Esse tipo de areia é o mais apropriada para rebocos em geral; podendo ser utilizada na fabricação de concretos e misturada nas argamassas de bases (mais grossa).
A Areia fina também pode ser utilizado juntamente com as areias grossas ou médias para melhorar a distribuição de tamanho entre os grãos.
O termo "areia fina" é usado para designar o inerte com a dimensão máxima de 0,25 mm.
Areia Fina Branca
A areia fina é geralmente a mais usada na construção civil:
É o tipo de areia mais apropriada para rebocos em geral;
Também utilizada na fabricação de concretos;
A Rodeghel Areia e Pedra iníciou suas atividades no ano de 1997 seguindo o exemplo é dando continuidade no ramo de atividade de comercialização de Areia, Pedra e agregados, onde o Patriarca da família Sr Aldevando Rodeghel já trabalhava no ramo.
Atualmente tem como Ceo da Empresa o Sr Rodrigo Rodeghel, buscando atualizar e modernizar os processos da Empresa para atender com excelência os atuais clientes sem perder a essência da Empresa já praticados anteriormente.
Localizada na cidade de Sorocaba, em uma área estratégica de 5.000 m2 , temos a facilidade de atender nossos clientes com entregas rápidas, material de ótima qualidade, grande estoque para fornecimento imediato, diversas variedades de materiais, preço justo e respeito ao Meio Ambiente.
A exportação de petróleo do Brasil cresceu 13,3% em janeiro ante o mesmo mês do ano anterior, para o maior volume mensal em quase três anos, após a entrada de quatro novas plataformas em importantes campos do pré-sal em 2025, mostraram dados oficiais do governo nesta quinta-feira (5). No total, o Brasil exportou 10,57 milhões de toneladas no primeiro mês do ano, contra 9,33 milhões de toneladas no mesmo período de 2025, informou a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Na história, o volume só perde para março de 2023, quando o Brasil exportou 11 milhões de toneladas de petróleo. Veja os vídeos em alta no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 Do lado da receita, entretanto, houve uma queda de 7,8% nas vendas externas de petróleo em janeiro na comparação anual, a US$ 4,3 bilhões (R$ 22,6 bilhões), diante de um recuo nos preços da commodity. No primeiro mês de 2026, o preço do petróleo vendido pelo Brasil foi de US$ 407,4 (R$ 2.142,11) por tonelada, um recuo de 18,6% ante o mesmo período de 2025. Na véspera, relatório da consultoria Rystad Energy apontou que o Brasil será o principal responsável pelo aumento da produção de petróleo na América Latina em 2026, com uma produção prevista acima de 4,2 milhões de barris por dia. O crescimento das vendas externas do Brasil vem após o país ter batido um recorde na produção de petróleo em 2025 de 3,770 milhões de barris por dia (bpd), com alta de 12,3% ante o ano anterior, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicados nesta semana. No ano passado, a Petrobras colocou três novas plataformas em operação, sendo duas no campo de Búzios e uma no campo de Mero, ambos os ativos importantes produtores do pré-sal da Bacia de Santos. A norueguesa Equinor, por sua vez, iniciou a produção em seu campo de Bacalhau, também em Santos. Exploração de petróleo em Sergipe Agência Sergipe
A balança comercial registrou superávit de US$ 4,32 bilhões em janeiro, informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços nesta quinta-feira (5). 🔎O resultado é de superávit quando as exportações superam as importações. Quando acontece o contrário, o resultado é deficitário. Segundo dados oficiais, houve um aumento de 85,8% no saldo positivo na comparação com o mesmo mês de 2025 (+US$ 2,34 bilhões). Esse é o melhor resultado para meses de janeiro desde 2024, quando foi contabilizado um saldo positivo de US$ 6,2 bilhões. Também foi o segundo melhor resultado para meses de janeiro de toda série histórica, que tem início em 1989. 💵De acordo com o governo, em janeiro: As exportações somaram US$ 25,15 bilhões, com alta de 3,8% na média por dia útil; As importações somaram US$ 20,1 bilhões, com queda de 5,5% na média por dia útil. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Destaques das exportações em janeiro Óleos brutos de petróleo: US$ 4,3 bilhões, com queda de 7,8% Minério de ferro: US$ 2,05 bilhões, com recuo de 8,6% Carne bovina: US$ 1,3 bilhão, com aumento de 42,5% Café não torrado: US$ 1,01 bilhão, com queda de 23,7% Celulose: US$ 957 milhões, com queda de 6,1% Em agosto de 2025, o Amazonas registrou movimentação de US$ 1,41 bilhão na Corrente de Comércio. Do total, as exportações somaram US$ 86,3 milhões e as importações US$ 1,32 bilhão. Bruno Leão/Sedecti LEIA TAMBÉM: Taxa das blusinhas: Receita Federal arrecada recorde de R$ 5 bilhões em 2025, mesmo com queda de encomendas internacionais Tarifaço dos Estados Unidos Sob o impacto do tarifaço, as exportações brasileiras para os EUA recuaram para US$ 2,4 bilhões em janeiro deste ano, contra US$ 3,22 bilhões no mesmo mês do ano passado. Um recuo de 25,5%. Ao mesmo tempo, as importações brasileiras de produtos norte-americanos totalizaram US$ 3,07 bilhões em janeiro deste ano, com queda de 10,9% frente ao mesmo período de 2025 (US$ 3,44 bilhões). Com estes resultados, a balança comercial com os EUA registrou um déficit de US$ 668 milhões no primeiro mês de 2026. O tarifaço do presidente Donald Trump foi implementado de forma gradual, com início em abril para todos os países, embora alguns produtos tenham recebido taxação mais elevada, como aço e alumínio. Em agosto, foi anunciada uma sobretaxa específica de 50% para o Brasil. Ainda assim, foi divulgada uma extensa lista de exceções, com mais de 700 itens, incluindo suco de laranja, aeronaves, petróleo e fertilizantes. Com o passar dos meses e a aproximação entre Trump e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, as negociações avançaram e, em novembro, os EUA retiraram do tarifaço outros produtos brasileiros, como carne bovina, café, açaí e cacau. Ainda assim, parte da pauta segue tarifada. A situação da balança comercial brasileira em janeiro só não foi pior porque o país conseguiu ampliar as exportações para outros mercados, como China, México e Oriente Médio. Esse movimento ajudou a compensar os efeitos do tarifaço dos EUA, apesar de o Brasil ter registrado queda de exportações para a União Europeia e com o Mercosul no primeiro mês deste ano. Exportações para outros blocos e regiões em janeiro: China: +17,4%, para US$ 6,47 bilhões; Mercosul: -13,5%, para US$ 1,45 bilhão; União Europeia: -6,2%, para US$ 3,92 bilhões; México: +24,4%, para US$ 411 milhões; Oriente Médio: +31,6%, para US$ 1,78 bilhão.
Ilustração mostra representação de bitcoin. Dado Ruvic/ Reuters A cotação do bitcoin operava em queda nesta quinta-feira (5), e a moeda digital era negociada abaixo de US$ 70 mil pela primeira vez desde a eleição de Donald Trump, em novembro de 2024. O republicano é um defensor da criptomoeda. Após ser negociado brevemente a US$ 69.821,18 (ou R$ 367.800 reais), o bitcoin caía 3,26%, a US$ 70.256 (R$ 370.100), por volta das 9h, prolongando a queda associada à menor disposição dos investidores para ativos considerados mais arriscados. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça O valor das criptomoedas disparou após a eleição de Trump, visto como um grande incentivador do setor. Um mês depois, o bitcoin — a criptomoeda de maior valor de mercado — chegou a superar pela primeira vez a marca de US$ 100 mil (R$ 526 mil), um recorde celebrado publicamente por Trump. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Fiel à reputação de forte oscilação, o bitcoin voltou a subir e alcançou a cotação recorde de US$ 126.251,31 (R$ 665 mil), antes de passar por uma queda. Nos últimos dias, no entanto, o bitcoin foi afetado por um clima mais pessimista em vários mercados, especialmente nas ações do setor de tecnologia e também no mercado de metais preciosos. Além disso, a criptomoeda enfrenta incertezas sobre regras do setor, diante da análise de um projeto sobre moedas digitais nos Estados Unidos, a chamada Lei CLARITY, que está travada no Senado. “Os avanços esperados em relação à lei não vieram”, afirma James Butterfill, analista da CoinShares.
Queixas de consignado no INSS disparam 113% em 2025 O número de denúncias de crédito consignado do INSS não contratado cresceu 113% em 2025. Foram registradas 19.888 reclamações desse tipo no site Consumidor.gov, segundo a Secretaria Nacional do Consumidor, do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Em 2024, haviam sido registradas 9.319 reclamações desse tipo. Reclamações sobre consignados do INSS GloboNews Empréstimos que estão sendo cobrados, mas nunca foram solicitados, representam 25,7% do total de reclamações de segurados do INSS na plataforma, dentro do tema de crédito consignado. Entre 2019 e 2025, foram mais de 111 mil reclamações desse tipo. Reclamações sobre consignados do INSS GloboNews Outro alvo de denúncias de aposentados e pensionistas são os cartões de crédito consignado não solicitados, como a chamada RMC (Reserva de Margem Consignável). Nesse modelo, após a contratação de um empréstimo, um valor mínimo é descontado diretamente do benefício do segurado. Entre 2019 e 2025, foram registradas 11,8 mil reclamações de cartões não solicitados — mais de 3 mil apenas no ano passado. Os empréstimos consignados descontados diretamente do benefício do INSS foram criados para facilitar o acesso ao crédito para os segurados. O Instituto, no entanto, não é remunerado por esse serviço e ainda arca com custos para viabilizar a operação. Em janeiro, o INSS firmou um acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Associação Brasileira de Bancos (ABBC) para retomar a cobrança de valores das instituições financeiras que oferecem empréstimos consignados vinculados a benefícios do INSS. A cobrança está prevista em lei, mas havia deixado de ser feita desde 2022. Com a retomada, a previsão é de que o INSS receba R$ 148,4 milhões. Fraude no INSS: PF aponta que esquema funcionava em 3 núcleos Reprodução/TV Globo