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23/07 - Petrobras reduzirá GLP industrial e comercial em quase 10% a partir de quarta-feira
É o primeiro ajuste no preço do insumo desde 25 de abril, quando houve uma alta de 6%. A Petrobras reduzirá em 9,8% o preço médio do GLP industrial e comercial, vendido nas refinarias em embalagens acima de 13 kg, a partir de quarta-feira (23), segundo informação publicada no site da estatal. É o primeiro ajuste no preço do insumo desde 25 de abril, quando houve uma alta de 6%. De acordo com a petroleira, a política de precificação do insumo tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais desses produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo.
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23/07 - Cerca de 1,5 milhão de usuários já pediram bloqueio de ligações de telemarketing, diz Anatel
Site Não me Perturbe entrou no ar há uma semana e vale para telemarketing de empresas de telecomunicação. Assim que usuário se cadastra, operadoras têm 30 dias para bloquear ligações. Saiba como funciona o 'Não me perturbe' A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou nesta terça-feira (23) que 1,5 milhão de usuários já se cadastraram no site Não me Perturbe com o objetivo de bloquear ligações de telemarketing de empresas de telecomunicação. O site entrou no ar há uma semana, e o cadastro foi criado pelas empresas após determinação da Anatel. Com o cadastro, o usuário deixará de receber ligações das empresas Algar, Claro/Net, Nextel, Oi, Sercomtel, Sky, Tim e Vivo. Ao fazer o cadastro, o consumidor pode escolher se bloqueia uma ou todas as empresas. A lista, no entanto, não vale para outros serviços, como ligações de bancos. O prazo para o bloqueio das ligações é de 30 dias após a solicitação do cliente. As prestadoras que descumprirem a regra podem ser advertidas ou penalizadas com multas de até R$ 50 milhões. Como cadastrar? O usuário que quiser bloquear ligações de telemarketing precisar: acessar o site www.naomeperturbe.com.br e se cadastrar, criando login (e-mail) e senha; em seguida, o usuário deverá incluir o Cadastro de Pessoa Física (CPF); na sequência, o consumidor deve cadastrar o número do telefone (celular ou fixo); por fim, o usuário deverá escolher quais companhias bloquear.
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23/07 - Sites prometem versão grátis do 'FaceApp Pro' para aplicar golpes
Fabricante de antivírus alerta que golpistas obrigam usuários a ver anúncios e podem adulterar aplicativo. A fabricante de antivírus Eset divulgou um alerta sobre sites falsos que oferecem de graça a versão completa do FaceApp, o aplicativo que virou febre com sua função para envelhecer rostos. De acordo com a fabricante, os sites obrigam os usuários a fornecer dados em pesquisas e a ver anúncios de promoções e de outros aplicativos, mas, no fim, entregam a mesma versão do FaceApp distribuída na Play Store. Página falsa é semelhante ao site verdadeiro, mas oferece versão 'premium' grátis Reprodução O FaceApp é oferecido no Google Play e na App Store, as lojas oficiais para dispositivos com Android e iOS, respectivamente. A versão disponibilizada nas lojas é gratuita, mas certos recursos exigem pagamento. Os sites se aproveitam de quem procura uma versão totalmente desbloqueada do aplicativo fora do canal oficial para acessar esses recursos sem pagar. Obrigando o interessado a preencher formulários e a ver anúncios de outros aplicativos antes de dar acesso à suposta versão "Pro" do programa, esses sites conseguem lucrar com as comissões que são pagas por essas atividades. Ao fim do processo, o site oferece um APK (arquivo para instalação de programas no Android) do suposto "FaceApp_Pro". O aplicativo está abrigado em um serviço de armazenamento de arquivos, mas é idêntico ao oferecido na loja oficial. A Eset alerta que, embora nesse caso o aplicativo em si não seja malicioso, é possível que outros golpes semelhantes distribuam vírus ou arquivos adulterados com outros códigos maliciosos. Vídeo no YouTube promove suposto método para burlar pagamento de recursos extras do FaceApp Reprodução Golpe também aparece no YouTube Além de sites falsos, golpistas também publicaram vídeos no YouTube promovendo o suposto "FaceApp Pro". Um desses links foi acessado 130 mil vezes. A tática de publicar vídeos no YouTube com instruções para burlar a necessidade de pagamento também foi utilizada para atrair jogadores de Fortnite. Assim como no caso da página falsa, os vídeos no YouTube ensinam os usuários a baixar os aplicativos promovidos pelos sites que oferecem a versão paga do FaceApp, garantindo que os responsáveis pela fraude faturem com as comissões. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com
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23/07 - Governo planeja liberar R$ 12 bilhões em saques do FGTS no ano que vem
Governo vai liberar R$ 12 bilhões para saques do FGTS A equipe econômica do governo Jair Bolsonaro planeja liberar R$ 12 bilhões no ano que vem com a adoção da nova modalidade de saque anual de um percentual do saldo das contas de Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) dos trabalhadores. Em 2019, a previsão é de uma injeção de R$ 30 bilhões, sendo R$ 28 bilhões de saques do fundo e mais R$ 2 bilhões de contas do PIS/Pasep. Segundo assessores do ministro da Economia, Paulo Guedes, neste ano a injeção de recursos com a liberação de dinheiro do FGTS precisa ser maior diante do ritmo fraco da economia. Com a medida, o governo espera que o crescimento econômico do país pule das previsões de 0,8% para algo na casa de 1%. Já no ano que vem a liberação extra de recursos do FGTS pode ser menor porque a expectativa é que o Brasil já esteja crescendo mais. Até o momento, a proposta para uma decisão final do presidente Jair Bolsonaro é liberar, neste ano, saques de até R$ 500 por conta ativa e inativa. Ou seja, se o trabalhador tiver uma conta inativa e duas inativas, ele poderia sacar no máximo R$ 1.,5 mil. A liberação começaria em setembro e injetaria na economia R$ 28 bilhões, de acordo com a equipe. Atualmente, existem cerca de 260 milhões de contas ativas e inativas de FGTS. Deste total, cerca de 211 milhões, em torno de 80%, têm saldo de até no máximo R$ 500. A Caixa espera zerar essas contas, reduzindo seu custo operacional. Para clientes com conta no banco, a instituição fará um depósito automático do valor na conta do trabalhador. Em 2019, o governo vai adotar a modalidade de saque anual na data de aniversário do trabalhador. Será uma modalidade opcional, na qual o cotista vai poder retirar um percentual do saldo de seu FGTS. Se o trabalhador fizer a opção, ele abre mão da possibilidade de fazer um saque integral no momento de uma demissão sem justa causa e seguiria fazendo retiradas anuais até zerar sua conta. O trabalhador poderá, porém, mudar sua opção e voltar para o saque integral em caso de demissão dois anos depois de fazer a primeira retirada anual. A carência de dois anos começará a contar a partir do momento em que o trabalhador pedir a mudança da modalidade de saque.
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23/07 - Itaú Unibanco e Itaú BBA abrem inscrições para programa de trainee
Inscrições podem ser feitas até 26 de agosto. Profissionais de várias áreas formados há menos de 2 anos e estudantes com conclusão de curso prevista para o ano que vem podem se candidatar. Em 2018, 48 mil pessoas se inscreveram no programa de trainee do Itaú Sergio Moraes/Reuters O Itaú Unibanco e o Itaú BBA estão com inscrições abertas para seu programa de trainee até o dia 26 de agosto. Interessados devem acessar o site do Itaú. Podem se candidatar profissionais de diversas áreas formados após dezembro de 2017 ou estudantes com previsão de conclusão de curso até dezembro de 2020. O número de vagas não foi divulgado. Em 2018, 48 mil pessoas se inscreveram e 193 foram selecionadas. O programa tem duração de um ano e as atividades começarão no dia 13 de janeiro do ano que vem, na sede do banco, em São Paulo. A carga horária é de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h. Durante o período do trainee, os participantes são contratados pelo banco. A remuneração não foi divulgada. Os trainees recebem também participação nos lucros, auxílio refeição e alimentação, assistência médica e odontológica, vale transporte, auxílio creche para filhos com até 71 meses, seguro de vida, auxílio farmácia e convênio com academias. Também são oferecidos planos de previdência complementar e incentivo para fazer cursos de idioma. Os selecionados residentes a mais de 300 quilômetros de São Paulo recebem 30 dias de hospedagem em hotel. Durante o programa, os trainees recebem treinamentos técnicos e comportamentais e mentoria, e também participam de eventos de networking com os executivos do banco. "A atuação dos candidatos será em projetos específicos das áreas escolhidas no início do programa ou em formato de job rotation, o que permitirá uma visão holística das diversas unidades de negócio", explica o diretor-executivo da área de Recursos Humanos do Itaú Unibanco, Sergio Fajerman, em nota. O processo seletivo O processo seletivo tem cinco etapas e ocorre ao longo do segundo semestre: a inscrição, testes online de raciocínio lógico e de inglês (só para Itaú BBA), desafio online e teste oral de inglês, resolução de um caso de negócios do banco e entrevista final com executivos. Neste ano, falar inglês não será uma exigência para a maioria das vagas. Os testes de idiomas só serão aplicados para os interessados em trabalhar no Itaú BBA. De acordo com o Itaú, as experiências analisadas no processo vão além do currículo. "Experiências de vida muitas vezes ensinam mais do que a sala de aula e contribuem expressivamente para o desenvolvimento profissional", diz Fajerman. Nesta edição, os candidatos poderão acessar informações sobre o banco e sobre o processo seletivo no aplicativo "Buscando ser traine".
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23/07 - Aneel aprova reajuste de 6,79% na receita de 69 usinas hidrelétricas que atuam no regime de cotas
Usinas receberão R$ 8,4 bi até junho de 2020. Empresas que atuam neste regime aceitaram cobrar menos pela operação e manutenção das usinas para renovar contratos de concessão. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (23) um reajuste de 6,79% na receita de 69 hidrelétricas que atuam no chamado regime de cotas. Segundo a Aneel, essas usinas vão receber R$ 8,4 bilhões até junho de 2020. A Aneel estima que o reajuste nas receitas das usinas terá um impacto médio de 0,36% nas tarifas de energia dos consumidores finais. O impacto vai oscilar de acordo com a quantidade de energia que cada distribuidora compra dessas usinas hidrelétricas. Por esse motivo, o impacto na conta de luz decorrente do aumento da receita das usinas vai ser diferente para os clientes de cada distribuidora de energia elétrica. Criado pelo governo Dilma Rousseff em 2012, o regime de cotas antecipou a renovação da concessão de parte das hidrelétricas do país. No entanto, para assegurar a renovação, as empresas que administram essas instalações aceitaram receber um valor mais baixo pela operação e manutenção das usinas. Consequentemente, a energia gerada por essas plantas energéticas ficou mais barata para ser redistribuída aos consumidores. Na ocasião, a medida gerou uma redução média de 20% nas tarifas de energia elétrica. O percentual de economia na conta de luz gerado pela negociação do governo federal com as administradoras das usinas hidrelétricas acabou se diluindo nos últimos anos por conta da falta de chuvas e o consequente uso mais intenso das usinas termelétricas, que usam combustível fóssil para gerar energia. Regime de cotas A definição das cotas da energia das usinas renovadas, mais barata, é proporcional ao mercado das distribuidoras. Para garantir o equilíbrio na redução do preço da energia e compensar variações no nível de contratação das distribuidoras, o governo Dilma previu a possibilidade de cessão compulsória de contratos de comercialização de energia. Isso significa que se a cota recebida das usinas prorrogadas acabar gerando excesso de contratação a uma determinada distribuidora, a empresa deverá ceder contratos de comercialização em montante equivalente ao excedente causado pela cota.
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23/07 - China abre mercado para produtos lácteos do Brasil
Segundo governo, acordo estava estabelecido desde 2007, mas faltava autorização do país asiático para que indústrias brasileiras pudessem acessar o mercado chinês. Chineses importaram 108 mil toneladas de queijo de outros países em 2018 Régis Melo O Ministério da Agricultura anunciou nesta terça-feira (23) que a China vai abrir mercado para a exportação de produtos lácteos brasileiros como leite em pó e queijos. O acesso aos consumidores chineses estava acordado desde 2007, mas não havia nenhuma indústria brasileira habilitada a exportar. Em abril deste ano, o ministério havia encaminhado uma lista com 24 estabelecimentos que poderiam vender ao país asiático. Nesta terça-feira, os chineses autorizaram a entrada dos alimentos produzidos nessas plantas industriais. Entre os produtos que poderão ser exportados estão os "não fluidos", como leite em pó, queijos e leite condensado. Segundo o governo, a medida poderá impulsionar o setor. "O Brasil produz 600 milhões de toneladas de leite, mas a China importa 800 milhões de toneladas, 200 milhões de toneladas a mais do que produzimos. É claro que não é para amanhã, mas é uma abertura excelente para o Brasil”, disse em nota a ministra da Agricultura, Tereza Cristina. US$ 4,5 milhões na venda de queijos Com a habilitação dos estabelecimentos, a expectativa do setor é exportar US$ 4,5 milhões em queijos, estima a associação Viva Lácteos, que representa a cadeia produtiva. Em 2018, os chineses importaram 108 mil toneladas de queijo de outros países, segundo a Viva Leite. A importação do produto tem crescido a uma taxa média anual de 13% nos últimos cinco anos.
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23/07 - Anvisa aprova novo marco regulatório de classificação de agrotóxicos
Brasil passou a adotar padrão europeu que, segundo a agência, é mais restritivo e tem uma comunicação mais clara para os agricultores. Anvisa aprova novo marco regulatório para a classificação de agrotóxicos A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta terça-feira (23), um novo marco regulatório para avaliação e classificação toxicológica de agrotóxicos. A principal mudança será a comunicação de risco que o produto oferece ao agricultor e ao meio ambiente. Segundo a Anvisa, o novo marco não vai afetar o consumidor final, que consome os alimentos. As empresas terão prazo de um ano para mudar as embalagens e alertar sobre os perigos do agrotóxico. "O agronegócio é vital para o nosso país e a agência não pode ser um entrave para este desenvolvimento", disse William Dib, diretor-presidente da Anvisa. Agora, o Brasil passa a adotar o padrão internacional Sistema de Classificação Globalmente Unificado (Globally Harmozed System of Classification and Labelling of Chemicals — GHS). Segundo a Anvisa, o método é mais restritivo. "A gente quer que o agricultor seja um parceiro da Anvisa na promoção e na proteção da saúde. Eu preciso que todos os manipuladores desse produto observem os riscos que são naturais na utilização deste produto. Eles são permitidos, mas precisam ser avaliados. Essa é a principal mudança", afirma o diretor da Anvisa, Renato Porto. Entre 2011 e 2018, a Anvisa realizou quatro consultas públicas sobre o tema. A partir de agora, com a implementação do GHS, os resultados toxicológicos de irritação dérmica e ocular e de sensibilização dérmica inalatória são utilizados para comunicar o perigo dos produtos, e não para classificação toxicológica. De acordo com Porto, a aprovação do marco não significa uma resposta à liberação dos agrotóxicos. Na segunda (22), o governo havia liberado o registro de mais 51 agrotóxicos, totalizando 262 neste ano. O ritmo de liberação de novos pesticidas é o mais alto já visto para o período. "Não é uma resposta, é absolutamente natural como a gente fez em todas as outras áreas da Anvida. Isso é um movimento de transformação natural de uma agência que amadureceu: a gente modernizar a comunicação com o agricultor", diz Porto. Novo marco Embalagem de agrotóxico com o símbolo da toxicidade, mas sem detalhes sobre os riscos. Reprodução/Tv Globo/Jornal Hoje As embalagens de agrotóxicos atualmente contêm o símbolo da caveira com uma faixa vermelha, indicando o perigo do produto, mas sem detalhes sobre os riscos. A classificação toxicológica era feita com base no resultado restritivo de todos os estudos de toxidade oral, dérmica e inalatório, incluindo irritação cutânea e ocular. Por isso, mortalidade e potencial de irritação eram tratados de forma igual, por exemplo. Agora, os rótulos terão uma comunicação mais clara com advertência, pictogramas, e frases de perigo para auxiliar o manuseio dos agricultores, como 'mata se for ingerido', 'tóxico se em contato com a pele', e 'provoca queimaduras graves'. Os produtos vão ganhar ainda seis tipos de classificações nos rótulos: extremamente tóxico altamente tóxico, moderadamente tóxico pouco tóxico improvável de causar dano agudo não classificado (por não ter toxidade) Além disso, apesar de já ser um compromisso da agência manifestado publicamente, o novo marco removeu a exigência de teste em animais para a regulação dos produtos. Padrão internacional O GHS proposto pela primeira vez em 1992, na ECO 92. A partir de 2008, a comunidade europeia adotou o GHS para classificação, rotulagem e embalagem de substâncias e produtos. Além disso, 53 países já realizaram a implementação total e 12 países a implementação parcial. O novo marco também permite a avaliação por analogia. Uma autoridade poderá buscar similaridade na fórmula de um produto já liberado pela Anvisa e, assim, avaliar se um novo agrotóxico tem a mesma avaliação toxicológica para obter registro. O que é o padrão GHS? É um método usado proposto pela primeira vez em 1992, na ECO 92 para classificar substâncias; Atualmente, 53 países já o adotaram totalmente, e outros 12 de forma parcial; Segundo a Anvisa, o método é mais restritivo do que a política brasileira atual.
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23/07 - Ministério da Economia pedirá que PF investigue suposta invasão de celular de Paulo Guedes
Nesta segunda-feira, assessoria de imprensa informou que celular do ministro havia sido hackeado. Ministro da Justiça, Sérgio Moro, também diz ter sido alvo de invasão de hackers. O ministro da Economia, Paulo Guedes, ao participar de uma audiência no Congresso Pablo Valadares/Câmara dos Deputados O Ministério da Economia informou nesta terça-feira (23), por meio de nota, que está sendo apurada a possível invasão do telefone do titular da pasta, Paulo Guedes. A assessoria do ministério informou ainda que solicitará ao ministro da Justiça Sérgio Moro, que a Polícia Federal investigue o caso. Nesta segunda-feira, pela noite, o ministério havia informado que o celular de Paulo Guedes foi hackeado e que pretendia tomar medidas cabíveis. "O Ministério da Economia informa que está sendo apurada a possível invasão do telefone do ministro Paulo Guedes. Um ofício será enviado ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, para que acione a Polícia Federal", diz a assessoria na nota. A assessoria de Guedes informou nesta segunda que o ministro teve o celular clonado depois das 22h30, quando o telefone dele entrou para o aplicativo de mensagens Telegram. A assessoria da pasta lembra que, nesta segunda, vários jornalistas receberam mensagens e ligações em nome do ministro por meio do aplicativo. "O Ministério da Economia ressalta que o ministro nunca teve conta nesse serviço e pede para que desconsiderem qualquer mensagem recebida do número antigo do ministro, que já será desativado", acrescentou. É o segundo caso em dois dias envolvendo aparelhos de pessoas ligadas ao governo. No domingo (21), a líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP), também disse que o celular dela havia sido hackeado. Hasselmann divulgou um vídeo em uma rede social no qual diz que teve o celular invadido e clonado. Segundo a deputada, a polícia já foi acionada para apurar o caso. Em junho o celular do ministro da Justiça, Sérgio Moro, sofreu uma tentativa de invasão. Na ocasião, Moro atendeu a uma ligação feita pelo próprio número dele. Celular do ministro Paulo Guedes foi hackeado, diz assessoria
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23/07 - PAT Indaiatuba divulga 89 vagas de emprego com salários de até R$ 5,1 mil
Interessados devem comparecer ao Posto de Atendimento ao Trabalhador com os documentos de RG, CPF, Carteira de Trabalho e número do PIS. 89 vagas de emprego foram divulgadas pelo PAT Indaiatuba Giuliano Miranda RIC/PMI O Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) de Indaiatuba (SP) oferece 89 vagas de emprego nesta terça-feira (23). Os salários vão até R$ 5,1 mil, sendo a maior remuneração destinada ao cargo de bibliotecário (a), função exclusiva para pessoa com deficiência (PCD) e que exige seis meses de experiência. Para concorrer às vagas, é necessário ter formação em ensino fundamental, médio, superior ou técnico, dependendo da função. O tempo de experiência exigido para ocupar a maioria das funções é de seis meses. Algumas oportunidades são opções para o primeiro emprego. Os interessados devem comparecer ao PAT para análise de perfil e cadastro, com RG, CPF, Carteira de Trabalho e o número do PIS. As oportunidades são para todos os gêneros e há outras vagas exclusivas para PCDs. O PAT Indaiatuba fica na Rua Jacob Lyra, 344, no Parque das Nações, e funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h. Mais informações pelo telefone (19) 3825-6622. Confira a lista de vagas Açougueiro (a) - 2 vagas Administrador (a) de restaurante - 1 vaga Ajudante de eletricista - 1 vaga Ajudante de serralheiro - 1 vaga Almoxarife - 4 vagas Analista contábil - 1 vaga Analista de controle de qualidade - 1 vaga Analista de programação e controle da produção - 1 vaga Analista de recursos humanos - 1 vaga Analista de sistemas (PCD) - 1 vaga Anotador (a) de processo de produção - 1 vaga Assistente administrativo - 1 vaga Assistente de vendas - 1 vaga Atendente de lanchonete - 1 vaga Auxiliar Administrativo (a) - 1 vaga Auxiliar de cozinha - 1 vaga Auxiliar de enfermagem - 2 vaga Auxiliar de galvanização - 1 vaga Auxiliar de manutenção - 1 vaga Auxiliar mecânico (a) de refrigeração - 1 vaga Barista - 1 vaga Bibliotecário (a) (PCD) - 1 vaga Borracheiro (a) - 1 vaga Caldeireiro (a) - 2 vagas Comprador (a) - 1 vaga Consultor (a) - 2 vagas Corretor (a) de imóveis - 1 vaga Costureira (o) - 2 vagas Cozinheiro (a) geral - 1 vaga Eletricista de manutenção em geral - 1 vaga Empacotador (a) (PCD) - 1 vaga Enfermeiro (a) - 2 vagas Farmacêutico em pesquisa e desenvolvimento (PCD) - 1 vaga Ferramenteiro (a) - 1 vaga Fisioterapeuta geral - 2 vagas Fonoaudiólogo (a) geral - 2 vagas Instalador (a) de sistemas eletroeletrônicos de segurança - 1 vaga Manobrista - 1 vaga Mecânico (a) de ar-condicionado e refrigeração - 1 vaga Mecânico (a) de freios de automóveis - 1 vaga Montador (a) de estruturas metálicas - 2 vagas Oficial de serviços gerais - 2 vagas Operador (a) de máquina de bordar - 1 vaga Operador (a) de máquinas agrícolas - 1 vaga Operador (a) de telemarketing - 2 vagas Operador (a) de zincagem - 1 vaga Padeiro (a) - 1 vaga Pedreiro (a) - 1 vaga Planejador (a) de produção - 1 vaga Porteiro (a) - 1 vaga Professor (a) de enfermagem no ensino superior - 1 vaga Promotor (a) de vendas - 1 vaga Repositor (a) de mercadorias - 1 vaga Serralheiro (a) - 2 vagas Serralheiro (a) industrial - 1 vaga Servente de obras (PCD) - 1 vagas Soldador (a) - 1 vaga Subgerente de restaurante - 1 vaga Técnico (a) em enfermagem - 5 vagas Técnico (a) de manutenção de maquinas - 1 vaga Torneiro (a) - 2 vagas Vendedor (a) - 7 vagas Vendedor (a) (PCD) - 1 vaga Veja mais oportunidades da região no G1 Campinas
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23/07 - Município responsável por quase 10% da produção de soja de MS vai receber fórum nacional sobre próxima safra da cultura
Maracaju recebe nesta sexta-feira (26) o 1º Fórum Soja Brasil da safra 2019/2020; evento será realizado entre às 17h30 e às 21h, no Sindicato Rural. Fórum Soja Brasil, em Maracaju, no sudoeste de MS, nesta sexta-feira (26) vai discutir perspectivas para próxima safra da oleaginosa Anderson Viegas/G1 MS Na safra 2018/2019, o município de Maracaju, no sudoeste de Mato Grosso do Sul, colheu 817,732 mil toneladas de soja. Se manteve como principal produtor estadual, com uma fatia de 9,29% da produção sul-mato-grossense, que atingiu as 8,800 milhões de toneladas, segundo dados do Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio (SIGA). Com esse volume de produção, o município, que seria o 14º maior produtor mundial, com base nos últimos dados divulgados pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), vai receber nesta sexta-feira (26), um evento nacional que vai debater as perspectivas para a próxima safra, o mercado e a novas roas de exportação. O primeiro Fórum Soja Brasil da safra 2019/2020 será realizado das 17h30 às 21h, no Sindicato Rural de Maracaju. Um dos temas mais aguardados pelo público é justamente as perspectivas para esta nova temporada, que já chega com desafios para a comercialização, devido os preços mais baixos pagos pelo grão e a perspectiva de custos elevados. Para abordar o tema ” Mercado e perspectivas para a safra”, o convidado é o analista Paulo Molinari, da consultoria Safras & Mercado. Entre os assuntos, o especialista irá abordar qual a tendência dos preços dos grãos e como o produtor deve se posicionar para aproveitar as oportunidades. Para o painel técnico, o convidado é o pesquisador da Embrapa, José de Barros França Neto, que fará um debate sobre a importância da qualidade das sementes. O evento ainda pretende discutir um tema de interesse geral: uma nova rota de exportação de grãos do Brasil. O assunto que já está na pauta do estado de Mato Grosso do Sul há algum tempo, trata da possibilidade de os grãos colhidos aqui terem acesso a portos no oceano pacífico, facilitando assim o escoamento para países de grande interesse, como a China. Foram convidados para abordar a questão o presidente da Associação dos Produtores de Soja do estado (Aprosoja/MS), Juliano Schmaedecke e também o secretário estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico e Agricultura Familiar, Jaime Verruk.
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23/07 - Alibaba permitirá que empresas dos EUA vendam em seu site
Gigante chinesa de comércio eletrônico tenta se defender da concorrência acirrada de rivais como a Amazon. Site Alibaba.com Reprodução A gigante chinesa de comércio eletrônico Alibaba, permitirá que pequenas empresas nos Estados Unidos vendam no Alibaba.com, anunciou nesta terça-feira (23), em uma iniciativa para explorar o mercado de comércio eletrônico entre empresas e se defender da concorrência acirrada de rivais como a Amazon. Cerca de um terço dos compradores do Alibaba.com são dos EUA. Mais de 95% dos vendedores vêm da China. Esse plano abrirá mercados de países como Índia, Brasil e Canadá para os comerciantes dos EUA. Eles também poderão vender para outras empresas sediadas nos EUA. A proposta da Alibaba para as pequenas empresas dos Estados Unidos ocorre no momento em que a empresa enfrenta um enxuto crescimento de receita de comércio eletrônico, que foi ainda mais ameaçado pela disputa comercial EUA-China e a maior concorrência de rivais como a recentemente listada Pinduoduo. A Alibaba, que não vende seus próprios estoques, espera conquistar empresas locais dos EUA para ser sua principal plataforma de mercado, oferecendo às pequenas e médias empresas poder de venda global. A Alibaba destacou seu interesse em conquistar fabricantes, atacadistas e distribuidores. A Rival Amazon, além de vender seu próprio inventário, permite que fornecedores independentes listem produtos para venda em seu site. Esses fornecedores podem armazenar seus produtos nos depósitos da Amazon ou enviá-los diretamente aos clientes. A Alibaba disse que os vendedores dos EUA terão que pagar uma taxa de adesão de aproximadamente US$ 2 mil para colocar suas lojas online no Alibaba.com em funcionamento, além de quaisquer custos de marketing e publicidade. A Amazon cobra vendedores independentes por mês ou por item.
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23/07 - Arrecadação federal soma R$ 757 bilhões e tem melhor 1º semestre em 5 anos
Somente em junho, arrecadação federal somou R$ 119 bilhões. Esse também foi o maior valor para o mês desde 2014, segundo dados do governo. A arrecadação de impostos, contribuições e demais receitas federais registrou alta real (descontada a inflação) de 1,80% no primeiro semestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, para R$ 757,595 bilhões, informou nesta terça-feira (23) a Secretaria da Receita Federal. Corrigido pela inflação, o valor somou R$ 763,321 bilhões. Nos seis primeiros meses de 2018, a arrecadação federal somou R$ 749,858 bilhões. Os valores foram corrigidos pela inflação. De acordo com dados da Receita Federal, esse também foi o melhor resultado para o primeiro semestre de um ano desde 2014 (ou seja, em cinco anos) – quando o resultado havia sido de R$ 773,496 bilhões, em valores corrigidos. Somente em junho, informou o órgão, a arrecadação total somou R$ 119,946 bilhões, com crescimento real de 8,20% sobre o mesmo mês do ano passado. Esse também foi o melhor resultado, para o período desde 2014 – quando somou R$ 120,384 bilhões. Fatores para o aumento Segundo o Fisco, uma das razões para o aumento da arrecadação no primeiro semestre deste ano foi o crescimento nas receitas do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e da Contribuição Social Sobre Lucro Líquido (CSLL), que tiveram alta real de 12,27% nos seis primeiros meses deste ano. IRPJ e CSLL refletiram a melhora no resultado das empresas no ano passado (com pagamento no começo deste ano). De acordo com a Receita, o resultado do semestre também foi favorecido por "arrecadações atípicas" de R$ 4,5 bilhões. Além disso, a arrecadação também avançou devido ao aumento das receitas com royalties do petróleo, que apresentaram crescimento real de 19% contra o mesmo período do ano passado, para R$ 30,948 bilhões. No primeiro semestre deste ano, essa arrecadação no setor registrou um crescimento de R$ 6 bilhões, de acordo com a Receita Federal. O dólar, que operou em alta durante a maior parte do primeiro semestre, também contribuiu com o aumento da arrecadação. A valorização (12,21% na taxa média) da moeda norte-americana gerou um aumento de receitas com Imposto Sobre Importação e IPI Vinculado à Importação. A alta real na arrecadação desses tributos, informou o Fisco, foi de 3,19% sobre o mesmo período do ano passado, para R$ 29,454 bilhões. Meta fiscal O comportamento da arrecadação é importante porque ajuda o governo a tentar cumprir a meta fiscal, ou seja, o resultado para as contas públicas. Para 2019, a meta do governo é de um déficit (resultado negativo, sem contar as despesas com juros) de até R$ 139 bilhões. No ano passado, o rombo fiscal somou R$ 120 bilhões. Foi o quinto ano seguido de rombo nas contas públicas. A consequência de as contas públicas registrarem déficits fiscais seguidos são o aumento da dívida pública e possíveis impactos inflacionários.
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23/07 - Sul do país concentra maior crescimento de vagas no ano, diz site de recrutamento
Segundo dados levantados pela Catho, a região é a mais aquecida do país, com aumento de 7%. As oportunidades estão nas áreas de Finanças, Comercial, Logística e TI. Rede de Inovação Florianópolis faz da capital um polo de tecnologia Divulgação Dados levantados pelo site de recrutamento Catho mostram que o Sul do país é a região mais aquecida em oportunidades, com aumento de 7% nas vagas de emprego nos primeiros quatro meses do ano, número maior que a média do país, que obteve crescimento de 5%. O levantamento também apresenta o cenário do emprego nas demais regiões do Brasil quanto ao total de postos de trabalho em comparação com os primeiros quatro meses de 2018: Sudeste: 6% Nordeste: 1% Norte: 0% Centro Oeste: -3% Para Rafael Stille, diretor de estratégia da Catho, o mercado de trabalho na região tem apresentado tanto ritmo maior de contratações quanto crescimento na criação de novos postos de trabalho. "O mais importante a se destacar é a formalização da mão de obra, que faz com que os dados sejam ainda mais expressivos, uma vez que estamos falando da movimentação de trabalhadores formais. Diante de um cenário de emprego informal, o crescimento desses postos de emprego mostra uma retomada na economia, ainda que tímida e lenta", afirma. As áreas que mais abriram oportunidades na região Sul são as seguintes: Finanças/Contabilidade: 23% Comercial/Vendas: 20% Logística e Suprimentos: 13% Tecnologia da Informação: 8% Segundo a Catho, a área de TI tem aberto cada vez mais oportunidades de emprego, uma vez que perpassa por diversos setores de trabalho, como os setores da indústria, serviços, saúde, comunicação, entre outros.
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23/07 - Anvisa coloca em votação proposta de novo marco regulatório de classificação de agrotóxicos
Proposta é que substâncias sejam divididas entre extremamente, altamente, moderadamente ou pouco tóxicas, improváveis de causar dano agudo e não classificadas. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) colocou em votação nesta terça-feira (23) um novo marco regulatório para avaliação e classificação toxicológica de agrotóxicos. Reprodução/YouTube/Anvisa A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) colocou em votação nesta terça-feira (23) a proposta de um novo marco regulatório para avaliação e classificação toxicológica de agrotóxicos. O tema entrou na pauta da reunião da diretoria da Anvisa em Brasília. Entre 2011 e 2018, quatro consultas públicas já foram realizadas sobre o tema. Nessas discussões, segundo o site da Anvisa, houve pedidos para que haja maior clareza nas obrigações da agência a respeito dos agrotóxicos, assim como já é feito com outras substâncias químicas, e para que o Brasil altere sua regulação para se aproximar do que acontece hoje em outros países. "O agronegócio é vital para o nosso país e a agência não pode ser um entrave para este desenvolvimento", disse William Dib, diretor-presidente da Anvisa. Governo aprova registro de mais 51 agrotóxicos; ao todo, já são 262 no ano O que diz a proposta Segundo detalhes do documento colocado em votação, a proposta é que o Brasil adote como critérios de classificação dos agrotóxicos o padrão internacional GHS. O que é o padrão GHS? É um método usado proposto pela primeira vez em 1992, na EOC 92 para classificar substâncias; Atualmente, 53 países já o adotaram totalmente, e outros 12 de forma parcial; Segundo a Anvisa, o método é mais restritivo do que a política brasileira atual; O Brasil, por usar uma linguagem diferente ao padrão internacional, é muitas vezes taxado como tóxico. Como é a classificação no Brasil hoje? Hoje, a classificação toxicológica é feita com base no resultado restritivo de todos os estudos agudos de toxidade oral, dérmica e inalatório, incluindo irritação cutânea e ocular. Por isso, mortalidade e potencial de irritação são tratados de forma igual. Já pelo sistema GHS, os resultados toxicológicos de irritação dérmica e ocular, e de sensibilização dérmica inalatória, são utilizados para comunicação de perigo dos produtos, e não para classificação toxicológica. Etiquetas mais claras Os produtos tóxicos hoje são todos embalados e etiquetados com a mesma etiqueta, contendo uma faixa colorida e o desenho de uma caveira. Essa comunicação genérica leva grupos de agricultores a tomarem medidas excessivas de segurança para aplicar alguns produtos. Ou faziam o oposto, usando produtos mais perigosos sem nenhum tipo de proteção e ignorando a etiqueta, porque não sentem a toxicidade na pele. A proposta em votação pela Anvisa pode aumentar o detalhamento da comunicação dos níveis de perigo de cada produto, indicando, por um exemplo, se ele é “tóxico se em contato com a pele” ou “provoca queimaduras graves à pele e lesões oculares graves”, entre outros. Além disso, as etiquetas podem ganhar outras palavras de advertência, pictogramas e frases de perigo. Seis categorias de toxicidade De acordo com o teor da proposta, os agrotóxicos serão classificados segundo seis categorias: extremamente tóxico altamente tóxico moderadamente tóxico pouco tóxico improvável de causar dano agudo não classificado (por não ter toxidade) A mudança principal será na Portaria SNVS/MS nº 3/92, que fala sobre as diretrizes para a avaliação toxicológica. A proposta considera que a portaria está desatualizada frente ao conhecimento técnico-científico atual e às questões relacionadas ao bem-estar animal – o marco consolida ainda um consenso técnico já estabelecido pela Anvisa de métodos alternativos à experimentação animal. Além disso, ele permite a avaliação por analogia, ou seja, o reaproveitando as informações já conhecidas. Isso quer dizer que o resultado da avaliação toxicológica de um produto registrado por uma autoridade poderia ser utilizado como base na avaliação para fins de registro do produto no Brasil. Isso só aconteceria, porém, caso essa autoridade medidas, controles e requisitos de avaliação toxicológica semelhantes às do Brasil.
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23/07 - Centro de Referência de Cosmópolis divulga 20 oportunidades de emprego
Postos são para diversas áreas e níveis de conhecimento e interessados devem se candidatar presencialmente no serviço de atendimento ao trabalhador. Oportunidades são para carteira assinada e estágio Beatriz Braga/G1 O Centro de Referência do Trabalhador (CRTC) de Cosmópolis (SP) tem com 20 oportunidades de emprego e estágio disponíveis. Os postos vão desde a área mecânica até cozinha. Veja abaixo todas as oportunidades. As oportunidades são para diversas áreas de conhecimento e podem ser completadas por moradores da cidade. Entre as opções de trabalho estão jardineiro, líder de produção, ajudante de drogaria, motorista e vendedor. Os interessados nas oportunidades devem ir ao CRTC, que fica na Rua Otto Herbst, 65, no Centro de Cosmópolis. A unidade funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h. O telefone é (19) 3872-2535. É preciso levar número do PIS, Cartão Cidadão ou Bolsa Família, Carteira Nacional de Habilitação (CNH), título de eleitor, Carteira de Trabalho, comprovante de escolaridade e de cursos realizados e cópias do comprovante de endereço recente ou dos últimos três meses e do RG. Oportunidades Ajudante geral para drogaria Atendente de restaurante (sem experiência) Auxiliar de cozinha (sem experiência) Auxiliar técnico habilitado Costureiro Estagiário de administração de empresas Estagiário de engenharia civil Jardineiro Líder de limpeza para supermercado Líder de produção Mecânico de van Motorista de micro-ônibus Motorista de ônibus Operador de extrusora Operador de produção Promotor de vendas Representante comercial Supervisor de açougue Tratorista Vendedor orçamentista Veja mais notícias da região no G1 Piracicaba
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23/07 - Divulgado edital de concurso da Prefeitura de Boa Ventura, PB
São 111 vagas e salários de até R$ 1,6 mil. Divulgação Foi divulgado o edital do concurso para a Prefeitura de Boa Ventura, no Sertão paraibano, que oferece 111 vagas em cargos de níveis fundamental, médio, técnico e superior. Os salários variam de R$ 998 a R$ 1,6 mil e as inscrições abrem no dia 29 de julho. Veja o edital da seleção para a prefeitura de Boa Ventura De acordo com o edital, o cargo com mais vagas é o de agente de vigilância, que oferece 16 oportunidades para pessoas com ensino fundamental completo. Já os cargos com salários maiores são os de professor, que oferece vagas nas áreas de história, português, inglês, matemática, educação física, geografia e ciências. Os candidatos precisam ter licenciatura na área escolhida. Além destes cargos, também há vagas para agente de limpeza, auxiliar de serviços gerais, coveiro, cozinheiro, eletricista, mecânico, merendeira, operador de máquinas, pedreiro, agente administrativo, agente de combate às endemias, agente de vigilância sanitária, agente fiscal de tributos, agente fiscal de obras, auxiliar em saúde bucal, cuidador da sala regular de ensino e sala de recurso multifuncional, digitador, educador ou orientador social, inspetor escolar, motorista, recepcionista, técnico em enfermagem, técnico em farmácia, assistente social, advogado, enfermeiro, farmacêutico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, nutricionista, psicólogo clínico, supervisor de ensino e coordenador pedagógico. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela internet, no site da organizadora, das 10h do dia 29 de julho às 23h59 do dia 22 de agosto. A taxa de inscrição custa R$ 65 para cargos de nível fundamental, R$ 85 para cargos de nível médio ou técnico e R$ 105 para cargos de nível superior. As provas estão previstas para acontecer no dia 13 de outubro. Concurso da Prefeitura de Boa Ventura Vagas: 111 Níveis: fundamental, médio, técnico e superior Salários: R$ 998 a R$ 1,6 mil Prazo de inscrição: 29 de julho a 22 de agosto Local de inscrição: site da organizadora, CPCon Taxas de inscrição: R$ 65 (fundamental), R$ 85 (médio/técnico) e R$ 105 (superior) Provas: 13 de outubro Edital do concurso da Prefeitura de Boa Ventura
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23/07 - Bovespa passa a recuar nesta terça
No dia anterior, o Ibovespa fechou em alta de 0,48%, a 103.949 pontos. Bovespa - Operadores acompanham as cotações do índice de ações da Bovespa Rafael Matsunaga/ (Arquivo) – Wikipédia O principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, a B3, passou a operar em queda nesta terça-feira (23), em sessão marcada pelo começo da temporada de resultados de companhias com ações no Ibovespa. Às 16h41, o Ibovespa recuava 0,04%, a 103.912 pontos. Veja mais cotações. O Santander Brasil operava em alta, após o banco abrir a temporada de resultados de companhias listadas no índice com salto de 20% no lucro recorrente, que exclui fatores extraordinários, do segundo trimestre. No dia anterior, o Ibovespa fechou em alta de 0,48%, a 103.949 pontos. Em relatório recente, estrategistas do Bank of America Merrill Lynch afirmaram esperar aceleração no crescimento dos lucros das empresas brasileiras com ações no Ibovespa nos resultados do segundo trimestre, em meio a uma menor base de comparação, preços mais elevados de commodities e menores custos de financiamento. Na visão do gestor Marco Tulli, da mesa de Bovespa da corretora Coinvalores, a bolsa deve continuar com pequenas oscilações durante a espera para a retomada da tramitação da reforma da Previdência, com a temporada de resultados podendo repercutir em alguns papéis.
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23/07 - FMI faz corte brusco na estimativa de crescimento da economia do Brasil em 2019, para 0,8%
Expectativas para o crescimento mundial tiveram quarta queda, para 3,2%. O Fundo Monetário Internacional (FMI) cortou a menos da metade a sua previsão para o crescimento da economia brasileira este ano. Na atualização do relatório "World Economic Outlook", divulgada nesta terça-feira (23), o fundo passou a estimar uma expansão de 0,8% para o Produto Interno Bruto (PIB) do país este ano. Em abril, a expectativa do órgão era de um crescimento de 2,1%. Com o corte brusco, o FMI já está mais pessimista que o mercado brasileiro: os economistas dos bancos esperam um crescimento de 0,82% para o PIB, segundo dados coletados pelo Banco Central. Foi o segundo recuo seguido nas estimativas. Em janeiro, o crescimento esperado era de 2,5%. Segundo o Fundo, a piora é resultado do 'considerável enfraquecimento' da confiança, conforme seguem as incertezas sobre a aprovação da reforma da Previdência e outras reformas estruturais. A revisão para baixo reflete ainda uma demanda doméstica mais fraca que a esperada. A perda acentuada de fôlego do crescimento já ameaça afetar a expansão do próximo ano: para 2020, a expectativa do FMI é de crescimento de 2,4% – abaixo dos 2,5% esperados em abril. Piora global O Brasil não está sozinho nessa piora. As estimativas para a economia mundial tiveram novas reduções, tanto para este ano quanto para o próximo. Em 2019, a expectativa é de uma expansão de 3,2%, na quarta redução das estimativas; já para 2020, de 3,5%. Há três meses, o FMI esperava crescimentos de 3,3% e 3,6% para os mesmos anos. "Ainda que seja uma revisão modesta de 0,1 ponto percentual para os dois anos em relação às nossas projeções de abril, ela vem depois de revisões negativas significativas. A revisão para 2019 reflete surpresas negativas para o crescimento em mercados emergentes e economias em desenvolvimento que compensam surpresas positivas em algumas economias avançadas", afirma em nota Gita Gopinath, economista chefe do FMI. "O crescimento global segue deprimido", diz o FMI no relatório. O órgão aponta que, desde a divulgação do relatório de abril, os Estados Unidos incrementaram as tarifas sobre determinadas importações da China, que por sua vez retaliou aumentando tarifas sobre produtos dos Estados Unidos. Com isso, a aceleração projetada para a economia global em 2020 é "precária", presumindo estabilização nos mercados emergentes e nas economias em desenvolvimento, e progresso na solução das tensões comerciais. "A projeção é de que que o crescimento melhore entre 2019 e 2020. Entretanto, cerca de 70% desse crescimento depende de uma melhora na performance de crescimento de mercados emergentes e economias em desenvolvimento, e portanto está sujeita a grandes incertezas", aponta Gita. O FMI adverte ainda que há riscos de piora nas estimativas – em caso de incremento nas tensões comerciais e tecnológicas que prejudiquem a confiança e desacelerem o investimento, entre outros. O que o PIB tem a ver com o nosso dia a dia?
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23/07 - Saraiva é alvo de 34 ações de despejo
Segundo a rede de livrarias, todas as ordens de despejo estão suspensas. Livraria Saraiva Divulgação A Saraiva, em recuperação judicial, é alvo atualmente de 34 ações de despejo, sendo que 28 tramitam em 1ª instância e seis na 2ª instância. Justiça aceita pedido de recuperação judicial da Saraiva As informações aparecem em comunicado divulgado na noite da última segunda-feira (22), em resposta a um questionamento da B3 sobre a necessidade de divulgação de fato relevante sobre o tema. Segundo a empresa, as informações não foram disponibilizadas ao mercado via fato relevante porque são públicas e estão disponíveis em Tribunais de Justiça. Além disso, as ações “ainda estão sub judice, sem qualquer impacto na operação da Saraiva até o momento”, diz o comunicado. Das ações de despejo que estão em 1ª instância, sete tiveram pedidos de liminar deferidos, mas três tiveram seu efeito suspenso, afirma a Saraiva. Na 2ª instância, as seis ações tiveram sentença procedente para concessão de despejo e três tiveram efeito suspensivo concedido. “Cumpre ressaltar, contudo, que todas as ordens de despejo estão suspensas por decisão superveniente proferida pelo juízo da recuperação judicial”,
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23/07 - TIM e Vivo assinam memorando para compartilhamento de infraestrutura
Empresas preveem compartilhar infraestrutura de 4G em cidades com menos de 30 mil habitantes. A TIM S.A., subsidiária da TIM Participações, e a Telefônica Brasil assinaram nesta segunda-feira (22) memorando de entendimento para iniciar discussões sobre compartilhamento de infraestrutura de rede, conforme comunicados ao mercado de ambas as companhias. O memorando prevê estabelecimento de novos acordos de compartilhamento de infraestrutura de rede 4G na faixa de 700Mhz, direcionados a cidades com menos de 30 mil habitantes, o que poderá ser, posteriormente, expandido a cidades maiores. As discussões também abrangem o compartilhamento de rede 2G no modelo 'single grid' e outras oportunidades de compartilhamento de rede em outras frequências e tecnologias, bem como outras oportunidades de eficiência e redução de custos em operação e manutenção de redes. "As companhias destacam os benefícios que podem resultar dessas discussões em relação à melhoria na qualidade de serviço para clientes de ambas as operadoras, bem como a eficiência na alocação de investimentos e nos custos operacionais", afirmaram nos respectivos comunicados. A TIM e a Vivo também ressaltaram que o memorando não cria uma joint venture ou qualquer parceria comercial ou relação formal de negócios, bem como não cria ou implica qualquer relacionamento exclusivo entre as partes.
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23/07 - Dólar opera em alta aguardando decisões de política monetária no Brasil e exterior
No dia anterior, a moeda norte-americana caiu 0,21%, a R$ 3,7377. Notas de dólar Reuters O dólar opera em alta nesta terça-feira (23), com mercados aguardando as decisões de política monetária de importantes bancos centrais mundiais nesta semana e na próxima. Às 16h44, a moeda norte-americana subia 0,91%, vendida a R$ 3,7718. Veja mais cotações. No dia anterior, a moeda norte-americana caiu 0,21%, a R$ 3,7377. Cenário externo Agentes financeiros concentravam as atenções nas decisões de política monetária que estão por vir, a começar pelo Banco Central Europeu. Há expectativa de que o BCE corte 0,10 ponto percentual em sua principal taxa de juros na quinta-feira. Na próxima semana, o Federal Reserve deve cortar a taxa de empréstimo norte-americana em 0,25 ponto percentual e, no mesmo dia, o Banco Central do Brasil divulga sua decisão de política monetária. O mercado monitora pistas sobre o rumo dos juros nos Estados Unidos porque, com taxas mais altas, o país se tornaria mais atraente para investidores. Isso motivaria uma tendência de alta do dólar em relação a moedas como o real. Mas se, ao contrário, o Fed decidir não aumentar os juros agora, recursos aplicados em outros mercados, como o brasileiro, tendem a não migrar para aos Estados Unidos, o que afastaria essa pressão de alta do dólar em relação a outras moedas. No exterior, o dólar também se valorizava um dia depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e líderes do Congresso chegarem a um acordo sobre uma extensão de dois anos ao limite da dívida, amenizando preocupações sobre um possível déficit do governo. Também havia razoável otimismo atrelado à disputa comercial entre EUA e China, após Trump se reunir com executivos de sete empresas de tecnologia e aceitou o pedido deles para conceder licenças pontuais do Departamento de Comércio para a chinesa Huawei, segundo a Casa Branca. Cenário local No panorama doméstico, os investidores se atentam para o anúncio da liberação das contas do Fundo de Garantia sobre Tempo de Serviço (FGTS), que deve frustrar as expectativas do mercado de uma injeção de ânimo na economia, com possível limite de saque a R$ 500 por conta neste ano. "Acredita-se que o potencial de incentivo econômico a ser gerado não terá um grande impacto e, consequentemente, não levará a possíveis revisões para cima a respeito do crescimento do PIB brasileiro de maneira relevante", afirmou a corretora H.Commcor, em nota. Ainda na cena local, o IPCA-15, considerado a prévia da inflação oficial, subiu 0,09% em julho, ante previsão de alta de 0,14% em pesquisa da Reuters. Conforme disse a Coinvalores em nota, a leitura contribui para que "apostas em torno de uma postura mais agressiva do Copom" ganhem fôlego, citando também que o menor impacto da liberação do FGTS para a atividade também corrobora a percepção de que o Copom dará início ao ciclo de corte da Selic no próximo dia 31.
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23/07 - Prévia da inflação fica em 0,09% em julho, diz IBGE
No ano, o IPCA-15 acumula alta de 2,42% e, em 12 meses, de 3,27%, resultado abaixo dos 3,84% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em julho de 2018, a taxa havia sido de 0,64%. Gasolina pressionou para baixo a prévia da inflação de julho Licia Rubinstein/Agência IBGE Notícias O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que é uma prévia da inflação oficial do país, ficou em 0,09% em julho, informou nesta terça-feira (23) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice ficou próximo ao registrado em junho (0,06%). É a menor taxa para o mês desde 2017 (-0,18%). Em julho de 2018, a taxa havia sido de 0,64%. No ano, o IPCA-15 acumula alta de 2,42% e, em 12 meses, de 3,27%, resultado abaixo dos 3,84% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores e dos 4,53% registrados em julho de 2018. Números do IPCA 15: Julho de 2019: 0,09% Junho de 2019: 0,06% Julho de 2018: 0,64% Acumulado no ano: 2,42% Acumulado nos 12 meses: 3,27% Influências A queda nos preços dos combustíveis voltou a pressionar o índice para baixo, mesmo com os aumentos das passagens aéreas e da energia elétrica. A maior influência negativa no índice de julho ficou com o grupo dos transportes, que caiu 0,44% em relação a junho, revertendo a alta de 0,25%. Os transportes foram responsáveis pelos principais impactos individuais tanto para baixo, devido ao preço da gasolina, com queda de 2,79%, quanto para cima, por conta das passagens aéreas, que cresceram 18,1%. Os demais combustíveis também tiveram recuo nos preços em julho, com o etanol a -4,55%, o óleo diesel a -1,59% e o gás veicular a -0,49%. Já o grupo habitação, que subiu 0,43%, foi responsável pela maior influência positiva no IPCA-15, com destaque para a energia elétrica (1,13%), que teve a sexta alta seguida. O aumento deste mês foi devido à entrada em vigor da bandeira amarela, que onera as contas de luz em R$ 1,50 a cada 100 quilowatts-hora consumidos. Entre os demais grupos que compõem o IPCA-15, alimentação e bebidas apresentou leve alta de 0,03%, após registrar queda de 0,64% em junho. Contribuíram a batata-inglesa (8,30%) e a cebola (12,81%). O grupo despesas pessoais teve variação de 0,48%, ante 0,11% em junho, com destaque para cabeleireiro (0,82%), empregado doméstico (0,24%), manicure (0,25%) e excursão (4,47%). Saúde e cuidados pessoais (0,34%) desacelerou em relação ao mês anterior (0,58%), especialmente por conta dos itens de higiene pessoal, cuja alta passou de 1,1% em junho para 0,14% em julho. O maior impacto individual no grupo veio do plano de saúde (0,8%). Veja a variação de todos os grupos: Alimentação e bebidas: 0,03 Habitação: 0,43 Artigos de residência: -0,06 Vestuário: -0,19 Transportes: -0,44 Saúde e cuidados pessoais: 0,34 Despesas pessoais: 0,48 Educação: 0,12 Comunicação: 0,14 Por regiões Duas regiões tiveram deflação em julho: Goiânia e São Paulo. O menor índice foi no município de Goiânia (-0,19%), em função da queda no preço da gasolina (-3,35%). São Paulo teve deflação de 0,06%. Já o maior resultado foi na região metropolitana do Rio de Janeiro (0,26%), devido à alta das passagens aéreas (22,93%). Belém e Brasília vêm em seguida: 0,25% e 0,22%, respectivamente. O IPCA-15 Para o cálculo do IPCA-15, os preços foram coletados entre 13 de junho e 12 de julho de 2019 (referência) e comparados com aqueles vigentes entre 16 de maio e 12 de junho de 2019 (base). O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA, a diferença está no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica. O IPCA-15 difere do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apenas no período de coleta, que abrange do dia 16 do mês anterior ao 15 do mês de referência, além da abrangência geográfica.
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23/07 - Santander Brasil tem lucro de R$ 3,4 bilhões no segundo trimestre
Resultado ficou próximo ao obtido nos três meses anteriores; no semestre, o lucro líquido societário foi de R$ 6,82 bilhões. Agência do Banco Santander em Campinas Reprodução EPTV O banco Santander Brasil registrou lucro líquido de R$ 3,41 bilhões no segundo trimestre deste ano, uma queda de 0,2% em relação aos três meses anteriores. Já o lucro gerencial, que exclui fatores extraordinários, alcançou R$ 3,635 bilhões, uma alta trimestral de 4,3%. No semestre, o lucro líquido societário foi de R$ 6,82 bilhões, enquanto o gerencial somou R$ 7,12 bilhões – um crescimento de 21% em 12 meses e de 4,3% em três meses. As receitas totais somaram R$ 31,269 bilhões nos seis primeiros meses do ano, uma alta de 7,1%, "influenciada principalmente pela margem de crédito, que foi impulsionada por maiores volumes médios". Já as despesas totais somaram R$ 10,316 bilhões no mesmo período, uma alta de 3,2%. A carteira de crédito, por sua vez, cresceu 9,3% em 12 meses, alcançando R$ 317,625 bilhões no final de junho de 2019. "A tendência segue com os segmentos de pessoa física e financiamento ao consumo apresentando desempenho superior ao da carteira de crédito total, com crescimento de 18,0% e 17,2% em doze meses, respectivamente. Como resultado, nossa participação de mercado em crédito atingiu 9,5% em maio/19, expansão de 0,4 p.p. em relação ao mesmo período do ano passado", aponta o Santander. Segundo o banco o número de clientes ativos totais alcançou 25,5 milhões em junho, uma alta de 12% em relação ao mesmo mês do ano passado.
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23/07 - Expectativa de inflação dos consumidores tem recuo em julho
Resultado reflete recuo dos preços dos alimentos, da gasolina, gás de botijão e das tarifas de energia elétrica, que compõem grande parte da cesta de consumo das famílias, diz FGV. Consumidor Divulgação/PortalIbre A expectativa dos consumidores para a inflação nos 12 meses seguintes recuou 0,1%, de 5,4% em junho para 5,3% em julho. Em relação ao mesmo mês do ano anterior, houve queda de 0,1 ponto percentual. “É provável que a ligeira queda da expectativa de inflação dos consumidores esteja refletindo os resultados favoráveis da inflação de junho, como o recuo dos preços dos alimentos, da gasolina, gás de botijão e das tarifas de energia elétrica, que compõem grande parte da cesta de consumo das famílias, principalmente daquelas de menor renda. Para os próximos meses, dado que a inflação segue controlada e que as projeções dos analistas continuam a cair, é possível que a expectativa dos consumidores mantenha a tendência de desaceleração”, afirma Renata de Mello Franco, economista da FGV/IBRE. A parcela dos consumidores que projetam valores abaixo da meta de inflação para 2019 (de 4,25%), aumentou de 33,4% em junho para 37,7% em julho. Já a proporção de consumidores projetando valores igual ou superior à meta de inflação para 2019 caiu 4,3 ponto percentual (p.p.), para 62,3%. Na análise por faixas de renda, as maiores quedas em julho nas expectativas para a inflação nos 12 meses seguintes ocorreram nos extremos. Para as famílias com renda familiar mensal até R$ 2.100, a expectativa diminuiu 0,3 p.p., para 5,9%, o menor valor desde julho do ano passado (5,8%). Para os consumidores de renda superior a R$ 9.600, o valor caiu 0,2 p.p., para 4,5%, o menor valor desde março deste ano. Expectativas de inflação dos consumidores Reprodução
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23/07 - Saneamento básico: maior parte das grandes cidades reinveste menos de 30% do que arrecada
Levantamento do Instituto Trata Brasil foi feito considerando as 100 maiores cidades do país. Baixo investimento compromete atendimento de água e esgoto e é sinal de má gestão, diz presidente executivo da ONG. Baixa capacidade de reinvestimento do dinheiro arrecadado prejudica expansão de serviços de saneamento básico para a população, aponta estudo Igor Mota A maior parte das grandes cidades do país tem um baixo nível de reinvestimento no setor de saneamento básico. Isso quer dizer que, do valor arrecadado, apenas uma pequena parcela é utilizada para fazer melhorias no serviço, como a manutenção e a troca de redes e a expansão dos atendimentos. A maior parte é gasta com pagamento de funcionários ou insumos, como produtos químicos. É o que mostra um estudo do Instituto Trata Brasil e da GO Associados divulgado nesta terça-feira (23) e feito com base nas 100 maiores cidades do Brasil, que concentram 40% da população do país, e nos dados mais recentes do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), referentes ao ano de 2017. Das 100 cidades, 70 reinvestem menos de 30% do que arrecadam no setor. Apenas 5 investem 60% ou mais na melhoria dos serviço – são tão poucas que são consideradas “outliers” pelo estudo, ou seja, atípicas ou “fora da curva” da tendência geral. Segundo Édison Carlos, presidente executivo do Instituto Trata Brasil, o baixo investimento no setor compromete o acesso da população aos serviços de água e esgoto. Isso porque, sem investimento, o sistema não avança para atender as pessoas que ainda não têm acesso e, sem manutenção, as redes existentes têm mais vazamentos ou falhas. "Está investindo em saneamento? Não? Então a cidade não vai sair daquela situação nunca. Uma cidade mais próxima da universalização pode até se dar ao luxo de usar o dinheiro arrecadado para virar caixa e lucro para acionista. O duro é a cidade em uma situação ruim que não investe nada do que arrecada porque o dinheiro vai pagar funcionário e produto químico", diz Édison Carlos, do Instituto Trata Brasil. O Brasil ainda apresenta quase 35 milhões de brasileiros sem acesso à água tratada e quase 100 milhões sem coleta de esgoto. Além disso, apenas 46% dos esgotos gerados nos país são tratados. Principal causa de poluição da água, falta de coleta de esgoto atinge 83% dos alagoanos e ameaça saúde e turismo Com 47,6% dos brasileiros sem coleta de esgoto, meta de universalização até 2033 é 'impossível', diz especialista As maiores cidades do país, que, segundo o estudo, deviam ser exemplo de evolução no setor por terem melhores condições econômicas e de infraestrutura para fazer planejamentos e grandes obras de saneamento, têm a maioria dos índices acima da média nacional, mas, mesmo assim, aquém do esperado (veja a comparação nos gráficos abaixo). Somente 46 cidades têm mais de 80% da população com coleta de esgoto, e mais de 80 têm perdas de água potável no sistema de distribuição superiores a 30%. Isso quer dizer que, a cada 100 litros de água tratada, 30 são perdidos em vazamentos e fraudes. Além disso, Édison Carlos destaca que o alto comprometimento do caixa com os gastos de folha de pagamento e de insumos é um sinal de má gestão das empresas prestadoras de serviços de água e esgoto. "O investimento para ampliar os serviços tem que vir da tarifa, não pode ficar dependendo de empréstimo de banco", afirma. "Se a empresa usa toda a arrecadação para pagar despesa e não sobra nada para investir, a gestão está errada. Pode ser uma empresa inchada, sem planejamento de gastos de energia elétrica e produtos. A arrecadação pode estar baixa, o que é sinal de inadimplência e de muita perda de água na distribuição. Com essas problemas, a empresa não consegue ter sobra para investir mesmo." Os problemas apontados por Édison Carlos podem explicar outro achado do estudo: um ciclo de investimento que pode ser tanto vicioso quanto virtuoso para o saneamento básico de cada cidade. Ou seja, municípios com melhores índices de acesso a água e esgoto investem mais do que os piores, que gastam muito pouco. Então os melhores continuam melhorando, e os piores seguem estagnados — ou, em alguns casos, piorando. Segundo o estudo, as 20 melhores cidades investiram quatro vezes mais que as 20 piores em cinco anos (entre 2013 e 2017). O investimento médio anual por habitante das melhores foi de R$ 84,61, contra R$ 25,02 das piores (veja mais informações na tabela abaixo). 20 melhores X 20 piores cidades "Existe uma política de saneamento de longo prazo nessas cidades com índices melhores. O mais interessante é que isso não se altera com a alternância política, o que é muito raro. A sociedade local já não permite mais retrocesso. então pressiona a gestão pública a manter o padrão alto", diz Édison Carlos. "São cidades que há tempo estão entre as melhores e que continuam investindo para manter o padrão." O mesmo acontece, porém, com o que o presidente executivo do instituto chama de "zona de rebaixamento", com cidades que também estão há anos entre as piores. "Investem pouco e têm empresas com situação deficitária, então não têm perspectiva de melhoria a não ser que mude algo relevante no sistema." Como estão entre as maiores cidades do país, mesmo as que têm os piores índices são superavitárias. Por isso, Édison Carlos sugere que o problema central do baixo investimento e dos baixos índices em saneamento está em um modelo de gestão ineficiente. "Mesmo grandes cidades que poderiam e deveriam ser modelos financeiramente saudáveis não são. Mas não existe lugar 'ruim' para investir em saneamento. Tem que investir para ter retorno." Para chegar ao fundo do problema da má gestão, o caminho não é fácil e envolve uma série de percalços políticos. "Primeiro, precisa olhar para a situação da empresa operadora na cidade. Qual é a capacidade de investimento que ela tem que fazer frente aos desafios da cidade?", questiona Édison Carlos. "Segundo, precisa ter uma cobrança por parte dos prefeitos, já que saneamento básico é de responsabilidade municipal. O prefeito não pode esperar eternamente a companhia avançar. Ele tem que procurar parceiro privado, tem que reorganizar o setor. Terceiro, o governador tem que colocar uma gestão profissional na empresa. Sem isso, a empresa não tem perspectiva nenhuma de mudança. E nem o saneamento básico." Investimento em saneamento básico no país é o mesmo de 2011, aponta ranking Ranking do saneamento O estudo também fez um ranking das 100 maiores cidades do país baseado nos diversos indicadores de saneamento básico, como acesso ao abastecimento de água e à coleta de esgoto, o percentual de esgoto tratado e investimentos e arrecadação do setor. Veja a lista abaixo: Franca (SP) Santos (SP) Uberlândia (MG) Maringá (PR) Vitória da Conquista (BA) Cascavel (PR) São José do Rio Preto (SP) Piracicaba (SP) São José dos Campos (SP) Niterói (RJ) Limeira (SP) Curitiba (PR) Ribeirão Preto (SP) Campinas (SP) Londrina (PR) São Paulo (SP) Ponta Grossa (SP) Goiânia (GO) Jundiaí (SP) Sorocaba (SP) Taubaté (SP) Suzano (SP) Palmas (TO) Mauá (SP) Petrolina (PE) Mogi das Cruzes (SP) Uberaba (MG) Campina Grande (PB) Praia Grande (SP) São José dos Pinhais (PR) Campo Grande (MS) João Pessoa (PB) São Bernardo do Campo (SP) Belo Horizonte (MG) Caruaru (PE) Montes Claros (MG) Taboão da Serra (SP) Porto Alegre (RS) Petrópolis (RJ) Campos de Goytacazes (RJ) Osasco (SP) Brasília (DF) Carapicuíba (SP) Contagem (MG) Boa Vista (RR) Anápolis (GO) Serra (ES) Feira de Santana (BA) Salvador (BA) Santo André (SP) Rio de Janeiro (RJ) Florianópolis (SC) Guarujá (SP) Caxias do Sul (RS) Diadema (SP) São Vicente (SP) Betim (MG) Cuiabá (MT) Vitória (ES) Governador Valadares (MG) Bauru (SP) Juiz de Fora (MG) Aparecida de Goiânia (GO) Itaquaquecetuba (SP) Paulista (PE) Aracaju (SE) Blumenau (SC) Camaçari (BA) Ribeirão das Neves (MG) Santa Maria (RS) Olinda (PE) Vila Velha (ES) Maceió (AL) Canoas (RS) Joinville (SC) Fortaleza (CE) Mossoró (RN) Caucaia (CE) Recife (PE) Pelotas (RS) Guarulhos (SP) Nova Iguaçu (RJ) São Luís (MA) Natal (RN) Teresina (PI) Várzea Grande (MT) Gravataí (RS) Cariacica (ES) São João de Meriti (RJ) Belém (PA) Duque de Caxias (RJ) São Gonçalo (RJ) Rio Branco (AC) Jaboatão dos Guararapes (PE) Belford Roxo (RJ) Macapá (AP) Santarém (PA) Manaus (AM) Ananindeua (PA) Porto Velho (RO)
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23/07 - Bolsonaro vai nesta terça à Bahia para inaugurar aeroporto sem a presença do governador Rui Costa
Viagem ocorre em meio à polêmica causada por uma declaração de Bolsonaro sobre governadores do Nordeste. Costa disse que evento será 'convenção político-partidária'. Aeroporto Glauber Rocha, novo terminal aéreo de Vitória da Conquista, foi isolado com tapumes para inauguração nesta terça-feira (23) Judson Almeida/TV Sudoeste O presidente Jair Bolsonaro participará nesta terça-feira (23) da inauguração do Aeroporto Glauber Rocha, em Vitória da Conquista (BA), na primeira viagem ao Nordeste após a polêmica causada pela declaração dele sobre governadores da região. A previsão é que Bolsonaro chegue à cidade às 10h45, e o evento ocorra às 11h. O aeroporto amanheceu cercado por tapumes. A viagem ocorre após o governador da Bahia, Rui Costa (PT), anunciar que não participará da inauguração do terminal porque a solenidade ficou restrita a poucos convidados, "como se fosse uma convenção político-partidária" (leia detalhes mais abaixo). O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Nelson Leal (PP), também informou que não participará, em solidariedade à decisão de Costa, assim como Paloma Rocha, filha do cineasta Glauber Rocha, que dá nome ao aeroporto. A viagem é a segunda de Bolsonaro ao Nordeste desde a posse. Na primeira, em maio, o presidente foi a Pernambuco para participar de reunião da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), em Recife, e inaugurou conjunto habitacional do Minha Casa, Minha Vida, em Petrolina, no Sertão. Bolsonaro sobre governadores do Nordeste: 'foi uma crítica de três segundos' 'Governadores de paraíba' Na sexta-feira (19), ao conversar com o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, Bolsonaro disse que "daqueles governadores 'de paraíba', o pior é o do Maranhão", acrescentando: "Tem que ter nada com esse cara". Bolsonaro disse no sábado (20) que a fala foi uma crítica aos governadores do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), e da Paraíba, João Azevêdo (PSB). Ainda na sexta, governadores do Nordeste divulgaram uma carta na qual cobraram explicações de Bolsonaro e afirmaram ter recebido "com espanto e profunda indignação” a declaração do presidente. No entendimento deles, Bolsonaro transmitiu "orientações de retaliação a governos estaduais". O Nordeste foi a única região na qual Bolsonaro não venceu no segundo turno da eleição presidencial de 2018. Na ocasião, Fernando Haddad (PT) obteve 69,7% dos votos válidos da região, contra 30,3% de Bolsonaro. Governador da Bahia diz que não vai à inauguração de aeroporto Governador e presidente da Assembleia ausentes Nesta segunda (21), o governador da Bahia, Rui Costa, anunciou que não participará da inauguração do aeroporto de Vitória da Conquista. Costa relatou em vídeo (veja acima) que convidou o governo federal para a inauguração, mas entende que a solenidade ficou restrita a poucos convidados, maior parte de apoiadores do presidente. O Palácio do Planalto não comentou a decisão do governador. "A medida anunciada é excluir o povo da inauguração, fazer uma inauguração restrita a poucas pessoas, escolhidas a dedo, como se fosse uma convenção político-partidária. Não posso concordar com isso", disse Costa. No vídeo, Costa também agradeceu os esforços do ex-governador da Bahia Jaques Wagner, atualmente senador, do ex-secretário de Infraestrutura Otto Alencar, também atualmente senador, e dos ex-presidentes Dilma Rousseff e Michel Temer. Segundo o governo da Bahia, o novo aeroporto teve investimento de R$ 106 milhões, com mais de R$ 31 milhões do orçamento estadual. A obra, segundo o governo, foi executada pelo estado. O presidente da Assembleia Legislativa, Nelson Leal,informou por meio de nota que não participaria em solidariedade a Rui Costa, e disse que esperava que o evento fosse um "momento suprapartidário".
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23/07 - Vale mais a pena consertar ou comprar um produto novo?
Em tempo de orçamento apertado, o conserto de eletrodomésticos e eletrônicos virou um hábito na vida de brasileiros. Quando vale a pena consertar e quando vale a pena comprar novo? Veja a reportagem e meu comentário abaixo: Em tempos de crise: vale mais a pena comprar ou consertar?
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23/07 - Anvisa deve votar nesta terça novo marco regulatório para classificação de agrotóxicos
Entre 2011 e 2018, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária realizou quatro consultas públicas sobre o tema. Consultas anteriores pediam maior clareza nas obrigações e a aproximação dos critérios de avaliação com os do Sistema GHS Pixabay A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deve votar nesta terça-feira (23) um novo marco regulatório para avaliação e classificação toxicológica de agrotóxicos. O tema está na pauta de uma reunião com a diretoria da Anvisa que começa às 10h, em Brasília. O documento da proposta que será colocada em votação não foi divulgado pela agência, mas, entre 2011 e 2018, quatro consultas públicas já foram realizadas sobre o tema. Nessas discussões, segundo o site da Anvisa, houve pedidos para que haja maior clareza nas obrigações da agência a respeito dos agrotóxicos, assim como já é feito com outras substâncias químicas, e para que o Brasil altere sua regulação para se aproximar do que acontece hoje em outros países. Avanço dos agrotóxicos O Ministério da Agricultura aprovou nesta segunda-feira (22) o registro de mais 51 agrotóxicos, totalizando 262 neste ano. O ritmo de liberação de novos pesticidas é o mais alto já visto para o período. Do total aprovado nesta segunda, sete são produtos formulados, ou seja, aqueles que os agricultores podem comprar em lojas de insumos agrícolas. O princípio ativo sulfoxaflor, que controla insetos que atacam frutas e grãos, como a mosca branca e o psilídeo, está em seis desses produtos. Maior consumidor de agrotóxicos A agricultura brasileira usou 539,9 mil toneladas de pesticidas em 2017, segundo os dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama). Isso representou um gasto de US$ 8,8 bilhões (cerca de R$ 35 bilhões no câmbio atual), de acordo com a associação que representa os fabricantes, a Andef. O Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo em números absolutos. Mas perde para Japão, União Europeia e Estados Unidos em quantidade de alimento produzida por área plantada, pois nesse caso, a aplicação de veneno pelo país é proporcionalmente menor. Ministério da Agricultura libera mais 51 agrotóxicos
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23/07 - Prefeitura de Tambaú abre inscrições de concurso para 11 vagas de várias áreas
Salários vão de R$ 1.360,04 a R$ 3.235,89, além de benefícios. Inscrições vão até 1º de agosto. Prefeitura de Tambaú Reprodução EPTV A Prefeitura de Tambaú (SP) abriu inscrições em concurso para preencher 11 cargos de seis áreas. Há vagas e nível superior, técnico e fundamental com salários que vão de R$ 1.360,04 a R$ 3.235,89, além de benefícios. Seis vagas são para médicos de diversas especialidades. As outras cinco são para terapeuta ocupacional, técnico em enfermagem, psicopedagogo, analista de gestão pública e pintor. Confira o edital do concurso e faça a inscrição. As inscrições são realizadas pela internet até 1º de agosto. Os valores são de R$ 30 para os cargos de níveis fundamental e técnico e de R$ 50 para os de nível superior, com exceção dos médicos que pagam R$ 100. Na região, a prefeitura de Aguaí (SP) também está com inscrições abertas até 25 de julho para concurso para formação de cadastro de reserva para 17 funções. Em Araraquara (SP), a Fungota abriu concurso para 115 vagas para atuação na Maternidade Gota de Leite, nas Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) e área administrativa. As inscrições serão realizadas exclusivamente no site até 16 de agosto. Veja mais notícias da região no G1 São Carlos e Araraquara.
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23/07 - Supersafra de grãos no Brasil deve passar de 240 milhões de toneladas
São 13 milhões a mais que na última safra. Mas produção esbarra na falta de locais para armazenamento e nas más condições das estradas para escoar os produtos. Brasil deve ter nova safra recorde de grãos A Companhia Nacional de Abastecimento está prevendo um novo recorde histórico na safra de grãos que o Brasil está colhendo agora. No campo, julho não é mês de férias. As máquinas que fazem a colheita trabalham até 13 horas por dia. “Perder tempo significa perder dinheiro, né”, diz o produtor rural Rodrigo Thomé. O produtor investiu em tecnologia e ainda teve uma forcinha do clima. Foram as chuvas que deixaram as espigas bonitas e mais pesadas. Isso significa maior produtividade. Um fenômeno que se espalhou pelos milharais e está resultando na maior safra da história. Só a produção de milho deve crescer mais de 34%. A produção de grãos no Brasil deve passar de 240 milhões de toneladas, 13 milhões a mais que na última safra. Tem muito produto no mercado, mas isso não derrubou os preços. “Teve um problema nos Estados Unidos muito grave. Plantio lá péssimo e a lavoura dos Estados Unidos se desenvolvendo muito lentamente. Então o que a gente tem? Preços remuneradores e altíssima produtividade. Isso é uma coisa raríssima no agro”, explica o consultor de mercado de grãos Enio Fernandes. Mas está faltando lugar para guardar tanto grão. O Brasil tem armazéns para estocar cerca de 170 milhões de toneladas. Para conseguir armazenar a produção desta safra, ainda faltam 70 milhões. “Nós estamos recebendo milho, mas não na velocidade que nós poderíamos receber, devido aos armazéns estarem com soja para ser industrializada até no final do ano”, conta Antonio Chavaglia, presidente de cooperativa de produtores. Além da falta de armazenamento, outro antigo problema fica mais evidente na hora de escoar esta safra recorde: as más condições das estradas. “Estamos tentando melhorar. O governo está preocupado com isso, com essa questão de armazenagem, entendendo que ainda precisamos trabalhar nisso. Mas isso, junto com a infraestrutura, com a questão de rodovias e ferrovias, nós estaríamos dando um ganho muito maior para o setor agro brasileiro”, disse Silvio Farnese, secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura. Mesmo com a falta de infraestrutura, a supersafra pode ajudar a melhorar o desempenho do Produto Interno Bruto - o conjunto de todos os bens e serviços produzidos pelo país num determinado período -, como já aconteceu em 2017. “Ajuda demais o PIB, porque nós vamos ter grandes exportações. Melhorando o PIB, melhora a economia”, destaca Luiz Carlos do Nascimento, superintendente da Conab-GO. O produtor rural Max Eugenio Arantes sabe que está terminando de colher uma safra histórica: “Não vai resolver todos os nossos problemas, não vai. Mas já vai ajudar grande parte. Eu, o comerciante, o caminhoneiro, todos vão se beneficiar do sistema”.
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23/07 - Celulares pré-pagos estão perdendo espaço para os pós-pagos no Brasil
Eles ainda mantêm a liderança por pouco, com 55% do total de linhas. Uso cada vez maior da internet e a oferta de planos mais vantajosos incentivam mudança de comportamento. Os brasileiros estão trocando os celulares pré-pagos pelos pós-pagos. O uso cada vez maior da internet no aparelho e a oferta de planos mais vantajosos incentivam a mudança de comportamento. Na linguagem da telefonia, pré-pago sempre foi sinônimo de maioria. E ainda é, mas esta liderança está ameaçada. Há 10 anos os pré-pagos ocupavam 80% do mercado. Em 2019, a participação caiu para menos de 55%. De janeiro a maio, 4,5 milhões de celulares pré-pagos foram desativados, enquanto 3,9 milhões de pós-pagos foram ativados, segundo a Anatel. As empresas de telefonia dizem que essa mudança está acontecendo por uma combinação de fatores. O motivo número 1 está diretamente ligado a novos tempos da vida e da economia. "Precisa ter dados, precisa ter uma certa consistência na qualidade desses dados e ele tem que estar (conectado) 24 horas, 7 dias por semana. Então, na verdade, o consumo de dados aumenta muito e esses planos pós-pagos oferecem planos mais completos para esse tipo de cliente”, explica Gabriela Derenne, diretora regional da operadora Claro. “Eu trabalho com vendas. Só a internet do pós-pago que vai me ajudar, até para fazer entrega também na rua, para acertar os endereços, não conseguia. Por isso que eu adquiri isso”, conta o entregador Marcos Valença. Ao mesmo tempo, tem a inovação dos equipamentos, mais conectados, trocando todo tipo de informação. A chamada "internet das coisas" também ajudou. “Por exemplo, as maquininhas de pagamento, cada maquininha dessas tem um chip lá dentro e cada chip tem uma assinatura pós-paga associada”, informou Roberto Guenzburger, diretor de marketing da Oi. Além disso, hoje as empresas de telefonia oferecem planos mais baratos e vantajosos, o que fez diminuir a prática antiga de ter vários chips de pré num mesmo telefone.
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22/07 - Equifax faz acordo para pagar R$ 2,6 bi por vazamento de dados de clientes nos EUA
Caso da empresa de gestão de crédito, que aconteceu em 2017 e afetou 147 milhões de clientes, pode preceder novas regras de segurança de dados. Escritório da Equifax em Atlanta, nos EUA. Empresa é a terceira maior firma de gestão crédito do país. Tami Chappell/Reuters A empresa de gestão de crédito Equifax vai pagar até US$ 700 milhões (o equivalente a R$ 2,6 bilhões) para encerrar o processo e ressarcir consumidores prejudicados após um enorme vazamento de informações de clientes em 2017. O acordo pode preceder novas regras de segurança de dados. Cerca de 147 milhões de pessoas tiveram informações pessoais, incluindo número de seguro social e carteira de motorista, acessadas após um ciberataque. Os invasores nunca foram identificados. Embora a Equifax tenha dito nesta segunda-feira (22) não ter evidências de que as informações roubadas foram usadas em roubos de identidade, os reguladores disseram que a empresa não fez o bastante para proteger os dados e enganou os consumidores. O escândalo deixou a empresa numa crise, levando à saída de seu então presidente-executivo, Richard Smith, e várias audiências no Congresso dos EUA, já que a lentidão da empresa em divulgar as violações e práticas de segurança foi questionada pelos legisladores. O maior acordo da história envolvendo violação de dados encerrará vários processos abertos contra a Equifax por parte de órgãos federais e estatais norte-americanos. Ele também resolve processos judiciais pendentes contra a empresa. British Airways é multada em US$ 230 milhões por caso de roubo de dados de passageiros França multa Google em 50 milhões de euros por violação de lei de privacidade na UE
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22/07 - Hospital Dr. Jayme Santos Neves abre seleção para preencher 32 vagas
Seleção inclui quatro áreas da saúde: técnico de enfermagem, técnico de imobilização ortopédica, enfermeiro e médico do trabalho, além de uma vaga para área administrativa. Hospital Dr. Jayme Santos Neves Reprodução/TV Gazeta A semana começa com 32 oportunidades de emprego no Hospital Estadual Dr. Jayme Santos Neves, na Serra. O processo seletivo inclui quatro áreas da saúde: técnico de enfermagem, técnico de imobilização ortopédica, enfermeiro e médico do trabalho, além de uma vaga para área administrativa. Como concorrer a uma vaga Para concorrer ao cargo de técnico de enfermagem é preciso ter curso completo de Técnico em Enfermagem, registro ativo no conselho de classe (Coren) e disponibilidade para trabalhar por escala (incluindo finais de semana e feriados). Aqueles que desejam se inscrever para o cargo de enfermeiro precisam apresentar curso superior completo em Enfermagem, registro ativo no conselho de classe (Coren), além de disponibilidade para trabalhar por escala (incluindo finais de semana e feriados). Para o cargo de técnico de imobilização ortopédica, o profissional deve ter ensino médio completo e curso de imobilização ortopédica de 200 a 400 horas/aula. Ainda é desejável que tenha noções de patologia. Para o cargo de médico do trabalho, o profissional precisa do curso superior em Medicina, especialização em Medicina do Trabalho e registro ativo no Conselho Regional de Medicina (CRM). A vaga para a área administrativa é para o cargo de gerente administrativo. Os interessados devem apresentar graduação plena, registro ativo no conselho de classe e pós-graduação ou MBA. É interessante ainda vivência de cinco anos na área, desejável conhecimento em gestão de pessoas e processos, gestão na área da saúde, custos e orçamentos. Para se candidatar, os profissionais podem acessar o site www.evangelicovv.com.br e clicar no link Hospital Estadual Dr. Jayme Santos Neves, para cadastrarem os currículos na aba “Trabalhe Conosco”. Veja o plantão de últimas notícias do G1 Espírito Santo
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22/07 - Diretoria da ANTT suspende tabela de frete dos caminhoneiros publicada na semana passada
Com a suspensão, voltam a valer regras da tabela editada em maio de 2018, quando se encerrou a greve da categoria. Ministro anunciou nova rodada de negociação com caminhoneiros. ANTT suspende nova tabela de frete rodoviário Após pressão de caminhoneiros, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) decidiu nesta segunda-feira (22) suspender a resolução publicada na última quinta-feira (18) que estabelecia novas regras para o cálculo do piso do frete rodoviário. A categoria, segundo o governo federal, ameaçava voltar a cruzar os braços, caso não fosse revista a metodologia implementada na resolução da semana passada. Com a decisão, voltará a vigorar as regras definidas na tabela de frete editada em 31 de maio de 2018, quando se encerrou a greve dos caminhoneiros que paralisou o país por quase duas semanas. Agência de transportes suspende tabela de frete a pedido do governo Na ocasião, para pôr fim ao movimento que bloqueou estradas e comprometeu o abastecimento de combustível, de medicamentos e de alimentos em todo o Brasil, o governo Michel Temer negociou com os representantes da categoria uma tabela com valores mínimos para os serviços de transporte rodoviário. CRONOLOGIA: greve dos caminhoneiros A decisão de suspender a tabela anunciada na semana passada foi tomada na tarde desta segunda-feira em uma reunião extraordinária da diretoria colegiada da agência. O texto entrou em vigor assim que foi publicada na noite desta segunda uma edição extraordinária do "Diário Oficial da União". Governo suspenderá nova tabela de frete após pressão dos caminhoneiros Mais cedo, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, disse ao G1 que solicitou formalmente à ANTT a suspensão cautelar da resolução da última quinta para abrir uma nova rodada de negociação com os representantes dos caminhoneiros. A previsão é de que a primeira reunião com a categoria ocorra já nesta quarta-feira (24). O ministro da Infraestrutura, Tarcisio de Freitas Evaristo Sá/AFP No início da noite, o porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros, afirmou em uma entrevista coletiva no Palácio do Planalto que, desde domingo (21), o presidente Jair Bolsonaro monitorava "de perto" a repercussão negativa que a nova tabela gerou entre os caminhoneiros. Segundo o porta-voz, havia a possibilidade de uma nova greve da categoria, caso a resolução continuasse em vigor. "O presidente, desde ontem, vem acompanhando de perto os fatos referentes a esta possibilidade [paralisação de caminhoneiros]. Ele está bastante confiante e que haja um avanço para que se chegue a bom porto na quarta-feira", declarou Rêgo Barros. 'Insatisfação' dos caminhoneiros A nova tabela para cálculo do frete mínimo, que passou a valer no último sábado (20), foi elaborada em parceria com o Grupo de Pesquisa e Extensão em Logística Agroindustrial – ligado à Universidade de São Paulo (USP). As regras, porém, foram alvo de críticas de caminhoneiros. Em nota divulgada nesta segunda-feira, o Ministério da Infraestrutura justificou a decisão de suspender a última tabela de frete com o argumento de que foi observada "insatisfação em parcela significativa dos agentes de transporte" e que "diferenças conceituais quanto ao valor do frete e o piso mínimo" devem ser novamente discutidas com a categoria. Um dos líderes da greve de 2018, o caminhoneiro Wanderlei Alvez, conhecido como Dedeco, foi um dos integrantes da categoria que criticaram a tabela anunciada na semana passada. Na avaliação dele, a resolução só considerou para o cálculo do piso do frete os custos do transporte, e não incluiu a remuneração do caminhoneiro. "Não existe remuneração. Existe um campo para colocar qual o lucro o caminhoneiro quer receber, mas o embarcador não vai pagar porque não é obrigatório", reclamou Dedeco, antes de a diretoria da ANTT decidir suspender a resolução da semana passada. Segundo ele, a categoria ficou mais calma nesta segunda-feira após o governo sinalizar que iria revogar a última edição da tabela de frete rodoviário. O caminhoneiro afirmou que a categoria espera resolver esse impasse na reunião agendada para quarta-feira com o ministro da Infraestrutura. Tabela suspensa A resolução suspensa pela diretoria da ANTT previa que 11 categorias de cargas seriam usadas no cálculo do frete mínimo e ampliava os itens considerados no cálculo da tabela. Além da distância percorrida, o cálculo do frete mínimo também considerava, entre outros itens, o tempo de carga e descarga do caminhão, custo com depreciação do veículo, remuneração do caminhoneiro, impostos. Initial plugin text
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22/07 - Associação pede ao STF para suspender lei de Goiás que permite exportação de amianto
Lei foi sancionada na semana passada; STF já proibiu produção, venda e uso de materiais com amianto. Relator é Alexandre de Moraes, mas, em razão do recesso, Toffoli pode analisar. Governo de Goiás sanciona lei que autoriza extração do amianto A Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender a lei sancionada pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado, que permitiu a extração do amianto crisotila para exportação. Em 2017, o Supremo proibiu a produção, a venda e o uso de materiais com amianto por entender que o material representa riscos à saúde. Posteriormente, uma decisão liminar (provisória), porém, permitiu a exploração do material até o ano passado, e o STF ainda precisa concluir o julgamento de recursos sobre o tema, o que não tem data prevista. O pedido da ANPT tem como relator o ministro Alexandre de Moraes. Em razão do recesso do Poder Judiciário, o caso pode ser analisado pelo presidente da Corte, ministro Dias Toffoli. Entenda o caso A Ação Direita de Inconstitucionalidade (ADI) foi protocolada na sexta-feira (19) pela associação e registrada no sistema do STF nesta segunda (22). Segundo a ANPT, o plenário do STF "reconheceu de forma contundente (que) o conhecimento científico consolidado há décadas a respeito da lesividade do amianto em todas as suas variedades (inclusive o crisotila), bem como a inexistência de limites seguros para a exposição ao referido minério". O pedido da associação, assinado pelo advogado Mauro Menezes, aponta ainda "riscos elevados de contaminação" não apenas para os trabalhadores inseridos na cadeia produtiva, mas também para os familiares deles; para as populações vizinhas às minas e às fábricas; e para os consumidores em geral.
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22/07 - Pepsico seleciona profissionais que estão fora do mercado há mais de 2 anos
Contrato é para período de 3 meses, com possibilidade de efetivação. Pepsico é dona de marcas Pepsi, Doritos, Ruffles e Toddynho AP A Pepsico está selecionando profissionais que estão fora do mercado de trabalho há no mínimo dois anos para trabalhar por três meses na empresa. Há possibilidade de efetivação após esse período. As inscrições podem ser feitas no site da companhia. As vagas são para coordenador de eventos, gerente de qualidade, consultor de recrutamento e seleção, consultor de recursos humanos e coordenador contábil. As posições são para a sede da empresa, em São Paulo, ou para escritórios em Itu e Campinas. A iniciativa faz parte de um projeto global da empresa, chamado Ready to Return (ou 'pronto para voltar', em inglês), que está em sua segunda edição no Brasil. O motivo do afastamento do mercado de trabalho pelo candidato pode ser variado, da dedicação à maternidade até um período sabático. "Muitas mães deixam as carreiras de lado para se dedicarem 100% à família. O mesmo pode acontecer com mulheres e homens que deixam seus empregos para acompanhar os cônjuges em mudanças de cidade ou país. Ou mesmo pessoas que tiraram um tempo para se dedicar aos estudos ou quiseram aproveitar de um período sabático", diz o anúncio no site da Pepsico. Durante os três meses, os selecionados trabalharão em projetos relacionados às suas áreas e receberão mentoria, treinamentos e benefícios. Os salários serão "correspondentes aos cargos ocupados", segundo a empresa. A Pepsico é dona de marcas de alimentos como Pepsi, Doritos, Ruffles e Toddynho.
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22/07 - Liberação do FGTS terá 'impacto substancial' na economia, diz secretário
Segundo Waldery Rodrigues, medidas não incluirão mudança na multa de 40% para demissões sem justa causa. Ele repetiu que saques não impactarão financiamento de habitações. O secretário especial da Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, em imagem do último dia 8 de julho Albino Oliveira/Ministério da Economia O secretário de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, afirmou nesta segunda-feira (22) que a liberação de recursos de contas ativas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), a ser anunciada nos próximos dias, terá um impacto "considerável" e "substancial" na economia brasileira. O valor do impacto, porém, não foi detalhado pelo secretário. Recentemente, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que os saques do FGTS e PIS-Pasep devem liberar R$ 63 bilhões aos trabalhadores. Em um momento de economia fraca, os recursos podem ajudar a recuperação do PIB e, também, da taxa de emprego. De acordo com Guedes, atualmente há 262 milhões de contas de trabalhadores no FGTS. "O que traremos são medidas que ajudarão sobremaneira os recursos que hoje estão com os trabalhadores, e têm uma remuneração aquém do devido", disse o secretário. "O impacto vai ser considerável na economia, substancial, e será tanto no curto prazo, com medida que afetará a demanda do ponto de vista alocacional. Recursos que serão dados aos cotistas (...) E estrutural no médio prazo, de maneira bastante densa", complementou Rodrigues. Ele negou que as medidas, que têm previsão de anúncio na quarta-feira (24), envolvam alterações na multa de 40% por demissão sem justa causa. No último domingo (21), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o governo "pode pensar", no futuro, em reduzir a multa. "A multa, em princípio, as informações que temos, não será trazida nessa primeira medida a ser anunciada nesta semana", afirmou o secretário. Segundo Waldery Rodrigues, os estudos sobre o assunto estão bastante avançados, e só faltam algumas definições de "ponto de vista operacional". O secretário acrescentou, ainda, que esse não será "um repeteco [do que fez o ex-presidente Michel Temer], uma 'reprise' do que foi feito há tempos atrás'. "Contemplam o lado da oferta", acrescentou ele. No ano passado, o então presidente Michel Temer liberou o saque de contas inativas do FGTS. Setor de construção O secretário disse ainda que o financiamento ao setor de construção civil, para obras habitacionais, de saneamento básico e de infraestrutura, não será prejudicado pela liberação de recursos aos trabalhadores. Parte do saldo total das contas do FGTS é utilizada pelo governo para financiar linhas de crédito nas áreas de habitação, saneamento básico e infrasestrutura. "Sabemos da importância desse setor. Nesse momento, preservaremos na íntegra a capacidade de financiamento a esse setor. A diretriz é uma melhoria de acesso aos recursos do trabalhador, sem afetar em particular o setor de construção", declarou Waldery Rodrigues. Do orçamento de R$ 85,5 bilhões aprovado para 2018 pelo Conselho Curador do FGTS, R$ 69,4 bilhões foram destinados para a área de habitação. A maior parte desse montante teve como destino a habitação popular (R$ 62 bilhões) e R$ 5 bilhões a linha de crédito imobiliário Pró-Cotista. Já o orçamento destinado para saneamento e infraestrutura foi de R$ 6,8 bilhões e 8,6 bilhões, respectivamente.
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22/07 - Huawei teria secretamente ajudado Coreia do Norte a construir e manter rede sem fio, diz jornal
Se for confirmado, envolvimento da Huawei com a Coreia do Norte pode complicar a já turbulenta imagem da empresa nos Estados Unidos. Bandeira norte-coreana em frente a um conjunto residencial em Pyongyang Creative Commons CC0 A Huawei, gigante chinesa de tecnologia, secretamente ajudou a Coreia do Norte a construir e manter sua rede de comunicação sem fio, publicou o jornal "Washington Post" nesta segunda-feira (22), citando fontes e documentos. A companhia chinesa teria feito parceria com a estatal chinesa Panda International Information Technology, em uma série de projetos na Coreia do Norte ao longo de 8 anos, publicou o jornal. Huawei e Panda teriam deixado o escritório que ocupavam em Pyongyang no primeiro semestre de 2016, de acordo com a publicação. Essa parceria gera dúvidas sobre se a Huawei — que tem utilizado tecnologia de empresas dos EUA em seus componentes — violou controles de exportação norte-americanos para fornecer equipamentos à Coreia do Norte. Recentemente, a Huawei foi colocada em uma lista de proibição comercial dos Estados Unidos sob preocupações de segurança nacional e está proibida de comercializar componentes e softwares com empresas dos EUA. Secretário dos EUA diz que presidente da Huawei mente sobre laços com governo da China O governo de Donald Trump cita preocupações de que a empresa era usada para atividades de espionagem de Pequim para justificar a inclusão da Huawei na lista. A inclusão da companhia na lista impede que empresa norte-americanas vendam componentes para a Huawei sem licenças especiais. EUA dizem que darão licenças de vendas para Huawei se segurança nacional for protegida Procurada pela Reuters, a Huawei não comentou o assunto de imediato, mas disse em comunicado ao "Washington Post" que "não tem presença de negócios" na Coreia do Norte. Não foi possível contatar a estatal Panda. O Departamento de Comércio dos EUA, que também não comentou o assunto, investiga possíveis conexões entre Huawei e Coreia do Norte desde 2016, mas até agora, segundo o jornal, não relacionou as duas partes publicamente.
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22/07 - Argentina aplica medidas para evitar saltos na inflação e no dólar
Índice inflacionário recuou levemente em junho, mas continua alto, a 55,8% no acumulado de 12 meses. Casa Rosada, sede da presidência argentina, em março de 2019 Reuters/Agustin Marcarian O Banco Central da Argentina aplicou, nesta segunda-feira (22), medidas técnicas para evitar que a inflação aumente e para manter o sistema financeiro calmo. O índice inflacionário recuou levemente em junho, mas continua alto, a 55,8% no acumulado de 12 meses, enquanto a taxa da câmbio parou de pular, e está em torno de 43,63 pesos por dólar nesta segunda-feira. A taxa básica de juros está perto de 60%, uma das maiores do mundo. ENTENDA a crise na Argentina O BC anunciou mudança na determinação dos requisitos de reservas bancárias e decidiu manter em 58% a taxa mínima das chamadas Letras de Liquidez (Leliq) até serem divulgados novos dados sobre a inflação. Analistas do mercados apontaram que o objetivo das medidas é conservar certa calma em uma economia que está em recessão há mais de um ano, com a aproximação das eleições primárias obrigatórias de 11 de agosto e das presidenciais de 27 de outubro. A oposição ameaça a tentativa de reeleição do atual presidente Mauricio Macri. Os instrumentos anunciados "garantirão que a política monetária se mantenha orientada a garantir um caminho contínuo de redução da inflação e um bom funcionamento do sistema financeiro", disse nas redes sociais Gerry Rice, principal porta-voz do Fundo Monetário Internacional (FMI). O Banco Central reorganizou a meta mensal de base monetária por uma nova média bimestral que compense as eventuais altas e quedas de cada mês. O controle à circulação de dinheiro é uma das medidas de ajuste pedidas pelo FMI. Deste modo, procura-se "cumprir com a meta de base monetária", pactuada com o Fundo no âmbito de um empréstimo em stand by de US$ 57 bilhões até 2021. Outro objetivo é estabelecer que a taxa de rendimento a bancos e donos de poupança não fique abaixo de 58% a curto prazo - para manter a taxa de câmbio estável e desestimular a compra de dólares por investidores.
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