Esse tipo de areia é o mais apropriada para rebocos em geral; podendo ser utilizada na fabricação de concretos e misturada nas argamassas de bases (mais grossa).
A Areia fina também pode ser utilizado juntamente com as areias grossas ou médias para melhorar a distribuição de tamanho entre os grãos.
O termo "areia fina" é usado para designar o inerte com a dimensão máxima de 0,25 mm.
Areia Fina Branca
A areia fina é geralmente a mais usada na construção civil:
É o tipo de areia mais apropriada para rebocos em geral;
Também utilizada na fabricação de concretos;
A Rodeghel Areia e Pedra iníciou suas atividades no ano de 1997 seguindo o exemplo é dando continuidade no ramo de atividade de comercialização de Areia, Pedra e agregados, onde o Patriarca da família Sr Aldevando Rodeghel já trabalhava no ramo.
Atualmente tem como Ceo da Empresa o Sr Rodrigo Rodeghel, buscando atualizar e modernizar os processos da Empresa para atender com excelência os atuais clientes sem perder a essência da Empresa já praticados anteriormente.
Localizada na cidade de Sorocaba, em uma área estratégica de 5.000 m2 , temos a facilidade de atender nossos clientes com entregas rápidas, material de ótima qualidade, grande estoque para fornecimento imediato, diversas variedades de materiais, preço justo e respeito ao Meio Ambiente.
Netflix e Warner Bros. Reuters O Departamento de Justiça dos Estados Unidos investiga se a Netflix adotou práticas anticompetitivas ao propor a aquisição da Warner Bros. Discovery, incluindo seus estúdios e o serviço de streaming HBO Max. A informação foi divulgada pelo jornal The Wall Street Journal, que teve acesso a uma intimação civil relacionada ao caso. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça A apuração busca entender de que forma a Netflix concorre com outras plataformas e se a fusão com a Warner poderia aumentar seu poder de mercado a ponto de configurar um monopólio. Nos EUA, a legislação antitruste dá às autoridades amplos instrumentos para impedir fusões que possam reduzir a concorrência. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Veja os vídeos em alta no g1: Veja os vídeos que estão em alta no g1 Segundo o jornal, o Departamento de Justiça dos EUA, que analisa a possível fusão da Netflix com a Warner, enviou uma intimação a outra empresa do setor de entretenimento para obter informações sobre práticas da gigante do streaming que possam afetar a concorrência. “Descreva qualquer outra conduta exclusiva por parte da Netflix que razoavelmente pareça capaz de consolidar poder de mercado ou monopólio”, diz trecho da intimação obtida pelo Wall Street Journal. O órgão também analisa a proposta de aquisição feita pela Paramount, que foi rejeitada pela Warner após recomendação da empresa a seus acionistas. Na intimação obtida pelo jornal, o Departamento de Justiça questiona se algum dos acordos pode prejudicar a concorrência. Além disso, pede informações sobre como fusões anteriores entre estúdios ou distribuidoras afetaram a disputa por talentos criativos e solicita dados sobre as diferenças nos contratos firmados com artistas e produtores. Proposta ousada da Netflix Em 20 de janeiro, a Netflix anunciou que alterou os termos de sua proposta para adquirir os estúdios e os negócios de streaming da Warner Bros. Discovery, passando a oferecer pagamento integral em dinheiro, sem mudar o valor de US$ 82,7 bilhões (R$ 445,7 bilhões). A nova estrutura da oferta recebeu apoio unânime do conselho da controladora da HBO. Na prática, a mudança buscou dificultar a entrada de concorrentes no negócio, especialmente da Paramount. A Netflix passou a oferecer US$ 27,75 (R$ 149,71) por ação da Warner, com pagamento integral em dinheiro. Na proposta anterior, a empresa previa o desembolso de US$ 23,25 (R$ 125,43) em dinheiro e o restante em ações da própria Netflix, avaliadas em US$ 4,50 (R$ 24,28) por papel. 👉 Com a nova estrutura, os acionistas da Warner deixariam de receber participação acionária na Netflix e passariam a receber um valor fixo por ação. Isso elimina a exposição às oscilações das ações da compradora, já que o pagamento não dependerá do desempenho desses papéis no mercado. David Zaslav, presidente e CEO da Warner Bros. Discovery, afirmou na ocasião que “o acordo de fusão aproxima ainda mais a união de duas das maiores empresas de narrativa do mundo”. “Ao nos unirmos à Netflix, combinaremos as histórias que a Warner Bros. contou e que cativaram a atenção do mundo por mais de um século, garantindo que o público continue a apreciá-las por muitas gerações.” No entanto, a conclusão dessa reorganização depende da efetivação da cisão da Discovery Global, da obtenção das aprovações regulatórias necessárias, do aval dos acionistas da WBD e do cumprimento de outras condições usuais para esse tipo de operação. A expectativa é que o processo seja finalizado em um prazo de seis a nove meses, antecedendo a conclusão da transação proposta entre a Netflix e a Warner Bros.
Vorcaro admite à PF que Master tinha problemas de liquidez e usava FGC como modelo de negócio O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) informou que já pagou R$ 36 bilhões em garantias a credores do Banco Master até as 10h desta sexta-feira (6). O Banco foi liquidado em 18 de novembro de 2025, por não ter condições de honrar seus papéis, segundo o Banco Central. O FGC informou que o valor ressarcido corresponde a 89% do total previsto para ressarcimento. Em número de beneficiários, cerca de 628 mil credores já receberam os valores, o que representa 81% do total de pessoas com direito à garantia. O FGC também orientou os clientes a manterem as notificações do aplicativo ativas para receber alertas sobre eventuais etapas necessárias para a conclusão do processo. Will Bank Em relação ao Will Bank, o FGC estima que serão pagos R$ 6,3 bilhões em garantias. O Will, ligado ao Master, também foi liquidado. O fundo informou que o início dos pagamentos ocorrerá após o recebimento da base de credores, que será consolidada pelo liquidante, com apoio do próprio FGC.
Correios abrem prazo para funcionários pedirem demissão Em crise financeira, os Correios anunciaram nesta sexta-feira (6) que vão colocar imóveis próprios à venda em diferentes estados do país como parte do plano de reestruturação da estatal. A expectativa da empresa é arrecadar até R$ 1,5 bilhão até dezembro com a venda de ativos considerados ociosos. Os primeiros leilões estão marcados para os dias 12 e 26 de fevereiro. Nesta etapa inicial, serão ofertados 21 imóveis. Segundo os Correios, os certames serão 100% digitais e poderão ter participação de pessoas físicas e jurídicas. A empresa afirma que a venda de imóveis faz parte de um conjunto de medidas para reorganizar as finanças, reduzir custos fixos e recuperar capacidade de investimento. De acordo com os Correios, os imóveis desta primeira fase estão localizados em 12 estados: Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte e São Paulo. O portfólio inclui diferentes tipos de propriedades, como prédios administrativos, galpões, terrenos, lojas e apartamentos funcionais. Os valores iniciais variam de R$ 19 mil a R$ 11 milhões, segundo a estatal. Os Correios dizem que as alienações não devem afetar a prestação de serviços à população e que outros imóveis ainda estão em fase de preparação para venda. As informações sobre os leilões — como editais, fotos dos lotes e regras de participação — estão disponíveis nos canais oficiais da empresa e da leiloeira responsável. Crise dos Correios A venda de imóveis ocorre em meio a uma crise financeira considerada histórica dentro dos Correios. Como parte do plano de recuperação, a estatal abriu prazo no início de 2026 para funcionários aderirem a um programa de demissão voluntária. Segundo a empresa, a expectativa é reduzir em cerca de 15 mil o quadro atual, de aproximadamente 90 mil empregados. O programa prevê também reorganização de cargos e mudanças em benefícios, como plano de saúde e previdência. Os Correios informaram que ainda não têm um balanço de quantos funcionários aderiram. A estatal afirma que pretende economizar R$ 2 bilhões por ano a partir de 2027 com as medidas. Um gráfico produzido pela própria empresa mostra que os gastos com pessoal cresceram nos últimos anos. Em 2022, as despesas foram de R$ 15,2 bilhões. Em 2024, subiram para quase R$ 20 bilhões. De acordo com os Correios, 60% da receita hoje é usada para pagar salários, plano de saúde e outros custos ligados ao quadro de funcionários. Ao mesmo tempo, a empresa perdeu participação no mercado de entrega de encomendas. Há seis anos, os Correios detinham cerca de metade desse segmento. No fim de 2025, encerraram o ano com aproximadamente 20%, segundo dados citados pela estatal. O plano para 2026 prevê, além da venda de imóveis, o fechamento de agências. A empresa informou que já fechou 121 unidades, de um total de mil previstas no plano de reestruturação. Os números do balanço também mostram deterioração acelerada. Em 2022, os Correios registraram prejuízo de mais de R$ 700 milhões. Em 2024, o déficit subiu para R$ 2,5 bilhões. O resultado de 2025 ainda não foi fechado oficialmente, mas a empresa calcula um rombo de R$ 10 bilhões. Para manter as operações, os Correios contrataram um empréstimo de R$ 12 bilhões com cinco bancos e receberam no início de 2026 R$ 10 bilhões desse total. A operação só foi concluída após o Tesouro Nacional oferecer garantias, segundo a estatal. O dinheiro será usado para quitar dívidas imediatas e sustentar a operação, mas a empresa admite que pode precisar de mais R$ 8 bilhões ao longo do ano. No fim de 2025, o presidente dos Correios, Emmanoel Rondon, disse que o resultado negativo de 2026 pode chegar a R$ 23 bilhões se o ciclo de perdas não for interrompido. Especialistas afirmam que a estatal enfrenta dificuldades para competir com empresas privadas do setor. O economista Raul Velloso defendeu uma redução do peso dos gastos para tornar o funcionamento da empresa mais sustentável. “Nós temos de arrumar as coisas de tal forma que o setor público saia desses segmentos e nós adequemos o funcionamento deles a um índice de gasto bem mais razoável do que o que se tem em nosso país”, disse. Já o economista Armando Castellar, pesquisador associado do FGV Ibre, avaliou que os Correios estão em uma corrida contra o tempo e deveriam considerar a hipótese de privatização. “Não tem agilidade de um setor que é cada vez mais competitivo, cada vez mais ágil. Empresas estatais no passado fecharam exatamente porque o governo hesitou muito. É muita hesitação em termos de você privatizar. Demorou, demorou, acabou tendo que fechar porque o prejuízo simplesmente era grande demais e não havia condição de competir”.
Bandeira da Argentina Unplash A Argentina busca ampliar a flexibilidade do Mercosul, afirmou nesta sexta-feira (6) o ministro das Relações Exteriores argentino, Pablo Quirno. “Todos os acordos bilaterais são permitidos dentro do Mercosul”, disse Quirno a jornalistas. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça As declarações do ministro foram feitas durante uma coletiva de imprensa convocada para detalhar o acordo firmado entre a Argentina e os Estados Unidos, anunciado na véspera. O tratado prevê redução de tarifas e um plano recíproco de investimentos entre os dois países. O acordo também inclui materiais críticos, em linha com a estratégia do presidente americano, Donald Trump, de reduzir a dependência da China — hoje dominante na produção e no refino desses insumos essenciais para tecnologia, energia e defesa. Veja os vídeos em alta no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 De acordo com Quirno, porém, a negociação com os EUA não impede que a China participe de investimentos no setor de mineração da Argentina. Ele acrescentou que Trump e o presidente Javier Milei continuarão a avaliar a possibilidade de reduzir as tarifas sobre o alumínio e o aço argentinos. Segundo o texto do acordo, haverá cooperação e investimentos dos EUA em toda a cadeia do setor na Argentina — desde a exploração até o refino, processamento e exportação. O documento também prevê a redução de "barreiras comerciais de longa data" e oferece maior acesso ao mercado argentino para exportadores dos EUA. A expectativa, segundo o embaixador americano e negociador comercial Jamieson Greer, que anunciou o tratado na quinta-feira, é ampliar negócios que vão de veículos automotores a produtos agrícolas. O documento divulgado pelo governo dos EUA informa que o acordo não entra em vigor imediatamente após a assinatura. Ele só passa a valer 60 dias depois da troca de notificações por escrito que confirmem a conclusão dos trâmites legais internos — ou em outra data que os países definirem. Após entrar em vigor, o acordo prevê que a Argentina zere ou reduza para cerca de 2% as tarifas aplicadas a milhares de produtos dos EUA, além de abrir cotas isentas para itens estratégicos, como 80 mil toneladas de carne bovina e 10 mil veículos. Em contrapartida, os EUA eliminarão tarifas para determinados produtos agrícolas argentinos e limitarão eventuais sobretaxas a um teto de 10% sobre os demais bens.