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14/04 - Presidente do BNDES vê PPPs como '3ª opção' e descarta avanço do modelo nos próximos anos
“A situação fiscal do governo federal e dos Estados é muito apertada. Para estruturar PPPs, ponto crítico agora é garantir o investimento do lado do governo”, disse Gustavo Montezano. Presidente do BNDES, Gustavo Montezano. Reprodução O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, disse nesta terça-feira que as parcerias público-privadas (PPPs) são a terceira opção da instituição para atração de investimentos ao Brasil e que não conta com um avanço desse modelo de negócios nos próximos anos, ao contrário do grande número de privatizações e concessões esperadas. "Naturalmente, nós preferimos as privatizações como primeira opção, depois as concessões, e a PPP como terceira opção", disse Montezano no seminário online “Projetos de Infraestrutura no Brasil: Oportunidades e Desafios para Investidores”, organizado pelo Campos Mello Advogados, o DLA Piper e a Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos. "Como vemos hoje, e especialmente depois dessa crise que vivemos, a situação fiscal do governo federal e dos Estados é muito apertada. Para estruturar PPPs, o ponto crítico agora é como garantir o investimento do lado do governo. É por isso que não vemos ainda um crescimento das PPPs no Brasil, e eu ficarei surpreso se virmos um aumento na quantidade de PPPs nos próximos anos", explicou. Montezano disse que o Brasil "provavelmente" é hoje o país com o maior pipeline de projetos abertos à iniciativa privada no mundo. Em 2020, a carteira de projetos de desestatização do BNDES chegou a 121 ativos (44 federais, 69 estaduais e 8 municipais). Quando divulgou os resultados do ano passado, o banco disse que eram estimados R$ 223 bilhões em capital mobilizado, entre investimento e outorgas. O presidente do BNDES afirmou ainda que o BNDES pode "entregar mais" funcionando como um prestador de serviços ao Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do governo federal. Em sua avaliação, o PPI, que tem cinco anos, chega agora à sua maturidade, enquanto o BNDES, como modelador de projetos, deve chegar a esse patamar nos próximos dois ou três anos. "Quando analisamos as perspectivas de leilões, haverá demanda para bons projetos em setores com regulação apropriada", disse ele no evento voltado a investidores estrangeiros. Montezano afirmou ainda que o Brasil caminha para uma "completa revolução" dos negócios de infraestrutura, baseado em um ambiente de disciplina fiscal, boa regulação e bons projetos. "Poucos países no mundo têm uma governança federal com essa disciplina de desenvolvimento de projetos", disse.
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14/04 - Ministério da Agricultura registra 39 agrotóxicos genéricos para uso dos agricultores
Todos utilizam ingredientes ativos registrados anteriormente no país, segundo o governo. Número de agrotóxicos registrados em 2021 chega a 106. TV Globo O Ministério da Agricultura liberou mais 39 agrotóxicos na última terça-feira (13) para uso dos agricultores, segundo publicação no Diário Oficial. Todos eles são genéricos, ou seja, utilizam ingredientes ativos já registrados anteriormente no país. Por que a produção de alimentos depende tanto de agrotóxicos? De acordo com o Ministério, dos 39 produtos registrados, 25 são químicos. Os outros 14 são considerados de baixo impacto, dentre os quais 4 são biológicos. Nos últimos 10 são classificados como semioquímicos e podem ser considerados reguladores de crescimento e atípicos, por terem diferentes funções nos cultivos. Deles, 5 são a base de hormônios e a outra metade, voltada para a agricultura orgânica, é a partir dos produtos microbiológicos Beuveria, Bacillus e Baculovirus e também de Terra Diatomácea, um pó retirado de um tipo especifico de rocha. Pela legislação brasileira, tanto produtos biológicos utilizados na agricultura orgânica quanto químicos utilizados na produção convencional são considerados agrotóxicos. Total de registros em 2021 O Ministério da Agricultura registrou 106 agrotóxicos em 2021 até esse momento. As novas liberações se somam às 67 últimas realizadas em fevereiro passado. Como reduzir os resíduos de agrotóxicos antes de comer frutas, legumes e verduras Registros em 2020 No ano passado, foram, ao todo, 493 registros, segundo apurações do G1 baseadas em publicações no Diário Oficial da União. Este é o maior número documentado pelo Ministério da Agricultura, que compila esses dados desde 2000. Com este recorde, 2020 superou em 4% as aprovações de agrotóxicos de 2019, quando foram liberados 474 pesticidas — um recorde até então. Os registros vêm crescendo ano a ano no país desde 2016. Registro de agrotóxico em 2020. Arte/G1 Novo método de divulgação O governo alterou a forma de divulgação do registro de agrotóxicos em 2019. Até então, o ministério anunciava a aprovação dos pesticidas para a indústria e para os agricultores no mesmo ato dentro do "Diário Oficial da União". Relator no STF suspende portaria que muda regra para registro de agrotóxicos A sistema passou a levar em conta a aprovação dos dois tipos de agrotóxicos: os que vão para indústria e os que vão para os agricultores. Segundo o Ministério da Agricultura, a publicação separada de produtos formulados (para os agricultores) e técnicos (para as indústrias) tem como objetivo "dar mais transparência sobre a finalidade de cada produto". Como funciona o registro A permissão para um novo agrotóxico no país passa por 3 órgãos reguladores: Anvisa, que avalia os riscos à saúde; Ibama, que analisa os perigos ambientais; Ministério da Agricultura, que analisa se ele é eficaz para matar pragas e doenças no campo. É a pasta que formaliza o registro, desde que o produto tenha sido aprovado por todos os órgãos. Tipos de registros de agrotóxicos: Produto técnico: princípio ativo novo; não comercializado, vai na composição de produtos que serão vendidos. Produto técnico equivalente: "cópias" de princípios ativos inéditos, que podem ser feitas quando caem as patentes e vão ser usadas na formulação de produtos comerciais. É comum as empresas registrarem um mesmo princípio ativo várias vezes, para poder fabricar venenos específicos para plantações diferentes, por exemplo; Produto formulado: é o produto final, aquilo que chega para o agricultor; Produto formulado equivalente: produto final "genérico". VÍDEOS: tudo sobre agronegócios
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14/04 - Governo publica decreto que inclui Correios no programa de privatização
Ministério da Economia avalia que privatização é necessária para que a empresa receba investimentos, seja modernizada e contribua para geração de empregos e renda para o país. O governo publicou no "Diário Oficial da União" desta quarta-feira (14) um decreto presidencial que inclui a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) no Programa Nacional de Desestatização (PND). Segundo o governo, a medida visa dar continuidade aos estudos necessários à privatização da empresa. No fim de fevereiro, o presidente Jair Bolsonaro foi pessoalmente ao Congresso entregar o projeto de lei para desestatização da estatal, em uma tentativa de sinalizar que o governo segue comprometido com a agenda de privatizações. VÍDEO: 'Correios perdem a cada dia um pedaço maior desse mercado', diz Ana Flor A privatização dos Correios é uma das prioridades do Ministério da Economia. A estatal acumulou prejuízo de R$ 3,943 bilhões entre 2013 e 2016, mas desde 2017 vem registrando resultados positivos nos balanços anuais. O governo tem dito que as políticas públicas que são concretizadas por meio das entregas dos Correios, como vacinação e livros didáticos, não serão prejudicadas com a desestatização da empresa. “A desestatização dos Correios é necessária para que a empresa receba os investimentos que o setor demanda, alcance mais mercados, seja modernizada e contribua para a geração de mais empregos e renda para o país”, afirmou a secretária especial do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Martha Seillier. Modelo de venda O processo de modelagem da venda da empresa estatal está previsto para ser concluído em agosto de 2021, informou a área econômica, mas o cronograma de implementação do novo modelo dependerá da aprovação de projeto de lei pelo Congresso Nacional. O processo de desestatização inclui, ainda, a análise pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a participação da sociedade e do mercado por meio de audiências públicas, acrescentou o Ministério da Economia. "Por fim, os estudos e o edital serão remetidos para o Tribunal de Contas da União (TCU) para avaliação. Após a aprovação pelo órgão de controle, o edital para a realização do certame poderá ser publicado", informou o Ministério da Economia. Segundo a jornalista Ana Flor, comentarista da GloboNews e colunista do G1, os Correios perderam espaço no mercado de entregas e encomendas em 2020, ano em que as compras online tiveram grande impulso por causa da pandemia. Fontes da estatal relataram ao blog que o setor de encomendas, a parte rentável da empresa, teve demanda 12% maior em 2020 comparado a 2019, mas o setor cresceu 15%. A empresa atribui às amarras burocráticas estatais a dificuldade de competir com concorrentes privados. VÍDEOS: assista a mais notícias sobre economia
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14/04 - Processos seletivos de instituições de ensino e prefeituras buscam professores e estagiários
Chances são em Dracena, João Ramalho, Rancharia, Rosana, Santo Anastácio e Teodoro Sampaio. Inscrições devem ser feitas pela internet. Escola Técnica Estadual Deputado Francisco Franco, em Rancharia Reprodução Para quem busca ingressar no funcionalismo público, nesta quarta-feira (14), há oportunidades para professores em unidades da Escola Técnica Estadual (Etec) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e para estagiários nas prefeituras de João Ramalho e Santo Anastácio. Etecs O processo seletivo das unidades da Etec é para a formação de cadastro reserva para a contratação temporária de professor de ensino médio técnico. Conforme os editais, as chances são para: Dracena: oportunidade disponível na disciplina de bioquímica dos alimentos. Rancharia: Administração da Produção e Serviços (para a Habilitação Administração) e Língua Portuguesa e Literatura (BNC/BNCC/ETIM/MTec/EM com Ênfases). Teodoro Sampaio: disciplinas de Instalação e Manutenção de Computadores, e Programação para Web II. As inscrições seguem até o dia 21 de abril e devem ser feitas pela internet. A remuneração oferecida é de R$ 18,35 por hora-aula. Unesp de Rosana A Unesp de Rosana oferece uma vaga para professor substituto. São 12 horas semanais para lecionar as disciplinas de agenciamento de viagens e turismo, gestão do uso público em unidades de conservação, transporte e turismo, e turismo em áreas naturais. As inscrições vão até as 23h59 do dia 26 de abril pelo site. O valor da inscrição é de R$ 108. Cadastro reserva de estagiários A Prefeitura de João Ramalho abriu processo seletivo para estudantes de cursos técnicos e superior. Em parceria com o Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee), a seleção é voltada para os alunos dos cursos de: Administração Ciências Contábeis Educação Física (bacharel e licenciatura) Enfermagem Engenharia Civil Engenharia Ambiental/Engenharia Florestal/Engenharia Agronômica/Engenharia Biossintética Farmácia Pedagogia Psicologia Sistemas de Informação/Análise e Desenvolvimento de Sistemas/Desenvolvimento Web/Ciências da Computação/Gestão de Tecnologia da Informação/Redes de Computadores/Licenciatura em Informática Serviço Social Técnico em Agropecuária/Técnico em Meio Ambiente/Técnico em Agronomia A oportunidade é para quem está cursando a partir do primeiro semestre. A bolsa-auxílio oferecida é de R$ 1.045 para carga horária de seis horas diárias e 30 horas semanais. Também é oferecido auxílio-transporte de R$ 55 por mês. Os interessados devem se inscrever pela internet, no site do Ciee até às 12h do dia 22 de abril. A prova vai ser feita on-line. A Prefeitura de Santo Anastácio também tem processo seletivo para estudantes do ensino superior. Também pelo Ciee, as oportunidades oferecidas são para as graduações de: Administração de Empresas Agronomia Arquitetura e Urbanismo Ciências Contábeis Direito Engenharia Civil Engenharia Ambiental Educação Física – Licenciatura ou bacharelado Farmácia Nutrição Pedagogia Psicologia Ciência da Computação/Análise e Desenvolvimento de Sistemas/Sistemas para Internet Serviço Social Terapia Ocupacional A remuneração é de R$ 550 para 20 horas semanais. O auxílio-transporte é de R$ 10 por dia. As inscrições seguem até as 12h do dia 22 abril, no site do Ciee. Também há prova on-line. VÍDEOS: Tudo sobre a região de Presidente Prudente Veja mais notícias em G1 Presidente Prudente e Região.
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14/04 - Receita recebeu até agora 40% das declarações esperadas para este ano
Prazo para o envio vai até 31 de maio. Receita Federal espera receber 32,6 milhões de declarações. A Receita Federal recebeu 13.055.704 declarações de Imposto de Renda até as 11h desta quarta-feira (14) – o equivalente a cerca de 40% das 32,6 milhões de documentos esperados este ano. Quem atrasar a entrega terá de pagar multa de 1% sobre o imposto devido ao mês, com valor mínimo de R$ 165,74 e máximo de 20% do imposto devido. Veja a página especial sobre o IR 2021 IR 2021: Prazo para declaração está próximo; aproveite para preparar os documentos Especialista tira dúvidas sobre o IR 2021; mande sua pergunta Receita libera programa do Imposto de Renda 2021; veja versões disponíveis e como baixar Imposto de Renda 2021: programa tira dúvidas sobre a declaração Os contribuintes que enviarem a declaração no início do prazo, sem erros, omissões ou inconsistências, receberão mais cedo as restituições do Imposto de Renda, se tiverem direito a ela. Idosos, portadores de doença grave e deficientes físicos ou mentais têm prioridade. Quem deve declarar em 2021? quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2020. O valor é o mesmo da declaração do IR do ano passado. contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado; quem obteve, em qualquer mês de 2020, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas; quem teve, em 2020, receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 em atividade rural; quem tinha, até 31 de dezembro de 2020, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil; quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2020; quem optou pela isenção do imposto incidente em valor obtido na venda de imóveis residenciais cujo produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda. d
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14/04 - Ibovespa zera perdas em 2021, mas 49 das 81 ações ainda têm queda no ano; veja melhores e piores retornos
A maior valorização no ano é da Braskem, com alta de 99,02%, enquanto que a maior queda é do Pão de Açúcar, com baixa de 36,67%. O Ibovespa zerou as perdas e passou a ter saldo positivo em 2021 – mas a maior parte das ações que integram o principal índice da Bolsa brasileira ainda acumula perda no ano. Levantamento da provedora de informações financeiras Economática mostra que, dos 81 papéis da carteira atual do Ibovespa, 49 ainda registram retorno negativo no ano, no acumulado até o fechamento do pregão de terça-feira (13). Segundo o levantamento, apenas 31 ações do Ibovespa registram desempenho superior ao do índice de referência da bolsa. A maior valorização na parcial do ano é a da Braskem (BRKM5), com alta de 99,02%, seguida da Embraer ON (78,08%) e Petrorio ON (43,18%). Na outra ponta, os papéis com as maiores quedas em 2021 foram os do Pão de Açúcar (-36,67%), do IRB Brasil (-23,59%) e da Eztec (-23,15%). Entre as maiores baixas no ano, destaque também para o desempenho das ações da Petrobras e do Banco do Brasil – estatais que foram alvo de interferência do governo e tiveram troca recente no comando. Na véspera, a Bolsa fechou em alta de 0,41%, a 119.297 pontos. Com o resultado, o Ibovespa passou acumular alta de 0,24%. Nesta quarta-feira, atingiu o patamar de 120 mil pontos. Veja a cotação. Bolsa brasileira atinge marca de 3,5 milhões de investidores pessoas físicas Entenda o que é o Day Trade – e saiba se é possível enriquecer com essa modalidade Veja o ranking de retorno das ações do Ibovespa no ano Braskem: 99,02% Embraer: 78,08% Petrorio: 43,18% Siderúrgica Nacional: 41,54% Usiminas: 36,69% JBS: 36,69% Gerdau: 31,24% Gerdau Met: 27,82% Marfrig: 24,47% Vale: 23,78% Suzano S.A.: 23,68% Carrefour BR: 18,72% Cosan: 18,67% Taesa: 18,21% Bradespar: 15,80% Klabin S/A: 13,18% Minerva: 11,84% BRF SA: %11,52 Totvs: 9,05% Eneva: 8,08% Intermedica: 6,74% BTGP: 5,65% Rumo S.A.: 5,41% Equatorial: 5,22% Fleury: 3,62% Hypera: 3,47% BR Distribuidora (BRDT3): 3,34% Iguatemi: 2,37% Energias BR: 1,89% Multiplan: 1,15% Ambev S/A: 0,35% Cia Hering: 0,06% Hapvida: -0,28% BR Malls Par: -0,40% Weg: -0,51% RaiaDrogasil: -0,57% Eletrobras PNB: -0,61% Eletrobras ON: -0,72% Yduqs Part: -0,76% Grupo Natura: -1,12% CVC Brasil: -1,17% Azul S.A.: -3,23% Telefonica Brasil: -3,87% MRV: -4,08% Sabesp: -4,12% Lojas Renner: -4,49% Engie Brasil: -5,44% Bradesco PN: -5,67% Cielo: -6,13% CPFL Energia: -6,45% Cogna ON: -6,48% Bradesco ON: -6,61% CCR SA: -6,77% Gol: -7,06% Lojas Americanas: -7,46% B3: -8,10% Localiza: -8,20% B2W Digital: -8,77% JHSF Part: -9,24% Copel: -9,52% Ultrapar: -9,83% Locamerica: -10,09% Cemig: -10,19% Magazine Luiza: -11,02% Itaúsa: -12,49% Itau Unibanco: -12,74% Cyrela Realt: -13,47% Ecorodovias: -14,21% Santander BR: -14,23% Energisa: -14,79% Qualicorp: -14,86% Petrobras PN: -15,42% Tim: -16,04% Petrobras ON: -17,71% BB Seguridade: -18,25% Sul America: -18,96% Via Varejo: -21,97% Banco do Brasil: -22,29% Eztec: -23,15% IRB Brasil Re: -23,59% Pão de Açúcar-CBD: -36,67% Variação do Ibovespa em 2021 G1 Economia Cenário O avanço do Ibovespa nos últimos dias também vem sendo acompanhado de um maior ingresso de capital externo. Na parcial do mês, até o dia 12, os investidores estrangeiros colocaram R$ 1 bilhão na bolsa, segundo dados da B3, após uma retirada de R$ 4,6 bilhões em março. No acumulado no ano, o saldo líquido segue positivo em cerca de R$ 13 bilhões. Em 2020, os estrangeiros retiraram R$ 31,8 bilhões da bolsa brasileira em 2020. "Diante de um cenário de incerteza os investidores ficam mais cautelosos, principalmente o estrangeiro. Os investidores precisam ver um sinal de melhora para voltar as suas alocações no Brasil", avalia Rafael Panonko, analista chefe da Toro Investimentos. Apesar da recuperação do Ibovespa na parcial do ano, analistas destacam que permanece a preocupação com o quadro fiscal do país em meio à indefinição do Orçamento 2021, instalação da CPI da Covid e situação ainda muito grave da pandemia de coronavírus no Brasil. "Temos uma situação política conturbada no Brasil, a vacinação precisa tirar esse freio de mão que estamos assistindo, mas acredito que no segundo semestre provavelmente possamos ter uma melhora e uma retomada da atividade econômica", acrescenta Panonko. Nesta quarta-feira, o Ibovespa engatava a terceira alta seguida, buscando superar os 120 mil pontos, em sessão marcada pelos vencimentos de opções sobre o Ibovespa e do índice futuro. "A temporada de resultados nos EUA estará no centro das atenções durantes as próximas semanas, quando as otimistas expectativas de lucro serão comparadas com a realidade dos demonstrativos", destacou a equipe da XP, em nota a clientes.
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14/04 - Amazon, Google, GM: centenas de empresas se opõem a leis que dificultam votação nos EUA
Reação ocorre após a Geórgia, estado chave na eleição de 2020, aprovar lei que endurece regras eleitorais. Republicanos têm se esforçado para mudar a legislação em quase todos os estados. Manifestante protesta contra mudança na legislação eleitoral do estado americano da Geórgia: 'Como vocês dormem à noite?' Alyssa Pointer/Atlanta Journal-Constitution via AP Centenas de empresas se uniram nos Estados Unidos para se opor a leis que tem sido aprovadas em estados para restringir o direito ao voto, em um movimento que tem ganhado força nos últimos dias. Entre as companhias estão as gigantes Amazon, Google e GM, além de Netflix, Starbucks, BlackRock e até o megainvestidor Warren Buffett, que se juntaram na maior demonstração até agora contra as mudanças. A medida ocorre após a Geórgia, estado chave na disputa eleitoral em 2020, aprovar uma lei que endurece regras eleitorais. A mudança foi aprovada pelo Congresso estadual, controlado por republicanos, e assinada pelo governador Brian Kemp, que é do mesmo partido. As principais mudanças foram nas regras da votação por correio, usada por mais de 1,3 milhão de eleitores do estado em novembro, quando o atual presidente americano, Joe Biden, venceu o então candidato à reeleição, Donald Trump. Alegações de fraude Biden foi a o primeiro democrata a vencer na Geórgia desde Bill Clinton, em 1992. Foram necessárias duas recontagens de votos, e Trump chegou a pressionar as autoridades do estado, que também são do Partido Republicano, a "encontrar votos". Eleitores entram em centro de votação em Dawnville, Georgia, em 5 de novembro de 2020 Matt Hamilton/Chattanooga Times Free Press via AP Apoiadores do ex-presidente acusaram as autoridades eleitorais de fraude nos votos enviados por correio, mas nenhuma irregularidade foi encontrada e os resultados foram validados por tribunais e pelo Congresso americano. Democratas chamam a lei aprovada na Geórgia de "supressão de votos" e compararam as novas regras aos tempos de segregação racial. Já os republicanos afirmam que as mudanças trazem mais segurança ao processo eleitoral e evitam erros. Os republicanos têm se esforçado para promulgar novas regras eleitorais em quase todos os estados com o apoio de Trump e pedem que as empresas fiquem de fora da política. Resposta das empresas Mas companhias e executivos seguem se manifestando contra e assinaram um comunicado nesta quarta-feira (14) se opondo a "qualquer legislação discriminatória" que torne mais difícil que os americanos votem. Antes do comunicado conjunto, algumas empresas já haviam se manifestado isoladamente contra a lei na Geórgia, como a Coca-Cola e a Delta Arilines, mas elas não assinaram o documento de hoje. Segundo o jornal "The New York Times", a declaração foi organizada por Kenneth Chenault, ex-presidente-executivo da American Express, e Kenneth Frazier, presidente-executivo da farmacêutica Merck. Chenault e Frazier lideraram um grupo de executivos negros que já haviam pedido, no mês passado, que as empresas se envolvessem mais na oposição a mudanças nas legislações semelhantes à da Geórgia. “Deve ficar claro que existe um apoio esmagador na América corporativa ao princípio dos direitos de voto”, afirma Chenault. Frazier diz que a declaração pretende ser apartidária, pois a proteção do direito ao voto deveria angariar apoio tanto de republicanos quanto de democratas. "Estas não são questões políticas", afirma o executivo. "São as questões que aprendemos na educação cívica". VÍDEOS: as últimas notícias internacionais
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14/04 - Bernie Madoff, criminoso que deu o maior golpe financeiro de todos os tempos, morre na prisão aos 82 anos
Ele estava preso desde 2008 e havia sido condenado a 150 anos de prisão por ter enganado 30 mil pessoas que participaram de uma pirâmide financeira. VÍDEO: morre Bernie Madoff, preso por pirâmide financeira Bernie Madoff, de 82 anos, o norte-americano responsável por um golpe financeiro que é considerado o maior da história, morreu nesta quarta-feira (14) em uma penitenciária federal dos EUA. Madoff foi preso em 2008 e condenado em 2009 a 150 anos de prisão. De acordo com os primeiros relatos, ele morreu de causas naturais no centro médico de Butner, na Carolina do Norte. No ano passado, os advogados de Madoff pediram para que ele fosse solto por causa do risco de contágio pelo coronavírus na cadeia. Ele tinha uma doença renal. O pedido foi negado. Golpe bilionário Bernie Madoff em imagem de 10 de março de 2009 David Karp/AP Madoff admitiu que enganou milhares de pessoas e ficou com bilhões de dólares que elas achavam que iriam para investimentos. Ele tinha organizado um esquema de pirâmide financeira. Foi possível recuperar mais de US$ 13 bilhões. Estima-se que, no total, ele tenha se apropriado de US$ 17,5 bilhões. De acordo com o "New York Times", as perdas foram de US$ 64,8 bilhões (nessa conta estão incluídos os valores fictícios que ele creditava aos clientes durante vinte anos). Quando Madoff foi preso, os clientes dele tinham declarações, que se mostraram falsas, que garantia a eles que tinham US$ 60 bilhões em contas (que também eram falsas). Foram mais de 30 mil vítimas ao redor do mundo. Em dezembro de 2008, Madoff confessou aos seus dois filhos que a sua operação financeira era, na verdade, "uma grande mentira". Os dois relataram a conversa às autoridades. Ele foi preso no dia seguinte. Guru financeiro Por décadas, Madoff teve uma imagem de guru financeiro que conseguia resultados que desafiavam as flutuações do mercado. Ex-presidente da Nasdaq, ele atraiu uma legião dedicada de clientes de investimento —de aposentados da Flórida a celebridades como o famoso diretor de cinema Steven Spielberg. Mas seu negócio de consultoria de investimento foi exposto em 2008 como um esquema bilionário de pirâmide financeira que destruiu a fortuna das pessoas e arruinou instituições de caridade e fundações. Ele se tornou tão odiado que teve que usar um colete à prova de balas para ir ao tribunal. Madoff se confessou culpado em março de 2009 de fraude e outras acusações, dizendo que estava "profundamente arrependido e envergonhado". Crise de 2008 O esquema começou com os próprios amigos e parentes de Madoff. Eram pessoas ligadas à filantropia, de acordo com o “New York Times”. Madoff começou o golpe com pessoas que, como ele, tinham interesse em filantropia. Ele então passou a enganar fundos de caridade, fundos de universidades, fundos de investimento e famílias ricas da Europa, da América Latina e da Ásia. Ele usava relatórios financeiros elaborados e contava com a confiança dos reguladores e das pessoas que investiam o dinheiro delas com ele. Assim, ele conseguiu manter sua pirâmide financeira superavitária durante os anos 1990 e o começo dos anos 2000. No entanto, quando o mercado hipotecário dos EUA começou a mostrar problemas, em 2007, e o Lehman Brothers quebrou, em 2008, ficou evidente que ele organizava um esquema fraudulento. Veja os vídeos mais assistidos do G1
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14/04 - Vendas reais de supermercados sobem 5,18% em fevereiro ante mesmo mês de 2020
Índice da Abras, associação do setor, mostra queda de 6,75% na comparação com janeiro; no bimestre, avanço é de 7,57%. As vendas reais dos supermercados em fevereiro subiram 5,18% ante o mesmo mês de 2020, segundo o índice nacional da Abras, a associação nacional do setor, publicado nesta quarta-feira (15). A entidade manteve a projeção de alta no ano de 4,5% das vendas reais em 2021 sobre 2020, Os números publicados pela entidade já são deflacionados pelo IPCA. Em fevereiro sobre janeiro, os supermercados tiveram queda real de 6,75% nas vendas, reflexo da composição do mês diferente, com menos dias úteis. No primeiro bimestre, as vendas avançaram 7,57% ante igual período de 2020. Vendas em fevereiro tiveram queda de 6,75% na comparação com janeiro Arquivo/SVM Nos dados da Abras estão números reportados pelas redes varejistas associadas, portanto, incluem números de hipermercados, supermercados e lojas de atacarejo. A operação das cadeias atacadistas tem ajudado a “puxar” mais esse índice geral. A Abras não tem dados de vendas por canal. Associação dos supermercados diz que pode ter problemas de desabastecimento em Friburgo Em relação à variação de preços, a cesta Abrasmercado, que reúne variação nos valores de 35 produtos de largo consumo (arroz, óleo, feijão), teve queda de 0,47% em fevereiro sobre janeiro de 2021.
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14/04 - Eduardo Rios Neto é indicado por Paulo Guedes para assumir presidência do IBGE
Atual diretor de pesquisas deverá assumir o comando do órgão após publicação de sua indicação no Diário Oficial da União. Ele substituirá Susana Guerra, que pediu exoneração do cargo após corte de recursos para o Censo. Eduardo Rios-Neto é o atual direto de Pesquisas do IBGE e foi indicado pelo ministro Paulo Guedes para assumir o comando do órgão Larissa Caetano/G1 O ministro Paulo Guedes indicou Eduardo Luiz Gonçalves Rios Neto para assumir a Presidência do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A informação foi confirmada na manhã desta quarta-feira (14) pela assessoria de imprensa do órgão. Atual diretor de Pesquisas do IBGE, Rios Neto é formado em Economia, possui doutorado em Demografia, é membro da Academia Brasileira de Ciências e professor titular aposentado da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A indicação dele para o cargo acontece após Susana Cordeiro Guerra pedir exoneração do cargo de presidente do instituto alegando "motivos pessoais e de família". Ela deixou o comando do IBGE após forte redução de recursos para o Censo 2021. Susana e Rios Neto assinaram, juntos, artigo publicado em março pelo jornal "O Globo" e reproduzido na página do IBGE no qual afirmaram que o país ficará em risco sem as informações censitárias. "Sem o Censo em 2021, as ações governamentais pós-pandemia serão fragilizadas pela ausência das informações que alicerçam as políticas públicas com impactos no território brasileiro, particularmente em seus municípios", afirmaram Susana Guerra e Eduardo Rios Neto. Corte de 96% no orçamento do Censo 2021 O Congresso aprovou o Orçamento de 2021 com um corte de 96% no valor previsto para o Censo Demográfico, o que corresponde a cerca de R$ 1,7 milhão. O IBGE havia solicitado R$ 3,4 bilhões para realizar o Censo em 2020, que era a data prevista para o levantamento. Após pressão do governo federal, enxugou o orçamento para cerca de R$ 2 bilhões. O Congresso decidiu, no entanto, destinar apenas R$ 71 milhões para a pesquisa – menos de 5% do custo acordado - o que inviabiliza a realização do levantamento. O corte levou o IBGE a suspender as provas do concurso público que seria realizado para contratar mais de 204 mil agentes para atuarem na coleta de dados do Censo. No ano passado, órgão já havia cancelado um concurso com mais de 208 mil vagas previstas, também para realização do Censo, que vem sendo adiado. VÍDEO: Censo 2021 é essencial para políticas públicas, mas corre riscos com corte de verba 'Perda completa de eficiência da política pública' Em março, oito ex-presidentes do IBGE divulgaram uma carta aberta em defesa do orçamento para o Censo 2021. Eles destacaram que os dados do Censo Demográfico são a base para a transferência de recursos para estados e municípios, para a administração do Bolsa Família e para todas as políticas de educação, saúde e transferência de renda. "Nosso último censo ocorreu em 2010, e, sem ele, o Brasil se junta ao Haiti, Afeganistão, Congo, Líbia e outros estados falidos ou em guerra que estão há mais de 11 anos sem informação estatística adequada para apoiar suas políticas econômicas e sociais", alertam. A carta aberta foi assinada por Edmar Bacha, Eduardo Nunes, Eduardo Augusto Guimarães, Edson Nunes, Eurico Borba, Sérgio Besserman, Simon Schwartzman e Silvio Minciotti. Ex-presidente do IBGE sobre corte no Censo: 'Perda completa de eficiência da política pública'
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14/04 - Na lista de privatizações, Correios perdem fatia de mercado
Incluída pelo governo oficialmente no programa de privatizações, o PND (Programa Nacional de Desestatização), a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) perdeu espaço no mercado de entregas e encomendas em 2020, ano em que as compras online tiveram grande impulso por causa da pandemia. Segundo relatos de fontes da estatal ao blog, o setor de encomendas, a parte rentável da empresa, teve demanda 12% maior em 2020 comparado a 2019, mas o setor cresceu 15%. A empresa atribui às amarras burocráticas estatais a dificuldade de competir com concorrentes privados. Nos últimos anos, os investimentos dos Correios são de cerca de R$ 300 milhões ao ano. Seria necessário, entretanto, injetar R$ 2,5 bilhões por ano ao longo da próxima década para reposicionar a empresa e conseguir competir nesta área. Bolsonaro confirma Correios no Programa Nacional de Desestatização As correspondências, serviço para o qual a ECT tem monopólio, têm demanda e receita decrescente a cada ano. Em 2020, a queda foi de 28%. O modelo de privatização estudado leva em conta a manutenção deste serviço de cartas e correspondências, menos atrativo, mas essencial. O desenho está sendo feito pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes) e precisa ter aprovação do Congresso Nacional. Há poucas semanas, o presidente Jair Bolsonaro foi pessoalmente ao Congresso entregar o projeto de lei para desestatização dos Correios, numa tentativa de sinalizar que o governo segue comprometido com a agenda de privatizações. VÍDEOS: assista a mais notícias sobre economia
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14/04 - Bovespa opera em alta e volta aos 120 mil pontos
Na terça-feira, o principal índice da bolsa fechou em alta de 0,41%, a 119.297 pontos, e voltou a ter saldo positivo no ano. Painel da bolsa de valores de São Paulo, B3, em imagem de arquivo. Cris Faga/Estadão Conteúdo A bolsa de valores brasileira, a B3, opera em alta nesta quarta-feira (14), com os investidores de olho na cena política local em meio à instalação da CPI da Covid e indefinição do Orçamento 2021. Às 13h40, o Ibovespa subia 1,08%, a 120.588 pontos. Veja mais cotações. Na terça-feira, a bolsa fechou em alta de 0,41%, a 119.297 pontos. Com o resultado, o Ibovespa acumula alta de 2,28% no mês. No ano, passou a ficar no azul, com alta de 0,24%. Entenda o que é o Day Trade – e saiba se é possível enriquecer com essa modalidade Bolsa brasileira atinge marca de 3,5 milhões de investidores pessoas físicas STF analisa decisão de Barroso, do STF, de mandar instalar CPI da Covid Cenário No exterior, sinais de forte recuperação econômica na China e nos EUA tem garantido um viés positivo dos mercados, mas a lenta aplicação de vacinas no mundo e os crescentes casos de Covid-19 no Brasil e na Índia ainda preocupam. Os preços do petróleo têm alta forte, com queda nos estoques nos EUA acima do previsto, de 5,89 milhões de barris na semana passada: o contrato do Brent para junho ampliou os ganhos vistos mais cedo e operava no início da tarde em alta de 4,10%, a US$ 66,28 por barril, na ICE, em Londres, enquanto o do WTI para maio subia 4,35%, a US$ 62,80 por barril na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex). Na Europa, o FMI recomendou nesta quarta a continuação do esforço orçamentário em 2021 e 2022, visto que a economia do continente enfrenta sérios riscos no "curto prazo" devido às mutações da Covid-19 e aos atrasos nas campanhas de vacinação. "Refletindo as ondas de infecção e o ritmo das vacinações, a recuperação econômica na Europa ainda é hesitante e desigual", resumiu Alfred Kammer, diretor do departamento para a Europa do FMI. Na cena doméstica, as atenções estão voltadas para a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia. Na véspera, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), leu o ato de criação da CPI. Com a medida, fica autorizada a formação do colegiado, destinado a apurar as ações e eventuais omissões do governo federal durante o enfrentamento à Covid-19. O Supremo Tribunal Federal (STF) decide nesta quarta-feira se mantém a determinação do ministro Luís Roberto Barroso que determinou ao Senado a instalação da CPI. ENTENDA: Como funciona uma CPI? Quanto tempo dura? Quais as consequências? Os investidores seguem de olho também no noticiário sobre o orçamento de 2021 e os riscos de rompimentos do teto de gastos e agravamento das contas públicas. "Malabarismos fiscais vêm sendo aventados para acomodar emendas parlamentares e gastos emergenciais de combate aos efeitos da pandemia. Esses expedientes tendem a enfraquecer a efetividade das regras fiscais enquanto mecanismos capazes de inibir incertezas", destacou a equipe da LCA Consultores.
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14/04 - Em 2019, Brasil tinha quase 40 milhões de pessoas sem acesso à internet, diz IBGE
Número representa 21,7% da população com idade acima de 10 anos. Dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad C). O celular é o aparelho número um para acessar a internet no Brasil. Em 2019, o aparelho era usado por 98,6% dos internautas. Altieres Rohr/G1 O Brasil tinha 39,8 milhões pessoas sem conexão com a internet no final de 2019. O número representa 21,7% da população com idade acima de 10 anos. Os números são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad C), com levantamento feito no 4º trimestre de 2019, divulgada nesta quarta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Um ano antes, o número de brasileiros que não tinham acesso à rede mundial de computadores era de 45,9 milhões, o que correspondia a 25,3% da população com 10 anos ou mais. Em um ano, o número de internautas no Brasil aumentou em 6,1 milhões de pessoas. Havia no país, ao final de 2019, 143,5 milhões pessoas conectadas à internet (78,3%). Os dados do suplemento de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) da Pnad dão um panorama sobre quantas pessoas estão conectadas à internet e aparelhos mais usados para acessar a rede. Veja abaixo os principais dados da pesquisa. Uso da internet no Brasil em 2019 Anderson Cattai/G1 Acesso à internet O número de pessoas que se conectam à internet no Brasil vem crescendo, segundo o IBGE. Em 2019, 78,3% das pessoas de 10 anos ou mais (143,5 milhões) se conectaram à rede. Em 2016, esse número era de 64,7% da população, enquanto em 2017 era de 69,8% e em 2018 era de 74,7%. Dentre os que não acessavam a internet, a maioria alegou não saber utilizá-la (43,8%) ou não ter interesse (31,6%). Essas pessoas também disseram que a internet era cara (11,9%), assim como os equipamentos (6,1%). As regiões mais conectadas são: Centro-oeste: 84,6% Sudeste: 83,8% Sul: 81,8% Norte: 69,2% Nordeste: 68,6% Em 2019, a proporção de mulheres conectadas foi maior que a de homens: 78,3% delas tinham acesso, enquanto, o índice para eles era de 77,1%. A faixa etária que mais se conecta tem entre 20 e 24 anos: 92,7% dessa faixa acessou a internet. Os brasileiros com 60 anos ou mais apresentaram o menor índice, de 45% – um salto a partir dos 38,7% em 2018. Diferença de renda O rendimento real médio per capita nos domicílios em que havia utilização da internet era de R$ 1.527, quase o dobro do rendimento dos que não utilizavam a rede, que foi de R$ 728. “A grande diferença entre esses dois rendimentos foi observada em todas as grandes regiões”, afirmou o IBGE. Celular como principal dispositivo O celular é o aparelho número um para acessar a internet no Brasil. Em 2019, o aparelho era usado por 98,6% dos internautas. Veja a comparação com outros dispositivos: celular: 98,6%; computador: 46,2%; televisão: 31,9%; tablet: 10,9%. O total de domicílios que tinha um computador diminuiu. Eram 41,7% em 2018, e 40,6% em 2019. Em 2019, 148,4 milhões de pessoas com 10 anos ou mais tinham um celular para uso pessoal (81,0% da população desta faixa etária). O percentual é um pouco maior do que o estimado em 2018 (79,3%). No entanto, o número é muito diferente entre pessoas que vivem em áreas urbanas e em áreas rurais: 84,4% contra 59,3%, respectivamente. Entre as pessoas que não tinham um celular, 27,7% alegaram que o aparelho era caro; 22,6%, falta de interesse em ter um; 21,9% que não sabiam usar; e 16,4% que costumavam usar o aparelho de outra pessoa. Troca de mensagens é o uso favorito A maioria das pessoas apontou que trocar mensagens é a principal finalidade para o uso da internet. A comunicação por ligações de voz ou vídeo ficou em segundo lugar: enviar ou receber mensagens de texto, voz ou imagem por aplicativos: 95,7%; conversar por chamada de voz ou vídeo: 91,2%; assistir vídeos, filmes e séries: 88,4%; enviar ou receber e-mails: 61,5%. Conexão em casa O uso de internet discada no Brasil é quase inexistente, segundo o IBGE. Somente 0,2% das pessoas se conectam à rede dessa forma. A maioria dos lares usa banda larga fixa e banda larga móvel (3G e 4G). De 2018 para 2019, nos domicílios em que havia utilização da internet, o percentual de domicílios em que havia tanto a conexão por banda larga fixa quanto a móvel subiu de 56,3% para 59,2%. Os domicílios que utilizaram somente a conexão por banda larga móvel passou de 23,3% para 21,4% de um ano para o outro. Naqueles em que havia somente o uso de conexão por banda larga fixa, a variação foi de 19,0% para 18,1%. No total, 77,9% dos domicílios possuíam banda larga fixa e 81,2% banda larga móvel. Veja os números por região: Norte: fixa 55% / móvel 88,6%; Nordeste: fixa 80,4% / móvel 63,8%; Centro-oeste: fixa 77,3% / móvel 87,1%; Sudeste: fixa 79% / móvel 87,5%; Sul: fixa 81% / móvel 82,4%. Estudantes Os estudantes usam mais a internet: 88,1% deles se conectaram à internet em 2019. O número entre não estudantes que acessaram a rede foi de 75,8%. Apesar disso, o acesso se torna diferente de acordo com a rede de ensino: 98,4% dos estudantes da rede privada utilizaram a internet; 83,7% dos estudantes da rede pública se conectaram à rede. Essas diferenças se acentuam de acordo com a região do país. Considerados apenas os estudantes da rede privada, o percentual de uso da internet ficou acima de 95,0% em todas as grandes regiões. Veja abaixo os números para a rede pública: Norte: 68,4%; Nordeste: 77%; Centro-oeste: 88,6%; Sul: 90,5%; Sudeste: 91,3%. Entre os estudantes que não tinham um celular, 91% deles eram da rede pública de ensino. O principal motivo apontado pela ausência do aparelho foi o custo (41,2%), seguido pela alegação de que costumavam utilizar o telefone móvel celular de outra pessoa (28,7%). SAIBA MAIS: Quase 40% dos alunos de escolas públicas não têm computador ou tablet em casa, aponta estudo Acesso à internet foi o grande desafio na aprendizagem dos alunos de escolas públicas em 2020 Na rede privada, os motivos eram inversos: o uso de aparelho de outra pessoa teve peso maior (40,3%) do que a questão do aparelho ser caro (20,0%).
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14/04 - Índice de confiança do empresário cai pelo 4º mês seguido em abril, diz CNI
Apesar da queda, indicador é de 53,7 pontos. O ICEI varia entre zero e 100 pontos, sendo que valores acima da linha divisória de 50 pontos indicam 'confiança' por parte dos empresários. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) caiu 0,7 ponto em abril, na comparação com o mês anterior. Esta foi a quarta queda consecutiva do indicador, de acordo informações divulgadas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta quarta-feira (14). O ICEI varia entre zero e 100 pontos, sendo que valores acima de 50 pontos indicam empresários "confiantes". Apesar da queda, o indicador registrado em abril foi de 53,7 pontos. De acordo com o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, a queda na confiança em abril foi causada exclusivamente pela avaliação das "condições atuais" das empresas e da economia brasileira. Apesar da piora da avaliação, os empresários da indústria mostram maior otimismo com relação aos próximos seis meses. O índice de expectativas subiu de 57,2 pontos para 58,1 pontos em abril. "Há uma visão mais negativa em relação ao momento atual. As expectativas dos empresários para os próximos seis meses até melhoraram moderadamente, mas recuperaram apenas parcialmente a piora do mês anterior", afirmou Azevedo, da CNI. VÍDEOS: notícias sobre Economia
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14/04 - Lucro do JPMorgan salta no 1º trimestre e fica acima do esperado
Lucro líquido subiu para US$ 14,3 bilhões, ou US$ 4,50 por ação, no trimestre encerrado em 31 de março. O JPMorgan Chase & Co, maior banco dos Estados Unidos, divulgou nesta quarta-feira (14) forte aumento no lucro do primeiro trimestre, beneficiado pela atividade expressiva em suas mesas de operações e resultado da divisão de banco de investimento. O banco, amplamente visto como um barômetro da saúde da economia norte-americana em geral, também foi ajudado por comparações favoráveis com o ano passado, quando a pandemia de Covid-19 forçou o banco a fazer a provisões contra o risco de uma onda de inadimplência de empréstimos. JP Morgan - GNews Reprodução GloboNews O lucro líquido subiu para US$ 14,3 bilhões, ou US$ 4,50 por ação, no trimestre encerrado em 31 de março, de US$ 2,9 bilhões, ou US$ 0,78 por ação, um ano antes. Analistas, em média, esperavam lucro de US$ 3,10 por ação, de acordo com a Refinitiv.
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14/04 - Lucro do Goldman Sachs dispara no 1º trimestre e supera previsões
Lucro líquido aplicável aos acionistas ordinários do banco norte-americano aumentou para US$ 6,7 bilhões no período. O banco Goldman Sachs reportou nesta quarta-feira (14) um salto expressivo no lucro do primeiro trimestre, quando o maior banco de investimento de Wall Street se beneficiou dos níveis recordes da atividade global de negociações. O desempenho também foi influenciado por uma base de comparação favorável com o ano anterior, quando o banco separou mais recursos para cobrir potenciais perdas com empréstimos corporativos devido à pandemia do coronavírus e reduziu o valor de alguns ativos. Logo do Goldman Sachs na bolsa de valores de Nova York, em imagem de arquivo. Reuters/Brendan McDermid O lucro líquido aplicável aos acionistas ordinários do banco norte-americano aumentou para US$ 6,7 bilhões no trimestre encerrado em 31 de março, de US$ 1,12 bilhão no mesmo período do ano anterior. O lucro por ação disparou para US$ 18,60, de US$ 3,11 um ano antes. Analistas, em média, esperavam um lucro de US$ 10,22 por ação, de acordo com a estimativa do IBES da Refinitiv.
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14/04 - Dólar opera em queda nesta quarta-feira
Na terça-feira, moeda norte-americana fechou em queda de 0,08%, mas se manteve acima de R$ 5,70. Notas de dólar Reuters/Dado Ruvic O dólar opera em queda nesta quarta-feira (14), com os investidores de olho na cena política local e no noticiário relacionado à pandemia. Às 13h40, a moeda norte-americana recuava 0,79%, a R$ 5,6710. Veja mais cotações. Na terça-feira, o dólar fechou em queda de 0,08%, a R$ 5,7161. No acumulado do mês, a alta é de 1,57%. No ano, o avanço é de 10,20%. Venda de quase US$ 70 bi em reservas no governo Bolsonaro não impede disparada do dólar Brasil é única grande economia em desaceleração em 2021, aponta OCDE Veja como serão distribuídas as vagas da CPI da Pandemia Cenário No exterior, sinais de forte recuperação econômica na China e nos EUA têm garantido um viés positivo dos mercados, mas a lenta aplicação de vacinas no mundo e os crescentes casos de Covid-19 no Brasil e na Índia ainda preocupam. Os preços do petróleo têm alta forte, com queda nos estoques nos EUA acima do previsto, de 5,89 milhões de barris na semana passada: o contrato do Brent para junho ampliou os ganhos vistos mais cedo e operava no início da tarde em alta de 4,10%, a US$ 66,28 por barril, na ICE, em Londres, enquanto o do WTI para maio subia 4,35%, a US$ 62,80 por barril na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex). Na Europa, o FMI recomendou nesta quarta a continuação do esforço orçamentário em 2021 e 2022, visto que a economia do continente enfrenta sérios riscos no "curto prazo" devido às mutações da Covid-19 e aos atrasos nas campanhas de vacinação. "Refletindo as ondas de infecção e o ritmo das vacinações, a recuperação econômica na Europa ainda é hesitante e desigual", resumiu Alfred Kammer, diretor do departamento para a Europa do FMI. Na cena doméstica, as atenções estão voltadas para a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia. Na véspera, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), leu o ato de criação da CPI. Com a medida, fica autorizada a formação do colegiado, destinado a apurar as ações e eventuais omissões do governo federal durante o enfrentamento à Covid-19. ENTENDA: Como funciona uma CPI? Quanto tempo dura? Quais as consequências? O Supremo Tribunal Federal (STF) decide nesta quarta-feira se mantém a determinação do ministro Luís Roberto Barroso que determinou ao Senado a instalação da CPI. Os investidores seguem de olho também no noticiário sobre o orçamento de 2021 e os riscos de rompimentos do teto de gastos e agravamento das contas públicas. "Malabarismos fiscais vêm sendo aventados para acomodar emendas parlamentares e gastos emergenciais de combate aos efeitos da pandemia. Esses expedientes tendem a enfraquecer a efetividade das regras fiscais enquanto mecanismos capazes de inibir incertezas", destacou a equipe da LCA Consultores. Na semana passada, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, reconheceu que a aprovação do Orçamento, com corte de gastos obrigatórios e aumento de emendas parlamentares, criou uma incerteza no mercado financeiro. Variação do dólar em 2021 G1
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14/04 - Ministério da Justiça suspende mais uma vez regra de tempo máximo para atendimento em SAC
Medida já foi determinada pela primeira vez em abril de 2020, pelo então ministro Sergio Moro. O Ministério da Justiça voltou a suspender, nesta quarta-feira (14), a regra que determina tempo máximo para que o consumidor consiga contato direto com um atendente por meio do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) das empresas. Uma portaria de 2008 do próprio ministério estabelece que o tempo máximo de espera deverá ser de 60 segundos, com algumas exceções para serviços financeiros e serviços de energia elétrica. Tire as suas dúvidas no 'Direitos do Consumidor' A regra foi suspensa pela primeira vez em abril do ano passado, por uma portaria publicada pelo então ministro Sergio Moro, em virtude da pandemia de coronavírus. Uma segunda suspensão foi determinada em julho, por 120 dias. A nova portaria, por sua vez, estabelece a suspensão da regra por mais 120 dias.
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14/04 - Tira dúvidas do IR 2021: dependente com auxílio emergencial, dependente falecido, seguro de vida
Especialista em imposto de renda da consultoria EY, Antonio Gil, vai responder todas as semanas, durante todo o prazo de declaração, a 15 perguntas dos leitores. O prazo para fazer a declaração do Imposto de Renda 2021 já começou – e com ele as dúvidas dos contribuintes. Para ajudar nessa tarefa, a pedido do G1, o especialista em imposto de renda da consultoria EY, Antonio Gil, vai responder todas as semanas, durante todo o prazo de declaração, a 15 perguntas dos leitores. Serão 3 perguntas por dia, de segunda a sexta. Tem alguma dúvida? Mande sua pergunta e veja as já respondidas SAIBA TUDO SOBRE O IMPOSTO DE RENDA 2021 1) Depois de enviar minha declaração, descobri que um dependente meu recebeu auxílio emergencial. Posso tirá-lo da minha declaração depois de enviada? (Carlos Frederico Fonte) Respostas: Sim. É possível entregar uma Declaração Retificadora, excluindo o seu dependente, bem como tudo que for relacionado a ele (pagamentos, bens e direitos, dívidas e demais rendimentos). 2) Declarava meu pai como dependente, porém ele veio a falecer dia 15/12/20. Posso ter o mesmo como dependente em 2021? (Celso Moreira) Resposta: Seu pai ainda pode ser declarado como dependente no ano calendário de falecimento (nesse caso 2020), se a soma dos rendimentos tributáveis ou não, recebidos por ele em 2020 for de até R$ 22.847,76. 3) Minha filha recebeu seguro de vida da minha esposa que faleceu. Como devo declarar, sendo que ela é minha dependente? (Alexandre de Mari Strauss) Resposta: Em princípio os resgates das apólices de seguro de vida são isentos de importo de renda. Portanto, a indenização de seguro de vida recebida por sua filha e dependente devem ser reportada na ficha de Rendimentos Isentos e Não Tributáveis, com o código 03 – Capital das apólices de seguro ou pecúlio pago por morte do segurado, prêmio de seguro restituído em qualquer caso e pecúlio recebido de entidades de previdência privada em decorrência de morte ou invalidez permanente.
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14/04 - Alto Tietê reúne mais de 840 oportunidades para quem busca emprego nesta quarta; veja lista
Vagas são para trabalhar nos municípios de Ferraz de Vasconcelos, Suzano, Poá, Itaquaquecetuba, Santa Isabel e Mogi das Cruzes. Alto Tietê reúne mais de 840 oportunidades para quem busca emprego nesta quarta Heloise Hamada/G1 Os programas de encaminhamento ao emprego do Alto Tietê oferecem 849 vagas de trabalho nesta quarta-feira (14). As oportunidades são para atuar nas cidades de Mogi das Cruzes, Itaquaquecetuba, Suzano, Ferraz de Vasconcelos, Santa Isabel e Poá. PATs Os Postos de Atendimento ao Trabalhador de Itaquaquecetuba, Santa Isabel e Ferraz de Vasconcelos estão oferecendo 535 vagas. Para concorrer é necessário acessar os aplicativos Sine Fácil e CTPS Digital. O e-mail para mais informações é o suporte.sd@sde.sp.gov.br. Vagas de emprego dos Postos de Atendimento ao Trabalhador do Alto Tietê Suzano Já no programa de encaminhamento ao emprego de Suzano há 162 oportunidades. Os interessados podem procurar uma das duas unidades do Centro Unificado de Serviços (Centrus). A central fica na Avenida Paulo Portela, 210. Já o Centrus Norte está localizado na Avenida Francisco Marengo, 2.301, no Jardim Dona Benta. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail suzano.vagas@gmail.com ou pelo telefone 4745-2264. Vagas de emprego em Suzano Emprega Mogi A cidade de Mogi das Cruzes possui 152 vagas. As pessoas interessadas devem acessar a plataforma Emprega Mogi para participar. Os telefones para mais informações são 4699-1900, 4699-2784, 4798-6315 ou 97422-4273. Os detalhes sobre as vagas em Mogi, como remuneração oferecida e outras exigências, podem ser acessados no site da Prefeitura. Vagas de emprego do programa Emprega Mogi Assista a mais notícias
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14/04 - Reino Unido autoriza megafusão entre Virgin Media e O2
Negócio unirá filial do grupo espanhol de telecomunicações Telefónica e operadora no Reino Unido que pertence ao grupo americano Liberty Global. Reino Unido autoriza megafusão entre Virgin Media e O2 Reuters A agência reguladora da concorrência no Reino Unido anunciou nesta quarta-feira (14) que aprovou a fusão por 31 bilhões de libras (US$ 43 bilhões) entre as operadoras de telecomunicações Virgin Media e O2, filial britânica do grupo espanhol Telefónica. A Autoridade de Concorrência e Mercados (CMA), que em dezembro abriu uma investigação sobre a operação, apresentou suas conclusões provisórias em um comunicado. O organismo já havia descartado consequências negativas para os clientes particulares, pois os serviços oferecidos são diferentes e o setor de telefonia móvel da Virgin é muito pequeno para concorrer com a O2. Por este motivo, a investigação se concentrou nos serviços de atacado, uma vez que os dois grupos oferecem suas redes a várias operadoras. Mas a CMA considerou que há poucas possibilidades de reduzir a concorrência no setor, devido à presença de outras empresas, como a gigante britânica BT. A investigação "mostrou que a operação não deve representar aumentos de preços ou redução da qualidade do serviço na telefonia móvel, o que significa que os clientes devem seguir beneficiados por uma forte concorrência", explicou Martin Coleman, coordenador da investigação. A O2, filial do grupo espanhol de telecomunicações Telefónica, e a Virgin Media, que pertence ao grupo americano Liberty Global, apresentaram a proposta de fusão em maio de 2020. Alguns analistas temiam que as empresas formassem um grupo muito grande em comparação à maior operadora de telecomunicações do país, a BT, e sua rival direta, a Vodafone. As empresas A operação avalia a O2, gigante da telefonia móvel no Reino Unido, em 12,7 bilhões de libras (17,5 bilhões de dólares) e a Virgin Media, que tem como ponto forte a internet de banda larga, em £ 18,7 bilhões (US$ 25,8 bilhões), com sinergias que devem alcançar 6,2 bilhões de libras. A O2 é uma das poucas operadoras com móvel própria no Reino Unido. A empresa tem 34 milhões de clientes, incluindo alguns milhões que pertencem às operadoras virtuais que alugam sua rede, como a Tesco Mobile. A Virgin Media, comprada em 2013 pela Liberty Global, que pertence ao bilionário John Malone, tem seis milhões de clientes de internet e 3,3 milhões de clientes de telefonia móvel. A CMA investigou o tem depois de receber em novembro autorização da Comissão Europeia para examinar o projeto. A agência britânica havia alegado que a megafusão teria um impacto principalmente no Reino Unido e que as conclusões da investigação seriam anunciadas após 1 de janeiro, depois do período de transição do Brexit.
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14/04 - IR 2021: programa ao vivo vai responder perguntas dos contribuintes
Especialista Antonio Gil, da EY, vai tirar dúvidas a partir das 19h desta quarta-feira (14) IR 2021: programa ao vivo vai responder perguntas dos contribuintes Especialista Antonio Gil, da EY, vai tirar dúvidas a partir das 19h desta quarta-feira (14) Prazo para enviar a declaração foi prorrogado e vai até 31 de maio. G1 faz lives todas as quartas-feiras para tirar dúvidas sobre a declaração. VEJA AQUI as perguntas já respondidas.
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14/04 - Veja as vagas de emprego oferecidas em Petrolina, Araripina e Salgueiro nesta quarta-feira
Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco Beatriz Braga/G1 Petrolina Foram divulgadas as vagas de emprego disponíveis nesta quarta-feira (14) em Petrolina e Salgueiro, no Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no G1 Petrolina. Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. O atendimento na Agência do Trabalho ocorre apenas com agendamento prévio, feito tanto pelo site da secretaria, quanto pelo Portal Cidadão. Petrolina Contato: (87) 3866 - 6540 Vagas disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871-8467 Vagas disponíveis Araripina Contato: (87) 3873 - 8381 Vagas disponíveis Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE
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14/04 - Emprego: confira 138 vagas ofertadas em 15 municípios de Pernambuco nesta quarta
Agência do Trabalho reúne oportunidades para agente funerário, vendedor, estoquista, pedreiro, jardineiro, porteiro, analista contábil, entre outras. Salários informados chegam a R$ 2 mil. Oportunidades desta quarta-feira (14) foram disponibilizadas em 15 municípios do estado Divulgação/ Reprodução O sistema público da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação (Seteq-PE), através das Agências do Trabalho, oferece 138 vagas de emprego em 15 municípios, nesta quarta-feira (14). Do total de oportunidades, 18 são com contratos temporários e outras 11 são para pessoas com deficiência. Há vagas no Recife (40), Araripina (4), Arcoverde (3), Cabo de Santo Agostinho (12), Caruaru (32), Garanhuns (1), Igarassu (9), Ipojuca (7), Paudalho (4), Petrolina (4), Salgueiro (2), Santa Cruz do Capibaribe (6), São Lourenço da Mata (7), Serra Talhada (3) e Vitória de Santo Antão (4). Auxiliar de limpeza, agente funerário, farmacêutico, pedreiro e estoquista são algumas das vagas disponíveis (confira lista completa mais abaixo). Os interessados devem procurar uma das Agências do Trabalho do estado. O atendimento ocorre preferencialmente com agendamento, feito pelo site da secretaria ou pelo Portal Cidadão, através da opção "intermediação". Vagas de emprego Vagas para pessoas com deficiência Vagas temporárias Carteira digital Atualmente, o trabalhador pode usar a versão digital da carteira de trabalho. Saiba mais sobre no vídeo abaixo: Veja como ter acesso à carteira de trabalho digital VÍDEOS: Mais assistidos de PE nos últimos 7 dias
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14/04 - Covid-19 gerou 37 mil concessões de auxílio-doença em 2020
Doença causada pelo coronavírus ficou em terceiro lugar na lista de doenças que mais tiveram concessões de auxílio-doença em 2020, ficando atrás apenas de problemas relacionados à coluna e ombro. A Covid-19 ficou em terceiro lugar na lista de doenças que mais tiveram concessões de auxílio-doença em 2020, ficando atrás apenas de problemas relacionados à coluna e ombro. Os números foram divulgados pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. No total, foram 37.045 liberações do benefício por incapacidade temporária provocada pela doença. Desse total, 36.863 são relacionados ao auxílio-doença previdenciário e 182 ao auxílio-doença por acidente de trabalho (quando é causado em razão do trabalho, como no caso dos profissionais da saúde). Doenças que mais tiveram concessão de auxílio-doença em 2020 Economia G1 As concessões de auxílio-doença para segurados com Covid-19 equivalem a 1,6% do total desse tipo de benefício, que foi de 2.341.029 em 2020. O estado de São Paulo lidera entre as Unidades da Federação, com 11.092 liberações de auxílio em decorrência da Covid-19, seguido do Distrito Federal e Minas Gerais. Concessões de auxílio-doença por Covid-19 nos estados e DF Economia G1 INSS negou mais de 20 milhões de pedidos de auxílio-doença em 11 anos Veja os direitos previdenciários e trabalhistas de quem contraiu a Covid-19 O auxílio-doença é concedido quando há a impossibilidade de trabalhar temporariamente. É necessária a perícia no INSS caso o trabalhador necessite se ausentar por um período superior a 15 dias. Mas, com o agravamento da pandemia, o INSS liberou recentemente a concessão do auxílio por incapacidade temporária com a apresentação de atestado médico e exames complementares pela internet. De acordo com Carla Benedetti, advogada especializada em Direito Previdenciário associada ao Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP), deve-se analisar o nexo causal, ou seja, se a origem da enfermidade tem relação com a atividade profissional. Nesse caso, o benefício seria de natureza acidentária, ou seja, relacionada ao trabalho. Para os profissionais da área da saúde que estão na linha de frente do combate à Covid-19, o afastamento seria considerado proveniente do trabalho. Caso não haja a presunção do nexo causal, deve-se avaliar a realidade enfrentada pelo trabalhador, como as medidas de segurança adotadas pela empresa, se há fornecimento de equipamentos de proteção individual, além das condições oferecidas para a atividade profissional neste contexto pandêmico. Nestes casos, cabe ao empregador comprovar que a doença não foi contraída em razão do trabalho. Do total de 2.341.029 de auxílio-doença concedidos em 2020, apenas 72.273 foram por acidente do trabalho. Covid-19 considerada doença do trabalho Em abril do ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) definiu que os casos de contaminação de trabalhadores pelo novo coronavírus podem ser enquadrados como doença ocupacional. No entanto, esse reconhecimento não é automático. O funcionário precisa passar por perícia no INSS e comprovar que adquiriu a doença no trabalho. Doença ocupacional é a adquirida ou desencadeada em função da realização de atividades cotidianas no trabalho. Entre as mais comuns, por exemplo, estão a Lesão Por Esforço Repetitivo (LER), lombalgias, hérnias, doenças de audição e visão e até psicológicas, como a depressão e a ansiedade. Advogados alertam que, com exceção dos casos de profissionais que trabalham em serviços essenciais, que são obrigados a se expor diariamente ao risco de contrair o coronavírus, o INSS só irá considerar a contaminação como doença ocupacional se, na perícia, o médico entender que existe o nexo causal. Ou seja, se foi adquirida ou desencadeada em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente. Projeto retira carência para concessão de auxílio A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ) aprovou no último dia 7 a admissibilidade de um projeto que lista a Covid-19 como doença grave e dispensa segurados do Regime Geral de Previdência Social acometidos pela doença e suas variantes “em tratamento incapacitante” do tempo de carência para receber auxílio-doença e aposentadoria por invalidez. Os benefícios de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez exigem carência de 12 doze contribuições mensais. Uma lei de 1991, que dispõe sobre Planos de Benefícios da Previdência Social, lista uma série de patologias crônicas que isentam os segurados do período de carência, como cegueira, AIDS, neoplasia maligna, entre outros. O projeto inclui a Covid-19 nesse rol. O projeto ainda passará por votação nas Comissões de Seguridade Social e Família e Finanças e Tributação antes de ir ao plenário.
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14/04 - Venda de quase US$ 70 bilhões em reservas no governo Bolsonaro não impede disparada do dólar
Moeda subiu 45% desde o fim de 2018. Segundo Paulo Guedes, queda da Selic influenciou resultado. BC avalia que dificuldades em controlar gastos ajudaram a impulsionar o dólar. O Banco Central retomou em agosto de 2019 a venda direta de dólares das reservas internacionais brasileiras ao mercado financeiro, algo que não ocorria havia dez anos, e se desfez de US$ 68,273 bilhões até março deste ano, segundo números oficiais. Os recursos foram absorvidos pelo mercado financeiro, mas a maior disponibilidade de moeda norte-americana não impediu a disparada do dólar. Cotado em R$ 3,87 no fim de 2018, o dólar subiu 45% até o fechamento de março de 2021, em R$ 5,62. Em outubro de 2018, dois meses antes de assumir o Ministério da Economia, Paulo Guedes afirmou que, se houvesse "crise especulativa" e o dólar subisse para o patamar de R$ 4,50 a R$ 5, o governo Bolsonaro venderia US$ 100 bilhões para "acelerar o ajuste fiscal", ou seja, reduzir a dívida pública. Questionado pelo G1 se avalia que o Brasil enfrentou crises especulativas com a moeda norte-americana no governo Bolsonaro, o Banco Central não respondeu. Sobre a política cambial, a instituição informou que as decisões "são de competência exclusiva da Diretoria Colegiada do Banco Central do Brasil". O Banco Central informou ainda que, no regime de câmbio flutuante, adotado pelo governo brasileiro, não há metas para o dólar e que, portanto, a atuação ocorre "caso se identifiquem condições adversas para o seu regular funcionamento". Deste modo, não tem relação com a política fiscal, ou seja, com a redução da dívida pública. O dólar alto dificulta as viagens de brasileiros ao exterior, assim como a compra de ativos fora do Brasil. Também torna mais difícil o controle da inflação, pois os insumos e produtos importados ficam mais caros, ao mesmo tempo em que favorece as vendas externas (que se tornam mais rentáveis aos exportadores). Veja os impactos do dólar no bolso dos brasileiros Nova política e risco fiscal Nos últimos meses, Paulo Guedes tem citado uma mudança do "mix" da política macroeconômica como a principal causa para a alta do dólar no governo Bolsonaro. No cenário atual, com juros em 2,75% ao ano e a tentativa de conter gastos, explicou Guedes recentemente, a taxa de câmbio é mais alta. A lógica é que menos recursos entram na economia para aplicações financeiras no Brasil, por conta do rendimento menor das aplicações em renda fixa, influenciando a taxa de câmbio. "Nós apertamos o [cenário] fiscal. A taxa câmbio de equilíbrio está mais alta. Não é R$ 1,80, como no passado. Nós costumávamos ter taxa de juros de dois dígitos, e câmbio de R$ 1,80 a R$ 2,20", disse ele na semana passada, em videoconferência. No ano passado, Guedes disse que o câmbio a R$ 1,80, no passado, permitia a doméstica ir à Disney e acrescentou que a alta da moeda faria "todo mundo conhecer o Brasil". Porém, o ministro da Economia avaliou que as tensões no mercado, fruto do coronavírus, têm puxado o dólar para cima. Para ele, provavelmente, a taxa de câmbio de "equilíbrio", ou seja, que reflete os fundamentos atuais da economia brasileira, estaria ao redor de R$ 4,50. "Houve um ‘overshooting’ [forte alta], mas estamos andando com as reformas fundamentais. Assim que o Brasil retomar o crescimento, avançar na vacinação em massa, e em três, quatro meses.. provavelmente a taxa de câmbio vai cair. Eu não posso prometer nada, exceto trabalho duro", disse ele na última semana. Para economistas do mercado financeiro e para o Banco central, entretanto, há outro fator pressionando o dólar nos últimos meses: o risco fiscal, incertezas sobre a contenção de gastos públicos e, consequentemente, sobre o controle da dívida pública — que bateu recorde recentemente ao atingir 90% do PIB (acima da média de 60% do PIB das nações emergentes). Risco fiscal: entenda por que a piora das contas públicas preocupa Além de apontar o "risco fiscal" nos documentos oficiais do BC nos últimos meses, o presidente da instituição, Roberto Campos Neto, também admitiu, recentemente, que esse fator também tem impulsionado o dólar no Brasil. "Um fiscal pior começa a ter mais desvalorização, mas vem junto com movimento de alta das 'commodities'. É uma das primeiras vezes que a gente tem commodities subindo com câmbio não apreciado, e o caso do Brasil é mais extremo porque depreciou. Isso significa que tem um peso fiscal que está contrabalançando o peso de ser exportador de commodities", disse Campos Neto na ocasião. Na terça-feira (6), o presidente do Banco Central reconheceu que a aprovação do Orçamento, com corte de gastos obrigatórios e aumento de emendas parlamentares, criou uma incerteza no mercado financeiro. Banco Central eleva Selic de 2% para 2,75% ao ano Patamar das reservas internacionais As reservas internacionais são os dólares acumulados pelo governo, uma espécie de poupança. Por isso, o volume de dinheiro é um importante indicador para o país. A vantagem de ter dólares em caixa é que isso dá garantias contra eventuais crises no mercado internacional. Números do Banco Central mostram que a venda de US$ 68,273 bilhões em reservas internacionais desde o início do governo Bolsonaro não baixou seu patamar em igual proporção. No fim de 2018, as reservas estavam em U$ 374,715 bilhões, pelo conceito de caixa, passando para R$ 347,413 bilhões em 31 de março de 2021 — queda de US$ 27,3 bilhões. A explicação é que as reservas cambiais tiveram rentabilidade nos últimos anos, de 4,3% em 2019 e de 5,57% em 2020, o que compensou parte das vendas de divisas realizadas pelo BC. Segundo a instituição, as reservas são investidas principalmente em títulos de outros países bem avaliados por agências de classificação de risco. Com a pandemia do coronavírus, esses papeis se valorizaram, aumentando o rendimento das reservas brasileiras. Sem a venda das reservas internacionais nos últimos anos, a dívida bruta estaria acima do patamar recorde de 90% do PIB registrado em fevereiro deste ano.
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14/04 - IR 2021: entenda como são calculados o imposto e a restituição
Veja alíquotas da tabela de base de cálculo em vigor e simulações de valores a serem pagos ou restituídos de acordo com a faixa de renda. Imposto de Renda 2021: tire dúvidas sobre o processamento do IR 2021 O Imposto de Renda é cobrado sobre o total de rendimentos da população. Fazer a declaração anual significa tanto verificar o valor da restituição a receber quanto ter de pagar imposto ou valor adicional ao governo. SAIBA MAIS SOBRE O IMPOSTO DE RENDA 2021 Mas como o IR é calculado? Por que é possível o valor da restituição variar significativamente de um ano para outro mesmo sem grandes acréscimos na renda anual? As regras do IR envolvem diferentes alíquotas, listas de isenções e tabela de deduções. Por isso, entender como o imposto de renda é calculado é útil para o planejamento financeiro e pode ajudar a evitar surpresas na hora da declaração anual. Veja mais abaixo simulações de acordo com a faixa salarial. O IR é calculado com base na soma de todos os rendimentos tributáveis e na faixa de renda do contribuinte. Já a eventual restituição é a devolução do montante a mais pago ou retido na fonte antes da declaração de ajuste anual. De uma maneira bastante simplificada, o cálculo do imposto de renda pode ser resumido pela seguinte fórmula abaixo: Como são calculados o imposto e a restituição Arte G1 O valor do imposto de renda e o da eventual restituição vão depender não só do total de rendimentos e da faixa de renda de cada contribuinte, como também da quantidade de fontes pagadoras, número de dependentes e total de despesas passíveis de dedução. Por lei, as informações sobre o total de rendimentos tributáveis e de imposto retido na fonte devem ser disponibilizadas pelos empregadores e por todas as pessoas jurídicas aos quais o contribuinte prestou serviços. Neste ano, deve declarar o IR quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2020. O valor é o mesmo da declaração do IR do ano passado. Entenda a tabela do IR e as alíquotas Ao enviar anualmente a declaração de imposto de renda, o contribuinte está fazendo na verdade um ajuste de contas, uma vez que boa parte da arrecadação é feita antecipadamente. No caso dos trabalhadores com registro em carteira, o tributo é retido diretamente na folha de pagamento e o valor é calculado com base na faixa de renda mensal. Pela tabela em vigor e que não é corrigida desde 2015, estão isentos da "mordida" mensal na folha de pagamento apenas aqueles que recebem até R$ 1.903,98 por mês, descontada a contribuição previdenciária. A partir deste valor, as retenções são calculadas com base em alíquotas de 7,5%, 15%, 22,5% ou 27,5% sobre o valor dos rendimentos, descontada a parcela dedutível (desconto fixo) para cada faixa de rendimento. Por força de lei, os empregadores são obrigados a calcular o imposto de renda e reter parte dos salários com base na seguinte tabela progressiva: Tabela do IR ano base 2020 mensal Economia G1 Como a tabela é aplicada sobre o total de rendimentos do mês, o valor do imposto retido pode variar de um mês para outro. Por exemplo, se um empregado recebeu mais horas extras em um mês, a retenção também sofrerá variação, podendo inclusive colocar o contribuinte em uma faixa de tributação mais alta. Já no momento da declaração de ajuste anual, quando é considerada no cálculo do IR a soma de todos os rendimentos recebidos no ano, a tabela utilizada para o cálculo do imposto devido passa a ser outra. Confira abaixo: Tabela do Imposto de Renda ano base 2020 - anual Economia G1 É somente na declaração anual que podem ser abatidos do cálculo do IR gastos dedutíveis como despesas médicas, escolares, contribuições para previdência privada na modalidade PGBL e o desconto padrão por dependente. No IR 2021, o desconto padrão para as deduções no modelo de declaração simplificada é de 20% da renda tributável, limitado a R$ 16.754,34, mesmo valor do ano passado. Este abatimento substitui todas as deduções legais da declaração completa, entre elas aquelas de gastos com educação e saúde. A Receita considera o total de rendimentos e gastos dedutíveis do contribuinte e compara com o que foi recolhido mês a mês. Dependendo do cálculo, será feita a apuração da diferença a ser recolhida ou a restituição de parte das retenções mensais. Tabela do IR acumula defasagem de 113%; saiba quanto seria o imposto com correção Exemplos do cálculo do imposto de renda O valor do imposto de renda a pagar ou a restituir vai depender sempre do total de rendimentos tributáveis e da faixa de renda, mas também pode ter influência sobre o cálculo o regime de trabalho e a quantidade de fontes pagadoras. Com isso, é possível que uma pessoa saia de uma faixa de tributação e passe para outra com uma alíquota menor ou maior. Confira a seguir alguns exemplos de cálculo do IR, elaborados pela consultoria BDO a pedido do G1, considerando diferentes faixas de renda de assalariados - não foram consideradas nas simulações abaixo outras despesas dedutíveis da base de cálculo, como dependentes e pensão alimentícia. Simulações para salário de R$ 2 mil Economia G1 Simulação para salário de R$ 4 mil Economia G1 Simulação para salário de R$ 5 mil Economia G1 O programa da Receita informa, no momento da entrega da declaração, a chamada "alíquota efetiva" do Imposto de Renda, ou seja, o percentual dos rendimentos tributáveis pagos ao governo. O percentual é informado na última aba do programa gerador. Exemplo: um contribuinte com renda mensal de R$ 10 mil, que está na faixa mais alta de tributação do IR, com alíquota de 27,5%. Após a aplicação de todas as deduções e do desconto padrão, o valor da renda sobre a qual incide o imposto cai e, com isso, o percentual do Imposto de Renda pago por ele fica menor. Veja abaixo: Simulação para salário de R$ 10 mil Economia G1 Mais de uma fonte pagadora Para os contribuintes com mais de uma fonte pagadora, a declaração de ajuste anual pode resultar no cálculo de mais imposto a pagar. Isso porque, ao somar todos os rendimentos anuais, a pessoa pode cair em uma faixa de tributação maior do que a aplicada nos descontos mensais. "A pessoa pode receber rendimentos abaixo da tabela de tributação mensal de cada uma das fontes, contudo quando for entregar a declaração a base de cálculo do IR anual tomará por base o somatório dos rendimentos anuais das duas fontes, e assim a pessoa até então considerada isenta poderá atingir uma das alíquotas anuais e ser solicitada a recolher IR", orienta Cleiton dos Santos Felipe, especialista em imposto de renda da BDO. Veja o exemplo abaixo: Simulação para salário de R$ 6 mil de duas fontes pagadoras Economia G1 Imposto de renda de autônomos Para os autônomos, o cálculo do imposto a pagar ou a restituir na declaração de ajuste anual também leva em conta os valores já antecipadamente pagos ao governo. A principal diferença está no controle dos rendimentos obtidos de serviços prestados à pessoas físicas, uma vez que não há imposto retido da fonte pagadora. "Nessa situação, o autônomo deve manter controle mensal de todas as receitas obtidas e despesas realizadas para a obtenção das receitas. As despesas devem ser escrituradas em Livro Caixa e os recibos que provam os pagamentos, mantidos em arquivos para possível solicitação da Receita", explica Felipe. A diferença entre receita e despesas será o valor de rendimento tributável a ser considerado no cálculo mensal de "Carnê-Leão", sobre o qual será aplicada a tabela progressiva mensal e apurado eventual imposto de renda a ser pago mensalmente com base na mesma tabela progressiva mensal do IR. Veja exemplo abaixo: Simulação para autônomo com renda mensal de R$ 5 mil Economia G1 Assista a vídeos sobre o Imposto de Renda 2021:
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14/04 - Vice-presidentes do Banco do Brasil renunciam uma semana após posse de Fausto Ribeiro
Carlos André, vice-presidente de gestão financeira e de relações com investidores, vai se aposentar, enquanto Mauro Ribeiro Neto, vice-presidente corporativo, saiu alegando 'motivos pessoais'. Banco do Brasil REUTERS/Adriano Machado Dois vice-presidentes do Banco do Brasil (BB) renunciaram aos cargos na noite desta terça-feira (13), uma semana após a posse do novo presidente, Fausto Ribeiro. Carlos André, vice-presidente de gestão financeira e de relações com investidores e funcionário de carreira do banco, vai se aposentar, enquanto Mauro Ribeiro Neto, vice-presidente corporativo, saiu do banco alegando 'motivos pessoais'. Presidente do Conselho de Administração do Banco do Brasil alega interferência política e renuncia Neto estava no BB há dois anos e meio, depois de ter trabalhado no extinto Ministério do Planejamento e na Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN). De acordo com fato relevante divulgado à Comissão de Valores Mobiliários (CMV), foram indicados para substituir André e Neto, respectivamente, José Ricardo Forni, atual diretor de suprimentos, infraestrutura e patrimônio do BB, e o advogado Ênio Mathias Ferreira, diretor de governo da instituição financeira. Segundo comunicado divulgado pelo banco, os nomes ainda precisam ser aprovados pelo conselho de administração. Fausto de Andrade Ribeiro, novo presidente do Banco do Brasil Divulgação/Banco do Brasil Eficiência e desinvestimento O novo presidente-executivo do Banco do Brasil, empossado após o presidente Jair Bolsonaro demitir seu antecessor, André Brandão, devido a planos de fechamento de agências, disse nesta segunda-feira (5) que vai priorizar melhoria da eficiência da instituição e desinvestimento em ativos não essenciais. "É inegociável buscar eficiência, lucros crescentes, rentabilidade compatível com as principais instituições financeiras", escreveu Fausto Ribeiro, em carta aos funcionários do Banco do Brasil, citando um ambiente competitivo mais desafiador. Bolsonaro confirmou Ribeiro como o novo presidente-executivo do BB em 2 de abril, em um movimento que levou dois membros do conselho a renunciar por causa do que eles descreveram como "falta de experiência do executivo". Entre suas prioridades, Ribeiro também citou a venda de ativos não essenciais. O BB colocou à venda, por exemplo, sua unidade de gestão de ativos.
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13/04 - Lucia Casasanta renuncia ao conselho da Eletrobras
Executiva foi a primeira diretora de governança, riscos e conformidade da estatal. Lucia Casasantar enunciou ao seu cargo na Eletrobras Reprodução/Linkedin A Eletrobras comunicou ao mercado há pouco que Lucia Maria Martins Casasanta renunciou ao seu cargo no conselho de administração da companhia. A executiva foi indicada pelo acionista controlador. O comunicado destaca que a executiva foi a primeira diretora de governança, riscos e conformidade da estatal, e esteve à frente da investigação independente da companhia no âmbito da Operação Lava-Jato. De acordo com a Eletrobras, a gestão de Casasanta implementou o programa de compliance Eletrobras 5 Dimensões. Ela renunciou ao cargo em julho do ano passado e foi indicada ao conselho de administração da companhia. Seu mandato se encerraria no final do mês.
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13/04 - Empresas brasileiras batem recorde de emissões no mercado de capitais no primeiro trimestre de 2021
Segundo a Anbima, as emissões de empresas do país atingiram a cifra recorde para os três meses iniciais do ano de R$ 102 bilhões. Bovespa - Painel da bolsa de valores de São Paulo, B3, nesta quarta-feira (11). Cris Faga/Estadão Conteúdo O mercado de capitais brasileiro viveu o melhor primeiro trimestre de sua história em termos de captações neste ano. Segundo a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), as emissões de empresas do país atingiram a cifra recorde para os três meses iniciais do ano de R$ 102 bilhões. A renda variável atingiu montante de R$ 33,4 bilhões, enquanto a renda fixa e os instrumentos híbridos responderam por R$ 68,6 bilhões do total. O crescimento das captações ante o período de janeiro a março de 2020 foi de 21,7%. “O volume captado total é uma notícia espetacular, o maior resultado da série histórica para o período”, afirmou o vice-presidente da Anbima, José Eduardo Laloni, durante a coletiva sobre os resultados. A renda variável teve um avanço de 7,05% ante o mesmo intervalo do ano passado. Apesar da alta relativamente modesta, Laloni ressalva que, entre os R$ 31,2 bilhões captados na renda variável no primeiro trimestre de 2020, há o follow-on da Petrobras que, sozinho, movimentou R$ 22 bilhões. Sem a oferta subsequente da petroleira, as emissões de ações neste ano teriam crescido 3,6 vezes em termos de valor frente ao início de 2020. “É um trimestre normalmente mais desafiador, mas mostrou um mercado bastante ativo” mesmo com o recrudescimento da pandemia. PODCAST: A leva de IPOs na bolsa em 2021 e o que avaliar antes de participar Laloni também destacou o fato de o volume financeiro de ofertas iniciais (IPO) ter superado as subsequentes (follow-on) pelo segundo trimestre consecutivo. Trata-se de uma inversão de tendência que predominou nos últimos anos. Os IPOs totalizaram R$ 21,8 bilhões no período, enquanto os follow-ons acrescentaram R$ 11,6 bilhões ao total da renda variável de janeiro a março. No primeiro trimestre de 2020, as ofertas subsequentes dominaram as emissões com R$ 27,3 bilhões contra apenas R$ 4 bilhões captados nas operações de aberturas de capital. “É importante ressaltar que os IPOs tiveram grande diversidade setorial e de volumes captados, mostrando capacidade bem maior de atrair investidores do que a gente vinha tendo nos últimos tempos”, afirmou o vice-presidente da Anbima. Além dos IPOs ultrapassarem os follow-ons, as oferta foram predominantemente primárias. As ofertas com emissão de novas ações atingiram R$ 20,9 bilhões frente a R$ 12,5 bilhões das vendas de papéis pertencentes aos acionistas. Na renda fixa, sem considerar os produtos híbridos, a captação cresceu 84% comparada ao primeiro trimestre de 2020. A emissão de debêntures atingiu R$ 31 bilhões nos três primeiros meses de 2021, muito acima dos R$ 16,9 bilhões no mesmo período do ano passado. “Se a gente comparar com 2019, já voltou a uma patamar de emissão de dois anos atrás”, ponderou Laloni. Entre o grupo dos híbridos, os maiores volumes ficaram com os fundos imobiliários (FII) e dos fundos de direitos creditórios (fidcs). No primeiro trimestre de 2021 os FIIs levantaram R$ 14 bilhões, enquanto os fidcs responderam por outros R$ 14,8 bilhões. Imposto de Renda 2021: especialista tira dúvidas sobre declaração de investimentos em bolsa de valores e imóveis Os certificados de recebíveis imobiliários (CRI) e os do agronegócio (CRA) tiveram emissões de, respectivamente, R$ 4,7 bilhões e R$ 3,1 bilhões. As empresas captaram apenas R$ 1,2 bilhão por meio de notas promissórias. No mercado externo, as companhias brasileiras captaram US$ 7,6 bilhões ou R$ 43,5 bilhões com emissões de títulos de dívida (bonds). “O volume veio em linha com o que tivemos no ano passado”, apontou o vice-presidente da Anbima. Laloni comentou ainda que para este ano a entidade pretende avançar nas discussões para o desenvolvimento do mercado de Spacs no Brasil e contribuir para a nova norma de ofertas públicas, que vai unificar as instruções CVM 400 e CVM 476. “As spacs são um produto novo e estão vindo para o Brasil. Começamos as discussões com um grupo de trabalho interno na Anbima. A gente acha que pode ser um produto complementar às estruturas de capital de investidores no Brasil.”
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13/04 - Senado aprova projeto que renova prazo para estados e municípios remanejarem fundos
Proposta amplia período para entes descumprirem regras que limitam despesas; flexibilidade servirá para governos lidarem com a pandemia. Texto vai à sanção de Bolsonaro. O Senado aprovou, por unanimidade nesta terça-feira (13) o projeto que renova, até o fim de 2021, a autorização para que estados e municípios façam o remanejamento de recursos remanescentes em seus respectivos fundos de saúde e de assistência social. O texto também prorroga prazos para estados e municípios renegociarem dívidas com a União. O projeto é de autoria do senador Luís Carlos Heinze (PP-RS) e já havia sido aprovado pelo Senado no mês passado. A proposta, entretanto, sofreu alterações quando passou na Câmara e voltou à análise dos senadores. O Senado aprovou as mudanças da Câmara e, com isso, o texto segue para a sanção do presidente Jair Bolsonaro. O projeto altera uma lei aprovada pelo Congresso no ano passado que autorizou, enquanto durasse o estado de calamidade pública, a realocação de verbas de anos anteriores que ainda estavam nos fundos de saúde e de assistência social dos entes. O decreto de calamidade, porém, se encerrou no fim do ano passado. Segundo o relator da matéria na Câmara, deputado Roberto Alves (Republicanos-SP), ainda havia um saldo de R$ 23,8 bilhões pendente de utilização – sendo R$ 9,5 bilhões para os estados e o Distrito Federal e R$ 14,3 bilhões para os municípios. “Com essa proposta, esses recursos poderão ser transpostos para uso em despesas na área de saúde, e que poderão ser utilizados para o combate à pandemia de Covid-19”, diz o relator em seu parecer. Penalidades O texto também altera, de 30 de junho de 2021 para 31 de dezembro de 2021, a data a partir da qual a União poderá aplicar penalidades aos entes que descumprirem regras de limitação de despesas previstas na legislação que trata da renegociação de dívidas dos estados. Além disso, a proposta abre caminho para que estados que estejam em regime de recuperação fiscal possam, por exemplo, reajustar salários, criar cargos e contratar servidores. Isso porque, pelo texto aprovado, as vedações hoje previstas para entes federados que que estão no regime podem ser afastadas – desde que isso esteja previsto no Plano de Recuperação Fiscal. Atualmente, a legislação prevê a possibilidade de ressalvar as vedações apenas a partir do quarto ano de vigência do regime.
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13/04 - Imposto de Renda: Câmara aprova projeto que prorroga entrega da declaração até 31 de julho
Nesta segunda, Receita anunciou extensão do prazo até o fim de maio; calendário inicial previa entrega até 30 de abril. Mudança só entra em vigor se for sancionada por Jair Bolsonaro. A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (13) um projeto que prorroga, até 31 de julho, o prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física 2021, referente ao ano-calendário de 2020. Como já havia passado pelo Senado, o texto vai à sanção presidencial. O novo prazo só vale se for sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro. O cronograma previsto para as restituições não foi alterado pelos parlamentares. Especial G1: tudo sobre o Imposto de Renda 2021 Perguntas e respostas: veja como declarar o Imposto de Renda Como recuperar o recibo da declaração anterior? Como declarar o auxílio emergencial? Veja na íntegra o sexto programa tira dúvidas de Imposto de Renda 2021 Pela proposta aprovada no Congresso, se restar saldo do imposto a pagar no fim da declaração, o valor devido pelo contribuinte poderá ser parcelado em até seis meses – a quitação deve ocorrer ainda em 2021. A primeira versão do texto previa pagamento em até oito vezes, mas a regra foi alterada pelo Senado e a redução foi mantida pela Câmara. Nesta segunda (12), a Secretaria da Receita Federal prorrogou o prazo para a entrega da declaração do imposto de renda do dia 30 de abril para o dia 31 de maio de 2021. Mudanças em 2020 No ano passado, em razão da pandemia da Covid-19 no país, a Receita Federal prorrogou por 60 dias o prazo para entrega das declarações. A medida foi adotada por meio de instrução normativa do órgão. Na ocasião, mesmo com o adiamento da data-limite, o cronograma de restituições foi mantido.
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13/04 - Especialistas encontram códigos maliciosos nas lojas de apps APKPure e Huawei AppGallery para Android
Praga digital 'Joker' foi encontrada em apps da loja da Huawei, enquanto instalador da APKPure estava contaminado com vírus 'Triada'. App listado no AppGallery da Huawei instalava código malicioso conhecido como 'Joker'. Reprodução/Dr. Web A fabricante de antivírus russa Dr. Web publicou alertas informando que pragas digitais foram encontradas em duas lojas "alternativas" de aplicativos para Android: a APKPure e a Huawei AppGallery. Embora bastante diferentes um do outro, ambos os casos são recentes e demonstram os desafios que usuários de Android podem enfrentar para obter apps de forma segura. O blog não recomenda utilizar outras lojas além da Play Store, mas até downloads na Play Store exigem cautela. O AppGallery é uma loja oferecida pela Huawei que funciona da mesma forma que a loja do Google. Desenvolvedores podem cadastrar apps no AppGallery, mas devem ser aprovados para publicação. Em seu site, a fabricante afirma que "o AppGallery possui um mecanismo de detecção de quatro camadas para garantir que os aplicativos apresentados na plataforma sejam seguros para download e uso". Mas, de acordo com a Dr. Web, dez aplicativos de dois desenvolvedores foram cadastrados na loja com o Joker, um código malicioso para Android que se conecta a um servidor de controle para receber comandos e "módulos" de funcionamento. Entre suas várias funções, o Joker tenta interceptar mensagens SMS para cadastrar o usuário em serviços "premium", que aumentam a conta de telefone e transferem a receita desse cadastro para o golpista. Esse código malicioso é conhecido pelo menos desde 2017, mas está em constante evolução. Diversas versões do Joker já apareceu na Play Store, mas é a primeira vez que um código malicioso é encontrado no AppGallery da Huawei, segundo a Dr. Web. Google remove 17 aplicativos da Play Store após denúncia apontar presença do vírus 'Joker' O blog procurou a Huawei para comentar o caso, mas a empresa não se manifestou até a publicação. Apps com 'Joker' na Play Store do Google. Reprodução/Dr. Web Código no instalador da APKPure A APKPure é uma loja que promete aos usuários a possibilidade de baixar apps da Play Store de qualquer região e a partir de qualquer aparelho, inclusive aqueles que não foram certificados pelo Google. Por ser um "clone" da Play Store, a APKPure teria o mesmo conteúdo e normalmente não seria possível que um app malicioso estivesse disponível na loja da APKPure e não na Play Store. Contudo, o próprio instalador da APKPure estava contaminado com um código malicioso. Ou seja, o problema não eram os apps específicos da loja, mas a loja em si. De acordo com os especialistas da Dr. Web e da Kaspersky, o arquivo de instalação da APKPure possuía um kit de códigos de publicidade ("SDK", na sigla em inglês) que executava instruções associadas ao Triada, um programa malicioso conhecido para Android. Dependendo da versão do Android – especialmente em versões antigas –, o Triada pode tentar instalar o xHelper, um programa malicioso agressivo que não é removido pela redefinição do sistema. Em todos os dispositivos, o Triada atua exibindo anúncios publicitários em momentos inoportunos, atrapalhando o uso do celular, drenando a bateria e consumindo o pacote de dados. Por ser um código malicioso versátil, o Triada também pode instalar outros programas no celular para realizar outras atividades. O Triada também é capaz de cadastrar o usuário em serviços que aumentam a conta de telefone, como o Joker. Os responsáveis pela APKPure publicaram uma nova versão do instalador, a 3.17.19, informando que foi "corrigido um problema de segurança". Não foi explicado como o código do Triada foi parar no arquivo. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Veja dicas para manter seus dados seguros:
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13/04 - Facebook e Instagram terão alerta em conteúdos sobre tratamentos sem comprovação científica
Utilizando como fonte a OMS, rótulos virão com a mensagem "alguns tratamentos COVID-19 não aprovados podem causar danos graves". Facebook e Instagram terão alertas em conteúdos sobre tratamentos sem comprovação científica Divulgação Facebook e Instagram terão novos alertas com selos em conteúdos sobre tratamentos sem comprovação científica. O anúncio foi feito pela empresa liderada por Mark Zuckerberg nesta terça-feira (13). Os novos rótulos chegarão às redes sociais nas próximas semanas, utilizando como fonte a Organização Mundial da Saúde (OMS) com o seguinte comunicado: "Alguns tratamentos COVID-19 não aprovados podem causar danos graves". Serão lançados rótulos em inglês, espanhol, português, francês, indonésio e árabe em todo o mundo, disse o Facebook. Haverá também um link junto com a mensagem levando para a Central de Informações sobre o Covid-19 da empresa. Além do trabalho com a OMS, o Facebook tem agências verificadoras de fatos parceiras que analisam conteúdos que, quando marcados como falsos, são rotulados no Facebook e no Instagram e tem seu alcance reduzido. A empresa também afirma que remove da plataforma as alegações comprovadamente falsas sobre a doença. Saiba com proteger seus dados na internet
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13/04 - Centro-Sul fecha safra da cana com alta de 2,56% em cenário favorável à produção de açúcar
Dentro de expectativas, usinas moeram 605,4 milhões de toneladas entre 2020 e 2021. Clima, produtividade e mercado levaram a incremento de 43% do adoçante, enquanto etanol teve baixa de 8,7%. Colheita de cana-de-açúcar na região de Ribeirão Preto EPTV/Reprodução O Centro-Sul do país encerrou a safra 2020/2021 da cana-de-açúcar em alta de 2,56% na moagem da matéria-prima em relação ao período anterior e ficou dentro das projeções do setor, segundo dados divulgados nesta terça-feira (13) pela União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica). A região que representa em torno de 90% da cadeia sucroenergética brasileira processou 605,46 milhões de toneladas., diante de 590,36 milhões de toneladas entre 2019 e 2020 Cenário marcado por uma maior produtividade por hectare nas lavouras - alta de 2,3%, segundo estimativas do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) - de e um clima seco que favoreceu a colheita no tempo certo, de acordo com a entidade. O volume supera as estimativas iniciais do ano passado, quando especialistas projetavam entre 596 e 604,5 milhões de toneladas, e fica abaixo dos 607 milhões estimados às vésperas do fim de um ciclo marcado por incertezas em meio à pandemia da Covid-19 e pelo início do RenovaBio, política nacional de biocombustíveis que visa à descarbonização da matriz energética brasileira. A elevação nos números antecede uma expectativa de queda de 3,5% para o ciclo 2021/2022, que oficialmente começou em abril com projeção de 586 milhões de toneladas, abaixo do registrado entre 2019 e 2020. A previsão é de que, até o fim a primeira quinzena de abril, 160 usinas estejam em operação, 20 a menos do que um ano atras. Açúcar: produção em alta Uma maior moagem da cana foi um dos fatores que proporcionaram uma elevação de 43,7% na produção de açúcar nas usinas do Centro-Sul. O subproduto da cana chegou a um volume de 38,46 milhões de toneladas, diante de 26,76 milhões de toneladas a safra anterior. A alta também foi impulsionada pelo clima seco, pelo acréscimo de 4,4% no nível da qualidade da matéria-prima, medida em açúcares totais recuperáveis (ATR), além de mercado consumidor e taxa cambial favoráveis para as vendas no exterior. Com isso, o açúcar terminou o período como responsável por 46,07% da destinação da matéria-prima destinada pelas usinas. Um ano antes, essa participação era de 34%. Moagem de cana-de-açúcar na região de Ribeirão Preto EPTV/Reprodução Etanol: predominante, mas em baixa Diferente do açúcar, o etanol fechou em queda de 8,7% no volume produzido, com 30,37 bilhões de litros, quase 3 bilhões a menos em relação à safra 2019/2020. Na segunda quinzena de março, o recuo na produção foi de 18% com apenas 37 usinas em operação destinada a esse subproduto - um ano antes eram 76. A redução é explicada pelas medidas contra a pandemia, que restringiram a mobilidade e, consequentemente, a demanda por combustíveis no país, apesar de um aumento na procura registrada em março. Na avaliação geral, segundo a Unica, as vendas de etanol por parte das usinas, em mais de 91,2% destinadas ao mercado interno, caíram em média 7,49% e atingiram patamares semelhantes aos de 2018/2019. Média puxada pela retração de 10,4% dentro do país e amenizada, em parte, por um crescimento de 40,88% nos negócios firmados no exterior. Com isso, o subproduto perdeu espaço para o açúcar e sua participação, ainda predominante, caiu de 65,67% - em 2019/2020 - para 53,93% no mix de produção. O percentual é abaixo do que especialistas imaginavam no começo do ano passado, quando esperavam uma participação de 59,2% em uma conjuntura influenciada pela quebra de produção do açúcar em países como Índia, Tailândia e México que já favorecia o Brasil. De toda a produção das usinas, a maior parte - 20,6 bilhões de litros - resultou em etanol hidratado, concorrente direto da gasolina nos postos, em queda de 11,31% na produção. Outros 9,7 bilhões foram de etanol anidro, misturado na composição da gasolina, com baixa de 2,65%. Fora da cadeia sucroegernética, o mercado de etanol na região contou com um incremento de 2,57 bilhões de litros produzidos a partir do milho que representam 8,45% de toda a produção do biocombustível do Centro-Sul e resultaram em uma alta de 58,13%. Mesmo com as baixas, a Unica garante que os estoques de etanol foram suficientes para atender o abastecimento de automóveis no país, a demanda adicional por álcool destinado a fins sanitários na pandemia e equilibrar a oferta às necessidades do mercado pelos próximos meses. Veja mais notícias da região no G1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região
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13/04 - Brasil do desemprego recorde tem vagas em fábricas de caixões
As empresas contratam funcionários para aumentar a produção. Jornadas também aumentaram e férias foram suspensas para tentar dar conta de volume de pedidos sem precedentes gerado pela pandemia de covid-19. Procura por caixões explodiu no começo deste ano, dizem os fabricantes EPA via BBC A última Sexta-feira Santa foi a primeira vez que a fábrica de caixões de Antônio Marinho funcionou no feriado da Páscoa. Precisava dar conta do volume de serviço, que disparou na pandemia. "A demanda mais do que dobrou, e estamos fazendo tudo que a gente pode para aumentar a produção para conseguir atender todo mundo", diz o presidente da Godoy Santos, uma das maiores desse setor. "Ficamos assustados com esse aumento, e isso deve continuar até pelo menos abril. É muito preocupante." Em um momento em que o país enfrenta um desemprego recorde e muitas empresas estão demitindo por causa da pandemia de covid-19, fabricantes de caixões como a Godoy Santos estão contratando. A equipe da empresa de Dois Córregos, no interior de São Paulo, aumentou pouco mais de 10% com os 15 funcionários que chegaram recentemente. As jornadas ficaram mais longas, e as férias foram suspensas — dentro do que a lei permite, Marinho faz questão de frisar. A empresa também passou a oferecer para os clientes só 2 dos 45 modelos que tem no catálogo, para tentar acelerar a produção. Marinho diz que já conseguiu aumentar a fabricação em cerca de 30%, mas calcula que vai precisar elevar ainda mais para tentar atender a todos. "Tá bem esquisito, tá todo mundo ressabiado. Cidades que tinham três, quatro óbitos por mês, de repente, têm oito, dez, e esse número fica constante. Isso assusta." Mortes em alta no ano da pandemia Nunca morreu tanta gente no Brasil quando no período da pandemia. Foram quase 1,5 milhão de óbitos entre março de 2020 e fevereiro de 2021, de acordo com a Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil). É o recorde do monitoramento desde que ele começou a ser feito, em 2003. As mortes no ano da pandemia ficaram 31% acima da média e 13,7% do ano anterior. E foi justamente o último mês do levantamento que teve o maior número de mortes de toda a série histórica. Em fevereiro de 2021, 120 mil novos atestados de óbito foram emitidos por cartórios em todo o país. 'Tem pico todo ano, mas nada se compara com isso' Os fabricantes de caixão foram um dos primeiros a notar esse aumento fora da curva. Esse é um mercado em que a previsibilidade é a norma. Fora algo excepcional, o número de nascimentos e mortes costuma ser relativamente regular — descontadas as variações sazonais e as mudanças no perfil da própria população. Por isso, Leandro Rigon diz que soube logo de cara que o aumento de pedidos que ele estava vendo em sua fábrica em Constantina, no interior do Rio Grande do Sul, em outubro do ano passado, não era normal. Em um primeiro momento, diz o empresário, as funerárias tinham algum estoque para dar conta do aumento dos velórios e enterros. "Aí pegou forte a partir de fevereiro (de 2021). Houve um aumento muito, muito grande de pedidos", afirma o diretor-executivo das Urnas Rigon, empresa que foi criada pelo seu pai há 31 anos. "Estou no ramo há 24. Claro que tem picos todos os anos, mas nada se compara com isso. Nunca teve algo assim." 'Se um pedir demais, o outro fica sem' Leandro Rigon diz que sua produção aumentou em um terço depois que ele contratou mais 20 funcionários. A fábrica também passou a funcionar uma hora a mais todos os dias e também aos sábados e feriados. O empresário conta que precisou conversar com algumas funerárias. "Sabe o que aconteceu com o papel higiênico? Então, eu acho que a mesma coisa aconteceu aqui, algumas pessoas correram para estocar." As encomendas grandes demais foram renegociadas, para fracionar a entrega. "Se um pedir demais, o outro vai ficar sem", justifica Rigon. Falta de matéria-prima Os fabricantes dizem que a situação ficou ainda mais crítica porque está faltando matéria-prima para fazer os caixões e urnas. Eles contam que desde o fim do ano passado começou a ficar difícil achar madeira, compensado, aço, plástico, tecido — os materiais que costumam ser usados para fazer esse tipo de produto. Com real desvalorizado, o câmbio ficou mais favorável às exportações, e os produtores nacionais passaram a priorizar as vendas para o exterior, diz Gisela Adissi, presidente da Associação dos Cemitérios e Crematórios Privados do Brasil (Acembra). "Os fabricantes ainda estão conseguindo atender os pedidos, mas estão reduzindo as entregas. Março deve ser o pior mês e provavelmente vai dar uma melhorada em abril, mas ainda vai ser difícil", afirma Adissi. Acordo e pedido de ajuda Ela diz que as associações do mercado funerário decidiram fazer uma campanha para ninguém estocar esses produtos. Adissi acredita que não vai faltar caixão e urna no mercado, mas reconhece que a preocupação é grande. "Não pode ir a velório, não pode ir a enterro (por culpa das restrições sanitárias)... A gente já está sofrendo demais com a privação de vários dos nossos rituais. Sem esses símbolos tão familiares e habituais, começa a ficar caótico", diz a empresária. Os fabricantes também se mobilizaram e vieram a público no início de março pedir a ajuda. O apelo surtiu efeito, diz Antônio Marinho, que também é presidente da Associação de Fabricantes de Urnas do Brasil. Ele afirma que as empresas conseguiram uma interlocução com o governo de São Paulo, de onde sai mais da metade da produção de urnas e caixões no país. "Eles nos colocaram no comitê contra a covid e estão ajudando no diálogo com os fornecedores de matéria-prima. Está funcionando, o pessoal está sendo mais flexível e aumentando a cota. Acho que isso vai resolver o problema", diz Marinho. Produtos mais simples, margens menores Com a pouca oferta de materiais e a grande procura, alguns produtos encareceram bastante, e teve preço que dobrou ou triplicou, reclamam os fabricantes. "As pessoas acham que se está ganhando muito dinheiro no mercado funerário, mas não é assim não, pelo contrário", afirma Leandro Rigon. "Estamos empatando, quase tendo prejuízo" As margens de lucro ficaram mais apertadas não só por causa do aumento de gastos com funcionários e matérias-primas, diz Rigon. Os caixões que mais saem hoje também são os mais baratos. "Antes, as compras eram mais diversificadas. Agora, não. Focam em comprar só o mais basicão porque não vai ter velório", afirma o empresário. E o lucro era maior com os modelos mais caros. Muitos funcionários afastados A Bignotto, uma fábrica de Cordeirópolis, no interior de São Paulo, enfrenta ainda outra dificuldade por causa da pandemia. Muita gente tem ficado doente, e o entra e sai de funcionários na produção aumentou bastante. Thomaz Bignotto, que dirige a empresa com os três irmãos, calcula que cerca de um quinto dos 200 funcionários estão afastados atualmente por causa da covid-19. Isso fez triplicar o número de contratações na empresa por semana. De duas em média para cinco ou seis hoje em dia. "Estamos basicamente repondo os afastamentos", diz Bignotto. Fabricantes de caixões dizem que nunca tiveram tantos pedidos quanto agora EPA via BBC Sem alternativas para crescer Esse é um dos motivos por que sua produção está hoje uns 40% abaixo do que era antes da pandemia. E o empresário não vê muitas alternativas de aumentar esse volume. Primeiro, porque falta material e tudo está mais caro. "Repassamos só uma parte desse aumento para os preços dos produtos, o resto não. Estamos no zero a zero, não estamos tendo lucro", diz Bignotto. Mas também porque "não é fácil conseguir 40 funcionários da noite para o dia para abrir um novo turno de trabalho" em uma cidade pequena como Cordeirópolis, afirma Bignotto. Ele explica que também não adianta comprar mais máquinas, porque esse investimento está fadado a se tornar prejuízo mais pra frente, quando o número de mortes voltar ao normal. Ou melhor, quando ficar abaixo do normal — Bignotto acredita que a pandemia alterou o ritmo normal de nascimentos e mortes e isso reserva dias não muito animadores para o seu negócio no futuro próximo. "O que está acontecendo agora adiantou as mortes. As pessoas que iam morrer depois estão morrendo agora. Quando acabar a pandemia, vai ter um declínio muito grande", acredita.
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13/04 - Facebook remove página de histórica vila francesa de Bitche por confusão com seu nome
Rede social havia suspendido o página por suposta violação de regras, mas restabeleceu o endereço nesta terça (13). Nome da cidade, que lembra insulto em inglês, foi "mal interpretado", disse prefeito. Vila de Bitche, na França, teve página removida do Facebook por engano Divulgação A página do Facebook de uma pequena cidade francesa foi retirada do ar após uma confusão. O vilarejo histórico de Bitche, no nordeste da França, foi suspenso na rede social por causa de seu nome, que lembra um insulto em inglês. O prefeito da cidade disse que a página foi removida em 19 de março por supostamente violar as regras do Facebook. "O nome da nossa cidade parece ter sofrido uma má interpretação", disse Benoît Kieffer, prefeito de Bitche. Um porta-voz da rede social disse que "a página foi removida por engano e foi rapidamente restaurada esta manhã, quando tomamos conhecimento do problema", de acordo com a BBC. Durante o "apagão" que sofreu no Facebook, a Vila de Bitche criou uma outra página Mairie 57230, que é o código postal da cidade, para se comunicar com seus moradores. Convite para Zuckerberg Após a confusão, o prefeito de Bitche fez um convite para Mark Zuckerberg conhecer a pequena vila, que tem cerca de 5 mil habitantes, com os próprios olhos, e também fez críticas ao sistema de moderação da rede social. "O que aconteceu com a cidade de Bitche demonstra que as ferramentas moderadoras são insuficientes e limitadas, algo que só o olhar humano pode averiguar", disse Kieffer. Saiba como proteger seus dados nas redes
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13/04 - Ajuda ao desenvolvimento bateu recordes em 2020, diz OCDE
Total chegou a US$ 161,2 bilhões, 3,5% a mais que no ano anterior. A ajuda pública ao desenvolvimento alcançou um nível recorde em 2020, devido em parte aos subsídios especiais relacionados com a crise de covid-19, informou a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) em um relatório divulgado nesta terça-feira (13). Brasil é única grande economia em desaceleração em 2021, aponta OCDE A ajuda total chegou a US$ 161,2 bilhões, 3,5% a mais que no ano anterior, "o nível mais alto já registrado", segundo a OCDE. Deste valor, US$ 12 bilhões foram destinados às questões relacionadas ao coronavírus. "O apoio a curto prazo para ajudar a enfrentar a crise de covid-19 foi voltado para os sistemas de saúde, para a assistência humanitária e a segurança alimentar", disse a organização. OCDE afirma que recuperação econômica do mundo está próxima e projetou um crescimento maior para o Brasil neste ano No entanto, o chefe da OCDE Ángel Gurría pediu maiores esforços, reiterando que os 161 bilhões de dólares representam apenas "1%" dos diversos pacotes de estímulo vigentes em todo o mundo. "Temos que fazer um esforço muito mais abrangente para ajudar os países em desenvolvimento com a distribuição de vacinas, serviços hospitalares e para apoiar a renda e os meios de subsistência das populações mais vulneráveis para garantir uma recuperação verdadeiramente global", acrescentou. Os Estados Unidos continuam sendo o maior doador (US$ 35,5 bilhões), à frente da Alemanha (US$ 28,4 bilhões) e do Reino Unido (US$ 18,6 bilhões). Mais de três quartos (76%) da ajuda total procede dos países do G7.
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13/04 - Inflação pesou menos para os mais pobres em março, mostra Ipea
Em 12 meses, porém, faixas de renda de R$ 900 a R$ 2,4 mil, são – de longe – as mais penalizadas A inflação se acelerou para todas as faixas de renda em março, devido aos aumentos nos preços dos combustíveis, informou nesta terça-feira (13) o Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea). As famílias de renda média (entre R$ 4,12 e R$ 8,25 mil) e média alta (R$ 8,25 e R$ 16,5 mil) foram as mais afetadas: a variação dos preços para esses dois grupos passou de 0,98% e 0,97% para 1,09% e 1,08%, respectivamente. Já as famílias de renda muito baixa e baixa apresentaram menor incremento inflacionário, com altas de 0,71% e 0,85%, respectivamente, em suas cestas de produtos e serviços. Trabalhadores por conta própria foram os mais prejudicados pela pandemia em 2020, diz Ipea Inflação por faixa de renda - março/2021 Economia G1 No acumulado em 12 meses, porém, o Ipea mostra que essas faixas de renda mais baixa, entre R$ 900 e R$ 2,4 mil, ainda são de longe as mais penalizadas pela alta dos preços. Nessa base de comparação, a inflação aumenta conforme a renda, sendo de 4,67% para os mais ricos e de 7,24% para os mais pobres. Inflação por faixa de renda - 12 meses até março/2021 Economia G1 Nos primeiros três meses deste ano, entretanto, há um início de reversão dessa disparidade, com a inflação acumulada chegando a 2,29% para os mais ricos e 1,60% para os mais pobres. A previsão do Ipea é que, ao longo de 2021, prevaleça o equilíbrio para a inflação sobre diferentes faixas de renda. Alimentos X combustíveis "Isso é efeito dos aumentos da gasolina e desaceleração na alta dos alimentos, o que diminui a pressão sobre [a cesta dos] mais pobres e aumenta a pressão sobre os mais ricos", diz a pesquisadora do Ipea Maria Andreia Lameiras. Ela lembra que isso já havia acontecido em fevereiro, quando também houve reajuste de mensalidade escolar, o que pesa mais sobre famílias abastadas. Segundo Lameiras, a tendência de convergência das inflações para ricos e pobres para o restante do ano se deve a uma previsão de desaceleração nas altas de preços de alimentos – que têm maior peso no consumo das famílias de renda baixa –, ao aumento de preços administrados represados em 2020 e também à inflação dos serviços. Esta última deve subir com o progresso da vacinação e a consequente normalização do comércio e circulação de pessoas. Em março, assim como em fevereiro, o segmento que mais contribuiu para a alta inflacionária de todas as faixas de renda em março foi o de transportes, impactado principalmente pelo aumento do preço dos combustíveis (11,2%), mais consumido pelas famílias de maior renda. Para as famílias da faixa mais baixa, pesaram os reajustes de 0,11% dos preços de ônibus urbano e de 1,84% dos trens. Embora tenham convivido com inflação relativamente maior no primeiro trimestre, as famílias mais ricas contaram com algum alívio inflacionário relacionado a transportes devido à queda de 2,0% do preço das passagens aéreas e a redução de 3,4% nos preços praticados em aplicativos de transporte, dois ramos por elas mais utilizados. Além dos transportes, o grupo habitação também contribui para a alta de preços sentida pelas famílias mais pobres, sobretudo por conta do aumento do botijão de gás (5,0%), dos artigos de limpeza (1,1%) e da energia elétrica (0,76%). Para as famílias mais ricas, o segundo grupo com maior pressão inflacionária foi o de alimentos e bebidas, impulsionado pelo reajuste de 0,89% da alimentação fora do domicílio. Em março de 2021, a aceleração da inflação só não foi maior devido ao desempenho dos alimentos em domicílio, que registrou a primeira deflação (-0,17%) desde outubro de 2019. Quando comparadas com o mesmo período de 2020, diz o Ipea, todas as faixas de renda viram aceleração da inflação. As famílias mais ricas foram as que registraram as maiores altas inflacionárias entre os dois períodos, com o índice saltando de menos 0,20% para 1,0%, ou seja, 1,2 ponto percentual. Entre os mais pobres, essa alta foi de 0,46 ponto, de 0,25% para 0,71%.
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13/04 - Pagamentos por aproximação têm alta de 374% em número de transações em 2020
Ao todo, o pagamento sem contato foi realizado 587 milhões de vezes no ano passado. Tecnologia de pagamento por aproximação permite pagar contas com o celular. Divulgação/MasterCard A Abecs, associação que representa o setor de cartões, levantou que a quantidade mensal de transações por meio dos pagamentos por aproximação passou de 22,6 milhões em janeiro de 2020, para 114 milhões em dezembro do ano passado. Ao todo, o pagamento sem contato foi realizado 587 milhões de vezes em 2020, com crescimento de 374% em relação a 2019. Conforme já divulgado pelo Valor, em volume movimentado nessas transações foram registrados R$ 41 bilhões em compras por meio de cartão, celular, relógio, entre outros dispositivos equipados com a tecnologia NFC (Near Field Communication) no ano passado, o que significou um crescimento de 470% em relação a 2019. Banco Central autoriza transferências bancárias pelo WhatsApp A participação desse tipo de transação no total movimentado pelo setor de cartões pulou de 0,70% em janeiro para 3,25% em dezembro. No mesmo período, o tíquete médio da modalidade ficou em R$ 70. De acordo com nota da Abecs, as mudanças no comportamento de consumo ocasionadas pela pandemia de Covid-19 aceleraram a popularização do pagamento por aproximação, visto como uma transação segura por evitar o contato físico. Em pesquisa realizada pela Mastercard no início da pandemia, 88% dos brasileiros consideravam o pagamento sem contato mais conveniente do que o uso do dinheiro, e 75% daqueles que experimentaram a tecnologia passaram a incorporar esse novo hábito e devem mantê-lo mesmo após a crise sanitária. No ano passado, entre aqueles que já haviam realizado pagamentos por aproximação, 72% usaram o cartão físico e 49%, o celular (por meio de carteiras virtuais). Sobre os locais em que os pagamentos por aproximação foram mais utilizados desde o início da pandemia no Brasil, supermercados, mercados e mercearias lideram com 79%, seguidos por farmácias (67%) e redes de fast food ou restaurantes (35%). Banco Central autoriza pagamentos e transferências pelo WhatsApp Para a associação, ainda que parte desse crescimento esteja relacionada à pandemia, iniciativas do setor de cartões também contribuíram para a disseminação da modalidade. Um exemplo mencionado é que as empresas ampliaram o limite de compra por aproximação sem a necessidade de digitar senha. O teto, que antes era de R$ 50, passou para R$ 100, em julho, e, neste ano, mudou para R$ 200. A medida é considerada um passo importante para a adoção em escala, já que a faixa de valor até R$ 200 engloba cerca de 80% das transações com cartões no Brasil. Bancos e outros emissores de cartão também têm priorizado a emissão de cartões já equipados com a tecnologia de aproximação, substituindo os antigos plásticos. Da mesma forma, a grande maioria das maquininhas de cartão e de outros equipamentos de captura espalhados por todo o Brasil já está habilitada a aceitar pagamentos sem contato. Outro movimento apontado pela Abecs é a diversificação de possibilidades de transação para além do comércio em geral. A modalidade vem sendo implantada em outros segmentos, como o transporte público e em praças de pedágio, ambientes em que o pagamento sem contato pode significar ainda mais agilidade e conveniência aos usuários.
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