Esse tipo de areia é o mais apropriada para rebocos em geral; podendo ser utilizada na fabricação de concretos e misturada nas argamassas de bases (mais grossa).
A Areia fina também pode ser utilizado juntamente com as areias grossas ou médias para melhorar a distribuição de tamanho entre os grãos.
O termo "areia fina" é usado para designar o inerte com a dimensão máxima de 0,25 mm.
Areia Fina Branca
A areia fina é geralmente a mais usada na construção civil:
É o tipo de areia mais apropriada para rebocos em geral;
Também utilizada na fabricação de concretos;
A Rodeghel Areia e Pedra iníciou suas atividades no ano de 1997 seguindo o exemplo é dando continuidade no ramo de atividade de comercialização de Areia, Pedra e agregados, onde o Patriarca da família Sr Aldevando Rodeghel já trabalhava no ramo.
Atualmente tem como Ceo da Empresa o Sr Rodrigo Rodeghel, buscando atualizar e modernizar os processos da Empresa para atender com excelência os atuais clientes sem perder a essência da Empresa já praticados anteriormente.
Localizada na cidade de Sorocaba, em uma área estratégica de 5.000 m2 , temos a facilidade de atender nossos clientes com entregas rápidas, material de ótima qualidade, grande estoque para fornecimento imediato, diversas variedades de materiais, preço justo e respeito ao Meio Ambiente.
Os economistas do mercado financeiro reduziram de 3,97% para 3,95% sua estimativa de inflação para o ano de 2026. Esse foi o sexto recuo seguido do indicador. A estimativa faz parte do boletim Focus, divulgado nesta quarta-feira (18) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras. Se confirmada a projeção, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficará abaixo do registrado no último ano — quando somou 4,26%. ➡️ Para 2027, a expectativa permaneceu estável em 3,80%; ➡️ Para 2028, a previsão foi mantida em 3,50%; ➡️ Para 2029, a estimativa continuou em 3,50%. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%. 🔎 Por que isso importa? Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra da população — especialmente entre quem recebe salários mais baixos. Isso ocorre porque os preços sobem, enquanto os salários não acompanham esse aumento. Taxa de juros Após a taxa básica da economia ter sido mantida 15% ao ano no mês passado — o maior nível em quase 20 anos —, o mercado financeiro segue acreditando que os juros vão recuar neste ano. Para o fim de 2026, a projeção foi mantida em 12,25% ao ano. Ou seja, o mercado projeta uma queda de 2,25 pontos percentuais na Selic neste ano. Para o fechamento de 2027, a projeção do mercado foi mantida em 10,50% ao ano. Para o fim de 2028, a estimativa dos analistas continuou em 10% ao ano. Desaceleração da atividade Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado foi mantida em alta de 1,80% na semana passada, abaixo dos cerca de 2,25% projetados para o ano de 2025. O resultado oficial do PIB do ano passado ainda não foi divulgado pelo IBGE. ➡️ O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir o desempenho da economia. Para 2027, a projeção de crescimento do PIB foi mantida também em 1,8%. Taxa de câmbio estável O mercado financeiro projetou relativa estabilidade na taxa de câmbio neste ano, apesar do período eleitoral — que costuma pressionar o dólar para cima. Após a moeda norte-americana ter recuado mais de 11% no ano passado, resultado também dos juros altos no Brasil, e fechado 2025 em R$ 5,4887, os economistas dos bancos mantiveram a expectativa de que a taxa terminará 2026 em R$ 5,50. Para o fim de 2026, a estimativa do mercado para o dólar permaneceu também em R$ 5,50. ▶️ O desempenho do dólar em 2025 foi o pior em quase uma década. A trajetória reflete apostas em novos cortes de juros pelo Federal Reserve, o banco central dos EUA, além de preocupações com o déficit das contas públicas e com a condução da economia pelo presidente Donald Trump.
O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) informou nesta quarta-feira (18) que já foram pagos R$ 37,2 bilhões em garantias a credores do conglomerado Master, o que representa 92% do montante a ser pago. 🔎O balanço considera as operações fechadas até as 10h desta quarta. O FGC é uma associação privada, sem fins lucrativos, que integra o Sistema Financeiro Nacional e atua para manter a estabilidade do setor, prevenir crises bancárias e proteger depositantes e investidores. "Em termos de números de beneficiários da garantia, aproximadamente 653 mil credores já receberam os valores, correspondente a 84% do total de credores", informou o FGC. Veja os vídeos que estão em alta no g1 LEIA MAIS: Banco Central decreta liquidação do Banco Pleno, controlado por ex-sócio de Daniel Vorcaro O órgão informou que o processo de pagamento aos credores, pessoas físicas, do Banco Master, Banco Master de Investimentos e Letsbank segue pelo aplicativo do FGC. A liquidação do Master foi decretada pelo BC em novembro do ano passado. A instituição operava, antes, sob risco de falência por causa do alto custo de captação e da exposição a investimentos considerados arriscados, com juros muito acima do padrão de mercado. Tentativas de venda, como a proposta do Banco de Brasília (BRB), não avançaram. Todas foram interrompidas por questionamentos de órgãos de controle, falta de transparência, pressões políticas e menções ao Master em investigações. O FGC deve desembolsar cerca de R$ 51,8 bilhões em pagamentos a clientes e investidores afetados pela liquidação extrajudicial dos bancos Master, Will Bank e Banco Pleno. O valor tem como base estimativas feitas pelo próprio fundo. Antes da liquidação do Banco Master, o FGC possuía patrimônio de R$ 160 bilhões, dos quais R$ 122 bilhões correspondiam a recursos líquidos em caixa, para o exercício de sua atividade. Will Bank No caso do Will Bank — outra instituição financeira liquidada pelo Banco Central, e parte do conglomerado do Master — FGC informou que começou, em 13 de fevereiro, a antecipação do pagamento da garantia aos credores que sejam clientes diretos e que possuem valores a receber de até R$ 1 mil Sobre esses casos, em que o processo está sendo realizado pelo aplicativo do Will Bank, já foram pagos R$ 53 milhões, o que representa 27% do montante das antecipações a ser pago (valor estimado em R$ 200 milhões). Em termos de números de beneficiários, aproximadamente 380 mil credores já receberam os valores, correspondente a 6% do total de 6 milhões de pessoas que atendem aos requisitos para receber a antecipação da garantia. Além da antecipação dos pagamentos de garantias pelo FGC, clientes do Will Bank estão recebendo valores referentes aos depósitos em moeda eletrônica (conta de pagamento). Criado com foco em inclusão financeira, o Will Bank era um banco digital voltado principalmente a pessoas com pouco acesso ao sistema financeiro tradicional, especialmente clientes de renda média e baixa. "Os clientes do Will Bank que adquiriram produtos elegíveis à garantia do FGC através de plataformas de distribuição de investimentos, ou cujo valor a receber ultrapasse R$ 1.000,00, não são elegíveis ao pagamento via aplicativo do Will Bank e deverão solicitar suas garantias utilizando o aplicativo do FGC, uma vez concluído o trabalho de consolidação da lista de credores que está sendo realizado pelo liquidante, com o apoio do FGC", informou o órgão. Foto de 23 de janeiro de 2026 mostra que a sede do Banco Master, no Itaim Bibi, na Zona Sul de São Paulo, foi cercada por tapumes e o logo da instituição financeira foi coberto Amanda Perobelli/Reuters
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar fechou em alta de 0,21%, cotado a R$ 5,2401 nesta Quarta-feira de Cinzas (18), dia em que os mercados abriram somente durante a tarde. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, operava em queda na última hora do pregão. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça ▶️ Nos Estados Unidos, as atenções ficaram voltadas para uma série de indicadores econômicos divulgados pela manhã. Os dados mostraram um ritmo misto da economia americana, com um avanço na construção de moradias unifamiliares e na produção manufatureira do país, mas uma queda nas encomendas de bens duráveis. (Veja mais abaixo) ▶️Outro destaque fica com a ata da última reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês), que decide os juros nos EUA. O documento indicou que os dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) ainda estão divididos sobre o próximo passo da instituição em relação à condução dos juros do país. ▶️ No Brasil, o foco fica com a liquidação extrajudicial do Banco Pleno pelo Banco Central do Brasil (BC). O caso não foi considerado uma surpresa para o mercado, mas a ligação da instituição com o caso Master, volta a chamar atenção para a necessidade de regras mais rígidas para o Fundo Garantidor de Créditos (FGC). O FGC informou que o Banco Pleno possui cerca de 160 mil credores com depósitos elegíveis, somando R$ 4,9 bilhões. Com isso, liquidação dos bancos Master, Pleno e Will Bank devem deixar um rombo de mais de R$ 50 bilhões no fundo. ▶️ Na agenda econômica, o Boletim Focus do Banco Central mostrou que os economistas do mercado reduziram as estimativas para a inflação neste ano pela sexta vez seguida. A projeção passou de 3,97% para 3,95%. Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado. 💲Dólar a Acumulado da semana: +0,21%; Acumulado do mês: -0,14%; Acumulado do ano: -4,53%. 📈Ibovespa Acumulado da semana: +1,92%; Acumulado do mês: +2,81%; Acumulado do ano: +15,73%. Liquidação do Banco Pleno O Banco Central do Brasil decretou nesta quarta-feira (18) a liquidação extrajudicial do Banco Pleno S.A. e à Pleno Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A., empresas que faziam parte do mesmo conglomerado financeiro. As instituições faziam parte do grupo do Banco Master e foram vendidas no segundo semestre do ano passado ao empresário Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro. Segundo o BC, a liquidação do Banco Pleno foi adotada após o agravamento da situação econômico-financeira da instituição, que passou a ter dificuldades para cumprir suas obrigações no dia a dia. O órgão também apontou descumprimento de normas e de determinações da própria autoridade reguladora. "A liquidação extrajudicial foi motivada pelo comprometimento da situação econômico-financeira da instituição, com deterioração da situação de liquidez, bem como por infringência às normas que disciplinam a sua atividade e inobservância das determinações do Banco Central do Brasil." 🔎 A liquidação extrajudicial ocorre quando o Banco Central encerra as atividades de um banco que não tem mais condições de operar. Um liquidante assume o controle, encerra as operações, vende os bens e paga os credores na ordem prevista em lei, até a extinção da instituição. O banco também deixa de integrar o sistema financeiro nacional. LEIA MAIS FGC diz que Banco Pleno tem 160 mil credores com R$ 4,9 bilhões a receber em garantias Liquidações dos bancos Master, Will Bank e Pleno devem deixar rombo de R$ 50 bi no FGC Banco Pleno teve trajetória marcada por rebatismo, venda e reestruturações Agenda econômica Moradias nos EUA A construção de moradias unifamiliares nos EUA se recuperou em dezembro. Segundo dados do Census Bureau do Departamento de Comércio americano, o início de construção dessas casas, que representam a maior parte da construção civil do país, cresceu 4,1% em dezembro, para uma taxa ajustada de 981 mil unidades. As licenças para construção futura de casas unifamiliares, no entanto, caíram 1,7% no último mês de 2025, para 881 mil unidades. A divulgação dos relatórios havia sido adiada devido à paralisação do governo federal dos EUA. As tarifas sobre produtos importados, incluindo madeira e armários de banheiro, elevaram os preços dos materiais. Além disso, a escassez de mão de obra em meio a uma repressão à imigração por parte do governo Trump também tem elevado os custos de construção e restringido a atividade. Bens duráveis nos EUA As encomendas de bens duráveis nos EUA recuaram 1,4% em dezembro em relação a novembro, somando US$ 319,6 bilhões, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (18) pelo Departamento do Comércio. O resultado frustrou as expectativas de analistas, que previam alta de 1,6%. Ao excluir o setor de transportes, os pedidos cresceram 0,9% no mês. Já sem a categoria de defesa, houve queda de 2,5%. O dado de novembro também foi revisado, com a alta mensal ajustada de 5,6% para 5,4%. Produção manufatureira dos EUA Segundo o Federal Reserve, a produção manufatureira dos EUA subiu 0,6% no mês passado, após ter ficado estável em dezembro. Economistas esperavam um crescimento menor, de 0,4%. Na comparação com janeiro do ano anterior, a alta foi de 2,4%. O resultado de dezembro também foi revisado, com o crescimento ajustado de 0,2% para zero. O setor responde por cerca de 10,1% da economia americana e tem sido afetado pelas tarifas impostas pelo presidente Donald Trump, que, segundo empresários, elevaram os custos para indústrias e consumidores. Alguns segmentos, como tecnologia, se beneficiaram do aumento dos investimentos em inteligência artificial, e analistas avaliam que esse impulso pode se espalhar para outras áreas, além de possíveis efeitos de cortes de impostos. Ata do Fed A ata do Fed, divulgada nesta quarta-feira, também ficou no radar dos investidores. O documento indicou que os dirigentes do BC americano chegaram a um acordo quase unânime para manter as taxas de juros inalteradas na reunião do mês passado. Ainda assim, os diretores seguem divididos sobre quais devem ser os próximos passos do Fed na condução da política monetária dos EUA, com vários membros do comitê levantando a possibilidade de aumentos nos custos de empréstimo caso a inflação permaneça elevada. Outros, no entanto, divergiram sobre se e quando novos cortes seriam justificados. O Fed interrompeu o ciclo de cortes de juros e manteve a taxa americana entre 3,50% e 3,75% na reunião de 29 de janeiro. Mercados globais Nos Estados Unidos, os três principais índices de Wall Street operavam em alta nesta quarta-feira (18), impulsionados pelo bom desempenho de papéis de tecnologia, que se recuperavam após as recentes preocupações com inteligência artificial. Dow Jones, S&P e Nasdaq tinham altas na sessão. Já na Europa, a alta de ações dos setores de defesa e bancários impulsionaram as principais bolsas da região. Investidores também seguiam atentos a notícias sobre uma possível transição de liderança no Banco Central Europeu (BCE). O índice pan-europeu STOXX 600 fechou em alta de 1,2% na sessão, a 628,69 pontos, com todos os principais índices regionais também encerrando a sessão no território positivo. Entre os destaques, o DAX, da Alemanha, subiu 1,12%, enquanto o CAC-40, da França, avançou 0,81%. Na Ásia, vários dos mercados permaneceram fechados por conta do feriado do Ano Novo Lunar. China reduz investimento no Tesouro dos EUA e derruba o dólar nos mercados globais Jornal Nacional/ Reprodução
Augusto Lima, dono do Banco Pleno Vanner Casaes/Agência Alba A liquidação extrajudicial do Banco Pleno, decretada nesta quarta-feira (18) pelo Banco Central do Brasil (BC), voltou a chamar atenção para Augusto Ferreira Lima, controlador da instituição desde julho de 2025 e ex-sócio de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Lima, que também foi preso preventivamente pela Polícia Federal na Operação Compliance Zero, deflagrada em novembro do ano passado, tem um histórico associado não apenas às fraudes envolvendo o Banco Master, mas também a nomes ligados ao governo. Segundo o blog do Valdo Cruz, o banqueiro é próximo a petistas da Bahia — como o ministro Rui Costa (Casa Civil) e o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA) — e passou a ganhar notoriedade após comprar a rede de supermercados Cesta do Povo, durante a privatização da Empresa Baiana de Alimentos (Ebal). Com a compra, Lima também adquiriu o Credcesta — um cartão de benefícios voltado a servidores públicos municipais e estaduais, que começou na Bahia e depois teve sua operação expandida para todo o país em parceria com o Banco Master. Veja os vídeos em alta no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 Segundo um requerimento da CPMI do INSS para a quebra de sigilo bancário de Lima, a ampliação do Credcesta transformou o cartão em um produto de crédito consignado “que se disseminou pelo país e passou a integrar carteiras negociadas com fundos de investimento e outras instituições financeiras”. Ainda segundo o documento, uma parte relevante desses créditos oferecidos a aposentados e pensionistas não foi informada às autoridades ou não possuía recursos e estrutura suficientes para operar dentro das regras. Lima também foi CEO do Banco Master e adquiriu o controle do Banco Pleno em 2025. A autorização do Banco Central foi concedida em julho do ano passado. Segundo o blog do Valdo Cruz, foi Augusto Lima quem procurou Ricardo Lewandowski para contratá-lo como consultor jurídico do Banco Master, com a intermediação do líder do governo, Jaques Wagner. Lima também participou da reunião de Daniel Vorcaro com o presidente Lula no fim de 2024. Liquidação do Banco Pleno A liquidação extrajudicial do Banco Pleno e da Pleno Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários (DTVM) foi decretada pelo Banco Central do Brasil (BC) nesta quarta-feira (18). Segundo o BC, o conglomerado tinha uma participação muito pequena no sistema financeiro brasileiro. Até setembro do ano passado, concentrava cerca de 0,04% de todos os ativos do setor, que somavam mais de R$ 18 trilhões — o equivalente a aproximadamente R$ 7,6 bilhões. Nas captações, a participação era de 0,05% do total de mais de R$ 13 trilhões, o equivalente a cerca de R$ 6,5 bilhões. 🔎 Os ativos são tudo o que o banco possui ou tem a receber, como empréstimos e investimentos. Já as captações são os recursos que ele recebe de clientes e investidores, por meio de depósitos, CDBs e outros produtos. Segundo o BC, a liquidação do Banco Pleno foi adotada após o agravamento da situação econômico-financeira da instituição, que passou a ter dificuldades para cumprir suas obrigações no dia a dia. O órgão também apontou descumprimento de normas e de determinações da própria autoridade reguladora. "A liquidação extrajudicial foi motivada pelo comprometimento da situação econômico-financeira da instituição, com deterioração da situação de liquidez, bem como por infringência às normas que disciplinam a sua atividade e inobservância das determinações do Banco Central do Brasil." 🔎 A liquidação extrajudicial ocorre quando o Banco Central encerra as atividades de um banco que não tem mais condições de operar. Um liquidante assume o controle, encerra as operações, vende os bens e paga os credores na ordem prevista em lei, até a extinção da instituição. O banco também deixa de integrar o sistema financeiro nacional. O BC informou que continuará apurando responsabilidades. As investigações podem resultar em sanções administrativas e no envio de informações a outras autoridades. Com a liquidação, os bens dos controladores e administradores ficam indisponíveis.