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22/05 - Expectativa de inflação dos consumidores avança em maio, aponta FGV
Aumento da expectativa tem origem na percepção do aumento conjuntural de preços e na queda da confiança, influenciada pelo forte aumento da incerteza econômica, diz pesquisadora. Preços de produtos Agustin Marcarian/Reuters A expectativa dos consumidores brasileiros para a inflação nos 12 meses seguintes subiu 0,1 ponto percentual, ao passar de 5,3% em abril para 5,4% em maio. Nos três últimos meses, o índice acumula alta de 0,5 ponto percentual. A parcela dos consumidores que projetam valores acima da meta de inflação para 2019 (de 4,25%) aumentou de 60,1% em abril para 68,4% em maio, acumulando crescimento de 12 pontos percentuais desde o estabelecimento da nova meta inflacionária. Já a proporção de consumidores projetando valores abaixo do limite inferior (2,75%) caiu 1,1 ponto percentual, para 2,9%, a menor parcela desde o início do ano. Segundo Viviane Seda Bittencourt, coordenadora da Sondagem do Consumidor, da FGV/IBRE, o aumento da expectativa tem origem na percepção do aumento conjuntural de preços e na queda da confiança, influenciada pelo forte aumento da incerteza econômica. “Apesar disso, considerando-se o diferencial histórico entre as previsões dos consumidores e da inflação medida pelo IPCA, por exemplo, os números ainda são bastante moderados, compatíveis com uma inflação oficial na meta”, afirma. Na análise por faixas de renda, só não houve aumento da expectativa para a inflação nos 12 meses seguintes entre as famílias com renda familiar mensal até R$ 2.100,00, cuja estimativa usualmente é superior às demais. Para eles, a expectativa permanece em 6,1%, enquanto os consumidores de renda superior a R$ 9.600, o valor passou de 4,5% para 4,7%.
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22/05 - Natura diz estar em 'negociações avançadas' para fechar acordo de compra da Avon
Segundo Financial Times, Natura vai controlar cerca de 76% do grupo combinado e o restante será detido pelos acionistas do grupo norte-americano. Fábrica de batons da Natura, em Cajamar (SP) Celso Tavares/G1 A Natura afirmou nesta quarta-feira (22) estar "em discussões avançadas" com a Avon, após a imprensa internacional ter noticiado que a companhia brasileira fechou acordo para comprar o controle do grupo norte-americano. Em comunicado ao mercado, a Natura confirmou que o acordo envolve a "aquisição de Avon" e que a operação em negociação envolve troca de ações que "resultaria na combinação de seus negócios, operações e das bases acionárias" das duas empresas. Segundo publicou o Financial Times nesta quarta-feira, citando fontes próximas do assunto, a Natura vai comprar a Avon em um acordo todo em ações que avalia o grupo norte-americano em mais de US$ 2 bilhões. A Reuters já havia publicado na semana passada que a Natura estava perto de fechar acordo para a aquisição da rival. De acordo com o Financial Times, a Natura vai controlar cerca de 76% do grupo combinado e o restante será detido pelos acionistas da Avon. O valor de mercado da multinacional listada na bolsa de Nova York é de US$ 1,42 bilhão. Com a notícia, as ações da Avon sobem mais de 16% em Wall Street, destaca o Valor Online. Somente neste ano, as ações avançaram 110% Avon vende unidade na América do Norte para grupo sul-coreano
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22/05 - Torturador da Somália é descoberto trabalhando como motorista de Uber nos EUA
Yusuf Abdi Ali era um dos comandantes do exército nacional e partidário do ditador Mohamed Siad Barre; corte decidiu que ele deverá pagar US$ 500 mil de indenização a vitima. Um ex-motorista do Uber que vivia na Virgínia, nos EUA, cometeu atos de tortura durante a guerra civil da Somália no final dos anos 1980, concluiu na terça-feira (21) um júri americano. O ex-coronel Yusuf Abdi Ali era um dos comandantes do Exército nacional e partidário do ditador Mohamed Siad Barre, conforme consta no processo. Até este mês, ele dirigia para o Uber, com uma nota de avaliação alta: 4,89. Na semana passada, o cidadão somali Farhan Tani Warfaa contou que foi baleado e torturado por Ali há mais de três décadas em depoimento ao tribunal federal na cidade de Alexandria, na Virgínia. O júri considerou então que Ali foi responsável pela tortura de Warfaa, concedendo à vítima uma indenização de US$ 500 mil (cerca de R$ 2 milhões). Warfaa, que abriu o primeiro processo contra Ali em 2004, disse à BBC que ficou "muito feliz" com o veredito. "Estou muito, muito satisfeito com o resultado", afirmou por meio de um tradutor do tribunal. Sequestro Ele contou que foi sequestrado em sua casa no norte da Somália por um grupo de soldados de Ali em 1987. Nos meses seguintes, Warfaa disse que foi interrogado, torturado, espancado e baleado sob as ordens de Ali, que era comandante de batalhão. Abandonado para morrer, ele diz que só conseguiu sobreviver subornando os coveiros para poupá-lo. Documentário Ali foi identificado pela primeira vez em um documentário de 1992 da Canadian Broadcasting Corporation, que detalhava as denúncias de que Ali havia torturado, matado e mutilado centenas de pessoas enquanto trabalhava para o regime de Barre. Na época da transmissão, Ali estava morando em Toronto, onde trabalhava como guarda de segurança. No documentário, várias testemunhas no norte da Somália descreveram assassinatos brutais ordenados por Ali, conhecido como "tukeh", que quer dizer "o corvo". Pouco após ser exposto, Ali foi deportado do Canadá por "graves violações dos direitos humanos", segundo consta no processo. Os EUA também o deportaram, mas ele retornou ao país em 1996. Não está claro como ele conseguiu entrar novamente em território americano. Ele esteve vivendo na Virgínia todo esse tempo. O processo contra ele foi acatado pela Justiça pela primeira vez em 2004, mas, segundo o jornal "New York Times", foi suspenso por 15 anos por causa de uma batalha legal para decidir se um cidadão somali poderia dar entrada em uma ação judicial nos EUA por tortura em outro país. Checagem de antecedentes Em maio, repórteres da CNN deram uma volta de Uber com Ali disfarçados de passageiros. Ele contou aos jornalistas que dirigia para o Uber e o app Lyft em tempo integral, preferindo turnos de fim de semana porque "era ali que estava o dinheiro". Perguntado se o processo de inscrição para ser motorista era difícil, Ali respondeu que era simples: "Eles só querem verificar seus antecedentes, é isso." Ele dirigiu para o Uber por cerca de 18 meses, depois de passar por uma checagem de antecedentes realizada por uma empresa especializada. Ele agora foi "permanentemente removido" do aplicativo, segundo informou um porta-voz do Uber à BBC. A porta-voz da Lyft, Campbell Matthews, afirmou que a empresa estava "horrorizada" com as acusações contra Ali. "Nós banimos permanentemente este motorista da nossa comunidade e estamos prontos para ajudar a aplicação da lei em qualquer investigação", afirmou Matthews. As verificações de antecedentes do Uber e do Lyft são conduzidas pela agência Checkr. O processo de verificação da Checkr varia de acordo com o cliente, mas inclui "fontes padrão da indústria", como o banco de dados nacional Sex Offender (de condenados por crimes sexuais), a lista de procurados do FBI e da Interpol, várias listas de sanções internacionais, além de históricos de tribunais locais e federais. "Segundo a lei federal, as agências de informação ao consumidor que processam verificações de antecedentes dependem de registros criminais que foram arquivados em um tribunal, em vez de fontes não confirmadas, como os resultados de buscas no Google", afirmou um porta-voz da Checkr. "A maioria dos empregadores não solicita verificações de antecedentes que incluam ações civis entre entidades privadas porque as informações são subjetivas demais para serem usadas para uma decisão de contratação". Antes de trabalhar para o Uber e a Lyft, Ali trabalhou como guarda de segurança no Aeroporto Internacional de Dulles, perto de Washington DC. O veredito A decisão de terça-feira, a favor de Wafaa, exigiu "um esforço heroico", informou sua advogada, Kathy Roberts. Roberts faz parte do Centro de Justiça e Responsabilidade (CJA, na sigla em inglês), organização sem fins lucrativos com sede em San Francisco que busca levar à justiça suspeitos de crimes de guerra. Grande parte do processo de Warfaa, frustrado por atrasos de mais de uma década, dependia da possibilidade de Ali ser considerado culpado por um tribunal americano de um crime cometido na Somália. A Lei de Proteção às Vítimas de Tortura (TVPA, na sigla em inglês) proíbe a tortura, seja em solo americano ou no exterior, e permite que cidadãos e não cidadãos americanos apresentem denúncias de tortura e assassinatos extrajudiciais cometidos em países estrangeiros. A TVPA só permite que as ações judiciais resultem em indenização monetária, em vez de prisão. O caso de Warfaa incluiu os depoimentos de um ex-embaixador dos EUA, de soldados que serviram sob o comando de Ali e de outra vítima do ex-coronel, que argumentou que Ali havia ordenado atos de tortura e uma tentativa de assassinato extrajudicial. A decisão do júri dos EUA foi dividida, considerando Ali culpado apenas de tortura. Ainda assim, Warfaa está "absolutamente entusiasmado", disse Klein. "Ele estava esperando 31 anos por este dia." Já o advogado de Ali, Joseph Peter Drennan, afirmou à CNN que ele e seu cliente ficaram desapontados. "Yusuf Abdi Ali foi considerado culpado porque ele era comandante de um exército que serviu sob um regime que tinha um histórico frágil de direitos humanos. Mas, além do depoimento do autor do processo, não havia praticamente nenhuma evidência de que Ali torturou alguém", declarou Drennan. Drennan disse ainda que Ali não pode se dar ao luxo de pagar pela indenização, lembrando que ele perdeu recentemente o emprego como motorista.
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22/05 - Dólar oscila nesta quarta, abaixo do patamar de R$ 4,05
No dia anterior, a moeda dos Estados Unidos recuou 1,35%, a R$ 4,0478. O dólar oscila nesta quarta-feira (22), com investidores monitorando o cenário político e a tramitação da reforma da Previdência. Às 9h35, a moeda norte-americana caía 0,02%, vendida a R$ 4,0469. Veja mais cotações. No dia anterior, a moeda dos Estados Unidos recuou 1,35%, a R$ 4,0478, após ter subido por quatro sessões consecutivas. A articulação política, em especial em relação à reforma da Previdência, permanece como principal ponto de atenção de investidores, após dias de elevadas tensões na semana passada. O sentimento é de que houve melhora no clima, mas ainda restam problemas a serem superados, em especial na relação entre Executivo e Legislativo.
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22/05 - PAT Sumaré divulga 30 vagas de emprego para motorista de carreta e supervisor de elétrica
Interessados devem comparecer ao PAT, localizado no prédio do 'É Pra Já'. PAT Sumaré tem 30 vagas de emprego abertas Beatriz Braga/G1 O Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) de Sumaré (SP) está com 30 vagas de emprego para os cargos de motorista de carreta e supervisor (a) de elétrica. Os interessados devem comparecer pessoalmente ao PAT com Carteira Profissional, CPF, RG, número do PIS e comprovante de endereço com CEP. Motorista de carreta – 25 vagas Supervisor (a) de elétrica – 5 vagas Para o cargo de supervisor (a) de elétrica, é necessário ter experiência no ramo. Candidatos às vagas de motorista de carreta precisam de CNH categoria E e curso Moop. O PAT é localizado no prédio do “É Pra Já” da Prefeitura. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h. Para mais informações, é necessário entrar em contato pelo telefone (19) 3399-5638. Veja mais oportunidades da região no G1 Campinas
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22/05 - Petrobras diz que é possível mitigar impacto de naufrágio de módulos da P-71
Balsa que transportava módulos de plataforma naufragou na noite de sábado em Santa Catarina. A Petrobras constatou, após inspeção com submarino operado remotamente, o naufrágio de dois módulos de geração de energia da plataforma P-71, mas avalia alternativas de reposição dos equipamentos de forma a evitar impactos sobre o cronograma da unidade, afirmou a petroleira em comunicado nesta quarta-feira 922). "Análises, preliminares, indicam que, ainda que ocorra a perda integral dos módulos, é possível mitigar o impacto do acidente na conclusão da obra de construção e montagem da Unidade. A Petrobras está envidando todos os esforços necessários para que não haja atraso na data prevista de entrada em operação da plataforma P-71, tampouco perda de receita para o consórcio", afirmou a companhia. MPF investiga naufrágio de balsa com módulos da Petrobras em São Francisco do Sul O comunicado da estatal veio após questionamento da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em meio a notícias na imprensa sobre o naufrágio, que aconteceu na noite de sábado perto de Itajaí, em Santa Catarina. Nos esclarecimentos à CVM, a Petrobras não comentou possíveis impactos financeiros do naufrágio e afirmou que "não reconhece" valores publicados na imprensa sobre eventuais perdas caso a P-71 não seja concluída no cronograma antes previsto. "A companhia está mobilizando todos os recursos que tem à sua disposição para mitigar os eventuais efeitos decorrentes deste acidente e informará ao mercado caso ocorram impactos relevantes no seu Plano de Negócios e Gestão 2019-2023", finalizou a petroleira. O Plano de Negócios 2019-2023 da Petrobras prevê a entrada em operação de mais uma plataforma em 2019 (P-68) e uma unidade em 2020 (P-70), mas não estima um prazo para a P-71.
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22/05 - Quiz: Você sabe tudo sobre queijos? Faça o teste!
Responda ao jogo de perguntas e respostas do G1 e saiba qual seu nível de conhecimento. O queijo faz parte do cotidiano e está na mesa de praticamente todos os brasileiros. Desde os mais tradicionais até os mais finos, é difícil achar quem não gosta dessa iguaria, seja como acompanhamento ou prato principal. Do café da manhã ao lanche da tarde, das combinações às degustações com as bebidas mais finas, o queijo está definitivamente presente nas nossas vidas. Mas você sabe de onde surgiu e qual é a história do queijo? Para você tirar a dúvida e ao mesmo tempo testar seus conhecimentos, o G1 preparou um quiz com perguntas e respostas para você saber um pouco mais da história do queijo. Divirta-se: Quiz: Você sabe tudo sobre queijo? Veja mais sobre o especial "Minas dos Queijos" no G1
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22/05 - Pesquisa aponta que guerra comercial afeta 75% das empresas dos EUA na China
Mais de 40% consideram mudar ou transferir os centros de produção para outro país, segundo levantamento da Câmara de Comércio Americana na China. Guerra comercial China EUA Container com produtos chineses em terminal de Boston, em Massachusetts. Brian Snyder/Reuters Mais de sete em cada dez empresas dos Estados Unidos na China (74,9%) estão sendo afetadas negativamente pela guerra comercial entre os dois países, de acordo com uma pesquisa publicada nesta quarta-feira pela Câmara de Comércio Americana na China. "O impacto negativo das tarifas é claro e prejudica a competitividade das empresas americanas na China", aponta o relatório divulgado hoje com as conclusões da pesquisa feita pela Amcham China e pela Amcham Xangai para suas empresas associadas. A pesquisa foi realizada entre os dias 16 e 20 deste mês e nela participaram 250 empresas. Delas, 61,6% estão relacionadas com a manufatura, 25,5% com serviços, 3,8% com a venda no varejo e distribuição, e 9,6% com outras indústrias. O impacto foi maior para os fabricantes, com 81,5% afetados pelas tarifas americanas e 85,2% pelas tarifas chinesas. Com o avanço das negociações com a China, no dia 25 de fevereiro, o presidente dos EUA, Donald Trump, adiou a imposição de tarifas contra produtos chineses no valor de US$ 200 bilhões que entrariam em vigor no dia 2 de março, mas, finalmente no último dia 10, confirmou o aumento tarifário de 10% a 25% para as importações chinesas de mais de 5 mil produtos. Portanto, a pesquisa foi realizada após a escalada das tensões desencadeadas por Trump, que por sua vez provocou uma reação das autoridades chinesas com novas tarifas. O impacto dos impostos é sentida através da redução da demanda por produtos (52,1%), os custos de produção mais elevados (42,4%) e preços de venda mais elevados de produtos (38,2%). Empresa reconsideram investimentos e presença na China Para lidar com o impacto das tarifas, afirma a pesquisa, as empresas estão adotando medidas como o atraso ou cancelamento de decisões de investimento (33,2%) ou a adoção de uma estratégia "Na China, para a China" (35,3%), que procura estabelecer a fabricação e o fornecimento dentro do país asiático para servir principalmente ao mercado chinês. "Essa estratégia é uma opção racional para muitas empresas se isolarem dos efeitos das tarifas e manterem sua capacidade de buscar oportunidades no mercado interno", aponta o relatório. Apesar de mais da metade dos entrevistados (53,1%) não ter visto nenhum aumento nas medidas de retaliação não-tarifárias pelo governo chinês, aproximadamente um em cada cinco experimentou um aumento nas inspeções (20,1%) e o trabalho de alfândegas mais lento (19,7%). Também sentiram uma aprovação mais lenta para licenças ou outros pedidos (14,2%), bem como complicações decorrentes de maior supervisão burocrática ou controle regulatório (14,2%). Por outro lado, 40,7% dos entrevistados estão considerando mudar ou transferir suas instalações de produção para fora da China, com o Sudeste Asiático (24,7%) e México (10,5%) como os principais destinos. Menos de 6% dos entrevistados disseram que têm ou estão planejando mudar a fabricação nos Estados Unidos. Sobre esta questão, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Lu Kang, disse que Pequim "continua comprometido em fornecer um ambiente justo, transparente e indiscriminado para todas as empresas". Sobre as possíveis resoluções do conflito, 42,7% dos membros apoiam "um retorno ao status quo", que "mostra que os membros querem um acordo comercial" entre os dois países.
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22/05 - Petrobras mostra interesse por 2 áreas em leilão no pré-sal, e estima R$ 21 bilhões em bônus
A companhia disse que decidiu exercer o direito de preferência, garantido por lei em leilões do pré-sal. A Petrobras informou nesta terça-feira (21) que manifestou interesse em exercer o direito de preferência em duas áreas na licitação dos volumes excedentes ao contrato de cessão onerosa, prevista para outubro, o que pode resultar no pagamento de um bônus de assinatura de R$ 20,988 bilhões. A companhia disse que decidiu exercer o direito de preferência, garantido por lei em leilões do pré-sal, nas áreas de Búzios e Itapu, com 30% de participação, podendo ampliar sua fatia mínima na data de realização do leilão. O total que a empresa poderá pagar considera 30% de participação em Búzios, cujo bônus total de assinatura foi estabelecido anteriormente pelo governo em R$ 68,194 bilhões. Se Búzios tem o maior bônus de assinatura das quatro áreas do leilão, Itapu, a outra escolha da Petrobras para exercer o seu direito, tem o menor pagamento para participar do certame, com um total de R$ 1,766 bilhão. A Petrobras já produz petróleo e gás em Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos, o que pode explicar o interesse da empresa na área. Segundo a Petrobras, nas outras duas áreas do leilão (Sépia e Atapu) em que não manifestou interesse, a companhia poderá participar do leilão em condições de igualdade com os demais licitantes. Para a área de Sépia, o bônus de assinatura a ser pago à União foi estabelecido em R$ 22,859 bilhões, enquanto em Atapu o valor fixado foi de R$ 13,742 bilhões. A Petrobras disse mais cedo que seu conselho de administração condicionou a atuação da empresa no leilão, entre outras coisas, a uma solução orçamentária para um pagamento de US$ 9,058 bilhões devidos pela União à companhia, num acerto de contas do contrato original da cessão onerosa. Os recursos recebidos da União permitirão que a companhia pague os bônus do leilão, previsto para 28 de outubro. Ganhará o leilão do pré-sal, em regime de partilha de produção, a empresa ou consórcio que apresentar a maior participação de petróleo à União. Para Búzios, a oferta mínima em óleo foi definida em 23,24%, enquanto para Itapu, em 18,15%.
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22/05 - Nike cancela lançamento de tênis após queixa de indígenas panamenhos
Marca enfrentou protestos por uso de um símbolo artístico ancestral da etnia em um produto. Advogado representante dos indígenas da província Guna Yala, Aresio Valiente (E), durante coletiva de imprensa na Cidade do Panamá Luis Acosta/AFP A Nike cancelou nesta terça-feira (21) o lançamento de um novo modelo de tênis, após protestos de indígenas panamenhos pelo suposto uso de um símbolo artístico ancestral da etnia. "Nos desculpamos pela representação incorreta da origem do desenho do Nike Air Force 1 Porto Rico. Como resultado, este produto já não estará disponível", informou um porta-voz da Nike à AFP. Os indígenas guna do Panamá ficaram furiosos com a multinacional americana pelo suposto uso do símbolo ancestral no tênis que seria lançado no mercado no mês que vem, e exigiram uma indenização. A polêmica surgiu porque Nike fez uma edição especial de tênis para Porto Rico com um desenho muito parecido com uma mola, uma arte ancestral dos indígenas guna do Panamá e da Colômbia. "Já houve um dano porque foi utilizado nosso desenho, que faz parte da espiritualidade do povo guna. Portanto, a empresa (Nike) tem que indenizar, porque foi uma cópia ilegal de nossos desenhos", disse à AFP o advogado dos guna, Aresio Valiente. Os guna são uma etnia indígena que vive principalmente nas ilhas do Caribe panamenho e no território colombiano. No Panamá, vivem principalmente na reserva indígena de Guna Yala, onde se dedicam à pesca, à agricultura, ao artesanato e ao turismo. "A mola é como uma bandeira para os gunas, realmente há toda uma identidade cultural que se articula ao redor da mola. É um elemento identitário muito forte", disse à AFP a professora de antropologia social na Universidade de Barcelona, Mónica Martínez. Os gunas afirmam que a lei panamenha reconhece a mola como propriedade intelectual deles, portanto exigem que a Nike os compense por utilizar o desenho sem sua permissão. "Já mandamos uma nota de protesto à empresa Nike...", afirmou Valiente à imprensa.
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22/05 - Câmara aprova 100% de capital estrangeiro nas aéreas e proibição de cobrança por bagagem
Medida provisória, que perde validade nesta quarta-feira (22), ainda precisa ser aprovada pelo plenário do Senado. Proibição de cobrança por bagagem foi incluída por meio de um destaque. Plenário da Câmara aprova participação de 100% de capital estrangeiro em companhias aéreas O plenário da Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira (21) a medida provisória que autoriza a participação de até 100% de capital estrangeiro em companhias aéreas brasileiras. A medida provisória foi editada em dezembro do ano passado, pelo então presidente Michel Temer. Por se tratar de uma MP, o texto tem força de lei desde que foi publicado, mas precisa ser aprovado pelo Congresso no prazo de 120 dias. A MP perde a validade nesta quarta-feira (22) e ainda precisa ser votada pelo Senado antes de virar lei. Caso o texto não seja aprovado a tempo, a medida deixa de valer. O texto deve ser analisado pelos senadores nesta quarta. O texto aprovado pelos deputados incluiu a proibição de cobrança por bagagem e obriga as companhias aéreas a transportarem malas de até 23 quilos em voos domésticos. Esse trecho não constava da medida provisória original, mas foi incluído no texto pelos deputados. Capital estrangeiro A MP altera o Código Brasileiro de Aeronáutica e estabelece que a concessão ou a autorização somente será dada a empresas que respondam às leis brasileiras e que tenham sede e administração no país. Isso não impede, porém, que as companhias contem com 100% de capital estrangeiro. Antes da medida provisória, o Código Brasileiro de Aeronáutica determinava que pelo menos 80% do capital com direito a voto em aéreas deveriam pertencer a brasileiros – ou seja, limitava até 20% de participação de capital estrangeiro com direito a voto nas empresas. A MP revogou essa limitação e abriu totalmente as empresas ao capital externo. O texto original também retira do Código Brasileiro de Aeronáutica a previsão de que a direção da empresa será “confiada exclusivamente a brasileiros”. Despacho de bagagem Os deputados aprovaram um destaque, resgatando trecho de parecer aprovado pela comissão, que proíbe a cobrança, por parte das empresas, nas linhas domésticas, de bagagem: Com isso, ficam proibidas as cobranças de bagagens de: até 23 kg nas aeronaves acima de 31 assentos; até 18 kg para as aeronaves de 21 a 30 lugares; 10 kg se o avião tiver apenas 20 assentos. Pelo texto, em voos com conexão, deverá prevalecer a franquia de bagagem referente à aeronave de menor capacidade. Ainda segundo a proposta, nas linhas internacionais, o franqueamento de bagagem será feito pelo sistema de peça ou peso, segundo o critério adotado em cada área e na conformidade com a regulamentação específica. Em 2016, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) publicou uma resolução que dá ao passageiro o direito de levar na cabine uma bagagem de mão de até 10 quilos, mas autorizou as aéreas a cobrarem por bagagens despachadas. Atualmente, bagagens de 23 kg em voos nacionais e 32 kg nos voos internacionais são cobradas à parte, com um valor adicional ao da passagem. Cada empresa estabelece o critério de cobrança e as dimensões das malas. Se o texto for aprovado pelos senadores, a cobrança por bagagens deixará de existir. O deputado Carlos Zarattini (PT-SP) defendeu a proibição da cobrança das bagagens de até 23 kg nas aeronaves com número de assentos acima de 31. Segundo ele, o objetivo da cobrança, quando implementada, era baratear o custo das passagens, o que não aconteceu. “A cobrança foi autorizada com o argumento de que iria diminuir o valor das passagens. Já se passaram dois anos e o que aconteceu foi exatamente o contrário: aumentou o preço da passagem”, declarou. O deputado Reinhold Stephanes Junior (PSD-PR) se posicionou contra a gratuidade para bagagens de até 23 kg. Ele afirmou que empresas de vários países fazem essa cobrança. “As empresas internacionais não vêm para o Brasil se nós fizermos uma imposição de uma regra como essa. Então, o PSD, defendendo o livre mercado, vota não [ou, seja, contra a proibição]”, declarou.
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22/05 - Senado aprova projeto que permite a divulgação de empresas beneficiárias de renúncia fiscal
Proposta segue para análise da Câmara dos Deputados. Pelo texto, Fazenda Pública poderá divulgar nomes de pessoas jurídicas beneficiadas com isenções e benefícios fiscais. O Senado aprovou nesta terça-feira (21) um projeto que permite a divulgação, por parte da Fazenda Pública, de empresas beneficiárias de renúncias de receitas – isenções e benefícios fiscais. A proposta, que modifica o Código Tributário Nacional, segue agora para a análise da Câmara dos Deputados. O texto, de autoria do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), foi alterado para retirar a possibilidade de divulgação de nomes de pessoas físicas beneficiárias de isenções. O projeto teve a ex-senadora Lúcia Vânia (PSB-GO) como relatora no Senado. Ela argumentou não haver razão para tornar públicas as informações sobre os benefícios fiscais usufruídos por pessoas físicas, "pela razão de não constituírem benefícios setoriais, como pela exposição indevida desses beneficiários". "É o caso de pessoas com deficiência que usufruem, por exemplo, de isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na aquisição de automóveis", exemplificou. A Constituição estabelece que a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) informe isenções e benefícios fiscais oferecidos. Benefícios tributários são concessões do governo a determinado grupo de contribuintes com o objetivo de incentivar programas econômicos e sociais. Com isso, pessoas jurídicas pagam menos impostos. Atualmente, o Código Tributário Nacional prevê que não é proibida a divulgação de informações relativas a: Representações fiscais para fins penais; inscrições na Dívida Ativa da Fazenda Pública; parcelamento ou moratória. Pela proposta, também passa a não ser proibida a divulgação de incentivo ou benefício de natureza tributária, quando setorial, cujo beneficiário seja pessoa jurídica. 'Cerceamento' da fiscalização Para o autor do projeto, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), se as informações dos beneficiários não puderem ser divulgadas, haverá "cerceamento" da fiscalização. "Privar o cidadão brasileiro, em geral, e o contribuinte, em particular, do acesso – mediante instrumento legal – a essas informações contribui para cercear sua capacidade de fiscalizar o governo e de questionar eventuais ‘benevolências’”, afirmou Randolfe.
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21/05 - Emirados Árabes oferecem visto de residência permanente a investidores e 'talentos excepcionais'
País concederá vistos do tipo primeiro a investidores com cerca de R$ 109 bilhões em investimentos. Médicos, engenheiros, cientistas e artistas também terão direito. Em menos de 50 anos, Dubai se transformou de uma aldeia remota, perto de um deserto, em uma imponente e moderna cidade, centro financeiro internacional Associated Press Os Emirados Árabes Unidos anunciaram nesta terça-feira (21) o lançamento de um programa de residência permanente para atrair pessoas ricas e trabalhadores altamente qualificados para o país do Golfo, rico em petróleo. O programa "Golden Card" está aberto a investidores e "talentos excepcionais" como médicos, engenheiros, cientistas e artistas, disse o primeiro-ministro dos Emirados Árabes Unidos, xeque Mohammed bin Rashid Al-Maktoum, que também é o governante de Dubai. "Queremos que eles sejam parceiros permanentes em nossa jornada. Os residentes são uma parte indispensável do nosso país", disse em um comunicado. Público fotografa aviões que participam da ‘Demonstração Militar de Fortaleza da União’ em Abu Dhabi Nezar Balout/AFP Um primeiro grupo de 6.800 investidores com investimentos totalizando 100 bilhões de dirrãs (cerca de R$ 109 bi) estão recebendo residência permanente, afirmou. Trump apresentou plano para atrair mão de obra qualificada aos EUA Trata-se do primeiro esquema deste tipo no Golfo, onde os estrangeiros geralmente recebem apenas autorizações de residência de duração limitada sob o sistema de patrocínio "kafala". Os estrangeiros respondem por 90% da população de cerca de nove milhões nos Emirados Árabes Unidos, a segunda maior economia do mundo árabe, que teve um rápido desenvolvimento nos últimos anos.
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21/05 - Caminhões autônomos iniciam testes de entregas para os correios nos EUA
Veículos da startup TuSimple transportarão correspondências entre as cidades de Phoenix e Dallas. Caminhão autônomo será usado pelos correios em duas cidades dos EUA TuSimple/Reuters O Serviço Postal dos Estados Unidos (USPS) iniciou nesta terça-feira (21) um teste de duas semanas transportando correspondência em três estados usando caminhões autônomos, um passo à frente no esforço para comercializar a tecnologia para o transporte de cargas. Caminhões autônomos da Uber já operam nos EUA A startup TuSimple, de San Diego, disse que seus caminhões autônomos começarão a transportar correspondências entre as instalações do USPS nas cidades de Phoenix e Dallas para ver como a tecnologia pode melhorar os prazos e custos de entrega. Um motorista de segurança sentará ao volante para intervir, caso necessário, e um engenheiro ficará no banco do passageiro. Se bem sucedida, a experiência marcará uma conquista para a indústria de condução autônoma e uma possível solução para a escassez de motoristas e restrições regulatórias enfrentadas pelos transportadores de carga nos EUA. O programa piloto envolve 5 viagens de ida e volta, totalizando mais de 3.380 km ou cerca de 45 horas de condução. Não está claro se a entrega autônoma de correio continuará após o programa de duas semanas. "O trabalho com a TuSimple é a nossa primeira iniciativa em transporte autônomo de longa distância", disse a porta-voz do USPS, Kim Frum. "Estamos conduzindo pesquisas e testes como parte de nossos esforços para operar uma futura classe de veículos que incorporarão novas tecnologias." A TuSimple e o USPS se recusaram a divulgar o custo do programa, mas Frum disse que nenhum dinheiro de imposto foi usado e que a agência depende da receita de postagem e outros produtos. A startup já levantou US$ 178 milhões em financiamento privado, inclusive da fabricante de chips Nvidia e da empresa chinesa de mídia online Sina. Os caminhões viajarão nas principais estradas interestaduais e passarão pelos Estados de Arizona, Novo México e Texas.
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21/05 - Avianca Brasil se posiciona contra nova proposta de compra feita pela Azul
Na proposta apresentada na semana passada, a Azul pediu leilão de uma nova Unidade Produtiva Isolada, mirando direitos de voo na ponte aérea Rio-São Paulo, pelo valor mínimo de US$ 145 milhões. A companhia aérea Avianca Brasil se posicionou nesta terça-feira (21) contra a nova proposta de compra de parte dos seus ativos feita pela rival Azul. No documento enviado para 1ª Vara de Falências e Recuperação Judicial de São Paulo, a Avianca Brasil afirmou que a proposta da Azul não é juridicamente viável por não ter a aprovação dos credores. Também pontuou que o plano apresentado impede que a empresa mantenha alguma atividade operacional, mesmo após a realização do leilão de partes dos ativos. Avião da companhia aérea Avianca decola no Aeroporto Internacional São Paulo Celso Tavares/G1 Na proposta apresentada na semana passada, a Azul pediu a realização de um novo processo competitivo com a proposta de uma nova Unidade Produtiva Isolada (UPI) pelo valor mínimo de US$ 145 milhões (o equivalente a cerca de R$ 590 milhões). A proposta da Azul previa uma nova UPI com 21 slots (autorizações de pouso e decolagem) que a Avianca detém atualmente no aeroporto de Congonhas, 14 no Santos Dumont e 7 em Brasília. "Mais que razoável, portanto, que qualquer (ou quaisquer) UPI (s) que venham a ser constituídas e alienadas devem se atentar à intenção da Recuperanda de manter atividade remanescente, e que não implique no encerramento da companhia", afirmou a Avianca no documento enviado para a Justiça. A empresa está em recuperação judicial desde dezembro do ano passado. Na prática, o pedido feito pela Azul representou um retorno da companhia na disputa pela Avianca Brasil, com uma oferta superior à apresentada inicialmente. Em março, a empresa fez uma proposta de US$ 105 milhões para comprar parte das operações da companhia, mas em abril anunciou a desistência, acusando Gol e Latam de agirem para evitar a concorrência da ponte aérea São Paulo-Rio de Janeiro, a mais cobiçada do país. A Gol e a Latam só entraram na disputa no início de abril. Os credores da Avianca já aprovaram um plano de recuperação judicial da companhia - se for adiante, a proposta prevê a divisão da companhia em sete UPIs. O leilão estava marcado para 7 de maio, mas foi suspenso por determinação da Justiça. A Avianca recorreu da decisão. Nos últimos dias, a Gol e Latam questionaram a nova proposta feita pela Azul para a compra de parte dos ativos da Avianca Brasil. Procurada, a Avianca Brasil disse que não iria comentar. Initial plugin text
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21/05 - Caixa dará desconto de até 90% em dívidas para reabilitar consumidores
O banco público espera obter, pelo menos R$ 1 bilhão com programa. Agência da Caixa Econômica Federal em Goiânia, Goiás Paula Resende/ G1 A Caixa Econômica Federal pretende iniciar um grande programa de renegociação de crédito para reabilitar consumidores que hoje, devido à inadimplência, estão fora do mercado. A informação é de Pedro Guimarães, presidente da Caixa, que conversou com jornalistas ao chegar para reunião com o ministro da Economia, Paulo Guedes. Segundo Guimarães, serão oferecidos descontos de 40% a 90% na renegociação. O presidente da Caixa explicou que os valores a serem negociados já foram contabilizados como prejuízo, “ou seja, estão fora do balanço” da instituição. O banco público espera obter, pelo menos R$ 1 bilhão com programa. Conforme Guimarães, se tudo fosse recuperado, o montante alcançaria R$ 4 bilhões. Porém, tratam-se de valores já considerados perdidos e, portanto, com baixas chances de retornarem aos cofres do banco. “Trazendo essas pessoas que estão à margem [do mercado de crédito], podemos voltar a oferecer produtos, como consignados, com taxa de 2% a 3%, em vez de 10% ou 20%”, disse Guimarães. Segundo ele, o alvo do programa são pessoas de menor renda. A estimativa é que possam ser beneficiados até 300 mil pequenas e médias empresas e 2,8 milhões de pessoas físicas com dívidas de até R$ 2 mil. Setor imobiliário Vendas de imóveis Reprodução/ TV TEM O presidente da Caixa também anunciou que a instituição pretende fazer mudanças nas linhas de crédito imobiliário, principal carteira da instituição. A ideia, segundo Guimarães, seria oferecer empréstimos com correção pelo IPCA e Price em lugar da taxa referencial (TR). A mudança traria mais atratividade para o mercado de securitização, em, por exemplo, emissões de certificados de recebíveis imobiliários (CRIs) uma vez que os investidores costumam ser refratários aos contratos corrigidos pela taxa referencial. “Para securitizar carteira de crédito, só com IPCA ele [mercado] não compra. Mas com IPCA mais alguma coisa, eu consigo vender”, afirmou Guimarães. “Acreditamos que vamos conseguir mais R$ 10 bilhões em carteira de crédito nessa mudança [de indexador nos contratos], com 400 mil pessoas beneficiadas e 46 mil imóveis”, acrescentou. Segundo ele, as mudanças não envolvem o Minha Casa, Minha Vida. A Caixa anunciou há alguns meses a intenção em vender até R$ 100 bilhões por meio de securitização de crédito imobiliários. A instituição planeja realizar cerca de 40 operações com emissões de CRIs lastreados em sua carteira de financiamentos de propriedades.
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21/05 - Xiaomi lança loja física e online no Brasil, e vai vender de smartphones a patinetes
Chinesa anuncia ofensiva pouco tempo depois de retomar a operação no mercado brasileiro. Mais 5 smartphones foram anunciados para o país. Xiaomi anuncia venda de patinetes no Brasil Thiago Lavado/G1 Pouco depois de voltar ao mercado brasileiro, a Xiaomi anunciou nesta terça-feira (21) uma loja online para vender produtos no país que vão além dos smartphones: de patinete a escova de dentes elétrica. 'Carro da Xiaomi' tem holograma e porte de Jeep Compass Todos serão importados e o site será lançado na primeira semana de junho. A chinesa também terá uma loja física, que será inaugurada no próximo dia 1º em um shopping de São Paulo. Além desses locais, os celulares serão vendidos em distribuidores autorizados, entre eles algumas grandes lojas de departamentos. Itens que não forem comprados pelos canais oficiais não terão garantia local e nem assistência técnica, afirmou a fabricante chinesa. Novos smartphones A Xiaomi aproveitou o evento em São Paulo também para lançar 5 novos celulares para o país: Mi8 Lite, RedMi 7, RedMi note 7, Mi 9 e RedMi Go. Ela voltou ao mercado brasileiro em fevereiro, com os modelos Pocophone F1 e Redmi Note 6 Pro. Nem todos os preços foram anunciados. Os destaques foram o Mi9, topo de linha da marca, e o intermediário RedMi Note 7. Veja os os detalhes: Mi9 - R$ 3.999 Xiaomi Mi9, smartphone topo de linha que a chinesa lança no Brasil Thiago Lavado/G1 É o principal lançamento entre os 3. Foi apresentado no exterior em fevereiro deste ano. O aparelho tem tela de 6,39 polegadas e câmera frontal de 20 megapixels. Na parte de trás, são 3 câmeras de 48, 16 e 12 megapixels. O processador é o Snapdragon 855, memória RAM de 6 GB ou 8 GB e armazenamento de 128 GB. RedMi Note 7 - R$ 1.699 Xiaomi RedMi Note 7 também chega ao mercado brasileiro Thiago Lavado/G1 Com tela de 6,3 polegadas, o Redmi Note 7 se destaca pela câmera de 48 megapixels. O processador é o Snapdragon 660, e o aparelho tem memória RAM de 4 GB e armazenamento de 64 GB. Diversificação As novidades são fruto da parceria da Xiaomi com a distribuidora DL Eletrônicos no Brasil. Nesta terça, além de anunciar operação própria, a chinesa informou que ampliará o número de grandes lojas que vão oferecer os produtos no país. Agora com 7 smartphones no portfólio, além de outros itens, a fabricante diversifica sua operação no Brasil, tanto em oferta como em faixa de preço. Só não há planos, por ora, de vender notebooks e tablets. Xiami diversifica operação no Brasil com venda de outros produtos como relógios, barbeadores e escovas de dente, além de smartphones Thiago Lavado/G1 Quando veio ao Brasil pela pela primeira vez, em 2015, a Xiaomi apostou apenas em um modelo barato: o Redmi 2 custava R$ 500 no comércio online. Era uma forma de evitar a distribuição e reduzir custos ao consumidor, mas a marca não emplacou. Ela diminuiu sua presença no país no ano seguinte, até deixar de fazer novos lançamentos no país. A essência da marca, no entanto, promete ser preservada, mesmo com a importação dos produtos. Não há planos, por ora, de fabricação nacional. "A Xiaomi assumiu de maneira global trabalhar com margem de lucro mínima. A DL também se compromete a isso”, disse Luciano Barbosa, que está à frente da distribuidora parceira. Chineses de olho no Brasil Além da Xiaomi, quem também voltou ao país foi a Huawei: a estratégia é parecida, dando prioridade agora a aparelhos mais caros e sofisticados. A Huawei ganhou destaque nesta semana após o Google anunciar restrições de atualizações do sistema Android, o mais usado por smartphones no mundo, à empresa chinesa. Nenhuma atitude semelhante foi estendida à Xiaomi. Produtos da Xiaomi no Brasil serão vendidos online e em loja física em São Paulo Thiago Lavado/G1
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21/05 - Coordenadora do IBGE diz que órgão ainda não sabe tamanho do corte no orçamento do Censo 2020
Maria Vilma Salles Garcia participou de audiência pública na Câmara. Em abril, o próprio IBGE havia anunciado que haveria redução de 25% no orçamento, mas depois voltou atrás. Em audiência na Câmara dos Deputados, a coordenadora operacional dos Censos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Maria Vilma Salles Garcia, disse nesta terça-feira (21) que ainda não foi definido pelo governo o tamanho do corte no orçamento para a realização do Censo Demográfico 2020. Realizado a cada dez anos, o Censo Demográfico tem abrangência nacional. Os pesquisadores do IBGE visitam os domicílios brasileiros a fim de obter dados sobre as características dos moradores, estudo e trabalho, entre outras informações. A última edição do Censo foi realizada em 2010. O IBGE estima que, desde então, a população tenha aumentado em cerca de 10,4%. Em abril, próprio IBGE chegou a falar em queda de 25% no orçamento inicialmente previsto para a realização da pesquisa. Segundo a coordenadora, o orçamento inicial era da ordem R$ 3,1 bilhões. Depois, porém, a presidente do instituto, Susana Cordeiro Guerra, disse que o tamanho do corte ainda não estava definido. "Nós não temos ainda a sinalização do governo, do Ministério da Economia, de qual é o limite [do orçamento]. Vocês que trabalham em órgãos públicos sabem que no mês junho é fornecido para cada órgão qual é o seu limite orçamentário, seu teto, para que a gente se encaixe dentro dele. A gente não tem esse valor. Foi falado em 25% [de corte orçamentário]. Isso foram sinalizações que a nossa presidente recebeu da equipe econômica nas diversas conversas que ela tem tido", disse Maria Vilma Salles Garcia, que participou de audiência na Comissão do Trabalho da Câmara representando a presidente do IBGE. "Então, [com redução de] 25%, chegaríamos a [um orçamento para o Censo de] R$ 2,3 bilhões, a R$ 2,4 bilhões. Então, a gente precisa ter esse número, a gente precisa reconstruir, refazer esse orçamento e poder dizer: 'Sim, dá para fazer o censo'. Deve. E a gente está torcendo muito para que isso aconteça, que a gente consiga fazer. A gente tem praticamente certeza absoluta de que o ano que vem nós vamos fazer esse censo com os recursos que nos forem atribuídos” complementou. Desde fevereiro, o governo vem defendendo a necessidade de reduzir o orçamento para a pesquisa. Naquele mês, durante a cerimônia de posse de Susana Cordeiro Guerra, o ministro da Economia, Paulo Guedes, já havia adiantado a intenção de “simplificar o Censo”. Na ocasião, Guedes disse que o mapeamento da população brasileira precisa conter apenas o essencial em seu questionário. Segundo ele, uma das possibilidades em estudo é a redução do questionário, que hoje tem cerca de 150 perguntas, para que os pesquisadores passassem menos tempo nas casas realizando a pesquisa. Durante a audiência na Câmara, porém, o ex-presidente do IBGE Eduardo Pereira Nunes defendeu que a redução do número de perguntas do censo não reduzirá os custos. "Não nos esqueçamos que o Brasil é um país complexo, de 8 milhões de km², e que chegar na Amazônia brasileira, com um questionário de uma pergunta ou de 360 perguntas, como o ministro sugeriu, custa a mesma coisa. Porque tem lugares da Amazônia em que nós precisamos alugar um barco grande, com cozinheiro, inclusive o dinheiro dos recenseadores, pequenos barcos, esse barco vai subindo o rio, vai deixando os recenseadores pelos braços do rio e 30 dias depois volta para recolher. E quanto custa isso? Qualquer que seja o tamanho do questionário, a despesa vai ser a mesma. E isso é o que encarece o censo, e não cortar questão A, B ou C", disse Nunes.
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21/05 - Mesmo sem posição do governo, presidente da CCJ quer votar reforma tributária nesta quarta
Proposta de autoria do deputado Baleia Rossi (MDB-SP) e do economista Bernard Appy foi discutida em audiência nesta terça na Comissão de Constituição e Justiça. Felipe Francischini (PSL-PR), presidente da CCJ da Câmara fala sobre reforma tributária O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, deputado Felipe Francischini (PSL-PR), afirmou nesta terça-feira (21) que pretende pautar nesta quarta-feira (22) a votação da admissibilidade da proposta de reforma tributária, mesmo sem ouvir a posição do governo federal sobre o assunto. A proposta foi discutida em audiência pública nesta terça-feira (21) na comissão. É de autoria do deputado Baleia Rossi (MDB-SP) e do economista Bernard Appy, diretor do Centro de Cidadania Fiscal (CCIF), e prevê a substituição de cinco tributos (PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) por um só, o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) – que segue o modelo do imposto sobre o valor agregado (IVA). Essa proposta, entretanto, difere do projeto do governo federal, que prevê a unificação somente de tributos federais em torno do imposto sobre valor agregado, deixando de fora o ICMS dos estados e o ISS dos municípios, segundo informou recentemente o ministro da Economia, Paulo Guedes. "Não vou esperar a reforma do governo. Bolsonaro disse que vai mandar seus apontamentos sobre a reforma tributária depois da Previdência, o que eu acredito que está correto. Aqui, como é admissibilidade e enquadramento constitucional, temos de fazê-lo. Na comissão especial, em que a gente analisa o mérito, vamos pegar as propostas do governo e elencá-las", declarou. Além disso, o governo também anunciou a intenção de instituir um tributo eletrônico sobre pagamentos e recebimentos – que abrangeria todas as movimentações financeiras, semelhante à extinta Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira (CPMF). A intenção seria colocar esse novo tributo no lugar da contribuição patronal sobre a folha de pagamentos, que seria extinta, para estimular o emprego no país. De acordo com Francischini, não é o momento de se discutir de quem seria o "protagonismo" da proposta de reforma tributária. "Se foi a Câmara que apresentou, ou se é o governo, para mim tanto importa. A minha função institucional como presidente da comissão é pautar os projetos de interesse público. Tudo o que os senhores e as senhoras me trazem, eu vou pautar aqui com o maior gosto, principalmente uma reforma tão importante para o país.", declarou. O presidente da CCJ afirmou que perguntou a ministros da área econômica do governo sobre a proposta de Baleia Rossi, e de Bernard Appy, que está sendo discutida, mas que não houve resposta. "Quando a resposta é assim, a 'não resposta', eu acredito que concorda. Então vamos pautar, vamos aprovar a admissibilidade e fazer as alterações na comissão especial de acordo com o que pensa o governo, os técnicos, a sociedade. Vamos abrir esse debate, mas na comissão especial", concluiu Francischini. O relator da proposta da reforma tributária, deputado João Roma (PRB-BA), declarou que a discussão, neste momento, se dá em torno da tributação sobre o consumo, uma "faceta" do sistema tributário brasileiro, mas que outros pontos também podem ser discutidos futuramente, como a tributação sobre a renda, e até mesmo "outra coisa", como uma "nova nomenclatura" para a CPMF - como propõe o governo. "Uma coisa não exclui a outra", disse. Francischini, porém, declarou que "algo parecido com a CPMF", em sua avaliação, não passa no Congresso Nacional. "As modificações e adições também. Mas, eu acredito, algo parecido com a CPMF não passa hoje no Congresso Nacional. que não tem um coro de deputados que eu vejo pela casa, e eu seria contra qualquer projeto nesse sentido", declarou. Especialistas Saiba o que disseram sobre a proposta de reforma tributária especialistas que participaram da audiência na Câmara: Heraldo Garcia Vitta, professor e juiz federal aposentado, também falou na CCJ nesta terça-feira, como especialista no assunto. Ele elogiou a proposta de reforma, avaliando que a estrutura normativa é "muito boa", que consegue trazer "unidade normativa no seu contexto geral", "simplicidade acentuada, coerência interessante" e mais transparência. Ele se mostrou preocupado, entretanto, com a definição da Justiça Federal para tratar da alíquota do futuro Imposto Sobre Bens e Serviços (no modelo de um imposto sobre valor agregado). Ele avalia que há falta de estrutura na justiça federal para cuidar desse assunto. Kleber Cabral, auditor-fiscal e Presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco), afirmou que o sistema tributário atual é complexo, principalmente na legislação do PIS-Cofins, tributo que tornou-se não cumulativo e trouxe variações na possibilidade de aproveitamento do crédito. Isso gera, segundo ele, dificuldade para o auditor fiscal e para os contribuintes. Cabral afirmou ainda que, além de reformar o sistema, é preciso fortalecer as administrações tributárias da União, estados e municípios. Ele estimou que a sonegação fiscal soma cerca de 27% dos valores que deveriam ser arrecadados. Bernard Appy, diretor do Centro de Cidadania Fiscal, é autor da proposta que deu origem à PEC da reforma tributária que está sendo analisada na CCJ. Ele afirmou que o projeto visa tornar o sistema simples, neutro, transparente e isonômico – princípios que não estão contemplados atualmente, em sua visão. Ele reafirmou que o impacto de aprovação da proposta elevaria o PIB potencial em 10 pontos nos próximos 15 anos. “Cada brasileiro aumente seu poder de compra em 10%. É isso que está sendo colocado em discussão no Brasil”, declarou. Ele disse ainda que a proposta não fere a autonomia dos estados e municípios, pois os entes federados terão autonomia para fixar sua parcela do imposto. “Estamos ampliando a base tributável”, acrescentou ele. O que diz a proposta A proposta, que prevê a substituição de cinco tributos (PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) por um só, o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) contempla a cobrança no destino, ou seja, onde os produtos são comprados e não na origem, onde são produzidos. Também prevê que a substituição do atual sistema, pelo novo IBS, esteja plenamente implantada depois de um período de dez anos (sendo os dois primeiros anos um período de teste, e os oito anos seguintes o período de transição propriamente dito). "A alíquota do IBS deverá incidir 'por fora', ou seja, sobre o preço dos bens e serviços sem o IBS e sem os tributos que estão sendo substituídos pelo IBS", diz a proposta. Além disso, o projeto também prevê a "vedação a qualquer benefício fiscal no âmbito do imposto", com exceção de um "sistema de devolução para as famílias mais pobres". O imposto terá, pela proposta, legislação uniforme e cobrança centralizada. A arrecadação do IBS seria gerida por um comitê gestor, integrado por representantes da União, dos estados e dos municípios, a quem caberá, também, operacionalizar a distribuição da receita do imposto. "Nos primeiros 20 anos contados do início da transição, a distribuição da receita do IBS será feita de modo a repor, para cada Estado e para cada Município, o valor correspondente à redução da receita de ICMS e de ISS em cada ano da transição, corrigido pela inflação", diz a proposta. Em artigo, Baleia Rossi e Appy avaliam que o atual sistema tributário, com 27 diferentes legislações do ICMS estadual, reduz a produtividade da economia. Para eles, o modelo é complexo e pouco transparente, gerando contencioso (questionamentos na justiça) e impedindo o contribuinte de conhecer o quanto paga de impostos sobre o que consome. Além do IBS, a proposta também contempla a criação de um imposto seletivo federal, que incidirá sobre bens e serviços "cujo consumo se deseja desestimular", como cigarros e bebidas alcoólicas. "A incidência do imposto seletivo seria monofásica, sendo a tributação realizada apenas em uma etapa do processo de produção e distribuição (provavelmente na saída da fábrica) e nas importações", diz a proposta. A proposta também prevê que o optante pelo Simples Nacional pode recolher o IBS de forma segregada, se assim desejar. "A ideia é que as empresas optantes pelo Simples Nacional possam continuar nesse sistema para o recolhimento dos demais tributos e optar pelo regime não-cumulativo do IBS se lhes for economicamente mais favorável", diz o texto.
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21/05 - Investir em educação para a primeira infância é melhor 'estratégia anticrime', diz Nobel de Economia
Em 1962, nos Estados Unidos, teve início um programa pioneiro de educação infantil de alta qualidade que mudou a vida de seus participantes. Agora, uma nova pesquisa mostra que não só eles, mas também seus filhos colheram os frutos. James Heckman vencedor do Nobel de Economia de 2000 BBC James Heckman já era vencedor do Nobel de Economia quando começou a se dedicar ao assunto pelo qual passaria a ser realmente conhecido: a primeira infância (de 0 a 5 anos de idade), sua relação com a desigualdade social e o potencial que há nessa fase da vida para mudanças que possam tirar pessoas da pobreza. Em grande parte por causa de seus estudos, o assunto tem ganhado mais atenção nos últimos anos. Heckman concluiu que o investimento na primeira infância é uma estratégia eficaz para o crescimento econômico. Ele calcula que o o retorno financeiro para cada dólar gasto é dos mais altos. Isso porque, na etapa entre o nascimento e os cinco anos de idade, o cérebro se desenvolve rapidamente e é mais maleável. Assim, é mais fácil incentivar habilidades cognitivas e de personalidade - atenção, motivação, autocontrole e sociabilidade - necessárias para o sucesso na escola, saúde, carreira e na vida. No início dos anos 2000, Heckman começou a se debruçar sobre os dados do Perry Preschool Project, experimento social que mudou a vida de seus participantes. Ele funcionou assim: em 1962, na pequena cidade de Ypslanti, no Estado do Michigan, nos Estados Unidos, 123 alunos da mesma escola foram divididos aleatoriamente em dois grupos. Um deles, com 58 crianças, recebeu uma educação pré-escolar de alta qualidade e o outro, com 65, não - este último é o grupo de controle. A proposta era testar se o acesso a uma boa educação infantil melhoraria a capacidade de crianças desfavorecidas de obter sucesso na escola e na vida. "O consenso quando comecei a analisar os dados era de que o programa não tinha sido bem sucedido porque o QI dos participantes era igual ao de não participantes", lembra ele, anos depois, em conversa com a BBC News Brasil. Heckman e colegas resolveram analisar os resultados do experimento por outro ângulo. "Nós olhamos não para o QI, mas para as habilidades sociais e emocionais que os participantes demonstraram em etapas seguintes da vida e vimos que o programa era, na verdade, muito mais bem sucedido do que as pessoas achavam. Constatamos que os participantes tinham mais probabilidade de estarem empregados e tinham muito menos chance de ter cometido crimes", diz o economista. Sua análise do programa Perry chegou à conclusão de que houve um retorno sobre o investimento de 7 a 10% ao ano, com base no aumento da escolaridade e do desempenho profissional, além da redução dos custos com reforço escolar, saúde e gastos do sistema penal. Mais de 50 anos depois do início desse programa, Heckman divulgou, neste mês de maio, nova pesquisa, feita com seu colega na Universidade de Chicago, Ganesh Karapakula, que confirma esses resultados e mostra que não apenas os participantes se beneficiaram do programa pioneiro, mas também seus filhos, estes mais escolarizados e bem empregados do que seus pares. Leia os principais trechos da entrevista: BBC News Brasil - Como era o currículo do Perry e por que ele foi tão bem-sucedido? James Heckman - Quando comecei a estudar isso, também pensava no projeto como um currículo, mas não é - nem o Perry era e nem outros programas de educação infantil de qualidade são. Não são exatamente salas de aula. São como uma família estendida. São grupos pequenos de crianças, recebendo muita atenção, orientação, muitos estímulos. No caso do Perry, eles pegavam crianças de famílias muito pobres e levavam para a creche. Era como ser pais - ficavam muito tempo com a criança e davam uma mentoria a ela. Levavam as crianças ao zoológico, ao parque, brincavam com elas. Isso dava à criança a oportunidade de interagir com seus pares. Por isso, funcionou. O programa também tinha visitas semanais aos pais. Os pais ficaram muito empolgados. A criança voltava para casa entusiasmada. E os pais acabavam estimulando a criança ainda mais. As lições desse programa também são transferíveis para programas de visita (às casas dos pais, nos quais um educador ensina os pais como estimular seus filhos pequenos), ainda que eles pareçam ser diferentes. Uma lição é como é importante a vida doméstica na formação. Um programa que está sendo implementado na Jamaica, por exemplo, consiste de passar uma hora por semana com a mãe ensinando como ela pode interagir com as crianças - desafiá-la, engajá-la. O preço não é tão alto e o retorno é enorme. BBC News Brasil - O que te chamou a atenção nos dados sobre ele? Heckman - Muitas pessoas diziam que o programa era um fracasso porque o QI dos participantes era igual ao de não participantes. Esse foi o consenso no início. Nós olhamos para outras coisas - as habilidades sociais e emocionais que os participantes demonstraram em etapas seguintes da vida. Eles desenvolvem habilidades executivas - de planejamento, de interação, de cumprimento de tarefas, seguir instruções. Olhamos para sua empregabilidade, participação no crime. E assim vimos que o programa tinha sido muito mais bem sucedido do que as pessoas achavam, porque eles só estavam avaliando por um ângulo restrito (o do QI). Em todos os países onde esse assunto foi pesquisado conclui-se que desigualdade na primeira infância se mantém nas etapas posteriores. O ambiente nos primeiros anos é muito importante. Nessa fase você constrói uma base de habilidades que vão te servir para o futuro. Crianças pequenas são muito maleáveis e mutáveis. Há uma flexibilidade nessa etapa que não se vê em outras. É uma questão de eficiência econômica. BBC News Brasil - No entanto, em geral, mais atenção é dada à educação em etapas seguintes da vida. Por que é difícil mudar isso? Heckman - Porque os pais de crianças desfavorecidas não sabem o que faz elas ficarem para trás. Na verdade, só é preciso estimulá-las. Há estudos que mostram que ler para as crianças já tem um impacto enorme no desenvolvimento delas. Além disso, as pessoas não têm tempo. Não estou dizendo que as mães não devem trabalhar e passar o dia em casa com os filhos, mas esses anos iniciais precisam ser enriquecidos. Uma solução é pré-escola de qualidade. BBC News Brasil - Acha que os governos têm dado mais atenção nas últimas décadas à primeira infância? Quais são os desafios nesse sentido? Heckman - O desafio é mudar a forma de pensar. A forma errada é pensar que a educação formal é o caminho para a criação de habilidades e que o modelo de professor em pé na frente da turma lecionando para crianças é o jeito certo de gerar vidas bem sucedidas. Esse raciocínio é promovido inclusive por cursos superiores de educação e por pessoas bem intencionadas. Mas o que importa é pensar na família e na formação da criança. BBC News Brasil - No caso do Perry, vocês concluem que os benefícios se estendem para a segunda geração. Como acontece essa transferência de uma para a outra? Heckman - Os participantes são pessoas bem sucedidas. Eles têm estatisticamente uma chance muito menor de ter cometido crimes. Vemos que há muita correlação entre atividade criminal dos pais e dos filhos. Os pais do Perry reproduzem com os filhos o que aprenderam na infância. BBC News Brasil - Suas pesquisas mostram que homens se beneficiam desses programas muito mais do que mulheres. Por que isso acontece? Heckman - Meninos são mais sensíveis (às mudanças) e têm mais chance de entrar para o mundo do crime. As meninas também se beneficiam, mas o risco que elas correm é muito inferior aos meninos. Há uma influência social que na prática separa meninos de meninas muito cedo. Mas também é verdade que meninas de três anos de famílias desajustadas têm maior chance de se engajar em atividades como leitura de livros e menos chance de estarem se metendo em encrencas. As pessoas não querem falar sobre isso, mas é verdade. Os meninos se desenvolvem num ritmo diferente e as meninas parecem conseguir se estruturas mais facilmente do que meninos. As meninas são mais resilientes. De modo geral, quando meninos são criados em famílias onde só há a mãe, sem figuras paternas, eles têm mais dificuldade de obter orientação na vida. O laço entre filhas e mães é diferente da mãe com o filho. A mãe ama o filho, mas é diferente. BBC News Brasil - Qual é a relação entre bom desenvolvimento infantil e crimes? Heckman - Esse é o principal resultado de todos esses programas de educação infantil. O maior retorno para cada dólar investido em todos eles é a redução de crimes e a criação de um ambiente encorajador para as crianças. As pessoas ignoram isso, mas é importantíssimo. É por isso que esses programas são tão bem sucedidos para homens. É uma estratégia anticrime. Nem que fosse só por isso deveriam ser levados a sério como política pública. BBC News Brasil - Se a pessoa não tiver a oportunidade de se desenvolver na primeira infância, é caso perdido? Heckman - O desenvolvimento acontece em outras etapas da vida. No entanto, uma etapa leva a outra. A criança bem formada consegue aproveitar melhor aprendizados futuros. Mas não devemos desistir das pessoas depois de uma certa idade. Isso não é verdade. BBC News Brasil - Alguns críticos dizem que os resultados do Perry têm de ser vistos com cuidado pois o programa foi implementado num contexto muito particular, o que torna temerário extrapolar seus resultados. O que acha disso? Heckman - Se você fizer uma imitação e aplicar o Perry de 1960 para Porto Alegre em 2019 seria loucura. Há adaptações culturais que precisam ser feitas. Mas os mecanismos que descrevemos são replicáveis. Ensinar os pais a se engajar na vida da criança, isso dá resultado no resto da vida.
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21/05 - Latam questiona na Justiça nova proposta da Azul por ativos da Avianca Brasil
Companhia aérea segue rival Gol e também pede que Justiça suspenda nova proposta da Azul. A companhia aérea Latam entrou com um recurso na Justiça e pediu o indeferimento da nova proposta da Azul por parte dos ativos da Avianca Brasil, que está em recuperação judicial desde o fim do ano passado. No questionamento feito na segunda-feira (20), a Latam diz que a posição da Azul no processo de recuperação judicial da Avianca tem "muitas coincidências e pouca coerência". "A verdadeira intenção da Azul só pode ser quebrar a Avianca ou causar repercussão processual e midiática", escreveu a Latam no pedido endereçado ao juiz da 1ª Vara de Falências e Recuperação Judicial de São Paulo, que acompanha o processo. Avião da companhia aérea Avianca pousa no Aeroporto Internacional de São Paulo Celso Tavares/G1 A Gol também já questionou oficialmente a nova posição da Azul. Nova proposta da Azul Na proposta apresentada na semana passada, a Azul pediu a realização de um novo processo competitivo com a proposta de uma nova Unidade Produtiva Isolada (UPI) pelo valor mínimo de US$ 145 milhões (o equivalente a R$ 595 milhões). Na prática, o pedido feito pela Azul representou um retorno da companhia na disputa pela Avianca Brasil, com uma oferta superior à apresentada inicialmente. Em março, a empresa fez uma proposta de US$ 105 milhões para comprar parte das operações da companhia, mas em abril anunciou a desistência, acusando Gol e Latam de agirem para evitar a concorrência da ponte aérea São Paulo-Rio de Janeiro, a mais cobiçada do país. A Gol e a Latam só entraram na disputa no início de abril. Os credores da Avianca já aprovaram um plano de recuperação judicial da companhia - se for adiante, a proposta prevê a divisão da companhia em sete UPIs. O leilão estava marcado para 7 de maio, mas foi suspenso por um determinação da Justiça. A Avianca recorreu da decisão. "A verdade, pura e simples, é que a estrutura jurídico-regulatório que seria necessária para implantar a Nova Proposta Azul é idêntica à que será necessária para qualquer outra proposta que se possa cogitar e que não difere daquela em curso para o PRJ (plano de recuperação judicial) aprovado", escreveu a Latam. Procurada, a Latam informou que não iria comentar o pedido de recurso. Initial plugin text
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21/05 - Boeing e Embraer vão anunciar nome da nova empresa
Marc Allen, executivo presidente da joint venture, disse que nome será revelado nesta quinta-feira (23). Expectativa é que negócio entre as fabricantes seja concluído neste ano. Combinação de fotos com as marcas da Boeing e da Embraer. As marcas anunciaram nesta quinta (5) a criação de nova empresa avaliada em US$ 4,75 bilhões Denis Balibouse/Reuters; Roosevelt Cassio/Reuters A Boeing e a Embraer vão divulgar na próxima quinta-feira (23) o nome da nova empresa, fruto da parceria comercial entre as duas fabricantes de aeronaves. A data foi divulgada por Marc Allen, executivo presidente da joint venture. Em janeiro, as duas companhias assinaram os termos do acordo do controle dos negócios de aviação comercial da Embraer para a Boeing, após terem assinado memorando de entendimento em julho de 2018. O acordo, que avalia a divisão em cerca de US$ 4,2 bilhões, prevê que a fabricante brasileira deverá transferir 80% da unidade para Boeing e manterá participação de 20%, tendo poder de decisão sobre alguns temas estratégicos. Até agora a empresa é chamada de NewCo (nova companhia). Em encontro com o governador de São Paulo, João Doria, Marc Allen, citou a expectativa para a conclusão do negócio entre as duas fabricantes de aeronaves. "Nós estamos ansiosos com essa parceria comercial na indústria global do espaço aéreo, com a junção da Embraer e Boeing. Vamos anunciar nesta semana o nome, na quinta-feira, dessa nova parceria comercial", disse. A expectativa é que, até o fim deste ano, o negócio seja concluído. A assessoria de imprensa da Embraer foi procurada e não comentou as declarações de Marc Allen. A assessoria da Boeing não deu detalhes sobre o anúncio que será feito, apenas confirmou que será divulgado o nome. Estrutura Marc Allen, que comandou a Boeing International, é presidente da parceria com a Embraer e das Operações do Grupo. O executivo John Slattery, que chefiava a divisão de aviação comercial da Embraer, será CEO da empresa resultante do acordo.
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21/05 - Scania anuncia investimento de R$ 1,4 bilhão em fábrica de caminhões em SP
Montante será aplicado entre 2021 e 2024 em São Bernardo do Campo. Em fevereiro, a concorrente Ford revelou que vai fechar fábrica que também fica no ABC Paulista. Scania vai investir R$ 1,4 bilhão em São Bernardo entre os anos de 2021 e 2024 Divulgação/Scania A Scania anunciou nesta terça-feira (21) o investimento de R$ 1,4 bilhão em sua fábrica de caminhões em São Bernardo do Campo (SP). De acordo com a montadora, o valor será aplicado no período de 2021 a 2024 para atualizar as tecnologias da linha de montagem. O ciclo anterior de investimentos, de 2016 a 2020, foi de R$ 2,6 bilhões e ainda vai ser concluído antes da chegada do novo aporte. “Nosso ritmo de investimento tem sido de R$ 100 milhões/ano, mas agora, para atender as necessidades das novas tendências ligadas ao mundo do transporte, precisamos elevar esse patamar”, afirmou Christopher Podgorski, presidente da Scania na América Latina. O anúncio de investimento no ABC Paulista chega no mesmo momento em que a Ford se prepara para fechar sua fábrica de caminhões em São Bernardo do Campo. Outra concorrente no mercado de caminhões, a Mercedes-Benz ampliou a produção no início do ano. O governador de São Paulo, João Dória, participou do anúncio de invstimento feito pela Scania nesta terça-feira (21) Scania/Divulgação
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21/05 - Empresa de tecnologia abre 15 vagas para desenvolvedor em Campinas
Interessados devem enviar currículo por e-mail até a manhã de sexta-feira (24). Ao todo, 15 vagas foram disponibilizadas pela empresa em Campinas (SP) Beatriz Braga/G1 Petrolina A empresa de tecnologia Lincros, com sede em Blumenau (SC), oferece 15 vagas para desenvolvedor em Campinas (SP). Os interessados devem enviar o currículo atualizado para o e-mail paraselecao@lincros.com até a manhã de sexta-feira (24). Os pré-selecionados serão comunicados pela própria empresa para comparecer às entrevistas, marcadas para ocorrer na sexta e no sábado (25). As oportunidades são destinadas a desenvolvedores C# e Java, sem especificação de quantas vagas serão destinadas para cada um dos cargos. Os salários para as funções não foram divulgados, mas a empresa anunciou que, entre os benefícios, estão vale-refeição e/ou alimentação, licença-maternidade e paternidade estendidas, vale-transporte, auxílio-creche, convênios médico e odontológico e ambiente descontraído. Serviço 15 vagas para desenvolvedor na Lincros Envio de currículos: Até sexta-feira (24) de manhã para o e-mail para selecao@lincros.com Veja mais oportunidades da região no G1 Campinas
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21/05 - Huawei lança novos telefones da série Honor e não menciona problemas com Android
Restrições aplicadas pelos EUA podem comprometer futuras atualizações do sistema Android. Huawei lança novos telefones da série Honor A Huawei lançou seus novos smartphones da série Honor 20 em Londres nesta terça-feira (21), mas não fez referência a uma possível ruptura com o Google. Segunda maior fabricante de celulares do mundo, a Huawei tem seus aparelhos com a plataforma Android, do Google, mas o Departamento de Comércio dos EUA a impediu de comprar produtos norte-americanos na semana passada, colocando em dúvida futuras atualizações de software. Após o decreto do governo Trump, o Google anunciou na segunda-feira o corte de relações com a Huawei. Na terça, os EUA amenizaram temporariamente as restrições à Huawei, concedendo à fabricante chinesa uma licença para comprar produtos americanos até 19 de agosto. Isso significa que as atualizações de aplicativos populares do Google, como o Gmail e o YouTube, podem continuar. Honor 20, da Huawei, é visto em seu lançamento em Londres, nesta terça-feira (21) Peter Nicholls/Reuters
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21/05 - IBGE lança edital com 209 vagas de recenseador e agente censitário
Serão 180 vagas de nível fundamental para recenseadores e 29 para agentes censitários supervisores e municipais, que exigem ensino médio. Recenseadores Licia Rubinstein/Agência IBGE Notícias O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançou o edital do processo seletivo para 209 vagas temporárias de recenseadores e agentes censitários, que atuarão no Censo Experimental, previsto para acontecer entre setembro e novembro desde ano, no município de Poços de Caldas (MG). A etapa será um ensaio geral para avaliar e aperfeiçoar os procedimentos previstos para o Censo Demográfico 2020. Veja o edital no Instituto Brasileiro de Apoio e Desenvolvimento Executivo (Ibade) As inscrições devem ser feitas até 9 de junho pelo site http://www.ibade.org.br/. As taxas vão de R$ 25 a R$ 42,50. Veja as vagas do concurso: 4 vagas para agente censitário municipal, de nível médio, cujo salário é de R$ 2.100 25 vagas de agente censitário supervisor, de nível médio, com salário de R$ 1.700 180 vagas de recenseador, de nível fundamental, cuja remuneração varia de acordo com o desempenho Para os agentes censitários, a jornada de trabalho será de 40 horas semanais, com contrato de até seis meses de duração. Já os recenseadores trabalharão, no mínimo, 25 horas por semana, além de terem participação obrigatória nos treinamentos, contrato válido por até dois meses e salário de acordo com a produtividade. Eles têm flexibilidade de horário, mas quanto mais domicílios visitarem, mais recebem. A seleção será feita apenas por meio de prova objetiva aplicada em 21 de julho, em Poços de Caldas. O resultado final será divulgado no dia 12 de agosto, no site do Ibade, e a convocação dos aprovados está prevista para acontecer entre 13 e 22 de agosto. Outros editais O IBGE foi autorizado ainda contratar até 234.416 trabalhadores temporários para trabalhar no Censo Demográfico 2020 - profissionais poderão ser contratados a partir de janeiro de 2020, mediante processo seletivo cujo edital deverá ser publicado em até 6 meses - e 400 analistas censitários, que poderão ser contratados a partir de setembro de 2019 para as etapas de planejamento, acompanhamento e suporte especializado relativas ao Censo.
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21/05 - Brasil e China chegam a acordo sobre exportação de açúcar e descartam disputa na OMC
País asiático aplica tarifas extras sobre o adoçante brasileiro. Consulta sobre o tema foi aberta no órgão de comércio internacional em setembro, mas investigação não será necessária. Exportações de açúcar do Brasil para a China caíram após aplicação de tarifas extras sobre o produto Rodrigo Rezende/ G1 Brasil e China chegaram a um acordo sobre as regras para exportação de açúcar para o país asiático. O Ministério da Agricultura (Mapa) divulgou nesta terça-feira (21) que as queixas a respeito das tarifas cobradas sobre o produto serão atendidas, sem necessidade de abertura de um painel na Organização Mundial do Comércio (OMC). "As preocupações que embasaram o pedido de consultas brasileiro deverão ser atendidas, de modo mutuamente satisfatório, sem a necessidade do estabelecimento de um painel na OMC para examinar a matéria", disse o governo brasileiro em nota. Em setembro, o Brasil solicitou consultas à organização sobre o assunto. Desde 2017, o governo chinês aplica uma tarifa adicional de 45% ao imposto de importação sobre o açúcar brasileiro, totalizando um taxa final de 90% tanto para o produto bruto quanto para o refinado. Desde a implementação da medida, as exportações do produto para a China caíram bruscamente, segundo o Mapa. "O Brasil vê positivamente o resultado alcançado, que reflete o engajamento e a disposição construtiva de ambas as partes para alcançar uma solução para a disputa." Não foram divulgados quais foram os termos do acordo. O G1 questionou o Ministério da Agricultura e aguarda resposta. Na nota, o ministério diz que o Brasil abordou no pedido de consultas a administração de uma cota tarifária pela China e também a operação de um sistema de licenciamento automático para importações do produto fora da cota. O pedido formal de consulta é uma fase de negociação preliminar a uma investigação pela OMC. Quando um acordo não é alcançado, o governo do país que pediu a consulta ganha o direito de abrir um painel na OMC. O painel é a investigação, quando especialistas examinam as condições de comércio questionadas.
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21/05 - WhatsApp adiciona alerta em SMS de ativação para evitar que usuários caiam em golpes
Mudança orienta usuário a 'não compartilhar' o código de seis dígitos para não ter seu número de WhatsApp roubado. Mensagens de SMS traz código de seis dígitos que ativa o WhatsApp e alerta para que usuário não o compartilhe. Reprodução O WhatsApp anunciou uma alteração no texto do torpedo SMS enviado com o código de seis dígitos necessário para associar o aplicativo a um número telefônico. A partir de agora, a mensagem inclui um aviso: "não compartilhe esse código". Segundo o WhatsApp, o texto novo já está valendo para usuários de Android e logo será incluído nas mensagens para iOS. A mudança tem o intuito de coibir os golpes em que criminosos inventam algum pretexto para convencer uma vítima a fornecer o código de ativação do WhatsApp. Esses números devem ser digitados na tela de ativação do WhatsApp quando uma nova sessão é iniciada. Quando alguém cai nesses golpes, a vítima é desconectada da sessão anterior do WhatsApp, pois o aplicativo não permite que dois aparelhos ativem o mesmo número ao mesmo tempo. Os golpistas normalmente ativam a verificação em duas etapas para impedir que o verdadeiro dono do número reative o aplicativo pelo próprio aparelho. Enquanto isso, eles enviam mensagens para os contatos da vítima solicitando dinheiro. Vítima tinha anúncio on-line em site que deixava telefone exposto para negociação. Golpistas enviaram um SMS falso alegando se tratar de uma confirmação no cadastro do site onde o telefone aparecia Reprodução Para quem foi vítima dessa fraude, o WhatsApp recomenda tentar reativar o aplicativo. Se a reativação for bem-sucedida, o golpista será desconectado da conta. Não sendo isso possível, a empresa recomenda notificar os amigos e a família. "Muitos golpistas usam sua lista de contatos para solicitar informações sigilosas e pedir depósitos em dinheiro. Se sua conta for violada, entre em contato com pessoas próximas para que ninguém possa se passar por você", explicou o WhatsApp em nota. A empresa também destacou que a criptografia do aplicativo não é comprometida por essas fraudes, protegendo qualquer mensagem enviada ou recebida anteriormente. Quem precisar de auxílio pode entrar em contato com o suporte técnico pelo e-mail support@whatsapp.com. Quem ainda não foi vítima ou quer se prevenir de novos ataques deve ativar a verificação em duas etapas. Com ela, além do código recebido por SMS, é preciso fornecer uma senha, que terá de ser fornecido junto com o código para ativar uma nova sessão do aplicativo. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Selo Altieres Rohr Ilustração: G1
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21/05 - Sinal fraco de internet no campo limita aproveitamento de tecnologia agrícola no Brasil
Máquinas já têm capacidades tecnológicas que só podem ser totalmente utilizadas com a conectividade. Fabricantes buscam gerar o próprio serviço ou se associar às teles. A falta de conexão de internet, um antigo obstáculo nas áreas rurais do Brasil, tornou-se crítica à medida que mais e mais equipamentos agrícolas chegam ao mercado com capacidades tecnológicas que só podem ser totalmente utilizadas com a conectividade. A agricultura brasileira cresceu a um ritmo veloz na última década, colocando o país entre os principais produtores de alimentos do mundo, mas alguns empecilhos permanecem, como a cobertura de internet. Atualmente menos de 10% das fazendas brasileiras são conectadas, de acordo com uma estimativa da TIM Participações. Para comparação, nos Estados Unidos basicamente 100% da população tem acesso à internet por banda larga. "Esse é um problema estrutural que temos no Brasil e que precisamos resolver", disse Christian González, vice-presidente para a América do Sul da Case IH, divisão de máquinas agrícolas da CNH Industrial. Ele afirma que as máquinas modernas, como plantadoras e colheitadeiras, podem ser ajustadas a todo momento durante as operações em busca de maior eficiência, algo que só pode ser realizado quando estão conectadas a uma sala de operações. Serviço próprio A fabricante de maquinário norte-americana John Deere se mostrou à frente nesse segmento quando lançou, no ano passado, um serviço de internet junto ao fornecedor de telecomunicações Tropico, oferecendo-se para instalar antenas LTE nas fazendas para conectar máquinas e veículos. Outras avançaram ao mercado neste ano, incluindo as empresas telefônicas Oi e TIM. Fornecedoras de produtos agrícolas, como AGCO, Case, Bayer e Trimble, uniram forças para desenvolver uma plataforma de código aberto que opere conexão de internet 4G, o programa ConectarAgro. "A falta de internet obviamente coloca os agricultores brasileiros em uma posição complicada, isso pode prejudicar o avanço de sua competitividade", disse Rafael Marquez, diretor da TIM, que também participa do ConectarAgro. A empresa firmou recentemente contratos para fornecer internet 4G a dois grandes grupos agrícolas no Brasil, SLC Agrícola e Adecoagro. "O agricultor deseja utilizar aplicativos no campo, ele quer enviar um vídeo para seu agrônomo quando encontrar um potencial problema na plantação, eles querem estar online", disse Marquez. Em fazendas sem internet, as máquinas precisam, por exemplo, de coordenadas inseridas manualmente para plantios guiados por GPS, o que leva funcionários a andarem carregando dezenas de pen-drives. A TIM planeja alcançar 5 milhões de hectares de fazendas cobertos por internet até o final deste ano. O Brasil possui cerca de 65 milhões de hectares de cultivos de grãos e oleaginosas. Rival da TIM, a Oi fechou um acordo para fornecer internet para uma das fazendas controladas pela produtora e trading Amaggi, levando a conexão para a fazenda Tucunaré, de 87 mil hectares, no Estado de Mato Grosso.
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21/05 - Amazon se aproxima de vitória em briga com países da Amazônia por domínio na internet
Varejista trava disputa com 8 países da América Latina que têm território na Amazônia e disputam o uso do domínio ".amazon" junto aos órgãos de registro digital. Países da região amazônica travam disputa em órgão de registro com a varejista Amazon pelo direito do domínio ".Amazon" Peter van der Sleen/Nature A Amazon está próxima de vencer uma batalha de 7 anos contra 8 países da América Latina pelo domínio ".amazon". Os países argumentam que esse domínio deveria ser usado para designações na internet sobre a Amazônia — eles argumentam que o termo se refere à região geográfica e não deve ser o monopólio de uma empresa. A empresa busca ter o direito sobre o domínio desde 2012. A Corporação Global da Internet para Atribuição de Nomes e Números (Icann), que supervisiona endereços na internet, disse nesta segunda-feira (20) que decidiu prosseguir com o pedido da Amazon, após o fim de um período para que as partes interessadas chegassem a um acordo. Esse prazo vence no mês passado e as oito nações que dividem a maior floresta tropical do mundo e a empresa de tecnologia não conseguiram chegar a um meio termo. Agora, segundo o Icann, o processo, da forma como foi proposto pela Amazon, ficará sujeito a consulta pública por mais 30 dias. Brasil lamenta O Brasil se pronunciou nesta segunda, por meio do Ministério das Relações Exteriores, afirmando que o Icann deveria ter optado pela governança compartilhada do domínio. "Preocupa que uma decisão daquela entidade [Icann] deixe de considerar adequadamente o interesse público identificado por oito governos, em particular a necessidade de defender o patrimônio natural, cultural e simbólico dos países e povos da região amazônica", disse o Itaramaty, em nota. O que diz a Amazon Ao G1, a Amazon afirmou que está disposta a trabalhar com os governos para "proteger a cultura e herança dos povos da região amazônica". “Nós reconhecemos e levamos a sério as preocupações dos governos regionais da Amazônia relacionados ao uso do domínio. A Amazon está ansiosa para trabalhar com esses governos para implementar nosso Compromisso de Interesse Público, conforme propusemos, para proteger a cultura e herança dos povos da região amazônica, ao mesmo tempo em que nos permite o uso do domínio de primeiro nível para apoiar nossa marca mundialmente reconhecida e continuar a surpreender e encantar nossos clientes”, disse a empresa.
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21/05 - Venda de tratores de rodas cresce 39,6% em MS no primeiro quadrimestre de 2019
Comercialização no estado passou de 252 unidades nos quatro primeiros meses do ano passado para 352 entre janeiro e abril deste ano; estado é o oitavo no ranking de comercialização. Enquanto no país, vendas de tratores de rodas caíram no primeiro quadrimestre do ano, no MS a comercialização aumentou, conforme a Anfavea Reprodução/TV Morena A venda no varejo de tratores de rodas cresceu 39,6% em Mato Grosso do Sul no primeiro quadrimestre de 2019 frente ao mesmo período de 2018, passando de 252 unidades para 352, segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), tabulados pelo G1. O veículo é enquadrado pela entidade na categoria de máquina agrícola e rodoviária. Se no estado, as vendas de tratores de rodas aumentaram, no país houve uma redução de 6,57%, com o número, na mesma comparação, caindo de 9.867 unidades para 9.219. Em relação ao primeiro quadrimestre de 2018, Mato Grosso do Sul avançou uma posição no ranking nacional de comercialização no varejo dos tratores de rodas, passando da nona para a oitava colocação. A sua frente estão apenas: São Paulo (1.982 unidades), Paraná (1.317), Rio Grande do Sul (1.192), Minas Gerais (1.097), Mato Grosso (620), Santa Catarina (589) e Goiás (435). O trator é uma das principais máquinas utilizadas nas atividades agropecuárias. Sua versatilidade possibilita o uso para diversas finalidades como, por exemplo: arar, cultivar e semear campos, além de puxar carretas e guinchos, entre outros. Em relação a outra máquina agrícola que tem uma importância fundamental para Mato Grosso do Sul, quinto maior produtor brasileiro de soja e o terceiro de milho safrinha, a colheitadeira de grãos, os dados da Anfavea apontam que houve uma queda nas vendas no estado. No acumulado de janeiro a abril de 2018 foram vendidas no varejo sul-mato-grossense, 146 colheitadeiras de grãos, e no mesmo intervalo de tempo de 2019, essa quantidade caiu para 132, o que representa uma redução de 9,59%. Em contrapartida, no país houve um aumento de 7,97% na comercialização do maquinário, que passou de 2.107 unidades para 2.275, nas parciais dos dois anos. Com a quantidade vendida neste primeiro quadrimestre, Mato Grosso do Sul é o quinto maior mercado de colheitadeiras no Brasil. Apenas o Rio Grande do Sul (515 unidades), Mato Groso (493), Paraná (383) e Goiás (235), registram comercialização maior.
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21/05 - Fitch mantém nota do Brasil e destaca necessidade de reformas
Agência de classificação de risco reafirmou perspectiva estável para rating do país, que permanece 3 degraus abaixo da faixa chamada de grau de investimento. Fitch rebaixou nota do Brasil para o último patamar dentro do grau de investimento Reuters A agência de classificação de risco Fitch Ratings reafirmou nesta terça-feira (21) a nota de crédito soberano do Brasil em "BB-", com perspectiva estável, citando como obstáculos fraqueza estrutural das finanças públicas e alto endividamento do governo, em meio à necessidade de avançar com a reforma da Previdência. Com essa nota, o país permanece 3 degraus abaixo da faixa chamada de grau de investimento, considerada de baixo risco. A última ação de rating da agência para o Brasil tinha sido feita em 1º de agosto de 2018, quando também reafirmou a nota atribuída ao Brasil em "BB-", com perspectiva estável. Entenda o que fazem as agências de classificação de riscos nota do Brasil classificação Infográfico G1 Ao manter a nota do Brasil, a agência cita ainda perspectivas fracas de crescimento, ambiente político difícil e questões relacionadas a corrupção como variáveis que afetam a tomada de decisões econômicas e o progresso das reformas, destaca a Reuters. "Desafios fiscais continuam a pesar com força sobre o perfil de crédito e tornam o Brasil vulnerável a choques. Um completo fracasso em avançar com a reforma não pode ser descartado", afirmou a agência em nota assinada pela diretora sênior do Grupo Soberano da Fitch para América Latina, Shelly Shetty. "A Fitch acredita que a aprovação da reforma da Previdência é necessária, mas não suficiente para melhorar de forma significativa a perspectiva de curto prazo para as finanças públicas e para cumprir o teto de gastos nos próximos anos", completou. Para a Fitch, o escopo e momento das reformas são incertos e a fragmentação no Congresso é um grande obstáculo. A agência alerta que o governo do presidente Jair Bolsonaro ainda não conseguiu estabelecer uma coalizão efetiva para sua agenda de reformas. A articulação política em torno das reformas é um ponto de alerta para os mercados, destaca a Reuters. O relator da reforma da Previdência na comissão especial da Câmara dos Deputados, Samuel Moreira (PSDB-SP), afirmou que está preparando o parecer em cima do projeto enviado pelo governo e que concluirá o texto até 15 de junho. "Embora a Fitch acredite que as chances de a reforma previdenciária serem aprovadas parecem mais altas do que antes das eleições... adiamentos e diluição da reforma são prováveis", apontou a agência. Depois de dizer que a classe política é o grande problema que impede o Brasil de dar certo, Bolsonaro mudou o tom e disse que valoriza o Parlamento e que os deputados e senadores terão a palavra final sobre o texto da reforma das aposentadorias. Projeção de crescimento do PIB é revisada para baixo A Fitch também revisou para baixo a projeção de crescimento econômico do Brasil a 1,5% em 2019 e 2,5% em 2020, de respectivamente 2,1% e 2,7% no cenário anterior, citando ainda impacto da crise argentina e o rompimento de barragem da Vale em Brumadinho (MG), no início deste ano. A expectativa da Fitch para a economia brasileira neste ano ainda é mais otimista que a de economistas consultados em pesquisa Focus do Banco Central, de um crescimento de 1,24%. Outras agências O Brasil está há mais de 3 anos sem o grau de investimento. A S&P foi primeira a tirar o selo de bom pagador do país, em setembro de 2015, ação que foi seguida pelas outras duas grandes agências internacionais, Fitch e Moody's. No ano passado, Standard &Poor’s e Fitch rebaixaram a nota do Brasil, colocando o rating do país 3 degraus abaixo do grau de investimento. Já a Moody´s manteve o país 2 degraus abaixo do grau de investimento. Com os últimos rebaixamentos, a nota do Brasil recuou para o patamar de 2005. O país conquistou o grau de investimento pelas agências internacionais Fitch Ratings e Standard & Poor’s pela primeira vez em 2008. Em 2009, conseguiu a classificação pela Moody's. Histórico das notas do Brasil Infografia: Rodrigo Cunha e Diana Yukari/G1 Entenda a classificação das agências As agências têm uma longa escala de classificação, com mais 20 notas. Em resumo, são dois terrenos e uma muralha. Quem está a partir de um determinado nível tem o carimbo de grau de investimento. Quanto mais longe do muro, mais eficiente, confiável, robusta é a economia e menor o seu risco. O triplo A, por exemplo, é a nota da Alemanha. Alguns fundos de investimento só colocam dinheiro em países desse terreno. Do outro lado é o grau especulativo. Países arriscados, com economia problemática e menos confiável. Os investidores pensam duas vezes antes de entrar. Alguns fundos de pensão internacionais, de países da Europa ou os Estados Unidos, por exemplo, seguem a regra de que só se pode investir em títulos de países que estão classificados com grau de investimento por agências internacionais. Por isso, essa "nota" permite que o país receba recursos de investidores interessados em aplicar seu dinheiro naquele local.
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21/05 - Burger King e Petz abrem mais de 2,5 mil vagas de emprego
Cargos vão de atendentes e tosadores a gerentes. As redes Burger King e Petz anunciam a abertura de mais de 2,5 mil vagas de emprego no país. Veja abaixo mais detalhes das seleções. Burger King Unidade do Burger King EDISON TEMOTEO/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO A rede de fast-food Burger King está com o processo seletivo aberto para mais de 2.500 vagas em todo o Brasil. As oportunidades são para atendente, coordenador e gerente de negócios para atuar em um dos 792 restaurantes da marca. Apenas na cidade de São Paulo são mais de 450 vagas no total, sendo 391 para atendentes, 58 para coordenador e 9 para gerente. Veja os requisitos: Atendente: cursando ou ter concluído o ensino médio Coordenador: cursando ou ter concluído o ensino superior (experiência de no mínimo um ano na função, e são para trabalhar no período diurno ou noturno) Gerente: superior completo (experiência de no mínimo um ano na função, e são para trabalhar no período diurno ou noturno) Todas as vagas estão distribuídas em diversas regiões do país como Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Paraíba, Pará, Rio de Janeiro, São Paulo, entre outras. Os benefícios oferecidos são convênio médico, seguro de vida, transporte, alimentação e trilha de carreira. Os interessados devem se cadastrar através do site vagas.com/burgerking. Petz Vagas são para serviços de banho e tosa Divulgação A Petz, rede de pet shops, fará seleção nos próximos dias para 13 unidades. A rede busca 26 profissionais para serviços de banho e tosa para as 4 novas unidades e para 9 lojas em funcionamento. Vagas nos Centros de Estética das novas unidades Petz: Salvador, BA: 4 vagas (2 tosadores e 2 banhistas) Vitória, ES: 4 vagas (2 tosadores e 2 banhistas) Contagem, MG: 4 vagas (2 tosadores e 2 banhistas) Praia Grande, SP: 4 vagas (2 tosadores e 2 banhistas) A Petz tem vagas para tosadores e banhistas também nas seguintes unidades: São Paulo Capital Jaguaré: (1 vaga): Avenida Corifeu de Azevedo Marques, 4529 Alphaville (1 vaga): Avenida Alphaville, 580 Litoral Guarujá (1 vaga): Avenida Adhemar de Barros, 1935- Jardim Helena Maria. Franca 1 vaga: Avenida Dr. Ismael Alonso Y Alonso, 450 - Jardim Veneza. São José do Rio Preto Plaza Avenida (1 vaga): Avenida José Munia, 4775 - Shopping Plaza Avenida, Piso T- Redentor. Belo Horizonte Center Minas (1 vaga): Avenida Pastor Anselmo Silvestre, 1395, 1495- Shopping Center Minas Dom Joaquim. Nossa Senhora do Carmo (1 vaga): Avenida Nossa Senhora do Carmo, 1448 -São Pedro. Betim 1 vaga: Avenida Juiz Marco Tulio Isaac, 470- Parque das Indústrias. Goiânia Parque Flamboyant (2 vagas): Avenida Deputado Jamel Cecílio, s/n - quadra B16, lotes 17/19- Jardim Goiás. Inscrição Em São Paulo, os interessados devem encaminhar currículos para recrutamento.ce@petz.com.br ou ligar para (11) 97544-2442. Para as vagas das novas lojas de Contagem e Vitória, os interessados deverão enviar telefone de contato para recrutamento.ce@petz.com.br ou comparecer nas seguintes seleções: Contagem: seleção nos dias 21,22 23/05 na Petz Nossa Senhora do Carmo, na Avenida Nossa Senhora do Carmo, 1448, São Pedro, Belo Horizonte. Vitória: seleção no dia 20/05, às 9h, na Rua Treze de Maio, 28, São Geraldo, Cariacica (Escola Lava Dog). A Petz não informou mais detalhes da seleção para as demais localidades nem os pré-requisitos.
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21/05 - Mais de 80% dos trabalhadores dependem só do INSS para aposentadoria, aponta pesquisa
Levantamento da Abefin aponta que 84% enfrentam dificuldades para lidar com dinheiro. Uma parcela de 81% dos trabalhadores brasileiros dependem exclusivamente do INSS para a aposentadoria, segundo uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (21). Isso quer dizer que só uma minoria se planeja para a velhice. Apenas metade dos brasileiros que conseguem guardar dinheiro investem Os dados são da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), que em parceria com a Unicamp ouviu cerca de 2 mil funcionários de 100 empresas, dos mais diferentes níveis hierárquicos, de dez Estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Bahia, Ceará, Mato Grosso do Sul, Amazonas e Distrito Federal. De acordo com o levantamento, só 19% dos entrevistados se planejam para alcançar certos objetivos. E apenas 16% são capacitados financeiramente, ou seja, conseguem pagar suas contas com a remuneração mensal e planejam seus gastos com antecedência. Por outro lado, 84% dos entrevistados enfrentam dificuldades para lidar com o dinheiro, sofrem prejuízos ou não entendem de finanças. Os resultados mostram que esses são sintomas que podem levar as famílias ao endividamento, com impactos indesejáveis sobre a renda. “Os dados são realmente preocupantes”, diz Reinaldo Domingues, presidente da Abefin. “É preciso educar financeiramente os trabalhadores com urgência, para que eles tenham mais sustentabilidade financeira no futuro.” Ele sustenta que a adoção de tal postura se traduz em ganho também para as empresas, já que uma pessoa saudável financeiramente é mais produtiva. Ele defende que a educação financeira deve ser tratada como parte da responsabilidade social da empresa, beneficiando funcionários, familiares, comunidade e a própria companhia.
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21/05 - Prefeitura de Garibaldi está com inscrições abertas para concurso público
Cargos oferecidos são de nível médio e superior. São mais de 20 vagas e salários chegam até pouco mais de R$ 6 mil. A prefeitura de Garibaldi, na Serra gaúcha, está com inscrições abertas para concurso público com 23 vagas. A seleção é para cargos de nível médio e superior e os salários oferecidos são de até R$ 6.093,66. Os interessados em participar podem se inscrever até o dia 11 de junho pela internet e a aplicação da prova, de acordo com o edital, deve acontecer em 21 de julho. Taxa da inscrição varia entre R$ 50 e R$ 130, conforme o cargo. Além das vagas diretas, o processo ainda conta com cadastro reserva, consulte no edital. Vagas diretas e para cadastro reserva: Motorista Agente Administrativo Agente de Endemias Agente Fiscal Auxiliar de Educação Escriturário Secretário de Escola Tesoureiro Agente Fazendário Técnico em Enfermagem Assistente Social Bibliotecário Contador Engenheiro Civil Médico Clínico Geral Médico Obstetra/Ginecologista Médico Psiquiatra Médico Pediatra Médico Veterinário Museólogo Professor de Anos Iniciais Professor de Educação Infantil Professor de Artes Professor de Ciências Professor de Educação Física Professor de Língua Inglesa Professor de Língua Portuguesa Professor de Matemática Psicólogo
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21/05 - Preço do feijão cai em MT devido ao início da colheita e maior oferta do produto no mercado
Consumidor chegou a pagar R$ 12 no kg do feijão carioca e agora o kg chega a custar R$ 5. Preço do feijão disparou no início do ano Embrapa/Divulgação O preço do feijão teve queda devido ao início da colheita do grão, em Mato Grosso. No começo do ano, o consumidor chegou a pagar R$ 12 no kg do feijão carioca, o mais consumido na região, e agora chega a custar R$ 5. No estado, os produtores de feijão da região Oeste estão em plena colheita. Segundo os agricultores, as lavouras estão bastante produtivas e os preços são animadores. Tem fazendas produzindo mais feijão que nas safras anteriores, como é o caso da propriedade em que Daniel Henrique de Oliveira gerencia. "Saímos de 65 toneladas no ano anterior de safrinha para 1.800 neste ano. Houve aumento significativo. Este ano, quando fechamos os contratos, se apresentou um preço bom e o custo a gente já sabia, por isso optamos por fechar essa área de feijão", disse. Produção de feijão caiu no estado TVCA/Reprodução Apesar do otimismo de alguns produtores, a produção total de feijão em Mato Grosso deve cair cerca de 8% em relação ao ano passado. A principal queda será na produção do feijão de corda. No ano passado, o estado produziu 237 mil toneladas desse tipo de feijão e neste ano a previsão é de 153 mil toneladas, uma redução de 35%. Isso ocorreu porque muitos produtores escolheram outros cultivos na segunda safra, como o milho, o algodão e o girassol.
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21/05 - Correios fecharão mais 161 agências no país; veja lista
Maioria das unidades que serão desativadas ocupa imóveis alugados e está próxima de outras agências. De acordo com os Correios, “o atendimento será absorvido por outras agências próximas, sem prejuízo da continuidade e da oferta de serviços e produtos”. Agência no Outeiro da Cruz está na lista das que serão fechadas em São Luís, segundo os Correios Reprodução/Google Maps Os Correios anunciaram o fechamento de mais 161 agências próprias até o dia 5 de julho. Os motivos são “readequação da rede de atendimento e da força de trabalho”. A maior parte das agências é no estado do Rio de Janeiro, sendo 24 na capital fluminense. Em seguida vem o estado de São Paulo, com 26 agências, sendo 15 na capital paulista (veja lista ao final da reportagem). De acordo com os Correios, “o atendimento será absorvido por outras agências próximas, sem prejuízo da continuidade e da oferta de serviços e produtos”. A maioria das unidades que serão desativadas ocupa imóveis alugados e está próxima de outras agências. Os empregados dessas agências serão transferidos para outras unidades com vagas em outros municípios ou poderão optar pelo reenquadramento de atividade. Quem for atendente comercial das agências que serão fechadas pode pedir transferência para o cargo de carteiro, segundo comunicado interno dos Correios. Outra opção aos atendentes comerciais é aderir ao Plano de Desligamento Voluntário (PDV) anunciado este mês, cujas inscrições vão até 12 de junho. Os Correios esperam a adesão de 7,3 mil empregados. Para os demais cargos, até a data de fechamento das agências, haverá orientação sobre a transferência para unidades que abrangem a atividade ou especialidade do cargo. "A iniciativa tem, dentre outros objetivos, assegurar maior produtividade e garantir unidades rentáveis, sem comprometer, no entanto, a universalização dos serviços postais", informa a empresa pública. Os Correios têm cerca de 11 mil pontos de atendimento em mais de 5.500 municípios brasileiros. Corte de custos e privatização A empresa pública está tentando enxugar sua estrutura administrativa em meio à crise financeira – entre 2015 e 2016, a estatal acumulou prejuízos de R$ 4 bilhões. Uma das medidas foi fechar agências no país. Em 2017, foram 250 unidades localizadas em municípios com mais de 50 mil habitantes. No ano passado, foram 41 agências fechadas. Além disso, os Correios reduziram sua parte nos custos do plano de saúde dos funcionários e anunciaram a implantação de unidades compactas dentro de estabelecimentos comerciais. O presidente da estatal, general Juarez Cunha, declarou que estão sendo feitos estudos para a abertura de capital da empresa. A abertura de capital seria uma alternativa à privatização da empresa pública, a que Cunha se opõe. No mês passado, o presidente Jair Bolsonaro teria dado aval para a privatização dos Correios. Veja a lista das agências a serem fechadas e ao lado as que estão próximas: ALAGOAS ARAPIRACA: AC PRIMAVERA / AC ARAPIRACA MACEIÓ: AC CIDADE UNIVERSITARIA / AC TABULEIRO DOS MARTINS MACEIÓ: AC JARAGUA MIRIM / AC CENTRAL MACEIO AMAZONAS MANAUS: AC ALVORADA / AC RODOVIARIA DE MANAUS BAHIA FEIRA DE SANTANA: AC CAPUCHINHOS / AC FEIRA DE SANTANA ITABUNA: AC ITABUNA / AC PINHEIRO LUÍS EDUARDO MAGALHÃES: AC SANTA CRUZ DO OESTE / AC LUIS EDUARDO MAGALHAES SALVADOR: AC CAMPO GRANDE / AC ASSOCIACAO BAIANA IMPRENSA SALVADOR: AC ESTRADA DA LIBERDADE / AC CALCADA SALVADOR: AC FORUM RUY BARBOSA / AC ASSOCIACAO BAIANA IMPRENSA SALVADOR: AC MERCADO MODELO / AC CENTRAL SALVADOR SALVADOR: AC TERMINAL RODOVIARIO / AC SUMARE SALVADOR: AC UNIVERSIDADE FEDERAL BAHIA / AC BROTAS SALVADOR: AF PITUBA / AC CIDADELA SALVADOR: AC TRIBUNAL REG DO TRABALHO / AC CENTRAL SALVADOR VITÓRIA DA CONQUISTA: AC BAIRRO DEPARTAMENTO / AC VITORIA DA CONQUISTA DISTRITO FEDERAL BRASÍLIA: AC AEROPORTO / AC ENCOMENDAS AEROPORTO BRASÍLIA: AC PALACIO DO ITAMARATY / AC SENADO BRASÍLIA: AC RODOVIARIA / AC CENTRAL DE BRASILIA BRASÍLIA: AC SOBRADINHO II / AC SOBRADINHO BRASÍLIA: AC TAGUATINGA SUL / AC TAGUATINGA CENTRO BRASÍLIA: AC TJDFT / AC CAMARA LEGISLATIVA BRASÍLIA: AF CENTRAL FILATELICA / AC CENTRAL DE BRASILIA CEARÁ FORTALEZA: AC ASSEMBLEIA LEGISLATIVA / AC ALDEOTA FORTALEZA: AC BENFICA / AC MONTESE FORTALEZA: AC CAMPUS DO PICI / AC RODOLFO TEOFILO FORTALEZA: AC DELEGACIA DO MIN DA FAZENDA / AC BARAO DE STUDART FORTALEZA: AC DUQUE DE CAXIAS / AC CENTRAL DE FORTALEZA FORTALEZA: AC WASHINGTON SOARES / AC ALENCARINA FORTALEZA: AF FORTALEZA / AC CENTRAL DE FORTALEZA FORTALEZA: AC CRISTO REI / AC DRAGAO DO MAR ESPÍRITO SANTO ARACRUZ: AC BELA VISTA / AC ARACRUZ MARATAÍZES: AC BARRA DO ITAPEMIRIM / AC MARATAIZES SERRA: AC TUBARAO / AC CARAPINA VILA VELHA AC COBILANDIA / AC GLORIA VITÓRIA: AC CASA CIDADAO DE VITORIA / AC LEITAO DA SILVA VITÓRIA: AC PRAIA DO SUA / AC PRAIA DO CANTO VITÓRIA: AF VITORIA / AC CENTRAL DE VITORIA GOIÁS ANÁPOLIS: AC JAMEL CECILIO / AC ANAPOLIS ANÁPOLIS: AC JAYARA / AC ANAPOLIS GOIÂNIA: AC FIEG / AC PEDRO LUDOVICO GOIÂNIA: AC JARDIM ANA LUCIA / AC CANAA GOIÂNIA: AC NOVA ESPERANCA / AC PORTAL SHOPPING GOIÂNIA: AC PATIO DO LAGO / AC NOVA SUICA GOIÂNIA: AC UFG CAMPUS II / AC URIAS MAGALHAES ITUMBIARA: AC SANTOS DUMONT / AC ITUMBIARA RIO VERDE: AC BAIRRO POPULAR / AC RIO VERDE MARANHÃO SÃO LUÍS: AC JARACATI SHOPPING / AC CENTRAL DE SAO LUIS SÃO LUÍS: AC OSWALDO CRUZ / AC SAO PANTALEAO SÃO LUÍS: AC OUTEIRO DA CRUZ / AC JOAO PAULO MINAS GERAIS BELO HORIZONTE: AC BAIRRO DE SANTA TEREZA / AC BAIRRO SANTA EFIGENIA BELO HORIZONTE: AC CONJUNTO IAPI / AC AARAO REIS BELO HORIZONTE: AC ENCOMENDAS / AC PRESID JUSCELINO KUBITSCHEK BELO HORIZONTE: AC PEDRO II / AC BARRO PRETO CONSELHEIRO LAFAIETE: AC QUELUZ / AC CONSELHEIRO LAFAIETE CORONEL FABRICIANO: AC BAIRRO MELO VIANA / AC CORONEL FABRICIANO JUIZ DE FORA: AC ESPIRITO SANTO / AC JUIZ DE FORA JUIZ DE FORA: AF JUIZ DE FORA / AC JUIZ DE FORA TEÓFILO OTONI: AC SAO JACINTO / AC BELA VISTA UBERABA: AC BOA VISTA / AC UBERABA UBERABA: AC SAO CRISTOVAO / AC SHOPPING UBERABA UBERLÂNDIA: AC UMUARAMA / AC BRASIL UBERLÂNDIA: AF UBERLANDIA / AC UBERLANDIA MATO GROSSO DO SUL CAMPO GRANDE: AC CEDRO / AC PLANALTO CAMPO GRANDE: AC OKINAWA / AC KADIWEU DOURADOS: AC UNIGRAN / AC DOURADOS MATO GROSSO CUIABÁ: AC PORTO DE CUIABA / AC CENTRAL DE CUIABA CUIABÁ: AC RODOVIARIA DE CUIABA / AC PALACIO PAIAGUAS PARÁ BELÉM: AC GUAMA / AC NAZARE BELÉM: AC SAO BRAZ / AC NAZARE BELÉM: AF BELEM / AC CENTRAL DE BELEM ITAITUBA: AC BELA VISTA / AC ITAITUBA PARAÍBA JOÃO PESSOA: AC MONTEIRO DA FRANCA / AC MANGABEIRA JOÃO PESSOA: AF JOAO PESSOA / AC CENTRAL DE JOAO PESSOA PERNAMBUCO RECIFE: AC AV MARQUES DE OLINDA / AC CENTRAL DE RECIFE RECIFE: AC MACIEL PINHEIRO / AC CENTRAL DE RECIFE RECIFE: AC PADRE CARAPUCEIRO / AC SHOPPING CENTER RECIFE PIAUÍ TERESINA: AC MARECHAL DEODORO DA FONSECA / AC CENTRAL DE TERESINA TERESINA: AC TERESINA SHOPPING / AC SHOPPING RIVERSIDE TERESINA: AF TERESINA / AC CENTRAL DE TERESINA PARANÁ CURITIBA: AC BIGORRILHO / AC MARECHAL DEODORO CURITIBA: AC CENTRAL DE CURITIBA / AC JOAO NEGRAO CURITIBA: AC INDUSTRIAL DE CURITIBA / AC JOAO NEGRAO CURITIBA: AF CURITIBA / AC MARECHAL DEODORO GUARAPUAVA: AC INDUSTRIAL DE GUARAPUAVA / AC GUARAPUAVA LONDRINA: AC JUSCELINO KUBITSCHECK / AC LONDRINA MARINGÁ: AC CIDADE VERDE / AC MARINGA RIO DE JANEIRO BARRA MANSA: AC SAUDADE / AC BARRA MANSA DUQUE DE CAXIAS: AC CDD CENTENARIO / AC DUQUE DE CAXIAS ITABORAÍ: AC CDD ITABORAI / AC ITABORAI NITERÓI: AC FONSECA / AC NITEROI NITERÓI: AC MOREIRA CESAR / AC ICARAI RIO DE JANEIRO: AC CARIOCA / AC AEROPORTO SANTOS DUMONT RIO DE JANEIRO: AC CENTRAL DO BRASIL / AC RODOVIARIA NOVO RIO RIO DE JANEIRO: AC CIDADE NOVA / AC PRESIDENTE VARGAS RIO DE JANEIRO: AC ESTACIO DE SA / AC PRESIDENTE VARGAS RIO DE JANEIRO: AC IGUATEMI / AC VILA ISABEL RIO DE JANEIRO: AC ILHA DO FUNDAO / AC CIDADE UNIVERSITARIA RIO DE JANEIRO: AC IPANEMA / AC GENERAL OSORIO RIO DE JANEIRO: AC JK / AC CENTRAL DO RIO DE JANEIRO RIO DE JANEIRO: AC LEME / AC CENTRAL DO RIO DE JANEIRO RIO DE JANEIRO: AC MADUREIRA / AC CASCADURA RIO DE JANEIRO: AC PALACIO DA JUSTICA / AC CENTRAL DO RIO DE JANEIRO RIO DE JANEIRO: AC PALACIO TIRADENTES / AC RODOVIARIA NOVO RIO RIO DE JANEIRO: AC PILARES / AC ENGENHO DE DENTRO RIO DE JANEIRO: AC PORTUGUESA / AC ILHA DO GOVERNADOR RIO DE JANEIRO: AC POSTO CINCO / AC COPACABANA RIO DE JANEIRO: AC PRACA DA BANDEIRA / AC PRESIDENTE VARGAS RIO DE JANEIRO: AC RIO BRANCO / AC CASTELO RIO DE JANEIRO: AC RIO COMPRIDO / AC TIJUCA RIO DE JANEIRO: AC RUA DA ALFANDEGA / AC MARCILIO DIAS RIO DE JANEIRO: AC RUA DA QUITANDA / AC CENTRAL DO RIO DE JANEIRO RIO DE JANEIRO: AC URCA / AC AVENIDA NACOES UNIDAS RIO DE JANEIRO: AC SAO SEBASTIAO / AC LARGO DO BICAO RIO DE JANEIRO: AC PONTA DO CAJU / AC FUNDACAO OSWALDO CRUZ RIO DE JANEIRO: AC GARDENIA AZUL / AC TAQUARA VOLTA REDONDA: AC RETIRO / AC VOLTA REDONDA RIO GRANDE DO NORTE NATAL: AF NATAL / AC PRINCESA ISABEL RIO GRANDE DO SUL CANOAS: AC CONJ COMERCIAL CANOAS / AC CANOAS CAXIAS DO SUL: AC OS DEZOITO DO FORTE / AC CAXIAS DO SUL PORTO ALEGRE: AC AEROPORTO SALGADO FILHO / AC SAO JOAO PORTO ALEGRE: AC AVENIDA FARRAPOS / AC MOINHOS DE VENTO PORTO ALEGRE: AC MENINO DEUS / AC AZENHA PORTO ALEGRE: AC RIO BRANCO / AC BOM FIM PORTO ALEGRE: AC SIQUEIRA CAMPOS / AC CENTRAL DE PORTO ALEGRE SANTA CATARINA CRICIÚMA AC SANTA BARBARA AC CRICIUMA FLORIANÓPOLIS AC BAIA SUL AC CIDADE UNIVERSITARIA FLORIANÓPOLIS AC BAIRRO AGRONOMICA AC CENTRAL DE FLORIANOPOLIS JOINVILLE AC AVENTUREIRO AC JOINVILLE JOINVILLE AC ITAUM AC BUCAREIN SERGIPE ARACAJU: AC SIQUEIRA CAMPOS / AC RUA ACRE ARACAJU: AF ARACAJU / AC CENTRAL DE SERGIPE SÃO PAULO BAURU: AF BAURU / AC CENTRAL DE BAURU CAMPINAS: AC JOAO JORGE / AC CAMPINAS CAMPINAS: AF CAMPINAS / AC CAMPINAS JUNDIAÍ: AC SHOPPING PAINEIRAS / AC JUNDIAI JUNDIAÍ: AC VILA ARENS / AC JUNDIAI RIBEIRÃO PRETO: AC CAMPOS ELISEOS / AC RIBEIRAO PRETO RIBEIRÃO PRETO: AF RIBEIRAO PRETO / AC RIBEIRAO PRETO SÃO JOSÉ DO RIO PRETO: AF SAO JOSE RIO PRETO / AC SAO JOSE DO RIO PRETO SÃO JOSÉ DOS CAMPOS: AC SAO JOAO / AC SAO JOSE DOS CAMPOS GUARULHOS: AC MACEDO / AC GUARULHOS SANTOS: AC VILA MATHIAS / AC GALERIA BOURGHESE SÃO PAULO: AC ADOLFINA DE PINHEIROS / AC BUTANTA SÃO PAULO: AC AGUA BRANCA / AC GUAICURUS SÃO PAULO: AC CASA VERDE / AC VILA NOVA CACHOEIRINHA SÃO PAULO: AC FILIPE CAMARAO / AC BELENZINHO SÃO PAULO: AC GONCALVES DIAS / AC BELENZINHO SÃO PAULO: AC HADDOCK LOBO / AC AUGUSTA SÃO PAULO: AC IPIRANGA / AC SILVA BUENO SÃO PAULO: AC ITAIM PAULISTA / AC SILVA TELES SÃO PAULO: AC MOOCA / AC ALMEIDA LIMA SÃO PAULO: AC PALACIO NOVE DE JULHO / AC RAFAEL DE BARROS SÃO PAULO: AC PARI / AC SHOPPING ORIENTE SÃO PAULO: AC SAMS CLUB / AC SANTO AMARO SÃO PAULO: AC TATUAPE / AC AGUA RASA SÃO PAULO: AC VILA NOVA CONCEICAO / AC ITAIM BIBI SÃO PAULO: AC VINTE E QUATRO DE MAIO / AC SAO MIGUEL PAULISTA TOCANTINS ARAGUAÍNA: AC LONTRA / AC ARAGUAINA PALMAS: AC AURENY / AC TAQUARALTO PALMAS: AC PALMAS SHOPPING / AC PALMAS
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21/05 - Huawei acusa EUA de intimidação e disse que trabalha com Google para combater restrições
Governo americano alega que impôs as restrições por causa do que chama de envolvimento da Huawei em atividades contrárias à segurança nacional. Celulares da Huawei são exibidos em uma loja de serviços de telecomunicações em Hong Kong Kin Cheung/AP A Huawei afirmou nesta terça-feira (21) que é vítima de intimidação dos Estados Unidos e que está trabalhando com o Google para combater restrições comerciais impostas por Washington na semana passada, disse um executivo sênior da fabricante chinesa de equipamentos de telecomunicações. O governo dos EUA alegou que impôs as restrições por causa do que chama de envolvimento da Huawei em atividades contrárias à segurança nacional ou a interesses de política externa norte-americana. Na segunda-feira, o governo dos EUA diminuiu temporariamente as restrições para minimizar o transtorno dos clientes do grupo chinês, um movimento rejeitado pelo fundador da Huawei, que disse que a empresa de tecnologia havia se preparado para a ação dos EUA. No domingo, o Google suspendeu os negócios com a Huawei, que exigem a transferência de hardware, software e serviços técnicos, exceto aqueles disponíveis publicamente via licenciamento de código aberto, citando uma fonte familiarizada com o assunto. "Eles (o Google) têm motivação zero para nos bloquear. Estamos trabalhando em conjunto com o Google para descobrir como a Huawei pode lidar com a situação e o impacto da decisão do Departamento de Comércio dos EUA", disse Abraham Liu, representante da Huawei para as instituições da UE. Liu disse que a Huawei não culpa o Google pela decisão e que é cedo demais para dizer quais serão as consequências. "A Huawei está se tornando a vítima de intimidação pela administração dos EUA. Isso não é apenas um ataque contra a Huawei. É um ataque à ordem liberal, baseada em regras", acrescentou Liu. EUA aliviam restrição a Huawei após Google suspender acesso às atualizações do Android
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21/05 - BC diz que cartão de crédito concentra reestruturação de dívidas de pessoas físicas
No fim do ano passado, 65% dos clientes que fizeram reestruturação tinham dívidas abaixo de R$ 3 mil. Quase metade dos valores renegociados, porém, eram de crédito imobiliário. O Banco Central informou nesta terça-feira (21) que a modalidade de crédito com o maior número de tomadores com dívidas reestruturadas, em dezembro de 2018, foi a do cartão de crédito (27% do total de tomadores) A reestruturação de dívida bancária acontece quando os clientes enfrentam "dificuldades financeiras evidentes e, em geral, já tem parcelas em atraso". Ela se caracteriza por conceder "vantagens" aos tomadores. "Vale ressaltar a presença expressiva de tomadores de baixa renda (inferior a três salários mínimos) que recorrem ao instrumento renegocial: cerca de 70% das reestruturações de cartão são de clientes com esse perfil", diz o texto do BC. O cartão de crédito rotativo é uma das modalidades com juros bancários mais elevados. Em março, somou 299% ao ano, de acordo com dados da instituição. O crédito rotativo do cartão de crédito pode ser acionado pela pessoa que não pode pagar o valor total da sua fatura no vencimento, mas não quer ficar inadimplente. Para usar o crédito rotativo, o consumidor paga qualquer valor entre o mínimo e total da fatura. O restante é automaticamente financiado e lançado no mês seguinte, com juros. A recomendação de economistas é de que os clientes não usem essa modalidade, ou que, se necessário, a utilize por um período muito limitado de tempo. Pesquisa feita pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra que, a cada quatro brasileiros que fizeram compras no cartão de crédito, um deles (25%) entrou no rotativo em fevereiro. Clientes com dívidas reestruturadas Segundo o BC, o número de clientes bancários, pessoas físicas, com dívidas reestruturadas no sistema financeiro, ficou em cerca de 0,3% do total entre dezembro de 2018. Ainda segundo o Banco Central, dos cerca de 278 mil tomadores que reestruturaram dívidas em dezembro de 2018, 178 mil tinham dívidas em montantes inferiores a R$ 3 mil. "O saldo total reestruturado nessa faixa de valor foi de R$ 220 milhões, ou seja, aproximadamente 65% dos tomadores reestruturaram dívidas que correspondiam a apenas 8% do saldo reestruturado total", acrescentou. Informou ainda que maioria dos clientes que necessitam recorrer à reestruturação tem renda inferior a três salários mínimos, representando cerca de 70% do total para dezembro de 2018. Por outro lado, informou a instituição, 63% do saldo da carteira reestruturada em dezembro de 2018 referia-se a dívidas acima de R$ 50 mil. "Em dezembro de 2018, cerca de 15 mil tomadores de crédito imobiliário recorreram à reestruturação de suas dívidas. Ainda que pouco representativa em relação ao número de tomadores com operações reestruturadas (cerca de 6%), essa modalidade de crédito atinge R$1,3 bilhão de saldo na carteira (46% da carteira reestruturada)", concluiu o BC. Efetividade da reestruturação Por fim, o BC avaliou que as reestruturações de operações de crédito imobiliário foram mais efetivas do que as de cartão de crédito, uma vez que 84% dos clientes (e 83% da carteira reestruturada) do crédito imobiliário conseguiram se manter adimplentes ou com atrasos até 90 dias contra 48% dos clientes (e 55% da carteira reestruturada) do cartão de crédito (dezembro de 2017). "Esse comportamento pode estar relacionado com o fato de o crédito imobiliário ser de alto volume e envolver uma boa garantia, levando a um maior interesse tanto por parte do tomador quanto da instituição concedente em mantê-lo adimplente", acrescentou a instituição. O Banco Central diz que a permanência dos tomadores na modalidade cartão de crédito é preocupante dado seu alto custo, que tende a levar ao aumento da inadimplência, e reforça a "importância de ações de cidadania financeira, alertando para a adequada utilização dessa modalidade de crédito ou sua substituição por outras mais convenientes e menos custosas".
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21/05 - Aneel reajusta valor das bandeiras tarifárias; maior alta é de 50% na bandeira amarela
Bandeiras tarifárias são cobradas na conta de luz e sinalizam o aumento do custo da energia gerada. Custo da bandeira amarela passou de R$ 1 para R$ 1,50 para cada 100 kWh consumidos. ANEEL aumenta valores das bandeiras tarifárias das contas de luz A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (21) um reajuste nos valores da bandeira tarifária amarela e da bandeira vermelha, nos patamares 1 e 2. O maior reajuste ocorreu na bandeira amarela, que passou de R$ 1 a R$ 1,50 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) – uma alta de 50%. O patamar da bandeira vermelha 1 passou de R$ 3 para R$ 4 a cada 100 kWh, alta de 33,3%, e o patamar 2 da bandeira vermelha passou de R$ 5 para R$ 6 por 100 kWh consumidos, alta de 20%. Novos valores (por 100 kWh): Bandeira amarela: R$ 1,50 Bandeira vermelha 1: R$ 4,00 Bandeira vermelha 2: R$ 6,00 O reajuste servirá para adequar o valor do custo extra a ser cobrado dos consumidores em períodos em que a produção de energia ficar mais cara. O objetivo é que a arrecadação com as bandeiras fique o mais próximo possível do valor extra gasto com a geração de energia. Segundo o diretor-geral da Aneel, André Pepitone, o reajuste evitará que a conta da bandeira tarifária fique deficitária em 2019. Em 2017, a conta da bandeira fechou com um déficit de R$ 4,4 bilhões e em 2018 o déficit foi de cerca de R$ 500 milhões. Esses déficits foram incluídos nos reajustes tarifários. Bandeira tarifária paga o custo da energia elétrica do país, explica diretor da Aneel “A revisão é necessária para que não haja um déficit ainda maior em 2019, que terá que ser pago nas tarifas de energia em 2020”, afirmou. Segundo ele, os novos valores são mais adequados ao real custo de geração deste ano. Sistema de bandeiras Em vigor desde 2015, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo da energia gerada, possibilitando aos consumidores reduzir o consumo quando a energia está mais cara. De acordo com o funcionamento das bandeiras tarifárias, as cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração. A bandeira verde significa que o custo está baixo e é coberto pela tarifa regular das distribuidoras, então não há cobrança extra na conta de luz. O acionamento das bandeiras amarela e vermelha representam um aumento do custo de produção de energia e, por isso, há cobrança na conta de luz. O aumento do custo de geração está ligado principalmente ao volume de chuvas e ao nível dos reservatórios. O acionamento da bandeira implica em uma cobrança extra na conta de luz, valor que é usado para pagar pela geração de energia mais cara. Antes do sistema de bandeiras, o custo da geração de energia mais cara já era cobrado do consumidor, mas com um ano de atraso. O sistema permitiu a cobrança mensal do valor e a possibilidade de avisar os consumidores que o custo da energia está mais caro, permitindo que eles reduzam o consumo. Aneel reajusta valor das bandeiras tarifárias; maior alta foi de 50% na bandeira amarela
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