Esse tipo de areia é o mais apropriada para rebocos em geral; podendo ser utilizada na fabricação de concretos e misturada nas argamassas de bases (mais grossa).
A Areia fina também pode ser utilizado juntamente com as areias grossas ou médias para melhorar a distribuição de tamanho entre os grãos.
O termo "areia fina" é usado para designar o inerte com a dimensão máxima de 0,25 mm.
Areia Fina Branca
A areia fina é geralmente a mais usada na construção civil:
É o tipo de areia mais apropriada para rebocos em geral;
Também utilizada na fabricação de concretos;
A Rodeghel Areia e Pedra iníciou suas atividades no ano de 1997 seguindo o exemplo é dando continuidade no ramo de atividade de comercialização de Areia, Pedra e agregados, onde o Patriarca da família Sr Aldevando Rodeghel já trabalhava no ramo.
Atualmente tem como Ceo da Empresa o Sr Rodrigo Rodeghel, buscando atualizar e modernizar os processos da Empresa para atender com excelência os atuais clientes sem perder a essência da Empresa já praticados anteriormente.
Localizada na cidade de Sorocaba, em uma área estratégica de 5.000 m2 , temos a facilidade de atender nossos clientes com entregas rápidas, material de ótima qualidade, grande estoque para fornecimento imediato, diversas variedades de materiais, preço justo e respeito ao Meio Ambiente.
Pesquisa Quaest divulgada nesta sexta-feira (17) aponta que 29% dos brasileiros dizem ter o costume de fazer apostas esportivas pela internet, em bets. Outros 71% dos entrevistados responderam que não costumam apostar. O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 9 e 13 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Infográfico da pesquisa Quaest de abril de 2026 sobre o consumo de apostas esportivas no Brasil Arte/g1 A pesquisa também verificou sobre a prática de apostas esportivas em diferentes recortes, como região, sexo, faixa etária e renda. Veja abaixo os percentuais de respostas para a pergunta "Você tem costume de fazer apostas esportivas pela internet?" em diferentes estratos: Por região Confira os resultados por região: Sul: Sim (37%) | Não (63%) Sudeste: Sim (29%) | Não (71%) Centro-Oeste / Norte: Sim (27%) | Não (73%) Nordeste: Sim (25%) | Não (75%) Veja os vídeos que estão em alta no g1 Por sexo No recorte por gênero, 33% dos homens costumam apostar, enquanto entre as mulheres o índice é de 21%. Feminino Sim: 27% Não: 79% Masculino Sim: 33% Não: 67% Saiba mais: Cearense perde casas e faz dívida de R$ 50 mil por vício em jogos online: 'Destruiu minha vida' Bets e famílias: pesquisas qualitativas mostram que homens apostam escondidos de mulheres; ouça 'O Assunto' Imposto de Renda 2026: ganhos com 'bets' e saldos terão de ser declarados à Receita Federal Idade Em relação a idade, o percentual de quem diz ter costume de apostar em bets é de 27% entre pessoas com entre 16 e 34 anos; 30% entre 35 e 59 anos; e 30% entre aqueles com 60 anos ou mais. 16 a 34 anos: 27% apostam 35 a 59 anos: 30% apostam 60 anos ou mais: 30% apostam Renda Entre quem tem renda familiar de 2 a 5 salários mínimos, 32% responderam ter costume de fazer apostas. O índice é de 26% entre quem recebe mais de 5 salários mínimos e de 24% entre quem ganha até 2 salários mínimos. Religião A religião também interfere no resultado da pesquisa. Um percentual menor de evangélicos (23%) disse apostar em bets, na comparação com católicos (34%). Posicionamento político Quando se compara a resposta dada de acordo com o posicionamento político do entrevistado, 33% dos bolsonaristas afirmam fazer apostas esportivas pela internet. O número é de 31% entre eleitores independentes - que não se identificam como esquerda, esquerda, lulista ou bolsonarista. Entre a esquerda não-lulista, 27% responderam que costumam apostar, e entre os lulistas, 26%. A direita não-bolsonarista registrou 25% de adeptos a bets. Brasil é o quinto maior mercado mundial de bets, segundo levantamento recente. Getty Images via BBC
Logo da Netflix em Los Angeles, na Califórnia. Daniel Cole/Reuters As ações da Netflix caíram mais de 10% nas negociações iniciais desta sexta-feira (17), enquanto investidores digeriam uma projeção considerada morna e a saída inesperada do cofundador e presidente Reed Hastings, em meio a dúvidas sobre o próximo motor de crescimento da pioneira do streaming. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 A empresa vem ampliando sua estratégia para além do modelo tradicional de assinaturas, à medida que o crescimento desacelera e a concorrência aumenta. Para elevar a receita por usuário, a Netflix tem apostado mais em publicidade, programação ao vivo e aumentos de preço. No início deste ano, a Netflix abandonou uma tentativa de alto perfil de adquirir a Warner Bros Discovery, desistindo do que poderia ser um negócio transformador em troca de uma multa de rescisão de US$ 2,8 bilhões. “O próximo desafio da Netflix será diversificar de fato suas receitas, reduzindo a dependência quase total das assinaturas”, disse Ross Benes, analista da eMarketer. Veja os vídeos que estão em alta no g1 “O negócio de publicidade está crescendo, mas não no ritmo esperado pelos anunciantes há mais de quatro anos, quando o plano com anúncios foi lançado. À medida que a empresa entra em uma nova era sem Reed Hastings, a publicidade terá um papel maior.” A saída de Hastings já era amplamente esperada desde que ele deixou o cargo de co-CEO em 2023, passando a gestão do dia a dia para Ted Sarandos e Greg Peters. Ainda assim, o anúncio ocorreu em um momento sensível para a empresa, segundo analistas. Com o crescimento de assinantes atingindo um teto em mercados mais maduros, analistas dizem que aumentos de preço podem compensar a desaceleração — mas não por muito tempo. “Gerar mais receita por usuário será a principal chave para manter o crescimento elevado, mas não acreditamos que a empresa consiga continuar aumentando preços no ritmo recente todos os anos”, disse Matthew Dolgin, analista da Morningstar. “E isso não acontece no vácuo.” Dolgin afirmou que parte do crescimento da publicidade pode vir de clientes migrando de planos premium para opções com anúncios, o que significa que o avanço da receita pode não ser totalmente adicional. Reed Hastings, cofundador da Netflix, em foto de 18 de outubro de 2021 Reuters/David Swanson Se as perdas se mantiverem, mais de US$ 44 bilhões podem ser eliminados do valor de mercado da empresa nesta sexta-feira. As ações acumulam queda de mais de 18% desde o início de dezembro, quando a Netflix apresentou a proposta pela Warner Bros Discovery. Elas haviam se recuperado cerca de 21% até o fechamento de quinta-feira, após o negócio ser abandonado no fim de fevereiro. “Apesar de preços mais fortes no curto prazo, a ausência de uma revisão para cima nas projeções anuais provavelmente decepcionou o mercado e reduz a visibilidade sobre uma aceleração significativa até 2027”, disse Parth Talsania, CEO da Equisights Research. A Netflix superou as expectativas de receita e lucro no primeiro trimestre, mas projetou lucro por ação para o trimestre atual abaixo das estimativas dos analistas, alertando que o crescimento da receita deve desacelerar para o ritmo mais fraco em um ano, segundo dados da LSEG. “Os investidores entraram no resultado com expectativas elevadas que a Netflix não conseguiu atingir totalmente”, disse Ralph Schackart, analista da William Blair. “Não houve nada que mudasse a tese.” Analistas da Raymond James afirmaram que a forte valorização das ações antes do balanço deixou pouco espaço para decepções. Netflix fecha acordo para compra da Warner; entenda
Placa utilizada no Rio de Janeiro, em 2018, durante a implementação do padrão Mercosul. Divulgação/Detran-RJ Um projeto de lei aprovado na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados nesta terça-feira (14), quer colocar nomes de estados e municípios nas placas dos veículos, além da bandeira da unidade da federação. A medida é uma proposta do senador Esperidião Amin (PP-SC), e segue para análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara - entenda o projeto. Essa não é a primeira tentativa de mudança nesse sentido. Em 2018, durante a implantação das placas no padrão do Mercosul, o Rio de Janeiro colocou a bandeira do estado, além do brasão dos municípios, mas o Ministério das Cidades foi contrário. O Rio de Janeiro foi o primeiro estado do país a disponibilizar o novo padrão durante a transição. A inclusão da bandeira e do brasão sairia do padrão e foi considerada inviável, na época, pois atrasaria a implantação do modelo em outras unidades da federação. Cancelar a inclusão da bandeira e do brasão, segundo a pasta, tinha como objetivo reduzir custos, mas manteria outros itens de segurança na placa. "Após análise técnica de viabilidade e impacto, decidimos retirar os brasões das novas Placas Padrão Mercosul. Com isso, evitaremos qualquer despesa extra aos condutores de nosso país, embora o objetivo tenha sido desde o início apenas adotar um modelo mundial de identificação veicular e proporcionar mais agilidade por parte da polícia e segurança a todos", afirmou o então ministro das Cidades, Alexandre Baldy. Projeto quer retomar placas dos veículos com cidade e estados Para o autor do novo projeto, a medida pode ajudar autoridades a identificar a origem dos veículos em casos de infrações, furtos e roubos. O relator na comissão, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), afirmou que a mudança pode reforçar o senso de pertencimento regional e facilitar a identificação de veículos “de fora”. ➡️ O que muda Volta do nome do estado e do município nas placas Inclusão da bandeira da unidade da federação ➡️ O que diz quem defende a proposta Segundo o autor do projeto, a identificação pode ajudar autoridades de trânsito e policiais a identificarem com facilidade a origem de um veículo em casos de infrações furtos, roubos e outros crimes envolvendo veículos. O relator na comissão, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), argumentou que a medida pode resgatar o significado cultural e identitário das placas, reforçando o senso de pertencimento regional. Texto aprovado em comissão do Senado. Reprodução/Senado Federal ➡️ Como é a placa do Mercosul A placa padrão Mercosul passou a ser obrigatória no Brasil no início de 2020 e, além de tirar o estado e o município do veículo, trouxe mudanças como: combinação de letras e números em um novo formato; aumento da quantidade de combinações possíveis; uso de QR Code para consulta de dados. À época da implementação, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) justificou a mudança afirmando que o sistema antigo estava próximo de atingir seu limite de combinações possíveis. Com o novo formato alfanumérico da placa Mercosul, a capacidade foi expandida para cerca de 450 milhões de combinações.
Embarcação no Estreito de Ormuz, ao largo da costa da província de Musandam, Omã, 12 de abril de 2026. Reuters O preço do petróleo caía mais de 10% nesta sexta-feira (17). A queda dos preços vinha após o anúncio, pelo Irã, da reabertura total do Estreito de Ormuz para a passagem de embarcações enquanto durar o cessar-fogo com os Estados Unidos. Mais cedo, a commodity chegou ao menor patamar em mais de um mês. (Veja mais abaixo) Segundo o governo iraniano, todos os navios podem voltar a circular livremente pela passagem no período restante da trégua, que expira na quarta-feira (22). 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 Perto das 13h, o preço do petróleo tipo Brent (referência internacional) tinha queda de 10,27%, cotado a US$ 89,18 o barril. Mais cedo, chegou a alcançar US$ 86,41, batendo o menor valor desde 10 de março deste ano, quando estava a US$ 87,80. Já o barril de West Texas Intermediate (WTI), equivalente americano, caía 12,16% no mesmo horário, a US$ 83,18. Mesmo com a queda vista nesta sexta-feira, no entanto, os preços do petróleo continuavam elevados em relação ao observados no início do ano. Veja abaixo: Veja os vídeos em alta no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 A reabertura do Estreito é um dos pontos críticos da guerra e é o primeiro grande aceno do Irã em direção a um acordo pelo fim do conflito. A volta do trânsito pelo canal, por onde passa mais de 20% de todo o comércio global de petróleo, é uma das principais reivindicações dos Estados Unidos nas negociações travadas pelas duas partes — o que explica o reflexo direto nos preços da commodity nesta sexta-feira. "De acordo com o cessar-fogo no Líbano, a passagem para todos os navios comerciais pelo Estreito de Ormuz é declarada completamente aberta pelo período restante do cessar-fogo, na rota coordenada já anunciada pela Organização de Portos e Marítima da República Islâmica do Irã", declarou o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, que anunciou a reabertura. Após o anúncio, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, agradeceu ao Irã pela reabertura, mas disse que o bloqueio naval que os EUA fazem na mesma região — já no Golfo de Omã, após a saída do estreito — seguirá em vigor. "O Irã acaba de anunciar que o Estreito do Irã está totalmente aberto e pronto para a livre passagem. Obrigado!", disse na Truth Social, destacando que o país concordou em "nunca mais voltar a fechar" o canal. Cessar-fogo entre Israel e Líbano A reabertura do Estreito de Ormuz ocorre em meio a uma tentativa de redução das tensões no Oriente Médio, após o anúncio de um cessar-fogo de dez dias entre Israel e Líbano, mediado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O acordo envolve indiretamente o Hezbollah, apoiado pelo Irã, e ainda enfrenta incertezas sobre sua implementação. Nesse cenário, a liberação da principal rota de escoamento de petróleo do mundo sinaliza um alívio temporário nas preocupações com o fornecimento global de energia. Nos últimos dias, restrições e tensões envolvendo o Irã e os Estados Unidos haviam elevado o risco de interrupções no tráfego marítimo, afetando diretamente os mercados internacionais de petróleo. A passagem de um primeiro petroleiro pelo estreito desde o início do bloqueio reforça a percepção de normalização parcial das operações, embora analistas apontem que a situação permanece frágil e dependente da manutenção da trégua na região. O Estreito de Ormuz é uma faixa estreita de mar que liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã — e, consequentemente, ao oceano aberto. Ele é considerado uma das rotas marítimas mais importantes do mundo porque por ali passa uma grande parte do petróleo exportado por países do Oriente Médio, como Arábia Saudita, Irã, Iraque e Emirados Árabes Unidos. A região funciona como um “corredor” obrigatório para navios petroleiros: qualquer bloqueio ou tensão na região pode afetar diretamente o preço do petróleo e a economia global.