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22/02 - Mesmo com mudanças na CLT, aviso prévio e verbas rescisórias ainda lideram pedidos na Justiça do Trabalho
Ao contrário de 2016 e 2017, pedido de indenização por dano moral não apareceu entre os 20 temas mais recorrentes em 2018; nova lei trabalhista trouxe risco financeiro a quem entra com ação e inibiu pedidos sem procedência. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) divulgou o balanço dos assuntos mais recorrentes nas Varas de Trabalho do país em 2018. Ou seja, os principais temas dos processos novos que chegam à 1ª instância da Justiça do Trabalho. Mesmo com a reforma trabalhista, que entrou em vigor em novembro de 2017, não houve grandes mudanças nos assuntos tratados nos processos, segundo advogados trabalhistas ouvidos pelo G1. O aviso prévio figura em primeiro lugar nos últimos três anos. No aviso prévio, é definido se o funcionário terá de trabalhar por 30 dias ou se será indenizado pelo período em caso de pedir demissão ou ser demitido sem justa causa. A nova lei trabalhista trouxe a demissão por acordo entre empregador e empregado e, com ela, a possibilidade de o aviso prévio ser reduzido pela metade, ou seja, pago pelo período de 15 dias. Nos últimos três anos, outros cinco assuntos ficaram no topo do ranking: multa de 40% do FGTS, férias proporcionais, 13º salário proporcional, multa do artigo 467 da CLT (50% de acréscimo sobre o valor das verbas rescisórias devidas e não pagas perante a Justiça) e multa do artigo 477 da CLT (pagamento do valor do salário em caso de o empregador não anotar a dispensa do empregado na Carteira de Trabalho nem pagar as verbas rescisórias no prazo). Assuntos mais recorrentes nas Varas de Trabalho, em ordem decrescente SAIBA MAIS SOBRE A NOVA LEI TRABALHISTA O especialista em direito e processo do trabalho e sócio do Baraldi Mélega Advogados, Danilo Pieri Pereira, explica que a maioria das pessoas que ingressam na Justiça do Trabalho são ex-empregados demitidos sem justa causa. "Por isso, é natural que as parcelas ligadas à rescisão, como aviso prévio, férias e 13º proporcionais e multa do artigo 477 da CLT, figurem como líderes, ao lado da multa do artigo 467", diz. Para ele, a nova lei trabalhista mexeu em um ponto dentro do ranking. A indenização por dano moral não aparece entre os 20 temas mais recorrentes em 2018. "Certamente deixou de ser tão reivindicada pois, com a reforma trabalhista, a litigância de má-fé passou a ser tratada com maior rigor, além do fato de os autores de ações infundadas virem a ser condenados a pagar honorários de sucumbência ao advogado da parte contrária em razão de pleitos infundados", explica. Ou seja, se o juiz entender que o empregado agiu de má-fé, ele poderá ser multado e terá ainda de indenizar a empresa e pagar honorários do advogado da parte contrária. Antes esse risco financeiro não existia e o trabalhador poderia ganhar um valor ou nada, mas não tinha custos previstos. A nova lei trabalhista estipula ainda tetos nas indenizações por danos morais, dependendo da gravidade das ofensas. O teto varia de 3 a 50 vezes o último salário contratual do ofendido. Segundo Pereira, as empresas também podem vir a ser indenizadas por ofensas praticadas por seus funcionários, hipótese em que a indenização será calculada com base no salário recebido pelo empregado. Para o professor da PUC-SP, Ricardo Pereira de Freitas Guimarães, os cinco primeiros pedidos possuem relação direta com direitos mínimos do trabalhador. "As multas dos artigos 477 e 467 identificam o não pagamento de verbas rescisórias, e aviso prévio, férias e 13º salários são direitos mínimos constitucionais. Esse quadro demonstra que grande parte dos empregadores não paga verbas rescisórias do contrato de trabalho", diz. "Seria necessário compreender o excesso de pedidos relacionados às verbas rescisórias, ou seja, garantias mínimas do contrato, para que se realizasse alterações legislativas que fossem de encontro aos pedidos das verbas rescisórias. O remédio chamado reforma trabalhista foi dado sem um diagnóstico“, completa. Cai nº de processos recebidos O balanço do TST mostra que houve redução de 34% no recebimento de processos em 2018 - foram 1,75 milhão de processos, contra 2,65 milhões em 2017. E queda de 10,8% nos processos julgados - foram 2,44 milhões entre janeiro e dezembro de 2018 ante 2,74 milhões em 2017. O total de processos pendentes de solução era de 1,18 milhão em 31 de dezembro, queda de 35% em relação a 2017. Na fase de execução, foram iniciadas 798,9 mil execuções e encerradas 729,4 mil. Estavam pendentes em 31 de dezembro de 2018, 2,7 milhões de execuções. As iniciadas tiveram uma redução de 5,3%, as encerradas, um aumento de 7,5%. Já as execuções pendentes tiveram um aumento de 0,8% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Movimentação processual no 1º Grau da Justiça do Trabalho, no período de janeiro a dezembro de 2018 Reprodução A nova lei trabalhista trouxe mudanças para o trabalhador que entra com ação na Justiça contra o empregador. Na prática, o processo pode ficar mais caro para o empregado e inibe pedidos sem procedência. Nova lei trabalhista traz mudanças para trabalhador que entrar na Justiça Número de ações judiciais dispara na véspera da mudança da lei trabalhista Segundo Pereira, a diminuição dos processos provavelmente está relacionada à introdução de honorários de sucumbência no processo e pela maior restrição do benefício da Justiça gratuita. A nova lei estabelece que quem perder a ação terá de pagar entre 5% e 15% do valor da sentença para os advogados da parte vencedora, que são os chamados honorários de sucumbência. Além disso, para ter acesso à Justiça gratuita, o reclamante tem de provar que o salário dele equivale a 40% do limite máximo dos benefícios do Regime Geral de Previdência Social, que hoje corresponde a R$ 5.645,80. E, mesmo sendo beneficiário da Justiça gratuita, o reclamante deverá pagar as custas judiciais e honorários periciais caso receba créditos no processo capazes de suportar esses encargos. Pereira explica que, com a diminuição de casos novos, a Justiça do Trabalho acabou concentrando o trabalho nas execuções, o que resultou no aumento dos encerramentos dos processos. "Até que as cortes superiores firmem posicionamento sobre esses novos pontos da reforma, é natural que haja maior cautela antes de ingressar na Justiça do Trabalho, o que leva naturalmente a essa retração na quantidade de novos processos distribuídos”, diz. Para ele, conforme a jurisprudência for se consolidando e criando maior segurança jurídica, haverá estabilização nos números. Para o advogado Erick Magalhães, sócio do escritório Magalhães & Moreno Advogados, a queda no número de ações ocorreu não somente por causa da reforma trabalhista, mas outros fatores podem ter influenciado, como o crescimento do desemprego no período de 2015 e 2017 e o "boom" de ações trabalhistas pouco antes da reforma, que entrou em vigor no dia 11 de novembro de 2017, para garantir a aplicação da legislação anterior. Magalhães lembra que o trabalhador tem prazo até dois anos para entrar com processo contra o ex-empregador. Para Ricardo Pereira de Freitas Guimarães, professor de direito do trabalho da PUC-SP, as razões para a queda no número de ações são que entre outubro e novembro de 2017 ocorreu um recorde de distribuições da ações devido ao temor pela nova interpretação da lei e o pagamento de honorários advocatícios ao empregador em caso de derrota na Justiça.
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22/02 - Entrega da declaração do Imposto de Renda 2019 começa em 7 de março
Segundo a Receita Federal, data limite para envio do IR é 30 de abril. Deve declarar quem recebeu mais de R$ 28.559,70 no ano passado. A Secretaria da Receita Federal informou que o prazo de apresentação da declaração do Imposto de Renda 2019, ano-base 2018, começa na quinta-feira (7), depois do carnaval, e se estende até o dia 30 de abril. A multa para o contribuinte que não fizer a declaração ou entregá-la fora do prazo será de, no mínimo, R$ 165,74. O valor máximo será correspondente a 20% do imposto devido. Os contribuintes que enviarem a declaração no início do prazo, sem erros, omissões ou inconsistências, receberão mais cedo as restituições do Imposto de Renda, se tiverem direito a ela. Idosos, portadores de doença grave e deficientes físicos ou mentais têm prioridade. As restituições começarão a ser pagas em junho, e seguem até dezembro, para os contribuintes cujas declarações não caíram em malha fina. Quem deve declarar? Deve declarar o IR neste ano quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018. O valor é o mesmo da declaração do IR do ano passado. Também deve declarar: Contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado; Quem obteve, em qualquer mês de 2018, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas; Quem teve, em 2018, receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 em atividade rural; Quem tinha, até 31 de dezembro de 2018, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil; Quem passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês do ano passado e nessa condição encontrava-se em 31 de dezembro de 2018; Quem optou pela isenção do imposto incidente em valor obtido na venda de imóveis residenciais cujo produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda. Quem optar pelo declaração simplificada abre mão de todas as deduções admitidas na legislação tributária, como aquelas por gastos com edudação e saúde, mas tem direito a uma dedução de 20% do valor dos rendimentos tributáveis, limitada a R$ 16.754,34, mesmo valor do ano passado. Novidades na declaração do IR de 2019 Uma das novidades do Imposto de Renda neste ano é que serão exigidos CPF's para todos dependentes incluídos na declaração. Em 2017, o CPF havia passado a ser obrigatório para crianças a partir de 12 anos e, no ano passado, a partir de 8 anos. A partir deste ano, o Fisco também solicitará, de forma obrigatória, mais informações sobre os bens dos contribuintes na declaração do Imposto de Renda. Entre os novos dados que serão pedidos na declaração do IR de 2019 estão endereço, número de matrícula, IPTU e data de aquisição de imóveis, além do número do Renavam de veículos. Tabela do Imposto de Renda A tabela do Imposto de Renda não foi corrigida no ano passado e, segundo informações divulgadas pelo governo em 2018, também não há previsão de que ela seja atualizada neste ano. Quando a tabela não é corrigida, mais trabalhadores podem passar a pagar imposto, desde que seus salários sejam corrigidos pela inflação. Segundo o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco Nacional), nos últimos 20 anos não houve correção da tabela do IR em quatro governo diferentes. No acumulado de 1996 a 2017, a defasagem é de 88,40%. A correção da tabela beneficiaria principalmente as classes média e alta. Entrega da declaração A declaração e entrega do IR poderá ser feita, e entregue, de acordo com o Fisco, por meio de: computador, por meio do Programa Gerador da declaração (PGD) relativo ao exercício de 2019, disponível no sítio da Receita Federal online (com certificado digital), na página do próprio Fisco; por meio do serviço "Meu Imposto de Renda", disponível para tablets e smartphones. Não é mais permitida a entrega do IR via disquete nas agências do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal. A entrega do documento via formulário foi extinta em 2010. A comprovação da apresentação da declaração do IR é feita por meio de recibo gravado depois da transmissão, no computador, em mídia removível ou no dispositivo móvel que contenha a declaração transmitida. A impressão fica a cargo do contribuinte. Declaração de bens e dívidas Segundo o Fisco, a pessoa física deve relacionar, na declaração do IR, os bens e direitos no Brasil ou no exterior, assim como suas dívidas. De acordo com o órgão, ficam dispensados de serem informados os saldos em contas correntes abaixo de R$ 140, os bens móveis, exceto carros, embarcações e aeronaves, com valor abaixo de R$ 5 mil. Também não precisam ser informados valores de ações, assim como ouro ou outro ativo financeiro, com valor abaixo de R$ 1 mil. As dívidas dos contribuintes que sejam menores do que R$ 5 mil em 31 de dezembro de 2018 também não precisam ser declaradas. Imposto a pagar O contribuinte que tiver imposto a pagar poderá dividir o valor em até oito cotas mensais, mas nenhuma delas pode ser inferior a R$ 50. O imposto de valor inferior a R$ 100 deve ser pago em cota única. A primeira cota, ou a única, deve ser paga até 30 de abril e, as demais, até o último dia útil de cada mês, acrescidas de juros. As demais cotas devem ser pagas até o último dia útil de cada mês, acrescidas de juros (taxa Selic, atualmente em 6,5% ao ano). O Fisco informou que o contribuinte também pode antecipar, total ou parcialmente, o pagamento do imposto ou das cotas, não sendo necessário, nesse caso, apresentar Declaração do IR retificadora com a nova opção de pagamento. Também é possível ampliar o número de cotas do imposto inicialmente previsto na Declaração de Ajuste Anual, até a data de vencimento da última parcela desejada. O pagamento integral do imposto, ou de suas cotas e dos acréscimos legais, pode ser efetuado mediante: transferência eletrônica de fundos por meio de sistemas eletrônicos dos bancos; Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf), em qualquer agência bancária; ou débito automático em conta-corrente.
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22/02 - Caixa e BNDES poderão vender ações na Petrobras sem aval do presidente, diz Casa Civil
Governo federal informou que decreto autorizando venda direta de ações será publicado nesta sexta no 'Diário Oficial'. Casa Civil diz que, com medida, venda será mais 'ágil'. A Casa Civil informou nesta quinta-feira (21) que o governo federal autorizará a Caixa Econômica e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a vender ações na Petrobras sem a necessidade de aval do presidente da República. De acordo com a Casa Civil, o decreto autorizando a venda direta das ações será publicado na edição desta sexta (22) do "Diário Oficial da União". Segundo o governo, a venda de ações da Petrobras controladas pelo BNDES e pela Caixa não afetará o controle da União sobre a estatal, que continuará com mais de 50% das ações ordinárias. O decreto revoga dispositivos de outras três normas que, atualmente, estabelecem que cabe ao presidente, por proposta dos conselhos de administração do BNDES e da Caixa, autorizar a venda das ações ordinárias da Petrobras. Segundo a Casa Civil, o decreto "simplifica o procedimento de alienação das ações ordinárias da Petrobras pertencentes a ambos os bancos." Ainda de acordo com o governo, hoje o procedimento de venda dessas ações é "burocrático" e impede os bancos de aproveitarem as melhores cotações das ações da Petrobras. "Com a mudança, os dois Bancos terão maior autonomia e agilidade para vender as ações de acordo com os preços de mercado", afirmou a Casa Civil.
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22/02 - 'Quanto mais profunda e ampla' a reforma da Previdência, melhor para o BC, diz Ilan Goldfajn
Presidente do Banco Central avalia que reforma profunda das regras previdenciárias deve auxiliar a autoridade monetária a manter a inflação sob controle e as taxas de juros baixas. Ilan Goldfajn, presidente do BC, durante entrevista à GloboNews Reprodução O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, afirmou nesta quinta-feira (21) em entrevista ao programa GloboNews Miriam Leitão que quanto "mais profunda e ampla" for a reforma da Previdência, "melhor" para a instituição. Na avaliação de Goldfajn, uma reforma profunda das regras previdenciárias melhora o ambiente econômico, auxiliando a autoridade monetária no controle da inflação, permitindo a manutenção de uma taxa de juros baixa e, consequentemente, incentivando a recuperação da atividade econômica. O presidente do Banco Central elogiou a proposta entregue ao Congresso Nacional nesta quarta (20) pelo presidente Jair Bolsonaro. Para Goldfajn, a proposta de emenda à Constituição (PEC) "é ampla e trabalha as injustiças". Entre outros pontos, o governo propôs na PEC a definição de uma idade mínima de aposentadoria diferenciada para homens e mulheres e a unificação das alíquotas de contribuição de trabalhadores da iniciativa privada e servidores públicos que ganham até o teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Entenda ponto a ponto a proposta de reforma da Previdência "Para o Banco Central, quanto mais profunda, quanto mais ampla, quanto mais economia tiver, é melhor em termos de inflação, em termos de manter uma taxa de juros mais baixa e em termos de recuperação da economia. Para o Banco Central, quando a gente olha a reforma, quanto mais profunda e ampla, melhor", declarou Ilan Goldfajn. O presidente da autoridade monetária ressaltou, entretanto, que a reforma da Previdência proposta pelo governo Jair Bolsonaro é um "ótimo passo" para equilibrar a economia brasileira, mas "não resolve tudo". Autonomia do BC Ilan Goldfajn voltou a defender, durante a entrevista, a aprovação no Congresso da proposta que estabelece autonomia para o Banco Central. Um dos pilares do projeto prevê mandato fixo para a diretoria da instituição, não coincidente com o do presidente da República. Na entrevista à GloboNews, o presidente do Banco Central ressaltou que o mandato é importante para garantir a independência da autoridade monetária, como ocorre, por exemplo, nos Estados Unidos. "Essa independência dá uma certa tranquilidade para que você possa fazer outras coisas. Isso ajuda a dar uma tranquilidade", enfatizou. Futuro profissional Indicado para o comando do Banco Central em 2016, pelo então presidente Michel Temer, Ilan Goldfajn é um dos dois ministros do governo anterior que se mantiveram no primeiro escalão na gestão Bolsonaro. O outro ministro remanescente do governo Temer é Wagner Rosário, que está à frente do Ministério da Transparência e da Controladoria-Geral da União. Goldfajn permaneceu no governo temporariamente, somente até o Senado sabatinar e aprovar o nome do indicado de Bolsonaro para a presidência do Banco Central: o economista Roberto Campos Neto. A sabatina de Campos Neto na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado está marcada para terça-feira (26). Para assumir o posto, o ex-executivo do Santander precisará passar pela sabatina e por uma votação no plenário do Senado. Questionado pela jornalista Miriam Leitão sobre o que pretende fazer após deixar o comando do Banco Central, Ilan Goldfajn disse que, por ora, só pretende cumprir a quarentena de seis meses ao lado da família. Ele disse que, ao longo deste período de afastamento, irá avaliar o futuro profissional. Initial plugin text
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22/02 - Magazine Luiza tem alta de 14,5% no lucro líquido do 4º trimestre
Considerando todos os canais, inclusive o marketplace, foram vendidos R$ 5,94 bilhões de outubro a dezembro, cifra 34,9% maior na comparação anual. Unidade do Magazine Luiza no Ribeirão Shopping Divulgação A rede varejista Magazine Luiza teve alta de 14,5% do lucro no quarto trimestre, a R$ 189,6 milhões, apoiada no crescimento forte das vendas e na diluição de despesas operacionais. Considerando todos os canais, inclusive o marketplace, foram vendidos R$ 5,94 bilhões de outubro a dezembro, cifra 34,9% maior na comparação anual. A receita líquida trimestral subiu 27,3% na mesma base, para R$ 4,61 bilhões. No conceito mesmas lojas, a Magazine Luiza apurou alta de 16,1% nas vendas, ante avanço 15% um ano antes. Enquanto isso, o crescimento das vendas online, incluindo de terceiros, desacelerou para 57,4%, de 60%. Ainda assim, a participação do ecommerce no total de vendas subiu a 37,7%, ante 32,3% no quarto trimestre. O maior faturamento compensou com sobras o aumento das despesas totais, impulsionando em 13% o resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda), para R$ 353,5 milhões. A Magazine Luiza investiu R$ 130,2 milhões no período, com os recursos destinados principalmente à abertura de lojas, reformas, tecnologia e logística. No ano, a companhia desembolsou R$ 364,4 milhões, 113% mais sobre 2017, incluindo inauguração de 96 novos pontos físicos. Separadamente, a varejista informou que seu conselho de administração aprovou a criação de novo programa de recompra de até 4,5 milhões de ações, o equivalente a 6,65% das ações em circulação no mercado
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22/02 - Mais de 10 mil lojas fecharam as portas na cidade do Rio em 2018, diz levantamento
Em todo o Estado do Rio foram mais de 25 mil, um aumento de 23% em relação a 2017, segundo o CDL. Levantamento do Centro de Estudos do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDLRio), indica que na Cidade do Rio de Janeiro, entre janeiro e dezembro de 2018, foram fechados 10 mil estabelecimentos, um aumento de 15% em comparação com o mesmo período de 2017. Só no mês de dezembro fecharam 1.445 lojas, mais 33% em comparação com o mesmo mês de 2017. Na opinião dos lojistas, os fechamentos foram motivados por queda das vendas e da atividade econômica, alta do desemprego, violência, e "aumento desregrado da camelotagem", além da crise no Estado do Rio. Em todo o Estado do Rio de Janeiro, também de janeiro/dezembro, foram extintas 25.920, um aumento de 23% em comparação com o mesmo período de 2017. No mês de dezembro, em todo o Estado, fecharam 3.580, um aumento de 44% em relação a dezembro de 2017. Fechamentos por bairro Na cidade do Rio de Janeiro, do total de 1.445 estabelecimentos comerciais que encerram as suas atividades em dezembro, 250 foram no Centro, 550 na Zona Norte, 425 na Zona Oeste e 220 na Zona Sul. Entre janeiro/dezembro de 2018 os números foram os seguintes: 3.950 na Zona Norte, 3.150 na Zona Oeste, 1.724 na Zona Sul e 1.742 no Centro. De acordo com Aldo Gonçalves, presidente do CDLRio, o quadro econômico do Estado do Rio afetou profundamente o comportamento do consumidor influenciando a sua disposição para a compra. Ele destaca também que a violência urbana e a desordenada invasão dos camelôs na cidade do Rio de Janeiro vem prejudicando bastante a atividade. “Para se ter idéia o comércio gastou R$ 1,5 bilhão com segurança o ano passado. Isso poderia ter sido investido na ampliação dos negócios, como novas lojas, reformas, treinamento de pessoal, gerando mais emprego e renda", avaliou.
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22/02 - Governador diz que cidades de Roraima podem ter falta de gasolina se fronteira for fechada
Antônio Denarium deu declaração em Brasília após se reunir com ministros do STF. Nicolás Maduro anunciou que fechará fronteira da Venezuela com o Brasil, em Roraima. Antônio Denarium (PSL), governador de Roraima Pedro Barbosa/G1 RR O governador de Roraima, Antônio Denarium (PSL), afirmou nesta quinta-feira (21) que cidades do estado podem ter problema no abastecimento de gasolina se a fronteira do estado com a Venezuela for fechada. Denarium deu a declaração em Brasília, após se reunir com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Mais cedo, nesta quinta-feira, o presidente venezuelano Nicolás Maduro informou que fechará a fronteira do país com o Brasil, em Roraima. "Em Pacaraima nem há postos de combustível porque a gasolina na Venezuela é muito barata, o valor é irrisório. E, se por acaso for fechada a fronteira, tanto Pacaraima e Santa Helena também podem ter problemas de abastecimento", declarou Denarium. De acordo com o governador, o estado também recebe fertilizantes e calcário da Venezuela e, se a fronteira for fechada, o abastecimento da agricultura será prejudicado. "Nós somos importadores de fertilizantes, de calcário da Venezuela, o que pode atrapalhar também o abastecimento de calcário para a nossa próxima safra e nosso próximo plantio que se inicia agora no mês de maio e junho", declarou. Denarium destacou que o Brasil também fornece alimentos para Venezuela e a fronteira fechada pode comprometer o faturamento das empresas de Roraima e levar ao fechamento de alguns estabelecimentos. Maduro manda fechar fronteira da Venezuela com Brasil Energia elétrica De acordo com o governador, 50% da energia consumida no estado é produzida na Venezuela e uma das preocupações é que as relações com o país vizinho levem também ao fim do fornecimento de energia. "Hoje o estado de Roraima é o único estado do Brasil que não está interligado ao sistema nacional de energia elétrica. Nós temos 50% da energia vindo da Venezuela, outros 50% por termoelétrica, por óleo diesel, e hoje nós não temos energia suficiente para abastecer Roraima sem que chegue energia da venezuela", afirmou. Segundo o governador, diálogos estão em andamento com o Ministério de Minas e Energia para para que se contrate energia suficiente caso seja necessário. Maduro ordena fechamento do único ponto de passagem terrestre entre Venezuela e Brasil Ajuda humanitária Também nesta quinta, o porta-voz do presidente Jair Bolsonaro, Otávio Rêgo Barros, informou que o limite de ação do Brasil em relação à Venezuela é a faixa de fronteira. Rêgo Barros convocou uma entrevista coletiva no Palácio do Planalto para falar sobre a ajuda humanitária que o Brasil pretende enviar à Venezuela no sábado (23), com alimentos e medicamentos. De acordo com o porta-voz, a ajuda será transportada até Boa Vista e Pacaraima por motoristas brasileiros. A partir da fronteira, explicou, os medicamentos e os alimentos deverão ser transportados por motoristas venezuelanos. Segundo Rêgo Barros, os caminhões venezuelanos serão conduzidos por cidadãos venezuelanos e deverão entrar no Brasil, pegar os itens da ajuda humanitária e levá-los ao país. O porta-voz afirmou que, segundo relatos de militares brasileiros em Roraima, a fronteira estava "aberta e com fluxo normal" nesta quinta-feira.
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21/02 - Gilmar Mendes dá mais 12 meses de prazo para Congresso regulamentar Lei Kandir
Lei é de 1996, ainda não foi regulamentada e prevê repasses da União a estados para compensar perda de arrecadação. Em 2016, STF deu 12 meses, mas Congresso não cumpriu prazo. O ministro Gilmar Mendes, do STF Nelson Jr./SCO/STF O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quinta-feira (21) dar mais 12 meses de prazo para o Congresso Nacional regulamentar os repasses da Lei Kandir. Nesta quarta (20), Gilmar Mendes já havia dito que concederia o prazo, atendendo a um pedido da Advocacia-Geral da União (AGU). A decisão do ministro ainda será analisada pelo plenário do STF. Aprovada em 1996, a Lei Kandir reduziu a arrecadação dos estados ao prever casos de isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre alguns produtos destinados à exportação. Para compensar as perdas, a lei obriga a União a ressarcir os estados. Ainda não há, contudo, uma regulamentação sobre o tema. Em novembro de 2016, o STF deu prazo de 12 meses para a regulamentação, mas o Congresso não cumpriu o prazo. A AGU, então, pediu mais prazo, de 24 meses ou 12 meses, e a questão passou a ser analisada por Gilmar Mendes. Entenda a lei Kandir, que isenta agricultores da cobrança do ICMS nos casos de exportação Reunião com governadores Na última terça (19), Gilmar Mendes e o presidente do STF, Dias Toffoli, se reuniram com 12 governadores para discutir o tema. Ao deixar o encontro, o governador do Pará, Helder Barbalho, afirmou que os governadores do grupo esperavam que Gilmar Mendes concedesse o prazo. De acordo com Helder Barbalho, foi discutida na reunião a possibilidade de criação de uma câmara de conciliação entre estados e União para discutir como os repasses poderiam ser feitos.
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21/02 - B3 tem lucro de R$ 2 bilhões em 2018
Lucro atribuído aos acionistas teve alta de 70% em relação a 2017. A B3 (empresa resultante da fusão entre a antiga BM&FBovespa e a Cetip) encerrou 2018 com lucro líquido atribuído aos acionistas de R$ 2,087 bilhões – uma alta de 70,4% em relação a 2017, segundo balanço divulgado pela companhia nesta quinta-feira (21). Foi o primeiro ano completo após a fusão das duas empresas. Desconsiderando os itens não recorrentes, o lucro líquido recorrente seria de R$ 2,6 bilhões em 2018, alta de 26,4% em relação à 2017. No quarto trimestre, a receita total atingiu R$ 1,458 bilhão, aumento de 27,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já no ano todo, a receita total atingiu R$ 5,351 bilhões, alta de 20,6% em relação a 2017. O resultado financeiro, no entanto, ficou negativo em R$53,7 milhões no ano passado. As receitas financeiras somaram R$ 488,8 milhões, 46,8% inferiores a 2017. Já as despesas financeiras somaram R$542,5 milhões, queda de 30,9% em relação ao mesmo período do ano anterior "Em relação ao desempenho operacional, o ano de 2018 foi marcado pelo crescimento dos negócios dos clientes da B3, o que motiva a Companhia a seguir apoiando suas iniciativas de negócios com plataformas seguras e um rol de produtos cada vez mais completo", afirma a B3 em seu relatório de administração.
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21/02 - IGC eleva projeção para produção mundial de grãos
Conselho Internacional de Grãos estima agora 2,12 bilhões de toneladas na safra 2018/2019. Expectativa para colheita de milho foi aumentada em 33 milhões de toneladas. Aumento na expectativa de projeção para a safra de milho é principal motivo de revisão para produção mundial de grãos pelo IGC AFP O Conselho Internacional de Grãos (IGC, na sigla em inglês) elevou nesta quinta-feira (21) sua previsão para a safra mundial 2018/2019, a 2,12 bilhões de toneladas. O número representa um salto frente às 2,08 bilhões projetadas em janeiro, mas ainda uma queda sobre as 2,14 bilhões de toneladas colhidas no ciclo passado. A alteração decorre de ajustes para cima na safra chinesa, especialmente de milho. O órgão intergovernamental aumentou sua previsão de safra global do grão em 33 milhões de toneladas, para 1,109 bilhão de toneladas, com a produção da China chegando a 257 milhões, acima da previsão anterior de 220 milhões. "Este relatório incorpora ajustes de oferta e demanda para refletir revisões previamente anunciadas das estimativas oficiais de produção para a China, com as maiores mudanças para o milho", disse o IGC. O conselho também reduziu sua previsão para a produção mundial de trigo em 2018/19 em 2 milhões de toneladas, para 735 milhões.
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21/02 - Pedófilos usam YouTube para trocar informações sobre vídeos de crianças
Plataforma diz que está tomando 'medidas agressivas' para conter o problema. Empresas como Disney e McDonald's retiraram anúncios de vídeos após divulgação de polêmica. Denúncias afirmam que a configuração da rede facilitava o contato entre pedófilos e acesso a vídeos de crianças. Reuters/Dado Ruvic Uma polêmica explodiu sobre o YouTube durante esta semana. Em vídeo, um dos produtores de conteúdo da plataforma, Matt Watson, fez uma crítica ao YouTube e mostrou o que ele chamou de “falha” : uma rede de pedófilos utiliza termos como “girls bikini” para encontrar vídeos de crianças em roupas de banho, praticando esportes ou na praia. Esses usuários usavam o espaço de comentários para instruir as crianças e adolescentes na gravação de vídeos, mantinham contato uns com os outros, sinalizavam frames de vídeos em que havia maior exposição das crianças e até trocavam vídeos não listados nas buscas do YouTube. De acordo com Watson, eles também baixavam os vídeos e faziam upload deles em seus próprios canais para evitar que fossem removidos pelos usuários originais. No vídeo, Watson mostra que uma conta recém criada no YouTube pode chegar a alguns dos vídeos usados por esses pedófilos em questão de cinco cliques, pela maneira como a rede de vídeos recomenda conteúdo aos usuários. Para ele, o mais chocante é que alguns desses vídeos são monetizados e exibem propaganda. “Isso é exploração infantil”, disse. Para provar seu ponto, Watson usa uma VPN para realizar uma nova conexão e uma conta nunca antes usada. Com alguns cliques, ele está em um vídeo de meninas pequenas de biquini, que tem quase 1 milhão de visualizações, com uma barra lateral de recomendação cheia de vídeos semelhantes. Alguns dos vídeos que são recomendados para ele nesse momento têm títulos em português. Segundo o YouTube, toda a polêmica ainda está "em processo de investigação, então neste momento não temos informações sobre impactos no Brasil. Se for o caso, tomaremos eventuais medidas junto às autoridades competentes.” Vídeo em que o youtuber Matt Watson apresenta o problema, com comentários de pedófilos e recomendações de vídeos de crianças. Reprodução O problema gerou comoção nas empresas que fazem anúncios no Youtube. Nestlé, McDonald's, Disney, Epic Games, AT&T e outras companhias retiraram seus anúncios da plataforma após a polêmica. Watson afirma que ele não é o primeiro a falar disso e mostra algumas reportagens que já apontavam para um problema semelhante. O que diz o YouTube Uma porta-voz do YouTube no Brasil afirmou que a plataforma passou as últimas 48h tomando “medidas agressivas” para acabar com esse problema: mais de 400 contas foram deletadas nos últimos dias, milhares de vídeos removidos da plataforma e dezenas de milhões de comentários foram deletados. “Fechamos os canais e reportamos todos esses comentários e material para as autoridades competentes nos Estados Unidos para que possam conduzir investigações nesse sentido. Temos um trabalho muito próximo das autoridades quando se trata desse assunto”, disse a porta voz ao G1. Segundo o YouTube, os vídeos não são postados com esse contexto inicialmente e muitos deles mostram filhos das pessoas e crianças em atividades corriqueiras. “Nós tiramos esses vídeos do ar. Eles são postados de forma inocente e tirados de contexto”. O YouTube também deixou claro que tem uma política restrita de idade e que não permite que crianças menores de 13 anos criem contas na plataforma. Essa medida é parte de uma determinação internacional chamada COPPA (Ato de Proteção Online à Criança, na sigla em inglês), que estabelece diretrizes para a proteção à vida privada das crianças na internet. Leia a íntegra da nota divulgada pelo YouTube ao G1: “Qualquer conteúdo — incluindo comentários — que coloque menores em perigo é repulsivo e temos políticas claras que proíbem isso no YouTube. Nós tomamos ações imediatas, removendo contas e canais, reportando atividades ilegais às autoridades e desabilitando comentários em dezenas de milhões de vídeos que incluem menores de idade. Ainda há mais a ser feito e continuamos a trabalhar para melhorar e identificar abusos mais rapidamente.”
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21/02 - Raízen vê nova safra de cana 'um pouco melhor' e aponta maior consumo de combustíveis
Empresa é a maior produtora global de açúcar e etanol de cana e está otimista, mas calcula que a colheita não deve ultrapassar as 600 milhões de toneladas. Presidente da Raízen se diz animado com a economia em 2019 Marcelo Brandt/G1 O volume da nova safra de cana-de-açúcar do Centro-Sul, principal região produtora do Brasil, será um pouco maior que o registrado na temporada atual, em que usinas voltaram a sofrer os efeitos do tempo adverso e do envelhecimento dos canaviais, disse nesta quinta-feira (21) o presidente da Raízen. A empresa é a maior produtora global de açúcar e etanol de cana. "A safra deve ser um pouco melhor este ano porque o clima esteve um pouquinho melhor neste começo do ano, mas não será acima de 600 milhões de toneladas", disse Luís Henrique Guimarães a jornalistas, após participar de seminário no Rio de Janeiro. A União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) apontou em dezembro que a próxima safra do centro-sul do Brasil (2019/20) teria um volume semelhante ao da atual, que será encerrada em março de 2019 com uma moagem de cerca de 570 milhões de toneladas. Consumo de combustíveis O presidente da Raízen destacou que o consumo de etanol em 2019 vai depender das cotações do petróleo, da gasolina e do açúcar, que compete com o etanol pela mesma matéria-prima. Guimarães ressaltou, contudo, que deverá haver uma expansão dos combustíveis do ciclo Otto (gasolina e etanol) este ano, em meio a uma esperada melhora na economia. A Raízen também figura como uma das mais distribuidora de combustíveis do país. Em 2018, de acordo com dados da agência reguladora ANP, o mercado de combustíveis --incluindo diesel e outros-- ficou estagnado, com o consumo de gasolina caindo 13% e o de etanol hidratado, mais competitivo, registrando um salto de 42%. "O ciclo Otto deve crescer (este ano). A gente vem de dois anos muitos ruins do consumo total de gasolina mais etanol, apesar do etanol ter crescido muito...", disse. O presidente da Raízen demonstrou mais otimismo em relação às perspectivas para a economia brasileira, o que deve trazer reflexos positivos sobre a demanda por combustíveis. "A gente entra no ano bem mais animado que no ano passado... uma recuperação da economia com o PIB crescendo, melhoria de renda do consumidor... o que determina o mercado é renda e crescimento", disse ele, ressaltando que o otimismo também tem relação com a perspectiva de reforma da Previdência, além da regulamentação do programa RenovaBio.
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21/02 - Os segredos que as microcasas escondem
As moradias ‘minimalistas’ parecem maravilhosas, mas há muitas complexidades e contradições que não aparecem nos folhetos de propaganda. O movimento das microcasas surgiu como uma solução para a escassez de moradias com preços acessíveis ALAMY STOCK PHOTO Um fenômeno curioso tem se espalhado por diversas partes do mundo. As microcasas têm sido destaque na imprensa e contam com dezenas de páginas nas redes sociais - que atraem milhões de seguidores. Embora não haja números exatos de quantas destas moradias já estão em uso, elas ganharam popularidade a partir da crise econômica de 2008 - basta observar, por exemplo, a proliferação de fabricantes de residências minimalistas. Com origem nos EUA, o movimento das microcasas também eclodiu no Canadá, na Austrália e no Reino Unido. Estes empreendimentos são promovidos como uma resposta à crise habitacional nos EUA - uma alternativa oportuna às moradias tradicionais e hipotecas. No entanto, quando comecei a mergulhar neste universo, descobri que há muitas complexidades e contradições que cercam esses pequenos espaços. Eu visitei residências, participei de feiras dedicadas a estes empreendimentos, passei um tempo em uma comunidade de microcasas e entrevistei dezenas de pessoas que vivem nelas. Minha pesquisa me levou a todos os cantos dos EUA - de um "puxadinho" convertido, espremido entre duas casas de tamanho médio em Staten Island, em Nova York, a uma comunidade na Flórida repleta de casinhas fofas e coloridas, localizada apropriadamente na mesma rua da Disney World. Aqui estão três aspectos que descobri ao longo desta jornada: 1. O sonho da casa própria A geração dos millennials tem um relacionamento complicado com a casa própria. Muitas vezes eles até querem comprar um imóvel, mas simplesmente não têm condições de repetir o que seus pais fizeram, e são conhecidos como "geração do aluguel". Todos os millennials entrevistados que viviam em microcasas queriam ter moradias maiores no futuro. Eles viam o estilo de vida minimalista como uma forma de ser proprietário de algo agora e ser capaz de economizar ao mesmo tempo. Vários casais jovens planejavam se mudar quando tivessem filhos, vendendo ou alugando a microcasa. Mas ver essas casas como uma opção de moradia temporária, a ser abandonada à medida que a vida progride, pode não ser tão simples na prática. O que muita gente não sabe é que esse tipo de moradia pode esconder algumas surpresas não tão agradáveis ALAMY STOCK PHOTO Além do desafio óbvio de poupar o suficiente para comprar um espaço maior, não é fácil vender uma microcasa, uma vez que esse tipo de empreendimento costuma desvalorizar. E como elas não estão vinculadas ao terreno, há muitas vezes uma incógnita em relação a sua viabilidade no longo prazo. 2. 'Sem chão' As microcasas costumam ser construídas sobre rodas, como uma forma de contornar as regulamentações governamentais a respeito do tamanho mínimo para moradia habitável. Isso geralmente faz com que seus moradores sintam que não estão devidamente instalados. Quando fiquei hospedada em uma microcasa, me lembro de ter a sensação que estava sobre rodas e de sentir um ligeiro balanço quando pulava da escada que dava acesso à cama. Como uma entrevistada que vive com o companheiro e o filho pequeno em uma terra privada na zona rural de Washington me disse: "Parece que não há raízes; parece que estamos distantes da terra porque há rodas embaixo de nós... É um lembrete constante... você está em um uma situação frágil de moradia. " A maioria dos moradores com quem conversei ansiava por ter uma fundação sólida no futuro. Conheci uma millennial que usou a poupança da universidade para construir uma microcasa lindamente customizada, mas se sentiu tão "sem chão" após um ano vivendo sobre rodas que estava tentando vender. Millennials ao redor do mundo estão com dificuldade de ganhar tanto dinheiro quanto a geração dos pais e conseguir comprar um imóvel ALAMY STOCK PHOTO Isso sugere que as normas para construção civil precisarão ser flexibilizadas para permitir que microcasas tenham fundações. Alguns lugares já tomaram a dianteira neste processo - um exemplo é Spur, no Texas, que mudou suas leis de habitação com a intenção expressa de atrair moradores em face à população em declínio. Spur está se lançando como a primeira cidade americana simpática às microcasas. De uma maneira mais ampla, no entanto, os aspectos legais em torno das microcasas ainda são complicados. Eles continuam a restringir o potencial desse estilo de vida tanto nos EUA quanto em outros países. No Reino Unido, por exemplo, pode haver problemas com leis de planejamento urbano que exigem que todas as residências novas tenham mais de um espaço para cama. No sudoeste da Inglaterra, a Câmara Municipal de Bristol anulou recentemente essa regra para permitir que várias microcasas fossem construídas no jardim dos fundos de uma casa geminada, considerando que era necessário ajudar a aliviar a crise imobiliária local. 3. Microcasa ≠ microconsumo As microcasas são frequentemente apresentadas como uma opção de moradia mais sustentável. Elas são certamente um possível freio na demanda por casas maiores e no alto consumo de energia, materiais de construção e assim por diante. No entanto, reduzir o impacto ambiental se tornando minimalista não é tão simples como alguns pensam. Deparei-me com várias famílias que estavam usando depósitos externos para guardar itens que não cabiam dentro casa. Um "segredo sujo", como classificou um entrevistado. Outra moradora explicou que decidiu não se desfazer dos objetos da sua casa anterior, para o caso de mudar de ideia a respeito do estilo de vida minimalista. Como não há espaço para todos os seus pertences, alguns proprietários de microcasas acabam recorrendo a depósitos externos ALAMY STOCK PHOTO Mais da metade dos meus entrevistados tinha a mentalidade do "para entrar um, tem que sair outro" - ou seja, jogavam fora ou doavam um item para abrir espaço para algo novo. Como me disse uma mulher de quase 40 anos, que vive em uma casa de última geração em um estacionamento para trailers na zona rural de New Hampshire, nos EUA: "Sou viciada em TK Maxx (rede de lojas de departamento com preços mais acessíveis). Ainda saio a cada dois meses e compro um monte de coisas, depois chego em casa e decido do que vou me desfazer". Independentemente de como o estilo de vida minimalista é vendido por seus entusiastas, a sustentabilidade não foi um fator importante para a maioria dos participantes do meu estudo. Na verdade, se mostrou quase uma reflexão tardia. Parece que é preciso mais do que mudar o tamanho de uma casa para mudar a mentalidade das pessoas que vivem lá dentro. *Este artigo, de autoria de Megan Carras, da Universidade de St Andrews, na Escócia, foi publicado originalmente no site de notícias acadêmicas The Conversation e republicado aqui sob uma licença Creative Commons.
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21/02 - Valor a ser pago à Petrobras por cessão onerosa será definido em março, diz ministro
Segundo Bento Albuquerque, há esperança de a capitalização da Eletrobras ocorrer ainda neste ano. Bento Albuquerque, ministro de Minas e Energia GloboNews O montante a ser pago pela União à Petrobras em uma renegociação do contrato da cessão onerosa deverá ser definido em março, após uma reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) ainda em fevereiro definir o formato da revisão do acordo com a estatal, disse nesta quinta-feira (21) o ministro de Minas e Energia, almirante Bento Albuquerque. Segundo ele, na reunião deste mês ainda será definido o modelo do leilão de áreas de petróleo e gás excedentes da cessão onerosa, onde há mais petróleo do que os 5 bilhões de barris de óleo equivalente acordados inicialmente com a Petrobras. "No dia 28, se o conselho aprovar, vamos marcar uma outra reunião em que certamente chegaremos ao formato final e números dentro do CNPE, de forma que o leilão possa acontecer no último trimestre deste ano", disse o ministro, durante evento no Rio de Janeiro. Ele afirmou ainda que há esperança de a capitalização da Eletrobras ocorrer ainda neste ano, embora a prioridade do governo seja a aprovação da reforma da Previdência. O modelo da operação ainda não está definido, e também não há decisão ainda sobre até que ponto o governo irá reduzir sua fatia na estatal em meio à capitalização.
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21/02 - Reforma da Previdência: vídeos tiram dúvidas por tema
Advogada tributarista esclareceu dúvidas sobre a proposta apresentada pelo governo. A presidente do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP), Adriane Bramante, participou de transmissão ao vivo no G1 para esclarecer as dúvidas dos internautas sobre a proposta de reforma da Previdência enviada pelo governo ao Congresso Nacional na quarta-feira (20). Entenda a reforma ponto a ponto Veja simulações de aposentadoria pelas regras da reforma Assista abaixo as respostas, divididas por tema O que muda no cálculo que reduz o valor da aposentadoria Reforma da Previdência: o que muda no cálculo que reduz o valor da aposentadoria Como funciona a regra de acúmulo de benefícios Reforma da Previdência: como funciona a regra de acúmulo de benefícios Fator previdenciário na reforma Reforma da Previdência: fator previdenciário na reforma Mudanças no BPC (Benefício de Prestação Continuada) Reforma da Previdência: mudanças no BPC (Benefício de Prestação Continuada) Entenda a regra de transição por pontos Reforma da Previdência: entenda a regra de transição por pontos Entenda a regra de transição por idade mínima Reforma da Previdência: entenda a regra de transição por idade mínima Entenda a transição por tempo de contribuição Reforma da Previdência: entenda a transição por tempo de contribuição Multa e recolhimento do FGTS do trabalhador aposentado Reforma da Previdência: multa e recolhimento do FGTS do trabalhador aposentado Servidores públicos Reforma da Previdência: servidores públicos Aposentadoria das pessoas com deficiência Reforma da Previdência: aposentadoria das pessoas com deficiência O que muda para os professores Reforma da Previdência: o que muda para os professores O que muda para os trabalhadores rurais Reforma da Previdência: o que muda para os trabalhadores rurais O que muda na aposentadoria dos policiais Reforma da Previdência: o que muda na aposentadoria dos policiais Alíquotas de contribuição Reforma da Previdência: alíquotas de contribuição Initial plugin text
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21/02 - Disney e McDonald's retiram anúncios do Youtube por comentários pedófilos
Em comunicado, o Youtube indicou ter tomado "ações imediatas" para eliminar tais conteúdos. Nestlé, McDonald's, Disney, Epic Games e outras companhias retiraram seus anúncios da plataforma Youtube pela polêmica surgida por conta de vários comentários pedófilos por parte de usuários em vídeos nos quais apareciam menores de idade, informaram nesta quinta-feira (21) as empresas. As companhias tomaram a decisão depois do rebuliço ocasionado pelo vídeo postado no domingo pelo blogueiro Matt Watson em que mostrava os comentários de tom pedófilo que vários usuários tinham deixado em conteúdos nos quais apareciam meninas. Embora os vídeos aos quais Watson fez alusão não fossem pornográficos e nem explicitamente eróticos, e portanto não atentavam contra as regras internas do Youtube, os usuários identificavam momentos nos quais as meninas, que apareciam fazendo esporte ou vestidas de animadoras de torcida, deixavam entrever partes íntimas. O vídeo de denúncia recebeu desde então mais de dois milhões de visitas e nele Watson afirma que o Youtube não só permitia estes comentários, mas os algoritmos da plataforma dirigiam os usuários desde esses vídeos a outros com conteúdos similares. Nestlé, McDonald's, Disney, Epic Games e outras companhias como Purina, GNC, Fairlife, Canadá Goose, Dr. Oetker e Vitacost decidiram retirar seus anúncios do portal ao serem informados de que estes estavam sendo reproduzidos junto aos conteúdos que Watson denunciou. Em comunicado, o Youtube indicou ter tomado "ações imediatas" para eliminar tais conteúdos. "Qualquer conteúdo – incluídos os comentários – que ponha em perigo menores é horrível e temos claras políticas que o proíbem no Youtube", indicou a companhia.
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21/02 - Entra em vigor lei que combate desigualdade salarial em grandes empresas em Portugal
Ministério do Trabalho apresentará anualmente balanços sobre as desigualdades de salários entre homens e mulheres em nível setorial e por empresas. Entrou em vigor nesta quinta-feira (21) em Portugal uma lei criada para combater a desigualdade salarial entre homens e mulheres, no entanto, tal normativa obriga apenas empresas de grande porte a prestar contas. A lei foi aprovada pelo Parlamento português em agosto deste ano e executará vários instrumentos para que haja mais informação e um maior controle que favoreça a equiparação de remunerações. Segundo informou o Governo em comunicado, o Ministério do Trabalho apresentará anualmente balanços sobre as desigualdades de salários entre homens e mulheres em nível setorial e por empresas. Um segundo mecanismo obrigará que as empresas aumentem a transparência política de salários, por isso que, se forem requeridas, terão que demonstrar que os salários de seus empregados foram fixados de acordo com critérios objetivos. Esse mecanismo é aplicado, por enquanto, às empresas com 250 ou mais trabalhadores, e a partir do terceiro ano em vigência, se estenderá às companhias com 50 ou mais empregados, o que na prática só afetará 5% do setor empresarial português. Além disso, a Autoridade para as Condições do Trabalho e a Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego poderão emitir relatórios sobre possíveis discriminações salariais. Em Portugal, o salário das mulheres é 14,9% inferior ao dos homens, ou seja, 150 euros a menos por mês e 2,1 mil euros a menos por ano. O governo também argumentou que a disparidade salarial cresce quanto maior é o nível de qualificação do emprego, até diferenças de salários entre homens e mulheres de 26,4%, o que representa 670 euros por mês. Mesmo assim, as diferenças salariais foram diminuindo nos últimos anos, passando de 18,5% de 2012 a 14,9% em 2017. "A lei de igualdade salarial mudará práticas (...), embora não podemos antecipar que a lei por si só irá resolver o problema", comentou a secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade, Rosa Monteiro, Segundo o balanço do Eurostat, que realiza as medições com empresas de pelo menos 10 trabalhadores e que se centra nos salários brutos veículos de imprensa, a diferença média dos países da UE é de 16,1%, frente aos 16,3% em Portugal.
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21/02 - Maia determina envio da PEC da Previdência para a CCJ da Câmara
Comissão de Constituição e Justiça é a primeira etapa da tramitação da proposta; texto será analisado também por comissão especial antes de ir ao plenário para votação em dois turnos. Presidente da Câmara envia proposta de reforma da Previdência à CCJ O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), determinou nesta quinta-feira (21) o envio da proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma da Previdência à Comissão de Constituição e Justiça da Casa. É a primeiro movimento de tramitação da PEC, que será analisada pela CCJ e por uma comissão especial, antes de ir ao plenário da Câmara. A CCJ, porém, ainda não foi instalada. Nesta quarta (20), o presidente informou que vai determinar a instalação da comissão na próxima semana, para que o colegiado já possa iniciar a análise da PEC. A CCJ tem 66 deputados e é a principal comissão da Casa. Caberá ao colegiado analisar a admissibilidade do texto, ou seja, se ele está de acordo com a Constituição e as leis vigentes no país. Neste ponto, não há análise do conteúdo da PEC, apenas de seus aspectos formais. A CCJ tem cinco sessões para votar a admissibilidade da proposta. Concluída a etapa na CCJ, o presidente da Câmara vai criar uma comissão especial, que se destina exclusivamente a analisar o conteúdo PEC. Neste ponto, os deputados podem propor mudanças no conteúdo por meio de emendas. O próprio relator pode apresentar um novo texto (chamado de substitutivo), com alterações na proposta. O colegiado tem 40 sessões para formular um parecer. Nas dez primeiras sessões, os deputados podem apresentar emendas à PEC, mas precisam ter assinaturas de, no mínimo, 171 deputados (1/3 da Câmara). O prazo de 40 sessões não precisa ser necessariamente esgotado. Na 11ª sessão, logo depois de encerrado o prazo de emendas, o relator já pode trazer seu parecer. Encerrada a etapa, o parecer é publicado e, depois de duas sessões, pode ser incluído na pauta do plenário, onde haverá dois turnos de discussão e votação. Nas duas votações, a PEC precisa ser aprovada por, no mínimo, 308 deputados, 3/5 da composição da Casa. A votação é nominal, com registro eletrônico. Entre os dois turnos, há um intervalo de cinco sessões. Caso o texto não alcance o número mínimo necessário, a PEC é considerada arquivada. Aprovada nos dois turnos, o texto segue para o Senado. Se for alterada pelos senadores, volta para a Câmara; o texto só é considerado aprovado pelas duas Casas quando deputados e senadores chegam a uma proposta em comum – até lá, é enviado para uma e outra Casa depois das alterações. Com um texto em comum, a PEC segue para promulgação do presidente do Congresso, o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), que também é o presidente do Senado. Initial plugin text
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21/02 - Ford e governo de SP tentam vender fábrica da montadora em São Bernardo do Campo
Interessado poderá ser grupo nacional ou internacional, que busque a ‘preservação do parque fabril e dos empregos que ali existem’. Ford e governo do estado vão tentar vender unidade de São Bernardo O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse nesta quinta-feira (21) que o governo e a Ford tentam vender a unidade fabril da montadora em São Bernardo do Campo. Nesta manhã, o tucano se reuniu com representantes da empresa e o prefeito da cidade do ABC, Orlando Morando (PSDB). Na terça, a montadora anunciou o fechamento da fábrica na cidade em comunicado global. Morando disse ao G1 que o município vai perder R$ 18,5 milhões em arrecadação, sendo R$ 14,5 milhões em ICMS (1,7% do total arrecadado com o imposto) e R$ 4 milhões de ISS (0,8% do total). Além disso, a expectativa é que 27 mil pessoas percam seus empregos (2,8 mil funcionários da Ford, 1,5 mil terceirizados, além de 22,5 mil de setores relacionados). De acordo com o governador, na cidade do ABC somente o centro administrativo da empresa permanecerá funcionando, com 1.200 funcionários. Produção de caminhões em fábrica da Ford Divulgação/Ford Segundo Doria, o comprador poderá ser um grupo nacional ou internacional que busque a “preservação do parque fabril e dos empregos que ali existem”. Segundo Doria, o secretário da Fazenda, Henrique Meirelles, será responsável pelo trabalho. “Nós vamos buscar uma solução de mercado, ao lado da Ford. Não é uma ação de governo, é uma ação de setor público com setor privado, na defesa de um parque industrial e de proteção de empregos.” A busca por possíveis compradores vai acontecer ao longo de 2019. Em comunicado, a Ford afirmou que tentou alternativas como parcerias e venda da operação antes de decidir pelo fechamento. “A venda da fábrica nessa nova circunstância, com um novo governo, com uma nova economia no plano federal, um novo governo, uma nova visão pró-mercado no plano estadual, é diferente de entendimentos tentados pela Ford ao longo do ano passado, quando não tínhamos este cenário concretamente”, disse Doria. O prefeito de São Bernardo do Campo afirmou que, durante a sua gestão, a fabricante não utilizou benefícios fiscais por não gerar 100 novos postos de mercado.
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21/02 - Operação de Três Marias pode ser alterada para impedir lama de Brumadinho no São Francisco, diz ministro
Ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, afirmou que não pode garantir que a lama não chegará ao rio e que isso depende do volume de chuvas na região. O ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, afirmou nesta quinta-feira (21) que o governo pode alterar a operação da usina hidrelétrica de Três Marias para garantir que os rejeitos da barragem da Vale, que se rompeu em Brumadinho (MG), não cheguem ao Rio São Francisco. Canuto participou nesta quinta-feira da reunião da comissão externa da Câmara dos Deputados de monitoramento do desastre. A barragem de rejeito de minérios se rompeu no fim de janeiro deixando um mar de lama e destruição na cidade mineira. Até a última quarta-feira (20), foram confirmadas 171 mortes; 141 pessoas estão desaparecidas. "Já está alinhado com a usina de Retiro Baixo [no rio Paraopeba] uma operação especifica para tentar reduzir a passagem e em Três Marias [no rio São Francisco] também. Caso isso chegue a Três Marias e a diluição dos rejeitos não sejam, como a gente espera, muito reduzida, a operação de Três Marias pode sim ser alterada para garantir que o rejeito não chegue ao rio São Francisco", disse o ministro. O ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, durante audiência pública na Câmara dos Deputados Michel Jesus/Câmara dos Deputados Segundo Canuto, não é possível garantir que os rejeitos de minérios não chegarão ao rio. “Não podemos afirmar que não haverá contaminação porque isso vai depender do regime de chuvas e como a pluma [de lama] vai se comportar ao longo do leito do rio”, disse. Segundo ele, o governo está alinhado com as concessionárias das usinas do Retiro Baixo e de Três Marias. O ministro afirmou que o reservatório de Três Marias é muito grande e que o governo espera que os rejeitos sejam diluídos e não contaminem o São Francisco. A contaminação do São Francisco com os rejeitos da barragem é uma das grandes preocupações ambientais atuais. Agência dá prazos para extinção de barragens como a de Brumadinho Monitoramento de barragens Canuto afirmou que o governo estuda criar um órgão específico ou uma câmara técnica junto ao Conselho Nacional de Recursos Hídricos para tratar de segurança de barragens. Esse órgão seria responsável por garantir que a lei de segurança de barragens seja implementada e cumprida pelos empreendedores. O ministro afirmou ainda que o governo vai propor mudanças nas leis que tratam de barragens, entre as mudanças está a alteração no critério de classificação de risco das barragens e o aumento do valor das multas para as empresas que não cumprem a lei de segurança de barragens. Na última segunda-feira (18), a Agência Nacional de Mineração (ANM) determinou a eliminação de todas as barragens do tipo "alteamento a montante", como a que rompeu em Brumadinho. De acordo com a decisão, as barragens a montante ou método desconhecido que estão desativadas deverão ser eliminadas até 15 de agosto de 2021 e as que estão em funcionamento, até 15 de agosto de 2023. Em uma lista com 717 barragens de rejeitos de mineração no Brasil, pelo menos 88 têm método de construção de "alteamento a montante ou desconhecido", segundo a ANM. Depoimento Na sessão desta quinta-feira, a comissão externa ouviu o depoimento do irmão de uma vítima da tragédia de Brumadinho. Durante sua fala, Gustavo Barroso rebateu a fala do presidente da Vale, Fabio Schvartsman, que afirmou que "é uma joia brasileira" e não pode ser condenada pelo rompimento da barragem de Brumadinho, "por maior que tenha sido a tragédia". Gustavo Barroso disse que sua irmã e as outras pessoas que morreram na tragédia "eram joias". “Joia rara era minha irmã e as outras 310 pessoas que morreram. Uma empresa não é nada sem seus funcionários”, disse. Gustavo era irmão da engenheira de minas Isabela Barroso, que morreu no rompimento da barragem da mina do Córrego do Feijão. Initial plugin text
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21/02 - Criminosos brasileiros usam software espião de celular para roubar contas bancárias
Ladrão de senhas dá a criminosos a possibilidade de ver a tela do celular na vítima e controlar o aparelho pela internet. Software estava escondido em falsa atualização do WhatsApp. Software espião chegou a ser cadastrado em diversas versões no Google Play, a loja oficial do Google para aplicativos do sistema Android. G1 Especialistas em segurança da Diebold Nixdorf encontraram uma praga digital brasileira que, uma vez instalada em um aparelho Android, é capaz de monitorar as páginas visitadas para criar telas falsas e roubar dados bancários. O programa ainda dá o controle total do aparelho para o hacker, que pode abrir e usar o aplicativo bancário no próprio telefone da vítima após capturar os dados da conta, burlando geradores de senha no próprio aplicativo. Segundo a Diebold Nixdorf, esse comportamento é inédito no Brasil. O programa chegou a ser cadastrado em diversas versões no Google Play, a loja oficial do Google para aplicativos do sistema Android. Usando o nome de "Atualização WhatsApp", ele obteve mais de 20 mil downloads após ser divulgado pelos hackers via mensagens SMS, WhatsApp, links patrocinados e notificações de sites da web. A realização da fraude a partir do telefone do correntista dificulta o funcionamento de alguns sistemas de segurança bancária, que detectam divergências entre os dispositivos usados pelo cliente para acessar sua conta. Programa espião estava disfarçado de atualização do WhatsApp e dava acesso a celular de usuário. AFP Acesso remoto Após capturar dados bancários do telefone, o hacker pode acessar o celular da vítima pela internet e usar o aparelho da mesma forma que uma pessoa com acesso físico, simulando toques e digitação. Ele pode fazer isso mesmo que o celular use uma senha de bloqueio — o programa espião também é capaz de roubar essa informação. Para não levantar suspeitas, o softwareé capaz de reduzir o brilho da tela em 90% e acionar o modo silencioso. Dessa forma, o dono do celular pode não perceber que seu aparelho está sendo usado sem sua autorização. A empresa também alerta que os hackers só realizam a fraude quando o celular não estiver em uso pelo dono. Software inédito, mas técnica conhecida Segundo a Diebold Nixdorf, o programa foi aparentemente criado do zero. Em outras palavras, ele não foi baseado em outros códigos maliciosos já em uso por criminosos. No entanto, ele utiliza o mesmo princípio já explorado por outros programas semelhantes: os recursos de acessibilidade do Android. Projetados para permitir a criação de aplicativos que facilitem o uso do celular por pessoas com algum tipo de dificuldade auditiva ou visual, os recursos de acessibilidade garantem um amplo acesso ao conteúdo da tela. Usuários precisam ficar muito atentos ao permitir que um aplicativo use os recursos de acessibilidade do Android. Essa permissão precisa ser dada separadamente após a instalação do app e é ela que permite que o programa espião saiba qual aplicativo está aberto para criar telas falsas. Em dezembro, a fabricante de antivírus ESET alertou para a presença de outro aplicativo fraudulento, o "Whatsfound" — também aparentemente desenvolvido no Brasil. A empresa já havia alertado que o programa era capaz de monitorar os acessos a serviços bancários, mas não há informação de que o programa dava o controle total do celular para o criminoso. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Selo Altieres Rohr Ilustração: G1
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21/02 - Bunge tem prejuízo no trimestre com disputa entre EUA e China atingindo preços da soja
Estoque do grão da empresa desvalorizou depois que os dois países declararam trégua à guerra comercial. Segmento de agronegócio é responsável por 80% da receita. Bunge também sofre com preços baixos do etanol Divulgação A gigante global de grãos Bunge afirmou nesta quarta-feira (21) que registrou prejuízo no quarto trimestre, como consequência da guerra comercial entre os Estados Unidos e a China, que pressionou os preços da soja no Brasil. Os preços da soja no Brasil aumentaram acentuadamente em relação aos da commodity nos EUA, depois que a China impôs altas tarifas sobre os embarques norte-americanos em julho. Mas essa diferença diminuiu depois que os países declararam uma trégua temporária em sua guerra comercial em 1º de dezembro, desvalorizando o estoque de soja da Bunge. A empresa disse que o lucro bruto em seu segmento de agronegócio, historicamente responsável por cerca de 80% da receita da empresa, caiu para US$ 203 milhões, de US$ 238 milhões de no quarto trimestre. A Bunge já havia alertado sobre possíveis ganhos menores no ano todo no segmento, assim como em seus negócios de açúcar e bioenergia, que foram prejudicados pelos menores preços do etanol no Brasil e pela diminuição das safras devido ao clima. A empresa tem estado sob pressão dos investidores e tem sido alvo de tentativas de compra, após uma série anterior de lucros fracos. A empresa demitiu o presidente-executivo Soren Schroder e está conduzindo uma revisão estratégica de seus negócios, que pode incluir a venda da empresa de 200 anos. "Estamos comprometidos em lidar com ativos de baixo desempenho como parte de nosso esforço para aumentar o valor para os acionistas, e estamos fortalecendo nossas capacidades de gerenciamento de risco, já que são fundamentais para tudo o que fazemos", disse Kathleen Hyle, presidente não executiva do conselho da Bunge durante a divulgação dos resultados. O prejuízo líquido da companhia cabível aos acionistas no quarto trimestre aumentou para US$ 74 milhões (ou US$ 0,52 por ação) no quarto trimestre encerrado em 31 de dezembro, quando a empresa perdeu cerca de US$ 125 milhões devido aos preços mais baixos de seu estoque de soja brasileiro.
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21/02 - Falha de segurança é encontrada no WinRAR após 19 anos
Programa abandonou suporte a arquivos do formato ACE após falha ser encontrada por especialistas em segurança. Interface do WinRAR. Falha no programa pode ser explorada quando um arquivo é descompactado para desrespeitar o local de extração definido pelo usuário. Reprodução/Check Point Especialistas da empresa de segurança Check Point descobriram uma vulnerabilidade que permaneceu desconhecida no programa de extração de arquivos compactado WinRAR por 19 anos. A solução adotada pelo WinRAR para a brecha obriga que todos os usuários do software instalem a versão mais recente e traz ainda perda de funcionalidade: a partir da versão 5.70 Beta 1, o WinRAR não dá mais suporte a arquivos do formato "ACE". O WinRAR é o programa que deu origem ao formato "RAR" de arquivos compactados. Muito semelhante ao formato "ZIP", ele ganhou popularidade na internet por ter uma compressão maior, diminuindo o tempo de download de certos tipos de arquivos. O próprio WinRAR afirma ter 500 milhões de usuários. Apesar do nome, o WinRAR dá suporte para muitos outros tipos de arquivos compactados, inclusive ao formato "ACE", que é produzido pelo software concorrente (e hoje abandonado) WinACE. Para explorar a falha, um hacker precisa convencer a vítima a extrair um pacote compactado. A vulnerabilidade permite definir onde o WinRAR vai colocar os arquivos compactados, desrespeitando a escolha de pasta feita pelo usuário. Na prática, um hacker pode criar um arquivo que, ao ser descompactado, coloca arquivos em pastas especiais de inicialização do Windows. Quando o computador for reiniciado, o Windows carregará os programas presentes nessa pasta (um vírus, por exemplo) e, dessa forma, o computador estará sob o controle do hacker simplesmente após a vítima descompactar o arquivo. O suporte do WinRAR a arquivos ACE não depende da extensão do arquivo. Mesmo que um arquivo termine em ".rar", ele será aberto como ACE pelo WinRAR se o seu conteúdo estiver nesse formato. Portanto, evitar arquivos terminados em ".ace" não é suficiente para se proteger da falha — é preciso instalar a versão 5.70 Beta 1 ou mais nova. Após serem notificados da falha pela Check Point, os desenvolvedores do WinRAR decidiram eliminar completamente o suporte ao formato ACE. A capacidade do software para ler arquivos ACE depende de um código desenvolvido por terceiros que não recebe atualizações desde 2005. Por esse motivo, a correção da falha passou a ser inviável. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Selo Altieres Rohr Ilustração: G1
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21/02 - Intenção de consumo é a maior para fevereiro em quatro anos, diz CNC
Famílias do Sul (+4,2%), Norte (+3,5%) e Sudeste (+3,4%) puxaram a alta de fevereiro. Com maior otimismo com sua situação financeira, as famílias brasileiras estão planejando gastar mais em fevereiro. Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a intenção de consumo é a maior para o mês de fevereiro em quatro anos – 13,1% superior à registrada no mesmo mês de 2018. Na comparação com janeiro, também houve alta na intenção de consumo, de 2,7%. No primeiro bimestre, o indicador acumula alta de 8%. Segundo a CNC, a melhora é resultado de um cenário econômico mais favorável do que em 2018. Regionalmente, as famílias do Sul (+4,2%), Norte (+3,5%) e Sudeste (+3,4%) puxaram a alta de fevereiro. O Centro-Oeste foi a única região onde as famílias registraram taxa negativa (-0,9%) nas decisões de compra. “O cenário de inflação baixa e de queda gradual do desemprego tem impulsionado o consumo das famílias nos últimos meses. Além disso, a sinalização de que os juros básicos deverão permanecer inalterados no curto prazo contribui para o resgate das condições de consumo a prazo”, explica Fabio Bentes, economista da CNC, que aponta ainda que essa intenção de consumo deve continuar crescendo.
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21/02 - Inflação de janeiro pesou mais para famílias de baixa renda, diz Ipea
Impacto nas contas das famílias de menor poder aquisitivo foi de 0,41%. Alta dos alimentos teve o maior impacto na inflação das famílias de renda mais baixa. Reprodução/TV Morena As famílias de menor poder aquisitivo foram as mais afetadas pela inflação de janeiro, segundo dados do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgados nesta quinta-feira (21). Prévia da inflação fica em 0,34% em fevereiro O impacto nas contas desse segmento foi de 0,41%, contra 0,25% das classes mais ricas – ou seja, uma diferença de 0,16 ponto percentual. O resultado de janeiro deve-se, sobretudo, ao aumento dos preços dos alimentos, com destaque para os seguintes itens: cereais (4,4%) frutas (5,5%) leites e derivados (1,1%) O segundo maior vilão das classes mais baixas foi o preço dos transportes (0,09%), devido aos reajustes das tarifas de ônibus urbano (2,7%), trem (2,7%) e metrô (3%). Já a queda de 2,1% no preço dos combustíveis foi o principal fator de alívio inflacionário para as faixas de renda mais alta no mês, apontou o Ipea. Em relação a janeiro do ano passado, os segmentos de renda mais baixa sofreram aceleração da inflação, enquanto as duas classes de renda mais elevada tiveram desaceleração dos preços de bens e serviços.
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21/02 - PAT Valinhos oferece 49 vagas de emprego; confira as oportunidades
Interessados devem ir até a unidade com RG, CPF, Carteira de Trabalho, número do PIS e comprovante de endereço. PAT de Valinhos (SP) oferece 49 vagas de emprego nesta quinta-feira (21). Aline Rickly/G1 O Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) de Valinhos (SP) está com 49 vagas de emprego abertas para moradores da cidade e da região, nesta quinta-feira (21). Desse total, 18 vagas são para garçom, ou garçonete. Veja a lista completa de vagas, abaixo. Os interessados devem comparecer na unidade com RG, CPF, Carteira de Trabalho e número do PIS. O PAT fica na Avenida dos Esportes, nº 303, no Centro. O atendimento funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h. As chances são para todos os gêneros. Veja a lista completa de vagas Auxiliar administrativo (a) - 1 vaga Auxiliar de cozinha - 3 vagas Auxiliar de garçom/garçonete - 1 vaga Auxiliar de limpeza - 7 vagas Auxiliar de manutenção - 1 vaga Chapeiro (a) - 2 vagas Churrasqueiro (a) - 1 vaga Cozinheiro (a) - 2 vagas Empregada (o) doméstica (o) - 1 vaga Forneiro (a) de pizzaria - 2 vagas Garçom/garçonete - 18 vagas Mecânico (a) de máquina de costura industrial - 1 vaga Operador (a) de empilhadeira - 1 vaga Pizzaiolo (a) - 2 vagas Recepcionista - 6 vagas Serviço PAT Valinhos Endereço: Avenida dos Esportes, nº 303, Centro. Atendimento: segunda a sexta-feira, das 8h às 16h. Veja mais oportunidades na região no G1 Campinas
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21/02 - Prefeito de São Bernardo estima queda de R$ 18,5 milhões em arrecadação com fechamento da Ford
Ele deve se reunir nesta quinta-feira (21) com o governador João Doria e com o presidente da Ford para negociar. Fechamento da montadora deve afetar mais de 27 mil empregos. Ford encerrará produção de caminhões no Brasil Divulgação/Ford O fechamento da fábrica da Ford em São Bernardo do Campo, anunciado pela empresa na terça-feira (19), vai reduzir em R$ 18,5 milhões por ano a arrecadação municipal, segundo estimativa do prefeito Orlando Morando (PSDB). Ao G1, Morando afirmou que o município vai perder R$ 14,5 milhões em ICMS (1,7% do total arrecadado com o imposto) e R$ 4 milhões de ISS (0,8% do total). Segundo o prefeito de São Bernardo, o maior impacto não é fiscal, mas na mão de obra. De acordo com ele, a cidade não tem capacidade de absorver os funcionários da Ford. “No dois últimos anos, a Scania contratou mil trabalhadores e opera em três turnos. As outras montadoras também estão operando com toda a capacidade. Não temos de condições de realocação." Morando deve se reunir com o governador João Doria (PSDB) e com o presidente da Ford, Lyle Watters, para discutir a continuidade das atividades da empresa na região, que fica no ABC paulista. A reunião estava prevista para a manhã desta quinta-feira (21). “O efeito seria devastador para a cidade. Estamos dispostos a negociar e ceder. Se não pudermos resolver com negociação, tomaremos outras medidas.” O fechamento da fábrica possui um efeito cascata, afeta os funcionários e toda uma cadeia ligada à indústria automobilística. São fábricas que produzem peças automotivas, prestadores de serviços, restaurantes e comércio das redondezas. Já o Sindicato dos Metalúrgicos calcula que cada emprego da Ford gera outros 9 fora dela. Ou seja: 30 mil pessoas poderiam ficar sem trabalho. Segundo o sindicato, este número também pode ser revisto. As fábricas de autopeças e o comércio da região estimam perdas de até 40% com o fechamento da planta da montadora. O anúncio já gera queda no movimento e em contratos, segundo relatos de comerciantes da região ao G1. Empregos afetados Além do impacto na arrecadação municipal, segundo a estimativa do Dieese, cerca de 27 mil empregos estão ameaçados. São 4,3 mil funcionários e terceirizados da Ford e outros 22,5 mil trabalhadores de setores ligados à produção. 2,8 mil funcionários da Ford; 1,5 mil funcionários terceirizados da fábrica; 22,5 mil trabalhadores de setores relacionados. O encerramento das atividades possui um efeito cascata sobre empresas e setores ligados à cadeia de produção automotiva, como o de partes e componentes, químico, de prestadores de serviços, manutenção e montagem de veículos, segurança e limpeza. Funcionários de postos de gasolina e restaurantes do entorno da fábrica ainda não entraram nessa conta, portanto o número de postos de emprego atingidos deve aumentar. São setores que não possuem relação direta com a atividade, mas são impactados por ela. “O número de empregos afetados irá subir muito mais”, afirma Luís Paulo Bresciani, técnico do Dieese, que deverá fazer uma revisão da estimativa. Queda no comércio Comerciantes e empresários dizem já sentir o impacto da notícia de que a Ford vai fechar a fábrica. Zenir Camargo da Silva e o marido compraram uma padaria perto da entrada da Ford imaginando que estariam investindo com segurança os mais de 20 anos de economias. "Faz seis meses que compramos a padaria. Jamais imaginava isso, inclusive, um dos motivos para comprarmos o ponto é porque é do lado da Ford, são muitos funcionários, e quando vem uma notícia dessa é preocupante", diz a comerciante. "Para ter uma ideia, no dia do anúncio do fechamento nós servimos 80 refeições. Um dia depois, servimos apenas 30. Já estamos sentindo o efeito desse fechamento." Segundo ela, cerca de 50% dos clientes da padaria são funcionários da Ford. Zenir Silva olha a funcionária servindo pão em sua padaria. Ela já sentiu queda de mais de 50% do movimento menos de 24 horas após o anúncio de fechamento da Ford Glauco Araújo/G1 Ariane Corso Yasuda, gerente de um mercado vizinho à montadora, disse que ficou tensa com o anúncio de fechamento da Ford. "Vai impactar em todos os sentidos, vai cair clientela. Temos muitos clientes que são funcionários, vendemos muito marmitex para eles. Já estamos de cabeça quente. Estamos aqui há 33 anos e só com os rumores já sentimos uma redução do movimento." Ariane Yasuda, gerente de mercado vizinho à Ford, disse que já sente queda do movimento no bairro Taboão, em São Bernardo do Campo Glauco Araújo/G1 Impactos além da Ford Segundo a professora Adriane Marotti, da Faculdade de Economia e Administração da USP, alguns fornecedores de peças e componentes e prestadores de serviços, como transporte e manutenção, trabalham dedicados a montadoras específicas. “A Ford trabalhava com algumas empresas em regime de exclusividade, que certamente serão afetadas”, explica. A empresas mais impactadas serão das áreas que comercializam diretamente com a montadora, seja na produção ou na venda de produtos: Indústria de autopeças Concessionárias Setores relacionados à produção também sofrerão reflexos da decisão, de maneira mais branda: Químico Plástico e borracha Metal Têxtil E também os que não estão ligados à produção, mas se relacionam indiretamente com a atividade: Alimentos Logística Serviços Combustíveis Imobiliário O Dieese estima perda de R$ 4,8 bilhões em faturamento no ano com o fechamento da fábrica, sendo R$ 3 bilhões do setor de caminhões e R$ 1,8 bilhão, de automóvel. “O número ainda está sujeito a revisões, mas são quase R$ 5 bilhões que vão deixar de serem movimentados na cidade para pagamento de salários, contratação de serviços e conversão em arrecadação para o município”, diz o técnico Luís Paulo Bresciani. Segundo Marotti, a tendência a curto prazo é ter aumento da informalidade, fechamento de pequenos negócios, sobretudo no entorno da fábrica, e diminuição no consumo das famílias. Dificuldades de recolocação no mercado O mercado de caminhões cresceu no Brasil nos últimos dois anos. Segundo dados da Anfavea, associação de fabricantes, a produção no país teve saldo positivo de 27,1% em 2018 em relação a 2017. E a previsão de continuar subindo em 2019, segundo Bresciani. Mas isso não significa reaproveitamento de toda a mão de obra dispensada pela Ford. “Todas as montadoras discutiram com o sindicato um pacote de investimento para os próximos anos, que preveem aumento das operações na região. Mas as fábricas do ABC (Scania, Volkswagen e Mercedes) não têm, no momento, capacidade de absorver milhares de funcionários”, avalia o técnico. A recolocação no mercado esbarra também na remuneração do setor, considerada alta em comparação com outros da economia. O setor automotivo em São Bernardo do Campo tem, juntamente com o Paraná, a renda mais alta da categoria no país, segundo o técnico do Dieese, Altair Garcia. “A formação de um mercado de reserva pode interferir inclusive na renda de quem está empregado”, diz. Para a professora Adriane Marotti, a recuperação do emprego esbarra ainda na dependência industrial da região. “O ABC não tem plano de transição para uma economia mais digitalizada, ainda estamos presos nos modos industriais e isso pode afetar novas ofertas de emprego.”
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21/02 - BC da China vai manter iuan estável
Banco do Povo da China informou que irá combater qualquer risco sistêmico usando múltiplas ferramentas de política monetária. O banco central da China informou nesta quinta-feira (21) que vai manter o iuan estável e a política monetária prudente para garantir estabilidade financeira na segunda maior economia do mundo. O Banco do Povo da China também irá combater qualquer risco sistêmico usando múltiplas ferramentas de política monetária, afirmou o banco central em seu relatório de implementação do quarto trimestre. Notas de dólar e iuan em Banco de Seul. Lee Jae-won/Reuters O banco central também disse que vai encorajar as instituições financeiras a apoiarem empresas pequenas e privadas como parte dos esforços mais amplos do governo para evitar uma forte desaceleração no crescimento econômico.
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21/02 - Bovespa 'vira' no final do pregão e fecha em alta
Ibovespa fechou em alta de 0,4%, a 96.932 pontos. Bovespa Nelson Almeira/AFP Após operar em queda durante a maior parte do dia, o principal indicador da bolsa paulista, a B3, ganhou fôlego no final do pregão desta quinta-feira (21). A bolsa fechou em leve alta, com agentes financeiros ainda repercutindo a proposta da reforma da Previdência e especulando sobre a tramitação do texto no Congresso Nacional, tendo no radar bateria de resultados corporativos. O Ibovespa fechou em alta de 0,4%, a 96.932 pontos. Veja mais cotações. As ações da Vale recuaram, tendo no radar a determinação de suspensão imediata das atividades dos complexos de Fábrica e de Vargem Grande, em Minas Gerais, bem como acordo para acelerar pagamentos emergenciais a pessoas afetadas pelo rompimento de uma de suas barragens de rejeitos em Brumadinho (MG), no mês passado. Petrobras encerrou em alta, apesar da fraqueza dos preços do petróleo no exterior. Bradesco e Itaú Unibanco tiveram valorização. Via Varejo foi destaque de queda - a desvalorização passou de 9%, após balanço apontar prejuízo em 2018. A CSN subiu forte, após salto no lucro no quarto trimestre, para R$ 1,77 bilhão, beneficiado por uma combinação de créditos fiscais extraordinários, aumento dos preços do aço e efeito cambial. Reforma da previdência "Com a proposta abrangente em mãos, o foco do mercado se volta para o calendário da aprovação, assim como o tamanho da diluição potencial", destacou a XP Investimentos, em nota distribuída a clientes, destaca a Reuters. A equipe chefiada por Karel Luketic avalia que o principal entrave é a desarticulação política do governo até o momento. Os analistas têm como cenário base a aprovação na Câmara no final do primeiro semestre e no Senado potencialmente em outubro. Na véspera, o governo entregou ao Congresso proposta de reforma da Previdência, que, entre outras mudanças, prevê equalizar a idade mínima de aposentadoria no serviço público e privado. Entenda a proposta ponto a ponto A reforma da Previdência é considerada prioridade pela equipe econômica do governo para tentar reequilibrar as contas públicas nos próximos anos. O mercado financeiro também avalia, de maneira geral, que as mudanças no sistema de aposentadorias e pensões é essencial para a retomada do crescimento econômico robusto. A ideia do governo, ao reformar a Previdência, é aumentar as receitas, mas também cortar despesas - via limitação de benefícios. Com as medidas propostas, o governo quer economizar R$ 1,16 trilhão em 10 anos. "Isso traria um salto de credibilidade e impactaria muito o governo. Com confiança, entraria ainda mais capital externo, os empresários investiriam e contratariam mais. Tudo isso aceleraria a economia e aumentaria a arrecadação de impostos", disse Bergallo. O valor estimado de economia para as contas públicas representa cerca de 1/3 do déficit somente do INSS (sistema público que atende aos trabalhadores do setor privado) previsto para o período, que deve somar R$ 3,1 trilhões no mesmo período. Ainda falta incluir nesse cálculo o rombo dos servidores públicos e militares, não detalhado pelo governo. No dia anterior, o Ibovespa caiu 1,14%, aos 96.544 pontos.
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21/02 - Gerdau tem lucro de R$ 389 milhões no 4º trimestre
Resultado foi impulsionado por preços maiores de aço, que ajudaram a operação na América do Norte a ter o melhor desempenho operacional dos últimos 10 anos. Fachada da Gerdau em São José dos Campos (SP). Lucas Lacaz Ruiz/Futura Press/Arquivo A Gerdau teve lucro líquido de R$ 389 milhões no quarto trimestre, impulsionado por preços maiores de aço que ajudaram a operação da companhia na América do Norte a ter o melhor desempenho operacional dos últimos 10 anos. O resultado reverteu prejuízo de R$ 1,38 bilhão sofrido no ano anterior. O grupo siderúrgico teve lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado de R$ 1,4 bilhão, crescimento de 18,9% na comparação com o quarto trimestre de 2017. A margem subiu de 12% para 12,9%. A Gerdau reverteu seus resultados apesar de ter registrado queda de produção e nas vendas em volume no quarto trimestre. O volume de aço produzido recuou 18,4%, para 3,22 milhões de toneladas, e as vendas caíram 16,1%, para 3,17 milhões de toneladas. A receita líquida cresceu 11%, para R$ 10,9 bilhões, enquanto o custo de vendas subiu 9,3%, para R$ 9,6 bilhões e as despesas gerais e administrativas tiveram redução de 5,1%. A margem bruta da Gerdau passou de 10,6% para 12% no quarto trimestre do ano passado. A companhia, que no ano passado concluiu processo de venda de ativos que consolidou a atuação do grupo nas Américas, fechou 2018 com dívida líquida de R$ 11,58 bilhões, ante R$ 13,1 bilhões no fim de 2017. A relação entre dívida líquida e Ebitda voltou a cair, encerrando o ano passado em 1,7 vez ante 2,2 vezes em setembro e 3 vezes no fim do ano anterior.
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21/02 - Grupo Pão de Açúcar tem lucro de R$ 289 milhões no 4º trimestre
Queda do lucro foi de cerca de 25% sobre igual período do ano anterior. Grupo Pão de Açúcar Divulgação O Grupo Pão de Açúcar (GPA) teve lucro líquido consolidado de R$ 289 milhões no quarto trimestre, queda de cerca de 25% sobre igual período do ano anterior, informou o grupo de varejo na noite de quarta-feira (21). A empresa apurou alta de 12% na receita líquida, a R$ 14 bilhões, nos três últimos meses de 2018, enquanto as despesas com vendas gerais e administrativas subiram 1,9%, R$ 2,29 bilhões no período. A margem bruta recuou 2,7 pontos percentuais, para 22,8%, no quarto trimestre, pressionada por queda de 4,2 pontos percentuais na divisão de multivarejo, que reúne as bandeiras Pão de Açúcar e Extra. Na divisão de atacarejo, da bandeira Assaí, a margem ficou praticamente estável, em 18,2%. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado consolidado subiu 8,4%, para 1 bilhão de reais, com queda de 29,3% na divisão de multivarejo e alta de 35,5% no Assaí. Vendas A companhia estimou crescimento de vendas mesmas lojas em 2019 de ao redor de 1 ponto percentual acima da inflação medida pelo IPCA na divisão multivarejo e expansão de 2 pontos acima da inflação no Assaí, com receita crescendo mais de 20%. Para o Ebitda, o GPA espera alta de 0,3 ponto percentual na margem este ano no multivarejo e expansão de 0,3 a 0,4 ponto no Assaí. A empresa estimou ainda manter o investimento entre R$ 1,7 bilhão e R$ 1,8 bilhão em 2019, que serão usados em iniciativas que incluem abertura de 15 a 20 lojas Assaí, reformas em lojas do Pão de Açúcar e abertura de "no mínimo" 15 lojas de proximidade. Venda de fatia na Via Varejo O GPA informou também que autorizou nova venda de participação na rede de móveis e eletrodomésticos Via Varejo. A fatia será reduzida em 3,09%, equivalente a 40 milhões de ações ordinárias, para 36,27%. A operação vai ocorrer em 25 de fevereiro no ambiente de negociação da B3. "A companhia vem perseguindo a alienação do remanescente da participação acionária detida na Via Varejo para um investidor estratégico. Se as condições assim indicarem, o mesmo objetivo poderá ser alcançado através de operações disponíveis no mercado de capitais", afirmou o GPA em comunicado ao mercado.
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21/02 - CPAT oferece 50 vagas de emprego para moradores da região com salários de até R$ 3,5 mil
Interessados devem comparecer a uma das unidades do CPAT para análise de perfil e cadastro, levando RG, CPF, Carteira de Trabalho e o número do PIS. Candidata visita o CPAT de Campinas para buscar uma oportunidade de emprego Murillo Gomes/G1 O Centro Público de Apoio ao Trabalhador (CPAT) de Campinas (SP) oferece 50 vagas de emprego para a região nesta quinta-feira (21). Os salários vão até R$ 3,5 mil, sendo a maior remuneração para o cargo de funileiro (a). A vaga não exige escolaridade. As oportunidades são para todos os gêneros e a maioria exige experiência de, no mínimo, seis meses. Também há oportunidades exclusivas para pessoas com deficiência (PCD). Veja a lista completa de vagas abaixo. Para se candidatar, é necessário comparecer a uma das unidades do CPAT para análise de perfil e cadastro, levando RG, CPF, Carteira de Trabalho e o número do PIS. O CPAT avisa que as vagas estão sujeitas a alterações ao longo do dia. Para mais informações, acesse o site do órgão. Confira as vagas Analista de custos - 1 vaga Arte finalista - 1 vaga Assistente administrativo (a) - 1 vaga Auxiliar de manutenção predial - 1 vaga Carregador (a) e descarregador (a) de caminhões - 6 vagas Chefe de fila para restaurante - 1 vaga Dedetizador (a) - 1 vaga Funileiro (a) 1 vaga Instalador (a) de insulfilm - 1 vaga Lavador (a) de ônibus - 1 vaga Manobrista de caminhão - 2 vagas Massagista - 1 vaga Mecânico (a) de automóvel - 1 vaga Montador (a) de móveis - 3 vagas Motorista de caminhão - 2 vagas Operador (a) de caixa - 1 vaga Operador (a) de caixa lotérico - 1 vaga Operador (a) de telemarketing - 10 vagas Repositor (a) em supermercados - 1 vaga Supervisor (a) de andar - 2 vagas Vendedor (a) de materiais de construção - 1 vaga Vendedor de serviços - 10 vagas Endereço CPAT Unidade Centro Avenida Campos Sales, 427, Centro De segunda a sexta-feira - Das 7h30 às 17h30 O atendimento na última sexta-feira do mês é encerrado às 12h. Unidade Ouro Verde Avenida Ruy Rodriguez, 3.900, Parque Universitário (Shopping Spazio Ouro Verde, 1º andar) De segunda a sexta-feira - Das 8h às 16h O atendimento na última sexta-feira do mês é encerrado às 11h. Unidade Campo Grande Rua Manoel Machado Pereira, 902 (em frente à Praça da Concórdia) De segunda a sexta-feira - Das 8h às 16h O atendimento na última sexta-feira do mês é encerrado às 11h. Veja mais oportunidades da região no G1 Campinas
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21/02 - Como cartas escritas à mão deram início a um negócio bilionário
Empresa alemã que presta serviços de identificação de áreas ineficientes a grandes empresas, apostou em método em desuso para chamar atenção de potenciais clientes. Alexander Rinke teve a ideia para seu negócio enquanto estava na universidade. Celonis/BBC Para apresentar a sua start-up às maiores empresas do mundo, Alexander Rinke deixou a tecnologia um pouco de lado e escolheu um formato mais analógico: cartas manuscritas. "Sabíamos que, se enviássemos um email, ele poderia ser apagado", conta. "E, se mandássemos cartas impressas ou escritas à máquina, os secretários as abririam e jogariam fora." "Mas uma carta manuscrita parece mais pessoal. Poderia ser uma nota escrita por um parente ou amigo", contou ele à série da BBC The Boss, que traça o perfil de líderes empresariais de todo o mundo. Mineração de alta tecnologia Alexander lançou a Celonis quando tinha 22 anos com dois amigos, Martin Klenk e Bastian Nominacher. Era 2011 e eles tinham acabado de concluir os estudos em matemática e ciência da computação na Universidade Técnica de Munique. A empresa foi a continuidade de um projeto iniciado na universidade. Ela atua na área da mineração de dados de alta tecnologia, e usa software e inteligência artificial para monitorar o desempenho de empresas e tornar suas operações mais eficientes. Por exemplo, um software pode monitorar o sistema de computadores de uma empresa e descobrir onde funcionários estão sendo improdutivos ou quais tarefas podem ser simplificadas. Desde o início, os amigos estavam confiantes sobre o que poderiam oferecer às empresas. Eles só precisavam ser notados. Alexander, Bastian Nominacher e Martin Klenk se conheceram na universidade. Celonis/BBC As letras manuscritas conseguiram levá-los a reuniões com algumas das maiores empresas da Europa. Hoje, oito anos depois, os clientes da Celonis incluem a BMW, a Exxon-Mobile, a General Motors, a L'Oreal, a Siemens, o Uber e a Vodafone. A empresa diz hoje estar avaliada em mais de US$ 1 bilhão (mais de R$ 3,7 bilhões). Trocando humanos pela 'imparcialidade' da máquina Nascido e criado em Berlim, Alexander diz que sua primeira empresa nasceu quando ele tinha 15 anos: ela oferecia tutores para estudantes do ensino médio. "Foi ótimo ter minha primeira ideia de como um negócio funcionava", diz ele. "Mas no final eu sabia que não duraria para sempre." Mais para frente, em 2011, em Munique, Alexander, Martin e Bastian estavam prestando assessoria a uma empresa na melhoria do atendimento ao cliente. Os três estudantes descobriram que a empresa em questão demorava cerca de cinco dias para encontrar soluções para problemas de clientes, e acharam que deveria haver um caminho mais rápido. "Entrevistamos pessoas na empresa para tentar entender por que as coisas demoravam tanto", diz Alexander, hoje com 29 anos. "Mas rapidamente percebemos que ninguém iria assumir a culpa. Tornou-se algo político." Assim nasceu a ideia para a Celonis: tirar os seres humanos do esquema e substituí-los pela análise imparcial do computador nos processos de avaliação. A empresa-cobaia dos estudantes tornou-se o primeiro cliente pagante dos agora novos empreendedores. Enquanto Martin e Bastian trabalhavam no refinamento do software, Alexander cruzava a Alemanha e a Áustria de carro, reunindo-se com potenciais clientes - incluindo aqueles a quem havia enviado uma carta manuscrita. A Celonis cresceu rapidamente e, apenas um ano depois, abriu um escritório em Palo Alto, na Califórnia. Formando o time dos sonhos Mas enquanto as coisas pareciam tranquilas na conquista de clientes, Alexander admite que, como a empresa teve que reunir sua força de trabalho rapidamente, acabou empregando pessoas erradas. "Para começar, estávamos contratando pessoas apenas com base em seus currículos", lembra. "Rapidamente percebemos que tudo se resume ao caráter e à personalidade, assim como ao currículo. A coisa mais importante é construir o time certo ao seu redor." Hoje, a Celonis tem mais de 400 funcionários e seu produto - um serviço oferecido por assinatura - é usado por milhares de empresas em todo o mundo. Patrick McGee, correspondente em Frankfurt do Financial Times, escreveu sobre a Celonis algumas vezes nos últimos anos. "Executivos de grandes grupos, como a Siemens e a Vodafone, disseram que era como ter uma imagem de raio-X de seus negócios, facilitando a identificação de ineficiências e a implementação de resoluções." Agora, a empresa estuda uma expansão para o Japão. Talvez os três amigos tenham que aprender a escrever cartas...em japonês.
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21/02 - Dólar fecha em alta com cautela por cena política local e exterior
Nesta quinta-feira, moeda norte-americana subiu 0,78%, vendida a R$ 3,7623. Dólar Karina Trevizan/G1 O dólar subiu nesta quinta-feira (21), com cautela ligada à cena política local, de olho na tramitação da reforma da Previdência no Congresso, e ao exterior. A moeda norte-americana subiu 0,78%, vendida a R$ 3,7623. Veja mais cotações. Em fevereiro, o dólar já subiu 2,85%. No ano, no entanto, acumula queda de 2,89%. Após pregão volátil da véspera, em que se conheceu detalhes sobre a proposta de reforma da Previdência, entregue pessoalmente ao Congresso pelo presidente Jair Bolsonaro, o mercado retomou o compasso de espera, aguardando o início da tramitação da matéria, destacou a Reuters. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou na quarta-feira que tentará instalar a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde a proposta começará a tramitar, já na próxima terça-feira. "Uma coisa é ter sido entregue, agora vamos para o segundo passo, que é conseguir votos, um processo mais demorado... o governo só vai querer votar quando tiver certeza que tem os votos necessários", afirmou à Reuters o gerente de câmbio da Tullett Prebon, Italo Abucater. A proposta chega ao Congresso em momento de cautela com o cenário político, especialmente no que diz respeito à capacidade de articulação política pelo governo, o que levanta questões sobre quanto do texto original proposto conseguirá ser mantido. "A meta de economia de R$ 1,07 trilhão em 10 anos é extremamente ambiciosa, evidenciando que as reformulações das regras propostas têm a pretensão de dar solução completa à problemática da Previdência no país, mas não podemos deixar de considerar que os debates e embates poderão provocar desidratação de alguns dos seus pontos mais relevantes e com isto reduzir esta objetivada meta", explicou o diretor-executivo da NGO Corretora, Sidnei Nehme, em nota. Na véspera, até mesmo parlamentares mais identificados com o governo fizeram críticas públicas à proposta, citando, por exemplo, a decisão de não incluir mudanças nas aposentadorias dos militares. O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse na quarta-feira que ficará surpreso se parlamentares fizerem grandes alterações ao texto de reforma da Previdência proposto pelo governo. Cenário externo No exterior, o dólar avançou contra moedas emergentes, impulsionado por uma certa aversão ao risco após dados econômicos fracos na zona do euro e nos Estados Unidos. A produção industrial na zona do euro teve uma contração inesperada em fevereiro, puxada por um recuo na Alemanha, segundo a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês). Nos EUA, as novas encomendas de bens de capital caíram inesperadamente em dezembro, em meio à queda da demanda por maquinário e metais primários, indicando mais desaceleração nos gastos empresariais em equipamentos, o que pode afetar o crescimento econômico. Atuação do BC O BC vendeu 10,33 mil swaps cambiais tradicionais, equivalente à venda futura de dólares. Assim rolou US$ 7,747 bilhões dos US$ 9,811 bilhões que vencem em março.
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21/02 - Prévia da inflação fica em 0,34% em fevereiro, menor para o mês desde 1994
Nos últimos 12 meses, a variação foi de 3,73%, abaixo dos 3,77% dos 12 meses imediatamente anteriores. Mensalidade escolar pesou no índice do IPCA-15 OSE COC/Divulgação O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que é uma prévia da inflação oficial do país, aponta variação de 0,34% em fevereiro, informou nesta quinta-feira (21) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Juntamente com fevereiro de 2000, variação foi a menor para um mês de fevereiro desde o início do Plano Real, em 1994. Nos últimos 12 meses, a variação foi de 3,73%, abaixo dos 3,77% dos 12 meses imediatamente anteriores. No entanto, índice mostrou aceleração em comparação com janeiro, quando foi de 0,3%. O acumulado no ano ficou em 0,64% até fevereiro. Em fevereiro de 2018, a taxa havia sido de 0,38%. Educação é destaque de alta O grupo Educação foi responsável pelo maior impacto no índice, de 0,17 ponto percentual – variação foi de 3,52%. Veja variação dos grupos em fevereiro: Educação: 3,52% Alimentação e bebidas: 0,64% Saúde e cuidados pessoais: 0,56% Artigos de residência: 0,47% Despesas Pessoais: 0,30% Habitação: 0,18% Comunicação: 0,05% Transportes: -0,46% Vestuário: -0,92% O grupo Educação foi influenciado pelos reajustes de mensalidades escolares que costumam ocorrer no período de volta às aulas. Por exemplo, os cursos regulares subiram 4,6%, e as mensalidades de cursos diversos, 3,16%. Alimentação e bebidas apresentou ligeira desaceleração em relação a janeiro (0,87%) por conta do consumo em casa, que subiu 0,68%, frente à alta de 1,07% em janeiro. As carnes, por sua vez, caíram 0,28% em fevereiro, e o tomate, cujos preços já haviam apresentado queda no mês anterior (-8,16%), mostraram deflação ainda mais intensa em fevereiro (-20,32%). A alimentação fora de casa teve leve aceleração de janeiro (0,53%) para fevereiro (0,58%), com destaque para refeição, que registrou 0,78%, frente à alta de 0,39% no mês anterior. Transportes teve a maior pressão negativa, embora com deflação menor que a ocorrida em janeiro, quando ficou em -0,47%. A gasolina (-2,43%) caiu pelo terceiro mês consecutivo e foi responsável pelo maior impacto individual negativo no índice. Outros destaques vão para a queda nos preços do etanol (-1,31%) e do óleo diesel (-0,15%). A exceção foi o gás veicular (3,21%), cujo resultado foi influenciado pela alta na região metropolitana de São Paulo (8,27%). O setor de Vestuário também contribuiu com impacto negativo, tanto entre roupas femininas (-1,40%) quanto masculinas (-0,76%) e infantis (-0,99%). Além disso, os calçados, que haviam apresentado ligeira alta em janeiro (0,11%), registraram baixa de 0,8% em fevereiro. Deflação em GO e Brasília Em relação aos índices regionais, Goiânia (-0,04%) e Brasília (-0,15%) apresentaram deflação de janeiro para fevereiro. O resultado de Brasília deveu-se principalmente pela queda de 18,33% das passagens aéreas. O maior índice ficou com a região metropolitana de Belém (0,63%) devido à alta expressiva do feijão-carioca (50,08%) e da variação nos cursos regulares (5,91%). Veja os índices por região pesquisada IPCA de janeiro O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, ficou em 0,32% em janeiro, acima dos 0,15% de dezembro. O índice acumulado em 12 meses ficou em 3,78%, levemente acima dos 3,75% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em 2018, a inflação oficial fechou o ano em 3,75%, abaixo do centro da meta fixada pelo governo, que era de 4,5%. Para 2019, o alvo central a ser perseguido é um pouco menor: 4,25%. Os economistas do mercado financeiro mantiveram sua previsão para o IPCA de 2019 estável em 3,87%. Com isso, a expectativa do mercado segue abaixo da meta de inflação fixada para este ano, de 4,25%. A meta tem um intervalo de tolerância que vai de 2,75% a 5,75%. Metodologia A metodologia utilizada no IPCA-15 é a mesma do IPCA, a diferença está no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica. Os preços foram coletados no período de 16 de janeiro a 12 de fevereiro de 2019 (referência) e comparados com aqueles vigentes de 13 de dezembro de 2018 a 15 de janeiro de 2019 (base).
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21/02 - Com preço salgado e seis câmeras, Samsung lança celular dobrável
Aparelho tem duas telas, uma na parte da frente e uma na dobra. Galaxy Fold foi anunciado por US$ 1.980. O Unpacked, evento da Samsung que apresentou a nova geração dos Galay S10, começou nesta quarta-feira (20) com a apresentação do celular dobrável da empresa, o Galaxy Fold. “Dez anos depois do primeiro Galaxy, nós não mudamos apenas o formato do smartphone, mas também do futuro”, disse DJ Koh, presidente da divisão de eletrônicos da Samsung. “O tamanho de tela ainda é limitado pelo tamanho do telefone. Até agora. Com o Galaxy Fold o consumidor ganha um smartphone e também um tablet”. 'Buraco' na tela, 5G, celular carregador e modo Instagram: os novos Galaxy S10 O Galaxy Fold segue a tendência do FlexPai, da Royole, que foi anunciado mais cedo este ano durante a feira de eletrônicos CES, em Las Vegas. Entre as característica, chamou a atenção a função de poder usar 3 aplicativos ao mesmo tempo. A Samsung destacou que é possível, por exemplo, ver um vídeo no YouTube, conversar com alguém e comprar passagens aéreas, ao mesmo tempo. Galaxy Fold tem duas telas e 6 câmeras. Divulgação/Samsung Há também a função de continuidade de aplicativo: quando o celular é aberto, a função que estava sendo utilizada na tela menor, de 4,6 polegadas, é transferida automaticamente para a tela maior, de 7,3 polegadas. O aparelho tem 6 câmeras, uma na frente, duas no meio e três atrás. Veja as especificações: Câmera frontal: 10MP com abertura f/2.2; Câmeras do interior: 10MP com abertura f/2.2 e 8MB com abertura f/1.9, para efeito desfocado em selfies; Câmeras traseiras: ultra-grande angular com 16MP, grande angular com 12MP e tele com 12MP, para zoom óptico de 2x. O Galaxy Fold também vem com uma “super bateria”, de 4.300mAh. Segundo a Samsung informou durante a apresentação, o fato de o aparelho ser dobrável permite que a bateria seja dividida em duas, uma em cada metade. Ele conta também com um processador de oito núcleos, 12GB de memória RAM e 512GB de armazenamento. Tela interna do Galaxy Fold tem 7,6". Divulgação/Samsung Apesar disso, dois aspectos deixaram a desejar: a tela e o preço. A tela HD+ de Amoled não é descrita como Full HD nas especificações técnicas, o que pode desagradar. Quanto ao preço, o Galaxy Fold chega ao mercado por US$ 1.980. Bem acima dos Galaxy S10, que podem sair por US$ 750 no modelo de entrada e por uma média de US$ 1 mil dólares nos modelos superiores. Diferentemente dos Galaxy S10, o Galaxy Fold não foi exibido aos jornalistas que estavam na exibição dos produtos, ao final do evento.
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21/02 - Expectativa de inflação recua ao menor patamar desde 2007, diz FGV
Na comparação com fevereiro do ano anterior, o indicador recuou 0,5 ponto percentual. Consumidores esperam inflação de 4,9% para os próximos 12 meses. Reprodução/JN A expectativa de inflação dos consumidores para os próximos 12 meses recuou 0,1 ponto percentual em fevereiro, na comparação com o mês anterior, passando a 4,9%, o menor percentual desde julho de 2007 (4,8%), segundo dados da FGV divulgados nesta quinta-feira (21). Inflação oficial fica em 0,32% em janeiro Na comparação com o mesmo período do ano anterior, a expectativa de inflação recuou 0,5 ponto percentual. Por faixas, a parcela dos consumidores que projetam valores dentro dos limites de tolerância (2,75%-5,75%) da meta de inflação para 2019 diminuiu de 61,4% em janeiro para 60,5% em fevereiro. "Ainda assim, isso mostra que grande parte dos consumidores mantem suas expectativas ancoradas", diz a FGV. Faixas de renda Segundo o levantamento, a queda de fevereiro foi influenciada pelas famílias com renda mensal até R$ 2.100,00. Para esses consumidores, a expectativa para os próximos 12 meses diminuiu 0,7 ponto percentual, para 5,4%. Nas demais faixas de renda, as expectativas ficaram estáveis.
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21/02 - É possível invadir um celular Android que está com o sistema desatualizado?
Pacotão do blog Segurança Digital também responde dúvidas sobre recuperação de dados em aparelhos antigos e WhatsApp Web. Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.) vá até o fim da reportagem e utilize o espaço de comentários ou envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. A coluna responde perguntas deixadas por leitores no pacotão, às quintas-feiras. Aparelhos com Android podem ficar desatualizados por falta de suporte do fabricante, mas isso não é carta branca para invasões. Divulgação Invasão de celular desatualizado É possível invadir um celular Android que está com uma antiga versão de Android, ou seja, desatualizado? Ou não importa se está ou não atualizado e mesmo assim eles conseguem invadir? Outra dúvida: os provedores de internet têm acesso ao que nós visitamos? E às nossas senhas de e-mail, que foram salvas no navegador? — Ana Vitória Ana, é muito importante que você defina bem o que é "invadir". Existem certos ataques prejudiciais que podem ser realizados contra um smartphone independentemente de sua versão de sistema. No entanto, um smartphone desatualizado sempre abre mais portas para um atacante, algumas delas muito severas. Por exemplo, existem falhas no Android desatualizado que podem permitir que o celular seja atacado se a vítima abrir uma foto ou vídeo. Também pode ser possível burlar a tela de bloqueio, mesmo que você tenha configurado uma senha. Isso não é possível em celulares que estiverem com o Android em dia. Por esse motivo, estar com o sistema atualizado é um benefício e fecha muitas portas. No entanto, você ainda não deve entregar seu celular desbloqueado para outras pessoas. Você não deve ficar longe do celular em lugares em que há multidões. Esse tipo de comportamento é arriscado, embora o telefone atualizado e bloqueado diminua bastante a chance de problemas. Quanto à sua segunda dúvida, os provedores têm acesso a diversas informações sobre os seus hábitos de navegação de internet. Os provedores também contratam seus próprios provedores, que também possuem certas informações (porém, o "provedor do provedor" já não tem seus dados cadastrais e não tem como saber que um acesso partiu de você, como pessoa). Isto dito, não é porque os provedores têm acesso a essas informações que eles podem utilizá-las. O provedor, de maneira geral, não pode registrar suas informações de navegação sem que ele tenha recebido uma ordem judicial para fazê-lo. Além disso, registrar esses dados de todos os clientes teria um custo elevado e não é viável. O provedor também não terá acesso às suas senhas, sejam as salvas no navegador ou as que você usa na internet, porque normalmente senhas são transmitidas com criptografia entre você e o site acessado. O provedor não possui capacidade para decifrar essas informações, então tudo que o provedor enxerga são dados embaralhados e sem sentido. WhatsApp exibe apenas informações limitadas sobre as sessões ativas no WhatsApp Web, o que dificulta identificar a origem de conexões feitas sem autorização. Reprodução Registro de acesso ao WhatsApp Web Recentemente notei que o WhatsApp Web do celular de uma amiga está conectado e o horário de uso sempre atualizando em horários diferentes. Ela, porém, nunca utilizou o WhatsApp Web. Há alguma maneira de descobrir de onde vem essa conexão e o local? Ele aparece conectado a um navegador mobile. Ela também nunca utilizou esse navegador. Há alguma forma de alguém descobrir? A delegacia especializada em crimes virtuais conseguiria? — Leticia O blog Segurança Digital desconhece qualquer caso em que o WhatsApp tenha fornecido informações detalhadas sobre os acessos ao WhatsApp Web. Sua única chance é realmente a polícia, que precisará solicitar essas informações judicialmente para o WhatsApp com base no seu relato. Vale ressaltar que o WhatsApp é uma exceção nisso. Quase todos os serviços e aplicativos (como Facebook, Twitter, Google) mostram informações detalhadas sobre cada acesso feito à sua conta para que você possa ter informações de um possível invasor. O WhatsApp é o único que apresenta apenas essas informações limitadas e que não ajudam você na hora de identificar o responsável. Dados de aplicativos podem ser recuperados de celulares antigos. Antes de vender um aparelho, é obrigatório usar pelo menos a restauração de fábrica. Altieres Rohr/G1 Recuperação de mensagens em celular velho Eu tinha um aparelho velho e comprei um novo. Se eu não reiniciar ou não desativá-lo, quem pegou meu celular pode ver minhas mensagens? O chip é o mesmo, mas em um celular novo, o velho não tem mais chip. — Roseli Roseli, é imprescindível que você apague todos os dados de um celular (usando a "Restauração de fábrica") antes de vender o aparelho. Sem fazer isso, é possível, sim, que o novo dono veja suas mensagens ou mesmo recupere arquivos e dados de aplicativos que foram apagados e desinstalados. Em 2014, a empresa de segurança Avast fez fez um experimento e comprou 20 smartphones usados. A companhia conseguiu recuperar 40 mil fotos que já tinham sido apagadas, além de centenas de mensagens. O ideal é que seu smartphone use criptografia (todos os modelos novos utilizam) e que você realize uma restauração do sistema antes de entregar o aparelho ao novo dono. O pacotão da coluna Segurança Digital vai ficando por aqui. Não se esqueça de deixar sua dúvida na área de comentários, logo abaixo, ou enviar um e-mail para g1seguranca@globomail.com. Você também pode seguir a coluna no Twitter em @g1seguranca. Até a próxima! Selo Altieres Rohr Ilustração: G1
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21/02 - Especialista tira dúvidas sobre proposta de reforma da Previdência; assista
Presidente do IBDP responde perguntas dos internautas sobre os principais pontos propostos pelo governo. A presidente do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP), Adriane Bramante, participou de transmissão ao vivo no G1 para esclarecer as dúvidas dos internautas sobre a proposta de reforma da Previdência enviada pelo governo ao Congresso Nacional na quarta-feira (20). Veja simulações da reforma da Previdência Especialista responde dúvidas de leitores sobre a reforma da previdência A proposta, que ainda precisa ser aprovada na Câmara e no Senado, cria uma idade mínima de aposentadoria. Ao final do tempo de transição, deixa de haver a possibilidade de aposentadoria por tempo de contribuição. Para mulheres, a idade mínima de aposentadoria será de 62 anos, e para homens, de 65. Beneficiários terão que contribuir por um mínimo de 20 anos. Essa idade mínima vai subir a partir de 2024 e, daí em diante, a cada quatro anos, levando em consideração a expectativa de sobrevida do brasileiro. Initial plugin text
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21/02 - Grupo espanhol Telefónica tem aumento do lucro em 2018
Companhia também informou que o faturamento caiu no período. O grupo espanhol Telefónica anunciou nesta quinta-feira (21) uma alta de 6,4% do lucro líquido em 2018, a 3,331 bilhões de euros, mas também informou uma queda do faturamento na mesma proporção (-6,4%). O volume global de negócios alcançou 48,693 bilhões euros, inferior aos 52 bilhões de euros registrados em 2017. Para o próximo ano fiscal, o grupo prevê um aumento de 2% das vendas. Fora da Espanha, a multinacional tem uma forte presença na América Latina, especialmente no Brasil. Também está presente no Reino Unido e Alemanha. O resultado operacional antes de depreciações e amortizações (OIBDA), que serve de referência para os analistas, caiu 3,8% a 15,571 bilhões de euros. A dívida líquida, um dos grandes problemas da empresa nos últimos anos, registrou queda de 5,5% em ritmo anual, a 41,785 bilhões de euros no fim de 2018. O presidente da empresa, José María Álvarez, celebrou em um comunicado que o resultado e a "redução da dívida pelo terceiro ano consecutivo".
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