Esse tipo de areia é o mais apropriada para rebocos em geral; podendo ser utilizada na fabricação de concretos e misturada nas argamassas de bases (mais grossa).
A Areia fina também pode ser utilizado juntamente com as areias grossas ou médias para melhorar a distribuição de tamanho entre os grãos.
O termo "areia fina" é usado para designar o inerte com a dimensão máxima de 0,25 mm.
Areia Fina Branca
A areia fina é geralmente a mais usada na construção civil:
É o tipo de areia mais apropriada para rebocos em geral;
Também utilizada na fabricação de concretos;
A Rodeghel Areia e Pedra iníciou suas atividades no ano de 1997 seguindo o exemplo é dando continuidade no ramo de atividade de comercialização de Areia, Pedra e agregados, onde o Patriarca da família Sr Aldevando Rodeghel já trabalhava no ramo.
Atualmente tem como Ceo da Empresa o Sr Rodrigo Rodeghel, buscando atualizar e modernizar os processos da Empresa para atender com excelência os atuais clientes sem perder a essência da Empresa já praticados anteriormente.
Localizada na cidade de Sorocaba, em uma área estratégica de 5.000 m2 , temos a facilidade de atender nossos clientes com entregas rápidas, material de ótima qualidade, grande estoque para fornecimento imediato, diversas variedades de materiais, preço justo e respeito ao Meio Ambiente.
Alambiques preservam a tradição da cachaça artesanal TV TEM/Reprodução A produção artesanal de cachaça começa com a colheita da cana. Depois, ela é lavada e moída para se obter a garapa, o caldo da cana. Avelino dos Santos Modelli, proprietário de um alambique em Vera Cruz (SP) cuida de todo o processo para manter a qualidade. "A garapa vem com o teor de açúcar um pouco mais alto. Aqui na sala de destilação, vamos abaixar o teor de açúcar para entre 14% e 16%, que é o ideal para o fermento trabalhar", explica Avelino. Depois de abaixar o teor adicionando água, ele adiciona fermento para iniciar a fermentação. É a transformação do açúcar em álcool. O fermento trabalha até zerar o teor de açúcar. Nessa fase, o caldo passa a se chamar mosto. Trabalhar com produção de cachaça requer conhecimento e paciência. O tempo é aliado do mestre alambiqueiro. Só a fermentação leva de 24 a 28 horas, dependendo da temperatura. Depois que o caldo é bombeado para o alambique de cobre, são mais duas horas em temperatura entre 90°C e 95°C, até passar pela serpentina de resfriamento. A etapa seguinte é a destilação. O processo tem três etapas: cachaça de cabeça, cachaça coração e cachaça cauda (ou rabo). Depois de destilada e separada a cachaça coração, ela é enviada para tonéis de diferentes tipos de madeira para envelhecer. São usadas madeiras como carvalho, amburana, jequitibá rosa e amendoim. Há também um tonel com blend de jequitibá rosa e amendoim. Em Ourinhos (SP), o Sítio Engenho Velho é tocado por Álvaro Peixoto. O que começou como hobby virou negócio. Álvaro, engenheiro agrônomo que sempre trabalhou no setor sucroenergético, conta que comprou o sítio em 2007. Já existia uma estrutura de alambique no local. Com o tempo, a cachaça produzida ali passou a ser apreciada não só por amigos e parentes, mas também por especialistas. E aí vieram as premiações. O alambique faz parte da Câmara Setorial da Cachaça. No concurso Cachaça SP, do governo estadual, a cachaça premium do sítio ganhou ouro. Recentemente, no Chile, em um concurso global, a cachaça envelhecida 36 meses no carvalho ganhou prata. Com a premiação no Chile, o produtor afirma com orgulho que Ourinhos tem uma das melhores cachaças do mundo. Veja a reportagem exibida no programa em 08/02/2026: Alambiques preservam a tradição da cachaça artesanal VÍDEOS: veja as reportagens do Nosso Campo Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais
Sistema de cria de peixes ao 'céu aberto', do piscicultor Rafael Mazuchelli Reprodução/TV TEM Assim que a ração cai na água, as tilápias se agitam. Esse momento ajuda o piscicultor a observar o comportamento dos peixes e, ver como estão de saúde. Em Regente Feijó (SP), Rafael Mazzucchelli cria mais de um milhão de tilápias e trabalha com dois sistemas em seus tanques, o RAS, em tanques coberto, e o tanque escavado, que fica a céu aberto. Um dos principais cuidados que o piscicultor deve ter é com a oxigenação da água. Cada tanque tem aproximadamente 30 mil litros e suporta até 700 quilos de peixe. Quando os níveis de oxigênio estão corretos, os animais crescem melhor e é possível manter mais peixes por metros cúbicos. A alimentação também exige uma atenção, já que o excesso de chuva pode diminuir a temperatura da água, dificultar o manejo e aumentar os custos da produção. Conforme a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), grande parte da piscicultura brasileira é feita a céu aberto, o que deixa o setor mais vulnerável ao clima. Por isso, acompanhar as mudanças do tempo faz parte da rotina. O ponto de abate da tilápia começa com 730 gramas, mas o ideal é que o peixe chegue a um quilo, garantindo filés de melhor qualidade. Em Presidente Prudente (SP), o zootecnista e dono de pesqueiro Haroldo Takahashi também monitora os tanques diariamente, usando um oxímetro para medir o oxigênio da água, que deve ficar acima de 4,5. Se cair muito, o peixe perde o apetite e pode até morrer. Seja em tanques fechados ou abertos, a atenção ao manejo, ao clima e à qualidade da água é essencial para reduzir riscos e manter a produção em dia. Veja a reportagem exibida no programa em 08/02/2026: Excesso de chuva pode causar prejuízos na piscicultura VÍDEOS: veja as reportagens do Nosso Campo Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais
Quiabo é selecionado ainda na roça antes de seguir para a Ceagesp em São Paulo TV TEM/Reprodução O quiabo, alimento tradicional da culinária brasileira, também é símbolo de trabalho intenso no campo. Em Piacatu (SP), a produção envolve colheitas frequentes, seleção criteriosa e transporte rápido para garantir que o fruto chegue em boas condições ao mercado. Nutritivo e de fácil preparo, o quiabo pode ser consumido cru, em saladas, conservas ou frito. Mas até chegar à mesa do consumidor, o caminho é longo. A colheita precisa ser feita até três vezes por semana para evitar que o fruto passe do ponto e perca valor comercial. O produtor Luca Vendrame trabalha com quiabo há cerca de 30 anos. Ele atua em sistema de parceria com agricultores da agricultura familiar: arrenda a terra, faz o plantio e divide os lucros com os produtores responsáveis pela colheita. Todo o quiabo é selecionado ainda na roça. Segundo ele, o que define o preço não é a quantidade, mas a qualidade. O fruto precisa ter entre nove e 12 centímetros, ser verde-escuro, liso e sem manchas. Quiabos grandes, tortos ou manchados perdem valor e têm menor aceitação no mercado. Em Piacatu, cerca de 200 agricultores produzem, juntos, entre 3 mil e 4 mil caixas de quiabo por semana. Por ser um produto perecível, toda a produção precisa chegar rapidamente ao destino. O quiabo colhido na região é enviado para a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), em São Paulo. Outra área acompanhada pertence ao produtor rural Francisco Aparecido Siqueira, que cultiva quiabo há mais de 30 anos. A lavoura, com oito hectares, é nova e foi implantada em solo argiloso, escolhido pela maior firmeza das raízes e menor risco de fungos. Com menos de 90 dias, os pés ainda estão em fase inicial. A primeira colheita, feita como teste, foi prejudicada por excesso de chuva e períodos de sol forte, o que causou prejuízos. Apesar disso, a lavoura jovem já apresenta flores e frutos, indicando expectativa de boa produção nas próximas semanas. Na hora da compra, a orientação do produtor é simples: escolher quiabos firmes, macios ao toque, sem manchas e sem coloração amarelada. Veja a reportagem exibida no programa em 08/02/2026: Produtores paulistas colhem safra de quiabo VÍDEOS: veja as reportagens do Nosso Campo Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais
Safra da uva atrasa no Sudoeste de SP TV TEM/Reprodução Enquanto em outras regiões do estado, a safra já terminou. Em São Miguel Arcanjo, tem muita fruta para ser colhida. O produtor Roney Gonçalves, que cultiva as variedades Núbia, Itália, Benitaka e Brasil, vive uma preocupação constante com o tempo. "Não pode ter muita chuva, não pode ter muito frio, não pode ter muito o sol, porque pode acabar queimando as uva na fase da acidez", explica o agricultor. E, neste ano, o clima não veio como esperado. O frio fora do previsto mudou o cenário no campo. As baixas temperaturas atrasaram o desenvolvimento da uva. “As frutas não deram o calibre certo. Tem cachos que estão menores e outros maiores”, conta. Na plantação de Valdir Xisto, que tem sete hectares, o clima também vem dificultando a colheita das uvas. O agricultor diz que o mercado está difícil. Os parreirais recebem um manejo cuidadoso, e os cachos são protegidos por saquinhos para garantir uma melhor qualidade da fruta. Valdir vende o quilo da uva Itália por R$8, preço um pouco maior do que o que é pago por outras variedades. No entanto, ainda está inferior do que a família considera ideal. A previsão é que a colheita continue até o final de fevereiro. Já no sítio de Rafael Denardi, a colheita já terminou e o produtor está satisfeito com a safra. A plantação de uvas de mesa e uvas finas ocupa cinco hectares. No entanto, as frutas não são vendidas diretamente ao consumidor. “Essa fruta vai pra fábrica, e nós produzimos suco de uva. As variedades mais tardias vão para a produção de vinho”, explica o agricultor. Veja a reportagem exibida no programa em 08/02/2026: Safra da uva atrasa no sudoeste de SP VÍDEOS: veja as reportagens do Nosso Campo Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais