Rodeghel

areia ensacada sorocaba pedra ensacada sorocaba



Areia e pedra Sorocaba pedra em sorocaba



pedra em sorocaba areia em sorocaba



Areia e pedra Sorocaba areia em sorocaba



Notícias

RSS Feed - Notícias - Mantenha-se Informado


15/09 - Veja concursos e seleções com editais publicados na Paraíba de 15 a 22 de setembro
São 13 editais com 1017 vagas. Pelo menos 1017 vagas são oferecidas em 13 editais de concursos e seleções publicados na Paraíba nesta semana de 15 a 22 de setembro. Concursos e seleções na Paraíba têm 977 vagas Divulgação/Agência Brasil Seleção do Exército Vagas: 113 Níveis: técnico e superior Remunerações: R$ 2.627 a R$ 6.993 Prazo de inscrição: até este domingo (15) Local de inscrição: site da 7ª Região Militar Taxas de inscrição: gratuitas Editais da seleção do Exército Concurso da Prefeitura de Brejo do Cruz Vagas: 41 Níveis: todos Salários: R$ 998 a R$ 2.206 Prazo de inscrição: até este domingo (15) Local de inscrição: site da organizadora, Ápice Consultoria Taxas de inscrição: R$ 65 (fundamental), R$ 80 (médio e técnico) e R$ 95 (superior) Provas: 27 de outubro Edital do concurso da Prefeitura de Brejo do Cruz Concurso da Prefeitura de São José dos Cordeiros Vagas: 28 Níveis: todos Salários: R$ 998 a R$ 12.188 Prazo de inscrição: até quarta-feira (18) Local de inscrição: site da organizadora, CPCon Taxas de inscrição: R$ 65 (fundamental), R$ 85 (médio e técnico) e R$ 105 (superior) Provas: 20 de outubro Edital do concurso da Prefeitura de São José dos Cordeiros Concurso e seleção da Prefeitura de Borborema Vagas: 30 | 9 Níveis: todos Salários: R$ 998 a R$ 2.040 | R$ 1.250 a R$ 1.904,13 Prazo de inscrição: até quarta-feira (18) Local de inscrição: site da organizadora, CPCon Taxas de inscrição: R$ 65 (fundamental), R$ 85 (médio e técnico) e R$ 105 (superior) Provas: 20 de outubro Edital do concurso e da seleção da Prefeitura de Borborema Concurso da Câmara Municipal de Santa Rita Vagas: 13 Níveis: fundamental, médio, técnico e superior Salários: R$ 1.562 a R$ 3 mil Prazo de inscrição: até quarta-feira (18) Local de inscrição: site da organizadora, CPCon Taxas de inscrição: R$ 65 (fundamental), R$ 85 (médio/técnico) e R$ 105 (superior) Provas: 20 de outubro Edital do concurso da Câmara Municipal de Santa Rita Concurso da Prefeitura de Sumé Vagas: 34 Níveis: médio, técnico e superior Salários: R$ 1.108,63 a R$ 6.646,32 Prazo de inscrição: até quarta-feira (18) Local de inscrição: site da organizadora, CPCon Taxas de inscrição: R$ 85 (médio/técnico) e R$ 105 (superior) Provas: 20 de outubro Edital do concurso da Prefeitura de Sumé Concurso e seleção da Prefeitura de Piancó Vagas: 27 | 130 Níveis: fundamental, médio, técnico e superior | fundamental Salários: R$ 998 a R$ 1.725 | R$ 998 Prazo de inscrição: até quarta-feira (18) Local de inscrição: site da organizadora, CPCon Taxas de inscrição: R$ 65 (fundamental), R$ 85 (médio/técnico) e R$ 105 (superior) Provas: 20 de outubro Edital do concurso e da seleção da Prefeitura de Piancó Concurso da Prefeitura de Monte Horebe Vagas: 62 Níveis: fundamental, médio, técnico e superior Salários: R$ 998 a R$ 7,5 mil Prazo de inscrição: até quarta-feira (18) Local de inscrição: site da organizadora, CPCon Taxas de inscrição: R$ 65 (fundamental), R$ 85 (médio/técnico) e R$ 105 (superior) Provas: 20 de outubro Edital do concurso da Prefeitura de Monte Horebe Concurso da Prefeitura de Boa Ventura Vagas: 111 Níveis: fundamental, médio, técnico e superior Salários: R$ 998 a R$ 1,6 mil Prazo de inscrição: até quarta-feira (18) Local de inscrição: site da organizadora, CPCon Taxas de inscrição: R$ 65 (fundamental), R$ 85 (médio/técnico) e R$ 105 (superior) Provas: 20 de outubro Edital do concurso da Prefeitura de Boa Ventura Concurso para professor da UFPB Vagas: 22 Nível: doutorado Remunerações: R$ 5.786,68 e R$ 9.600,92 Prazo de inscrição: variado Local de inscrição: variado Taxas de inscrição: R$ 144 e R$ 240 Provas: datas variadas Edital do concurso para professor da UFPB Concurso da Fundac-PB Vagas: 400 Níveis: médio Salários: R$ 998 + gratificações Prazo de inscrição: até 7 de outubro Local de inscrição: site da organizadora, Ibade, ou presencialmente em João Pessoa, Campina Grande e Sousa Taxas de inscrição: R$ 56 Provas: 27 de outubro Edital do concurso da Fundac-PB
Veja Mais

15/09 - Estados querem fatia maior da arrecadação do governo federal na reforma tributária
Proposta é manter carga tributária total, de quase 33% do PIB. Mas parcela da União nesse total passaria de 55% para 49%; a dos estados, de 27% para 30%; a dos municípios, de 19% para 21%. A proposta de reforma tributária dos secretários estaduais de Fazenda, encaminhada formalmente nesta quarta-feira (11) aos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), prevê a manutenção do nível da carga tributária, que somou cerca de 33% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2017, mas com redução da parcela do governo na arrecadação sob o consumo e aumento da parcela dos estados. Segundo o documento, a parcela da arrecadação que caberia ao governo federal (União) no bolo total de arrecadação passaria de 55% para 49% progressivamente ao longo de oito anos. Ao mesmo tempo, fatia dos estados subiria de 27% para 30%, e, dos municípios, de 19% para 21%. (veja abaixo o gráfico divulgado pelos estados Proposta dos estados para distribuição das receitas Comsefaz Na justificativa, os estados avaliam que essa proposta pretende "promover a desconcentração da participação da União no total da arrecadação do país, de forma a proporcionar maior parcela das receitas aos entes subnacionais, materializando, assim, a expectativa de efetiva implementação das premissas do federalismo cooperativo no Brasil". "Estudo nosso demonstra que, nos últimos 20 anos, os estados perderam em torno de cinco pontos [do PIB de arrecadação]. E, ao mesmo tempo, as obrigações não diminuíram. Pelo contrário, aumentaram. Então, a gente entende que tem de haver, ainda que seja de forma transitória, lenta e gradual, uma recomposição dessas receitas", disse ao G1 o presidente do Comitê dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), Rafael Fonteles. Segundo ele, a lógica da proposta é que a União banque a criação de um fundo de desenvolvimento regional e um fundo de compensação de perdas dos estados com a desoneração das exportações. Para isso, os estados pedem 40% da parcela da União no IBS – que funcionará como um imposto sobre valor agregado – e 50% do imposto seletivo (sobre cigarros, bebidas alcoólicas, armas e munições). "É aí que está o ponto polêmico, sabemos disso (...) Obviamente, isso vai ser objeto de muito questionamento. Queremos aproveitar essa discussão para fazer esses ajustes no pacto federativo", declarou. Fonteles afirmou que essa proposta já foi entregue à Secretaria da Receita Federal, em reunião realizada nesta última quinta-feira (12), e os técnicos do governo, segundo relatou, disseram considerar que não há como abrir mão dessa receita no "curtíssimo prazo". "Não há um clima de disputa. Claro que há pontos de divergência polêmicos, mas o diálogo está acontecendo com a União. Se encaixar isso talvez como receitas novas, do fundo social, inverter os 30% e 70% no pré-sal [conforme indicado pelo ministro Paulo Guedes], talvez a gente consiga equacionar. Eu acho que podemos chegar a denominador comum", afirmou o presidente do Comsefaz. O G1 entrou em contato com o Ministério da Economia, mas a pasta informou que não iria se manifestar sobre o assunto. União perderia R$ 140 bilhões Considerando a estimativa para o PIB nominal deste ano, de R$ 7,15 trilhões que consta na proposta de orçamento de 2020, e a manutenção da carga tributária de quase 33% do PIB, a mudança, se estivesse totalmente implementada, representaria uma perda de arrecadação para o governo federal, de quase R$ 140 bilhões neste ano. Esses recursos seriam divididos entre os estados (cerca de R$ 70 bilhões) e os municípios (igual valor). Nos anos seguintes, se confirmada a previsão do mercado financeiro e do governo de que a economia brasileira crescerá, as perdas para a União seriam maiores ainda. Esse valor é próximo ao que o governo buscava arrecadar com a nova CPMF, cuja expectativa era de que a arrecadação chegasse a R$ 150 bilhões por ano. O objetivo do governo com a nova CPMF era reduzir impostos sobre a folha de pagamento das empresas e estimular a geração de empregos. A proposta da CPMF, porém, foi novamente desautorizada pelo presidente Jair Bolsonaro, e seu principal defensor, o secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, foi exonerado. A proposta de retirar arrecadação do governo federal é apresentada pelos estados em um momento no qual a União tem de lidar com rombos bilionários nas suas contas. Desde 2014, são registrados déficits primários (despesas maiores do que receitas, sem contar juros da dívida pública). No ano passado, o rombo somou R$ 120 bilhões e, para 2019, a meta é de um déficit de até R$ 139 bilhões (veja no gráfico abaixo). O ministro da Economia, Paulo Guedes, assumiu o cargo em janeiro deste ano falando em zerar o rombo fiscal nas contas do governo, mas admitiu, na proposta da LDO de 2020, enviada em abril ao Congresso Nacional, que as contas devem permanecer no vermelho até o fim do governo Bolsonaro, em 2022. Dificuldades dos estados Os estados também passam por dificuldades em suas contas. Pressionados por gastos previdenciários e com pessoal, 12 estados (AC, GO, MA, MG, MS, MT, PB, PI, RJ, RN, RS e TO) estouraram em 2018 o limite máximo de despesa com pessoal estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, que inclui também quem está na ativa. Ou seja, os governos estaduais usaram mais de 60% do que arrecadaram para pagar o gasto com o funcionalismo. Por isso, o Tesouro Nacional avaliou, no fim do ano passado, que essa tendência de crescimento "tende a prejudicar o funcionamento dos serviços básicos dos governos estaduais". Isso ocorre, de acordo com a instituição, porque "restam cada vez menos recursos para a execução de políticas públicas (que envolvem gastos com mão-de-obra de terceiros, investimentos, material de consumo, entre outros)". Os estados são responsáveis por atuar em parceria com os municípios no ensino fundamental, por agir nos atendimentos especializados de saúde e de alta complexidade, além de serem os principais responsáveis pela segurança pública e pelo sistema prisonal. Além da arrecadação própria, também recebem repasses de recursos do governo federal. Para as despesas com saúde e educação, os estados são obrigados a gastar, respectivamente, 12% e 25% de sua receita corrente líquida, segundo a Constituição Federal. Entretanto, há estados acusados de não cumprir esse piso constitucional que tiveram de atender a esse requisito por determinação judicial. Para as outros setores, como segurança pública, por exemplo, não há um piso constitucional definido. Outros pontos da proposta dos estados Criação de um comitê gestor para o Imposto Sobre Bens e Serviços (IBS) – tributo sobre consumo que funcionaria nos moldes de um imposto sobre valor agregado – sem a participação do governo federal; Proposta foi apresentada como complemento à PEC de reforma tributária já aprovada na CCJ, de autoria do economista Bernard Appy, que é avaliada por comissão especial da Câmara dos Deputados; Criação de um fundo de desenvolvimento regional e de um fundo de equalização de perdas de receitas de exportação; Tratamento diferenciado para a Zona Franca de Manaus; Base ampla de incidência do IBS, sobre bens, serviços, direitos, incluindo serviços digitais; Proposta dos estados também contempla a devolução de uma parte do imposto arrecadado para os consumidores mais pobres, como forma de combater a "regressividade" (arrecadação proporcionalmente maior de quem ganha menos) do tributo.
Veja Mais

15/09 - Pesquisadores encontram árvore mais alta da Amazônia, que pode ter mais de 400 anos de existência
Globo Rural acompanhou a viagem da equipe em uma região cercada por áreas de conservação ambiental e terras indígenas. Pesquisadores encontram árvore mais alta da amazônia, pode ter mais de 400 anos Uma expedição de pesquisadores encontrou a maior árvore já medida no Brasil, que tem tamanho equivalente a um prédio de 30 andares. A espécie foi encontrada dentro da Amazônia em uma região cercada por áreas de conservação ambiental e terras indígenas. O Globo Rural acompanhou a viagem de 10 dias comandada pelo engenheiro florestal Eric Gorgens, da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, de Minas Gerais, para encontrar as árvores gigantes na floresta. Tudo partiu de um estudo do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que identificou árvores com alturas muito acima do normal nesta região do estado. "Em geral, as árvores atingem, em média, 45 a 50 metros de altura, mas a gente começou a perceber que muitas das árvores que a gente tinha identificado chegavam a 80 metros de altura, ou seja, o dobro do esperado para estrutura florestal como um todo", explica Gorgens. Com tantas dúvidas para serem solucionados, uma equipe formada por engenheiros florestais de universidades brasileiras e internacionais, como Cambridge e Oxford e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) decidiu encontrar essas raridades. Mais de 300 km de viagem O pesquisador e a equipe ficaram um ano estudando e organizando para chegar às árvores gigantes do Vale do Jari. Logo no início da viagem, após 10 km de viagem, o primeiro obstáculo: uma cachoeira. A equipe precisou descarregar os barcos e arrastá-los para prosseguir viagem. Foi necessário quase dia inteiro para passar, por terra, pelos 300 metros que separam a cachoeira do ponto de retomada da navegação. "A gente ficou um pouco preocupado no início, quando nós tivemos a primeira transposição que levou bastante tempo, até um pouco mais do que a gente esperava, mas os dois dias que se seguiram foram excelentes, as viagens rendendo muito bem", relata Eric Gorgens. Após três dias, a expedição chegou bem perto do local. Mas, quando tudo pareceu estar tranquilo, surgiram as corredeiras. Novamente os pesquisadores precisaram desembarcar e arrastar as embarcações. Um dia inteiro para transpor duas corredeiras. No quinto dia, terminou a vigem de 300 km de barco e começou uma grande caminhada por dentro da floresta em busca das árvores gigantes. Os pesquisadores começam a chegar cada vez mais perto do lugar que só conheciam pelo computador, uma recompensa após uma jornada tão longa. "É a realização de um sonho a gente ter a oportunidade de encontrar um lugar tão especial, com árvores centenárias, onde nunca ninguém pisou antes. Então, com certeza, é uma emoção estar aqui", disse Gorgens. 82 metros de altura O santuário das grandes árvores fica na Floresta Estadual do Parú, no noroeste do Pará. A área protegida tem mais de 3,6 milhões de hectares, tamanho maior que todo o território da Bélgica. As espécies gigantes são angelins, que estão presentes em todo o Norte do país, com registro também no Maranhão e na Guiana. "Ela é uma espécie pioneira, que se desenvolve necessitando de sol e nas áreas mais altas, de maior altitude", explica a engenheira florestal Wegliane Campelo. Árvores gigantes estão salvas das queimadas 'até o momento' A expedição encontrou 15 dessas árvores, que agora serão estudadas pelos pesquisadores, que mediram a circunferência, recolheram amostras do solo, das folhas, dos troncos e retiraram material genético para exames de DNA. Dos angelins localizados, o menor tinha 70 metros e a média de altura é de 75 metros. O maior de todos tem 82 metros, a maior árvore já registrada na Amazônia. As árvores gigantes têm entre 400 e 600 anos, afirma o pesquisador da Embrapa Marcus Vinicios D’Oliveira. Mistério Esta riqueza escondida por séculos e que mostra o quanto a humanidade ainda tem a aprender com a Amazônia. O físico inglês Toby Jackson ficou intrigado em como esses angelins conseguiram crescer e se manter em pé num topo de morro, sofrendo com a ação dos ventos. "Quando eu estive na Malásia, vi que algumas das árvores mais altas do mundo, com 100 metros de altura. (Elas) estão na base de encostas, mais protegidas", observa. "Aqui, esses angelins gigantes desafiam nossas teorias porque estão em áreas elevadas. No momento, não conseguimos explicar isso." As pessoas da comunidade de Iratapuru, que ajudaram os pesquisadores na jornada, reverenciaram as grandes árvores. "A comunidade vive há anos na floresta, cuidando dela, vivendo dela, então isso aqui vai ser mais uma parte que vai ser abraçada pela comunidade e ser preservada. Já vimos muitas árvores grandes, mas desse tamanho... são as primeiras", explica o guia Márcio Freitas.
Veja Mais

15/09 - Cães farejadores reforçam controle contra entrada de pragas e doenças da agropecuária no Aeroporto de Brasília
Com ajuda do animal, a fiscalização é feita em um tempo 95% menor do que qualquer outro método. Cães ferejadores reforçam controle de entrada das pragas doenças no Aeroporto de Brasília O Aeroporto de Brasília recebe por semana 43 voos internacionais, são cerca de 30 mil passageiros entrando no país todo mês. E o que eles trazem na bagagem pode ser um risco para a agropecuária do Brasil. Por isso, o Ministério da Agricultura treinou cachorros para bloquear a entrada de alimentos de origem vegetal, como plantas, sementes, grãos, frutas, legumes e também os de origem animal, como carnes, embutidos, queijos. Os alimentos apreendidos são incinerados, nada pode ser doado porque esses produtos podem representar riscos. Com a ajuda dos cães, a fiscalização é feita em um tempo 95% menor do que qualquer outro método. Além do trabalho dos animais, a vigilância sanitária também conta um serviço de inteligência e com máquinas de Raio-X. Já são cinco animais que atuam no controle. E a escolha do cachorro não foi por acaso. Os cães tem a capacidade de fragmentar odores. Só pra se ter uma ideia, enquanto um ser humano tem até 5 milhões de células olfativas, eles têm 400 milhões. Por isso, podem ser preparados pra sentir o cheiro de tudo. E as recompensas pelo bom trabalho vêm em forma de brincadeira, como uma bolinha de tênis para mastigar.
Veja Mais

15/09 - Saiba como controlar o ácaro Varroa nos enxames de abelhas
Publicação da Epagri auxilia o produtor no manejo da praga. Como controlar o ataque de ácaros na colmeia? O produtor Vancuir Riolom, de Nova Prata do Iguaçu, no Paraná, pediu ajuda ao Globo Rural com a criação de abelhas dele. Riolom afirma que está perdendo enxames por causa de uma infestação de ácaro Varroa. Para ajudar este e outros produtores rurais, a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) tem uma cartilha com dicas de manejo. Para baixar o material, clique aqui.
Veja Mais

15/09 - Incêndios no Centro-Oeste causam prejuízos milionários para produtores rurais
Por causa das queimadas, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul decretaram situação de emergência com esperança de receberem mais auxílio do governo federal. Incêndios no Centro-Oeste causam prejuízos milionários para produtores rurais O Centro-Oeste ainda enfrenta graves problemas causados pelas queimadas na região. Em Mato Grosso do Sul, os focos de incêndio atingiram o Pantanal, já em Mato Grosso o fogo matou animais e trouxe prejuízos para os agricultores. Por causa das queimadas, foi decretada situação de emergência nos dois estados com a esperança de receberem mais auxílio do governo federal. Na propriedade da agricultora Aparecida Fabiano Rocha, em Rondonópolis, a semana foi de recuperação após os incêndios destruírem cercas, pomares e 19 hectares de pasto. "Eu não consegui até agora fazer um levantamento correto, mas eu creio que eu vou gastar mais de R$ 30 mil (para recuperar tudo)”, calcula Aparecida. Além disso, das 10 cabeças de gado no sítio, uma morreu com o fogo. Os animais que sobreviveram estão feridos e a produtora rural precisa aplicar remédios para curar as feridas. Em outra fazenda, localizada no município de Canabrava do Norte, cerca de 50 animais morreram nos incêndios. Já em Primavera do Leste, o fogo também levou prejuízos para uma produção de algodão. No total, 250 fardos de pluma pegaram fogo. Um prejuízo estimado em mais de R$ 1 milhão. De acordo com os produtores da região, o fogo teria começado na palhada de milho de uma propriedade vizinha. E, mesmo depois de vários dias, os funcionários ainda precisam fazer o resfriamento da área. Queimadas no Pantanal Desde janeiro, Corumbá, a maior cidade do pantanal, já registrou mais de 3.100 focos de incêndio. Nas margens da BR-262, são muitos os flagrantes de animais mortos em meio à vegetação devastada. A fazenda Caiman, na região de Miranda, está entre os locais mais atingidos. O incêndio se alastrou rapidamente destruindo mais de 30 mil hectares de vegetação nativa.
Veja Mais

15/09 - Produtores e indústrias se preparam para vender leite em pó e queijos para a China
Chineses autorizaram 24 empresas no fim de julho para a exportação dos alimentos. Produtores e indústrias se preparam para vender leite em pó e queijos para a china A China autorizou no fim de julho a venda de produtos leite em pó e queijo produzidos no Brasil, e a abertura para um dos principais mercados consumidores animou laticínios e produtores rurais. Na Cooperativa Central Gaúcha (CCGL), de Cruz Alta, o leite em pó é o carro chefe. Atualmente a indústria produz 1,6 milhão de litros do alimento e tem capacidade para aumentar para 2,2 milhões de litros. A unidade que conseguiu aval dos chineses tem que seguir processos rigorosos de qualidade desde a higiene da fábrica até o processo de desidratação do leite. Com os requisitos atendidos e a autorização da China, o objetivo da CCGL agora é começar a vender leite em pó para o país. “Nós já começamos a prospectar negócios. Se o mercado responder em valores e em preços, eu te diria que daqui há poucos meses já poderemos estar fazendo carregamento”, projeta Caio Viana, presidente da cooperativa. E não foi só à indústria que o otimismo chegou. No campo, os produtores esperam que a abertura de mercado possa garantir preços melhores pelo litro do leite. “Como vai ter mais saída de leite, (as indústrias) vão precisar de mais leite também para exportar. Estamos confiantes que vai melhorar a coisa”, afirma o produtor Claudinei Wisniewski.
Veja Mais

15/09 - Novas técnicas tornam mais saudável a produção de verduras e legumes no Brasil
Nos canteiros hidropônicos, os nutrientes vêm pela água. A planta não entra em contato com o solo pra evitar contaminação. Novas técnicas tornam mais saudável a produção de verduras e legumes no Brasil Variedades de verduras mais resistentes a pragas e doenças já dispensam o uso de agrotóxicos. Nas estufas, o ataque de insetos é evitado com medidas preventivas. E já começam a chegar ao Brasil técnicas supermodernas. Em ambiente controlado, os canteiros recebem luz artificial e produzem verduras na metade do tempo. Nos canteiros hidropônicos, os nutrientes vêm pela água. A planta não entra em contato com o solo pra evitar contaminação. Horta é tecnologia. Horta é agro. Agro é tech. Agro é pop. Agro é tudo. Tá na Globo.
Veja Mais

15/09 - Pequenas Empresas & Grandes Negócios: contatos de 15/09/2019
Veja como obter informações das empresas citadas no programa. Empresário aposta em turismo náutico na represa Billings, em São Paulo Turismo Náutico Menin@s da BILLINGS Rua Beija Flor de Cactos n.85 – Parque Residencial dos Lagos São Paulo/SP – CEP: 04851407 Telefone: (11) 95345 7622 Email: meninosdabillings@gmail.com Site: www.meninosdabillings.org Roupa que cresce com a criança é novidade no mercado MI, moda infantil consciente Rua 32, n. 361, Marista – Goiânia, GO Whatsapp: (62)9940-9459 Instagram: @vista.mi Site: www.lojami.com.br Canto alemão pode ser solução para aquele espaço não aproveitado no imóvel Casa do Canto Alemão Av. Guilherme Giorgi n. 364 – Vila Telefones: (11) 2091-7835 / (11) 2091-7867 / WhatsApp: (11) 99218-7203 Site: www.casadocantoalemao.com E-mail: cdcantoalemao@gmail.com Aplicativo atua como assistente de marketing digital para pequenas empresas AHAZOU Site: www.ahazou.com Email: meajuda@ahazou.com ESPAÇO MANACÁ Rua José de Albuquerque Medeiros, 743 sala 8 - Jardim França São Paulo/SP – CEP: 02336-000 Email: contato@espacomanaca.com Site: www.espacomanaca.com Impulsionar publicações nas redes sociais pode aumentar as vendas SOCIALBAKERS R. Sader Macul, 96 Itaim Bibi São Paulo / SP CEP: 04542-000 Site: www.socialbakers.com Contato: camila.winther.br@socialbakers.com Empresário aposta em qualidade para exportar pimenta brasileira para diversos países SABOR DAS ÍNDIAS Rua Manoel De Sá Fortes Junqueira Junior, 477 - Vila Junqueira Vinhedo / SP – CEP: 13283-044 Telefone: (19) 3836-2183 Site: www.sabordasindias.com.br APEX-BRASIL - SEDE SAUN Quadra 05, Bloco B, Torre II, Salas 1201 a 1701 - Centro Empresarial CNC Brasília / DF - CEP: 70.040-250 Telefone: (61) 2027-0202 Site: www.apexbrasil.com.br E-mail: apexbrasil@apexbrasil.com.br
Veja Mais

15/09 - Aplicativo atua como assistente de marketing digital para pequenas empresas
O aplicativo funciona como uma biblioteca com 40 mil conteúdos. A startup disponibiliza 150 novos por dia. São fotos, textos e sugestões de postagens. Aplicativo atua como assistente de marketing digital para pequenas empresas Usar as redes sociais para divulgar uma empresa virou obrigação no mercado hoje em dia. Mas não é fácil para o empreendedor cuidar do negócio e ainda produzir conteúdo para abastecer os canais digitais. A esteticista Juliana sofre com esse problema. Ela nem sempre tem tempo para cuidar do marketing de sua empresa. E de olho nesse público, uma startup criou um pacote de soluções que automatiza esse processo. Fotos, textos, sugestões de postagens: tudo já fica pronto para o cliente comprar e fazer a empresa aparecer para o mundo. "Você tem que pensar no seu público-alvo, a época do ano em que você está, o que você quer, o que você atingir, então eles já fazem toda essa parte que é realmente um processo muito mental", diz Juliana Bolanha sobre o serviço da startup. O aplicativo que Juliana fala foi criado por Talita Hidani e Rui. Ele funciona como um assistente de marketing digital para pequenos negócios. “Ele é um assistente de marketing digital pra pequenos negócios. Então nós fazemos uma estratégia de conteúdo para pequenos negócios conseguirem conquistar mais clientes e engajar utilizando as redes sociais", explica Talita. O aplicativo funciona como uma biblioteca com 40 mil conteúdos. A startup disponibiliza 150 novos por dia. São fotos, textos e sugestões de postagens. Com 50 mil usuários ativos, o app já registra um crescimento de 10% ao mês. “A gente tem um time que desenha o conteúdo por personas. A gente atende mais de 35 personas. Esse time interno cria briefings para que designers, nós temos mais de 30 designers espalhados pelo Brasil inteiro e eles fazem esse conteúdo pra gente.” A startup começou focada em profissionais de beleza, mas já está expandindo o conteúdo para os segmentos de gastronomia e pet. Para usar as ferramentas do aplicativo é preciso ter créditos. O usuário consegue isso pagamento uma mensalidade de R$ 50 ou pode indicar o serviço para outras pessoas. AHAZOU Site: www.ahazou.com Email: meajuda@ahazou.com ESPAÇO MANACÁ Rua José de Albuquerque Medeiros, 743 sala 8 - Jardim França São Paulo/SP – CEP: 02336-000 Email: contato@espacomanaca.com Site: www.espacomanaca.com
Veja Mais

15/09 - Empresário aposta em qualidade para exportar pimenta brasileira para diversos países
Em 2018, 25 mil empresas brasileiras exportaram. E a maioria delas, 82%, são micro, pequenas ou médias empresas. Empresário aposta em qualidade para exportar pimenta brasileira para diversos países De pequeno a grande negócio. Foi assim que Gustavo Aquino começou sua trajetória como empresário fazendo vidros decorativos de pimenta em conserva há 26 anos. Tudo era feito na cozinha dos pais, mas hoje ele possui uma fábrica de 1200 metros quadrados na cidade de Vinhedo, no interior de São Paulo. A empresa cresceu, lançou novos produtos e já exporta para 11 países. "Nós participamos bastante de feiras e rodadas de negócios em outros países. E esse é um trabalho muito importante que exige muita preparação. É fundamental você conhecer a cultura dos países, conhecer a gastronomia desses países e até como lidar com as diferentes etnias", explica Gustavo. Em 2018, 25 mil empresas brasileiras exportaram. E a maioria delas, 82%, são micro, pequenas ou médias empresas. "Não é preciso ter porte para exportar, é importante que a empresa seja ciente de que há um mercado, há um nicho de exportação. Ela precisa se adaptar e se adequar para poder aproveitar essas oportunidades de mercado", diz a Camila Paschoal, da Apex-Brasil. Foi isso que o Gustavo fez. Ele se preparou durante três anos para levar a pimenta brasileira para o mercado internacional. "Nós começamos a nos preparar no final de 2014 e a primeira exportação saiu no mês de abril de 2017", revela Gustavo. Para começar a exportar, o primeiro passo necessário foi a mudança de rótulo e identidade visual. Gustavo contratou uma consultoria para ajudá-lo no processo de exportação. "Nós tivemos que padronizar, criar um padrão de cor para a gente criar uma identidade visual da família dos produtos". Ter um produto com a cara do Brasil também conta pontos. Entre as pequenas empresas cresceu a exportação de frutas, cafés especiais e especiarias, como a pimenta. "Acho fundamental você levar aquilo que temos de melhor e de exclusivo. Primeiro que você elimina uma grande parte dos seus concorrentes, você vai concorrer basicamente com produtores do mercado interno, eliminando assim países que possam ter maior competitividade", finaliza Gustavo. SABOR DAS ÍNDIAS Rua Manoel De Sá Fortes Junqueira Junior, 477 - Vila Junqueira Vinhedo / SP – CEP: 13283-044 Telefone: (19) 3836-2183 Site: www.sabordasindias.com.br APEX-BRASIL - SEDE SAUN Quadra 05, Bloco B, Torre II, Salas 1201 a 1701 - Centro Empresarial CNC Brasília / DF - CEP: 70.040-250 Telefone: (61) 2027-0202 Site: www.apexbrasil.com.br E-mail: apexbrasil@apexbrasil.com.br
Veja Mais

15/09 - Canto alemão pode ser solução para aquele espaço não aproveitado no imóvel
A empresária investiu R$ 20 mil, comprou equipamentos usados de marcenaria e começou a produzir e vender o móvel que se encaixa em locais esquecidos ou pouco aproveitados de imóveis. Canto alemão pode ser solução para aquele espaço não aproveitado no imóvel Sabe aquele canto da sua casa que você quer aproveitar, mas não consegue? Ali pode ser o lugar perfeito para um móvel chamado canto alemão. A empresária Renata Schoola descobriu esse mercado ao casar, comprar um apartamento e não saber o que fazer com um canto da parede. E a solução foi um canto alemão, que coube perfeitamente no local. O nome vem dos pubs alemães e significa uma forma de aproveitar todos os espaços. “Eu comecei a pesquisar, fazer várias pesquisas na internet em lojas de móveis e falar sobre o nome canto alemão e ninguém tinha ouvido falar o nome, sequer o móvel", explica a empresária. Como não achou para comprar, Renata decidiu construir o próprio canto alemão. Ela fez em casa, de forma artesanal, e o resultado viralizou na internet. “As pessoas se interessaram e começaram a me pedir. Eu comecei a receber propostas. E foi ai que eu vi uma forma sim de um negócio”. A empresária investiu R$ 20 mil, comprou equipamentos usados de marcenaria e começou a produzir e vender o móvel. As vendas aumentaram e ela comprou mais máquinas e até contratou mais funcionários, mas sem o devido lucro, o custo de produção acabou ficando alto de mais. A solução foi terceirizar toda a produção em seis pequenas marcenarias. O custo caiu 20% e ela passou a ter lucro. Hoje, Renata vende 40 móveis por mês. Eles custam de R$ 990 a R$ 14 mil, dependendo do modelo. No ano passado, a empresária faturou R$ 1 milhão. Casa do Canto Alemão Av. Guilherme Giorgi n. 364 – Vila Telefones: (11) 2091-7835 / (11) 2091-7867 / WhatsApp: (11) 99218-7203 Site: www.casadocantoalemao.com E-mail: cdcantoalemao@gmail.com
Veja Mais

15/09 - Impulsionar publicações nas redes sociais pode aumentar as vendas
Empreendedor pode pagar para a rede social aumentar o alcance da sua postagem. E com isso ela chega a muito mais pessoas, até em quem não segue o perfil do seu negócio. Impulsionar publicações nas redes sociais pode aumentar as vendas Ter conteúdo de qualidade para divulgar a empresa nas redes sociais é essencial. Mas saber chamar a atenção do consumidor também é importante. Isso pode ser feito de duas maneiras. A primeira é a publicação 'orgânica'. Ela pode ser compartilhada, curtida ou comentada apenas porque o conteúdo é legal e agradou aos seguidores da conta. A segunda é a publicação impulsionada. Nela o empreendedor paga para a rede social aumentar o alcance da sua postagem. E com isso ela chega a muito mais pessoas, até em quem não segue o perfil do seu negócio. “Quando você é dono da página, já vai aparecer o ‘impulsionar a publicação’ nela. Então ele é bem simples, vai abrir uma caixinha de diálogo, então é possível colocar um botão de ação, por exemplo, ‘reservar agora, saiba mais’, um botãozinho pra uma ação do usuário", explica o consultor Felipe Ferrari sobre o impulsionamento de publicações. Também é possível selecionar o público-alvo da publicação. Pode ser masculino, feminino, crianças, jovens, adultos. Ou até mesmo colocar um tema em comum de interesse. O custo para patrocinar o post deste de quantas pessoas vão receber o conteúdo. Se quiser um alcance maior, ficará caro. “Uma empresa muito pequena, um micro empreendedor, com 100 reais ele pode já começar uma campanha", diz Felipe. Após impulsionar seu conteúdo é necessário saber se agradou. Veja qual publicação rendeu mais engajamento ou participação dos consumidores. Se for grande, você terá um aumento nas vendas. “Começa com uma verba pequena, faz um teste, vê o resultado, testa um outro formato, testa uma outra compra de mídia. E a partir daí, legal entendi qual o meu cenário, o que funciona melhor, vou e coloco uma verba um pouco maior", finaliza o consultor. SOCIALBAKERS R. Sader Macul, 96 Itaim Bibi São Paulo / SP CEP: 04542-000 Site: www.socialbakers.com Contato: camila.winther.br@socialbakers.com
Veja Mais

15/09 - Roupa que cresce com a criança é novidade no mercado
As roupas custam a partir de R$ 80. Por enquanto só existem peças para meninas de 1 a 12 anos, mas a empresa em breve vai produzir também para meninos. Roupa que cresce com a criança é novidade no mercado Uma empresária de Goiânia usou uma técnica antiga para se destacar no mercado. A Pollyana Ramos criou uma confecção infantil com roupas que crescem junto com as crianças. E a ideia não poderia surgir de uma maneira diferente. Pollyana diz que pensou no negócio quando a filha nasceu e percebeu o quanto uma criança cresce rápido. Dai veio a oportunidade de criar um negócio para desenvolver peças de roupas que crescem. “Em 2017 começamos o planejamento e lançamos a marca em abril de 2018, numa feira de varejo em São Paulo. Começamos fase de planejamento baseados numa experiência que a gente já tem no mercado de confecção. Temos produção de 100 peças por mês e elas são fechadas por costureiras em suas casas, mas escolhidas a dedo. O principal desafio foi o acabamento por ser estratégia inovadora e também encontrar mão de obra especializada. Fizemos treinamento pra encontrar o acabamento ideal", conta Pollyana sobre a empresa. As roupas custam a partir de R$ 80. Por enquanto só existem peças para meninas de 1 a 12 anos, mas a empresa em breve vai produzir também para meninos. MI, moda infantil consciente Rua 32, n. 361, Marista – Goiânia, GO Whatsapp: (62)9940-9459 Instagram: @vista.mi Site: www.lojami.com.br
Veja Mais

15/09 - Como identificar seguidores falsos no Instagram
Blog tira dúvidas também sobre aplicativos que medem a velocidade da internet e sobre qual é o melhor programa para recuperar fotos apagadas da memória do iPhone. (Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, utilize o espaço para comentários abaixo e escreva sua pergunta) Como identificar seguidores falsos nas redes sociais? Oi, Ronaldo! Eu tenho cerca de 30 mil seguidores na minha conta no Instagram. Existe uma maneira de identificar facilmente quem são os seguidores fakes ou bots? E se existe, também é possível identificar seguidores bots na conta do Twitter? – Thaís Oi, Thaís! Sim, é possível tentar identificar os seguidores falsos no Instagram, através de um serviço online disponível neste link aqui. Após acessar a página, basta colocar a sua conta no campo de pesquisa e clicar no ícone em formato de pula para iniciar a análise do perfil. Em alguns instantes será exibido um relatório completo. No Twitter existe um serviço que oferece uma funcionalidade de análise semelhante disponível neste link aqui. Após informar a conta que será avaliada, basta clicar sobre o botão "Check user" para gerar o relatório. Blog dá dicas de como descobrir seguidores falsos no Instagram Reuters Os aplicativos que medem a velocidade da internet são confiáveis? Oi, Ronaldo! Esses sites e apps que prometem avaliar a velocidade da conexão com a internet são confiáveis? – Jessé Olá, Jessé! Os principais sites e aplicativos para avaliação da velocidade de conexão oferecem uma leitura confiável. No entanto, é necessário levar em consideração as recomendações técnicas para fazer uma avaliação correta: Desconecte todos os dispositivos; Cancele downloads no dispositivo que fará a avaliação da velocidade de conexão; Se possível, utilize um PC conectado pela rede cabeada para realizar a leitura; Se for fazer o teste em um dispositivo móvel, certifique-se de que ele está conectado a uma rede com um sinal forte de wireless; Qual é o melhor programa para recuperar fotos apagadas da memória do iPhone? Oi, Ronaldo! Você poderia indicar qual é o melhor programa para recuperar fotos apagadas da memória do iPhone que não foram salvas no iCloud? – Ângela Olá, Ângela! Existem diversos programas que oferecem essa função e que apresentam um resultado razoável. O melhor se chama Joyoshare. Após instalado é possível fazer uma varredura para identificar todo o conteúdo que poderá ser recuperado, mas para restaurar os arquivos na memória do aparelho será preciso comprar a licença do programa. Selo Ronaldo Prass Ilustração: G1
Veja Mais

15/09 - Empresário aposta em turismo náutico na represa Billings, em São Paulo
Os pacotes para navegar na represa custam entre R$ 40 e R$ 80 por pessoa. Você pode fazer canoagem ou até mesmo um passeio para conhecer a história da região. Empresário aposta em turismo náutico na represa Billings, em São Paulo Já pensou em fazer um passeio de barco em uma grande metrópole como São Paulo? Parece difícil imaginar, mas o empresário Adolfo Duarte viu uma grande oportunidade de negócio ao olhar para a represa Billings. Com mais de 1 bilhão de metros cúbicos de água, a represa se tornou o local perfeito para ele investir e dar mais uma opção para quem não quer sair da cidade aos finais de semana e feriados. "O que a gente oferece para as pessoas é essa oportunidade de se divertir com a família, amigos em São Paulo. Você não precisa ir à praia. Essa é a praia paulistana. Pode aproveitar, navegar, curtir, comer, beber e voltar para casa de maneira rápida", diz Adolfo. O empresário investiu R$ 30 mil para começar o negócio em 2014. Ele comprou barco, caiaque e equipamentos de segurança. Ele também fez parceria com 10 pescadores da região. Os pacotes para navegar na represa custam entre R$ 40 e R$ 80 por pessoa. Você pode fazer canoagem ou até mesmo um passeio para conhecer a história da região. O negócio criado por Adolfo também custeia projetos sociais que o empresário desenvolve na região deste 2009. O primeiro começou com uma homenagem ao filho, que morreu anos nove anos. Ele conta que o garoto amava a represa, e por isso faz passeios de graça com crianças que moram na região. Turismo Náutico Menin@s da BILLINGS Rua Beija Flor de Cactos n.85 – Parque Residencial dos Lagos São Paulo/SP – CEP: 04851407 Telefone: (11) 95345 7622 Email: meninosdabillings@gmail.com Site: www.meninosdabillings.org
Veja Mais

15/09 - Produtor usa helicópteros para pulverizar plantações
Frota brasileira de aeronaves agrícolas é a segunda maior do mundo. Produtor usa helicópteros para pulverizar plantações Reprodução/TV TEM É do alto que vem a ajuda para as plantações que Gevanildo Antônio Neto administra no município de Coronel Macedo (SP). São mais de 1.500 hectares cultivados. O avião foi a escolha para pulverizar uma área tão grande e garantir uma boa produtividade. A aviação agrícola brasileira vem registrando este ano um crescimento de 3,74% em relação a 2018. São 2194 aeronaves no Brasil. O Estado de São Paulo tem a terceira maior frota do País. Os dados são do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola. O piloto Mauro Marcelino dos Santos trabalha há 35 anos com avião, sendo 25 anos no agronegócio. Ele atende mais de 100 fazendas em todo o Brasil e está otimista com o crescimento do setor. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 15/09/2019) Produtor usa helicópteros para pulverizar plantações Mas os aviões não estão sozinhos nesse mercado. Em uma fazenda em Itaberá (SP), o trabalho é feito com o uso de helicóptero. Há 3 anos, a aeronave foi liberada pela Agência Nacional de Aviação Civil para esse tipo de vôo. Foi a partir daí que Diego Pretel decidiu fazer testes na propriedade dele, o que deixou o piloto e produtor rural bem satisfeito. As pulverizações custam em média R$ 80,00 por hectare. Um helicóptero como o de Diego tem capacidade para 250 litros. Em condições favoráveis é possível pulverizar 600 hectares por dia. O tamanho do aplicador também pode variar, o que garante mais precisão. O helicóptero consegue chegar a áreas de difícil acesso e quase todo lugar vira uma pista de pouso e decolagem. Outra vantagem é que as pás pressionam o ar para baixo, garantindo uma aplicação mais eficiente. Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes Sociais Confira as últimas notícias do Nosso Campo
Veja Mais

15/09 - Pequenas invenções ajudam a facilitar trabalho na roça
Produtores criam até bicicleta raladora. Pequenas invenções ajudam a facilitar trabalho na roça Reprodução/TV TEM A geladeira velha é chamada de ‘esquentadeira’. Ela, com pequenas alterações, é usada para secar os objetos feitos de bambu em um assentamento rural em Bauru (SP). A plantação de José Maria Rodrigues tem 120 touceiras de bambu numa área comum das 400 famílias do assentamento. No galpão, muitos produtores transformam e agregam valor à chamada ‘matéria-prima do futuro’. Em meio a um ambiente de marcenaria, há alguns equipamentos especiais, fabricados com a criatividade dos agricultores. Para aumentar a vida útil do bambu, José Maria viu que precisava retirar o açúcar das fibras. Ele criou, então, o ‘substituidor’ da seiva. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 15/09/2019) Pequenas invenções ajudam a facilitar trabalho na roça O equipamento injeta um tipo de sal por pressão, o que ajuda a proteger a planta do ataque de pragas. Tudo é feito de forma simples, com canos de pvc, e com custo menor. Cortar ripas para fabricar utensílios menores como talheres ou palitos de bambu ficou mais fácil com outra engenhoca. A peça que veio de um ferro velho ganhou lâminas e é usada para cortar os bambus. No assentamento também há outra engenhoca conhecida como bicicleta raladora. Ela é usada para ralar mais de 20 quilos de mandioca em 20 minutos. A massa que sai do ralador depois transformada em polvilho e farinha. A invenção do agricultor Vicente dos Santos Coimbra custou menos de R$ 200,00 e foi feita com uma bicicleta velha, pedaços de bambus, batente de porta, madeira de demolição, corda e objetos doados. Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes Sociais Confira as últimas notícias do Nosso Campo
Veja Mais

15/09 - Jovens investem em carreiras ligadas ao agronegócio
Setor atrai mão de obra qualificada e disposta a encarar um campo cheio de oportunidades. Jovens investem em carreiras ligadas ao agronegócio Reprodução/TV TEM Fernando Costa nasceu e foi criado em meio ao gado na fazenda da família, em Novo Horizonte (SP). Em 1985, o pai dele viu que o caminho, mesmo para quem queria viver no campo, era o estudo. E lá foi ele fazer faculdade de agronomia. Nos últimos anos, o agronegócio fez bonito. Produziu muito, exportou e vem crescendo mesmo em períodos de crise. Hoje, representa 21% do PIB, que é a soma das riquezas do País. E com esses números pra lá de positivos, um movimento se intensificou: o de jovens que, até então se interessavam por carreiras na cidade, passaram a ver o campo com outros olhos. Tiago e Rafael são filhos de Fernando e resolveram seguir os passos do pai. Mas não só pra manter a tradição. Os dois viram no campo um grande potencial a ser explorado. Os dois são formados em zootecnia, pós-graduados em gestão de confinamento e acabaram de voltar de uma temporada de estudos nos Estados Unidos. Para eles, é uma forma de buscar conhecimentos, novidades e acompanhar as constantes mudanças no agronegócio. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 15/09/2019) Jovens investem em carreiras ligadas ao agronegócio Cerca de 8 milhões de jovens trabalham atualmente no agronegócio no Brasil. Aos 27 anos, Lucas Alexandre Pavani já é gerente agrícola de um grupo com quase 200 funcionários. O agrônomo teve que estudar muito para conseguir liderar setores diversos, ligados ao amendoim, soja e cana-de-açúcar. A falta de mão de obra qualificada sempre foi um dos gargalos do agronegócio, principalmente com o avanço da tecnologia. Leandro, que é agrônomo, conseguiu se destacar na carreira depois de se especializar em um tipo de exame que identifica o DNA de seringueiras. Ele diz que toda a formação adquirida o ajudou a enxergar o setor de outra maneira. A inovação profissional é o resultado da corrida do País pela competitividade mundial. E os resultados já podem ser vistos bem pertinho de todos nós. Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes Sociais Confira as últimas notícias do Nosso Campo
Veja Mais

15/09 - Concursos: veja 12 órgãos que abrem as inscrições nesta segunda-feira
Cargos são de todos os níveis de escolaridade; salários chegam a R$ 16.454,57. Pelo menos 12 órgãos abrem as inscrições nesta segunda-feira (16) para 323 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários vão até R$ 16.454,57. Veja abaixo os detalhes dos concursos: Agência Goiana de Habitação (Agehab) Inscrições: até 20/09/2019 23 vagas Salários de até R$ 1.623,60 Cargos de nível fundamental Veja o edital Câmara Municipal de Ceres (GO) Inscrições: até 15/10/2019 8 vagas Salários de até R$ 2.318,75 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Conselho Regional dos Representantes Comerciais de Mato Grosso (Core-MT) Inscrições: até 20/10/2019 7 vagas Salários de até R$ 2.500 Cargos de nível médio Veja o edital Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (FO-USP) Inscrições: até 13/03/2020 1 vaga Salários de até R$ 16.454,57 Cargo de nível superior Veja o edital Ministério Público do Rio de Janeiro Inscrições: até 24/10/2019 18 vagas Salários de até R$ 7.139,16 Cargos de nível médio e superior Veja o edital Prefeitura de Almirante Tamandaré (PR) Inscrições: até 20/09/2019 15 vagas Salários de até R$ 998,00 Cargos de nível fundamental Veja o edital Prefeitura de Astorga (PR) Inscrições: até 15/10/2019 36 vagas Salários de até R$ 10.286,53 Cargos de nível médio e superior Veja o edital Prefeitura de Caieiras (SP) Inscrições: até 11/10/2019 105 vagas Salários de até R$ 1.828,49 Cargos de nível fundamental e médio Veja o edital Prefeitura de Carmo da Mata (MG) Inscrições: até 08/10/2019 92 vagas Salários de até R$ 3.200,00 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Guiratinga (GO) Inscrições: até 02/10/2019 9 vagas Salários de até R$ 2.877,39 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Santa Bárbara (MG) Inscrições: até 20/09/2019 2 vagas Salários de até R$ 1.140,92 Cargo de nível médio Veja o edital Prefeitura de São Francisco do Glória (MG) Inscrições: até 20/09/2019 7 vagas Salários de R$ 998 Cargos de nível fundamental Veja o edital
Veja Mais

14/09 - Estudante baiano cria bebida à base de jatobá que ajuda no tratamento de diabetes e anemia: 'Grande fruto do cerrado'
Diogo Regis desenvolveu receita para participar de feira de ciência e tecnologia, contudo, experimento foi além das expectativas. Criada por estudante baiano, bebida à base de jatobá ajuda no combate ao diabetes e anemia Arquivo Pessoal Um estudante baiano encontrou na árvore do jatobá uma possibilidade de combater o diabetes e a anemia, após criar uma bebida láctea à base do fruto da planta, na cidade de Barreiras, no oeste do estado. Há pouco mais de um ano, Diogo Regis desenvolveu a receita para participar de uma feira de ciência e tecnologia no Centro Territorial de Educação Profissional da Bacia do Rio Grande (CETEP-BRG), onde estuda, mas o experimento foi além. O estudante tinha 16 anos quando teve a ideia e contou com o apoio de uma orientadora para a pesquisa, a professora Wilka Miranda. Hoje, aos 17 anos, ele ainda desenvolve estudos para obter resultados ainda melhores com a bebida. "A minha orientadora tem uma pesquisa sobre a produção de mudas da árvore, visando o reflorestamento, mas sobre o tema em si não tínhamos. Primeiro nós estudamos sobre os benefícios do fruto, e se era possível produzir a bebida em grande escala. Logo após, procuramos métodos de tornar viável o consumo, chegando então na bebida lactea, visto que não tinha nenhuma pesquisa sobre", conta. Diogo Regis e a orientadora Wilka Miranda Divulgação O estudante conta que a bebida auxilia no tratamento da diabetes devido ao teor de magnésio presente no fruto, que atua no controle do açúcar no sangue. Já a anemia é combatida pela grande quantidade de ferro presente na mistura. Desde a participação na feira, ocorrida em 2018, a receita já foi inserida na programação de outros cinco eventos, incluindo o Bahia Farm Show 2019 e a Feira Internacional da Agropecuária (Fenagro) 2018, e tem exposição prevista em mais dois nos próximos dias. "Me sinto honrado por estar apresentando uma alternativa de fonte de renda para as comunidades extrativistas através da comercialização do fruto, e também por estar inovando no mercado de bebidas nutritivas com o grande fruto do cerrado", comentou o estudante. Diogo explicou que a bebida é produzida a partir da fermentação do leite de vaca, acrescido da polpa (farinha) do jatobá. O resultado final é obtido com o cozimento da mistura, que, posteriormente, é acondicionado em garrafas. O consumo é feito com a bebida gelada. Fruto do jatobá é usado para bebida feita pelo estudante Arquivo Pessoal "Até chegar no produto que temos no momento, levamos torno de 6 meses...porém ainda estamos em processo de aprimoramento, visando um resultado ainda mais completo. Então, não acaba. Nós estamos a cada dia mais aperfeiçoando este trabalho", explica o estudante. Atualmente no 3º de 4 anos do curso técnico de agropecuária, Diogo Regis já vislumbra mais conquistas no futuro. O estudante pretende cursar engenharia agronômica no ensino superior e prosseguir na linha de pesquisa. Para isso, Diogo conta com o apoio da família. Criado pelos avós paternos, o estudante não esconde o amor e o agradecimento pela ajuda nos estudos. "Em casa tenho apoio dos meus pais/avós, tias, tios. Alguns eventos foram feitos para a arrecadação de verba, e eles contribuem em muito", conta. Jatobá Fruto do jatobá na árvore Giselda Person/ TG Árvore típica do cerrado, que teve dia celebrado em 11 de setembro, o jatobá também é conhecido, em função disso, como jatobá-do-cerrado. Mas também é chamado de jutaí, jatobá-capo, jatobá-de-casca-fina, jitaí e jutaicica. Por conta da dureza e resistência da madeira, a árvore é muito apreciada na construção civil e naval. Tanto que, em 1799, houve um decreto imperial determinando que a exploração só poderia ser com uma finalidade: a construção de embarcações. Atualmente, pode-se dizer, pelas características da copa e beleza das flores, que o jatobá tem aplicação ornamental em jardins residenciais e urbanos, sem falar da arborização de vias públicas. A fruta, muito apreciada in natura, também serve para fazer mingau (devido à polpa farinácea). Várias espécies da fauna fazem uso da fruta do jatobá. A floração ocorre entre os meses de dezembro e fevereiro e os frutos amadurecem em agosto e setembro. Embora o desenvolvimento das mudas seja rápido, no campo ela é considerada uma espécie lenta para crescer. Veja mais notícias do estado no G1 Bahia. Fruto do jatobá é usado para bebida feita pelo estudante Arquivo Pessoal Fruto do jatobá é usado para bebida feita pelo estudante Arquivo Pessoal Diogo Regis criou bebida à base de jatobá que ajuda no tratamento de diabetes e anemia Arquivo Pessoal
Veja Mais

14/09 - Solo seco dificulta produção e preocupa agricultores de SC
Por causa da estiagem, alguns devem colher menos do que plantaram. Até produção de leite foi afetada. Estiagem prejudica área da agricultura no Oeste de SC A estiagem preocupa agricultores em Santa Catarina. O solo seco tem dificultado o desenvolvimento de várias lavouras. Até mesmo a produção de leite foi afetada. O produtor Gelsemir Piaia plantou milho no fim de agosto, mas o retorno não foi o que ele esperava. "Eu arrisquei plantar na poeira. Tivemos 30 milímetros, não foi o suficiente pra germinar. Além disso, tivemos um ataque severo de lagartas, a falta de chuva proporciona o ataque de lagartas", lamentou. A expectativa era colher 180 sacas por hectare. Agora, com sorte, deve chegar a 160. O problema fica ainda mais claro em espaços entre uma planta e outra. Basta cavar um pouco para encontrar as sementes que não germinaram. A falta de chuvas não afeta só o plantio do milho. "A gente estima na cultura do trigo aqui na região [Oeste] de 10% a 12% de perda que aconteceu em função dessa estiagem. O milho, por exemplo, aí sim nós temos uma perda um pouco maior, mas ainda é difícil de quantificar", disse o engenheiro agrônomo Ferdinando Brustolin. Ele recomenda cautela a quem ainda não plantou. "Semana que vem, a gente entra na semeadura de feijão, soja. Então tem que ter um pouco de cautela, esperar um pouco mais", disse. Leite Outra produção prejudicada pela estiagem é a de leite, já que as pastagens estão secas. "Esse ano, nós tivemos frio tardio, as pastagens se apuraram, floresceram antes do tempo. Não fosse isso ainda essa escassez de água, então se desenvolveram pouco", explicou o engenheiro agrônomo da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), Ivan Baldissera. O produtor Leocir Ansiliero passou por essa dificuldade e no fim do mês deve sentir no bolso. As 42 vacas em lactação, por falta das pastagens, baixaram a produção de 1,2 mil litros para 900 litros diários. "Solto uma hora no pasto, que seria praticamente oito horas de pastagem. Hoje só uma hora, para não deixar sem nada. Se não seria só na silagem. Estamos esperando uma boa chuva. Uma chuva minimiza tudo isso aí", declarou o produtor. Veja mais notícias do estado no G1 SC
Veja Mais

14/09 - Como liberação da maconha impacta vendas de sorvete, álcool e camisinha
Segundo pesquisadores, logo após a liberação do uso recreativo de maconha em Estados americanos houve um aumento de 3,1% no consumo de sorvete, 4,1% de biscoitos e 5,3% de salgadinhos. A análise se baseia nas vendas registradas em lojas varejistas entre 2006 e 2016. Pesquisadores notaram aumento no consumo de sorvete, biscoitos e salgadinhos em Estados americanos com uso liberado de maconha AFP Porta de entrada ou estímulo para outras drogas? Explosão do número de usuários? Aumento dos casos de violência e de doenças mentais? Alta da venda de bebidas alcoólicas? Avanço da natalidade e da obesidade? Afinal, o que pode acontecer ao comportamento da sociedade que libera o consumo de maconha? Pesquisadores têm mapeado há décadas efeitos diversos da liberação dessa droga em Estados americanos, onde foi possível perceber recentemente, por exemplo, tanto um consumo menor de álcool e camisinha quanto um aumento das vendas de junk food. "Identificamos que maconha e junk food são complementares, ou seja, a venda de guloseimas cresce com a legalização dessa droga", afirmou Michele Baggio, um dos autores do artigo e professor do departamento de Economia da Universidade de Connecticut, à BBC News Brasil. Segundo ele, logo após a liberação do uso recreativo de maconha houve um aumento de 3,1% no consumo de sorvete, 4,1% de biscoitos e 5,3% de salgadinhos. A análise se baseia nas vendas registradas em lojas varejistas entre 2006 e 2016. Ele ressalta que esse estudo foi feito com base em informações concretas de consumo, e não em respostas que entrevistados de uma determinada amostra dá por meio de questionários e entrevistas. Os pesquisadores compararam dados estatísticos de condados localizados nas divisas de Estados que liberaram o consumo de maconha com outros localizados nos vizinhos proíbem a substância. O objetivo foi evitar que outras variáveis pudessem influenciar os resultados dos estudos, que levaram em conta também recessos estudantis, sazonalidade e aumento da população. Mas o que mais pode acontecer com a liberação além dos conhecidos efeitos ligados ao uso medicinal? 'Larica' e obesidade Uma série de estudos científicos apontou que o THC (tetrahidrocanabinol), componente ativo da maconha, atua na região do cérebro responsável pelo apetite, e pode afetar a fome sentida, o olfato, o prazer em comer e a saciedade, por exemplo. Para Michele Baggio, da Universidade de Connecticut, e Alberto Chong, da Universidade Estadual da Georgia, o estudo que associa liberação da maconha e aumento do consumo de junk food pode municiar políticas públicas de Estados que discutem a legalização de drogas enquanto lidam com a obesidade da população. Mais de 30% dos adultos na América do Norte são considerados obesos. O excesso de peso tem um impacto de até US$ 210 bilhões por ano em gastos diretos e indiretos em saúde nos Estados Unidos, segundo estimativa do governo americano. A liberação da maconha para uso recreativo tem impacto no peso da população ou pode agravar a atual epidemia de obesidade? Estudos publicados nos Estados Unidos na última década dizem não. Um dos mais recentes foi produzido pela Universidade de Michigan a partir de dados de 33 mil pessoas ao redor dos Estados Unidos ao longo de três anos. O trabalho acadêmico identificou, por exemplo, que o consumo de maconha tem pouca correlação com a obesidade - e costuma levar a um ganho de peso pouco significativo. No grupo estudado, houve ganho generalizado de peso entre todos os ouvidos, mas em menor grau entre aqueles que dizem consumir maconha. Há uma série de hipóteses, entre elas a mudança de neurônios relacionados à saciedade (compensando o aumento de apetite), a adoção de hábitos mais saudáveis para compensar o uso de uma droga e um impacto positivo da maconha sobre a incidência de desordens ligadas à obesidade, além de diferenças metabólicas entre as pessoas presentes no estudo. Estudos mapearam impacto do uso de maconha na alimentação e no comportamento sexual BBC/GettyImages Menos álcool, uso medicinal incentiva o recreativo A correlação entre o consumo de maconha e de álcool já foi tema de dezenas de estudos que tentavam entender: uma substância substitui a outra ou elas são consumidas juntas? Segundo uma revisão crítica de 39 deles, feita pela bioestatística Meenakshi Subbaraman, da entidade americana Grupo de Pesquisas sobre Álcool, 16 desses trabalhos indicam que maconha e bebida alcoólica são substitutas e 12 apontam que elas são complementares. Em agosto passado, Baggio e Chong, desta vez acompanhados de Sungoh Kwon, da Universidade de Connecticut, publicaram um artigo novamente baseado em vendas do comércio varejista. Mas desta vez o trio de pesquisadores investigou a correlação entre o consumo de álcool e a liberação da maconha para uso medicinal. Segundo o estudo, os condados que liberaram a droga para esse fim registraram uma queda de 12,4% nas vendas de bebidas alcoólicas, principalmente cerveja e vinho. "A legalização da maconha medicinal nesse caso é relevante porque há uma extensão significativa dessa liberação para pessoas que usam a droga de modo recreativo", explica Baggio à BBC News Brasil. O pesquisador afirma que essa queda das vendas de álcool não indica, no entanto, que pessoas que usavam cerveja e vinho como automedicação trocaram essas substâncias por maconha medicinal. Mais sexo inseguro, maior natalidade É consenso no meio acadêmico que o uso de maconha impacta negativamente tanto a fertilidade masculina quanto a feminina – há efeitos colaterais como queda na contagem de espermatozoides e desregulação do ciclo menstrual. Por outro lado, estudos apontam desde os anos 1980 uma correlação positiva entre o consumo dessa droga e um comportamento sexual de risco, como a prática de sexo sem camisinha e com múltiplos parceiros. Mas essas pesquisas têm dificuldade de provar que uma atitude é causa da outra. Em novembro passado, um terceiro estudo liderado por Michele Baggio procurou entender o impacto da liberação da maconha medicinal nas vendas de camisinha e nas taxas de natalidade. Foram analisados dados entre 2004 e 2014. Segundo o artigo, a taxa de nascimentos por 10.000 mulheres em idade fértil passou de 4 para 5,3 em Estados que liberaram o uso da droga para fins medicinais. Já a venda de camisinhas no varejo caiu 4,3%. "Não é possível falar com confiança se esse impacto é uma clara evidência de atividade sexual de alto risco", afirmam os pesquisadores. O trio de cientistas ressalta em todos os estudos, por fim, que as pesquisas precisam ser aprofundados e as mudanças de comportamento em decorrência da liberação da maconha, acompanhados.
Veja Mais

14/09 - Arábia Saudita corta produção de petróleo após ataques de drones, dizem sites
Com incêndios em duas grandes instalações, a petroleira Aramco cortou a produção para cinco milhões de barris por dia, segundo a Bloomberg, o Wall Street Journal e outros sites. Fumaça é vista após um incêndio nas instalações da Aramco em Abqaiq, na Arábia Saudita, neste sábado (14) Reuters A produção de petróleo da Arábia Saudita foi cortada pela metade, após duas grandes instalações da petroleira Aramco terem sido atacadas por drones neste sábado (14), segundo os sites de notícias Bloomberg e Wall Street Journal. Imagens mostraram um grande incêndio em Abqaiq, onde fica a maior fábrica de processamento de petróleo da Aramco, enquanto um segundo ataque de drones iniciou incêndios no campo de petróleo de Khurais. Drones bombardeiam instalações de petróleo da Arábia Saudita A fumaça podia ser vista do espaço. Porém, as chamas já foram controladas nas duas instalações. Rebeldes iemenitas houthis, que são apoiados pelo Irã, disseram ter mobilizado 10 drones para fazer o ataque. Segundo a Bloomberg, a Aramco decidiu cortar a produção de petróleo para cinco milhões de barris por dia –quase metade da produção diária do país– como precaução após o ataque. Ainda de acordo com a agência de notícias, a empresa afirma que o restante da produção deve ser restaurada em 48 horas. Ataques com drones em refinaria de petróleo na Arábia Saudita O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou ao príncipe da Arábia Saudita Mohammed bin Salman que os EUA estão prontos para cooperar com a segurança do reino após ataques, afirmou a agência estatal de notícias saudita, a SPA. Trump também disse a Salman durante conversa por telefone que os ataques contra o país tiveram impacto negativo na economia global e na dos EUA. Segundo a Bloomberg, a Casa Branca não respondeu aos pedidos de comentário. Imagem de satélite deste sábado (14) mostra fumaça provocada por incêndios após ataque de drones na Arábia Saudita NASA Worldview/ AP Guerra no Iêmen Os ataques dos rebeldes houthis do Iêmen contra alvos sauditas são comuns e fazem parte da guerra que vem ocorrendo há anos no país. A Arábia Saudita apoia o governo iemenita liderado por Abd-Rabu Mansour Hadi, que enfrenta a oposição do movimento Houthi, alinhado com o Irã. O conflito já matou dezenas de milhares de pessoas e deixou milhões à beira da fome.
Veja Mais

14/09 - Novo portal do governo reúne serviços para o cidadão; saiba como usar
Objetivo é concentrar na página gov.br informações que ficam espalhadas em diferentes sites. Governo diz que custo do projeto é de R$ 43 milhões. O governo federal pretende integrar serviços digitais oferecidos à população em único canal, o portal gov.br. Lançado em agosto, ele reúne informações que antes estavam espalhadas em diferentes sites. Até o fim de 2020, o objetivo é levar todos os 1,6 mil sites da administração federal para esse portal. O governo diz que o custo com a criação da nova página e a migração dos dados é de R$ 43 milhões, mas prevê economizar cerca de R$ 100 milhões por ano com a mudança. Os primeiros sites que fizeram parte do novo portal são o de Serviços, Governo do Brasil e Planalto — juntos, os 3 recebem cerca de 13 milhões de visitantes todos os meses. A mudança é parte de um decreto, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro quando completou 100 dias de governo. Veja como começar a usar o serviço: Acesse o site gov.br; Clique na opção "Acesse sua conta gov.br"; Página inicial do portal gov.br Reprodução Em seguida, se ainda não possui uma conta, crie uma clicando na opção "Crie sua conta"; Insira suas informações pessoais, como o CPF. O portal irá pedir ainda outras informações, como ano ou dia de nascimento e primeiro nome da mãe para confirmar a operação; É necessário também incluir alguns dados de contato, como e-mail e celular. Para isso, o gov.br envia um número para autenticação para o endereço ou número disponibilizados. Para usar o portal gov.br é preciso criar uma conta Reprodução Complete o cadastro para efetuar a criação da conta no gov.br Reprodução Por esse login, é possível acompanhar os pedidos dos serviços disponíveis (veja mais abaixo as categorias), os que já foram concluídos e os que têm algum tipo de pendência. É possível acompanhar solicitações feitas no portal acessando sua conta. Reprodução Na página de acesso do cidadão, é possível realizar cadastro nos serviços digitais do INSS, por exemplo, além de outros serviços. Página da Área do Cidadão no portal gov.br Reprodução O que pode ser encontrado no portal? O gov.br chega com mais de 3 mil serviços públicos, quase metade deles já digitais. Segundo comunicado da Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, mais de 300 serviços foram digitalizados em 2019. Até o final, a meta é colocar outros 400 serviços na plataforma. Para o ano que vem, outros mil estão na lista. Entre o que já está lá, por exemplo, é possível encontrar serviços de trânsito, como CNH digital, infrações e veículos cadastrados. Serviços de trânsito no gov.br Reprodução A unificação de canais também está prevista no projeto: 41 aplicativos estão disponíveis no site, desde um jogo sobre a Constituição Federal até o SISU, sistema usado para acessar notas do ENEM. Veja a lista de categorias que têm serviços no gov.br: Agricultura e pecuária Assistência social Comunicações e transparência pública Ciência e tecnologia Cultura, artes, história e esportes Educação e pesquisa Empresa, indústria e comércio Energia, minerais e combustíveis Finanças, impostos e gestão pública Forças armadas e defesa civil Justiça e segurança Meio ambiente e clima Infraestrutura, trânsito e transportes Trabalho, emprego e previdência Saúde e vigilância sanitária Viagens e turismo
Veja Mais

14/09 - Petrobras aprova plano para funcionários de unidades que estão em processo de venda
Medida inclui três pontos: recrutamento interno, procedimento de desligamento por acordo (PDA) e programa de desligamento voluntário (PDV). A Petrobras informou nesta sexta-feira (13) que aprovou um plano de pessoal para funcionários de unidades que estão em processo de venda. Esse plano inclui três pontos: recrutamento interno, procedimento de desligamento por acordo (PDA) e programa de desligamento voluntário (PDV). "O plano de pessoal será apresentado aos empregados no início da fase vinculante de cada processo de desinvestimento", disse a empresa, apontando ainda que "essas iniciativas estão alinhadas à estratégia da Petrobras de uma gestão ativa de portfólio". "A companhia está desinvestindo em alguns ativos e focando em outros mais alinhados com sua expertise, buscando assim o aumento da geração de valor e maior competitividade frente aos seus concorrentes", diz a nota da Petrobras. Petrobras inicia processo para venda de concessões terrestres no Amazonas Petrobras conclui venda do campo de Maromba, na Bacia de Campos Petrobras inicia fase vinculante para venda de campos no ES e na BA Mais cedo, a empresa havia informado também que iniciou o processo para venda de concessões terrestres no Amazonas.
Veja Mais

14/09 - Petrobras inicia processo para venda de concessões terrestres no Amazonas
Empresa pretende vender 100% de sua participação nas concessões terrestres Polo Cupiúba e Carapanaúba. A Petrobras informou nesta sexta-feira (13) que iniciou a etapa de divulgação de oportunidade de desinvestimento ("teaser") para a venda de 100% de sua participação nas concessões terrestres Polo Cupiúba e Carapanaúba, no Amazonas. O desinvestimento inclui as instalações de escoamento dos campos, dos quais a estatal é operadora com 100% de participação, segundo fato relevante divulgado pela petroleira. O Polo Cupiúba e Carapanaúba é composto por duas concessões terrestres com instalações integradas localizadas em Coari (AM), tendo registrado produção média de 81 barris por dia de óleo e 82 mil metros cúbicos diários de gás em 2018, informou a Petrobras. "Essa operação está alinhada à otimização do portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, visando à geração de valor para os nossos acionistas", disse a estatal, acrescentando que as principais etapas subsequentes do projeto de desinvestimento serão informadas oportunamente.
Veja Mais

13/09 - WeWork reduz poderes de presidente antes de abertura de capital
Empresa tomou as medidas para tentar atrair investidores, preocupados com potenciais conflitos de interesse. Empresa limita poderes de CEO diante de críticas de investidores, preocupados com potenciais conflitos de interesse, à frente da abertura de capital da empresa. Brendan McDermid/Reuters A We Company, proprietária da rede de escritórios compartilhados WeWork, disse em uma emenda ao prospecto de abertura de capital, nesta sexta-feira (13) que restringiu o poder de voto do fundador e presidente-executivo, Adam Neumann. A medida é parte das mudanças na governança corporativa para incentivar a demanda de investidores na oferta pública inicial de ações (IPO) da empresa, esperado ainda este mês.. De acordo com a agência Reuters, a companhia de escritórios compartilhados disse que estava fazendo as mudanças "em resposta aos comentários do mercado". De início, surgiram preocupações sobre a influência de Neumann, possíveis conflitos de interesse e o valor que a empresa estava procurando. Entre as principais mudanças, Neumann dará à empresa todo o lucro que receber por aluguel de imóveis próprios que ele tenha firmado com a We Company. Ele já devolveu US$ 5,9 milhões que recebeu da empresa por conta de direitos relacionados à marca We. Esses foram alguns dos pontos que deixaram possíveis investidores preocupados com eventuais conflitos de interesse entre o presidente e a empresa. A empresa considera buscar uma avaliação no IPO de menos da metade do que esperava há apenas nove meses, diante da fraca demanda de investidores. A We almeja agora uma avaliação de US$ 15 bilhões, ante os US$ 47 bilhões que esperava em janeiro. As mudanças na estrutura da We Companhy aconteceram após discussões entre Neumann, conselheiros da empresa e outras pessoas sobre como salvar a oferta de ações, afirmou o jornal "The New York Times". De acordo com o jornal, a We também sofreu pressão do Softbank para adiar o IPO. O conglomerado investidor japonês já aportou US$ 10,5 bilhões na empresa, e seu último investimento ajudou a atingir a marca de US$ 47 bilhões em valor de mercado. Outros poderes reduzidos Agora, as ações com direitos especiais de voto de Neumann diminuirão de 20 para 10 votos por ação, apesar disso ele ainda manterá o maior poder de voto em decisões da empresa. Ele também limitará sua capacidade de vender ações no segundo e terceiro anos após o IPO a não mais de 10% de suas ações. Além disso, nenhum membro da família de Neumann estará no conselho da empresa e qualquer sucessor será selecionado pelo conselho de administração, em uma desistência de plano para que sua esposa e co-fundadora, Rebekah Neumann, que é vice-presidente de marca, ajude a escolher o sucessor. Resta ver se as mudanças serão suficientes para aliviar as preocupações mais amplas dos investidores com a sustentabilidade do modelo de negócios da We Company, que se baseia em uma mistura de passivos de longo prazo e receita de curto prazo. Os investidores têm dúvidas de quão bem-sucedido esse modelo seria durante uma crise econômica.
Veja Mais

13/09 - Empresas de tecnologia não vão esperar ação legal dos EUA sobre mídias sociais, diz executivo da Microsoft
Segundo Brad Smith, diretor legal da companhia, as leis ao redor do mundo irão mudar e irão fazer as principais empresas do ramo de tecnologia mudar também. Brad Smith, executivol da Microsoft, em evento da agência Reuters Gary He/Reuters O diretor legal da Microsoft, Brad Smith, afirmou nesta sexta-feira (13) que companhias de tecnologia provavelmente vão mudar a forma como moderam suas plataformas on-line em resposta a novas leis criadas fora dos Estados Unidos. Para o executivo, isso deve acontecer independente de uma eventual ação de parlamentares norte-americanos sobre a legislação. Para Smith, a seção 230 da Lei de Decência nas Comunicações — que estabelece que as companhias não podem ser processadas pelo o que os usuários de suas plataformas disserem on-line — foi uma legislação necessária no final dos anos 1990 quando foi aprovada. Agora, segundo ele, as empresas estão agora mais maduras e deveriam ter "um novo nível de responsabilidade" pelo o que é dito em seus sites. "As leis ao redor do mundo vão mudar e uma vez que a tecnologia é tão global, as companhias norte-americanas vão adotar uma nova abordagem mesmo se o Congresso dos EUA não fizer nada", disse Smith durante entrevista à agência Reuters. Ele também afirmou que outros países como a Nova Zelândia estão aprovando leis após eventos como o assassinato em massa em Christchurch, que aconteceu em maio deste ano. O atentado terrorista foi transmitido ao vivo no Facebook. Smith falou à Reuters como parte de uma turnê de promoção de seu livro recém-lançado, "Tools and Weapons" ("Ferramentas e armas", em tradução livre). Reconhecimento facial Na entrevista, Smith também afirmou que a Microsoft tem recusado pedidos governamentais de software de reconhecimento facial em casos onde receia uso indevido da tecnologia e que nunca venderá tecnologia para vigilância. "Não venderemos serviços de reconhecimento facial com propósito de vigilância em massa no mundo", disse o executivo. A Microsoft tem pedido regulamentação mais forte sobre a tecnologia de reconhecimento facial, que tem sido usada na China para vigilância de minorias étnicas. Smith, porém, não defendeu uma proibição da tecnologia, afirmando que a Microsoft acredita que ela tem utilizações válidas. "É difícil inovar se você não pode usar alguma coisa, e é duro aprender se você não pode inovar", disse Smith.
Veja Mais

13/09 - Bolsonaro pediu para CPMF não entrar na reforma tributária, diz Guedes
Segundo o ministro, o ex-secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, exonerado esta semana, já havia pedido para deixar o cargo 'inúmeras vezes'. O ministro da Economia, Paulo Guedes, fala a jornalistas estrangeiros em entrevista coletiva no Rio de Janeiro Sergio Moraes/Reuters O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta sexta-feira (13) que o presidente Jair Bolsonaro telefonou para ele do hospital, "entubado", para dizer que não quer a criação de uma nova Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira (CPMF). "Estávamos simulando um imposto de transação financeira, só que o presidente sempre foi contra esse imposto e pediu pra não colocar", afirmou Guedes em entrevista a correspondentes estrangeiros no Rio de Janeiro, da qual a Reuters participou. O ministro confirmou que a equipe econômica trabalhava com uma alíquota de 0,4% para o tributo sobre pagamentos, mas, mostrando irritação, afirmou que os números não deveriam ter sido levados a público ainda. Apesar de reforçar a posição do presidente contrária ao imposto sobre pagamentos, Guedes afirmou que o tributo viabilizaria uma redução do Imposto de Renda, do IVA "e outros". Segundo Guedes, o ex-secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, exonerado esta semana, já havia pedido para deixar o cargo "inúmeras vezes" por achar que estava atrapalhando o governo. "Eu dizia: se você tiver que cair um dia que caia junto com o imposto", afirmou Guedes, acrescentando que Cintra é um "homem extraordinário e um parceiro de trabalho". O ministro reafirmou que a reforma tributária tem como três pilares a criação de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) federal, mudanças no Imposto de Renda e a desoneração da folha de pagamentos. Ao ser questionado novamente pelos jornalistas sobre a CPMF, o ministro disse que não falaria mais sobre o assunto. "O último que falou sobre isso foi demitido", afirmou. A exoneração de Marcos Cintra do cargo de secretário da Receita Federal foi publicada na noite desta quinta-feira (12) em edição extra do "Diário Oficial da União". A demissão de Cintra foi confirmada um dia depois da divulgação pelo secretário-adjunto da Receita, Marcelo de Sousa Silva, de um imposto nos moldes da extinta CPMF. Bolsonaro teria ficado insatisfeito quando soube da apresentação feita pelo secretário-adjunto. Essa exposição pública de uma proposta ainda em discussão resultou na demissão de Marcos Cintra. Teto de gastos Guedes afirmou, ainda, que é "fake" a informação de que o Bolsonaro quer derrubar a regra do teto de gastos. "Bolsonaro está 100% fechado comigo no teto de gastos", afirmou Guedes. No início do mês, Bolsonaro defendeu a preservação do teto de gastos, afirmando que ceder nessa questão seria "abrir uma rachadura no casco do transatlântico". Um dia antes, em entrevista coletiva, Bolsonaro havia sido questionado se o governo poderia flexibilizar a regra e respondeu que "é uma questão de matemática" já que as despesas obrigatórias têm aumentado. Crescimento da economia Ao comentar o desempenho da atividade doméstica, Guedes afirmou que, com o avanço das reformas, há chance de o Produto Interno Bruto (PIB) do país crescer até 2,5% em 2020. "Quem fez o Orçamento do ano passado foi o outro governo, eles botaram (crescimento de) 2,5%, e eu sabia que não ia ser 2,5% porque não fizemos as reformas. Agora, sim, fizemos as reformas e quem sabe ano que vem vai ser 2,5%", disse Guedes. "Eu por exemplo acho que tem uma boa chance de o país se mover bem ano que vem. (Pode ser crescimento de) 2,5%, pode ser 1%, 1,5%, não sei", ponderou. Para este ano, ele diz não ter certeza se o crescimento será de 0,8% ou 1%. "Podem nos dar um ano ou dois para consertar a economia?", questionou o ministro. Falta de confiança, investimento baixo, indústria fraca e comércio de lado atravancam economia brasileira Economistas projetam um crescimento de 0,87% para 2019 e de 2,07% para o próximo ano, segundo o último relatório Focus do Banco Central com estimativas do mercado. Guedes reafirmou, ainda, que o governo está comprometido com a abertura da economia e, nesse contexto, voltou a dizer que não compactuará com eventuais pressões por uma possível mudança de rumo do Mercosul no caso de vitória da oposição nas eleições presidenciais argentinas. "Seja quem for o presidente da Argentina, se quiser abrir o Mercosul estaremos juntos, mas, se quiser o Mercosul como instrumento ideológico para permanecer fechado como foram os últimos 30 anos, não queremos", afirmou.
Veja Mais

13/09 - TJ derruba lei que proibia serviço de mototáxi na cidade de São Paulo
Serviço passa a ser permitido na capital, já que profissão é regulamentada no país. Tribunal entendeu que Prefeitura e Câmara paulistanas não podem legislar sobre trânsito. Lei federal autoriza mototáxis no país, cabe a cada município regulamentar como serviço deve ser Reprodução/EPTV O Tribunal de Justiça de São Paulo julgou inconstitucional uma lei municipal de maio de 2018 que proibia o serviço de mototáxi na capital paulista. O Órgão Especial do Tribunal entendeu que a Câmara de Vereadores e a Prefeitura, ao aprovarem e sancionarem a lei, usurparam de uma competência sobre legislar sobre trânsito, que é exclusiva da União. A lei vigorava desde 6 de junho de 2018 e quem fosse flagrado descumprindo a regra estava sujeito à multa de R$ 1 mil. A motocicleta seria apreendida em caso de reincidência. Agora, o serviço volta a ser permitido em São Paulo. Uma lei federal de 2009, sancionada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, regulamentou em todo o país as profissões de mototaxista e de motoboy, mas deixou a cargo dos municípios estabelecer as regras para o serviço, o que não tinha acontecido ainda na capital. Na justificativa para aprovarem a lei de SP, os vereadores afirmam que a lei é necessária para garantir a segurança dos munícipes. Eles destacam o alto número de acidentes com mortes envolvendo motocicletas e também o número de pessoas que ficaram com sequelas após os acidentes. A ação contra a lei foi proposta pelo Procurador-Geral de Justiça do Estado, em 25 de maio de 2019, alegando que o texto, de autoria de dois vereadores, viola diversos artigos da Constituição Federal, entre eles a competência da União para legislar sobre trânsito em todo o país, a livre iniciativa e a defesa do consumidor e a livre concorrência. Por votação unânime, no dia 11 de setembro, o Órgão Especial do TJ julgou a ação procedente. À TV Globo, a Prefeitura de São Paulo informou que "aguarda a publicação do acórdão da decisão" para se manifestar. Um dos aplicativos usados pelos mototaxistas, o Picap, manifestou-se sobre a decisão, afirmando que ela é "benéfica". "Sempre tivemos a convicção da legalidade do serviço de transporte individual com o uso de motocicletas de acordo com a regulamentação de âmbito federal", afirmou o aplicativo em nota. Mototáxi sem fiscalização põe em risco a segurança de passageiros Norma federal Pela lei federal, apenas maiores de 21 anos podem ser mototaxistas no país. É necessário ainda possuir uma habilitação específica para motocicletas há pelo menos dois anos. Os profissionais deverão trabalhar vestindo colete dotado de refletores. As motos serão obrigadas a instalar equipamentos de segurança como os mata-cachorros na parte dianteira, à frente do motor, e antenas corta-pipas, que deverão ser inspecionados semestralmente, além de ter identificação especial. Os municípios foram autorizados pela lei federal apenas a regulamentar questões específicas de funcionamento desses serviços, como locais de circulação e tarifas cobradas pelos mototaxistas, por exemplo, que passarão a usar placas vermelhas de identificação.
Veja Mais

13/09 - VÍDEO: Caixa tira dúvidas sobre saques do FGTS
Superintendente regional da Caixa Clayton Rosa respondeu a perguntas de internautas enviadas ao G1. Saques começaram nesta sexta-feira (13). Os saques de até R$ 500 do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) começaram nesta sexta-feira (13), mas os brasileiros ainda têm dúvidas sobre o assunto. Veja tira dúvidas sobre os saques do FGTS Saiba tudo sobre a liberação dos saques do FGTS O superintendente regional da Caixa Econômica Federal Clayton Rosa participou de um programa do G1 e respondeu ao vivo às perguntas dos internautas. Entre as questões respondidas estão os prazos de saque, quem tem direito, situações em que não será possível sacar o dinheiro, diferenças entre o saque imediato e o saque-aniversário. Assista abaixo a íntegra do programa: Tira-dúvidas sobre os saques do FGTS Initial plugin text
Veja Mais

13/09 - Fundos imobiliários atingem marca recorde de 1 milhão de cotistas
Atualmente, existem mais de 390 fundos deste tipo listados no mercado brasileiro. Com a queda da Selic tem aumentado o número de investimentos neste tipo de produto. Os fundos imobiliários atingiram a marca recorde de 1 milhão de cotistas no 1º semestre deste ano, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). O novo recorde representa mais que o dobro do número de contas ativas em fundos deste tipo no mesmo período de 2018 (400,2 mil). “Com juros baixos e maior estabilidade político-econômica, os fundos imobiliários encontram um cenário fértil para crescimento e se reforçam como opção de diversificação do portfólio dos investidores. Isso também se deve à gradual retomada do mercado imobiliário, que usa esses produtos como fonte de recursos, e estimula o crescimento de empregos e do PIB”, afirma Carlos André, vice-presidente da ANBIMA. Atualmente, existem mais de 390 fundos imobiliários listados no mercado brasileiro. Em 2019, esses produtos acumulam R$ 15,3 bilhões de captação líquida, o que representa um crescimento de 46% frente ao volume de R$ 10,5 bilhões registrado de janeiro a agosto do ano passado. A alta desses produtos, entretanto, não deve ser o único fator para escolha da aplicação, alerta a Anbima. “O investidor deve aplicar em produtos que o ajudem a alcançar seus objetivos, considerando prazo e apetite a risco, e não apenas seguir um movimento do mercado”, ressalta Carlos André. A aplicação é uma forma de investir em imóveis, sem ter que lidar com a burocracia e custos como IPTU, comissão a imobiliárias ou a corretores. Neste tipo de produto, os investidores fazem seus aportes em um ativo imobiliário já existente, em construção ou em dívidas emitidas para financiamento de imóveis. O rendimento para o investidor pode vir do pagamento de aluguéis, arrendamento ou da simples valorização da cota comprada por cada participante do fundo. Os fundos imobiliários, entretanto, são considerados aplicações de risco pois podem sofrer com oscilações do mercado da mesma forma que acontece com ações na bolsa. Para sair de um fundo é preciso vender a cota adquirida, como se fosse uma ação. Investimento em fundo imobiliário sobe 27% no 1º semestre
Veja Mais

13/09 - Onyx diz que governo quer impedir cobrança de contribuição previdenciária de filantrópicas
Previsão de cobrança foi incluída na PEC paralela da reforma da Previdência, em tramitação no Senado. Ministro da Casa Civil disse que governo não pretende fazer mudanças na área filantrópica. O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou nesta sexta-feira (13) em entrevista à Rádio Gaúcha que o governo vai trabalhar no Senado para retirar da chamada PEC paralela da Previdência o trecho que estabelece cobrança gradual de contribuições previdenciárias de entidades filantrópicas. A proposta de emenda à Constituição paralela tramita no Congresso junto a com a PEC original da reforma da Previdência. A proposta paralela foi aprovada na semana passada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e será analisada no plenário da Casa. Se for aprovada, seguirá para a Câmara. O texto prevê, entre outras medidas, o aval para que estados e municípios adotem as regras do regime próprio da Previdência dos servidores da União, por meio de aprovação de lei ordinária pelas assembleias legislativas. O ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil) em imagem do dia 6 de agosto, após participar de reunião na residência oficial da Câmara Luísa Laval/G1 Na entrevista, Onyx afirmou que o governo foi surpreendido pelo relator da proposta, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), no item da cobrança das entidades filantrópicas. O ministro disse que o governo não deseja fazer mudanças que afetem o terceiro setor (formado por organizações privadas sem fins lucrativos). Entre as justificativas, Onyx citou o trabalho de entidades filantrópicas na área de educação, como universidades comunitárias. “Esse é um sistema que não queremos alterações. Eu já orientei o líder no Senado Federal [Fernando Bezerra, MDB-PE] e a base, o próprio Ministério da Economia tem nos apoiado nisso. Nós vamos retirar do texto isso no plenário do Senado. Nós não queremos nenhuma alteração no regime de filantropia no Brasil”, afirmou Onyx. Em nota publicada no site do Fórum Nacional das Instituições Filantrópicas (Fonif), as entidades do setor afirmaram que receberam com "preocupação" o que consideram o fim de sua imunidade tributária, "o que poderá representar o encerramento das atividades de muitas instituições que atuam com saúde, educação e assistência social" no país. As entidades ainda disseram que, no caso de aprovação da cobrança previdenciária pelo Congresso, o aumento do custo das instituições será repassado aos preços de serviços médicos, hospitalares e de educação, com impacto na oferta de bolsas em universidades. As instituições também pediram que os parlamentares rejeitem o trecho da "PEC paralela" sobre a contribuição previdenciária. Receita Federal Na entrevista, Onyx disse acreditar que o futuro secretário da Receita Federal terá “perfil bastante técnico”, com a possibilidade de ser um “pouquinho” mais vinculado ao próprio órgão. Segundo Onyx, o substituto de Marcos Cintra, demitido da Receita na última quarta-feira (11), deverá ser definido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, na próxima semana. Cintra teve como um dos motivos para sua demissão a defesa pela criação, dentro da proposta de reforma tributária que o governo enviará ao Congresso, de um imposto sobre movimentações financeiras, nos moldes da extinta Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira (CPMF). Onyx abordou o futuro da Receita ao ser perguntando na entrevista sobre qual será o perfil do novo secretário. O ministro citou o perfil “bastante técnico” e disse ainda não acreditar que um ex-parlamentar assuma o órgão, vinculado ao Ministério da Economia. “Eu acho que será um perfil bastante técnico e um pouquinho, talvez, mais vinculado provavelmente à própria Receita. Eu acho que deve ser com esse perfil”, disse Onyx. O ministro ainda foi questionado se a proposta do governo (Câmara e Senado também discutem suas propostas de reforma tributária) terá algum imposto nos moldes da CPFM, com a cobrança sobre saques e depósitos. Ele descartou a possibilidade. “Não, nada disso. Nós estamos trabalhando fortemente para que, a princípio vai ser um IVA federal, né, mas aí eu gostaria de conversar tendo a proposta do ministro Paulo Guedes conclusa e pronta para que a gente pudesse falar com mais tranquilidade”, afirmou. A demissão de Cintra foi anunciada um dia depois da divulgação pelo secretário-adjunto da Receita, Marcelo de Sousa Silva, de detalhes da proposta de impostos nos moldes da CPMF. Pela proposta que o governo analisava, cada saque e cada depósito em dinheiro seria taxado com uma alíquota inicial de 0,40% e cada operação de débito e de crédito deveria ser submetida a uma alíquota de 0,20%. A divulgação irritou o presidente Jair Bolsonaro, internado desde domingo em São Paulo (8), onde passou por uma cirurgia na região abdominal. Ainda na quarta, Bolsonaro publicou nas redes sociais texto segundo o qual a “tentativa de recriar a CPMF” derrubou o secretário da Receita Federal. Segundo o texto, a recriação da contribuição ou o aumento da carga tributária "estão fora" da reforma tributária "por determinação do presidente da República".
Veja Mais

13/09 - Telegram corrige falha que não apagava imagens enviadas a outros usuários
Opção permite que usuário apague mensagens no telefone do destinatário, mas imagens permaneciam no aparelho. O aplicativo de mensagens Telegram foi atualizado para corrigir uma falha de privacidade na remoção de mensagens. Segundo o pesquisador de segurança Dhiraj Mishra, o Telegram não apagava imagens quando a opção "Apagar para [nome do contato] também" era utilizada, permitindo que contatos recuperassem facilmente as mensagens supostamente apagadas. 8 dicas para aumentar a segurança do celular e dos aplicativos de mensagens O problema identificado por Mishra foi corrigido na versão 5.11. Como o Telegram remunera especialistas que descobrem falhas de segurança em seu serviço, o pesquisador recebeu do aplicativo a recompensa de 2500 euros (cerca de R$ 11 mil) pela descoberta. Recurso permite apagar mensagens e até imagens enviadas a contatos em apps como Telegram e WhatsApp. Reprodução A função de apagar mensagens para outros participantes de uma conversa foi adicionada ao Telegram em 2017. A ideia é permitir apagar recados para todos os contatos, seja em uma conversa individual ou em grupo, para resguardar a privacidade do conteúdo. O recurso também é útil quando uma mensagem é enviada ao destinatário errado: removendo uma mensagem logo após o envio, é possível impedir que o destinatário a leia. Quando uma imagem é recebida no mensageiro, no entanto, ela é copiada para a pasta "/Telegram/Telegram Images/". Mishra identificou que, embora a mensagem fosse apagada do banco de dados do Telegram, a imagem recebida permanecia intacta na pasta. Para ver as imagens supostamente apagadas, bastava recuperar o conteúdo dessa pasta. A falha foi identificada no Android, mas Mishra especula que o mesmo comportamento pode ter existido em outras plataformas, como no Telegram para iOS e Windows. O WhatsApp também possui um recurso de "apagar para todos" que apaga uma mensagem para todos os participantes de uma conversa. Segundo Mishra, diferente do Telegram, o WhatsApp remove imagens associadas a uma mensagem apagada, diminuindo os riscos de privacidade. Sendo assim, o WhatsApp não apresentava a mesma falha que o Telegram. Limitações da remoção de mensagens Aplicativos como o WhatsApp e o Telegram tomam medidas básicas para garantir a privacidade de mensagens apagadas nos telefones de outros contatos, mas existem meios de garantir a preservação de qualquer conteúdo supostamente removido. Mesmo que aplicativos tentem desencorajar ou proibir capturas de tela e a cópia de dados para outros locais, existem vários mecanismos para burlar essas restrições. Uma técnica simples é tirar uma foto da tela do celular com outra câmera ou celular. Nesse caso, o registro já foi transportado para outro aparelho e não pode ser controlado por aplicativos instalados no telefone original. Em alguns casos, aplicativos de backup de imagens, como o Google Fotos, podem incluir as pastas de mídia de outros apps para que todo seu conteúdo seja armazenado na nuvem. Na prática, embora essas funções para remoção de mensagens em outros telefones sejam úteis para corrigir enganos cotidianos, um destinatário que já estava preparado para isso pode facilmente reter o conteúdo fora do controle do aplicativo de mensagens, inutilizando esses comandos. A conexão desses aplicativos com computadores facilita ainda mais a retenção dessas mensagens. Salvar imagens e até mensagens de texto e áudio em outros locais do computador, fora do alcance do aplicativo, não requer nenhum conhecimento especial. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Selo Altieres Rohr Ilustração: G1
Veja Mais

13/09 - Recuperar áreas de pastagem pode reduzir emissões de gases e impactos da pecuária para o clima, diz estudo
Estima-se que até 80% das áreas desmatadas da Amazônia sejam utilizadas como pasto. Um dos impactos ambientais mais conhecidos da atividade pecuária é a emissão de gases poluentes causadores do aquecimento global, fenômeno que contribui para o aumento da temperatura média da Terra. Em imagem de arquivo de 2018, círculo em vermelho mostra a área desmatada já com pastagem PMA/Divulgação Um recente estudo do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena), da Universidade de São Paulo (USP), sobre a Amazônia indica que recuperar áreas degradas usadas como pastagem pode reduzir as emissões de metano, produzido pela decomposição de matéria orgânica e que é um dos gases do efeito estufa. "Concluímos que o manejo adequado da pastagem na Amazônia, visando manter a cobertura vegetal do solo, pode reduzir as emissões de metano gerado na atividade pecuária", afirma o biólogo e doutorando do Cena-USP Leandro Fonseca de Souza, que desenvolveu a pesquisa, analisando emissões e micro-organismos no solo da Amazônia. Brasil tem 50 milhões de hectares ‘vazios’ para replantar árvores, diz estudo O biólogo explica que tanto micro-organismos produtores quanto micro-organismos consumidores de metano habitam os solos. "Nos solos de floresta, há mais consumidores e, nos solo de pastagem, há mais produtores. Observamos que, em um pasto bem cuidado, as raízes das gramíneas reduzem a quantidade de micro-organismos que produzem metano, e há mais consumo que produção do gás." Segundo Souza, estimativas existentes apontam que de 60% a 80% das áreas desmatadas da Amazônia são utilizadas como pasto, e de 40% a 60% delas estão degradadas em algum nível. "Áreas de pasto degradadas na Amazônia são um problema tanto para o produtor quanto ambiental, pois se tornam terras improdutivas e também deixam de oferecer os serviços ecossistêmicos de uma floresta [funcionamento e a regulação naturais do meio ambiente essenciais para os seres humanos]", explica. Em agosto, o projeto MapBiomas, uma parceria entre universidades, ONGs e empresas de tecnologia que monitora a cobertura e uso da terra no país, divulgou que de cada 10 hectares desmatados na Floresta Amazônica, um é usado para agricultura, urbanização ou mineração; três são abandonados; e seis viram pasto. O monitoramento também mostrou que a abertura de pastagens tem se intensificado na Amazônia Legal. Em 2005 havia 45 milhões de hectares de pastos na região, e em 2018 já eram 53 milhões de hectares. A busca por novas áreas de pastagens que avançam sobre a Floresta Amazônica pode estar associada à acidez do solo da região, ruim para pastagem. "Pastagens na região amazônica têm solos pobres em nutrientes, dada sua origem em solos onde antes havia floresta, sendo normalmente solos mais ácidos e com altos níveis de alumínio", afirma Souza, explicando que solos dessa região tendem a se degradar mais facilmente quando pastos são mal conservados. Outra explicação para a procura por novas áreas a serem exploradas é o fator econômico. "O processo de recuperação de um solo degradado é custoso, exigindo tempo e recursos", explica Souza. O engenheiro agrônomo e pesquisador da Embrapa Moacyr Bernardino Dias Filho também aponta a recuperação de áreas degradadas na Amazônia como a melhor solução. "A pecuária na região amazônica é importante para preservar a segurança alimentar regional e nacional. No entanto, não há mais condições dessa atividade ser desenvolvida de forma amadora", afirma. "Em termos numéricos, para cada hectare de pastagem em degradação recuperada na Amazônia, cerca de três hectares poderiam ser liberados para outros fins: agrícolas, florestais ou de preservação, sem que com isso houvesse perda dos níveis atuais de produção de carne ou leite da região", aponta Dias Filho. Acordo de Paris O Brasil possui o maior rebanho comercial bovino do mundo, com cerca de 209 milhões de cabeças de gado, de acordo com dados de 2016 da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec). A posição faz com que o país seja considerado pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) um dos maiores contribuintes nas emissões de gases do efeito estufa, principalmente do metano, um gás poluente produzido em locais como aterros sanitários, lixões e pastagens. Seu poder de provocar o aquecimento global é 21 vezes maior que o do dióxido de carbono, gás poluente usado como base para medir emissões. Em 2015, durante a reunião da Cúpula da ONU sobre o Desenvolvimento Sustentável, o Brasil se comprometeu a reduzir as emissões de gases do efeito estufa em 43% até 2030. A recuperação de pastagens com solos degradados é uma das metas do Brasil no Acordo de Paris: para reduzir suas emissões, o país se comprometeu a recuperar mais de 15 milhões de hectares de pastagens degradadas até 2030. Emissões globais de CO2 aumentaram em 2018, afastando-se das metas do Acordo de Paris Metas do Acordo de Paris representam um terço do que é necessário para combater mudanças climáticas, diz ONU "Pastagens produtivas, ou seja, bem manejadas, são muito eficientes em acumular carbono, sendo inclusive, capazes de armazenar esse elemento no solo em quantidades superiores àquelas armazenadas no solo da floresta nativa", explica Dias Filho. "Assim, as pastagens tropicais são um sistema de uso da terra bastante eficaz em sequestrar o CO2 atmosférico, tendo, portanto, papel importante em mitigar as emissões de gases efeito estufa." Para o engenheiro agrônomo, porém, para essa meta ser alcançada, é preciso haver incentivo técnico e econômico do governo na região amazônica, para que haja uma transição da atividade pecuária amadora para a profissional. "É preciso apoio governamental à geração de tecnologia na pecuária, mediante o fortalecimento das instituições de pesquisa e ensino superior na Amazônia. Da mesma forma, o governo deveria priorizar uma política atraente de financiamento de custos para produtores menos capitalizados, objetivando a adoção dessa tecnologia, assim como fortalecer a assistência técnica pública para esses mesmos produtores", defende Dias Filho.
Veja Mais

13/09 - Percentual de famílias com dívidas sobe pelo 8º mês seguido e chega a 64,8%, diz CNC
Já a fatia de famílias com contas em atraso aumentou pelo segundo mês consecutivo para 24,3%. O endividamento das famílias registrou a oitava alta consecutiva em agosto, de acordo com pesquisa mensal divulgada nesta sexta-feira (13) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Em junho, o percentual de famílias com dívidas no país alcançou 64,8%, ante 64,1% em julho. Trata-se do maior percentual desde julho de 2013 (65,2%). Também houve alta em relação a agosto de 2018, quando o indicador alcançou 60,7% do total de famílias. O indicador considera dívidas os compromissos assumidos com cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro. Já a fatia de famílias com dívidas ou contas em atraso aumentou pelo segundo mês seguido, passando de 23,9% do total em julho para 24,3% do total agosto. Também houve aumento do percentual de famílias inadimplentes em relação a agosto de 2018 (23,8%). Por outro lado, o percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso recuou para 9,5% em agosto, ante 9,6% em julho. O indicador havia alcançado 9,8% em agosto de 2018. “A redução do comprometimento de renda na comparação mensal e a perspectiva de renda extra com os recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do PIS/Pasep ajudam a explicar esse resultado”, afirmou o presidente da CNC, José Roberto Tadros. A proporção das famílias que se declararam muito endividadas aumentou de 13,3% em julho para 13,8% do total em agosto. Já a parcela que declarou estar mais ou menos endividada passou de 23,8% para 23,4%, e a parcela pouco endividada passou de 27% para 27,6% do total de famílias. Ainda entre as famílias endividadas, a parcela média da renda comprometida com dívidas ficou em 29,8% em agosto, ante 29,9% em julho. Na comparação anual, aumentou, visto que em agosto do ano passado estava em 29,6%. Principais dívidas O cartão de crédito foi mais uma vez apontado como o principal tipo de dívida por 79,3% das famílias endividadas, seguido por carnês (16%) e financiamento de carro (9,9%). A Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic Nacional) é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18 mil consumidores.
Veja Mais

13/09 - Falha de drones impede ambientalistas de paralisarem operações de Heathrow
O grupo transmitiu ao vivo pela internet suas atividades do início da manhã perto do aeroporto e disse que seus drones foram prejudicados pela sobrecarga de sinais. Imagem de drone feita no Brasil Reprodução/EPTV Ativistas contra a mudança climática que esperavam interromper nesta sexta-feira (13) as operações do aeroporto londrino Heathrow, na Inglaterra, o mais movimentado da Europa, não conseguiram levar o plano adiante devido a uma falha técnica que impediu seus drones de decolar. Em dezembro, drones avistados perto do aeroporto de Gatwick, também em Londres, impediram a decolagem de centenas de aviões, e o grupo Heathrow Pause pretendia provocar um caos semelhante nesta sexta-feira (13) para pressionar o governo a adotar medidas mais duras para reduzir as emissões de carbono. Mas os operadores de Heathrow informaram que o aeroporto continuava "aberto e em pleno funcionamento, apesar das tentativas de transtornar o aeroporto com o uso ilegal de drones em um protesto nas proximidades". "Concordamos com a necessidade de ação contra a mudança climática, mas uma atividade de protesto ilegal concebida com a intenção de atrapalhar milhares de pessoas não é a resposta", disse uma porta-voz. Ativista se entregou à polícia Um fotógrafo da Reuters viu o ativista irlandês James Brown, ex-atleta paralímpico cego, ser preso. Ele ergueu o drone, ao invés de tentar fazê-lo voar, e se entregou à polícia no Terminal 2. O Heathrow Pause disse que realizou um voo com um drone de brinquedo, mas que outras tentativas foram menos bem-sucedidas. O grupo transmitiu ao vivo pela internet suas atividades do início da manhã perto do aeroporto e disse que seus drones foram prejudicados pela sobrecarga de sinais. "Temos um probleminha técnico. O drone não está voando", disse um ativista não identificado no vídeo enquanto outro segurava a aeronave no ar. Determinada a impedir transtornos, a polícia invocou poderes especiais para afastar pessoas da área ao redor do aeroporto até a manhã de domingo. "Foi implantada a ordem de evitar atividades criminosas que representem um risco significativo à segurança e à proteção do aeroporto", disse a corporação em um comunicado. Nesta sexta-feira, a polícia prendeu dois homens no aeroporto devido à suspeita de conspiração para causar transtorno público, e disse que sete outras foram presas desde quinta-feira. O Heathrow Pause é um grupo dissidente do Extinction Rebellion, que interditou ruas do centro de Londres neste ano, e havia dito que os drones não voariam acima da altura de uma cabeça e que não pretendiam ameaçar vidas. As viagens aéreas só representam 2,5% das emissões globais de carbono, mas a indústria está tentando conciliar os planos de crescimento das linhas aéreas com uma promessa de reduzir tais emissões.
Veja Mais

13/09 - Bovespa fecha em queda, com cautela antes de decisões de juros no Brasil e nos EUA
Na véspera, Ibovespa fechou em alta de 0,89%, a 104.370 pontos. O principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, a B3, fechou em queda nesta sexta-feira (13), com investidores cautelosos antes de reuniões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos na próxima semana e atentos aos desdobramentos da guerra comercial. O Ibovespa encerrou o pregão em queda de 0,83%, a 103.501 pontos. Veja mais cotações. O índice tem dificuldade em avançar conforme se aproxima de sua máxima histórica, registrada em julho, destaca a Reuters. O volume financeiro da sessão totalizou R$ 14,6 bilhões. Na semana, o índice avançou 0,55%. Destaques Marfrig liderou as altas dentro do Ibovespa, com avanço de 6,44%, após a empresa anunciar que vai adicionar novo turno de trabalho em fábrica em São Paulo por conta do "aquecimento das exportações para o mercado chinês". Itaú subiu 1,36% e Santander avançou 1,35%. Na outra ponta, Banco do Brasil perdeu 1,79% e Bradesco recuou 1,3%. Vale ganhou 0,2%. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, autorizou o retorno das operações das minas e usina de Onça Puma, empreendimento de níquel da mineradora em Ourilândia do Norte (PA). Localiza liderou as perdas, com queda de 3,54%. O conselho de administração da companhia emissão de R$ 500 milhões em notas promissórias para recomposição de caixa. Petrobras ON e Petrobras PN caíram 0,57% e 0,67%, respectivamente, em linha com a queda nos preços do petróleo no exterior. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) autorizou a oferta pública de debêntures (títulos de dívida) da petrolífera, dizendo que a empresa tomou providências para sanar irregularidades que motivaram a punição. Na véspera, a bolsa fechou em alta de 0,89%, a 104.370 pontos. Guerra comercial e cortes de juros Na quinta, a agência oficial de notícias da China, a Xinhua, noticiou que o governo chinês excluirá alguns produtos agrícolas dos EUA, incluindo soja e carne suína, de tarifas adicionais, no mais recente sinal de atenuação das tensões comerciais entre os países antes de uma nova rodada de negociações. Os bancos centrais globais estão lutando contra os impactos da guerra comercial entre EUA e China sobre as principais economias. Nesta quinta-feira, o BCE cortou sua taxa de depósito em 10 pontos-base, para uma mínima recorde de -0,5%; prometeu que as taxas permaneceriam baixas por mais tempo e disse que reiniciaria as compras de títulos a um ritmo de 20 bilhões de euros por mês a partir de 1º de novembro. As atenções agora se voltam para a reunião de política monetária do Federal Reserve em 17 e 18 de setembro, com operadores apostando em um corte de 0,25 ponto percentual na próxima reunião. Analistas da corretora Rico Investimentos apontaram que apesar das boas notícias no cenário internacional é hora do investidor ser mais cauteloso, já que o Ibovespa avançou em 6 dos últimos 7 pregões. No mercado interno, "prévia do PIB" calculada pelo Banco Central mostrou nesta sexta que a atividade econômica do Brasil recuou em julho em relação a junho, no pior resultado para o mês em três anos, depois de dois meses seguidos de alta. É mais uma evidência da dificuldade de recuperação econômica neste ano. Os investidores acompanham ainda a pauta a reforma tributária e também passam a monitorar a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que divulga sua decisão no mesmo dia que o Fed. Pesquisa da Reuters mostrou que o Copom deve cortar a taxa básica de juros em 50 pontos base na reunião de quarta-feira da próxima semana, para 5,5%. Todos exceto um dos 30 economistas consultados esperam um segundo corte, parte um ciclo de flexibilização iniciado em julho.
Veja Mais

13/09 - Petrobras anuncia segunda fase de processo de venda de refinarias
Nova etapa inclui as refinarias Gabriel Passos (REGAP) e Isaac Sabbá (REMAN), Lubrificantes e Derivados de Petróleo do Nordeste (LUBNOR) e a Unidade de Industrialização do Xisto (SIX). Refinaria Gabriel Passos (Regap), em Minas Gerais Divulgação/Petrobras A Petrobras informou nesta sexta-feira (13) o início da segunda fase dos processos de venda de ativos de refino e logística associada no país. Essa fase inclui a venda da Refinaria Gabriel Passos (Regap), em Minas Gerais; Refinaria Isaac Sabbá (Reman), no Amazonas; Lubrificantes e Derivados de Petróleo do Nordeste (Lubnor), no Ceará; e Unidade de Industrialização do Xisto (Six) no Paraná. Essas quatro refinarias estão dentro de um plano maior da empresa de vender ao todo 8 refinarias, com o objetivo de levantar bilhões de dólares que deverão ser utilizados especialmente para a redução do endividamento, em linha com o plano de desinvestimento da estatal. Na primeira fase do processo, anunciada em junho, a Petrobras incluiu as refinarias Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco; Landulpho Alves (Rlam), na Bahia; Presidente Getúlio Vargas (Repar) no Paraná; e Alberto Pasqualini (Refap), no Rio Grande do Sul. Nesta sexta foram publicados os teasers com as principais informações sobre os ativos e os critérios de elegibilidade para a seleção de potenciais participantes. Sobre as 4 refinarias REGAP: localizada no município de Betim (MG), possui capacidade de processamento de 166 mil barris/dia (7% da capacidade total de refino de petróleo do Brasil) e seus ativos incluem um conjunto de dutos com mais de 720 Km; REMAN: localizada em Manaus (AM), possui capacidade de processamento de 46 mil barris/dia e seus ativos incluem um terminal de armazenamento; LUBNOR: localizada em Fortaleza (CE), possui capacidade de processamento de 8 mil barris/dia, é uma das líderes nacionais em produção de asfalto e a única no país a produzir lubrificantes naftênicos; SIX: localizada em São Mateus do Sul (PR), possui capacidade instalada de 6 mil barris/dia e seus ativos incluem uma mina em uma das maiores reservas de xisto betuminoso do mundo e uma planta de processamento de xisto.
Veja Mais