Esse tipo de areia é o mais apropriada para rebocos em geral; podendo ser utilizada na fabricação de concretos e misturada nas argamassas de bases (mais grossa).
A Areia fina também pode ser utilizado juntamente com as areias grossas ou médias para melhorar a distribuição de tamanho entre os grãos.
O termo "areia fina" é usado para designar o inerte com a dimensão máxima de 0,25 mm.
Areia Fina Branca
A areia fina é geralmente a mais usada na construção civil:
É o tipo de areia mais apropriada para rebocos em geral;
Também utilizada na fabricação de concretos;
A Rodeghel Areia e Pedra iníciou suas atividades no ano de 1997 seguindo o exemplo é dando continuidade no ramo de atividade de comercialização de Areia, Pedra e agregados, onde o Patriarca da família Sr Aldevando Rodeghel já trabalhava no ramo.
Atualmente tem como Ceo da Empresa o Sr Rodrigo Rodeghel, buscando atualizar e modernizar os processos da Empresa para atender com excelência os atuais clientes sem perder a essência da Empresa já praticados anteriormente.
Localizada na cidade de Sorocaba, em uma área estratégica de 5.000 m2 , temos a facilidade de atender nossos clientes com entregas rápidas, material de ótima qualidade, grande estoque para fornecimento imediato, diversas variedades de materiais, preço justo e respeito ao Meio Ambiente.
Emirados Árabes são um dos maiores produtores de petróleo do mundo Getty Images via BBC O preço do petróleo bruto Brent ultrapassou os US$ 125 por barril (cerca de R$ 624,73) no início desta quinta-feira (30), à medida que a estagnação nas negociações entre EUA e Irã levantou dúvidas sobre a reabertura do Estreito de Ormuz e um fim permanente para a guerra no Irã. O petróleo Brent para entrega em junho saltou 6,2%, para US$ 125,36, e o Brent para entrega em julho subiu 3,1%, para US$ 113,85. O petróleo de referência dos EUA subiu 2,3%, para US$ 109,38 por barril. Antes do início da guerra no final de fevereiro, o Brent era negociado em torno de US$ 70 por barril. A guerra no Irã, que está em sua nona semana, ainda não apresenta um caminho claro para o fim. Os EUA mantiveram o bloqueio aos portos iranianos enquanto o Estreito de Ormuz permanece fechado, impulsionando os preços do petróleo. Relatos de quarta-feira sugerindo uma possível escalada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, dissiparam as esperanças de um fim rápido para o conflito. "O colapso das conversas entre EUA e Irã, juntamente com o relato de que o presidente Trump rejeitou a proposta do Irã para a reabertura do Estreito de Ormuz, faz com que o mercado perca a esperança de qualquer retomada rápida nos fluxos de petróleo", escreveram os estrategistas do ING Bank, Warren Patterson e Ewa Manthey, em nota de pesquisa. Presidente dos EUA, Donald Trump, ameaça Irã com montagem de explosões em publicação na rede social em 29 de abril de 2026. Reprodução/Donald Trump no Truth Social Os preços do petróleo variam dependendo do tipo de óleo, onde é negociado e sob quais termos, para contratos futuros. Por algumas medidas, o Brent atingiu seu nível mais alto desde o pico de US$ 147,50 por barril em 2008, durante a crise financeira global. Com a guerra abalando os mercados mundiais, o dólar americano subiu para 160,51 ienes japoneses, seu nível mais alto em quase dois anos. A moeda fechou a 160,44 ienes na quarta-feira. O dólar ganhou força frente a outras moedas principais em parte devido ao seu status de porto seguro para investidores em tempos de risco, e em parte porque as taxas de juros dos EUA permaneceram relativamente altas, enquanto o Federal Reserve se esforça para equilibrar a necessidade de impulsionar a economia com os preços mais altos resultantes da guerra. A decisão do Fed de manter as taxas de juros estáveis em sua reunião de política monetária na quarta-feira deu suporte adicional ao dólar. Analistas disseram que autoridades japonesas provavelmente interviriam no mercado caso o iene caísse muito mais. O euro caiu de US$ 1,1675 para US$ 1,1663. Os contratos futuros dos EUA e as ações na Ásia recuaram após um desempenho morno em Wall Street na quarta-feira. O índice Nikkei 225 de Tóquio caiu 1,6%, para 58.967,07, e o Kospi, na Coreia do Sul, recuou 1,1%, para 6.615,51. O Hang Seng de Hong Kong perdeu 1,3%, para 25.772,50, e o índice Composto de Xangai operou em alta de 0,1%, a 4.109,99. A atividade fabril da China para abril desacelerou ligeiramente, mas permaneceu em território de expansão pelo segundo mês, apesar do choque energético global provocado pela guerra no Irã, mostrou uma pesquisa oficial. O S&P/ASX 200 da Austrália caiu 0,3%, para 8.665,50. O Taiex de Taiwan recuou 0,1% e o Sensex da Índia perdeu 1,2%. Na quarta-feira, as ações dos EUA fecharam mistas. O índice S&P 500 caiu menos de 0,1%, para 24.673,24. O Dow Jones Industrial Average caiu 0,6%, para 48.861,81, enquanto o Nasdaq avançou menos de 0,1%, para 24.673,24. As ações da Starbucks saltaram 8,4% após resultados melhores que o esperado, e a Visa subiu 8,3% pelo mesmo motivo. Em outras negociações, o rendimento do Tesouro dos EUA de 10 anos subiu de 4,36% na terça-feira para 4,42%, após o Fed anunciar que estava adiando cortes nas taxas de juros.
Que fruta é essa? Uma fruta de aspecto exótico despertou a curiosidade do produtor rural Flávio Aganete, de Caeté (MG). Ao encontrar o exemplar em sua propriedade, ele buscou identificar a espécie e descobriu que se tratava da sapucainha, uma árvore nativa da Mata Atlântica. Também chamada de “fruta-de-babado” ou “fruta-de-cutia”, a sapucainha exige cautela, pois suas sementes são tóxicas, alerta o agrônomo Chukichi Kurozawa, consultor do Globo Rural. Quem deseja experimentar a polpa da fruta precisa retirar cuidadosamente as sementes. Mas, diante do risco, a recomendação geral é evitar o consumo. A sapucainha também se destaca no paisagismo. A árvore produz flores bonitas e pode ser uma excelente opção ornamental, contribuindo tanto para a beleza de propriedades quanto para a preservação da flora nativa. Sapucainha: sementes da fruta são tóxicas. Globo Rural
Como funciona a Mega-sena O concurso 3.001 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 130 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta quinta-feira (30), em São Paulo. Clique aqui para seguir o canal de Loterias do g1 no WhatsApp No concurso da última terça-feira (28), ninguém acertou as seis dezenas. O g1 passou a transmitir, desde segunda-feira (20), todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube. Acompanhe os sorteios no site do g1 Acompanhe os sorteios no canal do g1 no YouTube A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online. A Mega tem três sorteios semanais: às terças, quintas e sábados. Volante da Mega-Sena Ana Marin/g1 Para apostar na Mega-Sena As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos. Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo. O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar. Probabilidades A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa. Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
Como as redes sociais viraram vitrine obrigatória para profissionais de todas as áreas Médicos, advogados, professores, juízes e até pedreiros: profissionais de diversas áreas estão cada vez mais ativos nas redes sociais. O que antes se concentrava apenas no LinkedIn, agora também ocupa espaços em outras plataformas como o TikTok e Instagram. 🤔 Mas porque isso vem acontecendo? Segundo especialistas ouvidos pelo g1, essa tendência é reflexo da “plataformização do trabalho”, processo em que as plataformas digitais moldam as práticas profissionais e redefinem as formas de visibilidade. Ou seja: esse fenômeno faz com que os trabalhadores sejam praticamente obrigados a estar ativos nas redes sociais. LEIA TAMBÉM: Funcionário pode ser obrigado a gravar vídeos para as redes sociais da empresa? Profissionais ouvidos pelo g1, que supostamente não seriam obrigados a ter presença nas redes sociais, relatam que estavam “quase escondidos” no mercado antes de começarem a compartilhar o trabalho nessas plataformas. Mas essa prática exige cuidados. Veja abaixo o que dizem especialistas sobre o assunto. 💡Uso das redes sociais de forma ética e estratégica Luana Carvalho, diretora de comunicação da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-SP), afirma que é importante tomar alguns cuidados ao compartilhar conteúdo do trabalho nas redes. Por isso, o profissional: 🚫 Não pode publicar dados confidenciais; 🚫 Evite compartilhar produtos ou serviços que são lançamentos; 🚫 Não postar a tela do computador; 🚫 Não divulgar reuniões estratégicas; 🚫 Evitar abordar assuntos polêmicos; 🚫 Tomar cuidado com erros de português; 🚫 Não compartilhar notícias falsas; 🚫 Não postar informações que exponham pessoas específicas sem autorização; ‼️Se for apontar algo que enxerga de errado na empresa ou na profissão, faça isso em tom mais genérico. Sem “falar mal” de nenhuma empresa ou pessoa específica; ‼️ Cuidado com o humor. Ele é uma excelente ferramenta de comunicação e conexão. Mas é importante analisar o tom do humor utilizado para não passar uma imagem infantil. De acordo com a especialista, é um “desafio criar bons conteúdos com frequência sem exagerar na hora de expor situações do cotidiano e impactar negativamente em alguma dessas frentes de trabalho”. É importante checar se a empresa ou cliente tem alguma política própria de restrições em relação à conteúdos compartilhados. Inclusive contratos de prestação de serviço podem ter esse tipo de cláusula. A especialista ainda defende o que pode ser postado (sem medo): ✅ Reflexões próprias, que são originadas da sua vivência, mas não como se fosse uma verdade absoluta; ✅ Sugestões, dicas de estudo e conteúdo para quem se interessa na área que você trabalha; ✅ Contar histórias de outras pessoas desde que sejam autorizadas ou contadas de uma forma que seja impossível de identificar os personagens; ✅ Expectativas e planos de carreira e trabalho. Compartilhar metas e seu dia a dia de estudo, organização e trabalho. ✍🏽Dicas para quem está começando Para quem pensa em produzir conteúdos sobre a profissão nas redes sociais, a especialista Luana Carvalho traz algumas dicas, como: 📲 Defina qual objetivo ao postar conteúdo nas redes: Ter isso muito claro e se lembrar o tempo todo. É muito fácil cair nas métricas de vaidade das mídias digitais, como seguidores e número de curtidas. 📈 Evite cair nas métricas: Engajamento não é a métrica mais relevante para fechar negócios, conseguir clientes ou promoções. Tem muito mais relação com conseguir atingir as pessoas certas. 👩🏽💻Com um objetivo claro, tudo fica mais leve: Ter esse objetivo claro desde o primeiro dia faz com que criar conteúdo seja muito mais leve e deixa a escolha das estratégias muito mais assertivas. 📝 Busque referências alinhadas ao seu propósito: Vale conhecer e seguir orientações de especialistas que também têm objetivos parecidos com o seu. Assim você tem acesso às estratégias que funcionam no seu caso. ➡️ Investir no aprendizado: Faça cursos e sempre esteja atualizado. O mercado criativo está em constante evolução com novas ferramentas técnicas que exigem um portfólio em constante atualização. 😎 Crie uma presença online que seja capaz de ser uma extensão do seu portfólio e habilidades. Tenha um portfólio de “Instagram”, performer como um TikToker e planeje a sua carreira como profissional do Linkedin. 🤞🏽 Invista em networking: busque conexões com outros profissionais on e offline. LEIA MAIS Conheça os 'blogueiros CLTs', que mostram a rotina e os perrengues de trabalho nas redes sociais ‘Fotos que me pagaram para editar’: como fotógrafos e designers faturam até R$ 30 mil por mês no TikTok Conheça o ‘Chronoworking’, método de trabalho que segue o ritmo biológico