Esse tipo de areia é o mais apropriada para rebocos em geral; podendo ser utilizada na fabricação de concretos e misturada nas argamassas de bases (mais grossa).
A Areia fina também pode ser utilizado juntamente com as areias grossas ou médias para melhorar a distribuição de tamanho entre os grãos.
O termo "areia fina" é usado para designar o inerte com a dimensão máxima de 0,25 mm.
Areia Fina Branca
A areia fina é geralmente a mais usada na construção civil:
É o tipo de areia mais apropriada para rebocos em geral;
Também utilizada na fabricação de concretos;
A Rodeghel Areia e Pedra iníciou suas atividades no ano de 1997 seguindo o exemplo é dando continuidade no ramo de atividade de comercialização de Areia, Pedra e agregados, onde o Patriarca da família Sr Aldevando Rodeghel já trabalhava no ramo.
Atualmente tem como Ceo da Empresa o Sr Rodrigo Rodeghel, buscando atualizar e modernizar os processos da Empresa para atender com excelência os atuais clientes sem perder a essência da Empresa já praticados anteriormente.
Localizada na cidade de Sorocaba, em uma área estratégica de 5.000 m2 , temos a facilidade de atender nossos clientes com entregas rápidas, material de ótima qualidade, grande estoque para fornecimento imediato, diversas variedades de materiais, preço justo e respeito ao Meio Ambiente.
Governo apresenta o projeto que define metas e prioridades para o orçamento de 2027 A equipe econômica informou que medidas voltadas à "recuperação da base arrecadatória" continuarão sendo adotadas para atingir as metas para as contas públicas dos próximos anos. A informação consta no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027, encaminhado nesta quarta-feira (15) ao Congresso Nacional. 📈 No projeto, entre outras previsões, o governo federal estima que o salário mínimo suba para R$ 1.717 em janeiro de 2027, com pagamento a partir de fevereiro. O objetivo das medidas, segundo o governo, é garantir uma "contínua e gradual" recomposição do superávit das contas públicas que favoreça a estabilização da trajetória da dívida no médio prazo. Reprodução/Pixabay O governo informou que busca que as contas retornem ao azul em 2027, após projetar rombo em todo o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A meta proposta é de um resultado positivo de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB), o equivalente a R$ 73,2 bilhões. Com uma banda de tolerância de 0,25 ponto percentual para cima ou para baixo - ou seja, o superávit pode variar entre R$ 36,6 bilhões e R$ 109,8 bilhões. Além disso, R$ 65,7 bilhões de gastos governo com precatórios (sentenças judiciais) e com projetos na área de defesa, saúde e educação podem ficar de fora da regra. Na prática, portanto, o governo vai poder ter um déficit primário de até R$ 29,1 bilhões sem que a meta seja formalmente descumprida. Mas a equipe econômica projeta um resultado positivo de R$ 8 bilhões em 2027 porque não prevê o abatimento integral dos precatórios na meta fiscal. "No intuito de conter a evolução do endividamento público em relação ao PIB, o governo federal continuará adotando ações voltadas à recomposição das receitas, reduzindo ou eliminando incentivos fiscais [benefícios para regiões e setores da economia] que não geram os resultados econômicos e sociais esperados e buscando uma maior progressividade tributária [impostos mais altos para quem ganha mais]", diz a equipe econômica. Nos três primeiros anos do mandato do presidente Lula, o governo elevou uma série de tributos para melhorar a arrecadação mas, mesmo assim, não conseguiu retomar o saldo positivo em suas contas. Carga tributária no Brasil atinge o nível mais alto em 15 anos Jornal Nacional/ Reprodução Lembre algumas medidas adotadas: Tributação de fundos exclusivos (alta renda) e das "offshores" (exterior); Audanças na tributação de incentivos (subvenções) concedidos por estados; Aumento de impostos sobre combustíveis feito em 2023 e mantido desde então; Imposto sobre encomendas internacionais (taxa das blusinhas); Reoneração gradual da folha de pagamentos; Fim de benefícios para o setor de eventos (Perse); Aumento do IOF sobre crédito e câmbio Imposto sobre bets; Alta no imposto de importação de mais de mil produtos. Por conta dos aumentos de tributos nos últimos anos, a Receita Federal informou que a carga tributária – ou seja, a proporção entre os impostos pagos e a riqueza total do país – cresceu em 2024 e bateu recorde, atingindo o maior nível em mais de duas décadas. Já o Tesouro Nacional estimou recentemente que a carga tributária voltou a subir no ano passado, atingindo 32,4% do Produto Interno Bruto (PIB). Esse aumento está relacionado, quase em sua totalidade, com a elevação do peso dos tributos do governo federal.
Mel de cores e sabores diferentes: veja o que influencia a produção O mel é um produto que pode chegar à mesa com diferentes sabores, cores e densidades. A variação se dá devido à diferença entre as plantas de onde é colhido o néctar usado pelas abelhas. No Espírito Santo, é possível encontrar desde méis escuros e densos até os mais claros e líquidos. As plantas que dão origem aos produtos são a aroeira, o pé de café, pé de laranja, flores variadas - que resultam no "mel silvestre" - e a capuchinha. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp Apesar de o consumidor brasileiro estar mais acostumado com o mel claro, que não cristaliza e é pouco denso, mais líquido, o apicultor de Domingos Martins, na Região Serrana do estado, Arno Wieringa, defende a riqueza das variedades. “A gente, hoje em dia, tenta desmistificar e desafiar o consumidor a conhecer esses paladares diferentes.” E ele explica: "a diferença começa na flor e continua no trabalho de quem acompanha cada etapa". Segundo o apicultor, geralmente o mel mais escuro contém mais sais minerais, é mais encorpado e de sabor marcante. Méis tem diferentes sabores e cores a depender da planta polinizada pelas abelhas no Espírito Santo Reprodução/TV Gazeta 🍯 Mel de capuchinha: mel suave, claro e pouco denso. 🌸 Mel silvestre: mel suave, claro e de florada variada. 🌱 Mel de café: mel com acidez, mais denso e de coloração média. 🍊 Mel de laranja: mel com acidez, denso e escuro. 🐝 Mel de aroeira: mel potente, escuro e denso. Para além da produção de méis com sabores e cores diferentes, o trabalho das abelhas desempenha um papel fundamental para a sobrevivência da flora. "O papel mais importante da abelha é a fecundação das flores, a polinização. Se a gente não tem esses insetos, grande parte dessa produção (de flores e frutos), a gente não teria mais", explicou Wieringa. No Espírito Santo, é possível encontrar desde méis escuros e densos até os mais claros e líquidos Reprodução/TV Gazeta Vídeos: tudo sobre o Espírito Santo Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo
Volkswagen Tera: erros e acertos Lançado em meados de 2025, o Volkswagen Tera já conseguiu ultrapassar rivais como Jeep Renegade, Fiat Pulse e Renault Kardian em vendas mensais, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Só no primeiro trimestre deste ano, o SUV compacto registrou mais de 18 mil unidades emplacadas, conquistando o segundo lugar entre os mais vendidos do país. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Em termos de equipamentos, o Tera não traz grandes novidades. Volante, câmbio, comandos do ar-condicionado e outros botões são muito semelhantes ou quase idêni em diversos modelos da Com preços a partir de R$ 107,2 mil, o Tera foi o primeiro modelo totalmente inédito da Volkswagen desde o lançamento do Nivus, em 2020. O g1 passou uma semana com o SUV, testando-o em uso urbano e durante uma viagem de 120 km, e descreve agora seus principais acertos e limitações. Visual e tecnologia Volkswagen Tera Rafael Peixoto/g1 O visual do Tera merece atenção especial. Nesse aspecto, a marca alemã corrige escolhas anteriores e aprimora soluções que já vinham funcionando bem. O interior do Tera não segue exatamente o padrão conhecido do chamado “plástico Volkswagen”, presente em modelos como Polo, T-Cross, Nivus e Taos. Ainda assim, o carro não deve ser visto como um SUV compacto capaz de rivalizar com os modelos chineses no quesito acabamento macio ao toque. A comparação mais direta é com a Fiat. Assim como a marca italiana faz em modelos como Argo e Pulse, a Volkswagen adotou plásticos com diferentes texturas e acabamentos em áreas distintas da cabine. A estratégia adiciona contraste ao interior e afasta o Tera da sensação de que, “do Polo ao Taos, por dentro tudo é sempre igual”. Em termos de equipamentos, o Tera não traz grandes novidades. Volante, câmbio, comandos do ar-condicionado e outros botões são muito semelhantes ou quase idênticos aos que existem em diversos modelos da Volkswagen, assim como o painel de instrumentos digital, que se destaca pela ampla possibilidade de personalização. Volkswagen Tera por dentro A central multimídia, no entanto, chama atenção por ficar destacada do console central, o que reforça ainda mais seu visual de “tablet”. Os ícones e aplicativos seguem o mesmo padrão gráfico, aproximando a experiência da de um iPad ou de um tablet Android dentro do carro. Essa proposta se estende aos aplicativos que podem ser instalados diretamente no sistema, sem a necessidade de parear com um celular. Entre eles estão Spotify, Waze, PlayKids, SemParar, Estapar e até o iFood. Além disso, o modelo conta com uma inteligência artificial embarcada chamada Otto. No dia a dia, o sistema ajuda a explicar trechos do manual do Tera, indica necessidades de manutenção, informa a previsão do tempo e até sugere rotas. É importante destacar que, ao contrário das inteligências artificiais disponíveis em celulares, o Otto não é gratuito. Para ter acesso ao assistente, é necessário pagar uma mensalidade de R$ 59,90. Volkswagen Tera tem freio de mão manual em todas as versões Rafael Peixoto/g1 Apesar do conjunto tecnológico ser positivo, dois pontos desagradaram na cabine. O primeiro está ligado à tecnologia e envolve o freio de mão manual. Ele ajuda a manter o preço mais baixo nas versões de entrada, mas perde o sentido no modelo mais completo, que foi o avaliado pelo g1. O segundo ponto negativo é o apoio de braço do motorista. Pequeno e fixado ao assento, ele indica a ausência de um compartimento para objetos entre os bancos. Com isso, o descanso fica restrito apenas ao condutor, algo que não ocorre, por exemplo, no Fiat Pulse. Por fora, o visual também foge do padrão seguido por outros modelos da Volkswagen, embora o Tera ainda transmita a sensação de ser “um Polo mais alto”. Essa possível falta de criatividade, no entanto, desaparece na dianteira, que traz um desenho exclusivo nas luzes diurnas em LED. Com isso, quem vê o carro de frente identifica rapidamente que não se trata de um Polo, de um Nivus ou de um T-Cross. Desempenho O Tera testado pelo g1 também herdou o motor 1.0 turbo do Polo. Como as dimensões dos dois modelos são muito próximas — incluindo o peso —, o conjunto mecânico transmite ao volante uma sensação bastante semelhante. Volkswagen Tera tem o mesmo motor turbo do Polo Rafael Peixoto/g1 Essa percepção é positiva graças ao bom acerto da suspensão, à direção bem calibrada e à posição de condução típica dos modelos da Volkswagen. Ela envolve a forma como o motorista se senta, a disposição dos comandos, a visibilidade da estrada e o conforto em viagens mais longas. No Tera, tudo isso funciona bem. No entanto, assim como ocorre no Polo, há um atraso perceptível entre o momento em que o motorista pisa no acelerador e a resposta do carro em ganho de velocidade. Em arrancadas no semáforo, esse comportamento é menos evidente, mas na estrada ele se torna incômodo. Na prática, foram cerca de três segundos entre o acelerador totalmente pressionado e a reação do Tera. Em uma ultrapassagem em velocidade mais alta, na estrada para Santos (SP), foi preciso antecipar a manobra para realizá-la com segurança. Galerias Relacionadas Esse atraso na resposta do motor não é exclusividade da Volkswagen, mas, entre todos os carros testados pelo g1, o Tera está entre os que apresentam maior intervalo entre o acelerador totalmente pressionado e a reação do veículo. O g1 apurou, junto a outras fabricantes, que esse atraso na resposta do motor está ligado à redução das emissões de gases. O comportamento é resultado direto do Proconve L8, fase atual do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores, em vigor desde 1º de janeiro de 2025. Deixando de lado o atraso na resposta do acelerador, o Volkswagen Tera se saiu bem no trânsito urbano de São Paulo (SP), onde a velocidade máxima raramente ultrapassa os 60 km/h. Na experiência ao volante, ele está muito mais próximo do que o Polo oferece do que do T-Cross. Isso também se reflete no porta-malas, que oferece 350 litros de capacidade. O volume está dentro da média dos concorrentes diretos, com bom desempenho no segmento. Veja abaixo: Fiat Pulse: 370 litros; Renault Kardian: 358 litros; Citroën Basalt: 490 litros; Jeep Renegade: 320 litros. Vale a pena? Após uma semana com o carro, foi possível perceber que a Volkswagen finalmente começou a acertar no acabamento. Ainda assim, o modelo testado — a versão topo de linha — segue atrás de concorrentes chineses mais baratos nesse quesito. Pelo preço de R$ 146.190 do Volkswagen Tera Highline, você encontra: Chevrolet Spark: a partir de R$ 144.990; BYD Dolphin: a partir de R$ 149.990; Geely EX2: a partir de R$ 123.800; GAC GS3: a partir de R$ 129.990; Caoa Chery Tiggo 5X Sport: a partir de R$ 124.990. Todos os modelos listados oferecem acabamento mais confortável, melhor qualidade geral e uma lista de equipamentos mais completa. Com exceção do GAC GS3 e do Tiggo 5X Sport, todos são elétricos. Por outro lado, nenhum deles tem o mesmo tempo de mercado da Volkswagen no Brasil, nem a estrutura de pós-venda já consolidada. Também é mais fácil encontrar mecânicos familiarizados com o motor três cilindros do Tera. Se a ideia for buscar um SUV mais econômico e permanecer em uma marca já consagrada no Brasil, sem se aventurar muito fora do uso urbano, o Volkswagen Tera entrega exatamente a experiência que quem já dirigiu um modelo da marca espera. Já para quem está mais aberto a experimentar outras marcas, o GAC GS3 se destaca por oferecer mais espaço, melhor acabamento e um conjunto mecânico superior. O Tiggo 5X Sport segue a mesma linha, e ambos custam menos que o Tera topo de linha já nas versões de entrada.
Nos EUA, falta de vagas empurra jovens com diploma para trabalhos em lojas, bares e serviços Freepik Jovens americanos seguiram o roteiro esperado: entraram na universidade, assumiram dívidas, passaram anos entre provas e trabalhos e saíram com um diploma nas mãos. Ainda assim, para muitos, o início da vida profissional está longe do que imaginaram. Em vez de atuar na área de formação, muitos acabam atendendo clientes em lojas, preparando cafés ou aceitando trabalhos temporários para pagar as contas. Uma reportagem da Bloomberg mostra que esse cenário está longe de ser pontual. Em dezembro de 2025, quase 43% dos americanos entre 22 e 27 anos com ensino superior estavam subempregados, ou seja, em ocupações que não exigem diploma. O dado é da distrital do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) de Nova York, e representa o nível mais alto desde o início da pandemia, além de um salto de mais de três pontos percentuais em apenas um ano. Veja os vídeos em alta no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 Embora a taxa ainda esteja abaixo do pico registrado na Grande Recessão, o ritmo recente de crescimento acende um alerta, segundo a Bloomberg. Por trás desse movimento, há um desequilíbrio que vem se acumulando ao longo dos anos. Dados da Lightcast mostram que, entre 2004 e 2024, o número de pessoas que concluíram o ensino superior nos Estados Unidos cresceu 54%. No mesmo período, as vagas de nível inicial avançaram bem menos, cerca de 42%. Na prática, isso significa mais pessoas qualificadas disputando um número proporcionalmente menor de oportunidades compatíveis com a própria formação. O problema não se resume à quantidade de vagas. Em 22 das 35 áreas analisadas, a relação entre empregos de entrada e número de formados piorou nas últimas duas décadas. “Nunca vimos tantas mudanças simultâneas e nessa velocidade. Esta é a primeira vez que o caminho da educação para o emprego está, de certa forma, interrompido”, afirmou Elena Magrini, da Lightcast, em entrevista à Bloomberg. A inteligência artificial entra nessa equação, mas não explica tudo. Estudos de pesquisadores da Universidade Stanford e da Universidade Harvard indicam que setores como desenvolvimento de software, atendimento ao cliente e marketing já vinham reduzindo contratações de iniciantes à medida que ferramentas de IA se tornaram mais comuns. Ao mesmo tempo, outros fatores ajudam a compor esse cenário. Juros elevados, mudanças nas políticas comerciais e menor rotatividade nas empresas têm reduzido a abertura de vagas para quem está começando. “Em um mercado de trabalho competitivo, os empregadores conseguem encontrar profissionais mais experientes para preencher vagas de nível júnior”, disse Shawn VanDerziel, da Associação Nacional de Faculdades e Empregadores, à Bloomberg. “E a inteligência artificial fez com que muitos repensassem um pouco as contratações.” A reportagem também aponta um desalinhamento entre o que as universidades formam e o que o mercado demanda. Na área da saúde, por exemplo, havia cerca de 1,9 milhão de vagas de entrada em 2024, enquanto o número de formados cresceu apenas 5% na última década, segundo dados da Lightcast. Já em ciência da computação, o movimento foi o oposto. O número de graduados aumentou 110% no período, mas as vagas cresceram apenas cerca de 6%. Empresas como Amazon, Atlassian e Block chegaram a citar a inteligência artificial ao anunciar demissões recentes. Ainda assim, um relatório da Forrester indica que muitos desses cortes tiveram origem em questões financeiras, em um movimento que a consultoria descreve como uma espécie de “lavagem de imagem com IA”. No meio dessa transformação estão histórias como a de Cody Viscardis, de 29 anos. Formado em ciência da computação em 2023, ele enviou quase mil currículos e conseguiu apenas seis entrevistas, todas para vagas com salários iniciais em torno de US$ 60 mil por ano. Diante da dificuldade, acabou aceitando um trabalho como eletricista. Hoje, pode ganhar até US$ 63 por hora, mas continua tentando migrar para a área em que se formou. “A faculdade deveria, no mínimo, garantir um emprego decente”, afirmou à Bloomberg. “Eu esperava não continuar nesse ciclo de ser forçado a trabalhar na construção civil.” Mesmo com jornadas que chegam a 60 horas semanais, ele segue fazendo cursos online para tentar uma recolocação em tecnologia. A Bloomberg destaca que momentos como esse não são inéditos. Jovens costumam ser os mais afetados em períodos de transição econômica ou tecnológica, como ocorreu nos anos 1990 e após a crise financeira de 2008. Há, porém, algum alívio possível. Estudos citados pela reportagem indicam que muitos conseguem, com o tempo, migrar para funções compatíveis com a formação, geralmente em até cinco anos. “Não é incomum que recém-formados tenham dificuldade em encontrar um emprego que exija formação superior ao ingressarem no mercado de trabalho”, disse Jaison Abel, do Fed de Nova York, à Bloomberg. “Para muitos, trabalhar em um emprego que não exige diploma é apenas uma fase.” Ainda assim, o cenário atual reforça uma mudança importante. Ter um diploma, por si só, já não garante mais um lugar no mercado, especialmente no início da carreira.