Esse tipo de areia é o mais apropriada para rebocos em geral; podendo ser utilizada na fabricação de concretos e misturada nas argamassas de bases (mais grossa).
A Areia fina também pode ser utilizado juntamente com as areias grossas ou médias para melhorar a distribuição de tamanho entre os grãos.
O termo "areia fina" é usado para designar o inerte com a dimensão máxima de 0,25 mm.
Areia Fina Branca
A areia fina é geralmente a mais usada na construção civil:
É o tipo de areia mais apropriada para rebocos em geral;
Também utilizada na fabricação de concretos;
A Rodeghel Areia e Pedra iníciou suas atividades no ano de 1997 seguindo o exemplo é dando continuidade no ramo de atividade de comercialização de Areia, Pedra e agregados, onde o Patriarca da família Sr Aldevando Rodeghel já trabalhava no ramo.
Atualmente tem como Ceo da Empresa o Sr Rodrigo Rodeghel, buscando atualizar e modernizar os processos da Empresa para atender com excelência os atuais clientes sem perder a essência da Empresa já praticados anteriormente.
Localizada na cidade de Sorocaba, em uma área estratégica de 5.000 m2 , temos a facilidade de atender nossos clientes com entregas rápidas, material de ótima qualidade, grande estoque para fornecimento imediato, diversas variedades de materiais, preço justo e respeito ao Meio Ambiente.
Cuba vai suspender fornecimento de querosene em aeroportos As autoridades cubanas anunciaram a suspensão do abastecimento de querosene de aviação no país a partir desta terça-feira (10), devido à crise energética. A medida obrigará as companhias que operam voos de longa distância a realizar uma “escala técnica” no retorno para garantir o reabastecimento. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça O Kremlin denunciou nesta segunda-feira (9) os “métodos” dos Estados Unidos que "asfixiam" Cuba. “A aviação civil cubana notificou todas as companhias de que não haverá mais abastecimento de Jet Fuel, o combustível de aviação, a partir de terça-feira (10) às 0h” no horário local (5h GMT), declarou o dirigente de uma empresa aérea europeia. Os voos regionais deverão continuar operando normalmente. O escritório da Air France em Havana informou que sua rota está mantida, com uma escala técnica prevista em outro país do Caribe. Crise energética Cuba enfrenta uma grave crise energética após o fim do fornecimento de petróleo pela Venezuela, interrompido sob pressão dos Estados Unidos, que ameaçam aplicar tarifas aos países que venderem o produto para a ilha. O governo cubano anunciou na sexta-feira (6) uma série de medidas emergenciais para enfrentar o problema. Elas incluem semana de quatro dias, trabalho remoto para repartições públicas e estatais e restrições à venda de combustíveis, reduções nos serviços de ônibus e trens entre províncias e o fechamento de alguns estabelecimentos turísticos. Nas escolas, as aulas serão mais curtas, e as universidades funcionarão de forma semipresencial. As medidas visam economizar combustível para priorizar “a produção de alimentos e a geração de eletricidade” e garantir “a continuidade das atividades fundamentais que geram divisas”, declarou o vice-primeiro-ministro Oscar Pérez-Oliva Fraga na televisão estatal. Após interromper o envio de petróleo desde a Venezuela, após a captura do presidente Nicolás Maduro no início de janeiro, Donald Trump assinou na semana passada um decreto permitindo que os EUA imponham tarifas aos países que venderem petróleo para Havana. Segundo ele, o México, fornecedor de petróleo a Cuba desde 2023, também interromperá a distribuição do produto. Para justificar essa política, Washington alega que Cuba representa uma “ameaça excepcional” à segurança nacional dos Estados Unidos, já que a ilha caribenha fica a apenas 150 km da costa da Flórida. Havana acusa Donald Trump de tentar “asfixiar” a economia cubana, onde apagões e falta de combustível, frequentes nos últimos anos, tornaram-se ainda mais intensos. Kremlin denuncia “métodos” dos EUA O Kremlin denunciou nesta segunda-feira os “métodos” dos Estados Unidos, após o anúncio de Cuba. “A situação em Cuba é de fato crítica”, declarou o porta-voz Dmitri Peskov durante sua coletiva de imprensa diária. “Os métodos asfixiantes dos Estados Unidos causam muitas dificuldades ao país”, lamentou, acrescentando que a Rússia mantém discussões com as autoridades cubanas para prestar assistência. “Estamos em contato com nossos amigos cubanos por meio de canais diplomáticos (...) e discutimos possíveis soluções para esses problemas, ao menos algum tipo de ajuda”, acrescentou Peskov. Um homem empurra um carrinho com bagagem no Aeroporto Internacional José Martí em Havana, Cuba Reuters/Norlys Perez
BBB 26: o que a dinâmica da semana tem a ver com economia As teorias econômicas mais uma vez tiveram protagonismo no Big Brother Brasil (BBB) — agora, com uma dinâmica inédita que influenciou a formação inicial do quarto Paredão da edição de 2026. Chamada de “Duelo de Risco”, a dinâmica contou com duas fases principais. A primeira, na sexta-feira (6), fez com que os confinados apontassem quem eles gostariam de enfrentar no Paredão. Já a segunda fase, no sábado (7), colocou Sol Vega e Juliano Floss em um conceito bastante conhecido no mundo da matemática aplicada: o Dilema dos Prisioneiros, explicado na Teoria dos Jogos. O economista Gilberto Nogueira, o Gil do Vigor, explicou nas redes sociais como a dinâmica do BBB se encaixa na teoria matemática e como tudo isso tem a ver com o filme “Uma mente brilhante”. (veja no vídeo acima) Em 2021, ele também chamou atenção nas redes sociais quando, durante sua estadia na casa mais vigiada do Brasil, conversou com os participantes sobre a Curva de Phillips. Entenda nesta reportagem como a teoria foi fundamental para desenhar a formação inicial do Paredão desta semana. A Teoria dos Jogos e o Dilema dos Prisioneiros Como Gil explicou, o que aconteceu na dinâmica deste sábado se assemelha muito com o Dilema dos Prisioneiros, que é um conceito clássico da Teoria dos Jogos. 🔎 Teoria dos Jogos é o estudo de decisões estratégicas em situações em que o resultado depende das escolhas de dois ou mais participantes. A palavra jogo não é usada no sentido convencional, mas descreve uma situação que envolva resultados positivos ou negativos determinados por essas escolhas. O que diz o Dilema dos Prisioneiros? O modelo descreve uma situação em que duas pessoas precisam tomar uma decisão de forma independente, mas o resultado vai depender da combinação das escolhas dos dois. Gil dá o exemplo de dois criminosos que cometeram um crime juntos e são interrogados separadamente, sem poder se comunicar. São duas opções: serem leais um ao outro e não confessarem os crimes ou trair o parceiro e delatá-lo. Se nenhum dos dois confessar o crime, ambos conseguirão uma pena leve. Se os dois delatarem um ao outro, a pena de prisão seria maior para os dois, mas não tão pesada quanto poderia ser. Agora, se apenas um dos prisioneiros delatar o parceiro e o outro permanecer em silêncio, quem delatou sai impune, enquanto o outro pega uma pena mais pesada e pode ficar anos na cadeia. O dilema, portanto, está entre a racionalidade individual e o bem coletivo. Isso porque, embora a escolha pelo bem coletivo fosse dar uma pena mais leve para os dois criminosos, não saber o que o outro escolheria faz com que a traição sempre pareça a melhor opção do ponto de vista individual. “O dilema mostra que duas pessoas, mesmo sendo racionais, quando elas pensam no interesse próprio elas acabam falhando em cooperar”, diz Gil. Ou seja, a cooperação até poderia ser melhor para todos, mas o pensamento individual tende a levar pela escolha da traição. 🔎O Equilíbrio de Nash, conceito criado por John Nash — que inspirou o filme “Uma mente brilhante”, citado por Gil do Vigor — determina que existe ao menos um conjunto de estratégias em que nenhum jogador tem incentivo a mudar sua decisão sozinho, dado o comportamento dos outros. Em consenso, Sol Vega e Juliano Floss indicam Samira para o 4º Paredão no Duelo de Risco do BBB 26 Reprodução/TV Globo E como isso se aplica ao BBB? A dinâmica do último sábado colocou Sol Vega e Juliano Floss em quartos separados e sem comunicação um com o outro. Lá, eles deram início ao chamado Duelo de Risco, para o qual teriam que escolher entre dois cartões: “Imunidade” ou “Nós indicamos”. O resultado final, assim como na Teoria dos Jogos, dependeria da escolha de cada um. Veja abaixo: Caso os dois escolhessem “Imunidade”: ambos estavam Emparedados. Caso um escolhesse “Imunidade” e o outro escolhesse “Nós indicamos”: o primeiro estaria Imune e o outro Emparedado, respectivamente. Caso os dois escolhessem “Nós indicamos”: eles deveriam entrar em consenso para indicar alguém ao Paredão. Nesse caso, os dois escolheram “Nós indicamos” e precisaram enviar alguém para o Paredão – a escolha foi a gaúcha Samira, que depois conseguiu escapar da votação do público pela Prova Bate e Volta. Segundo Gil, quando os dois participantes escolheram essa opção, eles optaram por minimizar a perda entre eles. "Eles ainda fizeram isso sem saber quem era o outro jogador. Essa escolha mostra uma compreensão — consciente ou intuitiva — de que arriscar a cooperação era menos perigoso do que ambos tentarem se proteger e acabarem voltando para o Paredão juntos", afirmou o economista ao g1. 🤔 E como fica o Equilíbrio de Nash nessa situação? Ao g1, Gil explicou que essa foi a grande diferença entre o dilema clássico dos prisioneiros e o Duelo de Risco do BBB. Isso porque, enquanto o dilema clássico tem apenas um Equilíbrio de Nash — que considera que ambos os participantes resolvem trair o parceiro e delatá-lo porque não conseguiriam ter um resultado melhor — o Duelo de Risco conta com dois Equilíbrios de Nash: se Sol escolhesse "Imunidade" e Juliano escolhesse "Nós indicamos", ou vice-versa. "Por que esses são equilíbrios? Porque uma vez que eles estejam nessa situação, nenhum dos dois consegue melhorar seu resultado mudando de estratégia sozinho", explica o economista.
'Minha Casa, Minha Vida' vai entregar mais de mil apartamentos em Teresina Divulgação/Governo Federal O governo não pretende reduzir os juros do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida (MCMV), mesmo com a expectativa de queda da taxa básica (Selic) neste ano, afirmou o ministro das Cidades, Jáder Filho, nesta segunda-feira (9). "Não há previsão de baixar mais os juros", disse, durante evento na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Segundo o ministro, as taxas de juros do MCMV já estão no menor nível da história, enquanto a Selic permanece em 15%, o maior patamar em quase 20 anos. “Estamos na menor taxa de juros da história do programa. Na Faixa 1 — que inclui famílias com renda de até R$ 2.850 — a taxa é de 4% ao ano no Norte e Nordeste, e de 4,25% nas demais regiões”, afirmou. Veja os vídeos em alta no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 O ministro acrescentou que os resultados do programa mostram que as taxas de juros atuais estão “atendendo à necessidade do povo brasileiro”. A previsão da pasta é assinar 1 milhão de novos contratos do MCMV neste ano e manter esse ritmo em 2027. A expectativa do governo é encerrar o mandato com 3 milhões de contratos assinados no Minha Casa, Minha Vida. Juros elevados devem conter a economia O Banco Central do Brasil (BC) decidiu manter a taxa básica de juros inalterada em sua última reunião de política monetária, no fim de janeiro. Com isso, a Selic permaneceu em 15% ao ano, o maior patamar desde julho de 2006. O Comitê de Política Monetária (Copom), porém, sinalizou que pode iniciar o ciclo de cortes já na próxima reunião, prevista para março, diante da expectativa de inflação mais controlada. "O comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, iniciar a flexibilização da política monetária em sua próxima reunião, porém reforça que manterá a restrição adequada para assegurar a convergência da inflação à meta", escreveu o Copom na decisão de janeiro. Os juros elevados, no entanto,já começam a impactar o mercado de crédito. Como o g1 já mostrou, a taxa média cobrada pelos bancos em operações com pessoas físicas e empresas subiu 6,5 pontos percentuais (p.p.) em 2025 — e fechou o mês de dezembro em 47,2% ao ano. O avanço de 6,5 pontos percentuais registrado em 2025 foi o maior desde 2022, quando a taxa média de juros dos bancos subiu 7,8 pontos percentuais. Com a alta dos juros, o volume total de crédito bancário desacelerou em relação a 2024, quando havia avançado 11,5%. Ainda assim, cresceu 10,2% em 2025, alcançando R$ 7,12 trilhões. Outro efeito foi o aumento no número de pessoas que não conseguiram pagar suas dívidas. Segundo o BC, a taxa média de inadimplência no crédito bancário fechou 2025 em 4,1%, acima dos 3% registrados no fim de 2024.
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou nesta segunda-feira (9) o envio da Proposta de Emenda da Constituição (PEC) que põe fim à escala 6x1 para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Segundo o parlamentar, após a análise do texto pelo colegiado, a proposta será encaminhada para debate em uma comissão especial da Casa. O deputado declarou que todos os setores serão ouvidos, "com equilíbrio e responsabilidade", para que a melhor legislação seja entregue à sociedade. "O mundo avançou, principalmente na área tecnológica, e o Brasil não pode ficar para trás", disse Motta. O presidente da Câmara juntou uma proposta da deputada Erika Hilton (PSOL-SP) que acaba com a escala 6x1 a um texto apresentado pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), para análise em conjunto. Veja os vídeos que estão em alta no g1 ⏰O objetivo central do texto de Erika Hilton é acabar com a possibilidade de escalas de 6 dias de trabalho e 1 de descanso — chamada de 6x1. A iniciativa da deputada nasceu de uma mobilização do Movimento Vida Além do Trabalho (VAT), que ganhou força nas redes e somou 1,5 milhão de assinaturas em um abaixo-assinado que pede à Câmara dos Deputados a revisão da escala 6x1. A PEC, que agora poderá ser discutida na Câmara, pretende alterar um trecho da Constituição que trata dos direitos dos trabalhadores urbanos e rurais. A proposta de Erika Hilton prevê estabelecer que a jornada de trabalho normal: ➡️não poderá ser superior a 8 horas diárias; ➡️não poderá ultrapassar 36 horas semanais; e ➡️será de 4 dias por semana. Segundo o texto, as mudanças entrariam em vigor depois de 360 dias da eventual promulgação da PEC. O governo e partidos da base do presidente Lula já disseram ser favoráveis a uma redução da jornada de trabalho. O encaminhamento anunciado por Motta nesta segunda é também um aceno ao Palácio do Planalto. No Senado, uma PEC com teor semelhante ao texto de Erika Hilton já foi aprovado pela CCJ da Casa, mas ainda não foi pautado no plenário pelo presidente Davi Alcolumbre (União-AP). Governo defende votação neste ano, diz Boulos Durante entrevista em São Paulo, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, disse que o governo quer a votação do fim da escala 6x1 ainda neste ano, preferencialmente, no primeiro semestre. Ele disse também que o Executivo estuda a possibilidade de enviar um projeto de lei com urgência ao Congresso, o que, na avaliação de Boulos, permitiria uma análise mais rápida e facilitada do tema pelo Congresso na comparação com uma PEC. "Queremos é que seja o caminho mais rápido. Porque trabalhadores têm urgência em ter dois dias de descanso, ter melhores condições de trabalho e dignidade. Então nosso entendimento hoje – um projeto de lei com regime de urgência – dá mais rapidez pra que isso possa ser aprovado", afirmou.