Esse tipo de areia é o mais apropriada para rebocos em geral; podendo ser utilizada na fabricação de concretos e misturada nas argamassas de bases (mais grossa).
A Areia fina também pode ser utilizado juntamente com as areias grossas ou médias para melhorar a distribuição de tamanho entre os grãos.
O termo "areia fina" é usado para designar o inerte com a dimensão máxima de 0,25 mm.
Areia Fina Branca
A areia fina é geralmente a mais usada na construção civil:
É o tipo de areia mais apropriada para rebocos em geral;
Também utilizada na fabricação de concretos;
A Rodeghel Areia e Pedra iníciou suas atividades no ano de 1997 seguindo o exemplo é dando continuidade no ramo de atividade de comercialização de Areia, Pedra e agregados, onde o Patriarca da família Sr Aldevando Rodeghel já trabalhava no ramo.
Atualmente tem como Ceo da Empresa o Sr Rodrigo Rodeghel, buscando atualizar e modernizar os processos da Empresa para atender com excelência os atuais clientes sem perder a essência da Empresa já praticados anteriormente.
Localizada na cidade de Sorocaba, em uma área estratégica de 5.000 m2 , temos a facilidade de atender nossos clientes com entregas rápidas, material de ótima qualidade, grande estoque para fornecimento imediato, diversas variedades de materiais, preço justo e respeito ao Meio Ambiente.
Brasileiros têm dívidas não só com bancos, mas também com amigos e familiares g1 De cada três brasileiros, dois têm dívidas financeiras, mostra uma pesquisa do Datafolha publicada neste sábado (18). E não é só em relação a bancos: 41% dos que pegaram empréstimo com conhecidos, como amigos e familiares, não devolveram o dinheiro. Foram ouvidas 2.002 pessoas, distribuídas proporcionalmente entre todas as regiões do Brasil, entre 8 e 9 de abril de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, dentro de um nível de confiança de 95%. Considerando só os endividados, 29% estão inadimplentes nos parcelamentos de cartão de crédito , 26% não quitaram os empréstimos no banco, e 25% têm pendências em carnês de lojas. Cearense contrai dívida de R$ 50 mil e perde casas por vício em apostas online Crédito rotativo: o 'vilão' Entre os entrevistados, 27% utilizam o crédito rotativo, ainda que com frequências distintas. Desse total, apenas 5% recorrem à modalidade habitualmente, enquanto 22% o fazem de forma ocasional ou rara. Vale lembrar que o rotativo é ativado automaticamente quando o cliente paga apenas o mínimo da fatura, incidindo juros altos sobre o valor restante. Dívidas com contas de serviço O levantamento também mapeou a inadimplência em contas de consumo e serviços, revelando que 28% dos entrevistados têm débitos em atraso. Entre as contas mais citadas pelos inadimplentes, destacam-se: Telefonia e internet: 12% Tributos (IPTU, IPVA e carnê-leão): 12% Energia elétrica: 11% Água: 9% Sensação de 'aperto financeiro' A sensação de "aperto financeiro" é uma realidade para grande parte dos brasileiros, segundo o levantamento do Datafolha. A partir de um índice que mensura oito tipos de restrições orçamentárias — como cortes de consumo e inadimplência —, a pesquisa revelou que 45% da população vive sob forte pressão econômica: 27% em situação "apertada" e 18% em condição "severa". Outros 36% enfrentam uma situação moderada, enquanto apenas 19% são considerados isentos ou com restrições leves. Para equilibrar as contas, as estratégias de sobrevivência são variadas. O lazer foi o primeiro item sacrificado (64%), seguido pela redução das refeições fora de casa (60%) e a troca de marcas por opções mais baratas (60%). Há claro impacto no consumo básico: 52% reduziram a compra de alimentos, e metade dos entrevistados (50%) cortou gastos com água, luz e gás. No campo das obrigações, 40% deixaram contas vencerem, e 38% suspenderam o pagamento de dívidas ou a compra de remédios. Esse sufoco reflete-se nas preocupações imediatas: ao serem questionados espontaneamente sobre seu maior problema pessoal, 37% dos brasileiros apontaram fatores financeiros, citando a baixa renda, o endividamento e o alto custo de vida.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou neste domingo (19) que "cada dólar" pago pelo petróleo da Rússia é "dinheiro para a guerra". Os Estados Unidos prorrogaram a suspensão de sanções sobre a matéria-prima na sexta-feira (17). "Com o alívio das sanções, o petróleo russo transportado em petroleiros pode voltar a ser vendido sem consequências. Isso representa US$ 10 bilhões, um recurso que se transforma diretamente em novos ataques contra a Ucrânia", afirmou o líder ucraniano na rede social X. "Apenas nesta semana, a Rússia lançou mais de 2.360 ataques de drones, mais de 1.320 bombas aéreas guiadas e quase 60 mísseis" contra a Ucrânia, acrescentou Zelensky. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Segundo a administração militar da cidade de Chernihiv, norte da Ucrânia, um bombardeio nesta noite matou um adolescente de 16 anos e deixou quatro feridos. O ataque atingiu várias casas, além de prédios administrativos e centros de ensino. Alívio a sanções A decisão de prorrogar o alívio às sanções ao petróleo russo foi publicada pelo Departamento do Tesouro dos EUA e vale para cargas embarcadas até 16 de maio. A renovação faz parte da estratégia dos EUA para conter a alta dos preços globais de energia, pressionados pela guerra no Oriente Médio. 🚢 Desde fevereiro, EUA, Israel e Irã travam uma guerra na região. Como resposta, o governo de Teerã fechou o Estreito de Ormuz, uma importante rota para o comércio mundial de petróleo. Com isso, os preços da commodity dispararam em todo o mundo. O texto exclui transações que envolvam Irã, Cuba e Coreia do Norte. 🛢️ A Rússia é um dos maiores produtores de petróleo do mundo e responde por cerca de 10% da oferta global. O país produz aproximadamente 9 a 10 milhões de barris por dia, e as exportações do produto representam uma das principais fontes de receita do governo russo. Moscou se tornou alvo de uma ampla rodada de sanções ocidentais desde fevereiro de 2022, quando invadiu a Ucrânia. Estados Unidos, União Europeia e aliados impuseram restrições ao comércio de petróleo russo, incluindo proibições de importação, limites de preço e obstáculos ao financiamento e seguro de embarques. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, em foto de 16 de abril de 2026 Piroschka van de Wouw/Reuters
O milho verde movimenta a tradição e a economia em Capela do Alto (SP), conhecida como a capital do milho Reprodução/TV TEM Ele está presente na mesa dos brasileiros há muito tempo e também garante o sustento de muitas famílias. Seja ainda como milho verde ou já seco, ele movimenta tradições, gera renda e impulsiona a economia em Capela do Alto (SP), conhecida como a capital do milho. Depois da colheita, o trabalho continua. Antes de chegar ao consumidor, o milho passa por um processo cuidadoso de seleção e preparo. É nesse momento que a qualidade do produto começa a ser definida. Na propriedade do produtor rural Valdir Marcos Leonor, o cuidado é manual e envolve toda a família. Toneladas de milho são limpas e organizadas para a venda, principalmente para a região de Sorocaba (SP). O controle de qualidade é rigoroso. Apenas as espigas consideradas ideais seguem para comercialização. Além do trabalho no campo, o milho também reúne a família. Aos 71 anos, a aposentada Geni Becca mantém a tradição de preparar refeições à base do alimento sempre que todos se encontram. Pratos como sopa, pamonha e cural fazem parte da rotina e reforçam a relação afetiva com a produção. Valdir é um dos mais de 70 produtores da cidade. Juntos, eles cultivam cerca de mil hectares de milho, com uma produção anual que chega a aproximadamente 15 mil toneladas. A atividade movimenta cerca de R$ 13 milhões por ano na economia local. Mas o milho vai além da produção agrícola, ele também é símbolo cultural. Há quase 40 anos, a cidade realiza a tradicional Festa do Milho Verde, evento que reúne milhares de visitantes e valoriza o trabalho dos produtores. Durante a festa, o alimento ganha diferentes formas. Desde o milho cozido com manteiga até receitas como bolo, cural e pamonha com leite condensado. Para muitos produtores, o evento representa uma importante fonte de renda extra. É o caso da produtora Sandriele Karine Simões, que trabalha há cerca de dez anos com o milho e vê na festa uma oportunidade de ampliar os ganhos. Já a empresária Ana Paula Santos apostou na criatividade e desenvolveu um cardápio artesanal com o ingrediente como base, incluindo pães e lanches. O milho verde movimenta a tradição e a economia em Capela do Alto (SP) Reprodução/TV TEM Veja a reportagem exibida no programa em 19/04/2026: De espiga à pamonha: Capela do Alto mantém tradição e renda com cultivo de milho VÍDEOS: veja as reportagens do Nosso Campo Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais
No noroeste paulista agricultores já tem preparado a terra para o sorgo após a colheita da soja Reprodução/TV TEM Depois da colheita da soja, o produtor precisa decidir rapidamente o que fazer com a terra. No noroeste paulista, a aposta tem sido o sorgo uma cultura mais econômica e também mais resistente às variações do clima. Em uma propriedade de Brejo Alegre (SP), a lavoura ainda está no início. Com pouco mais de um palmo de altura, o sorgo começa a ganhar espaço no campo. O produtor Odair Albano plantou há cerca de 25 dias e vê na cultura uma alternativa viável diante das dificuldades hídricas e climáticas da região. É esse verde que começa a tomar conta das áreas após a soja que representa a chamada “safrinha”, uma segunda chance de renda para o produtor. Assim que retira a oleaginosa do campo, Odair entra com o sorgo para não deixar a terra parada. Na propriedade, são cerca de 60 hectares de sorgo granífero, voltado à produção de grãos usados principalmente na alimentação de aves, suínos e bovinos. A colheita deve ocorrer em três a quatro meses, com expectativa que depende diretamente do clima. O cultivo, que antes era mais comum na safrinha, agora também ganha espaço no verão. Isso porque o sorgo apresenta maior resistência à seca quando comparado ao milho, característica que tem atraído produtores em meio às irregularidades climáticas. Segundo a engenheira agrônoma Isabela Redigolo, o avanço da cultura está ligado aos desafios recentes no campo, como o alto custo de produção, a escassez de água e as altas temperaturas. Apesar de mais resistente, ela ressalta que o sorgo não é imune às condições adversas e que a produtividade ainda depende do manejo e das chuvas. Já em Mirandópolis (SP), a paisagem muda. Em meio às áreas de cana-de-açúcar, uma lavoura de sorgo ocupa cerca de 900 hectares plantados ainda em novembro, durante a safra de verão. Agora, chegou a hora da colheita. As chuvas no início do plantio foram um dos principais desafios enfrentados pelo produtor Marco Antonio Bordin, que arrendou a área de uma usina. O excesso de água impactou o desenvolvimento da cultura, além de influenciar na escolha da espécie plantada. O sorgo ganha espaço no campo como alternativa mais resistente à seca e com menor custo para o produtor Reprodução/TV TEM Apesar dos obstáculos, a expectativa para a safra é positiva em diversas áreas da região. Ainda assim, um problema preocupa os produtores: a falta de estrutura para armazenamento do sorgo. A limitação de armazéns afeta diretamente a comercialização e pode reduzir o lucro. No fim do ciclo, é no grão que o produtor vê o resultado de meses de trabalho. E, diante das condições atuais, o sorgo tem se mostrado uma alternativa segura e cada vez mais presente no campo. Veja a reportagem exibida no programa em 19/04/2026: Produtores do noroeste paulista apostam no sorgo como alternativa após a colheita da soja VÍDEOS: veja as reportagens do Nosso Campo Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais