inflação é de 3,75% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2,25% a 5,25%. Inflação oficial tem maior índice para outubro desde 2002 Retração da economia Sobre o comportamento da economia brasileira em 2020, os economistas do mercado financeiro baixaram sua estimativa de tombo do Produto Interno Bruto (PIB) de 4,66% para 4,55% na semana passada. O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Na última semana, o mercado subiu de 3,31% para 3,40% a estimativa de expansão do PIB para 2021. A expectativa para o nível de atividade foi feita em meio à pandemia do novo coronavírus, que tem derrubado a economia mundial e colocado o mundo no caminho de uma recessão. Nos últimos meses, porém, indicadores têm mostrado uma retomada da economia brasileira. Em novembro, o governo brasileiro baixou de 4,7% para 4,5% sua previsão para a retração do PIB em 2020. O Banco Mundial prevê uma queda de 5,4% no PIB brasileiro e o Fundo Monetário Internacional (FMI) estima um tombo de 5,8% em 2020. Em 2019, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB cresceu 1,1%. Foi o desempenho mais fraco em três anos. Após recuar 2,5% nos primeiros três meses deste ano (número revisado), o PIB apresentou um tombo de 9,7% no segundo trimestre deste ano – contra os três meses anteriores. Foi a maior queda desde que o IBGE iniciou os cálculos do PIB trimestral, em 1996. Taxa básica de juros Após a manutenção da taxa básica de juros em 2% ao ano no fim de outubro, o mercado segue prevendo estabilidade na Selic neste patamar até o fim deste ano. Para o fim de 2021, a expectativa do mercado subiu de 2,75% para 3% ao ano. Isso quer dizer que os analistas passaram a estimar uma alta de juros maior em 2021. Outras estimativas Dólar: a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2020 recuou de R$ 5,41 para R$ 5,38. Para o fechamento de 2021, continuou em R$ 5,20 por dólar. Balança comercial: para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2020 ficou estável em US$ 57,73 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado permaneceu em US$ 55,10 bilhões de superávit. Investimento estrangeiro: a previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil neste ano recuou de US$ 50 bilhões para US$ 45 bilhões. Para 2021, a estimativa permaneceu estável em US$ 60 bilhões.
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23/11 - Prévia da confiança da indústria aponta crescimento em novembro, diz FGV
Resultado prévio da sondagem sinaliza avanço para o maior nível em 10 anos e acomodação do nível de utilização da capacidade Instalada da indústria. A prévia da Sondagem da Indústria de novembro sinaliza aumento de 1,6 ponto do índice de confiança dos empresários do setor em relação ao número final de outubro, para 112,8 pontos, segundo informou nesta segunda-feira (23) a Fundação Getulio Vargas. Se o resultado se confirmar, será a sétima alta mensal seguida do indicador e "será o maior valor do índice desde outubro de 2010 (113,6 pontos)", segundo informou a FGV. A alta do resultado prévio da confiança é consequência de movimentos opostos entre as avaliações sobre o momento presente e as expectativas para os próximos meses. O Índice de Situação Atual aumentaria 4,4 pontos, para 118,1 pontos (o maior valor desde dezembro de 2007, 118,9 pontos), enquanto o Índice de Expectativas recuaria 1,2 ponto, para 107,4 pontos. O dado preliminar de novembro indica ainda relativa acomodação do Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (NUCI) com redução de 0,2 ponto percentual, para 79,6%. Em médias móveis trimestrais, o NUCI continuaria apresentando avanço pelo quinto mês consecutivo, de 77,8% para 79,2%. Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria aponta que o setor está otimista para 2021 Vídeos: veja últimas notícias da economia no Brasil e no mundo
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23/11 - Índice de ações da China fecha em máxima de 5 anos com otimismo sobre vacina
Índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 1,25%, chegando ao maior nível de fechamento desde 17 de junho de 2015. O índice de blue-chips (ações mais negociadas) da China fechou esta segunda-feira (23) no nível mais alto em mais de cinco anos, liderado por ganhos em matérias-primas e energia, conforme as esperanças de uma recuperação liderada por vacina contra o coronavírus ampliava o apetite por risco. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 1,25%, chegando ao maior nível de fechamento desde 17 de junho de 2015, enquanto o índice de Xangai teve ganho de 1,09%. Os índices de matérias-primas do CSI300 e de energia subiram 2,1% e 3,8%, respectivamente. Uma autoridade da força-tarefa de desenvolvimento de uma vacina do governo dos Estados Unidos afirmou no domingo que as primeiras vacinas podem ser distribuídas a trabalhadores de saúde norte-americanos e outros até meados de dezembro. Existem expectativas de recuperação econômica global já que uma vacina será disponibilizada mais cedo ou mais tarde, disse Jin Jing, analista do Caitong Securities. Vacina da Universidade de Oxford e AstraZeneca mostra até 90% de eficácia na prevenção da Covid-19 Veja votações de fechamento das bolsas da Ásia: Em TÓQUIO, o índice Nikkei não teve operações. Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 0,13%, a 26.486 pontos. Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 1,09%, a 3.414 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 1,25%, a 5.005 pontos. Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 1,92%, a 2.602 pontos. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 1,18%, a 13.878 pontos. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 1,27%, a 2.848 pontos. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 0,34%, a 6.561 pontos.
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23/11 - Danone anuncia corte de 2 mil postos de trabalho
Nos primeiros nove meses do ano, grupo francês registrou que da de 5,4% no faturamento. O grupo francês Danone, que registra quedas nas vendas devido à pandemia de Covid-19, anunciou nesta segunda-feira que vai cortar até 2 mil postos de trabalho na França e no exterior para "simplificar" a organização e voltar a crescer. As demissões afetarão todas as estruturas que supervisionam os países, como "nossas sedes em Amsterdã, Singapura e Paris", declarou o presidente da Danone, Emmanuel Faber. Na França, a Danone vai suprimir entre 400 e 500 empregos, principalmente na diretoria e em funções administrativas. O plano, que recebeu o nome "Local First", pretende "dar poder às instâncias locais" nos países em que a Danone está implantada. O grupo espera "um corte de quase 700 milhões de euros (830 milhões de dólares) em gastos gerais e administrativos", afirma um comunicado. Além disso, a empresa aposta em melhorar a "produtividade industrial para reduzir em 300 milhões de euros o custo dos produtos", completa a nota. "Trata-se de acelerar a digitalização e a robotização das fábricas, e passar de meia dúzia de fábricas muito digitalizadas a 40 em 2023", disse Faber. "O objetivo do plano é retomar o caminho do crescimento rentável", completou. Nos primeiros nove meses do ano, a Danone registrou que da de 5,4% no faturamento, que foi de 18 bilhões de euros (US$ 21,3 bilhões). A pandemia de Covid-19 afeta de modo particular as vendas de água engarrafada (-20,5%), muito abalada pelos fechamentos de bares e restaurantes. Vídeos: veja últimas notícias de economia no Brasil e o mundo
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23/11 - Seis 'motores' que podem reativar economias na América Latina
Depois do choque causado pela pandemia, a pergunta que muitos países se fazem agora é como reconstruir a economia diante do aumento da dívida pública e da queda na arrecadação de impostos. Crescendo ao ritmo médio da última década, região poderia voltar ao patamar pré-pandemia em 2024 Getty Images via BBC As marcas deixadas pela pandemia de Covid-19 na América Latina não vão desaparecer do dia para a noite, mas, quanto mais cedo estiverem funcionando os motores da recuperação econômica, maiores as são possibilidades de deixar a crise para trás mais rapidamente. Na região que contabiliza mais de 11 milhões de pessoas contaminadas pela doença causada pelo novo coronavírus — mais da metade no Brasil — e de 400 mil mortos, as projeções mais recentes apontam para uma queda recorde do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020, superior a 9%. Diante de uma contração dessa magnitude, o desemprego disparou a 11,4% no primeiro semestre deste ano, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT). O problema, entretanto, é bem mais grave do que parece, porque as cifras da OIT não incluem os trabalhadores informais, que são mais de 50% da força de trabalho na região. A pergunta que muitos países se fazem agora é como reconstruir a economia diante do aumento da dívida pública e da queda na arrecadação de impostos. Não há uma receita única que sirva para toda a região. Ainda assim, pesquisadores da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) propõem alguns caminhos que podem dar um impulso ao que provavelmente vai ser um longo período de recuperação. "A chave é incluir as dimensões econômica, social e ambiental do desenvolvimento sustentável", disse à BBC News Mundo, serviço em língua espanhola da BBC, Alice Bárcena, secretária executiva da organização. Entre os possíveis motores identificados pela Cepal estão as energias renováveis, o setor de transportes, a chamada "revolução digital", a indústria da saúde, a bioeconomia e a economia circular. Conheça cada um deles a seguir: 1. Uma nova matriz energética A participação das energias renováveis não convencionais (biomassa, solar, eólica, geotérmica e biogás) na produção de eletricidade na América Latina aumentou de cerca de 4% em 2010 para 12% em 2018. "Se continuarmos 'descarbonizando' (substituindo a energia que tem como subproduto gases poluentes), poderíamos criar sete milhões de empregos em uma década", aponta Bárcena. Um fator alentador nesse sentido é o fato de que o investimento estrangeiro na área de energia renovável vem crescendo, principalmente por meio de empresas europeias e, em menor medida, chinesas. No processo de transição para o uso de energia mais "limpa" destacam-se países como Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras e Nicarágua, na América Central, e, no sul da região, Brasil, Chile e Uruguai. Na contramão estão México, Bolívia, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela, que chegaram a reduzir a participação das modalidades renováveis na oferta total de energia. 2. Mobilidade urbana A substituição dos veículos que rodam com combustível fóssil tem potencial para criar cerca de 4 milhões de empregos no setor de transportes nos segmentos de operação e manutenção de veículos pesados e outros 1,5 milhão na indústria de veículos leves, de acordo com as estimativas da Cepal. Ainda que a indústria de carros elétricos seja incipiente, a frota de ônibus elétricos começa a crescer — são cerca de 1,3 mil unidades rodando em 10 países —, especialmente em cidades como Santiago, capital do Chile. Dois fatores contribuem para o avanço: a redução do custo das baterias, que tornou os ônibus elétricos mais competitivos, e o processo relativamente eficiente de conversão dos veículos convencionais em elétricos, que é barato. 3. A revolução digital A pandemia acelerou a digitalização em vários países da região e evidenciou a importância da conectividade para o mundo do trabalho, da saúde, da educação e para o comércio. Enquanto na Europa e nos Estados Unidos cerca de 40% dos trabalhadores empregados conseguem desempenhar suas funções em home office, na América Latina isso só vale para 21,3% dos ocupados. No campo da educação, por sua vez, quase metade das crianças com idade entre 5 e 12 anos vive em domicílios sem acesso à internet — o que acabou afetando o processo de aprendizagem de muitas delas no período em que as escolas estiveram fechadas. Na América Latina, cerca de 21% dos ocupados conseguem trabalhar de casa - metade do percentual registrado na Europa e nos Estados Unidos Getty Images via BBC O uso de tecnologias digitais também está muito aquém do que se observa em outras regiões quando se fala de cadeia de suprimentos, de processamento e manufatura. Enquanto 70% das empresas nos países da OCDE utilizam internet em sua cadeia de abastecimento, na América Latina a cifra chega a apenas 37%. Por isso, especialistas afirmam que os países latino-americanos devem se preparar para a indústria do futuro, especialmente formando mão de obra qualificada, com as novas habilidades que essas tecnologias demandam. 4. A indústria da saúde Essa é uma área que engloba diferentes segmentos: a indústria farmacêutica, a fabricação de medicamentos e equipamentos e pesquisa e desenvolvimento. São setores que costumam criar empregos com boa remuneração, que facilitam o progresso técnico e que, por isso, podem ajudar a dinamizar a economia. Com a chegada da pandemia de Covid-19, as grandes corporações estão mudando suas estratégias para reduzir os níveis de risco de quebra suas cadeias de abastecimento, ainda que isso signifique maior custo de produção. Na prática, algumas empresas têm tentado levar parte da produção para mais próximo de seus mercados consumidores, o que pode beneficiar países da América Latina, especialmente se a região oferecer alternativas na área de produção. 5. A bioeconomia O potencial da bioeconomia ficou ainda mais evidente com a pandemia. Essa é uma área que busca agregar valor a recursos biológicos de maneira sustentável — e é uma das que tem se beneficiado nesses tempos de crise sanitária. Ela inclui desde a agricultura e a produção de alimentos à fabricação do produtos biotecnológicos como vacinas, métodos diagnósticos e de tratamento. 6. A economia circular Se a economia linear se baseia em produzir, consumir e eliminar, a circular busca um outro caminho: reciclar e reutilizar os produtos em vez de descartá-los. Um dos seus fundamentos, portanto, é reduzir a geração de resíduos e as emissões de dióxido de carbono para resguardar o meio ambiente. A Cepal vê uma oportunidade para que a região aposte nessa área por meio de segmentos como a gestão de resíduos sólidos domiciliares, do lixo orgânico a plásticos e eletrônicos. Retorno aos níveis pré-crise Segundo os cálculos da Cepal, caso a América Latina crescesse à taxa média observada na última década, de 1,8%, voltaria ao patamar observado antes da crise causada pela pandemia em 2024. Se o ritmo fosse o dos últimos 6 anos, de apenas 0,4%, o retorno ao nível pré-crise não chegaria antes da próxima década, acrescenta Bárcena. Boa parte do futuro da economia da região dependerá de fatores como a evolução da pandemia, o ritmo de recuperação do mundo como um todo, o preço das matérias-primas e os recursos disponíveis no mercado e nos organismos internacionais para financiar o crescimento, além da vontade política de cada governo. Vídeos: veja as últimas notícias de economia no Brasil e no mundo
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23/11 - 4 empresas abrem vagas de emprego; veja lista
Hotmart, Grupo GR, Tangerino e Grupo Sabin Medicina Diagnóstica são empresas com vagas abertas. As empresas Hotmart, Grupo GR, Tangerino e Grupo Sabin Medicina Diagnóstica estão com vagas de emprego abertas. Veja abaixo detalhes dos processos seletivos: Veja mais vagas de emprego pelo país Hotmart A Hotmart tem mais de 150 vagas abertas para diversas áreas, como marketing, administração, atendimento ao cliente, desenvolvimento de negócios, tecnologia, entre outras. As oportunidades são para Belo Horizonte, São Paulo, Bogotá, Cidade do México, Madri e Amsterdam. Durante o período de isolamento social, a Hotmart está disponibilizando mesas e cadeiras para os colaboradores trabalharem de casa, ajuda de custo para despesas com energia elétrica, além de aulas de ginástica laboral, yoga e atendimento psicológico à distância. Além dos benefícios tradicionais do mercado de trabalho, a empresa oferece bônus trimestral, participação anual nos lucros, auxílio idioma e educação, bonificação extra da retirada total das férias remuneradas, previdência privada, licença maternidade e paternidade estendidas, auxílio creche, entre outros. Mais informações no link https://www.hotmart.com/jobs/pt-BR Grupo GR O Grupo GR tem vagas abertas para o cargo de porteiro/controlador de acesso no interior de São Paulo. As vagas estão distribuídas entre as regiões de Jaguariúna, Jundiaí, Jacareí e Cajamar. A empresa não recebe currículos por e-mail ou contato telefônico, a candidatura é feita somente online no site https://grupogr.pandape.com.br/. Tangerino O Tangerino está com 4 vagas abertas para funções como líder técnico (desenvolvedor de Java), analista de pré-vendas, analista de suporte - onboarding e analista de testes. A empresa fica localizada em Belo Horizonte e os interessados podem se candidatar pelo link https://jobs.solides.com/tangerino Grupo Sabin Medicina Diagnóstica O Grupo Sabin Medicina Diagnóstica está com mais de 120 oportunidades nas áreas administrativa, apoio, atendimento, coleta, transporte e área técnica (biomédico, bioquímico, coordenador técnico, técnico em laboratório). As oportunidades estão abertas em todos 12 estados e no Distrito Federal. Para conferir as vagas disponíveis pelo Grupo Sabin, acesse: https://jobs.kenoby.com/sabin-site Assista a mais notícias de Economia:
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23/11 - País tem, ao menos, 88 concursos públicos com inscrições abertas para mais de 12 mil vagas
Cargos são em todos os níveis de escolaridade. Na Prefeitura de São Miguel do Oeste (SC), o salário pode chegar a R$ 18,5 mil; Secretaria de Estado da Educação e do Esporte do Paraná oferta 4 mil vagas. selo concursos opcao 01 Editoria de arte/G1 oiPelo menos 88 concursos públicos estão com inscrições abertas no país nesta segunda-feira (23), com oferta de mais de 12 mil vagas.s. Pelo menos 88 concursos públicos estão com inscrições abertas no país nesta segunda-feira (23), com oferta de mais de 12 mil vagas. Só na Secretaria de Estado da Educação e do Esporte do Paraná há 4 mil vagas em disputa. Uma vaga para médico na Prefeitura de São Miguel do Oeste (SC) tem o salário de quase R$ 18,5 mil. CONFIRA AQUI A LISTA COMPLETA DE CONCURSOS E OPORTUNIDADES Além das vagas abertas, há concursos para formação de cadastro de reserva – ou seja, os candidatos aprovados são chamados conforme a abertura de vagas durante a validade do concurso. Também com altos salários e inscrições abertas apenas nesta semana, estão processos seletivos da Prefeitura de Iguape (SP), com ganhos de até R$ 14.718,20, e da Prefeitura de Giruá (RS), que chegam a R$ 17.960,75. Veja abaixo as informações os concursos que abrem suas inscrições nesta segunda-feira: Fundação para o Desenvolvimento Médico e Hospitalar (Famesp) Inscrições: até 02/12/2020 9 vagas Salários de até R$ 3.344,38 Cargos de nível fundamental, técnico e superior Veja o edital Prefeitura de Balneário Rincão (SC) Inscrições: até 27/11/2020 26 vagas Cargos de nível fundamental Veja o edital Prefeitura de Giruá (RS) Inscrições: até 25/11/2020 1 vaga Salário de até R$ 17.960,75 Cargo de nível superior Veja o edital Prefeitura de Iguape (SP) Inscrições: até 24/11/2020 7 vagas Salários de até R$ 14.718,20 Cargos de nível superior Veja o edital Prefeitura de Iúna (ES) Inscrições: até 28/11/2020 7 vagas Salários de até R$ 2.040,00 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Marília (SP) Inscrições: até 10/12/2020 88 vagas Salários de até R$ 5.647,56 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Mira Estrela (SP) Inscrições: até 28/11/2020 36 vagas Salários de até R$ 5.408,35 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de São Miguel do Oeste (SC) Inscrições: até 02/12/2020 1 vaga Salário de até R$ 18.498,78 Cargo de nível superior Veja o edital Prefeitura de Tapurah (MT) Inscrições: até 01/12/2020 10 vagas Salários de até R$ 3.247,12 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Inscrições: até 25/11/2020 27 vagas Salários de até R$ 4.699,21 Cargos de nível superior Veja o edital VÍDEOS: Últimas notícias de Economia
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23/11 - Câmara acelera discussão de proposta de 'Refis da Covid-19', parada desde maio
A Câmara dos Deputados decidiu dar início à tramitação de uma nova renegociação de dívidas de pessoas físicas e jurídicas. A proposta estava parada desde maio e é chamada de Programa Extraordinário de Regularização Tributária durante a pandemia – uma espécie de "Refis da Covid-19". O "Diário Oficial da Câmara" trouxe, na sexta-feira (20), um despacho assinado pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), encaminhando o texto para tramitação nas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça. Ao mesmo tempo, já há pedidos de líderes para aprovar um regime de urgência, o que poderia levar a proposta para votação diretamente em plenário. A proposta do deputado Ricardo Guidi (PSD-SC) estava parada desde maio na Casa. Porém, Maia afirmou ao blog nesta segunda-feira (23) que o projeto "não tem essa urgência” e que o encaminhamento seria apenas protocolar. Ao blog, Maia afirmou neste domingo (22) que uma renegociação das dívidas poderia ser incluída nas discussões da reforma tributária, mas não seria prioridade neste momento. Nesta segunda, Maia também afirmou ao blog que já foi combinado com a equipe econômica do governo que a discussão do tema só irá ocorrer em um debate mais amplo de mudanças no regime de impostos. Segundo o presidente da Câmara, há votos suficientes para o texto da reforma ser aprovado. O que diz o projeto O projeto na Câmara prevê renegociação dos débitos de pessoas físicas e jurídicas, inclusive para quem já está em recuperação judicial. Esses devedores poderiam renegociar as dívidas com o governo inscritas até 31 de dezembro, quando termina o estado de calamidade pública declarado em razão da pandemia de Covid-19. A data prevista no texto vale para o registro da dívida. A inscrição no programa poderia ser feita até 90 dias após o fim do estado de calamidade. Em 2017, o governo realizou um programa similar, que ficou conhecido como "Refis", para regularizar dívidas de tributos com órgãos públicos como a Receita Federal e a Procuradoria da Fazenda Nacional. VÍDEOS: notícias de economia
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23/11 - Imposto de Renda: Receita abre consultas a lote residual de restituição
Dinheiro da restituição será liberado no próximo dia 30. Receita irá pagar R$ 399 milhões a mais de 198 mil contribuintes nesse lote. Receita Federal vai abrir nesta segunda-feira consulta a lote residual de restituição do IR de novembro Marcello Casal Jr/Agência Brasil A Receita Federal liberou nesta segunda-feira (23) as consultas ao lote residual de restituição do Imposto de Renda 2020 do mês de novembro. Clique aqui para fazer a consulta O lote residual vai pagar R$ 399 milhões a 198.967 contribuintes. Segundo a Receita, o dinheiro das restituições será depositado no dia 30 de novembro. As consultas poderão ser feitas por meio da página da Receita na internet ou pelo telefone 146. Também é possível checar se há inconsistências na declaração e fazer a regularização pelo portal e-CAC, menu Meu Imposto de Renda. Prazo para entrega terminou em julho; veja o que fazer se você não declarou 910 mil contribuintes caíram na malha fina A Receita informa que, caso a restituição tenha sido liberada, mas o valor não for creditado, o contribuinte pode ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco. Consultas Ao realizar a consulta do Imposto de Renda 2020, o contribuinte será informado: que foi contemplado e que receberá os valores na semana que vem; ou que a declaração está na "fila de restituição", ou seja, que está tudo correto (apenas aguardando a liberação dos valores nos próximos meses), ou que está "em processamento", ou na "fila de espera" do órgão. Quando a declaração está "em processamento" ou na "fila de espera", pode ser que haja alguma inconsistência de informações, e o contribuinte pode revisá-la para ter certeza, mas isso ainda não é certo. VÍDEOS: Últimas notícias de Economia
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23/11 - Auxílio Emergencial: Caixa paga nova parcela a 4,9 milhões nesta segunda
Entre os que recebem nesta segunda estão 1,6 milhão de trabalhadores do Bolsa Família, que recebem a terceira parcela de R$ 300. A Caixa Econômica Federal (CEF) paga nesta segunda-feira (23) mais uma parcela do Auxílio Emergencial a 4,9 milhões de trabalhadores. Aos trabalhadores que fazem parte do Bolsa Família, o pagamento já é referente à 3ª parcela de R$ 300 do benefício. Nesta segunda, recebem 1,6 milhão de trabalhadores cujo número do NIS encerra em 5. Entre os demais trabalhadores, estão 3,1 milhões que vão receber uma parcela do Auxílio Emergencial extensão, de R$ 300. Outros 200 mil ainda vão receber alguma das parcelas de R$ 600. Os pagamentos desta segunda são para nascidos em fevereiro. Veja o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial Veja como serão os pagamentos de R$ 300 e tire dúvidas Saiba como liberar a conta bloqueada no aplicativo Caixa Tem Tira dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Confira as datas para o pagamento da nova fase do Auxílio Emergencial de R$ 300,00 Para os trabalhadores fora do Bolsa Família, a ajuda paga nesta segunda será creditada em conta poupança social digital da Caixa, que poderá ser usada inicialmente para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual. Saques e transferências para quem receber o crédito nesta segunda serão liberados no dia 19 de dezembro (veja nos calendários mais abaixo). VEJA QUEM RECEBE NESTA SEGUNDA: 1,6 milhão de trabalhadores que fazem parte do Bolsa Família, cujo número do NIS encerra em 5, recebem a 3ª parcela de R$ 300 200 mil trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, nascidos em fevereiro, recebem a próxima parcela de R$ 600: - aprovados que já receberam 4 parcelas recebem a quinta parcela; - aprovados que já receberam 3 parcelas recebem a quarta parcela; - aprovados que já receberam 2 parcelas recebem a terceira parcela; - aprovados que já receberam 1 parcela recebem a segunda parcela. 3,1 milhões de trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, nascidos em fevereiro, recebem a próxima parcela de R$ 300: - trabalhadores que já receberam as 5 parcelas de R$ 600 recebem a primeira de R$ 300 - trabalhadores que já receberam 1 parcela de R$ 300 recebem a segunda parcela de R$ 300 - trabalhadores que já receberam 2 parcelas de R$ 300 recebem a terceira parcela de R$ 300 Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. Calendários de pagamento Veja abaixo os calendários de pagamento. BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial - Beneficiários do Bolsa Família Economia G1 BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA Clique aqui para ver o calendário completo dos pagamentos VÍDEOS: as últimas notícias sobre o Auxílio Emergencial l
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23/11 - PATs ofertam 312 vagas de emprego em oito cidades da região de Campinas; veja cargos
Devido à pandemia, unidades atendem pela internet, telefone ou com horário agendado. PATs da região oferecem XX oportunidades de emprego em XX cidades da região de Campinas (SP). Divulgação/Reprodução As unidades de atendimento ao trabalhador de Americana (SP), Campinas (SP), Espírito Santo do Pinhal (SP), Indaiatuba (SP), Itapira (SP), Jaguariúna (SP), Louveira (SP) e Mogi Guaçu (SP) divulgam 312 oportunidades de emprego nesta segunda-feira (23). Existem vagas para diversos níveis de escolaridade e algumas são exclusivas para pessoas com deficiência (PCDs). Veja lista de cargos por município abaixo. As prefeituras alertam que as vagas podem ser preenchidas ao longo do dia. Por isso, é recomendado o acompanhamento do quadro de oportunidades nos sites oficiais. Também, em virtude da pandemia do novo coronavírus, os atendimentos ocorrem pela internet, por telefone ou presencialmente - porém com horário agendado. Americana Americana oferece 22 oportunidades de emprego. Os interessados devem realizar o cadastro do currículo no site da prefeitura. Auxiliar administrativo de obras - 2 vagas; Auxiliar de limpeza - 1 vaga; Carpinteiro (a) - 2 vagas; Coordenador (a) de qualidade - 1 vaga; Eletricista predial - 1 vaga; Encanador (a) de obras - 1 vaga; Estoquista - 1 vaga; Pedreiro (a) - 1 vaga; Pintor (a) de obras - 1 vaga; Serralheiro (a) - 1 vaga; Servente de obras - 1 vaga; Vendedor (a) - 1 vaga; Ajudante de açougue - 1 vaga; Auxiliar de expedição têxtil - 1 vaga; Auxiliar de manutenção de eletrodomésticos - 1 vaga; Auxiliar de montagem - 2 vagas; Auxiliar fiscal/administrativo - 1 vaga; Montador (a) mecânico (a) - 1 vaga; Torneiro (a) mecânico (a) - 1 vaga. Mudanças com relação às vagas podem ser acompanhadas na página do PAT de Americana. Campinas O Centro Público de Apoio ao Trabalhador (CPAT), em Campinas, tem 43 vagas de emprego disponíveis. Por conta da pandemia do coronavírus, os interessados devem agendar o atendimento pelo telefone 156. Açougueiro (a) - 1 vaga; Ajudante de cozinha - 1 vaga; Ajudante de obras - 3 vagas; Assistente de serviço de contabilidade - 2 vagas; Auxiliar de limpeza - 1 vaga; Auxiliar de limpeza em hospital - 1 vaga para PCDs; Auxiliar de mecânico de autos - 1 vaga; Costureiro (a) - 2 vagas; Eletricista de autos - 2 vagas; Eletricista de manutenção em geral - 1 vaga; Encarregado (a) de limpeza - 1 vaga; Mecânico (a) de automóvel - 1 vaga; Mecânico (a) de manutenção de bicicletas - 2 vagas; Motorista carreteiro - 1 vaga; Motorista de caminhão - 1 vaga; Operador (a) de telemarketing - 10 vagas; Pintor (a) de edifícios - 10 vagas; Torneiro (a) mecânico (a) - 1 vaga; Zelador (a) - 1 vaga. Mudanças no quadro de vagas podem ser conferidas no site do CPAT. Espírito Santo do Pinhal Em Espírito Santo do Pinhal, há 22 vagas de emprego em aberto. Por conta da pandemia, o PAT solicita que os candidatos interessados entrem em contato com a unidade pelo telefone (19) 3661-2114 ou pelo e-mail vagas.patpinhal@gmail.com. Recepcionista de hotel - 1 vaga; Auxiliar de açougue - 1 vaga; Operador (a) de hortifruti - 1 vaga; Repositor (a) de mercadorias - 1 vaga; Ajudante de depósito - 1 vaga; Cortador (a) (tecido) - 1 vaga; Ajudante geral - 1 vaga; Costureiro (a) industrial - 1 vaga; Líder de setor de limpeza - 1 vaga; Auxiliar de limpeza - 1 vaga; Gerente de farmácia - 1 vaga; Vendedor (a) pracista - 1 vaga; Cozinheiro (a) - 1 vaga; Operador (a) de produção industrial - 1 vaga; Mecânico (a) de manutenção industrial - 1 vaga; Costureiro (a) de máquina reta - 1 vaga; Costureiro (a) - 1 vaga; Mecânico (a) de manutenção de eletrodomésticos - 1 vaga; Funileiro (a) de veículos - 1 vaga; Torneiro (a) mecânico (a) convencional - 1 vaga; Operador (a) de produção - 2 vagas. Alterações nas vagas ofertadas podem ser consultadas no site do PAT Espírito Santo do Pinhal. Indaiatuba Há 117 vagas de emprego no PAT de Indaiatuba. Apesar de continuar com o atendimento presencial das 7h às 15h45, a unidade pede aos interessados que entrem em contato pelo telefone (19) 3816-9252 durante a pandemia. A prefeitura também ressalta que a unidade mudou de endereço e está localizada na Rua 24 de Maio, nº 1.670. Acabador (a) de pedras - 1 vaga; Açougueiro (a) - 1 vaga; Ajudante de eletricista - 1 vaga; Ajudante de obras - 1 vaga; Ajudante de pizzaiolo - 1 vaga; Analista de PCP - 1 vaga; Apontador (a) de produção - 1 vaga; Armador (a) de telhados - 1 vaga; Assistente de vendas - 2 vagas; Atendente de lanchonete - 3 vagas; Atendente de lanchonete - 2 vagas; Atendente de lojas - 1 vaga; Auxiliar de confecção - 1 vaga; Auxiliar de cozinha - 4 vagas; Auxiliar de encanador - 1 vaga; Auxiliar de enfermagem - 2 vagas; Auxiliar de expedição - 1 vaga; Auxiliar de limpeza - 3 vagas; Auxiliar de linha de produção - 6 vagas; Auxiliar de manutenção predial - 1 vaga; Auxiliar marceneiro - 1 vaga; Auxiliar mecânico de ar condicionado - 1 vaga; Auxiliar mecânico de refrigeração - 1 vaga; Caldeireiro (a) de chapas - 1 vaga; Caseiro (a) - 2 vagas; Chapista de lanchonete - 2 vagas; Controlador (a) de entrada e saída - 1 vaga; Costureiro (a) - 1 vaga; Cozinheiro (a) - 1 vaga; Desenhista copista - 1 vaga; Eletricista - 2 vagas; Eletricista de instalação de veículos automotores - 1 vaga; Eletricista de manutenção industrial - 1 vaga; Encanador (a) - 1 vaga; Faxineiro (a) - 3 vagas; Ferramenteiro (a) - 1 vaga; Garçom/garçonete - 1 vaga; Gerente de marketing - 1 vaga; Jardineiro (a) - 1 vaga; Líder de bombeiros - 1 vaga; Manobrista - 1 vaga; Marceneiro (a) - 2 vagas; Mecânico de ar-condicionado e refrigeração - 1 vaga; Mecânico de auto em geral - 1 vaga; Mecânico de caldeiras - 1 vaga; Mecânico de manutenção de máquinas em geral - 1 vaga; Mecânico eletricista de automóveis - 1 vaga; Mestre de obras - 2 vagas; Montador (a) de móveis de madeira - 3 vagas; Motorista de caminhão - 2 vagas; Motorista segurança - 1 vaga; Oficial de serviços gerais na manutenção de edificações - 3 vagas; Oficial de serviços gerais - 2 vagas; Operador (a) de caixa - 1 vaga; Operador (a) de empilhadeira - 1 vaga; Operador (a) de vendas 2 vagas; Pedreiro (a) - 1 vaga; Perfurador (a) de poços artesianos - 1 vaga; Pintor (a) de casas - 2 vagas; Pizzaiolo (a) - 3 vagas; Promotor (a) de vendas - 3 vagas; Retificador (a) - 1 vaga; Serralheiro (a) - 2 vagas; Soldador (a) - 1 vaga; Supervisor (a) de cozinha - 1 vaga; Técnico de enfermagem - 2 vagas; Técnico em suporte de TI - 1 vaga; Técnico mecânico em ar condicionado - 1 vaga; Torneiro mecânico - 1 vaga; Tratorista operador de roçadeira - 1 vaga; Vendedor (a) - 8 vagas; Vigilante - 2 vagas; Zelador (a) - 1 vaga. Acesse o site do PAT de Indaiatuba para conferir mudanças nas vagas. Itapira O PAT de Itapira possui 23 chances. Para se candidatar, o interessado deve enviar o currículo para o e-mail postoatendimentoitapira@gmail.com, informando o número do PIS e a vaga pretendida. Alimentador (a) de linha de produção - 1 vaga; Alinhador (a) de pneus - 1 vaga; Auxiliar administrativo (a) - 1 vaga; Auxiliar de contabilidade - 1 vaga; Balconista - 1 vaga; Calandrista de borracha - 1 vaga; Cozinheiro (a) de restaurante - 1 vaga; Empregada (o) doméstica (o) - 1 vaga; Encarregado (a) de restaurante - 1 vaga; Estagiário (a) auxiliar administrativo (a) - 1 vaga; Estagiário (a) em engenharia industrial - 1 vaga; Estagiário (a) técnico em segurança do trabalho - 1 vaga; Mecânico (a) automotivo (a) - 1 vaga; Mecânico (a) de manutenção - 1 vaga; Motorista de caminhão - 1 vaga; Operador (a) de caldeira - 1 vaga; Operador (a) de centro de usinagem - 1 vaga; Operador (a) de máquinas - 1 vaga; Operador (a) de injetora de plástico - 1 vaga; Operador (a) de torno CNC - 1 vaga; Soldador (a) - 1 vaga; Técnico (a) ou bacharel em contabilidade - 1 vaga; Vendedor (a) de motos - 1 vaga. Jaguariúna O PAT de Jaguariúna oferta 40 oportunidades. Os interessados devem encaminhar o currículo para o e-mail pat.jaguariuna@gmail.com, colocando no campo "Assunto" a oportunidade pretendida. Acabador (a) de mármores e granitos - 1 vaga; Ajudante de eletricista - 1 vaga; Ajudante de obra - 1 vaga; Analista de suprimentos - 1 vaga; Atendente de mesa - 1 vaga; Auxiliar de almoxarifado - 1 vaga; Auxiliar de cozinha - 1 vaga (exclusiva para PCD); Auxiliar de escritório - 1 vaga; Auxiliar de limpeza - 1 vaga; Auxiliar de mecânico de refrigeração - 1 vaga; Balconista de açougue - 1 vaga; Barman - 1 vaga; Chefe de cozinha - 1 vaga; Cozinheiro júnior - 1 vaga; Cozinheiro (a)/meio (a) oficial - 1 vaga; Diarista - 1 vaga; Eletricista industrial - 1 vaga; Eletricista predial - 1 vaga; Encanador (a) - 1 vaga; Fisioterapeuta - 1 vaga; Fonoaudiólogo (a) - 1 vaga; Frentista - 1 vaga; Gerente de restaurante - 1 vaga; Líder de equipe de atendimento/lanchonete - 1 vaga; Mecânico (a) de auto e/ou diesel - 1 vaga; Montador (a) industrial de estruturas metálicas - 1 vaga; Motorista de carreta - 1 vaga; Operador (a) de mini escavadeira ou mini carregadeira - 1 vaga; Operador (a) de retroescavadeira - 1 vaga; Operador (a) de serra de madeira - 1 vaga; Pedreiro (a) - 1 vaga; Pintor (a) de alvenaria - 1 vaga; Polidor (a) de veículos - 1 vaga; Promotor (a) de produtos de perfumaria - 1 vaga; Técnico (a) em alinhamento e balanceamento de pneus - 1 vaga; Terapeuta ocupacional - 1 vaga; Torneiro (a) CNC - 1 vaga; Tratador (a) de animais - 1 vaga; Vendedor (a) para loja de roupa e confecção - 1 vaga; Vigia - 1 vaga. Louveira O Serviço de Apoio ao Trabalhador (SAT) de Louveira (SP) está com 12 vagas disponíveis. Para se candidatar à vaga, o interessado deve enviar o currículo preferencialmente pelo e-mail sat@louveira.sp.gov.br. Ajudante de expedição - 1 vaga; Armador (a) - 1 vaga; Auxiliar de eventos - 1 vaga; Encarregado (a) de obras - 1 vaga; Extrusorista de perfil - 1 vaga; Líder de expedição - 1 vaga; Mâitre - 1 vaga; Marceneiro (a) - 1 vaga; Mecânico (a) diesel - 1 vaga; Preparador (a) de máquina injetora - 1 vaga; Serralheiro (a) - 1 vaga; Tecelão - 1 vaga. Mogi Guaçu O PAT de Mogi Guaçu possui 33 vagas em aberto nesta segunda. Os candidatos devem agendar atendimento no Paço Municipal às segundas, quartas e sextas-feiras, das 9h às 16h, pelo telefone (19) 3841-7323 ou (19) 3891-5300. Ajudante de montador de automóveis - 1 vaga; Assistente administrativo (a) - 1 vaga; Atendente de locação - 1 vaga; Auxiliar administrativo (a) - 1 vaga; Auxiliar de contabilidade - 1 vaga; Auxiliar de cozinha - 1 vaga; Auxiliar mecânico (a) de refrigeração - 1 vaga; Auxiliar técnico (a) de refrigeração - 1 vaga; Carpinteiro (a) - 1 vaga; Chapeiro (a) - 1 vaga; Cozinheiro (a) industrial - 1 vaga; Estagiário (a) designer gráfico (a) - 1 vaga; Fiscal de piso - 1 vaga; Garçom/garçonete - 1 vaga; Jardineiro (a) - 1 vaga; Mecânico (a) de automóvel - 1 vaga; Mecânico (a) de motor a diesel - 1 vaga; Mecânico (a) de refrigeração industrial - 1 vaga; Mecânico (a) de suspensão - 1 vaga; Mecânico (a) de suspensão - 1 vaga; Montador (a) de móveis - 1 vaga; Motorista de caminhão truck - 1 vaga; Motorista operador (a) de betoneira - 1 vaga; Operador (a) de furadeiras - 1 vaga; Operador (a) de guindaste móvel - 1 vaga; Operador (a) de retroescavadeira - 1 vaga; Pedreiro (a) - 1 vaga; Pintor (a) de automóveis - 1 vaga; Polidor (a) de automóveis - 1 vaga; Recepcionista atendente - 1 vaga; Repositor (a) de mercadorias - 1 vaga; Vendedor (a) de serviços - 1 vaga; Vendedor (a) interno (a) - 1 vaga. 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22/11 - 'Nunca pensei que passaria fome na velhice': o drama de viver com aposentadoria de R$ 7 na Venezuela
O colapso econômico no país fez com que a qualidade de vida da grande maioria dos idosos diminuísse violentamente, deixando-os altamente vulneráveis. Idosos estão entre os que mais sofrem com a crise no país Oswer Diaz Mireles via BBC Em 1980, a velhice era algo muito distante para Norma Mujica. "Eu tinha 27 anos, e dançava salsa com meu marido nas discotecas. Gostávamos muito do Oscar de León e da Célia Cruz (cantores latinos). Às vezes, comíamos comida chinesa em um restaurante, e nos fins de semana íamos à praia", lembra ela com nostalgia. Aos 67, seus dias passam de uma forma muito diferente do que ele imaginava. Sua aposentadoria, que começou no valor equivalente a R$ 925 ao mês, agora representa apenas R$ 7 devido à contínua desvalorização do bolívar, a moeda venezuelana. Sua casa, no topo de uma subida íngreme e mal pavimentada, tem um telhado de zinco, paredes de concreto lascadas pela umidade e decoradas com cartazes de Jesus, piso de ladrilhos e móveis com madeira lascada. Uma máquina de lavar velha, um fogão a gás e cortinas gastas preenchem o espaço. Norma caminha lentamente, vestida com uma túnica um tanto surrada, arrastando um sapato que imita a marca Crocs, que usa com meias de lã. Ela se senta em uma pequena cadeira de plástico e conta que vive na Freguesia 23 de Janeiro, uma área popular de Caracas, desde que nasceu. Norma guarda o dinheiro da aposentadoria para comprar remédios Oswer Diaz Mireles via BBC "Meu pai tocava tímpano (um instrumento de percussão) em uma orquestra, aqui sempre havia muita salsa e merengue", conta. "Comprei esta casinha com meu marido e, aos poucos, fomos fazendo melhoras. Quando fiz 40 anos, Deus me ouviu, e eu tive meu único filho, demorei muito para engravidar. Ao meu filho, nunca faltou nada." Seu marido, Rafael Alcalá, trabalhava como auxiliar no departamento de sistemas de um banco, e ela trabalhou em um órgão público, o Instituto de Previdência e Assistência Social do Ministério da Educação. O instituto presta assistência médica a professores que trabalham para o Estado. "Eu me formei como técnica de prontuário e fiz de tudo, fui secretária, mensageira. Entrava às 10h e saía às 21h", conta Norma, que começou a trabalhar aos 19 anos. Em 2000, ela estava no emprego quando sofreu um acidente vascular cerebral, uma obstrução ou redução brusca do fluxo sanguíneo em uma artéria do cérebro, o que causa a falta de circulação na região. Quando a pessoa não morre, ela pode ficar com sequelas sérias. "Minha pressão subiu muito, caí no chão e fiquei gravemente doente", lembra Norma. Com o tempo, ela recuperou a fala e voltou a andar com a ajuda de uma bengala, mas não pôde voltar a trabalhar. O Estado concedeu-lhe uma aposentadoria por invalidez, que antecipou sua aposentadoria por velhice. Naquela época, o que Norma recebia era equivalente a R$ 925 por mês, o que lhe permitia cobrir todas as suas necessidades básicas. "Comprava comida, pagava o telefone, os remédios, e meu marido também trabalhava", conta. O ex-presidente Hugo Chávez havia promovido uma reforma da Constituição em 1999 que incluía a obrigação do Estado de pagar um salário mínimo que cobria as necessidades básicas das pessoas, e as aposentadorias seguiam essa mesma regra. Em 2015, o marido de Norma morreu e a sua aposentadoria passou a ser sua única renda. O marido de Norma morreu em 2015 Oswer Diaz Mireles via BBC Colapso Formalmente, o sistema previdenciário na Venezuela é uma modalidade em que os trabalhadores ativos contribuem com uma porcentagem de seu salário para pagar as pensões da população em idade de aposentadoria — da mesma forma que no Brasil. Mas a contribuição hoje é muito pequena, porque muitos trabalhadores, principalmente os mais qualificados, deixaram o país. Além disso, os salários são baixos, o bolívar está desvalorizado e boa parte dos empregos está no setor informal da economia, que não contribui para o sistema. Remédios são a prioridade de Norma, para que ela não corra o risco de sofrer outro AVC Oswer Diaz Mireles via BBC Portanto, o custo das aposentadorias de 4,5 milhões de venezuelanos recai sobre o Estado. E as contas não batem. A principal fonte de renda é o petróleo, de onde vêm nove em cada dez dólares que entram no país. E a extração caiu drasticamente desde 2017. Essa é uma das causas do Estado estar empobrecido, sem recursos, ao que se soma a maior inflação do mundo. LEIA TAMBÉM: Venezuelanos roubam petróleo para produzir gasolina Nesse ambiente, há três anos, o Banco Central da Venezuela vem cortando continuamente a oferta de dólar, ao qual os venezuelanos recorrem para tentar poupar. Isso fez o preço da moeda norte-americana subir muito. O colapso fez com que a qualidade de vida da grande maioria dos idosos diminuísse violentamente, deixando-os altamente vulneráveis. Nicolas Madura (foto) assumiu a presidência definitivamente após a morte do ex-presidente Hugo Chavez Getty Images via BBC Vivendo com quase nada Depois da supervalorização do dólar, os bolívares que Norma recebe como aposentadora equivalem a R$ 7 por mês. Ela também recebe um adicional para aposentadoria e títulos que o governo distribui para tentar amenizar a deterioração. Mas ao somar toda a sua renda, o que ela recebe não chega a R$ 27 por mês, o que dá para comprar um quilo de carne. Entre suas prioridades, entretanto, não está a carne, mas os remédios que toma diariamente para regular a pressão arterial. Ela consegue o remédio no sistema governamental de distribuição de medicamentos, mas nem sempre os remédios são entregues no prazo. Portanto, ela guarda dinheiro para essa eventualidade. "Não consigo comprar uma caixa cheia, mas pelo menos compro meia caixa, que dá 20 comprimidos". Ela explica que os médicos alertaram para a importância de ela regular a pressão arterial para minimizar o risco de outro derrame. "Graças a Deus, estou sem remédio há apenas alguns dias. Às vezes, meu filho faz um esforço e compra para mim. Quando não tomo, não consigo dormir, fico assustada", conta Norma. Para chegar à farmácia, ela caminha com sua bengala cerca de um quilômetro e meio até a estação de metrô mais próxima. Ao sair de casa, se depara com uma descida íngreme, na qual é fácil perder o equilíbrio. Em seguida, ela atravessa calçadas com buracos e declives, ocupadas por vendedores ambulantes e sacos de lixo. Ao retornar, a descida se torna uma subida que a obriga a parar para descansar várias vezes. No metrô, gratuito para idosos, ela percorre três estações. "Tenho que andar. Se ficar em casa, vou ficar na cama e não quero isso. Às vezes, meu pé dói, porque há um tempo caí e torci o tornozelo, está inchado, mas eu ando", diz Norma. Faz muito tempo que Norma não come carne, frango ou leite Oswer Diaz Mireles via BBC Pouca comida A alimentação de Norma depende exclusivamente das cestas básicas que o Estado distribui para as pessoas de baixa renda. "A cesta chega a cada mês e meio. A última veio com dois quilos de arroz, dois pacotes de farinha para fazer arepas (um tipo de panqueca), dois quilos de macarrão, alguns pacotes de grão de bico e café. Desta vez, não veio açúcar", explica Norma. "Hoje vou comer um pãozinho de farinha no café da manhã, um café e um ovo que me deram. Ao meio-dia, grão-de-bico com um pouco de arroz e à noite de novo grão-de-bico. Faz muito tempo que não como carne, frango, leite. Nunca pensei que passaria fome na minha velhice e não estou sozinha, muitos no bairro são iguais", acrescenta. Seu filho não pode ajudá-la agora, diz. "Ele tem 25 anos, é casado e tem dois filhos. Até recentemente trabalhava em um restaurante, onde pagavam um salário mínimo, mas com a pandemia ele teve que sair. Para comer, está vendendo bolos com a esposa." O bairro onde ela mora tem sofrido com constantes cortes de luz e de água EPA via BBC Luzes fracas e água amarela Norma tem uma velha máquina de lavar que ainda funciona, uma geladeira e uma televisão que serve de distração — relíquias da época em que ela podia comprar eletrodomésticos. Seu medo é que as variações na voltagem da eletricidade e os cortes de energia, que se tornaram recorrentes no país, danifiquem os aparelhos. "Foi assim que meu micro-ondas quebrou, não liga. Agora está impossível comprar outro", diz preocupada. E não foi só o serviço de energia elétrica se deteriorou no bairro. "Quase sempre fico sem água dois dias por semana. Felizmente, quando meu marido era vivo, comprou uma caixa d'água de plástico que tenho no banheiro. Mas a água está ficando muito suja, amarela, por isso tenho que ferver." Norma esquiva-se da questão política, evita falar sobre se apoiou ou não o ex-presidente Hugo Chávez em algum momento ou se votará nas eleições parlamentares marcadas para dezembro deste ano. Ela está resignada, sem expectativas de uma mudança que amenize seu dia a dia. "Não espero mais nada de bom, tudo é sempre pior." VÍDEOS sobre a crise na Venezuela
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22/11 - Após recordes de desmatamento e queimadas, Bolsonaro diz no G20 que sofre 'ataques injustificados' de 'nações menos competitivas e menos sustentáveis'
Presidente ressaltou que Brasil dedica uma pequena área do território para agricultura e que tem grande área de vegetação ainda preservada. Especialistas ouvidos pelo G1 dizem que exemplos citados pelo presidente não credenciam o país como exemplo de preservação. ‘Ataques injustificados', diz Bolsonaro no G20 sobre política ambiental do governo O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste domingo (22), em discurso no segundo dia de reunião de cúpula do G20, que seu governo vai "continuar protegendo" a Amazônia, o Pantanal e todos os outros biomas do país. A declaração ocorre em meio à divulgação de dados que apontam para aumento do desmatamento da floresta e para número recorde de queimadas no Pantanal neste ano. A aceleração da destruição dos dois biomas gerou críticas ao governo dentro e fora do país. Em seu discurso, Bolsonaro citou dados para afirmar que se baseia na "realidade dos fatos" e não em "narrativas", mas especialistas ouvidos pelo G1 contestam as afirmações do presidente. "O hino nacional de meu país diz que o Brasil é gigante pela própria natureza. Estejam certos de que nada mudará isso. Vamos continuar protegendo nossa Amazônia, nosso Pantanal e todos os nossos biomas", afirmou Bolsonaro. Em carta, órgãos ambientais e empresários responsabilizam o governo federal pelo comércio ilegal de madeiras STF começa a julgar ações que questionam decisão do Conama de revogar proteção a manguezais O discurso do presidente não foi transmitido pelo G20, mas sim divulgado pela Palácio do Planalto. A reunião do grupo, que reúne as 20 maiores economias do mundo, está sendo presidida pela Arábia Saudita e ocorre neste ano de maneira virtual, devido à pandemia do novo coronavírus (leia a íntegra do discurso ao final desta reportagem). No sábado (21), primeiro dia de reunião do G20, Bolsonaro também discursou. O presidente abordou questões comerciais e a vacina para a Covid-19, mas também falou sobre as manifestações antirracismo que vêm sendo registradas no país depois do espancamento e morte de um cidadão negro no Rio Grande do Sul. Críticas à política ambiental A política ambiental do governo Bolsonaro e os números que apontam para aumento do desmatamento e das queimadas no país têm gerado pressões internacionais e ameaças de países de boicote a produtos brasileiros. Também têm dificultado o andamento do acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia. O governo brasileiro vem apontando interesses comerciais nas críticas e que elas têm objetivo de prejudicar produtos nacionais, especialmente os ligados ao agronegócio. No discurso deste domingo, Bolsonaro voltou a atacar os críticos. Afirmou que o Brasil, com sua produção agrícola e pecuária, alimenta "quase um bilhão e meio de pessoas" enquanto mantém mais de 60% do território preservado, e que os ataques ao país partem de "nações menos competitivas" no agronegócio. "Ressalto que essa verdadeira revolução agrícola no Brasil foi realizada utilizando apenas 8% de nossas terras. Por isso, mais de 60% de nosso território ainda se encontra preservado com vegetação nativa. Tenho orgulho de apresentar esses números e reafirmar que trabalharemos sempre para manter esse elevado nível de preservação, bem como para repelir ataques injustificados proferidos por nações menos competitivas e menos sustentáveis", afirmou. Agropecuária foi responsável por 90% da perda de vegetação natural do Brasil, aponta levantamento O engenheiro florestal Tasso Azevedo, coordenador da ONG Mapbiomas, diz que na verdade o Brasil tem 67% do seu território com vegetação nativa, considerando o que está degradado e que está regenerando. "A gente estima que, desse total [de vegetação nativa] que existe no Brasil, pelo menos um terço já foi desmatado alguma vez ou já foi fortemente degradado. Então o número correto seria mais ou menos alguma coisa como 45%, 50%" - Tasso Azevedo, coordenador do MapBiomas "[Dizer que] se encontra preservado não é uma frase correta - se encontra coberto com vegetação nativa. Parte já foi desmatada e parte já foi muito degradada - com fogo, exploração ilegal", conta Tasso. Como o G1 mostrou na série Desafio Natureza, mesmo áreas que deveriam contam com preservação garantida em demarcação sofrem com desmatamento. Áreas da Amazônia que deveriam ter 'desmatamento zero' perdem 6 cidades de SP em três décadas O especialista em gestão ambiental da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Raoni Rajão também rebate a afirmação. "É errado dizer que mais de 60% do Brasil está preservado. Mais de 60% do Brasil está com vegetação nativa. E isso inclui, por exemplo, os pampas, onde você tem pecuária. Isso inclui os campos gerais onde você tem pecuária. Inclui também, por exemplo, todas as áreas florestais onde tem extrativismo", diz Rajão. "Quando uma área é de preservação, voltada para a preservação integral, isso significa que ela não pode ser explorada (para fins econômicos). E essas áreas elas são muito pouco do território nacional". As unidades de conservação de proteção ambiental integral alcançam 9,9% do território nacional, segundo um levantamento da UFMG, com dados ICMBio, Incra, Funai, SFB e MMA. Área usada pela agropecuária Sobre a fala de Bolsonaro de que a revolução agrícola no Brasil "foi realizada utilizando apenas 8% de nossas terras", o professor Raoni Rajão diz que o dado é "distorcido". "De fato, por volta de 8% a 10% do território nacional é voltado para culturas agrícolas, soja, milho, e etc. Mas você precisa somar mais uns 20% das áreas voltadas para a pecuária. Então falar que foi 8% que deu independência alimentar para o Brasil é errado. E os outros 20% da pecuária?", questiona Rajão. Mirante mostra a Floresta Nacional do Tapajós e o Rio Tapajós ao fundo Marcelo Brandt/G1/Arquivo 'Firme compromisso' Em outro ponto do discurso, Bolsonaro disse que o governo brasileiro "mantém o firme compromisso de continuar a preservar nosso patrimônio ambiental" e de "buscar o desenvolvimento sustentável em sua plenitude, de forma a integrar a conservação ambiental à prosperidade econômica e social." Ele defendeu o esforço dos países na redução das emissões de carbono, que são responsáveis pelo processo de aquecimento global. E afirmou que o Brasil tem "a matriz energética mais limpa entre os países integrantes do G20" e responde hoje "por menos de 3% da emissão de carbono" apesar de ser "uma das 10 maiores economias do mundo." "O que apresento aqui são fatos, e não narrativas. São dados concretos e não frases demagógicas que rebaixam o debate público e, no limite, ferem a própria causa que fingem apoiar" - Jair Bolsonaro Tasso Azevedo aponta que o percentual de 3% é um fato, mas ele isoladamente não credencia o Brasil como um bom exemplo. O especialista aponta a comparação da emissão média per capita: a do mundo é de 7,1 toneladas de CO² e a do Brasil é de 10,4 toneladas de CO². "Falar que a gente tem 3% das emissões globais, embora seja uma das 10 maiores economias, não quer dizer absolutamente nada. Basta pegar o tamanho do nosso PIB versus o PIB global, é muito menos do que 3%. (...) O que importa é a emissão per capita - a emissão per capita do Brasil é maior do que a do mundo. A gente ajuda a piorar a média do mundo, não o contrário." - Tasso Azevedo, coordenador do MapBiomas No mais recente levantamento do Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SEEG), divulgado pela organização não-governamental Observatório do Clima (OC), foi verificado que as emissões dos gases do efeito estufa no Brasil aumentaram 9,6% em 2019, em comparação com 2018. Emissões de gases do efeito estufa sobem 9,6% em 2019 na comparação com 2018, aponta Observatório do Clima Agricultura e acordos comerciais Bolsonaro também disse que, nos últimos 40 anos, o Brasil passou da condição de importador de alimentos para ser um dos maiores exportadores agrícolas do mundo. "Esse processo de transformação da agricultura brasileira resulta de décadas de inovação e desenvolvimento, incorporando grandes ganhos tecnológicos em eficiência e produtividade", afirmou. Durante sua fala, Bolsonaro destacou os acordos comerciais firmados entre o Brasil e os EUA sobre facilitação do comércio, boas práticas regulatórias e combate à corrupção. "Estamos construindo um país aberto para o mundo, disposto, não apenas a buscar novos acordos comerciais, mas também a assumir novos e maiores compromissos nas áreas do desenvolvimento e da sustentabilidade", disse. Ao mesmo tempo em que o governo busca uma maior abertura econômica, com aumento no volume de comércio, ele afirmou estar ciente de que "os acordos comerciais sofrem cada vez mais influência da agenda ambiental". Em junho, um grupo responsável por investimentos de cerca de R$ 20 trilhões enviou uma carta aberta às embaixadas brasileiras de oito países. Eles se mostraram preocupados com o aumento do desmatamento no Brasil. Nos últimos meses, nações europeias, como a França, têm se manifestado contra o acordo comercial fechado com o Brasil. Em conjunto com outros países da União Europeia, o país pretende impor condições ambientais para que as negociações prossigam. O professor Raoni Rajão ainda pondera que, se por um lado há interesse da indústria europeia de limitar as importações, essas iniciativas não ocorrem como alegada pela diplomacia brasileira. "Por exemplo, a Europa quer limitar a importação de carnes in natura, porque compete com produtos de alguns países, como a França. Mas o agronegócio europeu quer continuar comprando soja, porque essa carne bovina, suína, produzida na Europa, ela depende da soja barata brasileira para poder produzir. Então fazer uma acusação de que tudo isso faz parte de um complô é uma visão muito simplista", analisa Rajão. Perto de deixar a Casa Branca, Trump critica Acordo de Paris Em tom cético às mudanças climáticas e aos danos ao meio ambiente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou o Acordo de Paris e disse que o texto foi feito "para matar a economia americana". Os EUA comunicaram em 2019 a saída do tratado internacional que estabelece metas para a preservação ambiental, mas o presidente eleito, Joe Biden, já se comprometeu a recolocar o país no grupo depois que tomar posse. "Para proteger os trabalhadores americanos, eu retirei os Estados Unidos do injusto e unilateral Acordo Climático de Paris, muito injusto para os EUA", afirmou Trump. Leia a íntegra do discurso "Senhoras e Senhores, Primeiramente, parabenizo a Arábia Saudita por ter escolhido como tema central de sua presidência o lema “Realização das Oportunidades do Século 21 para Todos”. Aproveito para também parabenizar os demais membros do G20 pelas oportunas iniciativas desenvolvidas ao longo do ano. Além dos muitos instrumentos acordados, houve frutífera troca de experiências e disseminação de melhores práticas sobre diversos temas. Destacamos o acesso universal à saúde, à educação e à economia digital, bem como a inclusão financeira de todos os cidadãos. Senhoras e Senhores, O Brasil é um país resiliente. Queremos um futuro de desenvolvimento sustentável e repleto de oportunidades para a nossa população. Meu governo tem promovido a abertura de nossa economia, com vistas a uma maior integração do Brasil aos fluxos de comércio e investimento mundiais. São demonstrações do nosso empenho os acordos comerciais negociados pelo MERCOSUL com a União Europeia e a Associação Europeia de Livre Comércio, a EFTA. Também já iniciamos tratativas com a Coreia do Sul e com o Canadá. Destaco, igualmente, os recentes acordos firmados entre o Brasil e os EUA sobre facilitação do comércio, boas práticas regulatórias e combate à corrupção. Estamos construindo um país aberto para o mundo, disposto, não apenas a buscar novos acordos comerciais, mas também a assumir novos e maiores compromissos nas áreas do desenvolvimento e da sustentabilidade. Ao mesmo tempo em que buscamos maior abertura econômica, estamos cientes de que os acordos comerciais sofrem cada vez mais influência da agenda ambiental. Por isso, vamos à realidade dos fatos. Nos últimos 40 anos, o Brasil passou da condição de importador de alimentos para o patamar de um dos maiores exportadores agrícolas do mundo. Esse processo de transformação da agricultura brasileira resulta de décadas de inovação e desenvolvimento, incorporando grandes ganhos tecnológicos em eficiência e produtividade. Hoje, nosso País exporta volume imenso de produtos agrícolas e pecuários sustentáveis e de qualidade. Alimentamos quase um bilhão e meio de pessoas e garantimos a segurança alimentar de diversos países. Ressalto que essa verdadeira revolução agrícola no Brasil foi realizada utilizando apenas 8% de nossas terras. Por isso, mais de 60% de nosso território ainda se encontra preservado com vegetação nativa. Tenho orgulho de apresentar esses números e reafirmar que trabalharemos sempre para manter esse elevado nível de preservação, bem como para repelir ataques injustificados proferidos por nações menos competitivas e menos sustentáveis. Durante os desafiadores meses da pandemia, nossa agropecuária se manteve ativa e crescentemente produtiva. Honramos todos os nossos contratos. Para promover o desenvolvimento sustentável, reconhecemos a contribuição do conceito de Economia Circular de Baixa Emissão de Carbono, baseada nos “4Rs”: Reduzir, Reutilizar, Reciclar, Remover. Entendemos que esforço deve ser concentrado no primeiro “R”, que é a “Redução” das emissões de carbono. No cenário mundial, somos responsáveis por menos de 3% da emissão de carbono, mesmo sendo uma das 10 maiores economias do mundo. Por isso, também nesse aspecto, mais uma vez tenho orgulho de dizer que o Brasil possui a matriz energética mais limpa entre os países integrantes do G20. Mantemos o firme compromisso de continuar a preservar nosso patrimônio ambiental. Também mantemos a determinação de buscar o desenvolvimento sustentável em sua plenitude, de forma a integrar a conservação ambiental à prosperidade econômica e social. O que apresento aqui são fatos, e não narrativas. São dados concretos e não frases demagógicas que rebaixam o debate público e, no limite, ferem a própria causa que fingem apoiar. O hino nacional de meu país diz que o Brasil é gigante pela própria natureza. Estejam certos de que nada mudará isso. Vamos continuar protegendo nossa Amazônia, nosso Pantanal e todos os nossos biomas. Contem com o meu país e com o meu povo para tornar o mundo realmente mais desenvolvido e mais sustentável. Muito obrigado." VÍDEOS: mais vistos dos últimos 7 dias
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22/11 - Quilombolas do interior de SP aliam produção orgânica com preservação da origem africana
São mais de 30 famílias que vivem no quilombo Cafundó, onde produzem alimentos para merenda escolar, feiras e cestas para o consumidor. Quilombolas do interior de SP aliam produção orgânica com preservação da origem africana A agricultura está transformando a vida de quilombolas no interior de São Paulo. Na comunidade Cafundó, em Salta de Pirapora, os moradores buscam formas para sair da condição de isolamento. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Os quilombos no Brasil se originaram como comunidades formadas por escravizados, refugiados ou quem tinha sido libertado. No caso do Cafundó, ele surgiu em 1876, quando um fazendeiro doou aos negros uma porção de terras. Com o passar do tempo, parte da área foi sendo perdida, ocupada por grileiros, e os quilombolas ficaram apenas com a vila de casas. O Cafundó foi reconhecido pelo Instituto de Terras de São Paulo (Itesp) como comunidade quilombola, em 1999. O título definitivo das áreas ainda não saiu, mas os quilombolas já conseguem, desde 2012, usar as terras, com a concessão por parte do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Atualmente, a comunidade ainda briga na Justiça para reaver parte das terras que foram griladas. Por lá, mais de 30 famílias vivem hoje no quilombo, em uma área de 218 hectares, parte deles usados para a atividade agrícola. As áreas são coletivas, mas cada quilombola cuida de um pedaço. Além da renda obtida na agricultura, a comunidade recebe recursos de programas de governo e indenização de uma empresa que extrai areia de uma área do quilombo. Com essas rendas, já conseguiram investir em galpões, estufas e trator, por exemplo. A produção A produção agrícola do quilombo sempre foi feita de forma mais natural, sem uso de produto químico, mas também sem tecnologia. Foi aí que os jovens fizeram a diferença. Foram atrás de conhecimento e trouxeram o conceito de agricultura orgânica. Produzir alimentos sem nada de agrotóxicos e, ao mesmo tempo, ganhar mais pelo produto. Foi isso que motivou o Alex, morador que é nascido e criado no quilombo. Há quatro anos, deixou o serviço na construção civil para se dedicar à roça. “Foi na curiosidade mesmo, foi quebrando a cabeça, na verdade. Fiz alguns cursos. Eu sou aquela pessoa que tem a mente aberta... vou, converso…”, explica. A horta dele ocupa 1,5 hectare com irrigação. Será o primeiro do quilombo a receber o selo de produtor orgânico, já está na fase final do processo e vai poder vender para supermercados. De olho no futuro, eles vão diversificando e já produzem milho, mandioca e colheram sua primeira safra de feijão. Do que é arrecadado, 23% fica com a associação que gere o quilombo. O dinheiro serve para pagar os custos do local e também para pagar o salário de um técnico agrícola. As vendas Até a pandemia começar, a renda do quilombo era garantida. Isso porque eles vendiam boa parte da produção para merenda escolar e outra parte ia para feiras. Porém, de um dia pro outro, tudo mudou por causa da pandemia de coronavírus, já que escolas fecharam e as feiras livres ficaram meses sem ocorrer. Só que, ao mesmo tempo, uma surpresa: os pedidos de cestas orgânicas dispararam. “É até engraçado porque, em uma semana, a gente teve só 5 pedidos. Veio a pandemia e, na outra semana, foi para 60 pedidos. A gente ficou em choque, mas, graças a Deus, conseguimos”, relembra a quilombola Amanda Pires, que cuida das contas da associação. Com as vendas de cestas indo bem, em dias de entrega, tem mutirão na comunidade. E as entregas são feitas com a única caminhonete da associação. “Muitos ficam curiosos... ‘o que esses negrinhos estão fazendo nessa caminhonete, entregando uma cesta?’ Tem aquela desconfiança. Em um condomínio onde eu vou, o segurança chegou até a revistar a caminhonete”, diz Alex. Preservação da origem Se o quilombo Cafundó se transformou, muito tem a ver com uma mulher: Regina Pereira, que vive há 17 anos na comunidade e assumiu a causa. “Eu nasci e cresci na cidade, mas quando eu vim aqui para o Cafundó, eu reconheci a minha história. Conversando com eles, eu tive a consciência de que eu também sou quilombola, eu não sabia disso”, conta Regina. Ela liderou as ações para recuperar as terras e ajudou a resgatar a autoestima dos quilombolas, principalmente dos jovens. “Eu procuro falar com os meninos que não tem que ter vergonha de ser negro, afinal de contas a gente fez uma história. Não só aqui no Cafundó, o negro tem uma história importante”, diz. Já os mais velhos da comunidade guardam uma relíquia: a língua dos escravizados, usada por eles até hoje. E a descoberta dessa forma de se comunicar foi fundamental para o reconhecimento do Cafundó como quilombo. Para eles, a língua é uma questão de resistência e sobrevivência. O dialeto se chama cupópia, uma mistura de português com palavras de línguas da região de Angola, uma herança dos antepassados que o quilombo tenta preservar. Veja os vídeos mais assistidos do Globo Rural
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22/11 - Leilões de gado reabrem ao público no noroeste paulista
Com a pandemia, eventos foram transmitidos pela internet durante quase sete meses. Leilões de gado reabrem ao público no noroeste paulista Os leilões de gado estão reabrindo ao público no noroeste paulista, depois de quase sete meses transmitidos somente pela internet, em função da pandemia de Covid-19. Mas os participantes precisam respeitar as novas regras. Em um dos leilões em São José do Rio Preto, por exemplo, que recebia entre 400 e 500 pessoas, só autoriza, agora, a entrada de 40% deste público. Assista a todos os vídeos do Globo Rural "É muito mais fácil, é muito melhor, porque quando a gente está dentro do curral e do leilão você vê a qualidade, se tem animal com problema [...] é mais favorável para o pecuarista", diz a pecuarista Carina Ayres. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. Veja os vídeos mais assistidos do Globo Rural
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22/11 - Embrapa estuda cultivo de frutas e hortaliças em containers
Pesquisa mostrou produtividade até 5 vezes maior do que o cultivo no campo e menor tempo de desenvolvimento das plantas. Estudo é fruto de parceria público privada e custou mais de R$ 1 milhão. Embrapa estuda cultivo de frutas e hortaliças em containers A produção de alimentos em ambientes fechados, inclusive em grandes centros urbanos, é uma tendência no Brasil e no mundo. Essas “fazendas verticais” podem ser feitas em diversos lugares, até mesmo em containers de 50 metros quadrados, como mostra um projeto desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) no Distrito Federal. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Uma equipe de 12 pesquisadores estuda quais são as condições ideias para a produção de hortaliças nesta fazenda vertical. No local, os pesquisadores avaliam como os alimentos podem ser cultivados em pequenas áreas, aproveitando cada espaço livre. O objetivo é identificar as situações em que as plantas se desenvolvem. E um dos maiores desafios da pesquisa é acertar a cor ideal das lâmpadas. Como não há entrada de luz solar, a artificial será responsável pelo desenvolvimento da planta. O sistema é hidropônico, uma técnica de cultivo de plantas sem solo, onde as raízes recebem uma solução nutritiva balanceada. Em 7 meses de pesquisa, os primeiros resultados já apareceram. No caso das folhosas, como alface, rúcula e couve, a produtividade aumentou 5 vezes na comparação com o cultivo em ambiente aberto. E o período de desenvolvimento da planta diminuiu em até 15 dias. O próximo passo é produzir um modelo de cultivo interno para morango, tomate e pimentão, e os testes já começaram. A pesquisa da Embrapa é uma parceria público-privada que custou mais de R$ 1 milhão. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. Veja os vídeos mais assistidos do Globo Rural
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22/11 - Produtores de melancia de Goiás conquistam novos mercados
Venda da fruta ao exterior está remunerando mais do que o mercado interno. Produtores de melancia de Goiás conquistam novos mercados A exportação de melancia em Goiás está em alta, e a fruta produzida no estado está conquistando alguns países vizinhos. Na cidade de Uruana, conhecida como a capital da melancia, os agricultores estão conseguindo vender para Uruguai, Paraguai e Argentina, o principal comprador. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Neste ano, o estado exportou 5,7 mil toneladas da fruta, contra 4,1 mil toneladas em todo 2019. E, para o agricultor, o preço está compensando. Os argentinos pagam R$ 1 no quilo da melancia, enquanto o quilo está sendo negociado a R$ 0,70 no mercado interno. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. Veja os vídeos mais assistidos do Globo Rural
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