Esse tipo de areia é o mais apropriada para rebocos em geral; podendo ser utilizada na fabricação de concretos e misturada nas argamassas de bases (mais grossa).
A Areia fina também pode ser utilizado juntamente com as areias grossas ou médias para melhorar a distribuição de tamanho entre os grãos.
O termo "areia fina" é usado para designar o inerte com a dimensão máxima de 0,25 mm.
Areia Fina Branca
A areia fina é geralmente a mais usada na construção civil:
É o tipo de areia mais apropriada para rebocos em geral;
Também utilizada na fabricação de concretos;
A Rodeghel Areia e Pedra iníciou suas atividades no ano de 1997 seguindo o exemplo é dando continuidade no ramo de atividade de comercialização de Areia, Pedra e agregados, onde o Patriarca da família Sr Aldevando Rodeghel já trabalhava no ramo.
Atualmente tem como Ceo da Empresa o Sr Rodrigo Rodeghel, buscando atualizar e modernizar os processos da Empresa para atender com excelência os atuais clientes sem perder a essência da Empresa já praticados anteriormente.
Localizada na cidade de Sorocaba, em uma área estratégica de 5.000 m2 , temos a facilidade de atender nossos clientes com entregas rápidas, material de ótima qualidade, grande estoque para fornecimento imediato, diversas variedades de materiais, preço justo e respeito ao Meio Ambiente.
Apps de bancos apresentaram instabilidade e geraram reclamações neste sábado Clientes de diversos bancos relataram dificuldades para acessar aplicativos e realizar operações entre a manhã e início da tarde deste sábado (7). As falhas perduraram por cerca de duas horas — a maior parte dos serviços começou a voltar ao normal a partir das 13h30. Segundo o site Downdetector, que monitora a instabilidade de serviços digitais, foram registradas mais de 10 mil reclamações envolvendo instituições como Itaú, Santander, Nubank, Banco Inter, C6 Bank, PicPay, Banco do Brasil e Bradesco. O banco Inter disse que houve instabilidade em serviços de computação em nuvem, e o C6 Bank disse que a função Pix ficou indisponível temporariamente por conta de uma falha em um fornecedor externo. As reclamações sobre falhas nos serviços dos bancos aconteceram junto com notificações de erros no serviço de computação em nuvem Amazon Web Services (AWS), que confirmou ter registrado instabilidade entre 11h36 e 12h09 (horário de Brasília). Novas regras que aumentam segurança do Pix entram em vigor em fevereiro Reprodução/TV Globo "Experimentamos problemas intermitentes de conectividade de rede entre duas Zonas de Disponibilidade na Região SA-EAST-1 [em São Paulo]", disse a AWS. "O problema foi resolvido e todos os serviços estão operando normalmente". O g1 procurou o Banco Central, o qual afirma que seus sistemas estão operando normalmente. Os outros bancos e fintechs também foram questionados, mas não responderam até a última atualização desta reportagem. As notificações de erro se concentraram entre as 11h30 e 13h30 e incluem relatos de falhas no login, lentidão e indisponibilidade de serviços, o que gerou uma onda de críticas nas redes sociais. As primeiras reclamações começaram a surgir por volta das 11h30, quando usuários passaram a relatar dificuldades para acessar os aplicativos e realizar transações no internet banking, especialmente via Pix. Em nota, o C6 Bank afirmou que o aplicativo da instituição funciona normalmente no momento. Segundo o banco, a função Pix ficou indisponível entre 11h45 e 13h10 devido a uma falha em um fornecedor externo, que impactou diversas instituições financeiras. Já o Inter informou que, após instabilidades em serviços de infraestrutura em nuvem que afetaram o mercado, o aplicativo da instituição está plenamente disponível e que todos os serviços já foram normalizados para os clientes. Captura de tela mostra erro ao acessar os aplicativos do Itaú e Santander Reprodução Veja as reclamações dos clientes nas redes sociais: Usuários relatam instabilidade em aplicativos de bancos nas redes sociais Reprodução/X Usuários relatam instabilidade em aplicativos de bancos nas redes sociais Reprodução/X Usuários relatam instabilidade em aplicativos de bancos nas redes sociais Reprodução/X Usuários relatam instabilidade em aplicativos de bancos nas redes sociais Reprodução/X Usuários relatam instabilidade em aplicativos de bancos nas redes sociais Reprodução/X Usuários relatam instabilidade em aplicativos de bancos Reprodução/Dowdetector Usuários relatam instabilidade em aplicativos de bancos Reprodução/Dowdetector Veja os vídeos em alta no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1
Representação do Bitcoin em ilustração produzida em 10 de setembro de 2025 REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração/Foto de arquivo Uma plataforma sul-coreana de câmbio de criptomoedas pediu desculpas neste sábado (7) após transferir por engano mais de US$ 40 bilhões (R$ 209 bilhões) em bitcoins para seus usuários, o que provocou uma breve onda de vendas. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça A Bithumb afirmou que enviou acidentalmente um total de 620.000 bitcoins, pelo qual bloqueou as operações e os saques dos 695 usuários afetados durante 35 minutos após a falha ocorrida na sexta-feira. Segundo a imprensa local, a plataforma pretendia enviar cerca de 2.000 wons (US$ 1,37 ou R$ 7,15, na cotação atual) a cada cliente como parte de uma promoção, mas transferiu por engano aproximadamente 2.000 bitcoins por usuário. Veja os vídeos que estão em alta no g1 "Pedimos sinceras desculpas pelos transtornos causados aos nossos clientes devido à confusão ocorrida durante o processo de distribuição deste evento (promocional)", disse a empresa em um comunicado publicado neste sábado. A plataforma afirmou que recuperou 99,7% dos bitcoins enviados por engano e que utilizaria seus próprios ativos para cobrir integralmente o montante perdido no incidente. Admitiu, ainda, que a falha provocou brevemente uma "forte volatilidade" nos preços desta criptomoeda na plataforma, visto que alguns destinatários venderam os tokens, e acrescentou que a situação foi controlada em cinco minutos. A Bithumb enfatizou que o incidente "não estava relacionado a ataques cibernéticos externos ou a violações de segurança". O bitcoin, a principal criptomoeda do mundo, despencou nesta semana e apagou os ganhos provocados pela vitória eleitoral do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em novembro de 2024.
O Tribunal de Contas da União (TCU) vai analisar na próxima quarta-feira (11) uma representação do Ministério Público junto à Corte que solicita o envio de alerta ao Senado Federal sobre a indicação de Otto Lobo para a presidência da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A informação consta no processo. Com isso, os ministros do tribunal vão analisar se a representação pode ser objeto de apuração ou se arquivam. No início de janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) indicou Otto Lobo para o cargo, mesmo sem o respaldo da equipe econômica. A decisão foi mal-recebida por especialistas do mercado financeiro, que defendem a necessidade de preservar a CVM de qualquer tipo de influência política. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Isso porque, apontam, que seria uma indicação em aceno ao Centrão e que o Lobo já tomou decisões polêmicas, como no caso do banco Master. 🔎A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) é uma autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda, que tem como principal função regular, normatizar, disciplinar e desenvolver o mercado de valores mobiliários, que inclui ações, debêntures, fundos de investimento e outros ativos financeiros. À época da indicação, a Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom) afirmou que Otto Lobo possui currículo acadêmico e profissional compatível com as atribuições e responsabilidades do cargo. O nome do indicado ainda será submetido a sabatina na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. Comissão de Valores Mobiliários (CVM) CVM/Reprodução Redes Sociais
De resto de açougue a iguaria , pé de galinha virou 'negócio da China' para o Brasil "Eu acho engraçado que quando os meus pais vieram para o Brasil, em 1998, o pé de galinha era dado de graça no açougue. Tinha muita sobra, minha mãe pegava um monte". A lembrança é da chef Jiang Pu, hoje moradora da zona sul da cidade de São Paulo, onde já chegou a pagar R$ 14 pelo quilo do pé de galinha, muito tradicional e valorizado na cultura alimentar de sua família. No atacado, o produto tem saído mais em conta. Em 2026, o preço médio praticado no estado chegou a R$ 5,75. Ainda assim, o valor é 41,3% mais alto que a média registrada em 2020, início da série histórica levantada pelo analista Fernando Iglesias, do Safras & Mercado. A valorização reflete um dos efeitos que a abertura comercial da China teve sobre a indústria brasileira, há mais de duas décadas. Em 2009, o país asiático autorizou o Brasil a exportar carne de frango e, desde então, o que antes era resto para açougues e frigoríficos virou um negócio lucrativo, conta Ricardo Santin, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Só no ano passado, a indústria nacional faturou US$ 221 milhões com a venda do pé de galinha para a China, principal comprador do miúdo, segundo o Ministério da Agricultura. O valor representou um aumento de 9,5% em relação às vendas de 2024. "A China é o mercado que melhor remunera o pé de galinha, pagando cerca de US$ 3 mil por tonelada", diz Santin. A África do Sul, segunda maior compradora do produto brasileiro, paga em média US$ 2 mil pela tonelada. Apesar de importar bem menos que a China, o país mais que quadriplicou as compras em 2025, na comparação com 2024, atingindo US$ 49 milhões. Os destinos do pênis bovino: do prato afrodisíaco na China a petiscos para pets no Brasil Mas a valorização do pé de galinha não tem a ver só com a exportação. O aumento de preço também é explicado pelo crescimento da indústria pet no Brasil, que usa o pé de frango para produzir farinhas de ração animal, destaca Santin. "O pé de galinha que não é exportado, é destinado principalmente à indústria pet", diz. Pé de galinha como snack na China Pés de frango embalados a vácuo e prontos para consumo. Haikou, Hainan, China. Anna Frodesiak No país asiático, o pé de galinha é bastante apreciado na forma de petisco, como um "snack" para enganar a fome e "passar o tempo", cumprindo um papel semelhante ao do amendoim para um brasileiro. "Você come o pé de galinha chupando, roendo ele, então demora um pouquinho. É para quando está com vontade de mastigar alguma coisa", conta Jiang. Na China, o produto já é vendido embalado e temperado, em pacotes individuais, e pode ser encontrado com facilidade em lojas de rua, como rotisseries, e até em máquinas automáticas em estações de metrô e shopping centers. Em reuniões familiares, Jiang prefere usar o pé de galinha como entrada, geralmente em saladas. “Ele nunca é servido como prato principal. Não é um alimento que sustente uma refeição”, explica a consultora, que ficou nacionalmente conhecida durante a sua participação no MasterChef Brasil, em 2015. Para prepará-lo, ela retira todos os ossos e mantém apenas a pele. “A textura fica crocante, lembra um pouco pele de porco”, compara. Além do consumo direto, o pé de galinha também é usado na culinária chinesa para engrossar caldos. Rico em colágeno, ele ajuda a dar textura mais densa e gelatinosa às sopas, que depois podem servir de base para outros preparos. Além da China, o pé de galinha também é consumido em outras regiões da Ásia, como Hong Kong, Vietnã, Coreia do Sul e Filipinas — destinos para os quais o Brasil exporta volumes bem menores em comparação ao mercado chinês. A criatividade da cozinha sul-africana Imagem do prato sul-africano Maotwana. Picknpay/Reprodução/Instagram Na África, o Brasil também exporta pé de galinha para Libéria, Serra Leoa, Moçambique e Guiné, mas o principal mercado é mesmo a África do Sul. No país, o pé de galinha é protagonista em diversos pratos, como no “walkie-talkie”, nome que faz referência às partes do frango usadas na receita: o pé, associado ao verbo inglês walk (andar), e a cabeça, ligada a talk (falar). No país, ele também pode ser encontrado pelos nomes "runaway" ou "Maotwana". "Diferente da China, onde o pé é apreciado na textura crocante, na África do Sul ele é bem cozidinho e ensopado, lembra o ensopado mineiro", conta Mariana Bahia, representante da Câmara de Comércio Brasil - África do Sul. Cozinha de resistência Os walkie-talkies, como muitos pratos populares da culinária da África do Sul, estão ligados ao período colonial. O país foi invadido pelos holandeses em 1652 e, mais tarde, no século 19, colonizado pelos britânicos. "Devido à segregação, a população negra não tinha acesso aos cortes de carne considerados 'nobres'. Então eles desenvolveram uma série de possibilidades para o uso de miúdos na cozinha, como pé e pescoço. É uma culinária muito criativa", diz Mariana. "Os pratos são bem caprichados e temperados, com muitas especiarias como curry, páprica moída, cúrcuma e gengibre", acrescenta. No país, os pés de galinhas também são servidos com o "pap", uma polenta de milho, que funciona como base de carboidrato para acompanhar carnes e miúdos. Ela destaca que, em todo o continente africano, é comum que as pessoas consumam todas as partes de um animal devido às "dificuldades históricas de acesso a alimentos." Essa prática também está na base da cultura chinesa, diz Jiang. "A China é um país com uma longa história, atravessada por muitas guerras e desastres naturais. Isso forçou as pessoas a fazerem o melhor possível com o que tinham, aprendendo a aproveitar frutas, legumes e carnes de forma integral", conta Jiang. De resto de açougue a iguaria valorizada, pé de galinha virou 'negócio da China' para o Brasil. Hayley Ryczek Pênis do boi vira petisco para pets e é prato afrodisíaco na Ásia