Esse tipo de areia é o mais apropriada para rebocos em geral; podendo ser utilizada na fabricação de concretos e misturada nas argamassas de bases (mais grossa).
A Areia fina também pode ser utilizado juntamente com as areias grossas ou médias para melhorar a distribuição de tamanho entre os grãos.
O termo "areia fina" é usado para designar o inerte com a dimensão máxima de 0,25 mm.
Areia Fina Branca
A areia fina é geralmente a mais usada na construção civil:
É o tipo de areia mais apropriada para rebocos em geral;
Também utilizada na fabricação de concretos;
A Rodeghel Areia e Pedra iníciou suas atividades no ano de 1997 seguindo o exemplo é dando continuidade no ramo de atividade de comercialização de Areia, Pedra e agregados, onde o Patriarca da família Sr Aldevando Rodeghel já trabalhava no ramo.
Atualmente tem como Ceo da Empresa o Sr Rodrigo Rodeghel, buscando atualizar e modernizar os processos da Empresa para atender com excelência os atuais clientes sem perder a essência da Empresa já praticados anteriormente.
Localizada na cidade de Sorocaba, em uma área estratégica de 5.000 m2 , temos a facilidade de atender nossos clientes com entregas rápidas, material de ótima qualidade, grande estoque para fornecimento imediato, diversas variedades de materiais, preço justo e respeito ao Meio Ambiente.
GAC Aion UT divulgação/GAC A GAC revelou ao g1, durante o Salão do Automóvel de Pequim, que o próximo veículo a ser lançado no Brasil será o Aion UT. O modelo é um hatchback totalmente elétrico e deve ser anunciado oficialmente no país nas próximas semanas. O Aion UT chega com a missão de disputar espaço com o BYD Dolphin, atualmente o segundo carro elétrico mais vendido do Brasil, segundo dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp No ranking da ABVE, o modelo teve 4.577 unidades emplacadas no primeiro trimestre de 2026. A liderança é do Dolphin Mini, com 14.767 registros no mesmo período. Na comparação com o Dolphin GS — e não com a versão Plus —, o modelo da GAC é 15 centímetros mais comprido, com 4,27 metros de comprimento, ante 4,12 metros do concorrente. A distância entre os eixos, que influencia diretamente no espaço interno, também é 5 centímetros maior. GAC Aion UT com adesivos e acessórios vendidos na China André Fogaça/g1 (O repórter viajou para o evento a convite da Leapmotor e GWM.) Com isso, o Aion UT oferece mais espaço para os passageiros e para a bagagem: são 440 litros de porta-malas, contra 250 litros do Dolphin GS. A GAC ainda não informou quais serão o motor e as versões do Aion UT no Brasil. A fabricante adiantou apenas que o modelo passará por adaptações para o mercado nacional, como já aconteceu com o GS3, que recebeu uma central multimídia maior por aqui em relação à versão vendida na China. Na China, o Aion UT é oferecido com duas opções de motor. A mais potente entrega 204 cv, enquanto a segunda é mais simples, com 136 cv. Ainda assim, mesmo a versão menos potente supera os 95 cv do Dolphin GS. A configuração mais potente do Aion UT, portanto, fica no mesmo nível dos 204 cv do Dolphin Plus, versão topo de linha da BYD. Em relação à bateria, também há duas opções para o mercado chinês. A versão menor tem 44,1 kWh, enquanto a maior chega a 60 kWh. O Aion UT conta ainda com a tecnologia V2L, que permite usar a energia do carro para alimentar outros equipamentos, como uma TV, um ventilador, iluminação ou até um videogame. No interior, o Aion UT segue a tendência dos carros chineses ao oferecer uma lista generosa de equipamentos. Entre os destaques estão a central multimídia de 14,6 polegadas, o painel de instrumentos digital de 8 polegadas e o uso de materiais macios ao toque, que reduzem a presença de plástico rígido. GAC Aion UT André Fogaça/g1 O modelo também traz sistemas de assistência ao motorista, como controle de cruzeiro adaptativo, frenagem automática de emergência e carregador de celular por indução. Por outro lado, repete um ponto negativo comum em carros chineses: a concentração de muitos comandos na central multimídia e a ausência de alguns botões físicos no volante.
Agricultores testam novas variedades de uva no RS Após enfrentarem a maior catástrofe ambiental da história do Rio Grande do Sul em 2024, os viticultores da Serra Gaúcha vivem um momento de alívio e celebração. A safra deste ano é descrita como "emblemática", com uma produção que atingiu 905 mil toneladas — somando uvas de mesa e para a indústria —, um volume considerado acima da média, segundo dados da Emater-RS. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 A retomada, no entanto, não é apenas fruto do clima favorável, mas de uma combinação de uma alta no investimento em tecnologia e persistência por parte dos agricultores. Vinhos soterrados Edição especial dos vinhos da família Argenta, de Barão (RS), que ficaram soterradas durante as enchentes no Rio Grande do Sul. Reprodução/Globo Rural Até chegarem ao atual momento de celebração, os agricultores do Rio Grande do Sul passaram por perdas sucessivas. O produtor Arnaldo Argenta, de Barão (RS), por exemplo, relata que sua propriedade sofreu com transbordamentos e enchentes por três anos consecutivos, entre 2023 e 2025. Em maio de 2024, a família perdeu toda a produção que estava em processo de fermentação e teve máquinas cobertas pela lama. O prejuízo acumulado em três anos chegou a R$ 1,5 milhão. Para seguir adiante, a família transformou a tragédia em um símbolo de resistência: das garrafas soterradas, 180 foram limpas e vendidas como a "Edição Inundação", acompanhadas de um poema sobre a força da terra e da água. "A gente vai levar cinco anos para voltar ao estágio em que estávamos, mas a gente tem muita resiliência e vai conseguir", afirma Arnaldo. (veja detalhes no vídeo acima) Poema escrito na embalagem da edição Inundação dos vinhos produzidos pela família Argenta, de Barão (RS). Reprodução/Globo Rural Tecnologia contra as mudanças climáticas Para reduzir os riscos impostos pelas variações extremas do tempo, a aposta tem sido o sistema de cultivo coberto. A técnica protege os frutos da chuva e reduz em até 90% a ocorrência de doenças fúngicas, permitindo uma irrigação direta no solo. Contudo, o custo de implantação é elevado, chegando a R$ 450 mil por hectare. Além da proteção física, a pesquisa com novas variedades é fundamental. Em Santa Teresa, a família de João Paulo Berra mantém uma área experimental com 50 variedades de uvas europeias, como a Palava, originária da República Checa. Essa uva é precoce, o que ajuda a escalonar a colheita e o processamento industrial, evitando a pressa excessiva nos períodos de pico. Tradição que atravessa gerações A viticultura na Serra Gaúcha é um legado que remonta à chegada dos imigrantes italianos em 1875. Atualmente, cerca de 15 mil famílias cultivam uva no estado, sendo que 90% da produção está concentrada na região serrana. Para muitos, como para João Paulo Berra, a continuidade do trabalho é uma questão de "sangue nas veias". Mesmo trabalhando na cidade, ele retorna às origens todos os anos durante a colheita para manter viva a tradição da quinta geração da família. "A viticultura não é só uma fonte de renda, é um legado. Passa de pai para filho", resume João Paulo. De onde vem o vinho
Wayback Machine Reprodução Há 30 anos, o portal archive.org guarda a memória da internet. Sua plataforma Wayback Machine contém mais de um bilhão de sites arquivados e funciona como uma ferramenta imprescindível, que permite a jornalistas, pesquisadores, historiadores e juristas acessar conteúdos originais de páginas que foram alteradas ou até mesmo excluídas. No entanto, esse projeto fundamental da entidade criada em São Francisco, nos EUA, enfrenta uma crise existencial. E a última ameaça vem justamente de quem mais precisa do arquivo — os veículos de imprensa. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 Um número cada vez maior de empresas de comunicação vem negando o acesso do Internet Archive aos seus conteúdos. Segundo uma pesquisa da Nieman Foundation for Journalism, da Universidade de Harvard, pelo menos 241 portais de notícias de nove países já bloquearam o acesso da Wayback Machine. Entre eles estão o britânico The Guardian, o americano New York Times, o francês Le Monde e o USA Today, maior conglomerado jornalístico dos Estados Unidos. Veja os vídeos em alta do g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 LEIA TAMBÉM 'Pegou foto sem autorização', diz evangélica de 16 anos vítima de influencer que usou IA para sexualizar sua imagem em igreja Usar o celular enquanto carrega é perigoso? Veja em quais situações é preciso ter cuidado Abrindo mão de uma importante ferramenta O próprio USA Today publicou recentemente uma reportagem mostrando como a polícia de imigração americana, o ICE, havia ocultado informações na web sobre sua política de detenção. Para a apuração, o jornal utilizou conteúdos da Wayback Machine do archive.org, contradizendo a própria política da empresa, que agora bloqueia o acesso da plataforma a seus artigos. O motivo pelo qual os veículos de comunicação estão barrando o acesso à ferramenta que eles mesmos utilizam é simples. Os jornais temem que empresas de inteligência artificial, como OpenAI ou Google, acessem os conteúdos jornalísticos arquivados na plataforma para treinar seus modelos de linguagem — sem autorização e sem pagamento. "O problema é que os conteúdos do New York Times no Internet Archive são utilizados pelas empresas de IA, que infringem direitos autorais para concorrer diretamente conosco", declarou o porta-voz do NYT, Graham James. Milhares de consultas por segundo com robôs De fato, dados mostram que, no site archive.org, inúmeros robôs são usados para buscar conteúdos jornalísticos e utilizá-los no treinamento de modelos de IA — obtendo, assim, exatamente as informações que lhes são negadas. O diretor do Wayback Machine, Mark Graham, afirmou à revista Wired que algumas empresas chegaram a acessar os arquivos com dezenas de milhares de solicitações por segundo, a ponto de sobrecarregar temporariamente os servidores. Era algo que o archive.org não esperava. A organização sem fins lucrativos se apresenta como uma entidade comprometida com a internet aberta. "Exatamente como uma biblioteca clássica, oferecemos acesso gratuito a pesquisadores, historiadores, cientistas e pessoas com deficiência visual e ao público em geral. Nosso objetivo é possibilitar a todas as pessoas o acesso universal a todo o conhecimento", diz o lema da associação. Isso também exclui a possibilidade de bloquear robôs e rastreadores — o que levou às sanções impostas por grandes editoras e empresas de mídia. A Electronic Frontier Foundation (EFF), organização de direitos humanos especializada em questões digitais, compara a atitude dos veículos de imprensa a uma situação em que "um jornal proibisse bibliotecas de manter cópias de seu periódico". A história da internet pode se perder para sempre Desde então, mais de 100 jornalistas assinaram uma petição em apoio ao Internet Archive. Em carta aberta, eles afirmam: "Em um cenário de mídia digital em que artigos desaparecem devido à perda de links, fusões de empresas ou cortes de custos, os jornalistas dependem frequentemente da Wayback Machine do Internet Archive para recuperar páginas que, de outra forma, estariam perdidas. Sem esse trabalho contínuo de preservação da Internet, grande parte da história jornalística recente já teria se perdido." Mark Graham, do New York Times, afirmou também à Wired que está em conversas com as empresas de jornalismo para reaver o acesso. O desfecho ainda é incerto. "Não há dúvida de que o bloqueio crescente de grande parte da internet pública prejudica a capacidade da sociedade de compreender o que está acontecendo em nosso mundo", confessou Graham. Fragmentar a internet é inevitável? Getty Images Arquivo como infraestrutura pública Repórter especializado em mídia e fundador do socialmedia watchblog.de, Martin Fehrensen vê no archive.org o único registro funcional da web aberta. Caso a plataforma não consiga mais cumprir essa função, isso teria consequências graves, diz ele à DW. "Milhões de trechos da Wikipedia perderiam a referência; pesquisas sobre a responsabilidade das plataformas – ou seja, quais termos de uso vigoravam em cada momento, quais regras de moderação foram reformuladas e de que maneira – se tornariam significativamente mais difíceis; e as evidências digitais com valor probatório judicial seriam perdidas", explica, acrescentando que, especialmente para os veículos jornalístico, seria totalmente absurdo bloquear o arquivo. Segundo Fehrensen, há duas maneiras de se resolver esse conflito. "Precisamos de um diálogo com os editores, com uma separação técnica clara entre o arquivamento e o treinamento de IA, pois esse é o verdadeiro conflito, não o arquivo em si", explica o jornalista. A médio prazo, na opinião dele, deve ser criado um status jurídico especial para os arquivos da web. E, a longo prazo, o arquivamento da internet deve ser tratado como infraestrutura pública, não como um projeto isolado de uma ONG em São Francisco, acrescenta. "O fato de que, em 2026, ele ainda dependa de uma única organização é a verdadeira falha estrutural", conclui. Um conflito dramático – entre vários Não é a primeira vez que o Internet Archive luta para continuar existindo. Em setembro de 2024, um ataque hacker ao site resultou no roubo de 31 milhões de contas de usuário. Foi um duro golpe, mas a organização conseguiu se recuperar. No mesmo ano, o Archive perdeu um processo de direitos autorais em um tribunal de apelação dos EUA: as editoras Hachette, Penguin Random House, HarperCollins e Wiley entraram com uma ação contra o programa gratuito de empréstimo de e-books que o Archive havia lançado durante a pandemia de Covid-19, e obtiveram sucesso. Mais de 500 mil livros tiveram que ser retirados da plataforma. Mas o archive.org ainda enfrenta pedidos de indenização na casa dos milhões. Em comparação com essas derrotas, a ameaça atual representada pelos bloqueios da mídia é estruturalmente mais grave, pois não pode ser sanada por uma decisão judicial ou uma atualização. Ela é o resultado de inúmeras decisões corporativas que, em conjunto, minam a essência do Wayback Machine: a documentação completa da internet pública.
Xi Jinping e Lula na China Ricardo Stuckert / Presidência da República Em 23 de julho de 2025, Donald Trump assinou ordem para exportar “pacotes completos” de inteligência artificial, colocando o Brasil entre destinos prioritários ao lado de Egito e Indonésia. A medida intensifica a disputa com a China por influência tecnológica global. No mesmo período, o Brasil firmou memorando com Pequim e negocia com Washington, enquanto amplia dependência de infraestrutura digital estrangeira. 📩 Assine a newsletter do Guia de Compras do g1 com testes e dicas de tecnologia O Brasil está nominalmente na lista de destinos prioritários. Ao lado do Egito e da Indonésia, o país figura entre os mercados emergentes onde a presença americana precisa ser consolidada, antes que a influência chinesa se torne irreversível. Para entender o que isso representa na prática, vale olhar o que aconteceu com o Japão. Em outubro de 2025, durante a visita de Trump a Tóquio, os dois países assinaram um “Technology Prosperity Deal”, um acordo de alinhamento em política de IA que vai muito além da compra e venda de hardware. Veja os vídeos que estão em alta no g1 O documento inclui compromissos sobre padrões técnicos, frameworks de governança, fluxo de dados e cooperação em segurança digital. O Japão passou a integrar estruturalmente a órbita tecnológica americana, não apenas como parceiro comercial, mas como parceiro normativo. Washington quer replicar esse modelo em escala. A lógica americana é clara e, num certo sentido, legítima. A China exporta tecnologia de IA num modelo que analistas descrevem como “full-stack com condições embutidas”: hardware subsidiado, software com lógica de caixa preta e frameworks de governança que replicam o modelo regulatório de Pequim. Washington entendeu que competir chip a chip não é suficiente. É preciso exportar o ecossistema inteiro e, com ele, a arquitetura normativa que o acompanha. Para o Brasil, o problema é que os dois modelos chegam com política externa no rodapé do contrato. Em 2025, o governo Lula assinou um memorando de entendimento com a China para aprofundar a colaboração em inteligência artificial. No mesmo período, Brasília avançava nas conversas com Washington sobre o programa de exportação de IA e recebia anúncios de bilhões de dólares em data centers da Microsoft, Amazon e Oracle. Do ponto de vista diplomático, é um malabarismo admirável. Do ponto de vista tecnológico, é uma contradição estrutural que vai cobrar seu preço mais cedo do que se imagina. A questão central não é quem vende o chip. É quem treinou o modelo. Os grandes sistemas de linguagem e tomada de decisão que o setor público e privado brasileiro já usa, na análise de crédito, na triagem de políticas, na recomendação de conteúdo e na gestão de contratos foram desenvolvidos majoritariamente por empresas americanas, segundo padrões americanos, com dados que refletem realidades americanas. O viés não é necessariamente malicioso. Mas é estrutural. E tende a se aprofundar na medida em que o Brasil sustenta sua infraestrutura cognitiva sobre servidores sujeitos ao CLOUD Act americano, a lei que autoriza o governo federal dos EUA a requisitar dados armazenados por provedores americanos em qualquer jurisdição do mundo, independentemente de onde o servidor esteja fisicamente localizado. O próprio debate regulatório revela a ambiguidade. O Senado brasileiro tem acompanhado de perto o AI Act europeu como referência normativa para sua legislação nacional, e o projeto em discussão cria um sistema de governança de IA sob a responsabilidade da Autoridade Nacional de Proteção de Dados. Na teoria, é soberania. Na prática, o discurso regulatório aponta para autonomia, mas a implementação é operada por corporações multinacionais americanas. O Brasil faz a lei, mas quem comanda a infraestrutura sobre a qual essa lei incide são outros. Isso não é uma acusação. É uma descrição de como o poder funciona no século 21. Brasil é maior mercado de dados da América Latina A boa notícia é que o Brasil tem cartas genuínas nessa mesa. É o maior mercado de dados da América Latina, tem uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo, o que importa imensamente para data centers, e produziu o PIX, um dos sistemas de pagamentos digitais mais sofisticados em operação no planeta. Quando Washington e Pequim disputam o Brasil como parceiro de IA, não o fazem por generosidade. É porque o país tem o que ambos precisam: escala, energia e população conectada. A dependência, se vier, será escolhida, não imposta. A pergunta que o debate público brasileiro ainda não fez com a seriedade necessária é esta: ao aceitar o pacote completo de IA americano, com seus chips, seus modelos, seus padrões de governança e suas obrigações de compliance, o que o Brasil está abrindo mão em troca? Não em termos comerciais, mas em termos de autonomia sobre decisões que, daqui a dez anos, serão tomadas por sistemas que alguém, em algum lugar, já programou.